SEXTA, 23

– A Sala Vladimir Carvalho começa suas exibições às 14 horas, com a sessão Cell.U.Cine – que inclui um curta de Jorge Furtado (Velázquez e a Teoria Quântica da Gravidade), um de Beto Brant (Nicinha, um Transe Amazônico), um de Lázaro Ramos (Como as Nuvens São…) e um de Hector Babenco (Marechal). Às 15h, dois curtas paraibanos de animação que concorrem ao Prêmio Energisa. Às 16h, quatro curtas que concorrem ao Troféu Andorinha da categoria.

– Às 16h, mais uma sessão na Tenda Andorinha de documentários da sessão DOC-TV CPLP: Tchiloli, Identidade de um Povo, de Felisberto Branco (São Tomé e Príncipe), e Uma Lulik, de Victor Souza (Timor Leste).

– Depois, na mesma Tenda Andorinha, às 18h, começam os longas. Transeunte, de Eryk Rocha (sim, filho de Glauber), passa depois de comentado na estreia nacional e ainda inédito em João Pessoa. É em preto-e-branco e fala sobre a solidão na cidade grande.

– No mesmo horário, na Sala Vladimir Carvalho, é a vez de A Alma do Osso, de Cao Guimarães. O filme ganhou o prêmio de melhor direção de documentário e mostra a vida de um ermitão que mora em uma caverna numa montanha de pedra.

– Na Livraria da Usina, Ronaldo Werneck lança três livros: Há Controvérsias 1, Há Controvérsias 2 e Kiryrí Rendáua Toribóca Opé – Humberto Mauro Revisto por Ronaldo Werneck. Ele também vai mostrar dois documentários que fez sobre Humberto Mauro.

– Às 20h, na Tenda Andorinha, é a vez do filme que foi eleito o melhor de ficção pelo júri de longas do Cineport: Morrer como um Homem, de João Pedro Rodrigues. O filme mostra um travesti que vive situações poéticas e bizarras enquanto sofre pela indecisão de fazer ou não uma cirurgia de mudança de sexo (o que iria contra suas fortes crenças religiosas). É um filmes desconcertantes e muitas vezes belíssimo.

– Na Sala Vladimir Carvalho, no mesmo horário, mais sete curtas de ficção do Troféu Andorinha Curta.

– A paraibana Marcélia Cartaxo vai ter hoje sua sessão como homenageada do Troféu Humberto Mauro. O filme é Agreste, de Paula Gaitán. É um filme poético sobre o interior do Nordeste e até sobre a própria Marcélia, pelo que parece.

– A Sala Vladimir Carvalho, também às 22h, reserva o promissor Casa 9, de Luiz Carlos Lacerda. O documentério é sobre uma casa em que ele morou nos anos 1970, em uma vila de Botafogo. Lá também moraram Jards Macalé, Sonia Braga, Fábio Barreto, Lenine… O lugar se tornou um centro de atração cultural, com visitas e histórias variadas e recontadas no doc.

– E a noite termina com a bela voz de Sara Tavares, cantora que diz que é ao mesmo tempo portuguesa e caboverdeana. À meia-noite.

http://universohq.com/quadrinhos/2011/review_BaladaJohnnyFuracao.cfm

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