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Marilyn Monroe-02

Marilyn Monroe estaria completando hoje 90 anos. Sempre apontada como o maior sex symbol do cinema, ela também tinha um talento natural para a comédia (foi premiada no Globo de Ouro por Quanto Mais Quente Melhor, 1959) e foi se tornando também uma boa atriz dramática (como mostrou em filmes como Nunca Fui Santa, 1956, e Os Desajustados, 1961). Era insegura, autodestrutiva, esquecia as falas, enlouquecia os diretores com quem trabalhava. Billy Wilder dizia que filmar com ela era um inferno, mas tudo compensava quando se via o resultado na tela. Sua morte trágica aos 36 anos a transformou em um mito eterno.

 

O designer gráfico americano Saul Bass teve papel de destaque na revolução dos créditos de abertura nos anos 1950. Ainda hoje as sequências que criou para grandes cineastas estão entre as melhores já vistas, indo de animações bem humoradas a mergulhos abstratos e psicológicos no clima e tema do filme que viria a seguir.

É neste segundo caso que entra Um Corpo que Cai (1958), o primeiro (aqui, junto com o animador John Whitney) dos memoráveis créditos que fez para Hitchcock. Bass usa os motivos espirais para antecipar a vertigem emocional e psicológica do filme.

Anterior: A Pantera Cor-de-Rosa (1963)

No meio de um dos maiores faroestes de todos os tempos, o diretor Howard Hawks arrumou um tempo para aproveitar o talento dos dois cantores de seu elenco: o crooner Dean Martin e o astro jovem Ricky Nelson. Eles cantam “My rifle, my pony and me” e “Get along home, Cindy” e criam um momento de camaradagem entre os delegados que estão segurando um assassino na cadeia e aguentando a pressão da gangue que quer soltá-lo. Até o Walter Brennan acompanha, faltou só o John Wayne cantar também.

Onde Começa o Inferno. Rio Bravo. Estados Unidos, 1959. Direção: Howard Hawks. Elenco: John Wayne, Dean Martin, Angie Dickinson, Ricky Nelson, Walter Brennan.

Cena anterior: Cabaret.

Audrey Hepburn em "A Princesa e o Plebeu"

Audrey Hepburn em “A Princesa e o Plebeu”

1 – AUDREY HEPBURN, por A Princesa e o Plebeu

Posteriormente em Musas retroativas: 2ª em 1954, por Sabrina; 7ª em 1956, por Guerra e Paz; 2ª em 1957, por Cinderela em Paris e por Amor na Tarde; 10ª em 1959, por Uma Cruz à Beira do Abismo e por A Flor que Não Morreu; 12ª em 1960, por O Passado Não Perdoa; 1ª em 1961, por Bonequinha de Luxo e por Infâmia; 7ª em 1963, por Charada; 9ª em 1964, por My Fair Lady e por Quando Paris Alucina; 3ª, em 1966, por Como Roubar um Milhão de Dólares; 8ª em 1967, por Um Caminho para Dois e por Um Clarão nas Trevas; 16ª em 1976, por Robin e Marian

A aparição impactante e encantadora de Audrey Hepburn para o mundo em A Princesa e o Plebeu garantiu o Oscar daquele ano e o alto do pódio na nossa lista. Sua princesa que tira um dia de folga em Roma, corta o cabelo, vive aventuras e se apaixona é inesquecível. Uma estreia como poucas. O que enobrece a vitória é o pódio completado por uma Cyd Charisse impressionante com suas pernas intermináveis em A Roda da Fortuna e Marilyn Monroe triplamente no ano em que virou uma estrela – com destaque para a cena icônica em que, tão sinuosa quanto engraçada, canta as qualidades dos diamantes. E olha que o ano ainda teve Deborah Kerr no beijo mais famoso do cinema, Ava Gardner, Grace Kelly, Rita Hayworth… Única aparição: Donna Reed, Rita Hayworth, Jane Russell, Jean Peters, Gloria Grahame, Setsuko Hara, Gene Tierney. Brasileiras na lista: nenhuma.

Cyd Charisse em "A Roda da Fortuna"

Cyd Charisse em “A Roda da Fortuna”

2 – CYD CHARISSE, por A Roda da Fortuna

Anteriormente em Musas retroativas1ª em 1952, por Cantando na ChuvaPosteriormente em Musas retroativas: 6ª em 1954, por A Lenda dos Beijos Perdidos; 5ª em 1955, por Dançando nas Nuvens; 20ª em 1956, por Viva Las Vegas; 1ª em 1957, por Meias de Seda; 5ª em 1958, por A Bela do Bas-Fond.

Marilyn Monroe em "Os Homens Preferem as Louras"

Marilyn Monroe em “Os Homens Preferem as Louras”

Marilyn Monroe em "Torrentes de Paixão"

Marilyn Monroe em “Torrentes de Paixão”

Marilyn Monroe em "Como Agarrar um Milionário"

Marilyn Monroe em “Como Agarrar um Milionário”

3 – MARILYN MONROE, por Os Homens Preferem as Louras, por Torrentes de Paixão e por Como Agarrar um Milionário

Anteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1952, por O Inventor da Mocidade, por Almas Desesperadas, por Só a Mulher Peca, por Travessuras de Maridos e por Páginas da Vida. Posteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1954, por O Mundo da Fantasia e por O Rio das Almas Perdidas; 1ª em 1955, por O Pecado Mora ao Lado; 4ª em 1956, por Nunca Fui Santa; 3ª em 1957, por O Príncipe e a Corista; 2ª em 1959, por Quanto Mais Quente Melhor; 11ª em 1960, por Adorável Pecadora; 2ª em 1961, por Os Desajustados; 1ª em 1962, por Something’s Got to Give.

Harriet Andersson em "Mônica e o Desejo"

Harriet Andersson em “Mônica e o Desejo”

Harriet Andersson em "Noites de Circo"

Harriet Andersson em “Noites de Circo”

4 – HARRIET ANDERSSON, por Mônica e o Desejo e por Noites de Circo

Posteriormente em Musas retroativas: 10ª em 1961, por Através do Espelho.

Deborah Kerr em "A um Passo da Eternidade"

Deborah Kerr em “A um Passo da Eternidade”

5 – DEBORAH KERR, por A um Passo da Eternidade

Posteriormente em Musas retroativas: 15ª em 1955, por Pelo Amor de Meu Amor; 18ª em 1956, por O Rei e Eu e por Chá e Simpatia; 10ª em 1957, por Tarde Demais para Esquecer e por O Céu É Testemunha; 17ª em 1959, por Crepúsculo Vermelho.

Ava Gardner em "Mogambo"

Ava Gardner em “Mogambo”

6 – AVA GARDNER, por Mogambo

Posteriormente em Musas retroativas: 10ª em 1954, por A Condessa Descalça; 16ª em 1957, por E Agora Brilha o Sol; 11ª em 1958, por A Maja Desnuda.

Donna Reed em "A um Passo da Eternidade"

Donna Reed em “A um Passo da Eternidade”

7 – DONNA REED, por A um Passo da Eternidade

Grace Kelly em "Mogambo"

Grace Kelly em “Mogambo”

8 – GRACE KELLY, por Mogambo

Anteriormente em Musas retroativas: 2ª em 1952, por Matar ou Morrer. Posteriormente em Musas retroativas: 2ª em 1952, por Matar ou Morrer; 1ª em 1954, por Janela Indiscreta, por Disque M para Matar, por Amar É Sofrer e por Tentação Verde; 2ª em 1955, por Ladrão de Casaca; 2ª em 1956, por Alta Sociedade e por O Cisne.

Gina Lollobrigida em "Pão, Amor e Fantasia"

Gina Lollobrigida em “Pão, Amor e Fantasia”

Gina Lollobrigida em "O Diabo Riu por Último"

Gina Lollobrigida em “O Diabo Riu por Último”

9 – GINA LOLLOBRIGIDA, por Pão, Amor e Fantasia e por O Diabo Riu por Último

Anteriormente em Musas retroativas: 6ª em 1952, por Fanfan la TulipePosteriormente em Musas retroativas: 8ª em 1959, por Salomão e a Rainha de Sabá; 9ª em 1961, por Quando Setembro Vier; 14ª em 1971, por A Quadrilha da Fronteira.

Rita Hayworth em "Salomé"

Rita Hayworth em “Salomé”

Rita Hayworth em "A Mulher de Satã"

Rita Hayworth em “A Mulher de Satã”

10 – RITA HAYWORTH, por Salomé e por A Mulher de Satã

Janet Leigh (O Preço de um Homem)

Janet Leigh em “O Preço de um Homem”

janet Leigh em "Que Delícia o Amor"

Janet Leigh em “Que Delícia o Amor”

Janet Leigh em "Houdini, o Homem Miraculoso"

Janet Leigh em “Houdini, o Homem Miraculoso”

11 – JANET LEIGH, por O Preço de um HomemQue Delícia o Amor e por Houdini, o Homem Miraculoso

Posteriormente em Musas retroativas: 6ª em 1958, por A Marca da Maldade; 11ª em 1960, por Psicose.

Jean Simmons em "O Manto Sagrado"

Jean Simmons em “O Manto Sagrado”

Jean Simmons em "Papai Não Quer"

Jean Simmons em “Papai Não Quer”

Jean Simmons em "A Rainha virgem"

Jean Simmons em “A Rainha virgem”

12 – JEAN SIMMONS, por O Manto Sagrado, por Papai Não Quer e por A Rainha Virgem

Anteriormente em Musas retroativas: 15ª em 1954, por Desirée, o Amor de Napoleão; 8ª em 1958, por Da Terra Nascem os Homens;  7ª em 1960, por Spartacus e por Entre Deus e o Pecado.

Marilyn Monroe e Jane Russell em "Os Homens Preferem as Louras"

Marilyn Monroe e Jane Russell em “Os Homens Preferem as Louras”

 Jane Russell em "Um Romance em Paris"

Jane Russell em “Um Romance em Paris”

13 – JANE RUSSELL, por Os Homens Preferem as Louras e por Um Romance em Paris

Jean Peters em "Anjo do Mal"

Jean Peters em “Anjo do Mal”

14 – JEAN PETERS, por Anjo do Mal

Gloria Grahame em "Os Corruptos"

Gloria Grahame em “Os Corruptos”

15 – GLORIA GRAHAME, por Os Corruptos

Alida Valli em "Nós, as Mulheres"

Alida Valli em “Nós, as Mulheres”

16 – ALIDA VALLI, por Nós, as Mulheres

Posteriormente em Musas retroativas: 8ª em 1954, por Sedução da Carne.

Setsuko Hara em "Era uma Vez em Tóquio"

Setsuko Hara em “Era uma Vez em Tóquio”

17 – SETSUKO HARA, por Era uma Vez em Tóquio

Lauren Bacall em "Como Agarrar um Milionário"

Lauren Bacall em “Como Agarrar um Milionário”

18 – LAUREN BACALL, por Como Agarrar um Milionário

Posteriormente em Musas retroativas: 17ª em 1955, por Rota Sagrenta; 19ª em 1956, por Palavras ao Vento; 5ª em 1957, por Teu Nome É Mulher.

Gene Tierney em "Nunca Me Deixes Ir"

Gene Tierney em “Nunca Me Deixes Ir”

19 – GENE TIERNEY, por Como Agarrar um Milionário

Jennifer Jones em "O Diabo Riu por Último"

Jennifer Jones em “O Diabo Riu por Último”

Jennifer Jones em "Quando a Mulher Erra"

Jennifer Jones em “Quando a Mulher Erra”

20 – JENNIFER JONES, por O Diabo Riu por Último e por Quando a Mulher Erra

Anteriormente em Musas retroativas: 7ª em 1955, por Suplício de uma Saudade; 14ª em 1957, por Adeus às Armas.

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Este ano marca os 75 anos do Pernalonga. Para celebrar, já apresentei aqui um top 10 dos desenhos do coelho dirigidos por Chuck Jones, seu maior mestre. Agora, vamos a mais dez antológicos curtas do personagem, um top 10 de seu outro grande diretor: Isadore “Friz” Freleng. Seu começo na animação data dos anos 1920 e ele chegou ao seu auge na mesma época em que Jones: com os curtas do coelho nos anos 1940 e 1950. Seguem os meus 10 preferidos (quatro deles com o Eufrazino!):

“Mutiny on the Bunny” (1950)

10. MUTINY ON THE BUNNY/ O MOTIM (1950)

Friz Freleng gostava muito de usar o Eufrazino como adversário do Pernalonga. Os cenários podiam mudar e ser, por exemplo, em alto-mar, em que o bigodudo contrata o coelho como seu único tripulante. Não é o primeiro com o pirata Eufrazino, mas é o melhor com o começo impactante do marinheiro aos frangalhos fugindo e alertando para a câmera: “Eu já fui um ser humano”. E tem a impagável sequência em que Eufrazino remenda sozinho e seguidas vezes seu navio.

Assista com som original. / Assista com a dublagem da Cinecastro.

Pernalonga - Hare Brush

“Hare Brush” (1955)

9. HARE BRUSH/ TROCA DE SORTE (1955)

Hortelino, louco, pensa que é um coelho. Engana o Pernalonga para ficar em seu lugar no hospital. O coelho, então, é confundido pelo psicólogo (“É o pior caso que já vi!”) e é hipnotizado para voltar a ser o Hortelino. E, como tal, vai á caça do coelho. Basicamente é uma piada só: ver um personagem se comportando como o outro, uma espécie de vingancinha que Freleng proporcionou ao Hortelino, Mas quem resiste à frase “Eu sou Elmer, o milionário. Possuo uma mansão e um iate”?

Assista com som original. / Assista com a dublagem da Cinecastro.

Pernalonga - Rhapsody Rabbit

“Rhapsody Rabbit” (1946)

8. RHAPSODY RABBIT/ CONCERTO SEM DÓ (1946)

Todo desenho clássico que se preza tem algum curta envolvendo música clássica. Mickey e Donald têm Mickey, o Maestro (The Band Concert), de 1935. Tom & Jerry têm The Cat Concerto (1947). Pernalonga tem vários deles, de maneiras diferentes, e um dos grandes é este, que coloca o coelho como pianista sofrendo para apresentar uma obra de Liszt (plot semelhante a The Cat Concerto, que veio depois).

Assista com som original.

Pernalonga - Show Biz Bugs

“Show Biz Bugs” (1957)

7. SHOW BIZ BUGS/ SHOW INFERNAL/ DUELO DE VAIDADES (1957)

Pobre Patolino. No show que divide com Pernalonga no teatro seu nome vem em letras minúsculas, seu camarim é o banheiro e, por mais que faça no palco o mesmo que o coelho ou melhor, só recebe da plateia um silêncio sepulcral ou ocasionalmente um tomate. A disputa entre os dois é ótima: com destaque para os pombos treinados que saem voando ou aquele número de mágica de cortar uma pessoa ao meio para o qual Patolino se oferece para demonstrar a fraude (“O turbante dele também é falso! É uma toalha de banho”).

Assista com som original. / Assista com a dublagem da Cinecastro.

“Little Red Riding Rabbit” (1944)

6. LITTLE RED RIDING RABBIT/ UM CHAPEUZINHO VERMELHO DIFERENTE/ CHAPEUZINHO VERMELHO, PERNALONGA E O LOBO MAU (1944)

Mais assemelhado ao Pernalonga de Bob Clampett que ao de Chuck Jones, esta sátira a Chapeuzinho Vermelho é demolidora e não deixa pedra sobre pedra. Começa pela própria Chapeuzinho, uma adolescente chata de galochas, que leva Pernalonga em sua cesta para a vovozinha. O duelo do coelho, claro, será com o lobo, vestido como a velha. É o primeiro curta a creditar mel Blanc como dublador.

Assista com o som original. / Assista com a dublagem da Cinecastro.

“Bugs Bunny Rides Again” (1948)

5. BUGS BUNNY RIDES AGAIN/ PERNALONGA ATACA DE NOVO/ PERNALONGA ATACA OUTRA VEZ (1948)

O oeste é o lar de Eufrazino, onde ele se sente realmente à vontade. E este curta alopradíssimo é quase um resumo das piadas possíveis com clichês do gênero. O enredo é simples: Eufrazino aparece na cidade tocando o terror e o Pernalonga aceita enfrentá-lo. A partir daí, o coelho subvertendo a realidade de maneira frenética, cortando o baralho no poquer com um facão ou fazendo um show de vaudeville quando Eufrazino atira em seu pés gritando “Dance!”. Que ritmo tem esse desenho!

Assista com o som original.

“A Hare Grows in Manhattan” (1947)

4. A HARE GROWS IN MANHATTAN/ INFÂNCIA EM MANHATTAN/ TRAPALHADAS DE UM COELHO (1947)

Pernalonga não tem uma origem fixa, graças a Deus. Nesta animação cujo título faz referência ao livro e filme A Tree Grows in Brooklyn. O filme de Elia Kazan, que aqui se chama Laços Humanos, havia saído dois anos deste curta. O astro Pernalonga (o curta começa com um passeio visual pela propriedade suntuosa com piscina, mas cuja casa mesmo ainda é uma toca no chão) conta a uma repórter de fofocas sobre sua infância no East Side, onde é perturbado por uma gangue de cães. A cidade de Nova York é uma bela co-protagonista.

Assista com o som original.

“Big House Bunny” (1950)

3. BIG HOUSE BUNNY/ COELHO NA PRISÃO (1950)

O coitado do Eufrazino não se dá bem nem mesmo quando está do lado certo da lei. Carcereiro em uma prisão, dá o azar de o Pernalonga aparecer lá fugindo de caçadores. Começa prendendo o coelho, quando acha que ele era um preso tentando fugir. A partir daí a sucessão de gags é quase ininterrupta, com destaque para a fuga cujo túnel vai dar em uma selva que se revelam as plantas da sala do diretor da penitenciária. Eufrazino (que originalmente chama-se Yosemite Sam) aqui é curiosamente chamado de Schultz.

Assista com o som original. / Assista com a dublagem da Cinecastro.

“Bugs and Thugs” (1954)

2. BUGS AND THUGS/ PERNALONGA E OS BANDIDOS (1954)

O melhor dos curtas em que o coelho contracena com a dupla de gangsters Rocky e Mugsy. Ele vai ao banco sacar uma cenoura de seu cofre e depois pega um taxi, que é na verdade o carro dos dois assaltantes. Ele acaba sendo levado como refém. Visualmente é um desenho belíssimo (como a cena em que Rocky manda Mugsy dar cabo do coelho, vista apenas em silhueta por trás de uma janela no covil dos bandidos), de narrativa ágil, com ótimas piadas e ainda tem essa cena antológica em que Pernalonga convence os bandidos de que a casa está cercada e os esconde no forno enquanto finge ser interrogado do lado de fora (“Eu acenderia o gás se ele estivesse no forno? Eu acenderia este fósforo se eles estivessem no forno?”). Pessoalmente, me rendeu um bordão que sempre uso: “É possível, coelho, é possível…”.

Assista com o som original

Antes do primeiro lugar, algumas MENÇÕES HONROSAS: Knighty Knight Bugs/ Cavaleiro Pernalonga (1958), único Oscar vencido por Pernalonga, em uma aventura na Inglaterra medieval; Ballot Box Bunny/ Pernalonga em Campanha/ Disputa Acirrada (1951), em que Pernalonga e Eufrazino disputam uma eleição; Slick Hare/ O Coelho do Dia/ Coelho Saliente (1947), em que o coelho e Hortelino aprontam confusões em um restaurante cheio de estrelas de Hollywood; Baseball Bugs/ O Campeão de Beisebol/ Beisebol com Pernalonga (1946), em que Pernalonga sozinho enfrenta um time de brutamontes.

“High Diving Hare” (1949)

1. HIGH DIVING HARE/ PRATICANDO MERGULHO/ MERGULHO DE ALTO RISCO (1949)

Promotor de um show no velho oeste, Pernalonga entra em apuros quando sua principal atração, Ousadino, que mergulha de um trampolim altíssimo em uma tina d’água, não aparece. Eufrazino, na plateia, força o coelho a fazer o número. Aí começa o duelo de tenacidade dos dois: Eufrazino empurrando o coelho escada acima sob a mira de uma arma, o coelho fazendo com que o enfezado é que caia lá de cima. A cena se repete freneticamente, o coelho sempre dando um jeito engraçadíssimo e enganar o oponente. Até a frase definitiva: “Eu sei que isso desafia a lei da gravidade, mas, sabe, eu nunca estudei leis…”. Um clássico absoluto de Freleng!

Assista com a dublagem originalAssista com a dublagem da Cinecastro

A lendária atriz sueca teria completado 100 anos sábado. Ela começou a carreira na Suécia, depois virou estrela em Hollywood, mas não ficou sentada nisso. Sempre perseguiu os bons papéis e os desafios, o que a levou a querer filmar com Rossellini, o papa do neorealismo na Itália. Aí, veio a paixão e ela trocou o marido dentista pelo cineasta italiano, o que levou à ira da turma da moral e dos bons costumes nos EUA.

Depois que a relação acabou (tendo, dela, nascido a futura – lindíssima – atriz Isabella Rossellini), Hollywood recebeu Ingrid de volta de braços abertos. Na maturidade, voltou à Suécia para um encontro de titãs do país com Ingmar Bergman, que não é seu parente. Vencedora de três Oscars, Ingrid morreu em 1982. Aqui estão seus dez grandes momentos, pra mim.

Ingrid Bergman - Indiscreta

“Indiscreta” (1955)

10. INDISCRETA (1958), de Stanley Donen

No segundo encontro com Cary Grant, Ingrid estrela uma comédia-romãntica do co-diretor de Cantando na Chuva. Seus papéis mais famosos eram sempre dramáticos, então é ótimo vê-la mostrando talento em algo mais leve. Já Cary Grant era um especialista no ramo. No filme, Ingrid começa um relacionamento com ele, mas descobre que ele mentia, e, enfurecida, quer vingança.

Ingrid Bergman - Joana d'Arc-02

“Joana d’Arc” (1948)

9. JOANA D’ARC (1948), de Victor Fleming

Com o diretor de …E o Vento Levou (1939) e O Mágico de Oz (1939), ela se arriscou aos 33 anos a viver a adolescente francesa que chegou a liderar o exército do país contra os ingleses na Guerra dos Cem Anos, guiada, segundo ela, por Deus, e morrendo na fogueira após ser presa. Foi sua quarta indicação ao Oscar.

“Assassinato no Expresso Oriente” (1974)

8. ASSASSINATO NO EXPRESSO ORIENTE (1974), de Sidney Lumet

Num elenco cheio de estrelas, Ingrid teve papel de destaque como uma das passageiras do trem onde ocorre o crime investigado por Hercule Poirot, nesta adaptação do livro mais clássico de Agatha Christie. Tanto que ela ganhou o Oscar de atriz coadjuvante, sua terceira estatueta.

Por Quem os Sinos Dobram-06

“Por Quem os Sinos Dobram” (1943)

7. POR QUEM OS SINOS DOBRAM? (1943), de Sam Wood

Depois da heroína romântica de Casablanca, Ingrid mostrou que não ia ficar surfando em um registro apenas. Cortou os cabelos para viver a moça que teve os pais mortos por franquistas na trama de Ernest Hemingway que se passa durante a Guerra Civil Espanhola. Foi sua primeira indicação ao Oscar.

“Anastácia, a Princesa Esquecida” (1956)

6. ANASTÁCIA, A PRINCESA ESQUECIDA (1956), de Anatole Litvak

O filme marcou a volta de Ingrid aos Estados Unidos, após os anos na Itália. A recepção não poderia ser melhor: um papel que deu a ela seu segundo Oscar de melhor atriz. Ela interpreta a mulher com amnésia que é treinada para se passar pela princesa que teria escapado do massacre dos Romanov durante a revolução russa.

“Sonata de Outono” (1978)

5. SONATA DE OUTONO (1978), de Ingmar Bergman

Na maturidade, Ingrid voltou à sua Suécia natal para atuar em um drama do maior cineasta do país, e com o mesmo sobrenome (embora não fossem parentes). Ela interpreta a pianista famosa, uma mãe dura com uma relação dificílima com a filha vivida por Liv Ullman. Foi sua sétima e última indicação ao Oscar.

“À Meia-Luz” (1944)

4. À MEIA-LUZ (1944), de George Cukor

Ingrid é a moça frágil enredada em uma trama na qual o marido (antes gentil, depois cada vez mais sinistro) faz de tudo para que ela enlouqueça. Primeiro Oscar da atriz, que está estupenda como a mulher que vai gradativamente perdendo o controle sobre si mesma. A história inspirou a trama de Daniel Filho e Renata Sorrah em Rainha da Sucata, lembram?

“Stromboli” (1950)

3. STROMBOLI (1950), de Roberto Rossellini

Encantada com neo-realismo italiano, Ingrid resolveu tomar parte daquilo. Se ofereceu para filmar com o diretor e o resultado foi Stromboli, o encontro do neo-realismo com uma superestrela de Hollywood. Ela é a mulher que se casa com um pescador e vai morar nessa vila, Stromboli, sempre ameaçada por um vulcão. Ingrid faria outros cinco filmes com Rossellini.

“Interlúdio” (1946)

2. INTERLÚDIO (1946), de Alfred Hitchcock

Segundo dos três filmes que fez com Hitchcock, ela é obrigada a espionar para os americanos um grupo nazista no Rio de Janeiro. E, para isso, é levada até a casar com o chefe deles. Suspense, espionagem, romantismo em um Rio de back projection e um dos mais notáveis beijos do cinema.

Antes do primeiro lugar, algumas menções honrosas: Intermezzo – Uma História de Amor (1939); O Médico e o Monstro (1941); Quando Fala o Coração (1945); Os Sinos de Santa Maria (1945); Europa 51 (1952); Romance na Itália (1954); Flor de Cacto (1969).

“Casablanca” (1942)

1. CASABLANCA (1942), de Michael Curtiz

Ingrid é Ilsa Lundl, que aparece no Rick’s Cafe Americaine, em Casablanca, no Marrocos, e transforma a vida do dono do bar, Rick (Humphrey Bogart) num inferno. Eles viviam um romance em Paris, bem quando os nazistas invadiram, mas na hora da fuga ela deu o cano e ele nunca se recuperou. E quem vai censurá-lo? Ilsa tem sua justificativa: era casada com um líder da resistência, achava que tinha ficado viúva e, de repente, fica sabendo que o marido estava vivo. Além do compromisso de esposa, se fez valer o compromisso com a causa. Agora, estão todos em Casablanca, ela e o marido tentando chegar a salvo na América e Rick de posse dos salvo-condutos que podem viabilizar isso. Conta-se que, como o roteiro era escrito e reescrito o tempo todo, Ingrid não sabia com quem iria terminar ou por quem deveria estar apaixonada. O que ajudou a compor sua personagem dividida neste clássico imortal. Imortal como a atriz.

“O que é que há, velhinho?”, dizia um certo coelho cinza para um certo caçador há 75 anos. No curta A Wild Hare (1940), de Tex Avery, Pernalonga aparecia pela primeira vez completamente desenvolvido, após dois anos de protótipos aparecendo em quatro curtas da Warner. Foram vários os animadores a contribuir para o estrelato do coelho, mas quatro se destacam: Bob Clampett, Friz Freleng, Chuck Jones e Robert McKimson.

Juro que tentei fazer um top 10, mas não consegui (no CORREIO, fui mais objetivo e saiu um). Assim, optei por três top 10 do Pernalonga: um só com os desenhos de Chuck Jones (todos com roteiro de Michael Maltese), outro só com Friz Freleng, e um terceiro com os demais diretores.

“Operation: Rabbit” (1952)

10. OPERATION: RABBIT/ OPERAÇÃO: COELHO (1952)

O coiote, que aqui se apresenta como “Willie E. Coyote, gênio”, só havia aparecido uma vez no então único desenho do Papa-Léguas (Fast and Furry-ous, 1949). O alvo do coiote, aqui, é o coelho, a quem ele aristocraticamente se apresenta já no começo, levando sua própria porta. A dupla contracenou outras quatro vezes, mas esta aqui é a que marcou.

Assista com o som original

“Haredevil Hare” (1948)

9. HAREDEVIL HARE/ COELHO HERÓICO/ COELHO ESPACIAL (1948)

Pernalonga conhece um novo rival: Marvin, o Marciano (aqui, ainda sem nome). O começo já é ótimo, com o coelho sendo lançado em pânico ao espaço pela Nasa. Em Marte, ele conhece o sujeitinho que quer explodir a Terra porque “está atrapalhando sua vista de Vênus”.

Assista com o som original

“Rabbit Seasoning” (1952)

8. RABBIT SEASONING/ CAÇA AO PATO (1952)

Segundo da Trilogia da Caça (dirigida por Jones e escrita por Michael Maltese), este é aquele do “Vai atirar nele agora ou vai esperar até chegar em casa?”. Em termos de ritmo de comédia, é tão bom quanto o primeiro, Rabbit Fire (1951). E o terceiro, Duck! Rabbit! Duck! (1953) não fica atrás. Na eleição de 50 melhores cartoons, a partir de uma votação entre mil animadores, ficou em 30º lugar.

Assista com o som original

Bônus! O desenho dublado por mim!

“Rabbit Hood” (1949)

7. RABBIT HOOD/ PERNALONGA HOOD/ COELHO HOOD/ PERNALONGA EM SHERWOOD (1949)

Pernalonga ataca o canteiro real de cenouras e tem que se ver com o Xerife de Nottingham. Mas João Pequeno aparece ao longo do episódio anunciando solenemente: “Não se aflija! Não tema! Porque Robin Hood não tarda a chegar!”. Não que o coelho precise: fingindo ser o rei, ele destroça o xerife enquanto o sagra cavaleiro seguidas vezes em mais uma sequência antológica (“Levante Sir Royal do Bife! Levante Cavaleiro da Abóbora! Levante, seu cavaleiro idiota!”)..

Assista com o som original / Cena com a dublagem da Cinecastro

“Bully for Bugs” (1953)

6. BULLY FOR BUGS/ COELHO TOUREIRO/ PERNALONGA, O TOUREIRO (1953)

Colocar o herói como toureiro foi um expediente muito usado nas animações clássicas. Nenhum se saiu tão bem quanto o Pernalonga, que foi parar em uma arena ao tomar o caminho errado para um festival de cenouras (“Eu sabia que devia ter virado à esquerda em Albuquerque”). O olhar assassino do touro torna o duelo memorável, assim como as artimanhas do coelho para iludi-lo (como aproveitar uma dança para estapear o bicho).

Assista com o som original

“Beanstalk Bunny” (1955)

5. BEANSTALK BUNNY/ O COELHO E O PÉ DE FEIJÃO (1955)

De novo Pernalonga, Patolino e Hortelino juntos, mas numa ambientação diferente. Agora, o pato é o João do pé-de-feijão e a planta cresce a partir dos feijões mágicos que ele joga desavisadamente na toca do sonolento coelho. Hortelino é o gigante. Há diálogos maravilhosos (“É mentira! Meu nome é Aloísio! Ele é o João: João Coelho”), grande ritmo, humor visual de primeira (para fugir de uma redoma com um cortador de vidro, a dupla corta suas exatas silhuetas).

Assista com o som original

“Ali Baba Bunny” (1957)

4. ALI BABA BUNNY/ O TESOURO DE ALI BABÁ (1957)

A parceria com Patolino tem mais um grande momento. Os dois por acaso chegam à caverna dos tesouros roubados de Ali Babá. Mas há um guarda brutamontes que tenta liquidá-los. O coelho só quer sair dali, mas é claro que o pato ganancioso pira diante de tal fortuna. Na eleição de 50 melhores cartoons, a partir de uma votação entre mil animadores, ficou em 35º lugar.

Assista com o som original

“Long-Haired Hare” (1949)

3. LONG-HAIRED HARE/ MAESTRO PERNALONGA (1949)

Um dos maiores momentos da comédia em todos os tempos, entre animações e seres humanos: a imitação que Pernalonga faz do maestro Leopold Stokowski, regendo o tenor Giovanni Jones, com quem tem uma rusga em pleno recital do sujeito no Hollywood Bowl. Tudo começa porque o ensaio de Jones é atrapalhado seguidas vezes pelo coelho, atacando “Raining night at Rio” no banjo, depois tocando harpa e uma tuba.

Assista com o som original

“Rabbit Fire” (1951)

2. RABBIT FIRE/ TEMPORADA DE CAÇA (1951)

O primeiro da Trilogia da Caça marcou a primeira vez em que Pernalonga e Patolino contracenam. Até então duas estrelas da Warner com suas próprias séries de curtas, o coelho e o pato combinaram de maneira espantosa. Jones e Maltese redefiniram aqui a personalidade do Patolino, que deixava de ser o pato maluquete do começo da carreira para se tornar mais sofisticado e complexo: vaidoso, ganancioso, egoísta, vingativo e se achando mais esperto do que de fato é. Os diálogos são brilhantes, partindo, claro, da cena “Duck season! Rabbit season!”. Um show particular do dublador Mel Blanc, que fazia as vozes tanto do coelho quanto do pato.

Assista com o som original

Bônus! O desenho dublado por mim!

Antes do primeir lugar, algumas MENÇÕES HONROSAS: Duck! Rabbit! Duck! (1953), terceiro da Trilogia da Caça; What’s Opera, Doc? (1957), primeiro lugar na eleição dos 50 melhores cartoons; Bunny Hugged (1951), no mundo da luta livre; Hare-Raising Hare (1946), a estreia do monstro cabeludo depois conhecido como Gossamer; Baby Buggy Bunny (1954), em que Pernalonga adota um bebê sem saber que é um gangster.

“Rabbit of Seville” (1950)

1. RABBIT OF SEVILLE/ O COELHO DE SEVILHA (1950)

Em sua eterna perseguição, Pernalonga e Hortelino vão parar no palco de uma ópera que está para começar. Quando a cortina sobe e a orquestra ataca, a confusão se dá ao som da abertura de O Barbeiro de Sevilha. A dupla transforma esse trecho inicial da obra-prima de Rossini em uma ópera à parte, cantada  e subvertida por eles. Cada piada é melhor que a outra, num exemplo magnífico da conjunção entre música e animação.

Assista com o som original

Assista com uma orquestra tocando a música ao vivo

Assista com a dublagem da Cinecastro

Apu com sua mãe e irmã: filmado com comovente verdade

Apu com sua mãe e irmã: filmado com comovente verdade

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Clássico anti-Bollywood

Quando se fala em cinema indiano, muita gente evoca logo Bollywood. Mas também tem gente que pensa primeiro no total oposto deste mundo de fantasia, cores e música: pensa no cinema de Satyajit Ray. Por exemplo, em A Canção da Estrada (Pather Panchali, Índia, 1955), primeiro filme da chamada Trilogia de Apu, que abriu toda uma possibilidade de um novo cinema indiano. Apu, no caso, é o garotinho cuja família é central na trama que mostrava ao Ocidente, pela primeira vez, uma Índia mais realista.

O pai é um religioso que tenta ganhar a vida pregando pelas cidades e deixa a mulher muitos dias sozinha em uma aldeia, chefiando sua casa com o casal de filhos e a velha tia, com quem não se dá muito bem (interpretada por Chunibala Devi, já com 80 anos, antiga atriz que Ray foi reencontrar vivendo em um bordel, segundo contou Roger Ebert). O interesse de Ray, estreando na direção, é com a intimidade da família e os relacionamentos entre eles. É um cotidiano difícil, muito pobre, alternando esperanças, delicadezas e pequenas alegrias com tristezas.

O pai Harihar (Kanu Bannerjee) é um sonhador, em oposição à mãe Sarbojaya (Karuna Bannerjee), que vive na tensão da falta de dinheiro. As crianças tentam incluir algo lúdico entre os afazeres. Durga (Uma Das Gupta) está crescendo, começa a enfrentar a mãe, passa a não ter tanta paciência com o irmão caçula e se vê em um problema quando a joia de uma amiga some e ela é acusada do roubo.

Apu (Samir Banerjee) é testemunha de tudo isso. Ele é a figura central dos três livros de Bibhutibhusan Bandyopadhyay, que tratam de sua infância e amadurecimento. A Canção da Estrada cobre dois terços do primeiro livro. O Invencível (1956) vai desta terça parte final até parte do segundo livro. E O Mundo de Apu (1959), com Apu adulto, já se desvencilha mais da trilogia literária.

Mas os filmes são tão ligados que muitas vezes são considerados juntos em compêndios e enciclopédias de cinema. Mas o primeiro é o primeiro: é aquele que marcou a estreia de Ray, que, contam, nunca tinha dirigido uma cena atpe a câmera rodar em A Canção da Estrada – assim como seu cinegrafista (Subatra Mitra) nunca havia filmado nada, seus atores mirins nunca tinham atuado e mesmo Ravi Shankar, autor da trilha, era verde.

E é A Canção da Estrada que foi feito ameaçado desde o início de parar por falta de dinheiro, rodando com uma câmera 16mm emprestada, mas que conseguiu um financiamento a duras penas para, dali, ser premiado em Cannes e ser indicado ao Bafta. Não é pra menos. O visual do filme impressiona, é lindo e cru ao mesmo tempo (tanto as cenas na floresta quanto dentro do casebre, principalmente a tempestade). Transpira uma comovente verdade. É incrível que seja um trabalho de iniciantes sem dinheiro nenhum.

E isso vale também para o roteiro. O uso do trem como símbolo épico da modernidade, que é tudo o que não existe no povoado de Apu, onde a passagem de um homem que vende doces é um grande evento. E a resolução do plot do roubo das joias é, em si mesmo, uma pequena joia dentro de um tesouro maior.

A Canção da Estrada. Pather Panchali. Índia, 1955. Direção: Satyajit Ray. Elenco: Subir Banerjee, Karuna Bannerjee, Uma Das Gupta, Chunibala Devi, Kanu Bannerjee.

Marilyn Monroe em "O Pecado Mora ao Lado"

Marilyn Monroe em “O Pecado Mora ao Lado”

1 – MARILYN MONROE, por O Pecado Mora ao Lado

Anteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1952, por O Inventor da Mocidade, por Almas Desesperadas, por Só a Mulher Peca, por Travessuras de Maridos e por Páginas da Vida; 3ª em 1953, por Os Homens Preferem as Louras, por Torrentes de Paixão e por Como Agarrar um Milionário3ª em 1954, por O Mundo da Fantasia e por O Rio das Almas PerdidasPosteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1956, por Nunca Fui Santa; 3ª em 1957, por O Príncipe e a Corista; 2ª em 1959, por Quanto Mais Quente Melhor; 11ª em 1960, por Adorável Pecadora; 2ª em 1961, por Os Desajustados; 1ª em 1962, por Something’s Got to Give.

Marilyn nota o vento do metrô escapando na calçada e resolve se refrescar do verão terrível de Nova York, como competir? É o máximo da mistura de inocência e sensualidade que fez da atriz o maior símbolo sexual do cinema. Em O Pecado Mora ao Lad0, seu personagem nem precisava de nome: era só “A Garota”, a vizinha que enlouquecia o marido que ficou sozinho uns dias em casa. É a musa do ano, em um ano fortíssimo – aliás, os anos 1950 são fortíssimos em supermusas. Na segunda posição, “apenas” Grace Kelly seduzindo Cary Grant em Ladrão de Casaca (“Você prefere peito ou coxa?”). Depois, Doris Day deslumbrante em Ama-me ou Esquece-me. E ainda havia Kim Novak e Cyd Charisse no auge. Hollywood domina a lista quase completamente, mas esse top 5 é dos melhores que já se viu. Primeira aparição: Doris Day, Kim Novak, Natalie Wood, Shirley MacLaine, Anita Ekberg, Dorothy Malone, Susan Hayward, Romy Schneider, Shirley Jones, Leslie Caron. Única aparição: Ann Miller, Joan Collins, Maureen O’Hara. Brasileiras na lista: nenhuma.

Grace Kelly em "Ladrão de Casaca"

Grace Kelly em “Ladrão de Casaca”

2 – GRACE KELLY, por Ladrão de Casaca

Anteriormente em Musas retroativas: 2ª em 1952, por Matar ou Morrer; 8ª em 1953, por Mogambo1ª em 1954, por Janela Indiscreta, por Disque M para Matar, por Amar É Sofrer e por Tentação Verde. Posteriormente em Musas retroativas: 2ª em 1956, por Alta Sociedade e por O Cisne.

Doris Day em "Ama-me ou Esquece-me"

Doris Day em “Ama-me ou Esquece-me”

3 – DORIS DAY, por Ama-me ou Esquece-me

Posteriormente em Musas retroativas: 12ª em 1956, por O Homem que Sabia Demais; 7ª em 1957, por Um Pijama para Dois; 15ª em 1958, por Um Amor de Professora e por O Túnel do Amor; 9ª em 1959, por Confidências à Meia-Noite e por A Viuvinha Indomável; 18ª em 1961, por Volta, Meu Amor.

4 - Kim Novak ("Férias de Amor")

4 – Kim Novak (“Férias de Amor”)

4 – KIM NOVAK, por Férias de Amor

Posteriormente em Musas retroativas: 8ª em 1956, por O Homem do Braço de Ouro e por Melodia Imortal; 4ª em 1957, por Meus Dois Carinhos; 2ª em 1958, por Um Corpo que Cai; 18ª em 1960, por O Nono Mandamento; 15ª em 1964, por Beija-me, Idiota e por Servidão Humana.

Cyd Charisse em "Dançando nas Nuvens"

Cyd Charisse em “Dançando nas Nuvens”

5 – CYD CHARISSE, por Dançando nas Nuvens

Anteriormente em Musas retroativas1ª em 1952, por Cantando na Chuva; 2ª em 1953, por A Roda da Fortuna6ª em 1954, por A Lenda dos Beijos PerdidosPosteriormente em Musas retroativas: 20ª em 1956, por Viva Las Vegas; 1ª em 1957, por Meias de Seda; 5ª em 1958, por A Bela do Bas-Fond.

Natalie Wood em "Juventude Transviada"

Natalie Wood em “Juventude Transviada”

6 – NATALIE WOOD, por Juventude Transviada

Posteriormente em Musas retroativas: 10ª em 1958, por Até o Último Alento; 3ª em 1961, por Clamor do Sexo e por Amor, Sublime Amor; 10ª em 1962, por Em Busca de um Sonho; 3ª em 1964, por Médica, Bonita e Solteira;4ª em 1965, por A Corrida do Século; 13ª em 1966, por Esta Mulher É Proibida; 3ª em 1969, por Bob & Carol & Ted & Alice.

Jennifer Jones em "Suplício de uma Saudade"

Jennifer Jones em “Suplício de uma Saudade”

7 – JENNIFER JONES, por Suplício de uma Saudade

Anteriormente em Musas retroativas: 20ª em 1953, por O Diabo Riu por Último e por Quando a Mulher ErraPosteriormente em Musas retroativas: 14ª em 1957, por Adeus às Armas.

Lana Turner em "O Filho Pródigo"

Lana Turner em “O Filho Pródigo”

Lana Turner em "Mares Violentos"

Lana Turner em “Mares Violentos”

8 – LANA TURNER, por O Filho Pródigo e por Mares Violentos

Anteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1952, por Assim Estava Escrito; 14ª em 1954, por AtraiçoadoPosteriormente em Musas retroativas: 18ª em 1957, por A Caldeira do Diabo; 15ª em 1959, por Imitação da Vida.

Ann Miller em "Marujos e Sereias"

Ann Miller em “Marujos e Sereias”

9 – ANN MILLER, por Marujos e Sereias

Joan Collins em "Terra dos Faraós"

Joan Collins em “Terra dos Faraós”

Joan Collins em "O Escândalo do Século"

Joan Collins em “O Escândalo do Século”

10 – JOAN COLLINS, por Terra dos Faraós e por O Escândalo do Século

Shirley MacLaine em "O Terceiro Tiro"

Shirley MacLaine em “O Terceiro Tiro”

11 – SHIRLEY MACLAINE, por O Terceiro Tiro e por Artistas e Modelos

Posteriormente em Musas retroativas: 11ª em 1956, por A Volta ao Mundo em 80 Dias; 18ª em 1958, por Deus Sabe Quanto Amei, por Irresistível Forasteiro e por A Mercadora da Felicidade; 9ª em 1960, por Se Meu Apartamento Falasse e por Can Can; 12ª em 1961, por Infâmia; 11ª em 1963, por Irma la Douce; 10ª em 1969, por Charity, Meu Amor; 19ª em 1970, por Os Abutres Têm Fome.

Anita Ekberg em "Artistas e Modelos"

Anita Ekberg em “Artistas e Modelos”

12 – ANITA EKBERG, por Artistas e Modelos

Posteriormente em Musas retroativas: 10ª em 1960, por A Doce Vida; 9ª em 1962, por Boccaccio’70.

Dorothy Malone em "Artistas e Modelos"

Dorothy Malone em “Artistas e Modelos”

13 – DOROTHY MALONE, por Artistas e Modelos

Posteriormente em Musas retroativas: 6ª em 1956, por Palavras ao Vento; 13ª em 1961, por O Último Pôr-do-Sol.

Susan Hayward em "Duelos de Paixões"

Susan Hayward em “Duelos de Paixões”

Susan Hayward em "Eu Chorarei Amanhã"

Susan Hayward em “Eu Chorarei Amanhã”

Susan Hayward em "O Aventureiro de Hong-Kong"

Susan Hayward em “O Aventureiro de Hong-Kong”

14 – SUSAN HAYWARD, por Duelos de Paixões, por Eu Chorarei Amanhã e por O Aventureiro de Hong-Kong

Posteriormente em Musas retroativas17ª em 1956, por Sangue de Bárbaros.

Deborah Kerr em "Pelo Amor de Meu Amor"

Deborah Kerr em “Pelo Amor de Meu Amor”

15 – DEBORAH KERR, por Pelo Amor de Meu Amor

Anteriormente em Musas retroativas5ª em 1953, por A um Passo da EternidadePosteriormente em Musas retroativas: 18ª em 1956, por O Rei e Eu e por Chá e Simpatia; 10ª em 1957, por Tarde Demais para Esquecer e por O Céu É Testemunha; 17ª em 1959, por Crepúsculo Vermelho.

Maureen O'Hara em "A Paixão de uma Vida"

Maureen O’Hara em “A Paixão de uma Vida”

16 – MAUREEN O’HARA, por A Paixão de uma Vida

Anteriormente em Musas retroativas: 5ª em 1952, por Depois do Vendaval.

Lauren Bacall em "Rota Sangrenta"

Lauren Bacall em “Rota Sangrenta”

17 – LAUREN BACALL, por Rota Sangrenta

Anteriormente em Musas retroativas: 18ª em Como Agarrar um MilionárioPosteriormente em Musas retroativas: 19ª em 1956, por Palavras ao Vento; 5ª em 1957, por Teu Nome É Mulher.

Romy Schneider em "Sissi"

Romy Schneider em “Sissi”

18 – ROMY SCHNEIDER, por Sissi

Posteriormente em Musas retroativas: 15ª em 1957, por Sissi e Seu Destino; 15ª em 1962, por Boccaccio ’70; 16ª em 1965, por O que É que Há, Gatinha?; 11ª em 1972, por Ludwig, o Último Rei da Bavária.

Shirley Jones em "Oklahoma"

Shirley Jones em “Oklahoma”

19 – SHIRLEY JONES, por Oklahoma

Posteriormente em Musas retroativas: 17ª em 1962, por O Vendedor de Ilusões.

Leslie Caron em "Papai Pernilongo"

Leslie Caron em “Papai Pernilongo”

Leslie Caron em "O Sapatinho de Cristal"

Leslie Caron em “O Sapatinho de Cristal”

20 – LESLIE CARON, por Papai Pernilongo e por O Sapatinho de Cristal

Posteriormente em Musas retroativas: 7ª em 1958, por Gigi.

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A serpente na gaveta

Frases de um Billy Wilder afiado e Kirk Douglas dominando o filme todo em "A Montanha dos Sete Abutres"

Frases de um Billy Wilder afiado e Kirk Douglas dominando o filme todo em “A Montanha dos Sete Abutres”

Se 50 serpentes estão soltas em uma pequena cidade, causando o pânico à população, e 49 são encontradas, onde está a última? Ela pode estar em qualquer lugar, pronta para dar o bote, mas ninguém consegue encontrá-la. Onde ela estará? “Na minha gaveta”, diz o jornalista Charles Tatum (Kirk Douglas), ensinando o jovem fotógrafo que o acompanha como esticar o interesse por uma reportagem. E Billy Wilder dá uma lição do que é jornalismo à América. Ou, ao menos, do que é um certo jornalismo, escancarado sem dó nem piedade no clássico A Montanha dos Sete Abutres (Ace in the HoleThe Big Carnival, Estados Unidos, 1951).

Não que o jornalismo gozasse de reputação intocável no cinema. Desde a peça The Front Page, de Ben Hecht, que, até ali, havia gerado dois filmes (A Última Hora, 1931; e Jejum de Amor, 1940), já se sabia que um jornalista decidido a fisgar um furo de reportagem podia não ser flor que se cheirasse. Para não deixar dúvidas, o próprio Wilder viria a fazer uma terceira adaptação da peça, em 1974: A Primeira PáginaThe Front Page era centrado em repórteres mais interessados em suas matérias do que no fato que estavam cobrindo, mas não mostrava a manipulação do público como A Montanha dos Sete Abutres viria a fazer – e muito menos com o cinismo e a virulência de Wilder.

A história começa com Tatum procurando um emprego num jornaleco de Albuquerque – ele foi parar lá depois de ser despedido de vários grandes jornais, por variadas razões. É um ambiente estranho para ele: na parede, bordado, um quadro com os dizeres “Diga a verdade”. É para ele que Tatum está olhando quando diz ao editor Boot (Porter Hall) que já mentiu para homens que usavam cinto e homens que usavam suspensórios – mas nunca foi idiota para mentir para um que usasse cintos e suspensórios ao mesmo tempo. E o convence parodiando uma máxima das redações: “Eu posso cuidar de grandes notícias ou pequenas notícias. E se não houver notícias, eu saio e mordo um cachorro”.

Aqui, como sempre, Wilder é diretor e co-roteirista (com Walter Newman e Lesser Samuels) e – como se vê – seu talento para diálogos antológicos já está afiado desde o começo do filme. Virão outros quando Tatum e o fotógrafo Herbie (Robert Arthur) saem para uma reportagem corriqueira e dão de cara com outra: um homem, Leo Minosa (Richard Benedict), que está soterrado em ruínas indígenas na Montanha dos Sete Abutres. O jornalista vê aí sua chance de ter uma grande matéria – aquela que o levará de volta à primeira divisão, a um grande jornal nova-iorquino.

Ele começa a armar uma teia para extrair o máximo que pode desse drama humano. Manipula o xerife para que o salvamento seja feito pelo meio mais difícil e, assim, ter mais tempo para explorar a história – e o xerife, para bancar o herói e garantir a reeleição. Outro exercício de sensacionalismo é a tristeza da esposa Lorraine (Jan Sterling), que, na verdade, parece mais interessada no jornalista que no marido preso embaixo da montanha. Quem é pior em A Montanha dos Sete Abutres? Difícil dizer, já que, como escreveu Ruy Castro, Billy Wilder não faz o melhor dos juízos do ser humano.

Se petardos são disparados para todo lado, alguns deles têm o povo americano bem na mira. Uma família de caipiras, passando por perto, resolve dar uma olhada rápida no que está acontecendo, antes de seguir viagem. Logo, estão com acampamento montado. Não demora, diante das centenas de pessoas que transformaram o salvamento no grande parque de diversões de um dos títulos originais, já estão se gabando para a imprensa de terem sidos os primeiros a chegar. O recado foi dado, porque nem a imprensa e nem o público gostaram de como Billy Wilder os via. Resultado: o filme naufragou na bilheteria. A Paramount tentou reverter a situação mudando o título do filme – de Ace in the Hole para The Big Carnival –, mas não adiantou.

Se a carapuça serviu, para ambos os lados, não foi à toa. O diretor sabia do que estava falando: foi jornalista até 1926, ainda na sua Áustria natal. Não só isso, mas a história de A Montanha dos Sete Abutres é baseada em um caso real, a de Floyd Collins, que ficou soterrado por 18 dias, em 1925, sendo material para uma festa da imprensa e do público. A versão de A Montanha dos Sete Abutres explora o pior de quase todos os personagens (“Eu não rezo. Desfia as minhas meias”, diz Lorraine) – até que o próprio Tatum é obrigado a ficar frente a frente com sua ética, e a partir daí começa a ser construído mais um dos finais inesquecíveis do velho Billy.

Mas até lá, predominam a arrogância, na interpretação de um Kirk Douglas que domina o filme todo. Como na cena em que Tatum, controlando as informações, ouve o pedido dos outros jornalistas que passam a pão e água: “Estamos no mesmo barco”. “Eu estou no barco. Vocês estão na água”.

A Montanha dos Sete Abutres. (Ace in the HoleThe Big Carnival). Estados Unidos, 1951. Direção: Billy Wilder. Elenco: Kirk Douglas, Jan Sterling, Robert Arthur, Porter Hall, Frank Cady, Richard Benedict. 

Kim Hunter e Marlon Brando: além do limite

Além do limite: Kim Hunter e Marlon Brando em “Uma Rua Chamada Pecado”

Elia Kazan leva o cinema dos anos 1950 além do limite da sensualidade permitida pelo famigerado Código de Produção, através de Marlon Brando e Kim Hunter. Se alguém gritar “Stella!!” em um filme – qualquer um – saiba: é referência a esta cena.

Uma Rua Chamada Pecado (1951), dirigido por Elia Kazan; roteiro de Tennessee Williams, baseado em sua peça.

Donald O'Connor, Gene Kelly: eles dançam mesmo, amigo

Eles dançam mesmo, amigo: Donald O’Connor e Gene Kelly em “Cantando na Chuva”

Para começar essa séria série, acho adequado que seja a minha cena favorita do meu filme favorito. Acompanhem Gene Kelly e Donald O’Connor, se puderem, em “Moses supposes” e reparem quantos cortes tem a cena. A dança não é construída na edição aqui, não, amigo: eles dançam mesmo.

Cantando na Chuva (1952), dirigido por Gene Kelly e Stanley Donen; roteiro de Betty Comden e Adolph Green; “Moses supposes” composta por Roger Edens, Betty Comden e Adolph Green.

1 - Brigitte Bardot ("E Deus Criou a Mulher" e...)

Brigitte Bardot em “E Deus Criou a Mulher”

1 – BRIGITTE BARDOT, por E Deus Criou a Mulher

Posteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1958, por Amar É Minha Profissão e por Vingança de Mulher; 5ª em 1960, por A Verdade; 2ª em 1963, por O Desprezo; 6ª em 1965, por Viva Maria!; 11ª em 1968, por Shalako; 10ª em 1973, por Se Don Juan Fosse Mulher.

No último ano de Grace Kelly no cinema, ela esteve sensacional em Alta Sociedade. Liz Taylor e Marilyn tiveram as aparições arrebatadoras de costume – a inglesa como a socialite se adaptando e adaptando a ela o modo de vida muito típico do Texas em Assim Caminha a Humanidade; a californiana teve um desempenho dramático comovente para uma atriz que sempre foi subestimada. Mas o ano teve um nome e esse nome só pode ser o de Brigitte Bardot, o furacão francês que se tornou um dos grandes eventos sexuais da história do cinema. Grande destaque também para Carrol Baker, principalmente pelo insinuante papel de Boneca de Carne. Primeira aparição: Brigitte Bardot, Carroll Baker, Julie London, Vera Miles, Pier Angeli. Última aparição: Grace Kelly, Susan Hayward, Eleanor Parker. Única aparição: Anne Baxter. Brasileiras na lista: nenhuma.

2 - Grace Kelly ("Alta Sociedade" e...)

Grace Kelly em “Alta Sociedade”

2 - Grace Kelly (...também por "O Cisne")

Grace Kelly em “O Cisne”

2 – GRACE KELLY, por Alta Sociedade e por O Cisne

Anteriormente em Musas retroativas: 2ª em 1952, por Matar ou Morrer; 8ª em 1953, por Mogambo; 1ª em 1954, por Janela Indiscreta, por Disque M para Matar, por Amar É Sofrer e por Tentação Verde; 2ª em 1955, por Ladrão de Casaca.

3 - Elizabeth Taylor ("Assim Caminha a Humanidade")

Elizabeth Taylor em “Assim Caminha a Humanidade”

3 – ELIZABETH TAYLOR, por Assim Caminha a Humanidade

Anteriormente em Musas retroativas4ª em 1954, por No Caminho dos Elefantes e por A Última Vez que Vi ParisPosteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1958, por Gata em Teto de Zinco Quente; 1ª em 1959, por De Repente, no Último Verão; 2ª em 1960, por Disque Butterfield 8; 3ª em 1963, por Cleópatra; 15ª em 1965, por Adeus às Ilusões; 18ª em 1970, por Jogo de Paixões.

4 - Marilyn Monroe ("Nunca Fui Santa")

Marilyn Monroe em “Nunca Fui Santa”

4 – MARILYN MONROE, por Nunca Fui Santa

Anteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1952, por O Inventor da Mocidade, por Almas Desesperadas, por Só a Mulher Peca, por Travessuras de Maridos e por Páginas da Vida; 3ª em 1953, por Os Homens Preferem as Louras, por Torrentes de Paixão e por Como Agarrar um Milionário3ª em 1954, por O Mundo da Fantasia e por O Rio das Almas Perdidas; 1ª em 1955, por O Pecado Mora ao LadoPosteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1957, por O Príncipe e a Corista; 2ª em 1959, por Quanto Mais Quente Melhor; 11ª em 1960, por Adorável Pecadora; 2ª em 1961, por Os Desajustados; 1ª em 1962, por Something’s Got to Give.

5 - Carroll Baker ("Boneca de Carne" e...)

Carroll Baker em “Boneca de Carne”

5 - Carroll Baker (...também por "Assim Caminha a Humanidade")

Carroll Baker em “Assim Caminha a Humanidade”

5 – CARROLL BAKER, por Boneca de Carne e por Assim Caminha a Humanidade

Posteriormente em Musas retroativas: 16ª em 1958, por Da Terra Nascem os Homens; 8ª em 1965, por Harlow, a Vênus Platinada.

6 - Dorothy Malone ("Palavras ao Vento")

Dorothy Malone em “Palavras ao Vento”

6 – DOROTHY MALONE , por Palavras ao Vento

Anteriormente em Musas retroativas13ª em 1955, por Artistas e Modelos. Posteriormente em Musas retroativas: 13ª em 1961, por O Último Pôr-do-Sol.

7 - Audrey Hepburn ("Guerra e Paz")

Audrey Hepburn em “Guerra e Paz”

7 – AUDREY HEPBURN, por Guerra e Paz

Anteriormente em Musas retroativas1ª em 1953, por A Princesa e o Plebeu2ª em 1954, por Sabrina. Posteriormente em Musas retroativas: 2ª em 1957, por Cinderela em Paris e por Amor na Tarde; 10ª em 1959, por Uma Cruz à Beira do Abismo e por A Flor que Não Morreu; 12ª em 1960, por O Passado Não Perdoa; 1ª em 1961, por Bonequinha de Luxo e por Infâmia; 7ª em 1963, por Charada; 9ª em 1964, por My Fair Lady e por Quando Paris Alucina; 3ª, em 1966, por Como Roubar um Milhão de Dólares; 8ª em 1967, por Um Caminho para Dois e por Um Clarão nas Trevas; 16ª em 1976, por Robin e Marian.

8 - Kim Novak ("O Homem do Braço de Ouro" e...)

Kim Novak em “O Homem do Braço de Ouro”

8 - Kim Novak (...também por "Melodia Imortal")

Kim Novak em “Melodia Imortal”

8 – KIM NOVAK, por O Homem do Braço de Ouro e por Melodia Imortal

Anteriormente em Musas retroativas4ª em 1955, por Férias de AmorPosteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1957, por Meus Dois Carinhos; 2ª em 1958, por Um Corpo que Cai; 18ª em 1960, por O Nono Mandamento; 15ª em 1964, por Beija-me, Idiota e por Servidão Humana.

9 - Julie London ("Sabes o que Quero")

Julie London em “Sabes o que Quero”

9 – JULIE LONDON, por Sabes o que Quero

Posteriormente em Musas retroativas: 9ª em 1958, por O Homem do Oeste.

10 - Ingrid Bergman ("Anastácia, a Princesa Esquecida")

Ingrid Bergman em “Anastácia, a Princesa Esquecida”

10 – INGRID BERGMAN, por Anastácia, a Princesa Esquecida

Anteriormente em Musas retroativas: 7ª em 1954, por Romance na ItáliaPosteriormente em Musas retroativas: 17ª em 1958, por Indiscreta e por A Morada da Sexta Felicidade; 15ª em 1969, por Flor de Cacto.

11 - Shirley MacLaine ("A Volta ao Mundo em 80 Dias")

Shirley MacLaine em “A Volta ao Mundo em 80 Dias”

11 – SHIRLEY MACLAINE, por A Volta ao Mundo em 80 Dias

Anteriormente em Musas retroativas11ª em 1955, por O Terceiro Tiro e por Artistas e Modelos. Posteriormente em Musas retroativas: 18ª em 1958, por Deus Sabe Quanto Amei, por Irresistível Forasteiro e por A Mercadora da Felicidade; 9ª em 1960, por Se Meu Apartamento Falasse e por Can Can; 12ª em 1961, por Infâmia; 11ª em 1963, por Irma la Douce; 10ª em 1969, por Charity, Meu Amor; 19ª em 1970, por Os Abutres Têm Fome.

12 - Doris Day ("O Homem que Sabia Demais")

Doris Day em “O Homem que Sabia Demais”

12 – DORIS DAY, por O Homem que Sabia Demais

Anteriormente em Musas retroativas3ª em 1955, por Ama-me ou Esquece-mePosteriormente em Musas retroativas: 7ª em 1957, por Um Pijama para Dois; 15ª em 1958, por Um Amor de Professora e por O Túnel do Amor; 9ª em 1959, por Confidências à Meia-Noite e por A Viuvinha Indomável; 18ª em 1961, por Volta, Meu Amor.

13 - Anne Baxter ("Os Dez Mandamentos")

Anne Baxter em “Os Dez Mandamentos”

13 – ANNE BAXTER, por Os Dez Mandamentos

14 - Vera Miles ("Rastros de Ódio")

Vera Miles em “Rastros de Ódio”

14 – VERA MILES, por Rastros de Ódio

Posteriormente em Musas retroativas: 9ª em 1957, por O Homem Errado; 11ª em 1962, por O Homem que Matou o Facínora.

15 - Eleanor Parker ("O Homem do Braço de Ouro")

Eleanor Parker em “O Homem do Braço de Ouro”

15 – ELEANOR PARKER, por O Homem do Braço de Ouro

Anteriormente em Musas retroativas: 20ª em 1954, por A Selva Nua e por O Vale dos Reis. 

16 - Pier Angeli ("Marcado pela Sarjeta")

Pier Angeli em “Marcado pela Sarjeta”

16 – PIER ANGELI, por Marcado pela Sarjeta

Posteriormente em Musas retroativas14ª em 1958, por Viva o Palhaço!; 13ª em 1962, por Sodoma e Gomorra.

17 - Susan Hayward ("Sangue de Bárbaros")

Susan Hayward em “Sangue de Bárbaros”

17 – SUSAN HAYWARD, por Sangue de Bárbaros

Anteriormente em Musas retroativas: 17ª em 1955, por Duelos de Paixões, por Eu Chorarei Amanhã e por O Aventureiro de Hong Kong.

18 - Deborah Kerr ("O Rei e Eu" e...)

Deborah Kerr em “O Rei e Eu”

18 - Deborah Kerr (...também por "Chá e Simpatia")

Deborah Kerr em “Chá e Simpatia”

18 – DEBORAH KERR, por O Rei e Eu e por Chá e Simpatia

Anteriormente em Musas retroativas5ª em 1953, por A um Passo da Eternidade15ª em 1955, por Pelo Amor de Meu AmorPosteriormente em Musas retroativas: 10ª em 1957, por Tarde Demais para Esquecer e por O Céu É Testemunha; 17ª em 1959, por Crepúsculo Vermelho.

19 - Lauren Bacall ("Palavras ao Vento")

Lauren Bacall em “Palavras ao Vento”

19 – LAUREN BACALL, por Palavras ao Vento

Anteriormente em Musas retroativas: 18ª em Como Agarrar um Milionário17ª em 1955, por Rota Sagrenta. Posteriormente em Musas retroativas: 5ª em 1957, por Teu Nome É Mulher.

20 - Cyd Charisse ("Viva Las Vegas")

Cyd Charisse em “Viva Las Vegas”

20 – CYD CHARISSE, por Viva Las Vegas

Anteriormente em Musas retroativas1ª em 1952, por Cantando na Chuva; 2ª em 1953, por A Roda da Fortuna6ª em 1954, por A Lenda dos Beijos Perdidos; 5ª em 1955, por Dançando nas NuvensPosteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1957, por Meias de Seda; 5ª em 1958, por A Bela do Bas-Fond.

Musas de 1955 <<
>> Musas de 1957

1 - Cyd Charisse ("Meias de Seda")

Cyd Charisse em “Meias de Seda”

1 – CYD CHARISSE, por Meias de Seda

Anteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1952, por Cantando na Chuva; 2ª em 1953, por A Roda da Fortuna6ª em 1954, por A Lenda dos Beijos Perdidos; 5ª em 1955, por Dançando nas Nuvens; 20ª em 1956, por Viva Las Vegas. Posteriormente em Musas retroativas: 5ª em 1958, por A Bela do Bas-Fond.

A comunistíssima Ninotchka despreza os prazeres capitalistas, até sentir ser seduzida por umas meias de seda. E aí, Ninotchka se revela Cyd Charisse, as melhores pernas que o cinema já teve (pela beleza e pelo uso em números de dança maravilhosos). E a vitória dessa estrela dos musicais é valorizada por suas acompanhantes no pódio: a funny face Audrey Hepburn, em dois filmes “apenas” de Billy Wilder e Stanley Donen – e em um deles também dançando – e Marilyn Monroe na Inglaterra. Hollywood dominou o ano: a primeira musa em filme europeu aparece em sexto, cortesia de Ingmar Bergman. Sophia Loren marca presença com três filmes. Primeira aparição: Bibi Andersson, Joanne Woodward, Jean Seberg. Última aparição: Jennifer Jones, Lauren Bacall. Única aparição: Ingrid Thulin, Mitzi Gaynor, Marlene Dietrich, Terry MooreBrasileiras na lista: nenhuma.

2 - Audrey Hepburn ("Amor na Tarde" e...)

Audrey Hepburn em “Amor na Tarde”

2 - Audrey Hepburn (...também por "Cinderela em Paris")

Audrey Hepburn em “Cinderela em Paris”

2 – AUDREY HEPBURN, por Amor na Tarde e por Cinderela em Paris

Anteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1953, por A Princesa e o Plebeu2ª em 1954, por Sabrina; 7ª em 1956, por Guerra e Paz. Posteriormente em Musas retroativas: 10ª em 1959, por Uma Cruz à Beira do Abismo e por A Flor que Não Morreu; 12ª em 1960, por O Passado Não Perdoa; 1ª em 1961, por Bonequinha de Luxo e por Infâmia; 7ª em 1963, por Charada; 9ª em 1964, por My Fair Lady e por Quando Paris Alucina; 3ª, em 1966, por Como Roubar um Milhão de Dólares; 8ª em 1967, por Um Caminho para Dois e por Um Clarão nas Trevas; 16ª em 1976, por Robin e Marian.

3 - Marilyn Monroe ("O Príncipe e a Corista")

Marilyn Monroe em “O Príncipe e a Corista”

3 – MARILYN MONROE, por O Príncipe e a Corista

Anteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1952, por O Inventor da Mocidade, por Almas Desesperadas, por Só a Mulher Peca, por Travessuras de Maridos e por Páginas da Vida; 3ª em 1953, por Os Homens Preferem as Louras, por Torrentes de Paixão e por Como Agarrar um Milionário; 3ª em 1954, por O Mundo da Fantasia e por O Rio das Almas Perdidas; 1ª em 1955, por O Pecado Mora ao Lado; 4ª em 1956, por Nunca Fui Santa. Posteriormente em Musas retroativas: 2ª em 1959, por Quanto Mais Quente Melhor; 8ª em 1960, por Adorável Pecadora; 2ª em 1961, por Os Desajustados; 1ª em 1962, por Something’s Got to Give.

4 - Kim Novak ("Meus Dois Carinhos")

Kim Novak em “Meus Dois Carinhos”

4 – KIM NOVAK, por Meus Dois Carinhos

Anteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1955, por Férias de Amor; 8ª em 1956, por O Homem do Braço de Ouro e por Melodia Imortal. Posteriormente em Musas retroativas: 2ª em 1958, por Um Corpo que Cai; 18ª em 1960, por O Nono Mandamento; 15ª em 1964, por Beija-me, Idiota e por Servidão Humana.

5 - Lauren Bacall ("Teu Nome É Mulher")

Lauren Bacall em “Teu Nome É Mulher”

5 – LAUREN BACALL, por Teu Nome É Mulher

Anteriormente em Musas retroativas: 18ª em Como Agarrar um Milionário17ª em 1955, por Rota Sagrenta; 19ª em 1956, por Palavras ao Vento.

6 - Bibi Andersson ("O Sétimo Selo" e...)

Bibi Andersson em “O Sétimo Selo”

6 - Bibi Andersson (...também por "Morangos Silvestres")

Bibi Andersson em “Morangos Silvestres”

6 – BIBI ANDERSSON, por O Sétimo Selo e por Morangos Silvestres

Posteriormente em Musas retroativas9ª em 1966, por Persona – Quando Duas Mulheres Pecam.

7 - Doris Day ("Um Pijama para Dois")

Doris Day em “Um Pijama para Dois”

7 – DORIS DAY, por Um Pijama para Dois

Anteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1955, por Ama-me ou Esquece-me; 12ª em 1956, por O Homem que Sabia DemaisPosteriormente em Musas retroativas: 15ª em 1958, por Um Amor de Professora e por O Túnel do Amor; 9ª em 1959, por Confidências à Meia-Noite e por A Viuvinha Indomável; 18ª em 1961, por Volta, Meu Amor.

8 - Joanne Woodward ("As Três Máscaras de Eva")

Joanne Woodward em “As Três Máscaras de Eva”

8 – JOANNE WOODWARD, por As Três Máscaras de Eva

Posteriormente em Musas retroativas19º em 1959, por The Fugitive Kind; 20ª em 1961, por Paris Vive à Noite; 18ª em 1968, por Rachel, Rachel.

9 - Vera Miles ("O Homem Errado")

Vera Miles em “O Homem Errado”

9 – VERA MILES, por O Homem Errado

Anteriormente em Musas retroativas: 14ª em 1956, por Rastros de Ódio. Posteriormente em Musas retroativas: 11ª em 1962, por O Homem que Matou o Facínora.

10 - Deborah Kerr ("Tarde Demais para Esquecer" e...)

Deborah Kerr em “Tarde Demais para Esquecer”

10 - Deborah Kerr (... também por "O Céu É Testemunha")

Deborah Kerr em “O Céu É Testemunha”

10 – DEBORAH KERR, por Tarde Demais para Esquecer e por O Céu É Testemunha

Anteriormente em Musas retroativas: 5ª em 1953, por A um Passo da Eternidade15ª em 1955, por Pelo Amor de Meu Amor; 18ª em 1956, por O Rei e Eu e por Chá e SimpatiaPosteriormente em Musas retroativas: 17ª em 1959, por Crepúsculo Vermelho.

11 - Sophia Loren ("A Lenda da Estátua Nua" e...)

Sophia Loren em “A Lenda da Estátua Nua”

11 - Sophia Loren "...também por "Orgulho e Paixão"...)

Sophia Loren em “Orgulho e Paixão”

11 - Sophia Loren (...e por "A Lenda dos Desaparecidos")

Sophia Loren em “A Lenda dos Desaparecidos”

11 – SOPHIA LOREN, por A Lenda da Estátua Nua, por Orgulho e Paixão e por A Lenda dos Desaparecidos

Anteriormente em Musas retroativas12ª em 1954, por Duas Noites com Cleópatra e por A Invasão dos Bárbaros. Posteriormente em Musas retroativas: 19ª em 1958, por Tentação Morena, por A Orquídea Negra, por Desejo e por A Chave; 4ª em 1960, por Duas Mulheres, por Começou em Nápoles e por The Millionairess; 14ª em 1961, por El Cid; 6ª em 1962, por Boccaccio ’70; 4ª em 1963, por Ontem, Hoje e Amanhã; 8ª em 1964, por Matrimônio à Italiana e por A Queda do Império Romano; 14ª em 1966, por Arabesque; 20ª em 1967, por A Condessa de Hong Kong; 5ª em 1972, por O Homem de La Mancha.

12 - Ingrid Thulin ("Morangos Silvestres")

Ingrid Thulin em “Morangos Silvestres”

12 – INGRID THULIN, por Morangos Silvestres

13 - Mitzi Gaynor ("Les Girls" e...)

Mitzi Gaynor em “Les Girls”

13 - Mitzi Gaynor (...também por "Chorei por Você")

Mitzi Gaynor em “Chorei por Você”

13 – MITZI GAYNOR, por Les Girls e por Chorei por Você

14 - Jennifer Jones ("Adeus às Armas")

Jennifer Jones en “Adeus às Armas”

14 – JENNIFER JONES, por Adeus às Armas

Anteriormente em Musas retroativas: 20ª em 1953, por O Diabo Riu por Último e por Quando a Mulher Erra; 7ª em 1955, por Suplício de uma Saudade.

15 - Romy Schneider ("Sissi e Seu Destino")

Romy Schneider em “Sissi e Seu Destino”

15 – ROMY SCHNEIDER, por Sissi e Seu Destino

Anteriormente em Musas retroativas18ª em 1955, por SissiPosteriormente em Musas retroativas: 15ª em 1962, por Boccaccio ’70; 16ª em 1965, por O que É que Há, Gatinha?.; 11ª em 1972, por Ludwig, o Último Rei da Bavária.

16 - Ava Gardner ("E Agora Brilha o Sol")

Ava Gardner em “E Agora Brilha o Sol”

16 – AVA GARDNER, por E Agora Brilha o Sol

Anteriormente em Musas retroativas6ª em 1953, por Mogambo; 10ª em 1954, por A Condessa Descalça. Posteriormente em Musas retroativas: 11ª em 1958, por A Maja Desnuda.

17 - Marlene Dietrich ("Testemunha de Acusação")

Marlene Dietrich em “Testemunha de Acusação”

17 – MARLENE DIETRICH, por Testemunha de Acusação

18 - Lana Turner ("A Caldeira do Diabo")

Lana Turner em “A Caldeira do Diabo”

18 – LANA TURNER, por A Caldeira do Diabo

Anteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1952, por Assim Estava Escrito; 14ª em 1954, por Atraiçoado; 8ª em 1955, por O Filho Pródigo e por Mares ViolentosPosteriormente em Musas retroativas: 15ª em 1959, por Imitação da Vida.

19 - Jean Seberg ("Santa Joana")

Jean Seberg em “Santa Joana”

19 – JEAN SEBERG, por Santa Joana

Posteriormente em Musas retroativas: 13ª em 1958, por Bom Dia, Tristeza; 3ª em 1960, por Acossado.

20 - Terry Moore ("A Caldeira do Diabo")

Terry Moore em “A Caldeira do Diabo”

20 – TERRY MOORE, por A Caldeira do Diabo

Musas de 1956 <<
>> Musas de 1958

1 - Elizabeth Taylor ("Gata em Teto de Zinco Quente")

Elizabeth Taylor em “Gata em Teto de Zinco Quente”

1 – ELIZABETH TAYLOR, por Gata em Teto de Zinco Quente

Anteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1954, por No Caminho dos Elefantes e por A Última Vez que Vi Paris; 3ª em 1956, por Assim Caminha a Humanidade. Posteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1959, por De Repente, no Último Verão; 2ª em 1960, por Disque Butterfield 8; 3ª em 1963, por Cleópatra; 15ª em 1965, por Adeus às Ilusões;  18ª em 1970, por Jogo de Paixões.

Ela queria, Paul Newman não estava muito a fim. Ronronando através de Gata em Teto de Zinco Quente, Liz Taylor era tensão sexual em uma época na qual Hollywood tentava abafar qualquer chamazinha do tipo. Como Maggie, a gata, Liz era um incêndio só. Ela conseguiu o difícil feito de alcançar duas vezes o primeiro lugar e ser a única a consegui-lo em dois anos seguidos. E foi um ano e tanto. Kim Novak foi loura de Hitchcock no enigmático papel duplo de Um Corpo que Cai, Bardot sempre sedutora e com pouca roupa em dois filmes, Jeanne Moreau na antológica cena de sexo de Os Amantes, e Sophia Loren, sempre produtiva, comparecendo com quatro filmes. Primeira aparição: Jeanne Moreau, Janet Leigh, Maria Schell, Sylva Koscina. Última aparição: Cyd Charisse, Ava Gardner, Julie London, Leslie CaronBrasileiras na lista: nenhuma.

2 - Kim Novak ("Um Corpo que Cai" e...)

Kim Novak em “Um Corpo que Cai”

2 - Kim Novak (...também por "Sortilégio do Amor")

Kim Novak em “Sortilégio do Amor”

2 – KIM NOVAK, por Um Corpo que Cai e por Sortilégio do Amor

Anteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1955, por Férias de Amor; 8ª em 1956, por O Homem do Braço de Ouro e por Melodia Imortal; 4ª em 1957, por Meus Dois CarinhosPosteriormente em Musas retroativas: 18ª em 1960, por O Nono Mandamento; 15ª em 1964, por Beija-me, Idiota e por Servidão Humana.

2 - Brigitte Bardot ("Amar É Minha Profissão" e...)

Brigitte Bardot em “Amar É Minha Profissão”

2 - Brigitte Bardot (...também por "Vingança de Mulher")

Brigitte Bardot em “Vingança de Mulher”

3 – BRIGITTE BARDOT, por Amar É Minha Profissão e por Vingança de Mulher

Posteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1956, por E Deus Criou a Mulher. Posteriormente em Musas retroativas: 5ª em 1960, por A Verdade; 2ª em 1963, por O Desprezo; 6ª em 1965, por Viva Maria!; 11ª em 1968, por Shalako; 10ª em 1973, por Se Don Juan Fosse Mulher.

4 - Jeanne Moreau ("Os Amantes" e...)

Jeanne Moreau em “Os Amantes”

4 - Jeanne Moreau (...também por Ascensor para o Cadafalso")

Jeanne Moreau em “Ascensor para o Cadafalso”

4 – JEANNE MOREAU, por Os Amantes e por Ascensor para o Cadafalso

Posteriormente em Musas retroativas: 13ª em 1959, por As Ligações Perigosas; 8ª em 1961, por A Noite; 4ª em 1962, por Jules e Jim – Uma Mulher para Dois; 18ª em 1964, por Diário de uma Camareira; 10ª em 1965, por Viva Maria! e por Falstaff – O Toque da Meia-Noite.

4 - Cyd Charisse ("A Bela do Bas-Fond")

Cyd Charisse em “A Bela do Bas-Fond”

5 – CYD CHARISSE, por A Bela do Bas-Fond

Anteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1952, por Cantando na Chuva; 2ª em 1953, por A Roda da Fortuna; 6ª em 1954, por A Lenda dos Beijos Perdidos; 5ª em 1955, por Dançando nas Nuvens; 20ª em 1956, por Viva Las Vegas; 1ª em 1957, por Meias de Seda.

7 - Janet Leigh ("A Marca da Maldade")

Janet Leigh em “A Marca da Maldade”

6 – JANET LEIGH, por A Marca da Maldade

Anteriormente em Musas retroativas11ª em 1953, por O Preço de um Homem, por Que Delícia o Amor e por Houdini, o Homem MiraculosoPosteriormente em Musas retroativas11ª em 1960, por Psicose.

7 - Leslie Caron ("Gigi")

Leslie Caron em “Gigi”

7 – LESLIE CARON, por Gigi

Anteriormente em Musas retroativas: 20ª em 1955, por Papai Pernilongo e por O Sapatinho de Cristal.

8 - Jean Simmons ("Da Terra Nascem os Homens")

Jean Simmons em “Da Terra Nascem os Homens”

8 – JEAN SIMMONS, por Da Terra Nascem os Homens

Anteriormente em Musas retroativas: 12ª em 1953, por O Manto Sagrado, por Papai Não Quer e por A Rainha Virgem; 15ª em 1954, por Desirée, o Amor de NapoleãoPosteriormente em Musas retroativas7ª em 1960, por Spartacus e por Entre Deus e o Pecado.

8 - Julie London ("O Homem do Oeste")

Julie London em “O Homem do Oeste”

9 – JULIE LONDON, por O Homem do Oeste

Anteriormente em Musas retroativas: 9ª em 1956, por Sabes o que Quero.

10 - Natalie Wood ("Até o Último Alento")

Natalie Wood em “Até o Último Alento”

10 – NATALIE WOOD, por Até o Último Alento

Anteriormente em Musas retroativas6ª em 1955, por Juventude TransviadaPosteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1961, por Clamor do Sexo e por Amor, Sublime Amor; 10ª em 1962, por Em Busca de um Sonho; 3ª em 1964, por Médica, Bonita e Solteira;4ª em 1965, por A Corrida do Século; 13ª em 1966, por Esta Mulher É Proibida; 3ª em 1969, por Bob & Carol & Ted & Alice.

9 - Ava Gardner ("A Maja Desnuda")

Ava Gardner em “A Maja Desnuda”

11 – AVA GARDNER, por A Maja Desnuda

Anteriormente em Musas retroativas: 6ª em 1953, por Mogambo; 10ª em 1954, por A Condessa Descalça; 16ª em 1957, por E Agora Brilha o Sol.

10 - Maria Schell ("Os Irmãos Karamazov")

Maria Schell em “Os Irmãos Karamazov”

12 – MARIA SCHELL, por Os Irmãos Karamazov

Posteriormente em Musas retroativas: 20ª em 1959, por A Árvore dos Enforcados.

11 - Jean Seberg ("Bom Dia, Tristeza")

Jean Seberg em “Bom Dia, Tristeza”

13 – JEAN SEBERG, por Bom Dia, Tristeza

Anteriormente em Musas retroativas: 19ª em 1957, por Santa JoanaPosteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1960, por Acossado.

12 - Pier Angeli ("Viva o Palhaço!")

Pier Angeli em “Viva o Palhaço!”

14 – PIER ANGELI, por Viva o Palhaço!

Anteriormente em Musas retroativas16ª em 1956, por Marcado pela SarjetaPosteriormente em Musas retroativas: 13ª em 1962, por Sodoma e Gomorra.

13 - Doris Day ("Um Amor de Professora" e...)

Doris Day em “Um Amor de Professora”

13 - Doris Day (...também por "O Túnel do Amor")

Doris Day em “O Túnel do Amor”

15 – DORIS DAY, por Um Amor de Professora e por O Túnel do Amor

Anteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1955, por Ama-me ou Esquece-me; 12ª em 1956, por O Homem que Sabia Demais; 7ª em 1957, por Um Pijama para DoisPosteriormente em Musas retroativas: 9ª em 1959, por Confidências à Meia-Noite e por A Viuvinha Indomável; 18ª em 1961, por Volta, Meu Amor.

16 - Carroll Baker ("Da Terra Nascem os Homens")

Carroll Baker em “Da Terra Nascem os Homens”

16 – CARROLL BAKER, por Da Terra Nascem os Homens

Anteriormente em Musas retroativas: 5ª em 1956, por Boneca de Carne e por Assim Caminha a Humanidade. Posteriormente em Musas retroativas: 8ª em 1965, por Harlow, a Vênus Platinada.

18 - Ingrid Bergman ("Indiscreta" e...)

Ingrid Bergman em “Indiscreta”

18 - Ingrid Bergman (...também por "A Morada da Sexta Felicidade")

Ingrid Bergman em “A Morada da Sexta Felicidade”

17 – INGRID BERGMAN, por Indiscreta e por A Morada da Sexta Felicidade

Anteriormente em Musas retroativas: 7ª em 1954, por Romance na Itália; 10ª em 1956, por Anastácia, a Princesa Esquecida. Posteriormente em Musas retroativas: 15ª em 1969, por Flor de Cacto.

19 - Shirley MacLaine ("Deus Sabe Quanto Amei e...)

Shirley MacLaine em “Deus Sabe Quanto Amei”

19 - Shirley MacLaine (...também por "Irresistível Forasteiro"...)

Shirley MacLaine em “Irresistível Forasteiro”

19 - Shirley MacLaine (...e por "A Mercadora da Felicidade")

Shirley MacLaine em “A Mercadora da Felicidade”

18 – SHIRLEY MACLAINE, por Deus Sabe Quanto Amei, por Irresistível Forasteiro e por A Mercadora da Felicidade

Anteriormente em Musas retroativas: 11ª em 1955, por O Terceiro Tiro e por Artistas e Modelos; 11ª em 1956, por A Volta ao Mundo em 80 DiasPosteriormente em Musas retroativas: 9ª em 1960, por Se Meu Apartamento Falasse e por Can Can; 12ª em 1961, por Infâmia; 11ª em 1963, por Irma la Douce; 10ª em 1969, por Charity, Meu Amor; 19ª em 1970, por Os Abutres Têm Fome.

20 - Sophia Loren ("Tantação Morena" e...)

Sophia Loren em “Tantação Morena”

20 - Sophia Loren (...e também por "A Orquídea Negra"...)

Sophia Loren em “A Orquídea Negra”

20 - Sophia Loren (...por "Desejo"...)

Sophia Loren em “Desejo”

20 - Sophia Loren (...e por "A Chave")

Sophia Loren em “A Chave”

19 – SOPHIA LOREN, por Tentação Morena, por A Orquídea Negra, por Desejo e por A Chave

Anteriormente em Musas retroativas: 12ª em 1954, por Duas Noites com Cleópatra e por A Invasão dos Bárbaros; 11ª em 1957, por A Lenda da Estátua Nua, por Orgulho e Paixão e por A Lenda dos DesaparecidosPosteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1960, por Duas Mulheres, por Começou em Nápoles e por The Millionairess; 14ª em 1961, por El Cid; 6ª em 1962, por Boccaccio ’70; 4ª em 1963, por Ontem, Hoje e Amanhã; 8ª em 1964, por Matrimônio à Italiana e por A Queda do Império Romano; 14ª em 1966, por Arabesque; 20ª em 1967, por A Condessa de Hong Kong; 5ª em 1972, por O Homem de La Mancha.

20 - Sylva Koscina ("As Façanhas de Hércules")

Sylva Koscina em “As Façanhas de Hércules”

20 – SYLVA KOSCINA, por As Façanhas de Hércules

Posteriormente em Musas retroativas20ª em 1965, por Julieta dos Espíritos.

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1 - Elizabeth Taylor ("De Repente, no Último Verão")

Elizabeth Taylor em “De Repente, no Último Verão”

1 – ELIZABETH TAYLOR, por De Repente, no Último Verão

Anteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1954, por No Caminho dos Elefantes e por A Última Vez que Vi Paris; 3ª em 1956, por Assim Caminha a Humanidade; 1ª em 1958, por Gata em Teto de Zinco QuentePosteriormente em Musas retroativas: 2ª em 1960, por Disque Butterfield 8; 3ª em 1963, por Cleópatra; 15ª em 1965, por Adeus às Ilusões;  18ª em 1970, por Jogo de Paixões.

Havia uma disputa particular entre Marilyn Monroe e Liz Taylor no final dos anos 1950 e começo dos 1960. Duas das mulheres mais lindas do planeta e com sex-appeal nas alturas, elas revezam boa parte dos primeiros lugares nesses anos. Aqui, entre Marilyn sacudindo as cadeiras em “Runnin’ wild”, de Quanto Mais Quente Melhor, e Liz de maiô branco na praia, decotão e observada com lascívia pelos homens ao redor, no pesado De Repente, no Último Verão, optamos, com dificuldade, por Liz. É um flashback de um passado perturbador, que a levou a uma instituição mental: a atriz vinha procurando esses papéis mais difíceis. O ano ainda teve Eva Marie Saint em um papel mais sexy que o de costume, Angie Dickinson e Lee Remick desconcertando respectivamente John Wayne e James Stewart em seus filmes, e Norma Bengell levando Oscarito à loucura ao imitar Brigitte Bardot em O Homem do SputnikPrimeira aparição: Angie Dickinson, Norma Bengell, Annette Vadim, Elsa Martinelli. Última aparição: Dorothy Dandridge, Lana Turner, Deborah Kerr, Maria Schell. Única aparição: Lee Remick, Marpessa Dawn, Haya Harareet, Emmanuelle Riva. Brasileiras na lista: Norma Bengell.

2 - Marilyn Monroe ("Quanto Mais Quente Melhor")

Marilyn Monroe em “Quanto Mais Quente Melhor”

2 – MARILYN MONROE, por Quanto Mais Quente Melhor

Anteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1952, por O Inventor da Mocidade, por Almas Desesperadas, por Só a Mulher Peca, por Travessuras de Maridos e por Páginas da Vida; 3ª em 1953, por Os Homens Preferem as Louras, por Torrentes de Paixão e por Como Agarrar um Milionário3ª em 1954, por O Mundo da Fantasia e por O Rio das Almas Perdidas; 1ª em 1955, por O Pecado Mora ao Lado; 4ª em 1956, por Nunca Fui Santa; 3ª em 1957, por O Príncipe e a CoristaPosteriormente em Musas retroativas: 8ª em 1960, por Adorável Pecadora; 2ª em 1961, por Os Desajustados; 1ª em 1962, por Something’s Got to Give.

3 - Eva Marie Saint ("Intriga Internacional")

Eva Marie Saint em “Intriga Internacional”

3 – EVA MARIE SAINT, por Intriga Internacional

Anteriormente em Musas retroativas: 11ª em 1954, por Sindicato de LadrõesPosteriormente em Musas retroativas20ª em 1962, por Anjo Violento.

4 - Angie Dickinson ("Onde Começa o Inferno")

Angie Dickinson em “Onde Começa o Inferno”

4 – ANGIE DICKINSON, por Onde Começa o Inferno

Posteriormente em Musas retroativas: 15ª em 1960, por Onze Homens e um Segredo; 12ª em 1962, por Candelabro Italiano; 15ª em 1966, por Caçada Humana; 7ª em 1967, por À Queima-Roupa; 17ª em 1980, por Vestida para Matar.

5 - Norma Bengell ("O Homem do Sputnik")

Norma Bengell em “O Homem do Sputnik”

5 – NORMA BENGELL, por O Homem do Sputnik

Posteriormente em Musas retroativas: 5ª em 1962, por Os Cafajestes e por O Pagador de Promessas; 1ª em 1964, por Noite Vazia.

6 - Lee Remick ("Anatomia de um Crime")

Lee Remick em “Anatomia de um Crime”

6 – LEE REMICK, por Anatomia de um Crime

7 - Dorothy Dandridge ("Porgy & Bess")

Dorothy Dandridge em “Porgy & Bess”

7 – DOROTHY DANDRIDGE, por Porgy & Bess

Anteriormente em Musas retroativas5ª em 1954, por Carmen Jones.

8 - Gina Lollobrigida ("Salomão e a Rainha de Sabá")

Gina Lollobrigida em “Salomão e a Rainha de Sabá”

8 – GINA LOLLOBRIGIDA, por Salomão e a Rainha de Sabá

Anteriormente em Musas retroativas: 6ª em 1952, por Fanfan la Tulipe; 8ª em 1953, por Pão, Amor e Fantasia e por O Diabo Riu por ÚltimoPosteriormente em Musas retroativas9ª em 1961, por Quando Setembro Vier; 14ª em 1971, por A Quadrilha da Fronteira.

9 - Doris Day ("Confidências à Meia-Noite")

Doris Day em “Confidências à Meia-Noite”

9 - Doris Day ("...também por "A Viuvinha Indomável")

Doris Day em “A Viuvinha Indomável”

9 – DORIS DAY, por Confidências à Meia-Noite e por A Viuvinha Indomável

Anteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1955, por Ama-me ou Esquece-me; 12ª em 1956, por O Homem que Sabia Demais; 7ª em 1957, por Um Pijama para Dois; 15ª em 1958, por Um Amor de Professora e por O Túnel do AmorPosteriormente em Musas retroativas: 18ª em 1961, por Volta, Meu Amor.

10 - Audrey Hepburn ("Uma Cruz à Beira do Abismo" e...)

Audrey Hepburn em “Uma Cruz à Beira do Abismo”

10 - Audrey Hepburn (...também por "A Flor que Não Morreu")

Audrey Hepburn em “A Flor que Não Morreu”

10 – AUDREY HEPBURN, por Uma Cruz à Beira do Abismo e por A Flor que Não Morreu

Anteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1953, por A Princesa e o Plebeu2ª em 1954, por Sabrina; 7ª em 1956, por Guerra e Paz; 2ª em 1957, por Cinderela em Paris e por Amor na TardePosteriormente em Musas retroativas: 12ª em 1960, por O Passado Não Perdoa; 1ª em 1961, por Bonequinha de Luxo e por Infâmia; 7ª em 1963, por Charada; 9ª em 1964, por My Fair Lady e por Quando Paris Alucina; 3ª, em 1966, por Como Roubar um Milhão de Dólares; 8ª em 1967, por Um Caminho para Dois e por Um Clarão nas Trevas; 16ª em 1976, por Robin e Marian.

11 - Annette Vadim ("As Ligações Perigosas")

Annette Vadim em “As Ligações Perigosas”

11 – ANNETTE VADIM, por As Ligações Perigosas

Posteriormente em Musas retroativas: 14ª em 1960, por Rosas de Sangue.

12 - Elsa Martinelli ("A Longa Noite de Loucuras")

Elsa Martinelli em “A Longa Noite de Loucuras”

12 – ELSA MARTINELLI, por A Longa Noite de Loucuras

Posteriormente em Musas retroativas16ª em 1960, por Rosas de Sangue; 14ª em 1962, por Hatari!

13 - Jeanne Moreau ("As Ligações Perigosas")

Jeanne Moreau em “As Ligações Perigosas”

13 – JEANNE MOREAU, por As Ligações Perigosas

Anteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1958, por Os Amantes e por Ascensor para o CadafalsoPosteriormente em Musas retroativas: 8ª em 1961, por A Noite; 4ª em 1962, por Jules e Jim – Uma Mulher para Dois; 18ª em 1964, por Diário de uma Camareira; 10ª em 1965, por Viva Maria! e por Falstaff – O Toque da Meia-Noite.

14 - Marpessa Dawn ("Orfeu Negro")

Marpessa Dawn em “Orfeu Negro”

14 – MARPESSA DAWN, por Orfeu Negro

15 - Lana Turner ("....")

Lana Turner em “Imitação da Vida”

15 – LANA TURNER, por Imitação da Vida

Anteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1952, por Assim Estava Escrito; 14ª em 1954, por Atraiçoado; 8ª em 1955, por O Filho Pródigo e por Mares Violentos; 18ª em 1957, por A Caldeira do Diabo.

16 - Haya Harareet ("Ben-Hur")

Haya Harareet em “Ben-Hur”

16 – HAYA HARAREET, por Ben-Hur

17 - Deborah Kerr ("Crepúsculo Vermelho")

Deborah Kerr em “Crepúsculo Vermelho”

17 – DEBORAH KERR, por Crepúsculo Vermelho

Anteriormente em Musas retroativas: 5ª em 1953, por A um Passo da Eternidade; 15ª em 1955, por Pelo Amor de Meu Amor; 18ª em 1956, por O Rei e Eu e por Chá e Simpatia; 10ª em 1957, por Tarde Demais para Esquecer e por O Céu É Testemunha.

18 - Emmanuelle Riva ("Hiroshima, Mon Amour")

Emmanuelle Riva em “Hiroshima, Mon Amour”

18 – EMMANUELLE RIVA, por Hiroshima, Mon Amour

19 - Joanne Woodward ("The Fugitive Kind")

Joanne Woodward em “The Fugitive Kind”

19 – JOANNE WOODWARD, por The Fugitive Kind

Anteriormente em Musas retroativas8ª em 1957, por As Três Máscaras de EvaPosteriormente em Musas retroativas20ª em 1961, por Paris Vive à Noite; 18ª em 1968, por Rachel, Rachel.

20 - Maria Schell ("A Árvore dos Enforcados")

Maria Schell em “A Árvore dos Enforcados”

20 – MARIA SCHELL, por A  Árvore dos Enforcados

Anteriormente em Musas retroativas: 12ª em 1958, por Os Irmãos Karamazov.

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