Uma parte dos DVDs, em dia de limpeza

É um fato: eu tenho mais DVDs em casa do que consigo dar conta. A última vez que contei estava em 400 filmes e, olha, isso já faz um bom tempo. Resultado: muitas vezes, ao parar na frente da estante procurando um filme para escolher, ficava tão indeciso que acabava não escolhendo nada. Pegava uns quatro ou cinco e fazia um medley das minhas seqüências preferidas.

Ao mesmo tempo, me sinto moralmente obrigado ao assistir – nem que seja uma vez – todo DVD que compro. Afinal, eles são comprados para serem assistidos, não para focar só na estante ou compor o corpus da obra de determinado diretor.

Então, tive que me disciplinar. Isto é, criar um modus operandi a ser seguido. Resolvi, então, assistir todos os filmes em ordem cronológica. E deu razoavelmente certo, cheguei ao final uma vez e estou na “segunda volta”, vendo o que foi adquirido enquanto a primeira era cumprida.

Assim, estou em 1955.

Não posso me quiexar, claro. Vi nas últimas semanas filmes como Matar ou Morrer (1952), Os Brutos Também Amam (1953), A um Passo da Eternidade (1953), Os Homens Preferem as Loiras (1953), Sindicato de Ladrões (1954), Vera Cruz (1954), Sete Noivas para Sete Irmãos (1954) e o mais recente, Ladrão de Casaca (1955)

O próximo da lista é Oklahoma (1955). Vou alternando entre essa lista, os filmes que comprei e nunca vi e os emprestados (que são muitos, também).

E isso fora os seriados. Simplesmente não há tempo. Mas vamos na nossa rotina quixotesca de cinéfilo.

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