viagem

A segunda versão da novela espírita A Viagem (1994) teve uma abertura que usou o interessante recurso de transformar bucólicas paisagens e cenas etéreas, meio fantasmagóricas, até. Mas não assustam muito quando estão embaladas pela açucarada canção do Roupa Nova – que nem é das piores, embora tenha esse infame “te amo” no final. Um detalhe bonito são os créditos passeando pela abertura – ou seja, fazendo parte artisticamente dela, e não apenas aparecendo sobre. Era incomum na época, assim como os nomes aparecerem num tamanho maior que o normal.

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