A música é um universo muito vasto. Por isso, claro que vale uma parte II do top 10 com nossos covers preferidos. Veja o primeiro aqui. E confira o segundo:

10. “CAN’T TAKE MY EYES OFF YOU”, Boys Town Gang (1982).
Autor: Bob Crewe, Bob Gaudio. Gravação original: Frankie Valli (1967).

Um dos grandes clássicos românticos de todos os tempos, “Can’t take my eyes off you” teve cerca de 200 regravações. Uma especialmente bacana é a versão disco do grupo americano Boys Town Gang.

9. “SUGAR, SUGAR”, Mary Lou Lord and Semisonics (1995).
Autores: Jeff Barry e Andy Kim. Gravação original: The Archies (1969).

Canção-tema do seriado animado The Archie Show, da Filmation, que adaptava um gibi famoso nos EUA, é um sucesso da banda ficcional do desenho. Em 1995, foi um dos covers do disco Saturday Morning Cartoons’ Greatest Hits, com Mary Lou Lord e a banda alternativa Semisonic. Mas há diversas outras versões, como as de Wilson Pickett (1970), Bob Marley & The Wailers (1970) e Gladys Knight & The Pips (1975).

8. “GLORIA”, Laura Branigan (1982).
Autores: Umberto Tozzi e Giancarlo Bigazzi. Gravação original: Umberto Tozzi (1979).

Sucesso internacional na versão original em italiano, “Gloria” ganhou letra em inglês de Jonathan King, que a regravou ainda em 1979. Mas teve outra versão em inglês que se tornou outro grande sucesso na voz de Laura Branigan, com letra dela e de Trevor Veitch.

7. “WITH A LITTLE HELP FROM MY FRIENDS”, Joe Cocker (1969).
Autores: John Lennon e Paul McCartney. Gravação original: The Beatles (1967).

A faixa que Ringo Starr canta em Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band foi totalmente reinventada por Cocker, certamente a mais memorável entre mais de 50 versões da canção, graças a uma performance antológica no Festival de Woodstock e a reaparição como música de abertura da série Anos Incríveis.

6. “DIAMONDS ARE A GIRL’S BEST FRIEND”, Marilyn Monroe (1953).
Autores: Jule Stine e Leo Robin. Performance original: Carol Channing (1949).

Vencedora de três prêmios Tony, Channing interpretou a canção no palco, na primeira versão do musical. A versão de cinema, no entanto, ajudou a consolidar Marilyn como uma superestrela. Em 2001, a música foi combinada com “Material girl”, da Madonna, para Nicole Kidman cantar. É legal, mas claro que não se compara.

5. “JUST CAN’T GET ENOUGH”, Nouvelle Vague (2004).
Autor: Vince Clarke. Gravação original: Depeche Mode (1981).

Ainda bem na aurora da música eletrônica de mercado, o Depeche Mode emplacou este ótimo hit. Que ganhou uma ótima e inusitada releitura do grupo francês Nouvelle Vague, em um estilo bossanoveado.

4. “DON’T LEAVE ME THIS WAY”, The Communards e Sarah Jane Morris (1986).
Autor: Kenneth Gamble, Leon Huff, Cary Gilbert. Gravação original: Harold Melvin & The Blue Notes (1975).

Já um sucesso com o grupo de soul, virou um grande sucesso da era da discoteca com Thelma Houston, na Motown, dois anos depois. A banda inglesa Communards, chegada numa releitura dos anos 1970, regravou a música em 1986, numa enérgica versão em que Jimmy Sommerville divide os vocais com a cantora de jazz Sarah Jane Morris.

3. “BIZARRE LOVE TRIANGLE”, Frente! (1994).
Autor: Gillian Gilbert, Peter Hook, Stephen Morris, Bernard Sumner. Gravação original: New Order (1986).

Outra mudança total de tom. Curiosamente a música não foi um hit de saída, melhorando um pouco quando ganhou um remix em 1994, mas seu status cresceu muito desde então (entrou na lista das 500 maiores canções da Rolling Stone, por exemplo). A versão acústica e melancólica da australiana Frente!, no mesmo ano do remix, também se tornou um clássico por si só. Na Billboard americana, chegou mais alto que a original.

 

 

2. “NOTHING COMPARES 2 U”, Sinéad O’Connor (1990).
Autor: Prince. Gravação original: The Family (1985).

The Family foi uma banda funk de um selo de Prince. Ele compôs a música para seus protegidos, mas ela se tornou um sucesso mesmo é com esta inesquecível versão balada da irlandesa Sinéad O’Connor.

1. “RESPECT”, Aretha Franklin (1967).
Autor: Otis Redding. Gravação original: Otis Redding (1965).

A versão de Aretha transforma a canção de Otis em uma declaração de força feminina. E ainda adiciona a soletração “R – E – S – P -E – C – T” à letra. É uma das gravações mais icônicas da música popular.

 

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