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Posteriormente em Musas retroativas: 13ª em 1967, por O Diabo É Meu Sócio; 7ª em 1973, por Os Três Mosqueteiros; 6ª em 1974, por A Vingança de Milady; 5ª em 1977, por O Príncipe e o Mendigo.
A passagem do tempo, no filme Um Sonho de Liberdade (1994), é marcada por três posters colocado na parede da cela de prisão de Tim Robbins: Rita Hayworth, em Gilda (os anos 1940); Marilyn Monroe, em O Pecado Mora ao Lado (os anos 1950); e… Raquel Welch, em Um Milhão de Anos Antes de Cristo. A despeito dos outros dois também serem grandes filmes, este último… Bem, Raquel Welch estava acima disso, e se foi preciso um filme que colocou homens e dinossauros contracenando para colocá-la vestindo aquele biquíni pré-histórico, então ainda bem que ele foi feito. No mesmo ano, ela também fez Viagem Fantástica, cobertíssima (mas em um uniforme justíssimo). Julie Christie ficou em segundo com o papel duplo de Fahrenheit 451 e Audrey Hepburn fechou o pódio. As italianas Claudia Cardinale e Monica Vitti vieram logo atrás. O filme que mais rendeu musas foi Blow Up – Depois Daquele Beijo: quatro.
Anteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1965, por Doutor Jivago e também por Darling, a que Amou Demais. Posteriormente em Musas retroativas: 10ª em 1971, por Jogos & Trapaças – Onde os Homens São Homens; 3ª em 1973, por Inverno de Sangue em Veneza; 2ª em 1975, por Shampoo.
Anteriormente em Musas retroativas: 7ª em 1963, por Charada; 9ª em 1964, por My Fair Lady e por Quando Paris Alucina. Posteriormente em Musas retroativas: 8ª em 1967, por Um Caminho para Dois e por Um Clarão nas Trevas; 16ª em 1976, por Robin e Marian.
Anteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1963, por 8½, por O Leopardo e por A Pantera Cor-de-Rosa. Posteriormente em Musas retroativas: 2ª em 1968, por Era uma Vez no Oeste.
Anteriormente em Musas retroativas: 7ª em 1962, por Eclipse; 14ª em 1964, por O Deserto Vermelho.
Anteriormente em Musas retroativas: 7ª em 1964, por Angélica, a Marquesa dos Anjos; 11ª em 1965, por Maravilhosa Angélica. Posteriormente em Musas retroativas: 11ª em 1967, por Indomável Angélica.
Anteriormente em Musas retroativas: 5ª em 1965, por Dívida de Sangue. Posteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1967, por Descalços no Parque; 1ª em 1968, por Barbarella; 5ª em 1969, por A Noite dos Desesperados; 4ª em 1971, por Klute – O Passado Condena; 19ª em 1972, por Tout Va Bien; 7ª em 1977, por Julia; 2ª em 1978, em Amargo Regresso ; 11ª em 1979, por Síndrome da China.
Anteriormente em Musas retroativas: 15ª em 1963, por 8½.
Posteriormente em Musas retroativas: 19ª em 1967, por Camelot; 12ª em 1968, por Isadora.
Anteriormente em Musas retroativas: 10ª em 1962, por Em Busca de um Sonho; 3ª em 1964, por Médica, Bonita e Solteira; 4ª em 1965, por A Corrida do Século. Posteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1969, por Bob & Carol & Ted & Alice.
Anteriormente em Musas retroativas: 6ª em 1962, por Boccaccio ’70; 4ª em 1963, por Ontem, Hoje e Amanhã; 8ª em 1964, por Matrimônio à Italiana e por A Queda do Império Romano. Posteriormente em Musas retroativas: 20ª em 1967, por A Condessa de Hong Kong; 5ª em 1972, por O Homem de La Mancha.
Anteriormente em Musas retroativas: 12ª em 1962, por Candelabro Italiano. Posteriormente em Musas retroativas: 7ª em 1967, por À Queima-Roupa; 10ª em 1980, por Vestida para Matar.
Anteriormente em Musas retroativas: 20ª em 1963, por O Criado.
Anteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1962, por 007 contra o Satânico Dr. No; 10ª em 1963, por O Seresteiro de Acapulco; 18ª em 1965, por A Deusa da Cidade Perdida e por O que É que Há, Gatinha?. Posteriormente em Musas retroativas: 12ª em 1967, por Cassino Royale.
Posteriormente em Musas retroativas: 20ª em 1966, por Blow Up – Depois Daquele Beijo; 12ª em 1976, por Paixão Selvagem.
Musas de 1965 <<
>> Musas de 1967
O Artur Xexéo publicou ontem um um texto no blog dele sobre Liz Taylor. Entre outras coisas dizia que a carreira dela ficou em segundo plano frente à vida pessoal. Não concordo e até acho que foi o contrário. Como escrevi na minha matéria para o Caderno 2 de hoje, ela foi uma sobrevivente e sua carreira sobreviveu inclusive à gigante exposição de sua vida na mídia – e olhe que os paparazzi nem eram tão urubus como hoje. Mesmo com os oito casamentos, com acidentes de maridos e amigos, com a pneumonia que quase a matou no auge da carreira, com os dois (!) casamentos com Richard Burton, com as campanhas de combate à Aids e ao preconceito, mesmo com tudo isso, o que se sobressai é sua beleza acachapante e papéis fortes e ousados. Da alternância de inocência e sedução em Um Lugar ao Sol (1951), ela passou a arriscar cada vez mais: sua personagem desafiou convenções e envelheceu décadas em Assim Caminha a Humanidade (1956); foi Maggie, a gata no cio enquanto o maridão não estava nem aí em Gata em Teto de Zinco Quente (1958); a jovem atormentada após um trauma sexual em De Repente, no Último Verão (1959); apareceu nua em Cleópatra (1963); envelheceu, enfeiou-se e disparou todo tipo de imprompérios em Quem Tem Medo de Virginia Woolf?; foi a infeliz e revanchista esposa de um militar impotente e homosexual, em O Pecado de Todos Nós (1967). Não é toda estrela que teve uma carreira assim.
Londres (Inglaterra),27 de fevereiro de 1932 – Los Angeles (EUA), 23 de março de 2011
Maggie em brasas, rejeitada pelo marido em Gata em Teto de Zinco Quente:
Os seios de Jane Russell causaram uma das maiores brigas contra a censura já vistas no cinema americano. Li uma vez que o milionário, produtor e cineasta Howard Hughes – também apaixonado por aviação – chegou a desenhar (com seus engenheiros aeronáuticos) um sutiã especialmente para ressaltá-los no filme que a lançaria: O Proscrito. O Código de Produção caiu em cima, mas Hughes – que passou a dirigir o filme depois de Howard Hawks deixou a produção – acabou sendo o primeiro cineasta a enfrentar de cara aberta a censura americana. Com as filmagens terminadas em 1941, o filme só estreou em 1943. Russell mostrou, depois, ter outros talentos. Para a música e a comédia, por exemplo: ela divide em pé de igualdade com ninguém menos que Marilyn Monroe os holofotes de Os Homens Preferem as Loiras (1953). Ok, a loira era Marilyn, mas Jane era o primeiro nome nos créditos. E a continuação – com Jane, sem Marilyn – chamou-se Eles se Casam com as Morenas (1955)…
Cenas de Jane em O Proscrito:
Marilyn e Jane cantam “When love goes wrong, nothing goes right”, em Os Homens Preferem as Loiras:
Bemidji (EUA), 21 de junho de 1921 – Santa Maria (EUA), 28 de fevereiro de 2011
81. Carrie Fisher
Ela é, claro, a Princesa Léia da trilogia Guerra nas Estrelas. Filha de Debbie Reynolds (estrelinha de Cantando na Chuva, 1952) e do cantor Eddie Fisher, ela nunca decolou além do papel na saga galática de George Lucas. Teve até boas aparições como coadjuvante em filmes posteriores – principalmente em Hannah e Suas Irmãs (1986) e Harry e Sally, Feitos um para o Outro (1989). Ou, antes, em Os Irmãos Cara de Pau (1980), do mesmo ano em que O Império Contra-Ataca. Talvez as drogas no começo dos anos 1980, tenham atrapalhado sua carreira. Carrie acabou fazendo sucesso como escritora, com alguns romances, sobretudo o autobiográfico Postcards from the Edge (que chegou ao cinema como Lembranças de Hollywood, onde seu papel era interpretado por Meryl Streep). Outra de suas memórias, Wishful Drinking, virou peça na Broadway em 2009. Mas, que diabo, como esquecê-la naquele biquíni estilizado de O Retorno de Jedi (1983)?
Vá atrás: Shampoo (1975); Guerra nas Estrelas (1977); O Império Contra-Ataca (1980); Os Irmãos Cara de Pau (1980); O Retorno de Jedi (1983); O Homem do Sapato Vermelho (1985); Hannah e Suas Irmãs (1986); Harry e Sally, Feitos um para o Outro (1989); Fanboys (2008).
Cena abaixo: todo mundo já a conhece como a Princesa Léia, então vamos a uma cena anterior a Guerra nas Estrelas, em Shampoo.
Atriz anterior: Maggie Smith
Posteriormente em Musas retroativas: 11ª em 1975, por Trinity e Seus Companheiros.
Os filmes-catástrofe eram os grande campeões de bilheteria nessa primeira metade dos anos 1970. Três deles escalaram musas nessa lista: Inferno na Torre, Aeroporto 75 e Terremoto. Mas o primeira colocação ficou com o cinema francês: Miou-Miou e o rebelde Corações Loucos (que ainda emplacou mais uma: Isabelle Huppert). E em James Bnd sempre podemos coinfiar: 007 contra o Homem com a Pistola de Ouro não é nem de longe um dos melhores da série, mas rendeu duas musas : Maud Adams (que voltaria à série em 1983, em 007 contra Octopussy) e, principalmente, Britt Ekland, nossa número 5.
Posteriormente em Musas retroativas: 8ª em 1977, por Alguém Lá em Cima Gosta de Mim e por Contatos Imediatos do Terceiro Grau.
Anteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1972, por Sonhos de um Sedutor e por O Poderoso Chefão; 4ª em 1973, por Dorminhoco. Posteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1975, por A Última Noite de Boris Gruschenko; 1ª em 1977, por Noivo Neurótico, Noiva Nervosa e por À Procura de Mr. Goodbar; 6ª em 1979, por Manhattan; 20ª em 1988, por O Preço de uma Paixão.
Anteriormente em Musas retroativas: 9ª em 1970, por O Conformista.
Anteriormente em Musas retroativas: 8ª em 1971, por Carter, o Vingador; 2ª em 1973, por O Homem de Palha. Posteriormente em Musas retroativas: 15ª em 1976, por Casanova & Company.
Anteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1966, por Um Milhão de Anos Antes de Cristo e por Viagem Fantástica; 13ª em 1967, por O Diabo É Meu Sócio; 7ª em 1973, por Os Três Mosqueteiros. Posteriormente em Musas retroativas: 5ª em 1977, por O Príncipe e o Mendigo.
Anteriormente em Musas retroativas: 12ª em 1969, por Flor de Cacto. Posteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1975, por Shampoo; 7ª em 1976, por O Corujão e a Gatinha; 13ª em 1978, por Golpe Sujo.
Anteriormente em Musas retroativas: 14ª em Cassino Royale; 5ª em 1968, por Bullitt; 3ª em 1970, por Aeroporto; 7ª em 1972, por Roy Bean, o Homem da Lei; 1ª em 1973, por A Noite Americana.
Anteriormente em Musas retroativas: 16ª em 1971, por Lúcia McCartney e por Soninha Toda Pura.
Anteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1967, por Bonnie & Clyde – Uma Rajada de Balas; 10ª em 1968, por Crown, o Magnífico; 17ª em 1970, por Pequeno Grande Homem; 14ª em 1973, por Os Três Mosqueteiros. Posteriormente em Musas retroativas: 5ª em 1975, por Três Dias do Condor; 5ª em 1976, por Rede de Intrigas.
Posteriormente em Musas retroativas: 19ª em 1991, por Madame Bovary.
Anteriormente em Musas retroativas: 15ª em 1972, por Henrique VIII e Suas Seis Mulheres. Posteriormente em Musas retroativas: 20ª em 1977, por Orca, a Baleia Assassina.
Posteriormente em Musas retroativas: 8ª em 1975, por Rocky Horror Show; 9ª em 1978, por Menina Bonita; 11ª em 1980, por Atlantic City; 13ª em 1983, por Fome de Viver; 16ª em 1988, por Sorte no Amor; 12ª em 1990, por Loucos de Paixão; 9ª em 1991, por Thelma & Louise.
Anteriormente em Musas retroativas: 15ª em 1973, por A Super Fêmea. Posteriormente em Musas retroativas: 12ª em 1981, por Eu Te Amo e Bonitinha, mas Ordinária; 6ª em 1982, por Amor, Estranho Amor; 13ª em 1989, por Doida Demais.
Anteriormente em Musas retroativas: 13ª em 1969, por Ana dos Mil Dias.
Posteriormente em Musas retroativas: 19ª em 1976, por Rocky, um Lutador.
Musas de 1973 <<
>> Musas de 1975
Fúria de Titãs
Box Manaíra 6 – sex. a seg. e qua.: dub.: 14h, 16h30; leg.: 19h05, 21h30; ter.: leg.: 19h05, 21h30; qui.: dub.: 16h30; leg.: 19h05, 21h30.
Tambiá Shopping 4 – dub.: sex. a seg., qua. e qui.: 14h50, 16h50, 18h50, 20h50; ter.: 18h50, 20h50.
Príncipe da Pérsia – As Areias do Tempo
Box Manaíra 5 – leg.: sex. a seg. e qua.: 13h40, 16h20, 19h, 21h40; ter.: 19h, 21h40; qui.: 16h20, 19h, 21h40
Box Manaíra 7 – leg.: sex. a seg., qua. e qui.: 15h20, 18h, 20h40; ter.: 20h40
Tambiá Shopping 6 – dub.: sex.a seg., qua. e qui.: 14h20, 16h30, 18h40, 20h50; ter.: 18h40, 20h50.
Não tem lista de musas neste fim de semana, mas stei atento, ou seja lá como dizem em italiano: as listas de musas retroativas já existentes aqui no BOULEVARD vêm sendo atualizadas, hein? Fora a nova lista de 2005 (a de 2006 está na agulha), as listas de 2004 a 1996 já possuem 20 musas ao invés de 15.
A lista de 2004 foi totalmente remodelada, para entrar os filmes produzidos nesse ano e que estavam na lista de 2005 (porque só haviam passado em João Pessoa no ano seguinte). O antigo 2005 virou o início de uma série nova e anual: Musas/ cinema em JP, que já vai de 2005 a 2009. Assim, Paz Vega, Natalie Portman entraram na lista, além de Deborah Secco e Kerry Washington que também aparecem.
Em 2003, esquecimentos foram corrigidos: Luana Piovani, Leandra Leal, Natalie Portman. Há os acréscimos de Ludivine Sagnier, Natália Lage, Rebecca Romijn-Stamos e Laura Linney. Ah, e mudou a foto da Eva Green.
Em 2002, Monica Bellucci ganhou uma segunda foto (ela merece). Paz Vega ganhou um justo lugar na lista do ano, assim como Natalia Verbeke, Rachel Weisz, Naomi Watts e Shu Qi.
Mais Paz Vega em 2001: desta vez, mudança de foto. Nicole Kidman ganhou mais duas fotos. E quem entrou? Rachel Weisz, Audrey Tautou, Isabel Guerón, Monica Bellucci e Cameron Diaz.
Essa revisões têm se esmerado em dar às musas com mais de um filme no mesmo ano, mais de uma foto também, sempre que for razoável. Jennifer Connelly é a contemplada de 2000. E quem entrou na lista? Juliette Binoche, Natascha McElhone, Deborah Secco, Zooey Deschanel e Michelle Pfeiffer.
1999 não teve alteração nos 15 primeiros lugares. Mas olha quem entrou de 16ª a 20ª: Michelle Pfeiffer, Patricia Arquette, Jodie Foster, Mena Suvari e Denise Richards. Objeções? Eu já imaginava que não.
Falando em Denise Richards, a foto dela de 1998 mudou, assim como a da Uma Thurman. E quem entrou na lista foi Cássia Linhares, Nastassja Kinski, Elizabeth Mitchell (quem só a conhece de Lost tem que ver isso), Christina Ricci e Tara Reid.
Helen Hunt também ganhou foto nova em 1997. A lista ainda ganhou a inclusão de Patricia Arquette, Joey Lauren Adams, Bridget Fonda, Gina Gershon e Cameron Diaz.
E finalmente, em 1996, Rachel Weisz, Gwyneth Paltrow, Carla Camurati, Charlize Theron e Kelly Preston juntaram-se às 15 que já compunham a lista. Um timaço.
A próxima lista, como já dito, deve ser um salto para o futuro: 2006. Paralelamente, as listas de 1995 e voltando continuam ganhando mais cinco musas, novas fotos, posições alteradas. E após 2006, seguimos retrocedendo no tempo a partir de 1975…












































































































































































































































































































