11. Hilary Swank (P.S., Eu Te Amo)

Um serviço à humanidade

Um serviço à humanidade

P.S., Eu Te Amo prestou um serviço à humanidade: mostrou, finalmente, Hilary Swank como uma mulher feminina, delicada e sexy. Vencedora do Oscar por papéis que não exploravam sua feminilidade – em Meninos Não Choram (1999 ), era uma lésbica masculinizada, e em Menina de Ouro (2004), era uma lutadora de boxe – ela já havia aparecido em um papel sexy no noir Dália Negra (2006), mas fazia o tipo femme fatale, de sexualidade quase agressiva. Aqui, faz uma mulher comum, mas que consegue ter momentos realmente muito interessantes, como a cena do karaokê. Que mulher!

Para ver também: Meninos Não Choram; Menina de Ouro; Dália Negra.

Musa anterior: Emily Blunt