E mais uma chuva em João Pessoa. Mas, para não dizerem que eu só reclamo desse fenômeno da natureza que deixa nossas meias molhadas, aqui vão doze cenas chuvosas que adoro no cinema.

A primeira, a maior de todas, claro é a de Cantando na Chuva. Misturaram leite na água para que ela aparecesse mais, fizeram poças na rua cenográfica onde a coreografia pedia e Gene Kelly ficou gripado depois de tanta água. Mas valeu a pena!

Chuva, “Moon river”, Audrey Hepburn, um gato (de verdade, não o George Peppard). Como ficaria melhor o final de Bonequinha de Luxo?

A paixão relampejante do fim de Quatro Casamentos e um Funeral:

Água e sangue na grande luta de Os Sete Samurais:

Encarar o próprio destino debaixo d’água. Em Blade Runner – O Caçador de Andróides, mais um final chuvoso:

É a chuva que leva Marion Crane até o Bates Motel em Psicose:

Aqui, o trailer de Tudo por uma Esmeralda. Mas há um trecho da cena da chuva na Colômbia, terminando em muita lama:

O beijo icônico de Homem-Aranha foi sob a chuva:

O momento mais sexy de todo o cinema de Woody Allen é este, de Match Point. Scarlett Johansson inspira essas coisas.

A fuga de Andy é quase um renascimento, em Um Sonho de Liberdade:

Os lindos créditos de abertura de Os Guarda-Chuvas do Amor:

Ilsa não aparece e Rick vai embora de Paris sozinho em Casablanca:

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