"A Embriaguez do Sucesso" (1957)

"Acorrentados" (1958)

"Quanto Mais Quente Melhor" (1959)

"Spartacus" (1960)

"A Corrida do Século" (1965)

"O Homem que Odiava as Mulheres" (1968)

Quando se fala em Quanto Mais Quente Melhor (1959), as pessoas logo lembram do brilhantismo de Jack Lemmon, de como Marilyn estava ótima ou da direção genial e diálogos atrevidos de Billy Wilder. Depois disso, se o espaço não tiver acabado é que se referem a Tony Curtis. Uma injustiça, claro. Curtis também está brilhante, tanto como o saxofonista galã e meio cafajeste – Joe – quanto como sua versão feminina, em que ele se disfarça – Josephine – e ainda como o milionário impotente, em que ele também se disfarça para fisgar Marilyn – papel triplo! Curtis foi um dos grandes galãs de Hollywood e lembrava o jovem Cary Grant não só pela beleza, mas também por não se levar muito a sério. Na verdade, era até mais bonachão que Grant. Por isso, se dava muito bem em comédias, mas também correspondeu quando exigido em dramas – como A Embriaguez do Sucesso (1957) ou, e principalmente, O Homem que Odiava as Mulheres (1968), onde interpretou o personagem real de um serial killer que aterrorizou Boston.

Nova York (EUA), 3 de junho de 1925 – Las Vegas (EUA), 29 de setembro de 2010

 

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