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1 - Marilyn Monroe ("Something's Got to Give")

Something’s Got to Give nunca foi concluído. Foi o final melancólico da carreira da diva máxima Marilyn Monroe, demitida após inúmeros atrasos, faltas ao set e outras complicações. Ela morreu, naquelas circunstâncias misteriosas, semanas depois, e o filme permaneceria inacabado – o mais famoso filme inacabado de todos os tempos (o projeto foi retomado com outro diretor e elenco – mas com parte dos mesmos cenários – como Eu, Ela e a Outra (1963), com Doris Day no papel que era de Marilyn). O que restou foi editado no documentário Marilyn Monroe – O Fim dos Dias. E mesmo em um filme inacabado ela era capaz de criar momentos inesquecíveis. Estamos falando, claro, da cena da piscina, onde ela veste apenas a parte de baixo de um biquíni cor-da-pele. Para as fotos de divulgação, feitas na sequência, Marilyn quis causar uma comoção mundial e tirou também a parte de baixo. Funcionou. No âmbito desta lista, superou a jovem Sue Lyon pirando o homem de meia idade em Lolita, Ursula Andress saindo das águas como Vênus no primeiro James Bond, e Jeanne Moreau, a mulher entre dois homens de Jules e Jim. Concorrência dura. E, curiosidade, as italianas responderam por um quarto da lista: cinco musas em 1962!

2 - Sue Lyon ("Lolita")

Posteriormente em Musas retroativas: 16ª em 1964, por A Noite do Iguana.

3 - Ursula Andress ("007 contra o Satânico Dr. No")

Posteriormente em Musas retroativas: 10ª em 1963, por O Seresteiro de Acapulco; 18ª em 1965, por A Deusa da Cidade Perdida e por O que É que Há, Gatinha?; 18ª em 1966, por Crepúsculo das Águias; 12ª em 1967, por Cassino Royale.

4 - Jeanne Moreau ("Jules e Jim - Uma Mulher para Dois")

Posteriormente em Musas retroativas: 18ª em 1964, por Diário de uma Camareira; 10ª em 1965, por Viva Maria! e por Falstaff – O Toque da Meia-Noite.

5 - Norma Bengell ("Os Cafajestes" e...)

5 - Norma Bengell (...também por "O Pagador de Promessas")

Posteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1964, por Noite Vazia.

6 - Sophia Loren ("Boccaccio '70")

Posteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1963, por Ontem, Hoje e Amanhã; 8ª em 1964, por Matrimônio à Italiana e por A Queda do Império Romano; 14ª em 1966, por Arabesque; 20ª em 1967, por A Condessa de Hong Kong; 5ª em 1972, por O Homem de La Mancha.

7 - Monica Vitti ("O Eclipse")

Posteriormente em Musas retroativas: 14ª em 1964, por O Deserto Vermelho; 5ª em 1966, por Modesty Blaise.

8 - Suzanne Pleshette ("Candelabro Italiano")

Posteriormente em Musas retroativas: 13ª em 1963, por Os Pássaros.

9 - Anita Ekberg ("Boccaccio '70")

10 - Natalie Wood ("Em Busca de um Sonho")

Posteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1964, por Médica, Bonita e Solteira; 4ª em 1965, por A Corrida do Século; 13ª em 1966, por Esta Mulher É Proibida; 3ª em 1969, por Bob & Carol & Ted & Alice.

11 - Vera Miles ("O Homem que Matou o Facínora")

12 - Angie Dickinson ("Candelabro Italiano")

Posteriormente em Musas retroativas: 15ª em 1966, por Caçada Humana; 7ª em 1967, por À Queima-Roupa; 10ª em 1980, por Vestida para Matar.

13 - Pier Angeli ("Sodoma & Gomorra")

14 - Elsa Martinelli ("Hatari!")

15 - Romy Schneider ("Boccaccio '70")

Posteriormente em Musas retroativas: 16ª em 1965, por O que É que Há, Gatinha?; 11ª em 1972, por Ludwig, o Último Rei da Bavária.

16 - Corinne Marchand ("Cléo de 5 às 7")

17 - Shirley Jones ("O Vendedor de Ilusões")

18 - Anna Karina ("Viver a Vida")

Posteriormente em Musas retroativas: 20ª em 1964, por Bande a Part; 9ª em 1965, por O Demônio das Onze Horas e por Alphaville.

19 - Silvana Magano ("Barrabás")

20 - Eva Marie Saint ("Anjo Violento")

Musas de 1961 <<
>> Musas de 1963

* A partir dos filmes que foram exibidos nos cinemas de João Pessoa em 2011.

1 - Natalie Portman ("Cisne Negro" e...)

1 - Natalie Portman (...também por "Sexo sem Compromisso"...)

1 - Natalie Portman (...e por "Thor")

Anteriormente em Musas/ cinema em JP: 5ª em 2005, por Closer – Perto Demais; 14ª em 2008, por Um Beijo Roubado e por A Outra; 10ª em 2010, por Entre Irmãos.

Poderia ser Anne Hathaway, tão desibinida que estava em Amor & Outras Drogas, mas o ano foi mesmo de Natalie Portman. Principalmente por Cisne Negro, claro, mas valeu a pena vê-la ainda em um filme ruim como é Sexo sem Compromisso ou em outro em que ela tinha quase nada a fazer, como Thor. Bem perto ficou sua companheira de elenco em Cisne Negro, Mila Kunis. E Julianne Moore mostrou que a idade só tem feito bem a ela, como se pôde ver nas cenas quentes da atriz em Minhas Mães e Meu Pai. Muita gente nova, também: January Jones e Jennifer Lawrence, representando os X-Men, além da interessante Juliana Schalch.

2 - Anne Hathaway ("O Amor e Outras Drogas")

Anteriormente em Musas/ cinema em JP: 2ª, em 2006, por O Segredo de Brokeback Mountain e O Diabo Veste Prada; 3ª em 2008, por Agente 86.

3 - Mila Kunis ("Cisne Negro" e...)

3 - Mila Kunis (...também por "Amizade Colorida")

4 - Julianne Moore ("Minhas Mães e Meu Pai" e...)

4 - Julianne Moore (...também por "Amor à Toda Prova")

Anteriormente em Musas/ cinema em JP: 3ª em 2010, por O Preço da Traição e por Direito de Amar.

5 - Melanie Laurent ("O Concerto")

Anteriormente em Musas/ cinema em JP: 14ª em 2009, por Bastardos Inglórios.

6 - Freida Pinto ("Você Vai Conhecer o Homem dos Seus Sonhos" e...)

6 - Freida Pinto (...também por "Imortais"...)

6 - Freida Pinto (...e por "Planeta dos Macacos - A Origem")

Anteriormente em Musas/ Cinema em JP: 11ª em 2009, por Quem Quer Ser um Milionário?.

7 - Ana Paula Arósio ("Como Esquecer")

8 - January Jones ("X-Men - Primeira Classe")

9 - Deborah Secco ("Bruna Surfistinha")

10 - Alinne Moraes ("O Homem do Futuro")

11 - Jennifer Lawrence ("X-Men - Primeira Classe")

12 - Sara Forestier ("Os Nomes do Amor")

13 - Emma Watson ("Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte 2")

Anteriormente em Musas/ cinema em JP: 14ª em 2007, por Harry Potter e a Ordem da Fênix; 16ª em 2009, por Harry Potter e o Enigma do Príncipe; 20ª em 2010, por Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 1.

14 - Jessica Chastain ("A Árvore da Vida")

15 - Michelle Williams ("Namorados para Sempre")

16 - Juliana Schalch ("Os 3")

17 - Amy Adams ("O Vencedor" e...)

17 - Amy Adams (...também por "Os Muppets")

Anteriormente em Musas/ cinema em JP: 10ª em 2009, por Uma Noite no Museu 2; Dúvida.

18 - Marion Cotillard ("Meia-Noite em Paris" e...)

18 - Marion Cotillard (...também por "Contágio")

Anteriormente em Musas/ cinema em JP: 12ª em 2007, por Um Bom Ano; 6ª em 2009, por Inimigos Públicos; 5ª em 2010, por A Origem.

19 - Sophia Reis ("Os 3")

20 - Hayley Atwell ("Capitão América, o Primeiro Vingador")

Cinema em JP/ Musas de 2010 <<

Mais retrospectiva 2011:

- Meus dez melhores filmes
- Eleição Melhores do Ano 2011
- Os títulos mais esdrúxulos
- 50 filmes que não foram exibidos em JP

Sem pensar muito e sem uma ordem específica.

Holly Golightly

“Se eu conseguisse encontrar um lugar para morar que me fizesse sentir como na Tiffany’s então… então aí eu compraria alguns móveis e daria um nome ao gato!”

Scarlett O'Hara

RHETT BUTLER: “Já pensou em se casar só por diversão?”
SCARLETT: “Casamento, diversão? Fiddle-dee-dee! Diversão para os homens, você quer dizer”

Lulu

“Você vai ter que me matar para se livrar de mim”

Lucy Van Pelt

CHARLIE BROWN: “Bem, Lucy, a vida tem seus altos e baixos, você sabe.”
LUCY: “Mas por quê? Por que deveria? Por que minha vida não pode ser toda de ALTOS? Se eu quer toda de ALTOS, por que não posso tê-los?… Por que não posso ir de um ALTO para outro ALTO? Por que não posso ir de ALTO para MAIS ALTO AINDA?… Eu não quero nenhum baixo! Eu só quero altos e altos e altos e altos!”

Lois Lane

CLARK KENT: “Eu não devia ter perdido a paciência.”
LOIS: “Bom, você tem esse direito. Eu perco a minha a cada… o quê?”
CLARK: “Três, quatro minutos”.

Louise Sawyer

“Voê vai deixá-la ir, seu imbecil de merda, ou eu vou espalhar sua cara feia por todo esse carro bacana!”

Annie Hall

ANNIE: “Às vezes, eu me pergunto como eu me sairia sob tortura.”
ALVY SINGER: “Você? Tá brincando? Se a Gestapo tomasse o seu cartão da Bloomingdale’s, você contaria tudo”.

Beatrice

DON PEDRO: “Para ser feliz, nada como você; porque, sem dúvida, nasceu em uma hora feliz.”
BEATRICE: “Não, sério, meu senhor, minha mãe chorou; mas certamente havia uma estrela dançando quando eu nasci”.

Hermione Granger

HERMIONE: “Agora, se vocês não se importam, vou para a cama antes que você surjam com outra ideia brilhante que nos mate. Ou pior, que nos faça ser expulsos”
RONY WEASLEY: “Ela tem que escolher melhor suas prioridades!”

Maria

“Sabe como a Irmã Berthe me manda beijar o chão toda vez que temos um desentendimento? Bem, ultimamente tenho beijado o chão toda vez que a vejo chegando, para ganhar tempo”.

Maria Alice

PAULO: “Se não fosse meu
o segredo do teu corpo
eu gritaria pra todo mundo.

De teus cabelos, agrestes
sob os quais faz noite escura.

Tua boca
que é um poço com um berço
no fundo onde nasci.

De teus dedos,
longos como gritos.

Teu corpo,
para compreendê-lo, Maria Alice,
é preciso muita convivência.

Teu sexo
um rio, onde navega o meu barco
ao vento de sete paixões.

Longo caminho,
poucos viajantes o percorreram impunemente.

E tua alma.
Tua alma é teu corpo, Maria Alice”.

Sempre considerando os 158 filmes que entraram comercialmente em cartaz nos cinemas de João Pessoa. Só lembrando, adaptar o título de um filme para a cultura nacional não é um crime, às vezes é realmente necessário, e pode ser feito com inteligência. E não como estes aqui.

1. Namorados para Sempre - Não dá para pensar nesse título sem achar que é caso para Procon. Blue Valentine poderia ser “triste namoro” ou “tristes namorados” o que, ok, não é um título muito atrativo. Mas é bem diferente – para não dizer o oposto – de Namorados para Sempre, com o qual a Paris Filmes tentou enganar os espectadores.  Poderíamos até achar que o título nacional fosse uma muito rara aposta das distribuidoras na inteligência do público quando o assunto é batizar um filme. Mas o slogan no cartaz não deixa dúvidas: “Quando o amor estava se perdendo, a paixão voltou para atraí-los”. Quem viu, sabe que isso não tem absolutamente nada a ver com o que acontece no filme. Com essa a Paris Filmes, teve pelo segundo ano consecutivo, o pior título brasileiro do ano.

2. Entrando numa Fria Maior Ainda com a Família - Esse aqui é uma bola de neve. O primeiro da série, Meet the Parents (“conheça o pais”) foi traduzido como o inócuo Entrando numa Fria. Mas veio o segundo, Meet the Fockers (“conheça os Fockers”). O que fazer? A Paramount brasileira não se deu por vencida: tascou um Entrando numa Fria Maior Ainda e o caso estaria resolvido. Mas aí veio o terceiro: Little Fockers. E a distribuidora não se fez de rogada: Entrando numa Fria Maior Ainda com a Família. O que acontecerá no caso de um quarto filme? Entrando numa Fria Maior Ainda com a Família e os Cachorros? Entrando numa Fria Maior Ainda com a Família e os Vizinhos? Entrando numa Fria Maior Ainda com a Família e os Colegas da Escola?

3. Minhas Mães e Meu Pai – Como já dissemos em edições anteriores, as distribuidoras brasileiras muitas vezes pensam que os espectadores nacionais são idiotas e precisam ter tudo muito bem explicadinho nos seus míííííínimos detalhes logo no título. Só pode ser essa a razão de The Kids Are Alright (“as crianças estão bem”) ter virado o tatibitate Minhas Mães e Meu Pai. “Ah, é porque elas são lésbicas e tem filhos, né? E aí tem um pai, né? Aaaaaaahhhh, entendi…”. Obrigado, Swen Filmes!

4. O Noivo da Minha Melhor Amiga - Poderia ser uma série. O Casamento do Meu Melhor Amigo é um ótimo filme, que inclusive tem seu título original traduzido literalmente. O problema é que os tituladores brasileiros se afeiçoaram a essa muleta e passaram a imitá-lo sem descanso. Já tivemos O Ex-Namorado da Minha Mulher, O Melhor Amigo da Noiva e, agora, O Noivo da Minha Melhor Amiga, cortesia da PlayArte, distribuidora que nunca falta em nossa lista. O título original, “algo emprestado”, se refere àquela tradição das noivas americanas de usar algo emprestado na cerimônia.

5 – Potiche – Esposa Troféu - Os filmes franceses, em geral, escapam de traduções esdrúxulas. Não é o que aconteceu com este filme estrelado por Catherine Deneuve. Pra começar, “potiche” permaneceu no título e, com o subtítulo, fica até parecendo o nome da personagem, que não é o caso. Segundo o contexto do filme, a palavra está mais para “jarro”: ela não faz nada, só embeleza a casa. “Esposa troféu”, portanbto, não faz o menor sentido. Mas a verdade é que o título brasileiro da Imovision seguiu o americano, a esquisitice fez escala lá desta vez.

6. Larry Crowne – O Amor Está de Volta – O filme dirigido por Tom Hanks fala de um homem recomeçando na vida após uma série de infortúnios. O romance é um ingrediente importante, mas não o único e nem o principal. A Paris Filmes adicionou o subtítulo O Amor Está de Volta ao título original (que tem apenas o nome do protagonista) apelando justamente para esse fator e deixa o público esperando por cenas que não aparecem em tanta quantidade assim.

7. Esposa de Mentirinha – Qual a faixa etária de público a Sony estava esperando batizando Just Go with It como Esposa de Mentirinha? Espectadores de seis anos?

8. Missão Madrinha de Casamento – Para a Universal, “Madrinhas” ou “Damas de honra” não era o suficiente para que o público brasileiro entendesse que se trata de uma comédia. E tascou lá o “Missão”, dando ao filme ares mais idiotas do que ele tem.

9. Animais Unidos Jamais Serão Vencidos - Não tem jeito. Animações europeias são vítimas dos piores tituladores de todos os tempos. Este aqui, da PlayArte,  ainda é síndrome da gracinha com um ditado popular, que acomete nossos marqueteiros faz tempo (e nos deu o brilhante – ao contrário – O Tiro que Não Saiu pela Culatra, lembram?). O título americano até é Animals United, mas o original alemão é “conferência dos animais”.

10. Jogo de Poder – Espera, já não ouvimos esse título antes…? Ah, sim, tivemos um Jogos do Poder em 2007, aquele com Tom Hanks e Julia Roberts. Ah, mas não é “jogos” (e, sim, “jogo”), e não é “do” (e, sim, “de”), o que faz desse um título totalmente diferente. Isso não impediu a Paris Filmes de batizar com um título quase igual o que originalmente era “jogo limpo” (título com que o filme foi batizado em Portugal, inclusive). Com três títulos esdrúxulos na lista este ano, a Paris foi a distribuidora que mais apareceu.

Os títulos mais esdrúxulos de 2010 <<

Mais Retrospectiva 2011:

- Meus Melhores filmes de 2011
- Eleição Melhores do Ano 2011
- 50 filmes não exibidos nos cinemas de João Pessoa

FILME

Golpe de Mestre, de George Roy Hill

As outras indicações: Os Três Mosqueteiros, de Richard Lester; Loucuras de Verão, de George Lucas; A Noite Americana, de François Truffaut; O Exorcista, de William Friedkin

DIRETOR

George Roy Hill (Golpe de Mestre)

As outras indicações: Richard Lester (Os Três Mosqueteiros); George Lucas (Loucuras de Verão); François Truffaut (A Noite Americana); William Friedkin (O Exorcista)

ATOR

Paul Newman (Golpe de Mestre)

As outras indicações: Oliver Reed (Os Três Mosqueteiros); Woody Allen (Dorminhoco); Richard Dreyfuss (Loucuras de Verão); Robert Redford (Golpe de Mestre)

ATRIZ

Linda Blair (O Exorcista)

As outras indicações: Liv Ullman (Cenas de um Casamento); Margot Kidder (Irmãs Diabólicas); Ellen Burstyn (O Exorcista); Glenda Jackson (Um Toque de Classe)

ATOR COADJUVANTE

Jean-Pierre Aumont (A Noite Americana)

As outras indicações: Charlton Heston (Os Três Mosqueteiros); Paulo César Pereio (Toda Nudez Será Castigada); Max von Sydow (O Exorcista); Charles Durning (Golpe de Mestre)

ATRIZ COADJUVANTE

Valentina Cortese (A Noite Americana)

As outras indicações: Faye Dunaway (Os Três Mosqueteiros); Eileen Brennan (Golpe de Mestre); Nathalie Baye (A Noite Americana); Britt Ekland (O Homem de Palha)

FILME BRASILEIRO DO ANO

Toda Nudez Será Castigada, de Arnaldo Jabor

O que foi 2011 pra você, que mora em João Pessoa e vai ao cinema? Aqui temos um vislumbre a partir dos números do DataFélix. Para começar, tivemos um aumento no número de filmes em cartaz: o número subiu de 140 para 158. Chegamos a um número próximos aos registrados entre 2006 e 2008 (respectivamente, 161, 165 e 162 – em 2009, o número caiu para 142).

A razão desse aumento é clara: as quatro salas a mais do Cinespaço, no MAG Shopping, que abriram em janeiro. A queda em 2007 havia acontecido justamente porque o cinema do MAG havia fechado.

A programação do Cinespaço ainda deixou a desejar na programação off-Hollywood, mas o cinema brasileiro esteve sempre presente – o que elevou a participação dos filmes nacionais de 14,28% para 18,3%.

Os números absolutos interromperam uma trajetória de queda que vinha desde 2007: 24 em 2007, 22 em 2008, 20 em 2009 e apenas 18 em 2010. Este ano, foram 29 produções tupiniquins nas telas da cidade.

Os filmes em lígua inglesa, claro, “passaram o cerol”: 115, ou 72,8%. Embora conte-se aí alguma produção inglesa ou australiana, a grande maioria é mesmo de filmes americanos – incluídos aí, os que acabaram sendo exibidos dublados por aqui. O domínio alarmante de sempre.

O Festival Varilux ajudou a performance de filmes em outras línguas a não ser o traço de sempre. Foram 14 filmes, ou 8,9% do total. Sem o festival, o número cairia para meros cinco filmes – menos ainda que os 9 do ano passado.

Ainda assim, persiste o problema crônico da programação local, que muitas vezes escolhe filmes sem qualquer qualidade e perspectiva de público medíocre (O Terror na Água não nasceu pra ser nenhum sucesso de bilheteria, convenhamos) ao invés de produções que são ousadas (e, por isso, um risco), mas comentadíssimas na imprensa e entre os cinéfilos gerando um interesse por elas que pode ser traduzir em algum público(como Melancolia), por que não? Fica a dica.

Aí vai a lista dos melhores filmes exibidos nos cinemas pessoenses em 2011 (publicada no dia 1º de janeiro de 2011, no Correio da Paraíba):

1 - "Meia-Noite em Paris", de Woody Allen

Woody Allen em um filme com ecos de Manhattan e A Rosa Púrpura do Cairo – como resistir? O cineasta desfila classe, carinho por Paris e pela cena cultural da capital francesa dos anos 1920 e humor de primeira. Brilhante e, além disso, uma delícia. Grande cena: o personagem de Owen Wilson dando a dica para Luís Buñuel fazer, anos depois, O Anjo Exterminador - e o cineasta espanhol age como o mais simplório dos espectadores. Crítica no Boulevard.

2 - "O Palhaço", de Sélton Mello

Sélton também atua como o palhaço em crise de identidade e cansado da vida nômade do circo que parte em busca de uma vida mais tradicional. Um filme brilhante, enriquecido com pequenos símbolos e com um Moacyr Franco arrasador em sua única cena. Grande cena: a do Moacyr Franco, arrasando enquadrado em um mesmo plano, como o delegado sobre quem “podemos imaginar como ele está chateado de não tá lá” em companhia de seu gato, o Lincoln. Crítica no Boulevard.

3 - "Cisne Negro", de Darren Aronofsky

O féerico delírio de Aronofsky mostra uma bailarina que enlouquece sob a pressão de ser perfeita e o terror de alcançar seu lado negro. O filme impressiona, e a atuação de Natalie Portman – essa, sim, perfeita – é fundamental. Grande cena: quase em transe, Natalie Portman finalmente deixa o cisne negro tomar conta de seu ser. Crítica no Boulevard.

4 - "O Discurso do Rei", de Tom Hooper

O vencedor do Oscar de melhor filme é inteligentíssimo ao contar a história  – quase uma fábula – do rei gago e sua importância na luta contra Hitler. E Colin Firth está soberbo. Grande cena: o clímax em que o Rei George VI precisa superar todas as suas limitações segundo a segundo para transmitir a força e liderança necessárias ao povo britânico. Crítica no Boulevard.

5 - "O Concerto", de Radu Mihaileanu

A meia hora final – o concerto em si – é um momento sublime. Mas o filme, como um todo, consegue temperar muito bem humor e cenas comoventes no universo da música clássica. Grande cena: o concerto propriamente dito, com inúmeros sentimentos acontecendo – uma cena tão incrível que o filme até antecipa seu real desfecho para terminar com ela. Crítica no Boulevard.

6 - "Bravura Indômita", de Joel e Ethan Coen

Os irmãos Coen souberam aproveitar um Jeff Bridges em grande forma e a talentosíssima novata Hailee Steinfeld para compor uma fascinante odisseia, entre o deslumbre pelo gênero e a descrença dos mitos. Grande cena: a jovem Mattie Ross não se intimida com o rio e o atravessa a cavalo, disposta a não perder de vista o pouco confiável xerife Rooster Coburn. Crítica no Boulevard.

7 - "X-Men - Primeira Classe", de Matthew Vaughn

Depois do malfadado X-Men – Origens: Wolverine, o novo filme dos mutantes conseguiu acertar em cheio. Ótimos atores, trama esperta e a sedutora ambientação anos 1960, que se reflete até mesmo na trilha sonora e montagem. Grande cena: Magneto faz uma moeda atravessar a cabeça de um infeliz e Charles Xavier pode sentir – duas cenas que se passam em simetria perfeita. Crítica no Boulevard.

8 - "Namorados para Sempre", de Derek Cianfrance

Com um título brasileiro desonesto (para dizer o mínimo), o filme mostra, em pararelo, o nascimento do romance e a crise no casamento entre Ryan Gosling e Michelle Williams. Duro e triste. Grande cena: a resistência doída de Michelle quando o marido tenta desajeitadamente levá-la a uma noite romântica em um motel.

9 - "A Árvore da Vida", de Terrence Malick

Uma conversa com Deus, o nascimento do universo, a luta interna de cada um entre o desejo de ser bom e o desejo de violência. Lento, profundo, muito bonito e Palma de Ouro em Cannes. Grande cena: o garoto observa o pai embaixo do carro, consertando o veículo e está sentindo aquela terrível tentação de derrubar o apoio… Crítica no Boulevard.

10 - "Rock Brasília - Era de Ouro", de Vladimir Carvalho

Alguém pode achar que há pouca música no documentário do cinesta paraibano Vladimir Carvalho, mas ele estava menos preocupado com o esétáculo e mais em entender e dar um sentido à trajetória dos jovens de Brasília e sue rock criado nos últimos anos da ditadura militar. E fez isso exemplarmente. Grande cena: a descrição por Dado Villa-Lobos do show do Legião em Brasília, que terminou em confusão e muitos feridos. Crítica no Boulevard.

Mais dez filmes:

11 – Planeta dos Macacos – A Origem – Crítica no Boulevard
12 – Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2 – Crítica no Boulevard
13 – Tetro
14 – Enrolados
15 – O Vencedor
16 – Minhas Mães e Meu Pai – Crítica no Boulevard
17 – Um Gato em Paris
18 – Os Muppets
19 – Como Esquecer
20 – Rio – Crítica no Boulevard

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- Retrospectiva 2011
- 50 filmes que não foram exibidos em João Pessoa

- Meus melhores do ano: 2010

1 - Claudia Cardinale ("8½" e...)

1 - Claudia Cardinale (... também por "O Leopardo"...)

1 - Claudia Cardinale (...e por "A Pantera Cor-de-Rosa")

Posteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1966, por Os Profissionais; 2ª em 1968, por Era uma Vez no Oeste.

Três vezes Claudia Cardinale. Uma das mais deslumbrantes atrizes italianas de todos os tempos (na verdade, tunisiana de nascimento) teve seu grande ano em 1963: foi musa de Fellini como a etérea Claudia de , de Visconti, como a Angélica de O Leopardo e até de Blake Edwards, como uma princesa indiana em A Pantera Cor-de-Rosa. Talvez só assim, em dose tripla, para derrubar Brigitte Bardot, inesquecível musa de Godard em O Desprezo, de peruca preta ou perguntando na cama se Michel Piccoli gosta de cada uma das partes de seu corpo. Mas esse foi um dos grandes anos para as musas: ainda teve Liz Taylor como uma monumental Cleópatra e o antológico striptease de Sophia Loren em Ontem, Hoje e Amanhã (recriando décadas depois por Robert Altman, e com os mesmos Sophia e Marcello Mastroianni em Pret-a-Porter) – ambas possíveis vencedoras em outros anos. O ano ainda teve Ann-Margret, uma das melhores bondgirls (Daniela Bianchi), Audrey, Hitchcock descobrindo Tippi Hedren…

2 - Brigitte Bardot ("O Desprezo")

Posteriormente em Musas retroativas: 6ª em 1965, por Viva Maria!; 11ª em 1968, por Shalako; 10ª em 1973, por Se Don Juan Fosse Mulher.

3 - Elizabeth Taylor ("Cleópatra")

Posteriormente em Musas retroativas: 15ª em 1965, por Adeus às Ilusões; 18ª em 1970, por Jogo de Paixões.

4 - Sophia Loren ("Ontem, Hoje e Amanhã")

Anteriormente em Musas retroativas: 6ª em 1962, por Boccaccio ’70. Posteriormente em Musas retroativas: 8ª em 1964, por Matrimônio à Italiana e por A Queda do Império Romano; 14ª em 1966, por Arabesque; 20ª em 1967, por A Condessa de Hong Kong; 5ª em 1972, por O Homem de La Mancha.

5 - Ann-Margret ("Adeus, Amor")

Posteriormente em Musas retroativas: 2ª em 1964, por Amor à Toda Velocidade; 3ª em 1971, por Ânsia de Amar.

6 - Daniela Bianchi ("Moscou contra 007")

7 - Audrey Hepburn ("Charada")

Posteriormente em Musas retroativas: 8ª em 1964, por My Fair Lady e por Quando Paris Alucina; 3ª, em 1966, por Como Roubar um Milhão de Dólares; 8ª em 1967, por Um Caminho para Dois e por Um Clarão nas Trevas.

8 - Tippi Hedren ("Os Pássaros")

Posteriormente em Musas retroativas: 12ª em 1964, por Marnie – Confissões de uma Ladra.

9 - Susannah York ("As Aventuras de Tom Jones")

Posteriormente em Musas retroativas: 7ª em 1969, por A Noite dos Desesperados; 10ª em 1978, por Superman – O Filme.

10 - Ursula Andress ("O Seresteiro de Acapulco")

Anteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1962, por 007 contra o Satânico Dr. No. Posteriormente em Musas retroativas: 18ª em 1965, por A Deusa da Cidade Perdida e por O que É que Há, Gatinha?; 18ª em 1966, por Crepúsculo das Águias; 12ª em 1967, por Cassino Royale.

11 - Shirley MacLaine ("Irma la Douce")

Posteriormente em Musas retroativas: 10ª em 1969, por Charity, Meu Amor; 19ª em 1970, por Os Abutres Têm Fome.

12 - Nancy Kovack ("Jasão e os Argonautas")

13 - Suzanne Pleshette e 8 - Tippi Hedren ("Os Pássaros")

Anteriormente em Musas retroativas: 8ª em 1962, por Candelabro Italiano.

14 - Odete Lara ("Boca de Ouro" e...)

14 - Odete Lara (... também por "Bonitinha, mas Ordinária")

Posteriormente em Musas retroativas: 5ª em 1964, por Noite Vazia.

15 - Anouk Aimée ("8½")

Posteriormente em Musas retroativas: 10ª em 1966, por Um Homem, uma Mulher.

16 - Capucine ("A Pantera Cor-de-Rosa")

Posteriormente em Musas retroativas: 19ª em 1965, por O que É que Há, Gatinha?.

17 - Madeleine LeBeau ("8½")

18 - Stella Stevens ("O Professor Aloprado")

19 - Gunnel Lindblom ("O Silêncio")

20 - Sarah Miles ("O Criado")

Posteriormente em Musas retroativas: 17ª em 1966, por Blow Up – Depois Daquele Beijo.

Musas de 1962 <<
>> Musas de 1964

1 - Norma Bengell ("Noite Vazia")

Anteriormente em Musas retroativas: 5ª em 1962, por Os Cafajestes e por O Pagador de Promessas.

Muito difícil a escolha no ano de 1964. Por um tempo, Natalie Wood era a preferida, mas acabou ficando em terceiro, atrás da delicinha Ann-Margret e daquela que acabou sendo a vitoriosa: a gloriosa Norma Bengell de Noite Vazia, de Walter Hugo Khouri. Ela interpreta uma das garotas de programa que vão parar num apartamento com dois homens, detonando diversas crises existenciais. Norma, que foi uma das maiores musas do cinema nacional, aqui faz o tipo mais frágil e sensível, enquanto Odete Lara (nossa quinta colocada) é a mais durona e cética. As duas, no entanto, estão belíssimas em várias cenas. Ann-Margret canta e se sacode em pé de igualdade com Elvis Presley: o rei do rock teve uma colega de cena/ adversária à altura em Amor à Toda Velocidade. E Natalie Wood desfila charme como uma médica que defende o sexo livre para as mulheres em Médica, Bonita e Solteira.

2 - Ann-Margret ("Amor à Toda Velocidade")

Anteriormente em Musas retroativas: 5ª em 1963, por Adeus, Amor. Posteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1971, por Ânsia de Amar.

3 - Natalie Wood ("Médica, Bonita e Solteira")

Anteriormente em Musas retroativas: 10ª em 1962, por Em Busca de um Sonho. Posteriormente em Musas retroativas: 10ª em 1962, por Em Busca de um Sonho; z4ª em 1965, por A Corrida do Século; 13ª em 1966, por Esta Mulher É Proibida; 3ª em 1969, por Bob & Carol & Ted & Alice.

4 - Shirley Eaton ("007 contra Goldfinger")

5 - Odete Lara ("Noite Vazia")

Anteriormente em Musas retroativas: 14ª em 1963, por Boca de Ouro e por Bonitinha, mas Ordinária.

6 - Honor Blackman ("007 contra Goldfinger")

7 - Michele Mercier ("Angélica, a Marquesa dos Anjos")

Posteriormente em Musas retroativas: 11ª em 1965, por Maravilhosa Angélica; 6ª em 1966, por Angélica e o Rei; 11ª em 1967, por Indomável Angélica.

8 - Sophia Loren ("Matrimônio à Italiana" e...)

8 - Sophia Loren (... também por "A Queda do Império Romano")

Anteriormente em Musas retroativas: 6ª em 1962, por Boccaccio ’70; 4ª em 1963, por Ontem, Hoje e Amanhã. Posteriormente em Musas retroativas: 14ª em 1966, por Arabesque; 20ª em 1967, por A Condessa de Hong Kong; 5ª em 1972, por O Homem de La Mancha.

9 - Audrey Hepburn ("My Fair Lady" e...)

9 - Audrey Hepburn (... também por "Quando Paris Alucina")

Anteriormente em Musas retroativas: 7ª em 1963, por Charada. Posteriormente em Musas retroativas: 3ª, em 1966, por Como Roubar um Milhão de Dólares; 8ª em 1967, por Um Caminho para Dois e por Um Clarão nas Trevas; 16ª em 1976, por Robin e Marian.

10 - Catherine Deneuve ("Os Guarda-Chuvas do Amor")

Posteriormente em Musas retroativas: 2ª em 1965, por Repulsa ao Sexo; 2ª em 1967, por A Bela da Tarde e por Duas Garotas Românticas; 4ª em 1969, por A Sereia do Mississipi; 1ª em 1970, por Tristana – Uma Paixão Mórbida; 3ª em 1980, por O Últim0 Metrô; 1ª em 1983, por Fome de Viver.

11 - Elke Sommer ("Um Tiro no Escuro")

12 - Tippi Hedren ("Marnie - Confissões de uma Ladra")

Anteriormente em Musas retroativas: 8ª em 1963, por Os Pássaros.

13 - Ulla Bergryd ("A Bíblia")

14 - Monica Vitti ("O Deserto Vermelho")

Anteriormente em Musas retroativas: 7ª em 1962, por Eclipse. Posteriormente em Musas retroativas: 5ª em 1966, por Modesty Blaise.

15 - Kim Novak ("Beija-me Idiota" e...)

15 - Kim Novak (...também por "Servidão Humana")

16 - Sue Lyon ("A Noite do Iguana")

Anteriormente em Musas retroativas: 2ª em 1962, por Lolita.

17 - Julie Andrews ("Mary Poppins" e...)

17 - Julie Andrews (...também por "Não Podes Comprar o Meu Amor")

Posteriormente em Musas retroativas: 7ª em 1965, por A Noviça Rebelde; 9ª em 1968, por A Estrela; 8ª em 1970, por Lili, Minha Adorável Espiã; 13ª em 1982, por Victor ou Victoria.

18 - Jeanne Moreau ("Diário de uma Camareira")

Anteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1962, por Jules e Jim – Uma Mulher para Dois. Posteriormente em Musas retroativas: 10ª em 1965, por Viva Maria! e por Falstaff – O Toque da Meia-Noite.

19 - Tracy Reed ("Doutor Fantástico")

20 - Anna Karina ("Band a Part")

Anteriormente em Musas retroativas: 19ª em 1962, por Viver a Vida; Posteriormente em Musas retroativas: 9ª em 1965, por O Demônio das Onze Horas e por Alphaville.

Musas de 1963 <<
>> Musas de 1965

1 - "Toy Story 3" (2010), de Lee Unkrich - média 4,941

Nossa mais recente votação teve as maiores médias entre os primeiros colocados entre todos  os anos até agora. Toy Story 3 coroou uma fase de ouro da Pixar, quatro anos seguidos como ouro ou prata, chegando pertíssimo da média perfeita: apenas uma das notas recebidas foi 4 e não 5. Derrotou Tropa de Elite 2 que, com a média que obteve, seria o primeiro lugar em quaisquer dos anos anteriores.

Mas os piores também se esforçaram em ser piores. Os Vampiros que Se Mordam (média 0,666); A Hora do Pesadelo (média 0,75); O Sonho de Inacim, o Aprendiz do Padre Rolim e Muita Calma Nessa Hora (ambos com média 1,333; e Premonição 4 (média 1,4) fizeram o “bottom 5″.

E estes foram os filmes mais vistos do ano: Amor sem Escalas (20); Alice no País das Maravilhas (19); A Origem (18) e, empatados com 17, Ilha do Medo, Toy Story 3, Tropa de Elite 2 e A Rede Social. Curiosamente, o filme mais visto de 2008, Juno, também foi dirigido por Jason Reitman.

2 - "Tropa de Elite 2 - O Inimigo Agora É Outro" (2010), de José Padilha - média 4,823

3 - "A Origem" (2010), de Christopher Nolan - média 4,611

4 - "Senna" (2010), de Asif Kapadia - média 4,6

5 - "Direito de Amar" (2009), de Tom Ford - média 4,571

6 - "Como Treinar o Seu Dragão" (2010), de Dean DeBlois e Chris Sanders - média 4,333

7 - "A Bela Junie" (2008), de Christophe Honoré - média 4,2

7 - "Quincas Berro d'Água", de Sérgio Machado - média 4,2

9 - "Invictus" (2009), de Clint Eastwood - média 4,153

10 - "Amor sem Escalas" (2009), de Jason Reitman - média 4,1

- Melhores do Ano: regras da eleição 2011
– Veja os DVDs que participam do sorteio

- Melhores do Ano 2006
- Melhores do Ano 2007
- Melhores do Ano 2008
- Melhores do Ano 2009

1 - "Quem Quer Ser um Milionário?", de Danny Boyle - média 4,583

O colégio eleitoral dos cinéfilos concordou com o Oscar e consagrou Quem Quer Ser um Milionário? como o melhor filme exibido nos cinemas paraibanos em 2009. Com 0,107 de vantagem para o segundo lugar, Up, terceiro filme seguido da Pixar a conseguir o pódio.

Pelas médias, o pior filme do ano foi Jogando com Prazer, drama com tintas supostamente eróticas estrelado por Ashton Kutcher, com a incrível média 0,8. Na seqüência, heróis, filmes-catástrofe, épicos: The Spirit – O Filme (1,083), Dragonball Evolution (1,333), 2012 (1,636) e Austrália (1,642).

2 - "Up - Altas Aventuras", de Pete Docter - média 4,476

3 - "500 Dias com Ela" (2009), de Marc Webb - média 4,466

4 - "A Onda", de Dennis Gansel - média 4,454

5 - "Gran Torino" (2008), de Clint Eastwood - média 4,352

6 - "Amantes", de James Gray - média 4,333

7 - "O Lutador" (2008), de Darren Aronofsky - média 4,055

8 - "Bastardos Inglórios" (2009), de Quentin Tarantino - média 4

9 - "Star Trek" (2009), de J.J. Abrams - média 4

10 - "Herbert de Perto" (2009), de Roberto Berliner e Pedro Bronz - média 4

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- Melhores do Ano 2007
- Melhores do Ano 2008

- Melhores do Ano 2010

1 - "Batman, o Cavaleiro das Trevas" (2008), de Christopher Nolan - média 4,58

A terceira votação foi a segunda no sistema de médias – e de novo, o limite do top 10 ficou na média 4. Mas o número de pessoas que votou no filme mais visto do ano demonstra uma maior participação: Juno foi o filme mais visto do ano, recebendo notas de 32 eleitores. Na seqüência, vieram Eu Sou a Lenda e Batman, o Cavaleiro das Trevas (com 31), Homem de Ferro (com 30), Ensaio sobre a Cegueira (com 29) e Wall-E (com 28).

Já os piores filmes do ano, pelas médias foram Super-Herói – O Filme (média 0,7), Super-Heróis – A Liga da Injustiça (média 0,909), Nem por Cima do Meu Cadáver (média 1), Espartalhões (média 1,2) e Alien Vs. Predador 2 (média 1,214).

Nesse ano, a disputa foi muito equilibrada e só foi resolvida nos últimos votos. A diferença entre o primeiro, Batman, o Cavaleiro das Trevas, e o segundo, Wall-E, foi de meros 0,045.

2 - "Wall-E" (2008), de Andrew Stanton - média 4,535

3 - "Estômago" (2007), de Marcos Jorge - média 4,5

4 - "Juno" (2007), de Jason Reitman

5 - "Ensaio sobre a Cegueira" (2008), de Fernando Meirelles - média 4,241

6 - "Romance" (2008), de Guel Arraes - média 4,238

7 - "O Banheiro do Papa" (2007), de César Charlone, Enrique Fernández - média 4,2

8 - "Homem de Ferro" (2008), de Jon Favreau - média 4

9 - "Vicky Cristina Barcelona" (2008), de Woody Allen - média 4

10 - "Antes que o Diabo Saiba que Você Está Morto" (2007), de Sidney Lumet - média 4

- Melhores do Ano: regras da eleição 2011
- Veja os DVDs que participam do sorteio

- Melhores do Ano 2006
- Melhores do Ano 2007
- Melhores do Ano 2009
- Melhores do Ano 2010

1 - "Ratatouille" (2007), de Brad Bird - média 4,65

A segunda eleição dos Melhores do Ano estabeleceu o modelo seguido até hoje. A cada semana, disponibilizo a lista dos filmes que entraram em cartaz em João Pessoa em um mês. Os eleitores dão notas de 0 a 5 para cada um deles e apontam os que não assistiram.

É feita a média dividindo a soma das notas pelo número de pessoas que viram o filme. No fim, a maior média leva.

Nesse modelo também é possível eleger com precisão o pior filme do ano, segundo os votantes. Essa “glória” ficou com Norbit, com média 1,083, seguido por Turistas (1,363); A Estranha Perfeita (1,444); Baixio das Bestas (1,571); e A Colheita do Mal (1,636).

Também foram apontados os filmes mais vistos do ano (por analogia, o que tiveram maior número de votantes). Houve um empate quádruplo entre O Ilusionista (média 3,125), 300 (média 2,666); Os Simpsons – O Filme (média 3,958) e Tropa de Elite  (média 4,375), cada um visto por 24 votantes. Completando o top 5: Homem-Aranha 3 (média 2,913), com 23.

Tenha em mente que a maior média possível é 5 e veja a aceitação geral do nosso top 10.

2 - "Morte no Funeral" (2007), de Frank Oz - média 4,5

3 - "Piaf - Um Hino ao Amor" (2007), de Olivier Dahan - média 4,466

4 - "Tropa de Elite" (2007), de José Padilha - média 4,375

5 - "Saneamento Básico, o Filme" (2007), de Jorge Furtado - média 4,3

6 - "Paris, Te Amo" (2006), de vários diretores - média 4,25

7 - "Ponte para Terabitia" (2007), de Gabor Csupo - média 4,166

8 - "O Ultimato Bourne" (2007), de Paul Greengrass - média 4,05

9 - "Cartas de Iwo Jima" (2006), de Clint Eastwood - média 4

10 - "Cidade dos Homens" (2007), de Paulo Morelli - média 4

- Melhores do Ano: regras da eleição 2011
- Veja os DVDs que participam do sorteio

- Melhores do Ano 2006
- Melhores do Ano 2008
- Melhores do Ano 2009

– Melhores do Ano 2010

1 - "Boa Noite e Boa Sorte" (2005), de George Clooney - eleito na fase eliminatória

Nossa primeira eleição dos melhores filmes do ano começou com as produções exibidas em João Pessoa em 2006. O sistema foi eliminatório: eu postei a relação dos filmes de cada mês, os eleitores elegeram os três melhores.

Estes foram classificados para a “final”, onde o mais votado foi eleito o melhor filme exibido comercialmente em João Pessoa, em 2006.

Num segundo momento, todos os outros filmes foram submetidos a uma nova votação para compor o top 10: os eleitores os colocaram em listas de 10, onde receberam pontos do primeiro ao último. Daí sairam os outros nove.

2 - "Os Infiltrados" (2006), de Martin Scorsese - 51 pontos

3 - "O Labirinto do Fauno" (2006), de Guillermo del Toro - 38 pontos

4 - "Vôo United 93" (2006), de Paul Greengrass - 35 pontos

5 - "O Grande Truque" (2006), de Christopher Nolan - 32 pontos

6 - "Ponto Final - Match Point" (2005), de Woody Allen - 31 pontos

7 - "Fonte da Vida" (2006), de Darren Aronofsky - 28 pontos

8 - "O Segredo de Brokeback Mountain" (2005), de Ang Lee - 23 pontos

9 - "Crash - No Limite" (2005), de Paul Haggis - 21 pontos

10 - "Pequena Miss Sunshine" (2006), de Jonathan Dayton e Valerie Faris - 20,5 pontos

- Melhores do Ano: regras da eleição 2011
- Veja os DVDs que participam do sorteio

- Melhores do Ano 2007
- Melhores do Ano 2008
- Melhores do Ano 2009
- Melhores do Ano 2010

1 - Julie Christie ("Doutor Jivago" e...)

1 - Julie Christie (...também por "Darling, a que Amou Demais")

Posteriormente em Musas retroativas: 2ª em 1966, por Fahrenheit 451; 10ª em 1971, por Jogos & Trapaças – Onde os Homens São Homens; 3ª em 1973, por Inverno de Sangue em Veneza; 2ª em 1975, por Shampoo.

Julie Christie é daquelas atrizes que, quando aparecem, estão quase sempre nas primeiras posições dessa lista. Em 1965, ela poderia fazer isso não com um filme, mas com dois: foi a coisa mais linda como Lara em Doutor Jivago e ganhou um Oscar por Darling, a que Amou Demais, com um strip-tease dramático que deve ter valido a estatueta.  Julie, nascida na Índia, era uma atriz de personalidade forte, que não estava nem aí para o estrelato e fazia o que queria. Foi uma das atrizes mais interessantes e sexies dos anos 1960 e 1970 e ainda está na ativa, uma bela senhora. Não venceu em um ano fácil, afinal qualquer ano em que Catherine Deneuve esteja elegível, ela é séria concorrente ao título. Em 1965, ela aperece como a atormentada garota de Repulsa ao Sexo. Outras sempre favoritas – Jane Fonda, Brigitte Bardot, Natalie Wood, Elizabeth Taylor – dividem espaço com destaques do ano, como a bondgirl da vez, a francesa Claudine Auger, que havia sido Miss França (duvido que injustamente). A segunda bondgirl de 007 contra a Chantagem Atômica, a italiana Luciana Paluzzi, também está na lista.

2 - Catherine Deneuve ("Repulsa ao Sexo")

Anteriormente em Musas retroativas: 10ª em 1964, por Os Guarda-Chuvas do Amor; Posteriormente em Musas retroativas: 2ª em 1967, por A Bela da Tarde e por Duas Garotas Românticas; 4ª em 1969, por A Sereia do Mississipi; 1ª em 1970, por Tristana – Uma Paixão Mórbida; 3ª em 1980, por O Últim0 Metrô; 1ª em 1983, por Fome de Viver.

3 - Claudine Auger ("007 contra a Chantagem Atômica")

4 - Natalie Wood ("A Corrida do Século")

Anteriormente em Musas retroativas: 10ª em 1962, por Em Busca de um Sonho; 3ª em 1964, por Médica, Bonita e Solteira. Posteriormente em Musas retroativas: 13ª em 1966, por Esta Mulher É Proibida; 3ª em 1969, por Bob & Carol & Ted & Alice.

5 - Jane Fonda ("Dívida de Sangue")

Posteriormente em Musas retroativas: 8ª em 1966, por Caçada Humana; 3ª em 1967, por Descalços no Parque; 1ª em 1968, por Barbarella; 5ª em 1969, por A Noite dos Desesperados; 4ª em 1971, por Klute – O Passado Condena; 19ª em 1972, por Tout Va Bien; 7ª em 1977, por Julia; 2ª em 1978, em Amargo Regresso ; 11ª em 1979, por Síndrome da China; 15ª em 1980, em Como Eliminar Seu Chefe.

6 - Brigitte Bardot ("Viva Maria!")

Anteriormente em Musas retroativas: 2ª em 1963, por O Desprezo. Posteriormente em Musas retroativas: 11ª em 1968, por Shalako; 10ª em 1973, por Se Don Juan Fosse Mulher.

7 - Julie Andrews ("A Noviça Rebelde")

Anteriormente em Musas retroativas: 17ª em 1964, por Mary Poppins e por Não Podes Comprar o Meu Amor. Posteriormente em Musas retroativas: 9ª em 1968, por A Estrela; 8ª em 1970, por Lili, Minha Adorável Espiã; 13ª em 1982, por Victor ou Victoria.

8 - Carroll Baker ("Harlow, a Vênus Platinada)

9 - Anna Karina ("O Demônio das Onze Horas" e...)

9 - Anna Karina (...também por "Alphaville")

Anteriormente em Musas retroativas: 19ª em 1962, por Viver a Vida; 20ª em 1964, por Bande a Part.

10 - Jeanne Moreau e 6 - Brigitte Bardot ("Viva Maria!" e...)

10 - Jeanne Moreau (...também por "Falstaff - O Toque da Meia-Noite")

Anteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1962, por Jules e Jim – Uma Mulher para Dois; 18ª em 1964, por Diário de uma Camareira.

11 - Michèle Mercier ("Maravilhosa Angélica")

Anteriormente em Musas retroativas: 7ª em 1964, por Angélica, a Marquesa dos Anjos. Posteriormente em Musas retroativas: 6ª em 1966, por Angélica e o Rei; 11ª em 1967, por Indomável Angélica.

12 - Luciana Paluzzi ("007 contra a Chantagem Atômica" e também por "E Agora Falamos de Homens")

13 - Virna Lisi ("Casanova '70")

14 - Charmian Carr ("A Noviça Rebelde")

15 - Elizabeth Taylor ("Adeus às Ilusões")

Anteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1963, por Cleópatra. Posteriormente em Musas retroativas: 18ª em 1970, por Jogo de Paixões.

16 - Romy Schneider ("O que É que Há, Gatinha?")

Anteriormente em Musas retroativas: 15ª em 1962, por Boccaccio ’70; Posteriormente em Musas retroativas: 11ª em 1972, por Ludwig, o Último Rei da Bavária.

17 - Paula Prentiss ("O que É que Há, Gatinha?")

18 - Ursula Andress ("A Deusa da Cidade Perdida" e...)

18 - Ursula Andress (...também por "O que É que Há, Gatinha?")

Anteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1962, por 007 contra o Satânico Dr. No; 10ª em 1963, por O Seresteiro de Acapulco. Posteriormente em Musas retroativas: 18ª em 1966, por Crepúsculo das Águias; 12ª em 1967, por Cassino Royale.

19 - Capucine ("O que É que Há, Gatinha?")

Anteriormente em Musas retroativas: 16ª em 1963, por A Pantera Cor-de-Rosa.

20 - Sylva Koscina ("Julieta dos Espíritos")

Musas de 1964 <<
>> Musas de 1966

15 - "Em Busca do Ouro" (1925), de Charles Chaplin

14 - "Os Saltimbancos Trapalhões" (1981), de J.B. Tanko

13 - "O Magico de Oz", de Victor Fleming (1939)

12 - "Toy Story 3", de Lee Unkrich

11 - "Perdidos na Noite" (1969), de John Schlesinger

10 - "Ratatouille" (2007), de Brad Bird

8 - "Butch Cassidy" (1969), de George Roy Hill

 

7 - "Cinema Paradiso" (1988), de Giuseppe Tornatore

 

6 - "Conta Comigo" (1960), de Rob Reiner

5 - "Forrest Gump, o Contador de Histórias" (1994), de Robert Zemeckis

 

4 - "E.T., o Extraterrestre" (1982), de Steven Spielberg

3 - "Um Sonho de Liberdade" (1994), de Frank Darabont

 

2 - "Thelma & Louise" (1991), de Ridley Scott

 

1 - "A Felicidade Não Se Compra" (1946), de Frank Capra

1 - Leila Diniz ("Todas as Mulheres do Mundo")

Posteriormente em Musas retroativas: 7ª em 1968, por Edu, Coração de Ouro.

Outro ano dificílimo para escolher a musa. Qualquer uma das seis primeiras poderiam ser a escolhida, em outros anos (Leila, Deneuve, Jane, Faye, Sharon, Katharine – que escrete!). E, entre as duas primeiras, a dúvida persiste, pra mim, até agora. É difícil não dar a vitória a Catherine Deneuve, em um de seus papéis mais sedutores: a dona de casa de vira prostituta durante o dia, meu Deus! No frigir dos ovos, ela até pode ser mais vistosa, mas o que era Leila Diniz, gente? É a musa não só de um filme ou de um diretor (Domingos de Oliveira, seu ex-namorado que dedicou a ela essa declaração de amor fílmica que é Todas as Mulheres do Mundo e o papel de Maria Alice), e nao é só a musa do cinema brasileiro, mas de uma geração inteira. A mulher que fez uma revolução sem ter o menor interesse nisso. Seu encanto brejeiro, de vizinha da rua, está imortalizado nesse filme. E, com quatro belas atrizes, talvez Cassino Royale seja o filme recordista em emplacar musas numa mesma lista (não sei, não fiz a conta).

2 - Catherine Deneuve ("A Bela da Tarde" e...)

2 - Catherine Deneuve (...também por "Duas Garotas Românticas")

Anteriormente em Musas retroativas: 10ª em 1964, por Os Guarda-Chuvas do Amor; 2ª em 1965, por Repulsa ao Sexo. Posteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1969, por A Sereia do Mississipi; 1ª em 1970, por Tristana – Uma Paixão Mórbida; 3ª em 1980, por O Últim0 Metrô; 1ª em 1983, por Fome de Viver.

3 - Jane Fonda ("Descalços no Parque")

Anteriormente em Musas retroativas: 5ª em 1965, por Dívida de Sangue; 8ª em 1966, por Caçada Humana. Posteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1968, por Barbarella; 5ª em 1969, por A Noite dos Desesperados; 4ª em 1971, por Klute – O Passado Condena; 19ª em 1972, por Tout Va Bien; 7ª em 1977, por Julia; 2ª em 1978, em Amargo Regresso ; 11ª em 1979, por Síndrome da China; 15ª em 1980, por Como Eliminar Seu Chefe.

4 - Faye Dunaway ("Bonnie & Clyde - Uma Rajada de Balas")

Posteriormente em Musas retroativas: 10ª em 1968, por Crown, o Magnífico; 17ª em 1970, por Pequeno Grande Homem; 14ª em 1973, por Os Três Mosqueteiros; 10ª em 1974, por A Vingança de Milady, por Chinatown e por Inferno na Torre; 5ª em 1975, por Três Dias do Condor; 5ª em 1976, por Rede de Intrigas.

5 - Sharon Tate ("A Dança dos Vampiros")

6 - Katharine Ross ("A Primeira Noite de um Homem")

Posteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1969, por Butch Cassidy.

7 - Angie Dickinson ("À Queima-Roupa")

Anteriormente em Musas retroativas: 12ª em 1962, por Candelabro Italiano; 15ª em 1966, por Caçada Humana. Posteriomente em Musas retroativas: 10ª em 1980, por Vestida para Matar.

8 - Audrey Hepburn ("Um Caminho para Dois" e...)

8 - Audrey Hepburn (...também por "Um Clarão nas Trevas")

Anteriormente em Musas retroativas: 7ª em 1963, por Charada; 9ª em 1964, por My Fair Lady e por Quando Paris Alucina; 3ª, em 1966, por Como Roubar um Milhão de Dólares. Posteriormente em Musas retroativas: 16ª em 1976, por Robin e Marian.

9 - Joanna Pettet ("Cassino Royale")

10 - Barbara Bouchet ("Cassino Royale")

11 - Michèle Mercier ("Indomável Angélica")

Anteriormente em Musas retroativas: 7ª em 1964, por Angélica, a Marquesa dos Anjos; 11ª em 1965, por Maravilhosa Angélica; 6ª em 1966, por Angélica e o Rei.

12 - Ursula Andress ("Cassino Royale")

Anteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1962, por 007 contra o Satânico Dr. No; 10ª em 1963, por O Seresteiro de Acapulco; 18ª em 1965, por A Deusa da Cidade Perdida e por O que É que Há, Gatinha?; 18ª em 1966, por Crepúsculo das Águias.

13 - Raquel Welch ("O Diabo É Meu Sócio")

Anteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1966, por Um Milhão de Anos Antes de Cristo e por Viagem Fantástica. Posteriormente em Musas retroativas: 7ª em 1973, por Os Três Mosqueteiros; 6ª em 1974, por A Vingança de Milady; 5ª em 1977, por O Príncipe e o Mendigo.

14 - Jacqueline Bisset ("Cassino Royale")

Posteriormente em Musas retroativas: 6ª em 1968, por Bullitt; 3ª em 1970, por Aeroporto; 7ª em 1972, por Roy Bean, o Homem da Lei; 1ª em 1973, por A Noite Americana; 8ª em 1974, por Assassinato no Orient Express.

15 - Anne Bancroft ("A Primeira Noite de um Homem")

16 - Suzy Kendall ("Ao Mestre, com Carinho")

Posteriormente em Musas retroativas: 14ª em 1970, por O Pássaro das Plumas de Cristal.

17 - Katharine Houghton ("Adivinhe Quem Vem para Jantar")

18 - Jitka Bendova ("Trens Estreitamente Vigiados")

19 - Vanessa Redgrave ("Camelot")

Anteriormente em Musas retroativas: 11ª em 1966, por Blow Up – Depois Daquele Beijo. Posteriormente em Musas retroativas: 12ª em 1968, por Isadora.

20 - Sophia Loren ("A Condessa de Hong Kong")

Anteriormente em Musas retroativas: 6ª em 1962, por Boccaccio ’70; 4ª em 1963, por Ontem, Hoje e Amanhã; 8ª em 1964, por Matrimônio à Italiana e por A Queda do Império Romano; 14ª em 1966, por Arabesque. Posteriormente em Musas retroativas: 5ª em 1972, por O Homem de La Mancha.

Musas de 1966 <<
>> Musas de 1968

1 - Jane Fonda ("Barbarella")

Anteriormente em Musas retroativas: 5ª em 1965, por Dívida de Sangue; 8ª em 1966, por Caçada Humana; 3ª em 1967, por Descalços no Parque. Posteriormente em Musas retroativas: 5ª em 1969, por A Noite dos Desesperados; 4ª em 1971, por Klute – O Passado Condena; 19ª em 1972, por Tout Va Bien; 7ª em 1977, por Julia; 2ª em 1978, em Amargo Regresso ; 11ª em 1979, por Síndrome da China; 15ª em 1980, por Como Eliminar Seu Chefe.

O strip-tease na gravidade zero nos créditos iniciais de Barbarella é um dos maiores momentos eróticos do cinema. O filme não acerta tanto o tom da comédia de ficção científica, mas quem se importa? Jane Fonda estava no auge da beleza e essa abertura se tornou antológica (no decorrer do filme, ela vai tendo as roupas rasgadas a cada aventura e leva ao curto-circuito uma máquina de orgasmos!). Não foi fácil, no entanto, definir o primeiro lugar em 1968. Durante boa parte do processo de confecção da lista, o topo do pódio estava ocupado por Claudia Cardinale, como a exuberante mocinha nada inocente de Era uma Vez no Oeste. A Julieta do filme de Zeffirelli fecha o pódio e vale o destaque para a francesinha Claudine Longet, encantadora em Um Convidado Bem Trapalhão e para a musa nacional Leila Diniz, que aparece em sétimo.

2 - Claudia Cardinale ("Era uma Vez no Oeste")

Anteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1963, por , por O Leopardo e por A Pantera Cor-de-Rosa; 4ª em 1966, por Os Profissionais.

3 - Olivia Hussey ("Romeu & Julieta")

Posteriormente em Musas retroativas: 13ª em 1977, por Jesus de Nazaré.

4 - Claudine Longet ("Um Convidado Bem Trapalhão")

5 - Linda Harrison ("O Planeta dos Macacos")

Posteriormente em Musas retroativas: 15ª em 1970, por De Volta ao Planeta dos Macacos.

6 - Jacqueline Bisset ("Bullitt")

Anteriormente em Musas retroativas: 14ª em Cassino Royale. Posteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1970, por Aeroporto; 7ª em 1972, por Roy Bean, o Homem da Lei; 1ª em 1973, por A Noite Americana; 8ª em 1974, por Assassinato no Orient Express.

7 - Leila Diniz ("Edu, Coração de Ouro")

Anteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1967, por Todas as Mulheres do Mundo.

8 - Lee Meredith ("Primavera para Hitler")

9 - Julie Andrews ("A Estrela")

Anteriormente em Musas retroativas: 17ª em 1964, por Mary Poppins e por Não Podes Comprar o Meu Amor; 7ª em 1965, por A Noviça Rebelde. Posteriormente em Musas retroativas: 8ª em 1970, por Lili, Minha Adorável Espiã; 13ª em 1982, por Victor ou Victoria.

10 - Faye Dunaway ("Crown, o Magnífico")

Anteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1967, por Bonnie & Clyde – Uma Rajada de Balas. Posteriormente em Musas retroativas: 17ª em 1970, por Pequeno Grande Homem; 14ª em 1973, por Os Três Mosqueteiros; 10ª em 1974, por A Vingança de Milady, por Chinatown e por Inferno na Torre; 5ª em 1975, por Três Dias do Condor; 5ª em 1976, por Rede de Intrigas.

11 - Brigitte Bardot ("Shalako")

Anteriormente em Musas retroativas: 2ª em 1963, por O Desprezo; 6ª em 1965, por Viva Maria!. Posteriormente em Musas retroativas: 10ª em 1973, por Se Don Juan Fosse Mulher.

12 - Vanessa Redgrave ("Isadora")

Anteriormente em Musas retroativas: 11ª em 1966, por Blow Up – Depois Daquele Beijo; 19ª em 1967, por Camelot.

13 - Claude Jade ("Beijos Proibidos")

Posteriormente em Musas retroativas: 11ª em 1970, por Domicílio Conjugal.

14 - Christine Noonan ("Se...")

15 - Helena Ignez ("O Bandido da Luz Vermelha")

Posteriormente em Musas retroativas: 19ª em 1969, por A Mulher de Todos; 20ª em 1970, por Copacabana, Mon Amour.

16 - Regina Duarte ("Lance Maior")

17 - Barbra Streisand ("Funny Girl - A Garota Genial")

Posteriormente em Musas retroativas: 17ª em 1969, por Alô, Dolly!; 16ª em 1973, por Nosso Amor de Ontem; 15ª em 1975, por Funny Lady.

18 - Joanne Woodward ("Rachel, Rachel")

19 - Liv Ullman ("A Hora do Lobo" e...)

19 - Liv Ullman (... também "Vergonha")

Posteriormente em Musas retroativas: 9ª em 1972, por Gritos e Sussurros.

20 - Nancy Sinatra ("O Bacana do Volante")

Musas de 1967 <<
>> Musas de 1969

Woody Allen tem admiradores fiéis (entre os quais me incluo, claro). Por isso, perguntei aos tuíters quais os três favoritos de cada um. 11 responderam, com a minha resposta a seguir, somos 12. Aqui vão os três da maioria – na verdade, quatro, já que houve empate.

- Noivo Neurótico, Noiva Nervosa e Manhattan (6 votos): Os dois filmes empataram na liderança com folga dos terceiros lugares. São, na prática, até parecidos: com um espaço de dois anos entre eles, têm Woody e Diane Keaton em complicações românticas, Nova York sempre eloqüente, referências culturais… Noivo Neurótico foi o filme que mudou tudo na carreira de Woody, em 1977. Aqui, ele migrou para um cinema de referências culturais e intelectuais inédito até então – e ganhou o Oscar. Manhattan é em preto-e-branco e tem a música de Gershwin na trilha sonora. Woody fez, em 1979, o filme definitivo com Nova York como personagem. O final, depois que o personagem de Allen enumera as razões pelas quais a vida vale a pena, é brilhante.

- Match Point e A Rosa Púrpura do Cairo (3 votos): Novo empate no terceiro lugar, agora entre filmes bem diferentes. Match Point (1986) é um drama criminal que foge ao estilo em que Allen se consagrou. A Rosa Púrpura do Cairo (1985) é um dos melhores filmes sobre cinema já feitos. Ambos com suas musas de cada momento: Scarlett Johansson, nos anos 2000; Mia Farrow, nos anos 1980.

- Os outros citados:

Tudo o que Você Gostaria de Saber sobre Sexo, mas Tinha Medo de Perguntar (1972), A Era do Rádio (1987), Todos Dizem Eu Te Amo (1996), Zelig (1983), Poderosa Afrodite (1995), Hannah e Suas Irmãs (1986): 2

Dirigindo no Escuro (2002), A Última Noite de Boris Gruschenko (1975), Maridos e Esposas (1993), Melinda e Melinda (2005), Desconstruindo Harry (1997), Vicky Cristina Barcelona (2008)

- Quem votou:

@FlavioMSP Dirigindo no Escuro, A Última Noite de Boris Gruschenko, Tudo o que Você Gostaria de Saber sobre Sexo, mas Tinha Medo de Perguntar

@selmaviana Todos Dizem Eu Te Amo, Poderosa Afrodite, Match Point

@allanray1979 Maridos e Esposas, Manhattan, Noivo Neurótico, Noiva Nervosa

@GianOrsini Manhattan, A Rosa Púrpura do Cairo, Noivo Neurótico, Noiva Nervosa

@fellini_76 Manhattan, Zelig, Match Point

@RodLaurentino A Era do Rádio, Hannah e Suas Irmãs, Noivo Neurótico, Noiva Nervosa

@Daslei Tudo o que Você Sempre Quis Saber sobre Sexo, mas Tinha Medo de Perguntar, Manhattan, Match Point

@betomenezes Manhattan, Melinda e Melinda, Noivo Neurótico, Noiva Nervosa

@AmadeusEduardo A Rosa Púrpura do Cairo, A Era do Rádio, Todos Dizem Eu Te Amo

@karolzilah Noivo Neurótico, Noiva Nervosa, Zelig, A Rosa Púrpura do Cairo

@evelinealvarez Desconstruindo Harry, Vicky Cristina Barcelona, Poderosa Afrodite

@renatofelix Noivo Neurótico, Noiva Nervosa, Hannah e Suas Irmãs, Manhattan

1 – Katharine Ross (“Butch Cassidy”)

Anteriormente em Musas retroativas: 6ª em 1967, por A Primeira Noite de um Homem.

Em um filme onde dois bandidos simpáticos – ambos entre os maiores galãs da história do cinema – são as estrelas, ela conseguiu brilhar como um sol. Katharine Ross é a Etta Place que namorava Sundance Kid (Robert Redford), mas tinha sua cena mais romântica com Butch Cassidy (Paul Newman), levada por ele em um grande invento daqueles tempos do velho oeste: a bicicleta. Lembrando que esta lista é feita de trás para a frente, portanto é a primeira aparição das três musas que ocupam o pódio: Katherine, Diana Rigg (estrela da série Os Vingadores que aparece como a única bondgirl que levou 007 ao altar) e Natalie Wood, que aparecerá várias vezes ainda.

2 – Diana Rigg (“007 a Serviço Secreto de Sua Majestade”)

3 – Natalie Wood (“Bob & Carol & Ted & Alice”)

Anteriormente em Musas retroativas: 10ª em 1962, por Em Busca de um Sonho; 3ª em 1964, por Médica, Bonita e Solteira; 4ª em 1965, por A Corrida do Século; 13ª em 1966, por Esta Mulher É Proibida.

4 – Catherine Deneuve (“A Sereia do Mississipi”)

Anteriormente em Musas retroativas: 10ª em 1964, por Os Guarda-Chuvas do Amor; 2ª em 1965, por Repulsa ao Sexo; 2ª em 1967, por A Bela da Tarde e por Duas Garotas Românticas. Posteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1970, por Tristana – Uma Paixão Mórbida; 3ª em 1980, por O Último Metrô; 1ª em 1983, por Fome de Viver.

5 – Jane Fonda (“A Noite dos Desesperados”)

Anteriormente em Musas retroativas: 5ª em 1965, por Dívida de Sangue; 8ª em 1966, por Caçada Humana; 3ª em 1967, por Descalços no Parque; 1ª em 1968, por Barbarella. Posteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1971, por Klute – O Passado Condena; 19ª em 1972, por Tout Va Bien; 7ª em 1977, por Júlia; 2ª em 1978, por Amargo Regresso; 11ª em 1979, por Síndrome da China; 15ª em 1980, por Como Eliminar Seu Chefe.

6 – Senta Berger (“O Insaciável Marquês de Sade”)

Posteriormente em Musas retroativas: 8ª em 1972, por A Moral de Ruth Halbfass.

7 – Susannah York (“A Noite dos Desesperados”)

Anteriormente em Musas retroativas: 9ª em 1963, por As Aventuras de Tom Jones. Posteriormente em Musas retroativas: 10ª em 1978, por Superman – O Filme.

8 – Dyan Cannon (“Bob & Carol & Ted & Alice”)

Posteriormente em Musas retroativas: 17ª em 1978, por A Vingança da Pantera Cor-de-Rosa.

9 – Glenda Jackson (“Mulheres Apaixonadas”)

Posteriormente em Musas retroativas: 18ª em 1973, por Um Toque de Classe.

10 – Shirley MacLaine (“Charity, Meu Amor”)

Anteriormente em Musas retroativas: 11ª em 1963, por Irma la Douce. Posteriormente em Musas retroativas: 19ª em 1970, por Os Abutres Têm Fome.

11 – Marie-Christine Barrault (“Minha Noite com Ela”)

Posteriormente em Musas retroativas: 6ª em 1975, por Primo, Prima.

12 – Goldie Hawn (“Flor de Cacto”)

Posteriormente em Musas retroativas: 7ª em 1974, por Louca Escapada; 3ª em 1975, por Shampoo; 7ª em 1976, por O Corujão e a Gatinha; 13ª em 1978, p0r Golpe Sujo.

13 – Genevieve Bujold (“Ana dos Mil Dias”)

Posteriormente em Musas retroativas: 17ª em 1974, por Terremoto.

14 – Marianne Faithfull (“Hamlet”)

12 – Goldie Hawn e 15 – Ingrid Bergman (“Flor de Cacto”)

16 – Márcia Rodrigues (“Matou a Família e Foi ao Cinema”)

17 – Barbra Streisand (“Alô, Dolly!”)

Anteriormente em Musas retroativas: 17ª em 1968, por Funny Girl – A Garota Genial. Posteriormente em Musas retroativas: 16ª em 1973, por Nosso Amor de Ontem; 15ª em 1975, por Funny Lady.

18 – Barbara Hershey (“Last Summer”)

Posteriormente em Musas retroativas: 12ª em 1986, por Hannah e Suas Irmãs; 14ª em 1988, por A Última Tentação de Cristo e por Amigas para Sempre.

19 – Helena Ignez (“A Mulher de Todos”)

Anteriormente em Musas retroativas: 15ª em 1968, por O Bandido da Luz Vermelha. Posteriormente em Musas retroativas: 20ª em 1970, por Copacabana, Mon Amour.

20 – Jennifer Salt (“Perdidos na Noite”)

Musas de 1968 <<
>> Musas de 1970

Desde 2006, a comunidade Cinéfilos de João Pessoa, que eu criei e administro no Orkut, tem sua própria votação de melhores do ano. Esta semana, finalmente somei, dividi e saiu o resultado final referente aos filmes que passaram nos cinemas paraibanos em 2010.

O sistema é: cada membro dá notas de 0 a 5 para todos os filmes que assistiram. A soma é dividida pelo número de pessoas que assistiram cada filme (se 8 pessoas deram notas para um filme, a soma será dividida por 8).

Vejam os dez primeiros:

1 - "Toy Story 3": média 4,941

A Pixar já ganhou o coração da comunidade faz tempo. Ratat0uille ganhou a eleição de 2007, Wall-E ficou em segundo em 2008 e Up repetiu o segundo lugar em 2009. Este ano, porém, não houve concorrência: Toy Story 3 dominou a eleição recebendo, das suas 17 notas, dezesseis 5 e uma 4. A inacreditável média 4,941 pulverizou o recorde anterior da nossa eleição – que pertencia justamente a Ratatouille, com 4,65.

2- "Tropa de Elite 2 - O Inimigo Agora É Outro": média 4,823

Se não houvesse Toy Story 3, todas as glórias seriam de Tropa de Elite 2. Com o mesmo número de notas recebidas, o filme de José Padilha recebeu um 5 a menos, o que fez a diferença na média. 4,823, no entanto, ainda é espantoso.

3 - "A Origem": média 4,611

Christopher Nolan embasbacou meio mundo com os delírios oníricos de A Origem e a comunidade não ficou indiferente. Com a média que conseguiu, o filme dificilmente não seria o vencedor em qualquer outro ano.

4 - "Senna": média 4,6

A saudade do ídolo dominical levou o bom documentário inglês sobre Ayrton Senna ao top 5. Poucos entre os votantes viram, mas quem viu adorou.

5 - "Direito de Amar": média 4,571

Depois de uma animação, um policial, uma ficção científica e um documentário, o drama Direito de Amar completa o eclético top 5. Outro não tão visto, mas que encantou que foi ao cinema conferir.

6 - "Como Treinar o Seu Dragão": média 4,333

Se a Pixar sempre freqüenta o topo desta eleição, o mesmo não se pode dizer a Dreamworks. Mas Como Treinar o Seu Dragão, segunda animação da lista, é a melhor colocação do estúdio nestes quatro anos.

7 - "A Bela Junie": média 4,2

7 - "Quincas Berro d'Água": média 4,2

Empate na sétima posição: A Bela Junie marcou a volta do Cine Bangüê às exibições normais (depois ele foi aposentado – até prova em contrário – e substituído pelo Espaço Cine Digital); já Quincas Berro d’Água surpreendeu e é mais um nacional no top 10.

9 - "Invictus": média 4,153

Clint Eastwood apostou na emoção e no tom mais épico que o costumeiro do seu cinema em Invictus e conquistou a audiência.

10 - "Amor sem Escalas": média 4,1

Foi o filme mais visto do ano entre os eleitores desta votação, mas não só isso: teve notas altas o suficiente para ficar em alta desde o começo da eleição.

Resumo das eleições anteriores:

Em 2006, foi feita a primeira votação com regras na comunidade. De cada mês, os membros votavam em seus preferidos e saíam os finalistas. Depois, em uma final, foram decididos os vencedores:

2006 - "Boa Noite e Boa Sorte"

1º – Boa Noite e Boa Sorte
2º – Os Infiltrados
3º – O Labirinto do Fauno

Em 2007, veio a primeira votação por notas, já no sistema atual:

2007 - "Ratatouille": média 4,65

1º – Rataouille – 4,65
2º – Morte no Funeral – 4,5
3º – Piaf – Um Hino ao Amor – 4,466
4º – Tropa de Elite – 4,375
5º – Saneamento Básico, o Filme – 4,3

Em 2008, um embate emocionante, nota a nota, até o desfecho…

2008 - "Batman, o Cavaleiro das Trevas": média 4,58

1º – Batman, o Cavaleiro das Trevas – 4,58
2º – Wall-E – 4,535
3º – Estômago – 4,5
4º – Juno – 4,406
5º – Ensaio sobre a Cegueira – 4,421

Em 2009, outra votação emocionante, centésimo a centésimo:

2009 - "Quem Quer Ser um Milionário?": média 4,583

1º – Quem Quer Ser um Milionário? – 4,583
2º – Up – Altas Aventuras – 4,476
3º – 500 Dias com Ela – 4,466
4º – A Onda – 4,454
5º – Gran Torino – 4,352

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  • Pessoas que estão reclamando de Wagner Moura no tributo ao Legião: vão assistir a um DVD da banda e pronto.Publicado há 10 hours ago
  • urioso. Ontem, enquanto Wagner Moura fazia seu tributo à Legião Urbana na MTV, eu estava assistindo... 'Tropa de Elite'!Publicado há 16 hours ago
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