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Bomba das bombas. O show de Rafinha Bastos no Forrock foi cancelado um dia antes de acontecer. Uma merda e pra mim especialmente – já que a capa de domingo do JP é com ele.

A confusão foi grande. Leia aqui no Paraíba 1. Uma pena porque a gente vinha de uma série de bons shows de stand up, com excelentes artistas e uma plateia que era torcedora.

"O limite está na mente de quem tem preconceito"

"O limite está na mente de quem tem preconceito"

“Se lotar, este será o maior show da minha vida”, diz Rafinha Bastos. O comediante – um dos pioneiros da geração atual da comédia stand up no Brasil  e co-apresentador do CQC – apresenta pela primeira vez em João Pessoa seu solo A Arte do Insulto, neste domingo, no Forrock, às 19 horas. E provavelmente a última, já que ele planeja aposentar o show no fim do ano. “Tudo o que venho criando vai para o espetáculo novo”, disse, na estrada em São Paulo, em conversa por telefone com o JORNAL DA PARAÍBA.

A Arte do Insulto é o primeiro solo de Rafinha e estreou em 2007. Antes, só as participações em grupos, como no espetáculo Mondo Canne, em 2004, que montou com Marcela Leal e Marcelo Mansfield, e foi sua estreia no stand up. “Eu conheci o stand up quando morei nos Estados Unidos, em 1999”, conta. “E eu vi aquilo como a possibilidade de fazer duas coisas que gosto: a comédia e o jornalismo”. A relação está na observação do cotidiano e na criação do texto pelo próprio humorista de stand up.

Rafinha, que é formado em Jornalismo, talvez seja o maior comediante do Brasil, já que tem 2,10m de altura. Tanto é que, nos Estados Unidos, jogou basquete na Liga Universitária, antes de descobrir que seu caminho seria outro. “Eu não acho que isso aconteça de um dia para o outro”, analisa. “Sempre fui meio comediante”.

A prova é que criou a Página do Rafinha para fazer humor esportivamente – mas deu tão certo que foi incorporada por grandes portais do país. “Era uma diversão, uma brincadeira que depois cresceu e mostrou que poderia ser uma opção profissional”, lembra.

No CQC, Rafinha Bastos está sempre no fio da navalha. Na bancada, faz piadas à queimarroupa, muitas vezes de improviso. E faz reportagens no “Proteste já”, um quadro de denúncias sérias, mas onde ele não deixa de fazer humor. “Acho que é uma descoberta diária, que faz parte do processo de amadurecimento do comediante e do público também”, acredita.

Não é à toa que já afirmou que “no dia em que tiver medo de fazer uma piada, deixo de ser humorista” e saiu em defesa do colega Danilo Gentili quando ele foi acusado de racismo por causa de uma piada – as duas vezes pelo Twitter (“A internet sempre foi minha principal ferramenta de divulgação”). “Não existe nenhuma limite”, afirma. “O limite está na cabeça de quem tem preconceito”.

1 - Uma Thurman

Uma Thurman em “Henry & June”

1 – UMA THURMAN, por Henry & June

Anteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1988, por As Aventuras do Barão Munchausen e por Ligações PerigosasPosteriormente em Musas retroativas: 13ª em 1994, por Pulp Fiction – Tempo de Violência; 12ª em 1996, por Feito Cães e Gatos; 6ª em 1998, por Os Vingadores; 6ª em 2003, por Kill Bill – Vol. 1; 9ª em 2004, por Kill Bill – Vol. 2; 8ª em 2005, por Os Produtores e por Be Cool – O Outro Nome do Jogo.

Henry & June, poderia também ser chamado de ‘Anaïs e June’, tal o entrelaçamento dos corpos das personagens de Maria de Medeiros e Uma Thurman. A Thurman, valeu o primeiro lugar do ano. A Maria, o posto de primeira portuguesa a figurar nesta lista. A Penícula Ibérica foi bem: uma espanhola alcançou o segundo posto: Victoria Abril, como a atriz motivo de uma obsessão em Áta-me, de Almodóvar. A italiana Greta Scacchi ficou em terceiro, tal era a alta voltagem de suas poucas cenas em Acima de Qualquer Suspeita. E ainda há a Winona Ryder loura de Edward, Mãos de Tesoura. E o cinema brasileiro, ainda inexistente na Era Collor, ficou sem musa alguma de novo. Primeira aparição: Winona Ryder, Julia Roberts, Geena Davis, Francesca Neri, Virginia Madsen. Última aparição: Greta Scacchi. Única aparição: Victoria Abril, Maria de Medeiros, Carré Otis, Laura Dern. Brasileiras na lista: nenhuma.

2 - Victoria Abril ("Ata-me" e, também, "Os Amantes")

Victoria Abril em “Ata-me”

Victoria Abril em "Os Amantes"

Victoria Abril em “Os Amantes”

2 – VICTORIA ABRIL, por Ata-me e por Os Amantes

Greta Scacchi em “Acima de Qualquer Suspeita”

3 – GRETA SCACCHI, por Acima de Qualquer Suspeita

Anteriormente em Musas retroativas: 2ª em 1987, por Bom Dia, Babilônia e por Incontrolável Paixão.

4 - Winona Ryder ("Edward, Mãos de Tesoura" e, também, "Minha Mãe É uma Sereia")

Winona Ryder em “Edward, Mãos de Tesoura”

Winona Ryder em “Minha Mãe É uma Sereia”

4 – WINONA RYDER, por Edward, Mãos de Tesoura e por Minha Mãe É uma Sereia

Posteriormente em Musas retroativas: 10ª em 1992, por Drácula de Bram Stoker; 16ª em 1993, por A Época da Inocência e por A Casa dos Espíritos.

5 - Annette Bening ("Os Imorais")

Annette Bening em “Os Imorais”

5 – ANNETTE BENING, por Os Imorais

Anteriormente em Musas retroativas: 15ª em 1989, por Valmont – Uma História de Seduções. Posteriormente em Musas retroativas: 18ª em 2003, por Pacto de Justiça.

6 - Ornella Muti ("A Viagem do Capitão Tornado")

Ornella Muti em “A Viagem do Capitão Tornado”

6 – ORNELLA MUTI, por A Viagem do Capitão Tornado

Anteriormente em Musas retroativas: 6ª em 1980, por Flash Gordon; 3ª em 1984, por Um Amor de Swann.  Posteriormente em Musas retroativas: 9ª em 1993, por O Amante Bilíngüe.

7 - Julia Roberts ("Uma Linda Mulher")

Julia Roberts em “Uma Linda Mulher”

7 – JULIA ROBERTS, por Uma Linda Mulher

Posteriormente em Musas retroativas: 10ª em 1997, por O Casamento do Meu Melhor Amigo; 15ª em 1998, por Lado a Lado; 14ª em 1999, por Um Lugar Chamado Notting Hill e Noiva em Fuga; 12ª em 2000, por Erin Brockovich, uma Mulher de Talento.

Geena Davis em “Não Tenho Troco”

8 – GEENA DAVIS, por Não Tenho Troco

Posteriormente em Musas retroativas: 2ª em 1991, por Thelma & Louise; 17ª em 1992, por Uma Equipe Muito Especial e Herói por Acidente.

Sharon Stone em “O Vingador do Futuro”

9 – SHARON STONE, por O Vingador do Futuro

Anteriormente em Musas retroativas: 12ª em 1985, por As Minas do Rei Salomão. Posteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1992, por Instinto Selvagem; 5ª em 1993, por Invasão de Privacidade; 8ª em 1995, por Cassino e por Rápida e Mortal; 16ª em 1996, por Diabolique; 12ª em 1999, por A Musa.

Emmanuelle Béart em “A Viagem do Capitão Tornado”

10 – EMMANUELLE BÉART, por A Viagem do Capitão Tornado

Anteriormente em Musas retroativas: 11ª em 1986, por A Vingança de Manon. Posteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1991, por A Bela Intrigante; 2ª em 1994, por Ciúme – O Inferno do Amor Possessivo; 19ª em 1995, por Desejos Secretos; 5ª em 1996, por Missão Impossível.

Madeleine Stowe em “Vingança”

11 - Madeleine Stowe (...também por "A Chave do Enigma")

Madeleine Stowe em “A Chave do Enigma”

11 – MADELEINE STOWE, por Vingança e por A Chave do Enigma

Anteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1987, por TocaiaPosteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1992, por Obsessão Fatal e por O Último dos Moicanos; 4ª em 1993, por Short Cuts – Cenas da Vida.

Susan Sarandon em “Loucos de Paixão”

12 – SUSAN SARANDON, por Loucos de Paixão

Anteriormente em Musas retroativas: 13ª em 1974, por A Primeira Página; 8ª em 1975, por Rocky Horror Show; 8ª em 1978, por Menina Bonita; 9ª em 1980, por Atlantic City; 19ª em 1983, por Fome de Viver; 18ª em 1988, por Sorte no Amor. Posteriormente em Musas retroativas: 9ª em 1991, por Thelma & Louise.

Francesca Neri em “As Idades de Lulu”

13 – FRANCESCA NERI, por As Idades de Lulu

Posteriormente em Musas retroativas: 14ª em 1997, por Carne Trêmula.

Virginia Madsen em “The Hot Spot – Um Lugar Muito Quente”

14 – VIRGINIA MADSEN, por The Hot Spot – Um Local Muito Quente

Posteriormente em Musas retroativas: 7ª em 2004, por Sideways – Entre umas e Outras.

Maria de Medeiros em “Henry & June”

15 – MARIA DE MEDEIROS, por Henry & June

Jennifer Connelly em “The Hot Spot – Um Lugar Muito Quente”

16 – JENNIFER CONNELLY, por The Hot Spot – Um Lugar Muito Quente

Anteriormente em Musas retroativas: 14ª em 1989, por Essas Garotas. Posteriormente em Musas retroativas: 14ª em 1991, por Rocketeer; 8ª em 1993, por De Amor e de Sombras; 2ª em 1996, por O Preço da Traição; 4ª em 1997, por Círculo de Paixões; 2ª em 2000, por Réquiem para um Sonho e por Amor Maior que a Vida; 3ª em 2001, por Uma Mente Brilhante; 1ª em 2003, por Hulk; 6ª em 2006, por Diamante de Sangue e por Pecados Íntimos.

8 - Madonna ("Na Cama com Madonna" e, também, "Dick Tracy")

Madonna em “Na Cama com Madonna”

Madonna em “Dick Tracy”

17 – MADONNA, por Na Cama com Madonna e por Dick Tracy

Anteriormente em Musas retroativas: 8ª em 1985, por Procura-se Susan Deseperadamente. Posteriormente em Musas retroativas: 5ª em 1992, por Corpo em Evidência, por Uma Equipe Muito Especial e por Neblina e Sombras.

Carré Otis em “Orquídea Selvagem”

18 – CARRÉ OTIS, por Orquídea Selvagem

Demi Moore em “Ghost – Do Outro Lado da Vida”

19 – DEMI MOORE, por Ghost – Do Outro Lado da Vida

Anteriormente em Musas retroativas: 20ª em 1985, por O Primeiro Ano do Resto de Nossas Vidas ; 4ª em 1986, por Sobre Ontem à Noite. Posteriormente em Musas retroativas: 13ª em 1993, por Proposta Indecente.

Laura Dern em “Coração Selvagem”

20 – LAURA DERN, por Coração Selvagem

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