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O gênio Woody Allen se pautou em George Gershwin para compor o roteiro e a direção de Manhattan. E, como não poderia deixar de ser, o final é um gran finale: depois de uma decepção amorosa e de enumerar as coisas que fazem a vida valer à pena (cena que poderia estar aqui, aliás), ele Isaac chega ao rosto de Tracy, a namoradinha de 17 anos que ele dispensou pelo amor que não deu certo. Com Gershwin retumbante, ele corre para evitar que ela viaje para Londres – como ele sugeriu. E, chegando lá, ela se mostra mais uma vez mais madura do que ele. “O que são seis meses, se nos amamos?”, ela pergunta. “Não seja tão madura, ok?”, ele responde.
Manhattan (1979), dirigido por Woody Allen.
Quando se fala em Intriga Internacional, todo mundo lembra… da cena do avião, é claro. A seqüência é genial, mas esta também é o máximo: Hitchcock coloca Cary Grant e Eva Marie Saint em fuga pelos rostos dos presidentes no Monte Rushmore. O cineasta sempre adorou as cenas de impacto em pontos turísticos e, aqui, tira o melhor proveito possível do cenário, criando imagens puramente expressionistas – e ainda tem o reforço da magnífica trilha de Bernard Hermann (e isso a cena do avião, sem música, não tem…).
Intriga Internacional (1959), dirigido por Alfred Hitchcock.



