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Um Frank Capra mais capriano do que nunca e um James Stewart fenomenal. Essa combinação foi fundamental para que A Felicidade Não se Compra se tornasse um favorito dos natais americanos e de inúmeros cinéfilos. Nâo é um filme natalino, propriamente, é um filme sobre a amizade, sobre um homem tão bom que não consegue não ajudar os outros. E que, quando precisa, é lembrado de como foi e é importante para tanta gente. Seu reencontro com a própria vida e o reconhecimento dos amigos a quem ajudou foi copiada, citada, imitada e ainda faz muita gente chorar.

A Felicidade Não se Compra (1946), dirigido por Frank Capra.

O gênio Woody Allen se pautou em George Gershwin para compor o roteiro e a direção de Manhattan. E, como não poderia deixar de ser, o final é um gran finale: depois de uma decepção amorosa e de enumerar as coisas que fazem a vida valer à pena (cena que poderia estar aqui, aliás), ele Isaac chega ao rosto de Tracy, a namoradinha de 17 anos que ele dispensou pelo amor que não deu certo. Com Gershwin retumbante, ele corre para evitar que ela viaje para Londres – como ele sugeriu. E, chegando lá, ela se mostra mais uma vez mais madura do que ele. “O que são seis meses, se nos amamos?”, ela pergunta. “Não seja tão madura, ok?”, ele responde.

Manhattan (1979), dirigido por Woody Allen.

Quando se fala em Intriga Internacional, todo mundo lembra… da cena do avião, é claro. A seqüência é genial, mas esta também é o máximo: Hitchcock coloca Cary Grant e Eva Marie Saint em fuga pelos rostos dos presidentes no Monte Rushmore. O cineasta sempre adorou as cenas de impacto em pontos turísticos e, aqui, tira o melhor proveito possível do cenário, criando imagens puramente expressionistas – e ainda tem o reforço da magnífica trilha de Bernard Hermann (e isso a cena do avião, sem música, não tem…).

Intriga Internacional (1959), dirigido por Alfred Hitchcock.

Ok, tem a cena do metrô em O Pecado Mora ao Lado. Mas não adianta: para mim, o máximo de Marilyn está nesta seqüência antológica de Os Homens Preferem as Loiras. Não por acaso, vive sendo imitada: por Madonna, no clipe de “Material girl”; por Nicole Kidman, em Moulin Rouge; por Kylie Minogue. Nenhuma delas amarra as chuteiras de Marilyn, como se pode ver.

Os Homens Preferem as Loiras (1953), dirigido por Howard Hawks.

François Truffaut declara seu amor à arte de fazer filmes, sob a linda trilha de Georges Delerue e com a ajuda do belíssimo rosto de Jacqueline Bisset.

A Noite Americana (1973), dirigido por François Truffaut.

Elia Kazan leva o cinema dos anos 1950 além do limite da sensualidade permitida pelo famigerado Código de Produção, através de Marlon Brando e Kim Hunter. Se alguém gritar “Stella!!” em um filme – qualquer um – saiba: é referência a esta cena.

Uma Rua Chamada Pecado (1951), dirigido por Elia Kazan.

Para começar essa séria série, acho adequado que seja a minha cena favorita do meu filme favorito. Acompanhem Gene Kelly e Donald O’Connor, se puderem, em “Moses supposes” e reparem quanto cortes tem a cena. A dança não é construída na edição aqui, não, amigo: eles dançam mesmo.

Cantando na Chuva (1952), dirigido por Gene Kelly e Stanley Donen.

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  • Pessoas que estão reclamando de Wagner Moura no tributo ao Legião: vão assistir a um DVD da banda e pronto.Publicado há 10 hours ago
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  • Não, é da Agência Ensaio. RT: @haryanne: É rave, é? RT @revasconcellos1: O amistoso da Seleção é às 21h07! Nove horas e SETE minutos, ok?Publicado há 17 hours ago

 

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