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Estreias 10.26

Atenção para as estreias do cinema no circuito paraibano nesta quinta, 26 de outubro. É uma semana movimentada, com nove estreias e uma reestreia.

O blockbuster da semana é o elogiado Thor – Ragnarok, o terceiro solo do deus do trovão. Cris Hemsworth tem a companhia de Mark Ruffalo como Hulk, Tom Hiddleston como Loki e de Cate Blanchett, a grande vilã. Estreia quinta em JP (Cinépolis Manaíra, Centerplex MAG, Cinesercla Tambiá, Cinépolis Mangabeira), CG (Cinesercla Partage) e Patos (Cine Guedes).

Premiado em Berlim, Uma Mulher Fantástica lidera as estreias do Cine Banguê, em João Pessoa, sábado. Também chegam por lá o elogiado As Duas Irenes, a partir de segunda, e o documentário Gaga – O Amor pela Dança, a partir de domingo. E, a partir de domingo, a reestreia de Como Nossos Pais, da Laís Bodanzky, que já esteve em cartaz, mas por pouco tempo.

Em tempo: neste sábado, a partir das 15h, o Banguê exibe uma mostra comemorando o Dia da Animação. Em tempo 2: a reestreia do antológico  Cidade dos Sonhos no Banguê já tem data: é no dia 2.

O Centerplex MAG exibe sozinho três estreias: Manifestotour de force experimental em que Cate Blanchett interpreta 13 personagens (e ela, lembrando, ainda está também em Thor – Ragnarok); O Formidável, sobre Jean-Luc Godard e do diretor de O Artista, Michel Hazanavicius (que passa apenas sábado e domingo); e A Menina Indigo, do diretor de Nosso Lar.

O criticado Pelé – O Nascimento de uma Lenda, produção americana sobre a juventude do rei do futebol, entra só no Cinépolis Manaíra. E ainda tem a animação europeia Missão Cegonha, em JP (Cinépolis Manaíra, Cinesercla Tambiá e Cinépolis Mangabeira).

 


TRAILERS:

  • Thor – Ragnarok:

  • Uma Mulher Fantástica:

  • As Duas Irenes:

  • Manifesto:

  • O Formidável:

  • Gaga – O Amor pela Dança:

  • A Menina Indigo:

  • Pelé – O Nascimento de uma Lenda:

  • Missão Cegonha:

  • Como Nossos Pais:

Daniel Day-Lewis + Paul Thomas Anderson: é só o que você precisa saber. Aparentemente não há data de estreia no Brasil ainda (nem título em português). Nos EUA, chega aos cinemas no Natal.

 

Paolla Oliveira estrela uma comédia romântica portuguesa: Alguém como Eu. No filme, ela é uma brasileira (carioca, faz questão de salientar o trailer) que vai passar uma temporada em Portugal, se apaixona, mas deseja que o namorado (Ricardo Pereira) a entenda melhor. Aí, ele começa a se comportar como uma mulher e ela passa a enxergá-lo assim literalmente (na pele de Sara Prata, atriz de novelas da TV portuguesa). A direção é de Leonel Vieira, que comandou algumas comédias populares por lá (como O Pátio das Cantigas, 2015). Aparentemente ainda não foi divulgada data de estreia do lado de cá do Atlântico, mas vai acontecer: a co-produção é da brasileira Gullane.

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1 – CYD CHARISSE, por Cantando na Chuva

Posteriormente em Musas retroativas: 2ª em 1953, por A Roda da Fortuna; 6ª em 1954, por A Lenda dos Beijos Perdidos; 5ª em 1955, por Dançando nas Nuvens; 20ª em 1956, por Viva Las Vegas; 1ª em 1957, por Meias de Seda; 5ª em 1958, por A Bela do Bas-Fond.

Cyd Charisse não diz uma palavra em Cantando na Chuva. Vinha de papéis pequenos e muitas vezes com aparições apenas como dançarina anônima. Aqui, é o sonho de Gene Kelly na fantasia “Broadway melody ballet”, praticamente um curta-metragem dentro do filme, todo contado em canto e dança. Cyd é a mulher fatal de pernas descomunais que desperta a paixão do dançarino iniciante e que vai rencontrá-lo quando ele for famoso. Apesar de Debbie Reynolds e Jean Hagen, o impacto de Cyd na tela é difícil de esquecer ou superar. Não à toa, virou estrela da Metro a partir daqui, passando a estrelar alguns grandes musicais. O top 5 tem outras musas no começo do estrelato: Grace Kelly, a esposa (que não aceita violência) do xerife em Matar ou Morrere Marilyn Monroe em cinco (!) filmes, incluindo a secretária já com seu tipo de inocente sedutora em A Invenção da Mocidade. E, mais abaixo, Brigitte Bardot e Liz Taylor. Única aparição: Jean Hagen, Zsa Zsa Gabor, Debbie Reynolds, Claire Bloom. Brasileiras na lista: nenhuma.

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2 – GRACE KELLY, por Matar ou Morrer

Posteriormente em Musas retroativas: 8ª em 1953, por Mogambo; 1ª em 1954, por Janela Indiscreta, por Disque M para Matar, por Amar É Sofrer e por Tentação Verde; 2ª em 1955, por Ladrão de Casaca; 2ª em 1956, por Alta Sociedade e por O Cisne.

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3 – LANA TURNER, por Assim Estava Escrito

Posteriormente em Musas retroativas: 14ª em 1954, por Atraiçoado; 8ª em 1955, por O Filho Pródigo e por Mares Violentos; 18ª em 1957, por A Caldeira do Diabo; 15ª em 1959, por Imitação da Vida.

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4 – MARILYN MONROE, por O Inventor da Mocidade, por Almas Desesperadas, por Só a Mulher Peca, por Travessuras de Casados e por Páginas da Vida

Posteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1953, por Os Homens Preferem as Louras, por Torrentes de Paixão e por Como Agarrar um Milionário; 3ª em 1954, por O Mundo da Fantasia e por O Rio das Almas Perdidas; 1ª em 1955, por O Pecado Mora ao Lado; 4ª em 1956, por Nunca Fui Santa; 3ª em 1957, por O Príncipe e a Corista; 2ª em 1959, por Quanto Mais Quente Melhor; 11ª em 1960, por Adorável Pecadora; 2ª em 1961, por Os Desajustados; 1ª em 1962, por Something’s Got to Give.

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5 – MAUREEN O’HARA, por Depois do Vendaval

Posteriormente em Musas retroativas: 16ª em 1955, por A Paixão de uma Vida.

Gina Lollobrigida in Christian-Jaque'sÊFANFAN LA TULIPEÊ(1952).

6 – GINA LOLLOBRIGIDA, por Fanfan la Tulipe

Posteriormente em Musas retroativas: 8ª em 1953, por Pão, Amor e Fantasia e por O Diabo Riu por Último; 8ª em 1959, por Salomão e a Rainha de Sabá; 9ª em 1961, por Quando Setembro Vier; 14ª em 1971, por A Quadrilha da Fronteira.

Ava Gardner

7 – AVA GARDNER, por As Neves do Kilimanjaro

Posteriormente em Musas retroativas: 6ª em 1953, por Mogambo; 10ª em 1954, por A Condessa Descalça; 16ª em 1957, por E Agora Brilha o Sol; 11ª em 1958, por A Maja Desnuda.

Eleanor Parker

8 – ELEANOR PARKER, por Scaramouche

Posteriormente em Musas retroativas: 20ª em 1954, por A Selva Nua e por O Vale dos Reis; 15ª em 1956, por O Homem do Braço de Ouro.

Jean Hagen

9 – JEAN HAGEN, por Cantando na Chuva

Zsa Zsa Gabor

10 – ZSA ZSA GABOR, por Moulin Rouge

Ingrid Bergman

11 – INGRID BERGMAN, por Europa 51

Posteriormente em Musas retroativas: 7ª em 1954, por Romance na Itália; 10ª em 1956, por Anastácia, a Princesa Esquecida; 17ª em 1958, por Indiscreta e por A Morada da Sexta Felicidade; 15ª em 1969, por Flor de Cacto.

Debbie Reynolds

12 – DEBBIE REYNOLDS, por Cantando na Chuva

Rita Hayworth

13 – RITA HAYWORTH, por Uma Viúva em Trinidad

Posteriormente em Musas retroativas: 10ª em 1953, por Salomé e por A Mulher de Satã.

Jean Peters

14 – JEAN PETERS, por Viva Zapata

Posteriormente em Musas retroativas: 14ª em 1953, por Anjo do Mal.

Brigitte Bardot In 'Girl In The Bikini'

15 – BRIGITTE BARDOT, por Manina

Posteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1956, por E Deus Criou a Mulher; 3ª em 1958, por Amar É Minha Profissão e por Vingança de Mulher; 5ª em 1960, por A Verdade; 2ª em 1963, por O Desprezo; 6ª em 1965, por Viva Maria!; 11ª em 1968, por Shalako.

Gloria Grahame Gloria Grahame - O Maior Espetáculo da Terra

16 – GLORIA GRAHAME, por Assim Estava Escrito e por O Maior Espetáculo da Terra

Posteriormente em Musas retroativas: 15ª em 1953, por Os Corruptos.

Janet Leigh

17 – JANET LEIGH, por Scaramouche

Posteriormente em Musas retroativas: 11ª em 1953, por O Preço de um Homem, por Que Delícia o Amor e por Houdini, o Homem Miraculoso; 6ª em 1958, por A Marca da Maldade; 11ª em 1960, por Psicose.

Elizabeth Taylor

18 – ELIZABETH TAYLOR, por Ivanhoé, o Vingador do Rei

Posteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1954, por No Caminho dos Elefantes e por A Última Vez que Vi Paris; 3ª em 1956, por Assim Caminha a Humanidade; 1ª em 1958, por Gata em Teto de Zinco Quente; 1ª em 1959, por De Repente, no Último Verão; 2ª em 1960, por Disque Butterfield 8; 3ª em 1963, por Cleópatra; 15ª em 1965, por Adeus às Ilusões; 18ª em 1970, por Jogo de Paixões.

Marlene Dietrich

19 – MARLENE DIETRICH, por O Diabo Feito Mulher

Posteriormente em Musas retroativas: 17ª em 1957, por Testemunha de Acusação.

Claire Bloom

20 – CLAIRE BLOOM, por Luzes da Ribalta


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