Nessa época tão apressada em que vivemos, o cinema parece acreditar que o público vai ter um passamento se esperar uns três ou quatro minutos assistindo os créditos iniciais de um filme. Uma arte quase perdida, que o vou de vez em quando lembrar aqui porque acredito que pequenas pérolas assim não deviam deixar de existir.

Começando por Barbarella (1968), com Jane Fonda fazendo um antológico strip-tease na gravidade zero. Jane que, pelo filme, é nossa musa retroativa de 1968 número 1, aliás.

 

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