Nunca vou esquecer o dia em que eu assisti pela primeira vez a Cidade de Deus – felizmente, no cinema, como deve ser. E também a cena em que eu realmente me convenci de que estava vendo algo grande, definitivo. A história da “boca dos apês” me deixou de boca aberta: uma passagem de tempo em flashback absolutamente brilhante, com a câmera parada e as cenas se desenrolando em vários locais da sala, uma se misturando às outras. E termina justamente com o emblemático “Dadinho é o caralho! Meu nome agora é Zé Pequeno, porra!”.

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