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94. Débora Bloch

A imagem da juventude, em "Bete Balanço"

A imagem da juventude, em "Bete Balanço"

Já faz um tempo que eu não vejo Débora Bloch em um papel cômico ou é só impressão minha? Grande atriz seja de que gênero for, ela é uma comediante de primeira – marca de seus primeiros anos de glória na televisão, em novelas como Cambalacho (1986) e no clássico TV Pirata (1988-1990). No cinema, sua imagem está ligada para sempre a um tempo em que filmes brasileiros conseguiam dialogar bem com o jovem: ela foi a Bete Balanço cantando músicas do Cazuza, do filme de Lauro Escorel, em 1984. Mas o cinema, como quase sempre acontece no Brasil, não aproveita todo o talento de Débora. São poucos filmes – o último deles, no longíqüo 2001: Caramuru, a Invenção do Brasil, reedição para o cinema da minissérie da TV. Ela está no elenco do novo Heitor Dhalia, À Deriva (2009), mas – que pena! – é um drama. Alguém tem que chamar Débora pra fazer comédia de novo no cinema, meu Deus!

Nasceu em: Belo Horizonte, Brasil
Vá atrás: Noites do Sertão (1984); Bete Balanço (1984); Sonho Sem Fim (1985); A, E, I, O… Urca (minissérie, 1990); A Vida como Ela É (série, 1996); Bossa Nova (2000); Caramuru – A Invenção do Brasil (2001).

Cena: Débora (cantando!) no final de Bete Balanço.

Atriz anterior: Nastassja Kinski

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