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Ainda há algo para saber sobre os Beatles? Bem, está para sair este novo documentário sobre o quarteto de Liverpool: The Beatles – Eight Days a Week: the Touring Years (“apresentando imagens raras e nunca vistas”, diz o trailer). Ele vai se concentrar no período da beatlemania, com o grupo excursionando pelo mundo e levando fãs à histeria, a ponto de não conseguir se ouvir nos shows. Não sei se trará alguma grande novidade, mas e daí? É claro que assistiremos! Para certa surpresa minha, a direção é do Ron Howard, de quem gosto (são dele Splash, CocoonApollo 13Uma Mente BrilhanteO Código Da VinciFrost/ Nixon, Rush…), mas desconhecia o lado documentarista (ele tem um longa no gênero: Made in America, de 2013). A data de estreia na Inglaterra é 15 de setembro, ainda não há data prevista no Brasil.

Marilyn Monroe-02

Marilyn Monroe estaria completando hoje 90 anos. Sempre apontada como o maior sex symbol do cinema, ela também tinha um talento natural para a comédia (foi premiada no Globo de Ouro por Quanto Mais Quente Melhor, 1959) e foi se tornando também uma boa atriz dramática (como mostrou em filmes como Nunca Fui Santa, 1956, e Os Desajustados, 1961). Era insegura, autodestrutiva, esquecia as falas, enlouquecia os diretores com quem trabalhava. Billy Wilder dizia que filmar com ela era um inferno, mas tudo compensava quando se via o resultado na tela. Sua morte trágica aos 36 anos a transformou em um mito eterno.

 

Uma maravilhosa arte em extinção, os créditos de abertura dos filmes ganharam muito em charme nos anos 1950 e 1960. Deixaram de ser unicamente cartelas com o nome do elenco e da equipe e se tornaram uma peça artística em particular dentro do filme.

Hoje em dia, nessa era apressada, os filmes empurram os créditos para o fim e às vezes o filme não tem nem título no começo, quanto mais créditos.

Enfim, começo por um dos mais emblemáticos: A Pantera Cor-de-Rosa (1963), de Blake Edwards. Muita gente conhece a pantera da série animada, sem se dar conta de que ela não surgiu ali, mas na abertura do filme homônimo (que era uma comédia de Blake Edwards sobre o roubo de um diamante chamado “pantera cor-de-rosa”).

A animação é da De Patie-Freleng, onde o “Freleng” diz respeito a Friz Freleng, célebre animador do Pernalonga em tempos anteriores na Warner Bros. Com a música-tema de Henry Mancini, o sucesso foi tão grande que a Pantera começou a estrelar curtas de animação no ano seguinte e voltou nas aberturas de outros oito filmes da série.

007 O Espiao que Me Amava-abertura

Os elaborados créditos de abertura da série James Bond são uma tradição tão forte que nem a repaginada da era Daniel Craig os derrubaram (em comparação, lembremos que o tiro no olho-cano de revólver que sempre abriu os filmes foi escanteado para o final na era Craig, até Spectre devolvê-lo ao começo). É um top 10 das aberturas, não das músicas-tema. Então, a música é levada muito em conta, claro, mas também elementos como originalidade, bom humor quando for o caso, visual e narrativa. Os créditos de abertura sempre têm uma boa dose de abstração, o que deixa tudo ainda mais subjetivo.

10 – 007 CONTRA A CHANTAGEM ATÔMICA (1965)

O quarto filme da série iniciou uma tradição: as aberturas com silhuetas femininas nuas, criadas por Maurice Binder (que havia ficado de fora dos dois filmes anteriores, mas voltou aqui e exigindo o nome nos créditos). Aqui, como faria depois Somente para Seus Olhos, o tom é submarino evocando as sequências embaixo d’água que o público assistiria no filme. A música-tema é cantada por Tom Jones, com um instrumental bem bondiano.

9 – 007 CONTRA O SATÂNICO DR. NO (1962)

O primeiro filme da série tem uma abertura bem no estilo dos anos 1960: predominantemente gráfica, com os créditos interagindo (no ritmo e visual) com as bolinhas piscando. Inclui também o icônico tiro inicial desenhado por Maurice Binder (a cena antes dos créditos só viria a partir do segundo filme) e o antológico tema da série composto por Monty Norman. No meio, há uma quebra meio brusca para uns temas caribenhos, já que o plot principal do filme é na Jamaica.

8 – 007 A SERVIÇO SECRETO DE SUA MAJESTADE (1969)

A abertura mais psicodélica da série, bem no espírito do final dos anos 1960. É visível também a preocupação em minimizar a mudança do ator principal (Sean Connery havia saído e era a estreia de George Lazenby, que acabou fazendo só esse mesmo) usando imagens dos vilões e bondgirls dos filmes anteriores. Também é a terceira e última abertura apenas com trilha instrumental (as outras foram a dos dois primeiros filme). E é mais uma de Maurice Binder.

7 – 007, O ESPIÃO QUE ME AMAVA (1977)

A abertura do terceiro 007 com Roger Moore, de Maurice Binder, absorve a autoparódia do filme. As silhuetas agora fazem uma espécie de ginástica olímpica (destaque para a evolução na barra formada pelo cano do revólver) e há elementos soviéticos, evocando o romance entre Bond e a espiã russa no filme. Há uma bela imagem inicial, com as mãos capturando o para-quedas de Bond. E a música é uma das melhores da série toda: “Nobody does it better”, com Carly Simon.

6 – 007 – CASSINO ROYALE (2006)

A repaginada que a série recebeu em 2006 refletiu na abertura. Não há mulheres, com a exceção de uma discretíssima aparição do rosto de Eva Green. Ao invés disso, muito tiro, muita luta e muito sangue. Um tom muito mais claro que o usual também, com essa ambientação no mundo do baralho e seus elementos. Daniel Kleinman, que desenhou os créditos, integrou, depois de 43 anos, a sequência do tiro à abertura, se aproximou da pop art e usou muito a imagem de Daniel Craig para reforçá-lo como o novo Bond. A música, ótima, é “You know my name”, com Chris Cornell.

5 – 007 CONTRA GOLDFINGER (1964)

Uma das imagens famosas do filme é a morte de Shirley Eaton com o corpo pintado de dourado. A abertura (de Robert Brownjohn) aproveita a ideia: o corpo da atriz e modelo Margaret Nolan pintado de dourado, nos quais são projetadas cenas deste e dos dois filmes anteriores da série. Na música-tema (foi a primeira vez que a abertura ganhou uma canção como tema), a inigualável Shirley Bassey. No vídeo abaixo, a vinheta do tiro está incluída, mas, como quase sempre, há uma sequência entre ela e os créditos.

4 – 007 CONTRA GOLDENEYE (1995)

Fazia seis anos que não Bond não dava as caras nas telas, quando veio a estreia de Pierce Brosnan no papel. Junto com ele, a estreia de Daniel Kleinman, diretor de clipes e vídeos de shows, como designer dos créditos de abertura (substituindo Maurice Binder, que morreu em 1991). Ele segue a herança de Maurice Binder (principalmente no que diz respeito à silhueta feminina), mas aposta firme nos efeitos por computador: os símbolos soviéticos, já que o filme tem relação com o fim da guerra fria. A música-tema tem Tina Turner cantando música de Bono & The Edge. No vídeo, a vinheta do tiro está incluída, mas, como quase sempre, há uma sequência entre ela e os créditos.

3 – 007 NA MIRA DOS ASSASSINOS (1985)

Maurice Binder de cabeça nos anos 1980. O som dançante do Duran Duran na trilha e detalhes coloridos explodindo do fundo negro: o batom, a arma, uma mulher dançando no fogo (claro). As mulheres esquiadoras são uma imagem bonita, mas o que se sobressai é a sensação divertida de não se levar a sério.

2 – 007 – O AMANHÃ NUNCA MORRE (1997)

Como no anterior, Daniel Kleinman se inspira fortemente no tema do filme: aqui, o mundo da comunicação e da computação e mulheres e armas, claro. São belas imagens, muita produção digital e a música bem bondiana cantada por Sheryl Crow. O visual também prefere imagens em negativo e sensação de raio-x.

Antes do primeiro lugar, algumas enções honrosas: Com 007 Só Se Vive Duas Vezes (1967) e seus temas japoneses (de Maurice Binder); Moscou contra 007 (1963), com os créditos (de Robert Brownjohn) projetados na pele feminina; Com 007 Viva e Deixe Morrer (1973), de Maurice Binder, com os temas vudu e Paul McCartney cantando.

1 – 007 – OPERAÇÃO SKYFALL (2012)

Deu tudo certo na abertura de Skyfall, a sexta com design de Daniel Kleinman. Partindo do momento final da cena pré-créditos (baleado sobre um trem, Bond desaparece sob a água), somos encaminhados no que às vezes parece uma experiência subconsciente de 007 à beira da morte (principalmente um certo conflito consigo mesmo: tiros nas sombras e nos espelhos), outras vezes a antecipação de elementos que o espectador só vai ver mais à frente (o vilão vivido por Javier Bardem, a Skyfall do título). Isso com um ponto de vista que está indo sempre para a frente (ou mais para dentro). Há mais símbolos sinistros de morte (túmulos, sangue e caveiras, que podem tanto remeter ao desenrolar da primeira sequência quanto ao que vem pela frente) mais do que as tradicionais armas e mulheres. Coroando tudo, a espetacular canção de Adele, num estilo muito bondiano.

Nessa época tão apressada em que vivemos, o cinema parece acreditar que o público vai ter um passamento se esperar uns três ou quatro minutos assistindo os créditos iniciais de um filme. Uma arte quase perdida, que o vou de vez em quando lembrar aqui porque acredito que pequenas pérolas assim não deviam deixar de existir.

Começando por Barbarella (1968), com Jane Fonda fazendo um antológico strip-tease na gravidade zero. Jane que, pelo filme, é nossa musa retroativa de 1968 número 1, aliás.

 

the beatles she loves you1

Há 50 anos, em 1963, “She loves you” chegava ao primeiro lugar das paradas britânicas. Continua sendo o single mais vendido dos Beatles no Reino Unido e, segundo John Lennon, foi ideia de Paul McCartney mudar o habitual “I love you” para o então pouco usual “she loves you”, uma canção na terceira pessoa. os Beatles gravaram uma versão em alemão (“Sie liebt dich”) e o “yeah-yeah-yeah” do refrão batizou de certa maneira aquela aurora do rock (o primeiro filme do grupo, em 1964, A Hard Day’s Night, não por acaso chamou-se aqui Os Reis do Iê-Iê-Iê).

Monica Vitti em “A Aventura”

1 – MONICA  VITTI, por A Aventura

Posteriormente em Musas retroativas: 5ª em 1961, por A Noite; 7ª em 1962, por O Eclipse; 14ª em 1964, por O Deserto Vermelho; 5ª em 1966, por Modesty Blaise.

Duas musas que ajudaram a revolucionar o cinema estão no pódio do ano especial que foi 1960. A primeira, a italiana Monica Vitti, do enigmático A Aventura, de Michelangelo Antonioni (e que volta a lista em mais três filmes seguintes do diretor). A outra é a americana Jean Seberg, no francês Acossado, um dos pilares iniciais da nouvelle vague. Ela surge de cabelos curtíssimos vendendo, bem casual, o New York Herald Tribune no Champs Elysées, seguida pela câmera de Godard. Entre elas, a inglesa Elizabeth Taylor, como a garota de programa de DisqueButterfield 8 (numa época em que essas coisas ainda não podiam ser ditas claramente em Hollywood). O ano foi mesmo dominado pelas europeias: 14 entre as 20, e 7 entre as 10. Vale ainda o destaque para Sophia Loren, aparecendo com três filmes. Primeira aparição: Monica Vitti, Michelle Mercier, Claudia Cardinale, Anouk Aimée, Lea Massari. Última aparição: Jean Seberg, Jean Simmons, Janet Leigh, Annette Vadim. Única aparição: Annie Girardot. Brasileiras na lista: nenhuma.

Elizabeth Taylor em “Disque Butterfield 8”

2 – ELIZABETH TAYLOR, por Disque Butterfield 8

Anteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1954, por No Caminho dos Elefantes e por A Última Vez que Vi Paris; 3ª em 1956, por Assim Caminha a Humanidade; 1ª em 1958, por Gata em Teto de Zinco Quente; 1ª em 1959, por De Repente, no Último VerãoPosteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1963, por Cleópatra; 15ª em 1965, por Adeus às Ilusões; 18ª em 1970, por Jogo de Paixões.

Jean Seberg em “Acossado”

3 – JEAN SEBERG, por Acossado

Anteriormente em Musas retroativas: 19ª em 1957, por Santa Joana; 13ª em 1958, por Bom Dia, Tristeza.

Sophia Loren em “Duas Mulheres”

Sophia Loren em “Começou em Nápoles”

Sophia Loren em “The Millionairess”

4 – SOPHIA LOREN, por Duas Mulheres, por Começou em Nápoles e por The Millionaires

Anteriormente em Musas retroativas: 12ª em 1954, por Duas Noites com Cleópatra e por A Invasão dos Bárbaros; 11ª em 1957, por A Lenda da Estátua Nua, por Orgulho e Paixão e por A Lenda dos Desaparecidos; 19ª em 1958, por Tentação Morena, por A Orquídea Negra, por Desejo e por A ChavePosteriormente em Musas retroativas: 14ª em 1961, por El Cid; 6ª em 1962, por Boccaccio ’70; 4ª em 1963, por Ontem, Hoje e Amanhã; 8ª em 1964, por Matrimônio à Italiana e por A Queda do Império Romano; 14ª em 1966, por Arabesque; 20ª em 1967, por A Condessa de Hong Kong.; 5ª em 1972, por O Homem de La Mancha.

Brigitte Bardot em “A Verdade”

5 – BRIGITTE BARDOT, por A Verdade

Anteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1956, por E Deus Criou a Mulher; 3ª em 1958, por Amar É Minha Profissão e por Vingança de MulherPosteriormente em Musas retroativas: 2ª em 1963, por O Desprezo; 6ª em 1965, por Viva Maria!; 11ª em 1968, por Shalako; 10ª em 1973, por Se Don Juan Fosse Mulher.

Annie Girardot em “Rocco e Seus Irmãos”

6 – ANNIE GIRARDOT, por Rocco e Seus Irmãos

Jean Simmons em “Spartacus”

Jean Simmons “Entre Deus e o Pecado”

7 – JEAN SIMMONS, por Spartacus e por Entre Deus e o Pecado

Anteriormente em Musas retroativas: 12ª em 1953, por O Manto Sagrado, por Papai Não Quer e por A Rainha Virgem; 15ª em 1954, por Desirée, o Amor de Napoleão; 8ª em 1958, por Da Terra Nascem os Homens.

Marilyn Monroe em “Adorável Pecadora”

8 – MARILYN MONROE, por Adorável Pecadora

Anteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1952, por O Inventor da Mocidade, por Almas Desesperadas, por Só a Mulher Peca, por Travessuras de Maridos e por Páginas da Vida; 3ª em 1953, por Os Homens Preferem as Louras, por Torrentes de Paixão e por Como Agarrar um Milionário3ª em 1954, por O Mundo da Fantasia e por O Rio das Almas Perdidas; 1ª em 1955, por O Pecado Mora ao Lado; 4ª em 1956, por Nunca Fui Santa; 3ª em 1957, por O Príncipe e a Corista; 2ª em 1959, por Quanto Mais Quente MelhorPosteriormente em Musas retroativas: 2ª em 1961, por Os Desajustados; 1ª em 1962, por Something’s Got to Give.

Shirley MacLaine em “Se Meu Apartamento Falasse”

Shirley MacLaine em “Can Can”

9 – SHIRLEY MACLAINE, por Se Meu Apartamento Falasse e por Can Can

Anteriormente em Musas retroativas: 11ª em 1955, por O Terceiro Tiro e por Artistas e Modelos; 11ª em 1956, por A Volta ao Mundo em 80 Dias; 18ª em 1958, por Deus Sabe Quanto Amei, por Irresistível Forasteiro e por A Mercadora da FelicidadePosteriormente em Musas retroativas: 12ª em 1961, por Infâmia; 11ª em 1963, por Irma la Douce; 10ª em 1969, por Charity, Meu Amor; 19ª em 1970, por Os Abutres Têm Fome.

Anita Ekberg em “A Doce Vida”

10 – ANITA EKBERG, por A Doce Vida

Anteriormente em Musas retroativas: 12ª em 1955, por Artistas e ModelosPosteriormente em Musas retroativas: 9ª em 1962, por Boccaccio’70.

Janet Leigh em “Psicose”

11 – JANET LEIGH, por Psicose

Anteriormente em Musas retroativas: 11ª em 1953, por O Preço de um Homem, por Que Delícia o Amor e por Houdini, o Homem Miraculoso; 6ª em 1958, por A Marca da Maldade.

Audrey Hepburn em “O Passado Não Perdoa”

12 – AUDREY HEPBURN, por O Passado Não Perdoa

Anteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1953, por A Princesa e o Plebeu2ª em 1954, por Sabrina; 7ª em 1956, por Guerra e Paz; 2ª em 1957, por Cinderela em Paris e por Amor na Tarde; 10ª em 1959, por Uma Cruz à Beira do Abismo e por A Flor que Não MorreuPosteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1961, por Bonequinha de Luxo e por Infâmia; 7ª em 1963, por Charada; 9ª em 1964, por My Fair Lady e por Quando Paris Alucina; 3ª, em 1966, por Como Roubar um Milhão de Dólares; 8ª em 1967, por Um Caminho para Dois e por Um Clarão nas Trevas; 16ª em 1976, por Robin e Marian.

Michele Mercier em “Atire no Pianista”

13 – MICHELE MERCIER, por Atire no Pianista

Posteriormente em Musas retroativas: 7ª em 1964, por Angélica, a Marquesa dos Anjos; 11ª em 1965, por Maravilhosa Angélica; 6ª em 1966, por Angélica e o Rei; 11ª em 1967, por Indomável Angélica.

Annette Vadim em “Rosas de Sangue”

14 – ANNETTE VADIM, por Rosas de Sangue

Anteriormente em Musas retroativas: 11ª em 1959, por As Ligações Perigosas.

Angie Dickinson em “Onze Homens e um Segredo”

15 – ANGIE DICKINSON, por Onze Homens e um Segredo

Anteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1959, por Onde Começa o InfernoPosteriormente em Musas retroativas: 12ª em 1962, por Candelabro Italiano; 15ª em 1966, por Caçada Humana; 7ª em 1967, por À Queima-Roupa; 17ª em 1980, por Vestida para Matar.

Elsa Martinelli e Annette Vadim em “Rosas de Sangue”

16 – ELSA MARTINELLI, por Rosas de Sangue

Anteriormente em Musas retroativas12ª em 1959, por A Longa Noite de LoucurasPosteriormente em Musas retroativas14ª em 1962, por Hatari!

Claudia Cardinale em “Rocco e Seus Irmãos”

17 – CLAUDIA CARDINALE, por Rocco e Seus Irmãos

Posteriormente em Musas retroativas: 11ª em 1961, por A Moça com a Valise; 1ª em 1963, por , por O Leopardo e por A Pantera Cor-de-Rosa; 4ª em 1966, por Os Profissionais; 2ª em 1968, por Era uma Vez no Oeste.

Kim Novak em “O Nono Mandamento”

18 – KIM NOVAK, por O Nono Mandamento

Anteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1955, por Férias de Amor; 8ª em 1956, por O Homem do Braço de Ouro e por Melodia Imortal; 4ª em 1957, por Meus Dois Carinhos; 2ª em 1958, por Um Corpo que CaiPosteriormente em Musas retroativas: 15ª em 1964, por Beija-me, Idiota e por Servidão Humana.

Anouk Aimée em “A Doce Vida”

19 – ANOUK AIMÉE, por A Doce Vida

Posteriormente em Musas retroativas: 7ª em 1961, por Lola, a Flor Proibida; 15ª em 1963, por ; 10ª em 1966, por Um Homem, uma Mulher.

Lea Massari e Monica Vitti em “A Aventura”

20 – LEA MASSARI, por A Aventura

Posteriormente em Musas retroativas: 16ª em 1961, por O Colosso de Rodes; 11ª em 1971, por Um Sopro no Coração.

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Audrey Hepburn em “Bonequinha de Luxo”

Audrey Hepburn em “Infâmia”

1 – AUDREY HEPBURN, por Bonequinha de Luxo e por Infâmia

Anteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1953, por A Princesa e o Plebeu2ª em 1954, por Sabrina; 7ª em 1956, por Guerra e Paz; 2ª em 1957, por Cinderela em Paris e por Amor na Tarde; 10ª em 1959, por Uma Cruz à Beira do Abismo e por A Flor que Não Morreu; 12ª em 1960, por O Passado Não PerdoaPosteriormente em Musas retroativas: 7ª em 1963, por Charada; 9ª em 1964, por My Fair Lady e por Quando Paris Alucina; 3ª, em 1966, por Como Roubar um Milhão de Dólares; 8ª em 1967, por Um Caminho para Dois e por Um Clarão nas Trevas; 16ª em 1976, por Robin e Marian.

Audrey está linda como sempre em Infâmia, mas é claro que seu primeiro lugar se deve muito mais a Bonequinha de Luxo, que a brindou com uma das personagens seminais de sua carreira: Holly Goolightly. Entre a comédia, o romance e a melancolia, Holly encanta o espectador o tempo inteiro – do café da manhã degustado em frente à Tiffany’s após uma noitada até o beijo na chuva com um gato no colo, passando por um pesadelo noturno, “Moon river” na janela, um furto de brincadeira… Audrey está irresistível nesse seu primeiro primeiro lugar (de trás para a frente). Mas essa vitória também ficaria muito bem com a deslumbrante e frágil Marilyn Monroe de Os Desajustados, seu último filme completo e lançado. Considerando que Audrey é belga de nascimento, as europeias dominaram totalmente o top 10, com oito musas. Só Marilyn e Natalie Wood, terceira por dois filmes (lutando contra o desejo em Clamor do Sexo e como a Maria de Amor, Sublime Amor), levaram as americanas ao topo. Primeira aparição: Anna Karina, Stefania Sandrelli. Última aparição: Dorothy Malone, Doris Day, Harriet AnderssonÚnica aparição: Rita Moreno, Piper Laurie, Silvia PinalBrasileiras na lista: nenhuma.

Marilyn Monroe em “Os Desajustados”

2 – MARILYN MONROE, por Os Desajustados

Anteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1952, por O Inventor da Mocidade, por Almas Desesperadas, por Só a Mulher Peca, por Travessuras de Maridos e por Páginas da Vida; 3ª em 1953, por Os Homens Preferem as Louras, por Torrentes de Paixão e por Como Agarrar um Milionário3ª em 1954, por O Mundo da Fantasia e por O Rio das Almas Perdidas; 1ª em 1955, por O Pecado Mora ao Lado; 4ª em 1956, por Nunca Fui Santa; 3ª em 1957, por O Príncipe e a Corista; 2ª em 1959, por Quanto Mais Quente Melhor; 8ª em 1960, por Adorável PecadoraPosteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1962, por Something’s Got to Give.

Natalie Wood em “Clamor do Sexo”

Natalie Wood em “Amor, Sublime Amor”

3 – NATALIE WOOD, por Clamor do Sexo e por Amor, Sublime Amor

Anteriormente em Musas retroativas: 6ª em 1955, por Juventude Transviada; 10ª em 1958, por Até o Último AlentoPosteriormente em Musas retroativas: 10ª em 1962, por Em Busca de um Sonho; 3ª em 1964, por Médica, Bonita e Solteira;4ª em 1965, por A Corrida do Século; 13ª em 1966, por Esta Mulher É Proibida; 3ª em 1969, por Bob & Carol & Ted & Alice.

Anna Karina em “Uma Mulher É uma Mulher”

4 – ANNA KARINA, por Uma Mulher É uma Mulher

Posteriormente em Musas retroativas: 18ª em 1962, por Viver a Vida; 20ª em 1964, por Bande a Part; 9ª em 1965, por O Demônio das Onze Horas e por Alphaville.

Monica Vitti em “A Noite”

5 – MONICA VITTI, por A Noite

Anteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1960, por A AventuraPosteriormente em Musas retroativas: 7ª em 1962, por Eclipse; 14ª em 1964, por O Deserto Vermelho; 5ª em 1966, por Modesty Blaise.

Stefania Sandrelli em “Divórcio à Italiana”

6 – STEFANIA SANDRELLI, por Divórcio à Italiana

Posteriormente em Musas retroativas: 9ª em 1970, por O Conformista; 4ª em 1974, por Nós que Nos Amávamos Tanto; 16ª em 1983, por A Chave.

Anouk Aimée em “Lola, a Flor Proibida”

7 – ANOUK AIMÉE, por Lola, a Flor Proibida

Anteriormente em Musas retroativas: 19ª em 1960, por A Doce VidaPosteriormente em Musas retroativas: 15ª em 1963, por ; 10ª em 1966, por Um Homem, uma Mulher.

Jeanne Moreau em “A Noite”

8 – JEANNE MOREAU, por A Noite

Anteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1958, por Os Amantes e por Ascensor para o Cadafalso; 13ª em 1959, por As Ligações PerigosasPosteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1962, por Jules e Jim – Uma Mulher para Dois; 18ª em 1964, por Diário de uma Camareira; 10ª em 1965, por Viva Maria! e por Falstaff – O Toque da Meia-Noite.

Gina Lollobrigida em “Quando Setembro Vier”

9 – GINA LILLOBRIGIDA, por Quando Setembro Vier

Anteriormente em Musas retroativas6ª em 1952, por Fanfan la Tulipe; 8ª em 1953, por Pão, Amor e Fantasia e por O Diabo Riu por Último; 8ª em 1959, por Salomão e a Rainha de SabáPosteriormente em Musas retroativas: 14ª em 1971, por A Quadrilha da Fronteira.

Harriet Andersson em “Através do Espelho”

10 – HARRIET ANDERSSON, por Através do Espelho

Anteriormente em Musas retroativas4ª em 1953, por Mônica e o Desejo e por Noites de Circo.

Claudia Cardinale em “A Moça com a Valise”

11 – CLAUDIA CARDINALE, por A Moça com a Valise

Anteriormente em Musas retroativas: 17ª em 1960, por Rocco e Seus Irmãos. Posteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1963, por , por O Leopardo e por A Pantera Cor-de-Rosa; 4ª em 1966, por Os Profissionais; 2ª em 1968, por Era uma Vez no Oeste.

Shirley MacLaine em “Infâmia”

12 – SHIRLEY MACLAINE, por Infâmia

Anteriormente em Musas retroativas: 11ª em 1955, por O Terceiro Tiro e por Artistas e Modelos; 11ª em 1956, por A Volta ao Mundo em 80 Dias; 18ª em 1958, por Deus Sabe Quanto Amei, por Irresistível Forasteiro e por A Mercadora da Felicidade; 9ª em 1960, por Se Meu Apartamento Falasse e por Can CanPosteriormente em Musas retroativas: 11ª em 1963, por Irma la Douce; 10ª em 1969, por Charity, Meu Amor; 19ª em 1970, por Os Abutres Têm Fome.

Dorothy Malone em “O Último Pôr-do-Sol”

13 – DOROTHY MALONE, por O Último Pôr-do-Sol

Anteriormente em Musas retroativas: 13ª em 1955, por Artistas e Modelos; 6ª em 1956, por Palavras ao Vento.

Sophia Loren em “El Cid”

14 – SOPHIA LOREN, por El Cid

Anteriormente em Musas retroativas: 12ª em 1954, por Duas Noites com Cleópatra e por A Invasão dos Bárbaros; 11ª em 1957, por A Lenda da Estátua Nua, por Orgulho e Paixão e por A Lenda dos Desaparecidos; 19ª em 1958, por Tentação Morena, por A Orquídea Negra, por Desejo e por A Chave; 4ª em 1960, por Duas Mulheres, por Começou em Nápoles e por The MillionairessPosteriormente em Musas retroativas: 6ª em 1962, por Boccaccio ’70; 4ª em 1963, por Ontem, Hoje e Amanhã; 8ª em 1964, por Matrimônio à Italiana e por A Queda do Império Romano; 14ª em 1966, por Arabesque; 20ª em 1967, por A Condessa de Hong Kong; 5ª em 1972, por O Homem de La Mancha.

Rita Moreno em “Amor, Sublime Amor”

15 – RITA MORENO, por Amor, Sublime Amor

Lea Massari em “O Colosso de Rodes”

16 – LEA MASSARI, por O Colosso de Rodes

Anteriormente em Musas retroativas: 20ª em 1960, por A AventuraPosteriormente em Musas retroativas: 11ª em 1971, por Um Sopro no Coração.

Piper Laurie em “Desafio á Corrupção”

17 – PIPER LAURIE, por Desafio à Corrupção

Doris Day em “Volta, Meu Amor”

18 – DORIS DAY, por Volta, Meu Amor

Anteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1955, por Ama-me ou Esquece-me; 12ª em 1956, por O Homem que Sabia Demais; 7ª em 1957, por Um Pijama para Dois; 15ª em 1958, por Um Amor de Professora e por O Túnel do Amor; 9ª em 1959, por Confidências à Meia-Noite e por A Viuvinha Indomável.

Silvia Pinal em “Viridiana”

19 – SILVIA PINAL, por Viridiana

Joanne Woodward em “Paris Vive à Noite”

20 – JOANNE WOODWARD, por Paris Vive à Noite

Anteriormente em Musas retroativas8ª em 1957, por As Três Máscaras de Eva; 19º em 1959, por The Fugitive KindPosteriormente em Musas retroativas: 18ª em 1968, por Rachel, Rachel.

Musas de 1960 <<
>> Musas de 1962

Marilyn Monroe em “Something’s Got to Give”

1 – MARILYN MONROE, por Something’s Got to Give

Anteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1952, por O Inventor da Mocidade, por Almas Desesperadas, por Só a Mulher Peca, por Travessuras de Maridos e por Páginas da Vida; 3ª em 1953, por Os Homens Preferem as Louras, por Torrentes de Paixão e por Como Agarrar um Milionário; 3ª em 1954, por O Mundo da Fantasia e por O Rio das Almas Perdidas; 1ª em 1955, por O Pecado Mora ao Lado; 4ª em 1956, por Nunca Fui Santa; 3ª em 1957, por O Príncipe e a Corista; 2ª em 1959, por Quanto Mais Quente Melhor; 11ª em 1960, por Adorável Pecadora; 2ª em 1961, por Os Desajustados.

Something’s Got to Give nunca foi concluído. Foi o final melancólico da carreira da diva máxima Marilyn Monroe, demitida após inúmeros atrasos, faltas ao set e outras complicações. Ela morreu, naquelas circunstâncias misteriosas, semanas depois, e o filme permaneceria inacabado – o mais famoso filme inacabado de todos os tempos (o projeto foi retomado com outro diretor e elenco – mas com parte dos mesmos cenários – como Eu, Ela e a Outra (1963), com Doris Day no papel que era de Marilyn). O que restou foi editado no documentário Marilyn Monroe – O Fim dos Dias. E mesmo em um filme inacabado ela era capaz de criar momentos inesquecíveis. Estamos falando, claro, da cena da piscina, onde ela veste apenas a parte de baixo de um biquíni cor-da-pele. Para as fotos de divulgação, feitas na sequência, Marilyn quis causar uma comoção mundial e tirou também a parte de baixo. Funcionou. No âmbito desta lista, superou a jovem Sue Lyon pirando o homem de meia idade em Lolita, Ursula Andress saindo das águas como Vênus no primeiro James Bond, Jeanne Moreau, a mulher entre dois homens de Jules e Jim, e Norma Bengell em um momento histórico: o primeiro nu frontal total feminino do cinema nacional. Concorrência dura. E, curiosidade, as italianas responderam por um quarto da lista: cinco musas em 1962! Primeira aparição: Sue Lyon, Ursula Andress, Suzanne Pleshette. Última aparição: Marilyn Monroe, Anita Ekberg, Vera Miles, Pier Angeli, Elsa Martinelli, Shirley Jones, Silvana Magano, Eva Marie Saint. Única aparição: Corinne Marchand. Brasileiras na lista: Norma Bengell.

Sue Lyon em “Lolita”

2 – SUE LYON, por Lolita

Posteriormente em Musas retroativas: 16ª em 1964, por A Noite do Iguana.

Ursula Andress em “007 contra o Satânico Dr. No”

3 – URSULA ANDRESS, por 007 contra o Satânico Dr. No

Posteriormente em Musas retroativas: 10ª em 1963, por O Seresteiro de Acapulco; 18ª em 1965, por A Deusa da Cidade Perdida e por O que É que Há, Gatinha?; 18ª em 1966, por Crepúsculo das Águias; 12ª em 1967, por Cassino Royale; 19ª em 1979, por O Quinto Mosqueteiro.

Jeanne Moreau em "Jules e Jim - Uma Mulher para Dois"

Jeanne Moreau em “Jules e Jim – Uma Mulher para Dois”

4 – JEANNE MOREAU, por Jules e Jim – Uma Mulher para Dois

Anteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1958, por Os Amantes e por Ascensor para o Cadafalso; 13ª em 1959, por As Ligações Perigosas; 8ª em 1961, por A Noite. Posteriormente em Musas retroativas: 18ª em 1964, por Diário de uma Camareira; 10ª em 1965, por Viva Maria! e por Falstaff – O Toque da Meia-Noite.

Norma Bengell em "Os Cafajestes"

Norma Bengell em “Os Cafajestes”

Norma Bengell em "O Pagador de Promessas"

Norma Bengell em “O Pagador de Promessas”

5 – NORMA BENGELL, por Os Cafajestes e por O Pagador de Promessas

Anteriormente em Musas retroativas: 5ª em 1959, por O Homem do SputnikPosteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1964, por Noite Vazia.

Sophia Loren em “Boccaccio ’70”

6 – SOPHIA LOREN, por Boccacio ’70

Anteriormente em Musas retroativas: 12ª em 1954, por Duas Noites com Cleópatra e por A Invasão dos Bárbaros; 11ª em 1957, por A Lenda da Estátua Nua, por Orgulho e Paixão e por A Lenda dos Desaparecidos; 19ª em 1958, por Tentação Morena, por A Orquídea Negra, por Desejo e por A Chave; 4ª em 1960, por Duas Mulheres, por Começou em Nápoles e por The Millionairess; 14ª em 1961, por El Cid. Posteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1963, por Ontem, Hoje e Amanhã; 8ª em 1964, por Matrimônio à Italiana e por A Queda do Império Romano; 14ª em 1966, por Arabesque; 20ª em 1967, por A Condessa de Hong Kong; 5ª em 1972, por O Homem de La Mancha.

Monica Vitti em “O Eclipse”

7 – MONICA VITTI, por O Eclipse

Anteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1960, por A Aventura; 5ª em 1961, por A Noite. Posteriormente em Musas retroativas: 14ª em 1964, por O Deserto Vermelho; 5ª em 1966, por Modesty Blaise.

Suzanne Pleshette em “Candelabro Italiano”

8 – SUZANNE PLESHETTE, por Candelabro Italiano

Posteriormente em Musas retroativas: 13ª em 1963, por Os Pássaros.

Anita Ekberg em “Boccaccio ’70”

9 – ANITA EKBERG, por Boccaccio ’70

Anteriormente em Musas retroativas: 12ª em 1955, por Artistas e Modelos; 10ª em 1960, por A Doce Vida.

Natalie Wood em “Em Busca de um Sonho”

10 – NATALIE WOOD, por Em Busca de um Sonho

Anteriormente em Musas retroativas: 6ª em 1955, por Juventude Transviada; 10ª em 1958, por Até o Último Alento; 3ª em 1961, por Clamor do Sexo e por Amor, Sublime Amor. Posteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1964, por Médica, Bonita e Solteira;4ª em 1965, por A Corrida do Século; 13ª em 1966, por Esta Mulher É Proibida; 3ª em 1969, por Bob & Carol & Ted & Alice.

Vera Miles em “O Homem que Matou o Facínora”

11 – VERA MILES, por O Homem que Matou o Facínora

Anteriormente em Musas retroativas: 14ª em 1956, por Rastros de Ódio; 9ª em 1957, por O Homem Errado.

Angie Dickinson em “Candelabro Italiano”

12 – ANGIE DICKINSON, por Candelabro Italiano

Anteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1959, por Onde Começa o Inferno; 15ª em 1960, por Onze Homens e um SegredoPosteriormente em Musas retroativas: 15ª em 1966, por Caçada Humana; 7ª em 1967, por À Queima-Roupa; 17ª em 1980, por Vestida para Matar.

Pier Angeli em “Sodoma & Gomorra”

13 – PIER ANGELI, por Sodoma e Gomorra

Anteriormente em Musas retroativas: 16ª em 1956, por Marcado pela Sarjeta; 14ª em 1958, por Viva o Palhaço!

Elsa Martinelli em “Hatari!”

14 – ELSA MARTINELLI, por Hatari!

Anteriormente em Musas retroativas: 12ª em 1959, por A Longa Noite de Loucuras; 16ª em 1960, por Rosas de Sangue.

Romy Schneider em “Boccaccio ’70”

15 – ROMY SCHNEIDER, por Boccaccio ’70

Anteriormente em Musas retroativas: 18ª em 1955, por Sissi; 15ª em 1957, por Sissi e Seu DestinoPosteriormente em Musas retroativas: 16ª em 1965, por O que É que Há, Gatinha?; 11ª em 1972, por Ludwig, o Último Rei da Bavária.

Corinne Marchand em “Cléo de 5 às 7”

16 – CORINNE MARCHAND, por Cléo de 5 às 7

Shirley Jones em “O Vendedor de Ilusões”

17 – SHIRLEY JONES, por O Vendedor de Ilusões

Anteriormente em Musas retroativas: 18ª em 1955, por Oklahoma.

Anna Karina em “Viver a Vida”

18 – ANNA KARINA, por Viver a Vida

Anteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1961, por Uma Mulher É uma Mulher. Posteriormente em Musas retroativas: 20ª em 1964, por Bande a Part; 9ª em 1965, por O Demônio das Onze Horas e por Alphaville.

Silvana Mangano em “Barrabás”

19 – SILVANA MANGANO, por Barrabás

Anteriormente em Musas retroativas: 16ª em 1954, por Ulisses.

Eva Marie Saint em “Anjo Violento”

20 – EVA MARIE SAINT, por Anjo Violento

Anteriormente em Musas retroativas: 11ª em 1954, por Sindicato de Ladrões; 3ª em 1959, por Intriga Internacional.

Musas de 1961 <<
>> Musas de 1963

Norma Bengell em “Noite Vazia”

1 – NORMA BENGELL, por Noite Vazia

Anteriormente em Musas retroativas: 5ª em 1959, por O Homem do Sputnik; 5ª em 1962, por Os Cafajestes e por O Pagador de Promessas.

Muito difícil a escolha no ano de 1964. Por um tempo, Natalie Wood era a preferida, mas acabou ficando em terceiro, atrás da delicinha Ann-Margret e daquela que acabou sendo a vitoriosa: a gloriosa Norma Bengell de Noite Vazia, de Walter Hugo Khouri. Ela interpreta uma das garotas de programa que vão parar num apartamento com dois homens, detonando diversas crises existenciais. Norma, que foi uma das maiores musas do cinema nacional, aqui faz o tipo mais frágil e sensível, enquanto Odete Lara (nossa quinta colocada) é a mais durona e cética. As duas, no entanto, estão belíssimas em várias cenas. Ann-Margret canta e se sacode em pé de igualdade com Elvis Presley: o rei do rock teve uma colega de cena/ adversária à altura em Amor à Toda Velocidade. E Natalie Wood desfila charme como uma médica que defende o sexo livre para as mulheres em Médica, Bonita e Solteira.

Ann-Margret em “Amor à Toda Velocidade”

2 – ANN-MARGRET, por Amor à Toda Velocidade

Anteriormente em Musas retroativas: 5ª em 1963, por Adeus, Amor. Posteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1971, por Ânsia de Amar.

Natalie Wood em “Médica, Bonita e Solteira”

3 – NATALIE WOOD, por Médica, Bonita e Solteira

Anteriormente em Musas retroativas: 6ª em 1955, por Juventude Transviada; 10ª em 1958, por Até o Último Alento; 3ª em 1961, por Clamor do Sexo e por Amor, Sublime Amor; 10ª em 1962, por Em Busca de um Sonho. Posteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1965, por A Corrida do Século; 13ª em 1966, por Esta Mulher É Proibida; 3ª em 1969, por Bob & Carol & Ted & Alice.

Shirley Eaton em “007 contra Goldfinger”

4 – SHIRLEY EATON, por 007 contra Goldfinger

Odete Lara em “Noite Vazia”

5 – ODETE LARA, por Noite Vazia

Anteriormente em Musas retroativas: 14ª em 1963, por Boca de Ouro e por Bonitinha, mas Ordinária.

Honor Blackman em “007 contra Goldfinger”

6 – HONOR BLACKMAN, por 007 contra Goldfinger

Michele Mercier em “Angélica, a Marquesa dos Anjos”

7 – MICHELE MERCIER, por Angélica, a Marquesa dos Anjos

Anteriormente em Musas retroativas: 13ª em 1960, por Atire no PianistaPosteriormente em Musas retroativas: 11ª em 1965, por Maravilhosa Angélica; 6ª em 1966, por Angélica e o Rei; 11ª em 1967, por Indomável Angélica.

Sophia Loren em “Matrimônio à Italiana”

Sophia Loren em “A Queda do Império Romano”

8 – SOPHIA LOREN, por Matrimônio à Italiana e por A Queda do Império Romano

Anteriormente em Musas retroativas: 12ª em 1954, por Duas Noites com Cleópatra e por A Invasão dos Bárbaros; 11ª em 1957, por A Lenda da Estátua Nua, por Orgulho e Paixão e por A Lenda dos Desaparecidos; 19ª em 1958, por Tentação Morena, por A Orquídea Negra, por Desejo e por A Chave; 4ª em 1960, por Duas Mulheres, por Começou em Nápoles e por The Millionairess; 14ª em 1961, por El Cid;6ª em 1962, por Boccaccio ’70; 4ª em 1963, por Ontem, Hoje e Amanhã. Posteriormente em Musas retroativas: 14ª em 1966, por Arabesque; 20ª em 1967, por A Condessa de Hong Kong; 5ª em 1972, por O Homem de La Mancha.

Audrey Hepburn em “My Fair Lady”

Audrey Hepburn em “Quando Paris Alucina”

9 – AUDREY HEPBURN, por My Fair Lady e por Quando Paris Alucina

Anteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1953, por A Princesa e o Plebeu2ª em 1954, por Sabrina; 7ª em 1956, por Guerra e Paz; 2ª em 1957, por Cinderela em Paris e por Amor na Tarde; 10ª em 1959, por Uma Cruz à Beira do Abismo e por A Flor que Não Morreu; 12ª em 1960, por O Passado Não Perdoa; 1ª em 1961, por Bonequinha de Luxo e por Infâmia; 7ª em 1963, por Charada. Posteriormente em Musas retroativas: 3ª, em 1966, por Como Roubar um Milhão de Dólares; 8ª em 1967, por Um Caminho para Dois e por Um Clarão nas Trevas; 16ª em 1976, por Robin e Marian.

Catherine Deneuve em “Os Guarda-Chuvas do Amor”

10 – CATHERINE DENEUVE, por Os Guarda-Chuvas do Amor

Posteriormente em Musas retroativas: 2ª em 1965, por Repulsa ao Sexo; 2ª em 1967, por A Bela da Tarde e por Duas Garotas Românticas; 4ª em 1969, por A Sereia do Mississipi; 1ª em 1970, por Tristana – Uma Paixão Mórbida; 4ª em 1980, por O Último Metrô; 1ª em 1983, por Fome de Viver.

Elke Sommer em “Um Tiro no Escuro”

11 – ELKE SOMMER, por Um Tiro no Escuro

Tippi Hedren em “Marnie – Confissões de uma Ladra”

12 – TIPPI HEDREN, por Marnie – Confissões de uma Ladra

Anteriormente em Musas retroativas: 8ª em 1963, por Os Pássaros.

Ulla Bergryd em “A Bíblia”

13 – ULLA BERGRYD, por A Bíblia

Monica Vitti em “O Deserto Vermelho”

14 – MONICA VITTI, por O Deserto Vermelho

Anteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1960, por A Aventura; 5ª em 1961, por A Noite; 7ª em 1962, por O Eclipse. Posteriormente em Musas retroativas: 5ª em 1966, por Modesty Blaise.

Kim Novak em “Beija-me, Idiota”

Kim Novak em “Servidão Humana”

15 – KIM NOVAK, por Beija-me, Idiota e por Servidão Humana

Anteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1955, por Férias de Amor; 8ª em 1956, por O Homem do Braço de Ouro e por Melodia Imortal; 4ª em 1957, por Meus Dois Carinhos; 2ª em 1958, por Um Corpo que Cai; 18ª em 1960, por O Nono Mandamento.

Sue Lyon em “A Noite do Iguana”

16 – SUE LYON, por A Noite do Iguana

Anteriormente em Musas retroativas: 2ª em 1962, por Lolita.

Julie Andrews em “Mary Poppins”

Julie Andrews em “Não Podes Comprar o Meu Amor”

17 – JULIE ANDREWS, por Mary Poppins e por Não Podes Comprar o Meu Amor

Posteriormente em Musas retroativas: 7ª em 1965, por A Noviça Rebelde; 9ª em 1968, por A Estrela; 8ª em 1970, por Lili, Minha Adorável Espiã; 20ª em 1982, por Victor ou Victoria.

Jeanne Moreau em “Diário de uma Camareira”

18 – JEANNE MOREAU, por Diário de uma Camareira

Anteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1958, por Os Amantes e por Ascensor para o Cadafalso; 13ª em 1959, por As Ligações Perigosas; 8ª em 1961, por A Noite; 4ª em 1962, por Jules e Jim – Uma Mulher para Dois. Posteriormente em Musas retroativas: 10ª em 1965, por Viva Maria! e por Falstaff – O Toque da Meia-Noite.

Tracy Reed em “Doutor Fantástico”

19 – TRACY REED, por Doutor Fantástico

Anna Karina em “Band a Part”

20 – ANNA KARINA, por Band a Part

Anteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1961, por Uma Mulher É uma Mulher;18ª em 1962, por Viver a Vida; Posteriormente em Musas retroativas: 9ª em 1965, por O Demônio das Onze Horas e por Alphaville.

Musas de 1963 <<
>> Musas de 1965

Julie Christie em "Darling, a que Amou Demais"

Julie Christie em “Darling, a que Amou Demais”

Julie Christie em "Doutor Jivago"

Julie Christie em “Doutor Jivago”

1 – JULIE CHRISTIE, por Darling, a que Amou Demais e por Doutor Jivago 

Posteriormente em Musas retroativas: 2ª em 1966, por Fahrenheit 451; 10ª em 1971, por Jogos & Trapaças – Onde os Homens São Homens; 3ª em 1973, por Inverno de Sangue em Veneza; 2ª em 1975, por Shampoo.

Julie Christie é daquelas atrizes que, quando aparecem, estão quase sempre nas primeiras posições dessa lista. Em 1965, ela poderia fazer isso não com um filme, mas com dois: foi a coisa mais linda como Lara em Doutor Jivago e ganhou um Oscar por Darling, a que Amou Demais, com um strip-tease dramático que deve ter valido a estatueta.  Julie, nascida na Índia, era uma atriz de personalidade forte, que não estava nem aí para o estrelato e fazia o que queria. Foi uma das atrizes mais interessantes e sexies dos anos 1960 e 1970 e ainda está na ativa, uma bela senhora. Não venceu em um ano fácil, afinal qualquer ano em que Catherine Deneuve esteja elegível, ela é séria concorrente ao título. Em 1965, ela aperece como a atormentada garota de Repulsa ao Sexo. Outras sempre favoritas – Jane Fonda, Brigitte Bardot, Natalie Wood, Elizabeth Taylor – dividem espaço com destaques do ano, como a bondgirl da vez, a francesa Claudine Auger, que havia sido Miss França (duvido que injustamente). A segunda bondgirl de 007 contra a Chantagem Atômica, a italiana Luciana Paluzzi, também está na lista. Primeira aparição: Julie Christie, Jane Fonda. Última aparição: Carroll Baker, Anna Karina, Jeanne Moreau, Capucine, Sylva Koscina. Única aparição: Claudine Auger, Luciana Paluzzi, Virna Lisi, Charmian Carr, Paila Prentiss. Brasileiras na lista: nenhuma.

Catherine Deneuve em “Repulsa ao Sexo”

2 – CATHERINE DENEUVE, por Repulsa ao Sexo

Anteriormente em Musas retroativas: 10ª em 1964, por Os Guarda-Chuvas do Amor; Posteriormente em Musas retroativas: 2ª em 1967, por A Bela da Tarde e por Duas Garotas Românticas; 4ª em 1969, por A Sereia do Mississipi; 1ª em 1970, por Tristana – Uma Paixão Mórbida; 4ª em 1980, por O Último Metrô; 1ª em 1983, por Fome de Viver.

Claudine Auger em “007 contra a Chantagem Atômica”

3 – CLAUDINE AUGER, por 007 contra a Chantagem Atômica

Natalie Wood em “A Corrida do Século”

4 – NATALIE WOOD, por A Corrida do Século

Anteriormente em Musas retroativas: 6ª em 1955, por Juventude Transviada; 10ª em 1958, por Até o Último Alento; 3ª em 1961, por Clamor do Sexo e por Amor, Sublime Amor; 10ª em 1962, por Em Busca de um Sonho; 3ª em 1964, por Médica, Bonita e Solteira. Posteriormente em Musas retroativas: 13ª em 1966, por Esta Mulher É Proibida; 3ª em 1969, por Bob & Carol & Ted & Alice.

Jane Fonda em “Dívida de Sangue”

5 – JANE FONDA, por Dívida de Sangue 

Posteriormente em Musas retroativas: 8ª em 1966, por Caçada Humana; 3ª em 1967, por Descalços no Parque; 1ª em 1968, por Barbarella; 5ª em 1969, por A Noite dos Desesperados; 4ª em 1971, por Klute – O Passado Condena; 19ª em 1972, por Tout Va Bien; 7ª em 1977, por Julia; 2ª em 1978, em Amargo Regresso; 15ª em 1979, por Síndrome da China e por O Cavaleiro Elétrico; 13ª em 1981, por Num Lago Dourado e por Amantes & Finanças.

Brigitte Bardot em “Viva Maria!”

6 – BRIGITTE BARDOT, por Viva Maria! 

Anteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1956, por E Deus Criou a Mulher;3ª em 1958, por Amar É Minha Profissão e por Vingança de Mulher; 5ª em 1960, por A Verdade; 2ª em 1963, por O Desprezo. Posteriormente em Musas retroativas: 11ª em 1968, por Shalako; 10ª em 1973, por Se Don Juan Fosse Mulher.

Julie Andrews em “A Noviça Rebelde”

7 – JULIE ANDREWS, por A Noviça Rebelde 

Anteriormente em Musas retroativas: 17ª em 1964, por Mary Poppins e por Não Podes Comprar o Meu Amor. Posteriormente em Musas retroativas: 9ª em 1968, por A Estrela; 8ª em 1970, por Lili, Minha Adorável Espiã; 20ª em 1982, por Victor ou Victoria.

Carroll Baker em “Harlow, a Vênus Platinada”

8 – CARROLL BAKER, por Harlow, a Vênus Platinada

Anteriormente em Musas retroativas: 5ª em 1956, por Boneca de Carne e por Assim Caminha a Humanidade; 16ª em 1958, por Da Terra Nascem os Homens.

Anna Karina em “O Demônio das Onze Horas”

Anna Karina em “Alphaville”

9 – ANNA KARINA, por O Demônio das Onze Horas e por Alphaville

Anteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1961, por Uma Mulher É uma Mulher; 18ª em 1962, por Viver a Vida; 20ª em 1964, por Bande a Part.

Jeanne Moreau e Brigitte Bardot em “Viva Maria!”

Jeanne Moreau em “Falstaff – O Toque da Meia-Noite”

10 – JEANNE MOREAU, por Viva Maria! e por Falstaff – O Toque da Meia-Noite

Anteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1958, por Os Amantes e por Ascensor para o Cadafalso; 13ª em 1959, por As Ligações Perigosas; 8ª em 1961, por A Noite; 4ª em 1962, por Jules e Jim – Uma Mulher para Dois; 18ª em 1964, por Diário de uma Camareira.

Michèle Mercier em “Maravilhosa Angélica”

11 – MICHÈLE MERCIER, por Maravilhosa Angélica

Anteriormente em Musas retroativas: 13ª em 1960, por Atire no Pianista;7ª em 1964, por Angélica, a Marquesa dos Anjos. Posteriormente em Musas retroativas: 6ª em 1966, por Angélica e o Rei; 11ª em 1967, por Indomável Angélica.

Luciana Paluzzi em "007 contra a Chantagem Atômica"

Luciana Paluzzi em “007 contra a Chantagem Atômica”

Luciana Paluzzi em "E Agora Falamos de Homens"

Luciana Paluzzi em “E Agora Falamos de Homens”

12 – LUCIANA PALUZZI, por 007 contra a Chantagem Atômica e por E Agora Falamos de Homens

Virna Lisi em “Casanova ’70”

13 – VIRNA LISI, por Casanova ’70

Charmian Carr em “A Noviça Rebelde”

14 – CHARMIAN CARR, por A Noviça Rebelde

Elizabeth Taylor em “Adeus às Ilusões”

15 – ELIZABETH TAYLOR, por Adeus às Ilusões

Anteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1954, por No Caminho dos Elefantes e por A Última Vez que Vi Paris; 3ª em 1956, por Assim Caminha a Humanidade; 1ª em 1958, por Gata em Teto de Zinco Quente; 1ª em 1959, por De Repente, no Último Verão; 2ª em 1960, por Disque Butterfield 8; 3ª em 1963, por Cleópatra. Posteriormente em Musas retroativas: 18ª em 1970, por Jogo de Paixões.

Romye Schneider em "O que É que Há, Gatinha?"

Romy Schneider em “O que É que Há, Gatinha?”

16 – ROMY SCHNEIDER, por O que É que Há, Gatinha?

Anteriormente em Musas retroativas: 18ª em 1955, por Sissi; 15ª em 1957, por Sissi e Seu Destino; 15ª em 1962, por Boccaccio ’70; Posteriormente em Musas retroativas: 11ª em 1972, por Ludwig, o Último Rei da Bavária.

Paula Prentiss em “O que É que Há, Gatinha?”

17 – PAULA PRENTISS, por O que É que Há, Gatinha?

Ursula Andress em “A Deusa da Cidade Perdida”

Ursula Andress em “O que É que Há, Gatinha?”

18 – URSULA ANDRESS, por A Deusa da Cidade Perdida e por  O que É que Há, Gatinha?

Anteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1962, por 007 contra o Satânico Dr. No; 10ª em 1963, por O Seresteiro de Acapulco. Posteriormente em Musas retroativas: 18ª em 1966, por Crepúsculo das Águias; 12ª em 1967, por Cassino Royale; 19ª em 1979, por O Quinto Mosqueteiro.

Capucine em “O que É que Há, Gatinha?”

19 – CAPUCINE, por O que É que Há, Gatinha?

Anteriormente em Musas retroativas: 16ª em 1963, por A Pantera Cor-de-Rosa.

Sylva Koscina em “Julieta dos Espíritos”

20 – SYLVA KOSCINA, por Julieta dos Espíritos

Anteriormente em Musas retroativas: 20ª em 1958, por As Façanhas de Hércules.

Musas de 1964 <<
>> Musas de 1966

Raquel Welch em “Um Milhão de Anos Antes de Cristo”

Raquel Welch em “Viagem Fantástica”

1 – RAQUEL WELCH, por Um Milhão de Anos Antes de Cristo e por Viagem Fantástica

Posteriormente em Musas retroativas: 13ª em 1967, por O Diabo É Meu Sócio; 7ª em 1973, por Os Três Mosqueteiros; 6ª em 1974, por A Vingança de Milady; 5ª em 1977, por O Príncipe e o Mendigo.

A passagem do tempo, no filme Um Sonho de Liberdade (1994), é marcada por três posters colocado na parede da cela de prisão de Tim Robbins: Rita Hayworth, em Gilda (os anos 1940); Marilyn Monroe, em O Pecado Mora ao Lado (os anos 1950); e… Raquel Welch, em Um Milhão de Anos Antes de Cristo. A despeito dos outros dois também serem grandes filmes, este último… Bem, Raquel Welch estava acima disso, e se foi preciso um filme que colocou homens e dinossauros contracenando para colocá-la vestindo aquele biquíni pré-histórico, então ainda bem que ele foi feito. No mesmo ano, ela também fez Viagem Fantástica, cobertíssima (mas em um uniforme justíssimo). Julie Christie ficou em segundo com o papel duplo de Fahrenheit 451 e Audrey Hepburn fechou o pódio. As italianas Claudia Cardinale e Monica Vitti vieram logo atrás. O filme que mais rendeu musas foi Blow Up – Depois Daquele Beijo: quatro. Primeira aparição: Raquel Welch, Vanessa Redgrave, Jane Birkin. Última aparição: Monica Vitti, Bibi Andersson, Anouk Aimée, Sarah Miles. Única aparição: Veruschka von Lehndorff, Lee Meriwether, Barbara Shelley. Brasileiras na lista: nenhuma.

Julie Christie em “Fahrenheit 451”

2 – JULIE CHRISTIE, por Fahrenheit 451

Anteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1965, por Doutor Jivago e também por Darling, a que Amou Demais. Posteriormente em Musas retroativas: 10ª em 1971, por Jogos & Trapaças – Onde os Homens São Homens; 3ª em 1973, por Inverno de Sangue em Veneza; 2ª em 1975, por Shampoo.

Audrey Hepburn em “Como Roubar um Milhão de Dólares”

3 – AUDREY HEPBURN, por Como Roubar um Milhão de Dólares

Anteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1953, por A Princesa e o Plebeu2ª em 1954, por Sabrina; 7ª em 1956, por Guerra e Paz; 2ª em 1957, por Cinderela em Paris e por Amor na Tarde; 10ª em 1959, por Uma Cruz à Beira do Abismo e por A Flor que Não Morreu; 12ª em 1960, por O Passado Não Perdoa; 1ª em 1961, por Bonequinha de Luxo e por Infâmia;7ª em 1963, por Charada; 9ª em 1964, por My Fair Lady e por Quando Paris Alucina. Posteriormente em Musas retroativas: 8ª em 1967, por Um Caminho para Dois e por Um Clarão nas Trevas; 16ª em 1976, por Robin e Marian.

Claudia Cardinale em “Os Profissionais”

4 – CLAUDIA CARDINALE, por Os Profissionais

Anteriormente em Musas retroativas: 17ª em 1960, por Rocco e Seus Irmãos; 11ª em 1961, por A Moça com a Valise;1ª em 1963, por , por O Leopardo e por A Pantera Cor-de-Rosa. Posteriormente em Musas retroativas: 2ª em 1968, por Era uma Vez no Oeste.

Monica Vitti em “Modesty Blaise”

5 – MONICA VITTI, por Modesty Blaise

Anteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1960, por A Aventura; 5ª em 1961, por A Noite; 7ª em 1962, por O Eclipse; 14ª em 1964, por O Deserto Vermelho.

Michèle Mercier em “Angélica e o Rei”

6 – MICHÈLE MERCIER, por Angélica e o Rei

Anteriormente em Musas retroativas: 13ª em 1960, por Atire no Pianista; 7ª em 1964, por Angélica, a Marquesa dos Anjos; 11ª em 1965, por Maravilhosa Angélica. Posteriormente em Musas retroativas: 11ª em 1967, por Indomável Angélica.

Veruschka Von Lehndorff em “Blow Up – Depois Daquele Beijo”

7 – VERUSCHKA VON LEHNDORFF, por Blow Up – Depois Daquele Beijo

Jane Fonda em “Caçada Humana”

8 – JANE FONDA, por Caçada Humana

Anteriormente em Musas retroativas: 5ª em 1965, por Dívida de Sangue. Posteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1967, por Descalços no Parque; 1ª em 1968, por Barbarella; 5ª em 1969, por A Noite dos Desesperados; 4ª em 1971, por Klute – O Passado Condena; 19ª em 1972, por Tout Va Bien; 7ª em 1977, por Julia; 2ª em 1978, em Amargo Regresso; 15ª em 1979, por Síndrome da China e por O Cavaleiro Elétrico; 13ª em 1981, por Num Lago Dourado e por Amantes & Finanças.

Bibi Andersson em "Persona - Quando Duas Mulheres Pecam"

Bibi Andersson em “Persona – Quando Duas Mulheres Pecam”

9 – BIBI ANDERSSON, por Persona – Quando Duas Mulheres Pecam

Anteriormente em Musas retroativas: 6ª em 1957, por O Sétimo Selo e por Morangos Silvestres.

Anouk Aimée em “Um Homem, uma Mulher”

10 – ANOUK AIMÉE, por Um Homem, uma Mulher

Anteriormente em Musas retroativas: 19ª em 1960, por A Doce Vida; 7ª em 1961, por Lola, a Flor Proibida; 15ª em 1963, por .

Vanessa Redgrave em “Blow Up – Depois Daquele Beijo”

11 – VANESSA REDGRAVE, por Blow Up – Depois Daquele Beijo

Posteriormente em Musas retroativas: 19ª em 1967, por Camelot; 12ª em 1968, por Isadora.

Lee Meriwether em “Batman, o Homem-Morcego”

12 – LEE MERIWETHER, por Batman, o Homem-Morcego

Natalie Wood em “Esta Mulher É Proibida”

13 – NATALIE WOOD, por Esta Mulher É Proibida

Anteriormente em Musas retroativas: 6ª em 1955, por Juventude Transviada; 10ª em 1958, por Até o Último Alento; 3ª em 1961, por Clamor do Sexo e por Amor, Sublime Amor; 10ª em 1962, por Em Busca de um Sonho; 3ª em 1964, por Médica, Bonita e Solteira; 4ª em 1965, por A Corrida do Século. Posteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1969, por Bob & Carol & Ted & Alice.

Sophia Loren em “Arabesque”

14 – SOPHIA LOREN, por Arabesque

Anteriormente em Musas retroativas: 12ª em 1954, por Duas Noites com Cleópatra e por A Invasão dos Bárbaros; 11ª em 1957, por A Lenda da Estátua Nua, por Orgulho e Paixão e por A Lenda dos Desaparecidos; 19ª em 1958, por Tentação Morena, por A Orquídea Negra, por Desejo e por A Chave; 4ª em 1960, por Duas Mulheres, por Começou em Nápoles e por The Millionairess; 14ª em 1961, por El Cid;6ª em 1962, por Boccaccio ’70; 4ª em 1963, por Ontem, Hoje e Amanhã; 8ª em 1964, por Matrimônio à Italiana e por A Queda do Império Romano. Posteriormente em Musas retroativas: 20ª em 1967, por A Condessa de Hong Kong; 5ª em 1972, por O Homem de La Mancha.

Angie Dickinson em “Caçada Humana”

15 – ANGIE DICKINSON, por Caçada Humana

Anteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1959, por Onde Começa o Inferno; 15ª em 1960, por Onze Homens e um Segredo;12ª em 1962, por Candelabro ItalianoPosteriormente em Musas retroativas: 7ª em 1967, por À Queima-Roupa; 17ª em 1980, por Vestida para Matar.

Candice Bergen em “O Canhoneiro do Yang-Tsé”

16 – CANDICE BERGEN, por O Canhoneiro do Yang-Tsé

Sarah Miles em “Blow Up – Depois Daquele Beijo”

17 – SARAH MILES, por Blow Up – Depois Daquele Beijo

Anteriormente em Musas retroativas: 20ª em 1963, por O Criado.

Ursula Andress em “Crepúsculo das Águias”

18 – URSULA ANDRESS, por Crepúsculo das Águias

Anteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1962, por 007 contra o Satânico Dr. No; 10ª em 1963, por O Seresteiro de Acapulco; 18ª em 1965, por A Deusa da Cidade Perdida e por O que É que Há, Gatinha?. Posteriormente em Musas retroativas: 12ª em 1967, por Cassino Royale; 19ª em 1979, por O Quinto Mosqueteiro.

Barbara Shelley em “Drácula, o Príncipe das Trevas”

19 – BARBARA SHELLEY, por Drácula, o Príncipe das Trevas

Jane Birkin em “Blow Up – Depois Daquele Beijo”

20 – JANE BIRKIN, por Blow Up – Depois Daquele Beijo

Posteriormente em Musas retroativas: 20ª em 1966, por Blow Up – Depois Daquele Beijo; 12ª em 1976, por Paixão Selvagem.

Musas de 1965 <<
>> Musas de 1967

Leila Diniz em “Todas as Mulheres do Mundo”

1 – LEILA DINIZ, por Todas as Mulheres do Mundo

Posteriormente em Musas retroativas: 7ª em 1968, por Edu, Coração de Ouro.

Outro ano dificílimo para escolher a musa. Qualquer uma das seis primeiras poderiam ser a escolhida, em outros anos (Leila, Deneuve, Jane, Faye, Sharon, Katharine – que escrete!). E, entre as duas primeiras, a dúvida persiste, pra mim, até agora. É difícil não dar a vitória a Catherine Deneuve, em um de seus papéis mais sedutores: a dona de casa de vira prostituta durante o dia, meu Deus! No frigir dos ovos, ela até pode ser mais vistosa, mas o que era Leila Diniz, gente? É a musa não só de um filme ou de um diretor (Domingos de Oliveira, seu ex-namorado que dedicou a ela essa declaração de amor fílmica que é Todas as Mulheres do Mundo e o papel de Maria Alice), e nao é só a musa do cinema brasileiro, mas de uma geração inteira. A mulher que fez uma revolução sem ter o menor interesse nisso. Seu encanto brejeiro, de vizinha da rua, está imortalizado nesse filme. E, com quatro belas atrizes, talvez Cassino Royale seja o filme recordista em emplacar musas numa mesma lista (não sei, não fiz a conta). Primeira aparição: Leila Diniz, Faye Dunaway, Katharine Ross, Jacqueline Bisset, Suzy Kendall. Última aparição: Michèle Mercier. Única aparição: Sharon Tate, Joanna Pettet, Barbara Bouchet, Katharine Houghton, Jitka Bendova. Brasileiras na lista: Leila Diniz.

Catherine Deneuve em “A Bela da Tarde”

Catherine Deneuve em “Duas Garotas Românticas”

2 – CATHERINE DENEUVE, por A Bela da Tarde e por Duas Garotas Românticas

Anteriormente em Musas retroativas: 10ª em 1964, por Os Guarda-Chuvas do Amor; 2ª em 1965, por Repulsa ao Sexo. Posteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1969, por A Sereia do Mississipi; 1ª em 1970, por Tristana – Uma Paixão Mórbida; 4ª em 1980, por O Último Metrô; 1ª em 1983, por Fome de Viver.

Jane Fonda em “Descalços no Parque”

3 – JANE FONDA, por Descalços no Parque

Anteriormente em Musas retroativas: 5ª em 1965, por Dívida de Sangue; 8ª em 1966, por Caçada Humana. Posteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1968, por Barbarella; 5ª em 1969, por A Noite dos Desesperados; 4ª em 1971, por Klute – O Passado Condena; 19ª em 1972, por Tout Va Bien; 7ª em 1977, por Julia; 2ª em 1978, em Amargo Regresso; 15ª em 1979, por Síndrome da China e por O Cavaleiro Elétrico; 13ª em 1981, por Num Lago Dourado e por Amantes & Finanças.

Faye Dunaway em “Bonnie & Clyde – Uma Rajada de Balas”

4 – FAYE DUNAWAY, por Bonnie & Clyde – Uma Rajada de Balas

Posteriormente em Musas retroativas: 10ª em 1968, por Crown, o Magnífico; 17ª em 1970, por Pequeno Grande Homem; 14ª em 1973, por Os Três Mosqueteiros; 10ª em 1974, por A Vingança de Milady, por Chinatown e por Inferno na Torre; 5ª em 1975, por Três Dias do Condor; 5ª em 1976, por Rede de Intrigas.

Sharon Tate em “A Dança dos Vampiros”

5 – SHARON TATE, por A Dança dos Vampiros

Katharine Ross em “A Primeira Noite de um Homem”

6 – KATHARINE ROSS, por A Primeira Noite de um Homem

Posteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1969, por Butch Cassidy.

Angie Dickinson em “À Queima-Roupa”

7 – ANGIE DICKINSON, por À Queima-Roupa

Anteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1959, por Onde Começa o Inferno; 15ª em 1960, por Onze Homens e um Segredo; 12ª em 1962, por Candelabro Italiano; 15ª em 1966, por Caçada Humana. Posteriomente em Musas retroativas: 17ª em 1980, por Vestida para Matar.

Audrey Hepburn em “Um Caminho para Dois”

Audrey Hepburn em “Um Clarão nas Trevas”

8 – AUDREY HEPBURN, por Um Caminho para Dois e por Um Clarão nas Trevas

Anteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1953, por A Princesa e o Plebeu2ª em 1954, por Sabrina; 7ª em 1956, por Guerra e Paz;2ª em 1957, por Cinderela em Paris e por Amor na Tarde; 10ª em 1959, por Uma Cruz à Beira do Abismo e por A Flor que Não Morreu; 12ª em 1960, por O Passado Não Perdoa; 1ª em 1961, por Bonequinha de Luxo e por Infâmia;7ª em 1963, por Charada; 9ª em 1964, por My Fair Lady e por Quando Paris Alucina; 3ª, em 1966, por Como Roubar um Milhão de Dólares. Posteriormente em Musas retroativas: 16ª em 1976, por Robin e Marian.

Joanna Pettet em “Cassino Royale”

9 – JOANNA PETTET, por Cassino Royale

Barbara Bouchet em “Cassino Royale”

10 – BARBARA BOUCHET, por Cassino Royale

Michèle Mercier em “Indomável Angélica”

11 – MICHÈLE MERCIER, por Indomável Angélica

Anteriormente em Musas retroativas: 13ª em 1960, por Atire no Pianista; 7ª em 1964, por Angélica, a Marquesa dos Anjos; 11ª em 1965, por Maravilhosa Angélica; 6ª em 1966, por Angélica e o Rei.

Ursula Andress em “Cassino Royale”

12 – URSULA ANDRESS, por Cassino Royale

Anteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1962, por 007 contra o Satânico Dr. No; 10ª em 1963, por O Seresteiro de Acapulco; 18ª em 1965, por A Deusa da Cidade Perdida e por O que É que Há, Gatinha?; 18ª em 1966, por Crepúsculo das ÁguiasPosteriormente em Musas retroativas: 19ª em 1979, por O Quinto Mosqueteiro.

Raquel Welch em “O Diabo É Meu Sócio”

13 – RAQUEL WELCH, por O Diabo É Meu Sócio

Anteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1966, por Um Milhão de Anos Antes de Cristo e por Viagem Fantástica. Posteriormente em Musas retroativas: 7ª em 1973, por Os Três Mosqueteiros; 6ª em 1974, por A Vingança de Milady; 5ª em 1977, por O Príncipe e o Mendigo.

Jacqueline Bisset em “Cassino Royale”

14 – JACQUELINE BISSET, por Cassino Royale

Posteriormente em Musas retroativas: 6ª em 1968, por Bullitt; 3ª em 1970, por Aeroporto; 7ª em 1972, por Roy Bean, o Homem da Lei; 1ª em 1973, por A Noite Americana; 8ª em 1974, por Assassinato no Orient Express.

Anne Bancroft em “A Primeira Noite de um Homem”

15 – ANNE BANCROFT, por A Primeira Noite de um Homem

Suzy Kendall, em "Ao Mestre, com Carinho"

Suzy Kendall, em “Ao Mestre, com Carinho”

16 – SUZY KENDALL, por Ao Mestre, com Carinho

Posteriormente em Musas retroativas: 14ª em 1970, por O Pássaro das Plumas de Cristal.

Katharine Houghton em “Adivinhe Quem Vem para Jantar”

17 – KATHARINE HOUGHTON, por Adivinhe Quem Vem para Jantar

Jitka Bendova em “Trens Estreitamente Vigiados”

18 – JITKA BENDOVA, por Trens Estreitamente Vigiados

Vanessa Redgrave em “Camelot”

19 – VANESSA REDGRAVE, por Camelot

Anteriormente em Musas retroativas: 11ª em 1966, por Blow Up – Depois Daquele Beijo. Posteriormente em Musas retroativas: 12ª em 1968, por Isadora.

Sophia Loren em “A Condessa de Hong Kong”

20 – SOPHIA LOREN, por A Condessa de Hong Kong

Anteriormente em Musas retroativas: 12ª em 1954, por Duas Noites com Cleópatra e por A Invasão dos Bárbaros; 11ª em 1957, por A Lenda da Estátua Nua, por Orgulho e Paixão e por A Lenda dos Desaparecidos; 19ª em 1958, por Tentação Morena, por A Orquídea Negra, por Desejo e por A Chave; 4ª em 1960, por Duas Mulheres, por Começou em Nápoles e por The Millionairess; 14ª em 1961, por El Cid;6ª em 1962, por Boccaccio ’70; 4ª em 1963, por Ontem, Hoje e Amanhã; 8ª em 1964, por Matrimônio à Italiana e por A Queda do Império Romano; 14ª em 1966, por Arabesque. Posteriormente em Musas retroativas: 5ª em 1972, por O Homem de La Mancha.

Musas de 1966 <<
>> Musas de 1968

Katharine Ross em “Butch Cassidy”

1 – KATHARINE ROSS, por Butch Cassidy

Anteriormente em Musas retroativas: 6ª em 1967, por A Primeira Noite de um Homem.

Em um filme onde dois bandidos simpáticos – ambos entre os maiores galãs da história do cinema – são as estrelas, ela conseguiu brilhar como um sol. Katharine Ross é a Etta Place que namorava Sundance Kid (Robert Redford), mas tinha sua cena mais romântica com Butch Cassidy (Paul Newman), levada por ele em um grande invento daqueles tempos do velho oeste: a bicicleta. Lembrando que esta lista é feita de trás para a frente, portanto é a primeira aparição das três musas que ocupam o pódio: Katherine, Diana Rigg (estrela da série Os Vingadores que aparece como a única bondgirl que levou 007 ao altar) e Natalie Wood, que aparecerá várias vezes ainda.

Diana Rigg em “007 a Serviço Secreto de Sua Majestade”

2 – DIANA RIGG, por 007 a Serviço Secreto de Sua Majestade

Natalie Wood em “Bob & Carol & Ted & Alice”

3 – NATALIE WOOD, por Bob & Carol & Ted & Alice

Anteriormente em Musas retroativas: 6ª em 1955, por Juventude Transviada; 10ª em 1958, por Até o Último Alento; 3ª em 1961, por Clamor do Sexo e por Amor, Sublime Amor; 10ª em 1962, por Em Busca de um Sonho; 3ª em 1964, por Médica, Bonita e Solteira; 4ª em 1965, por A Corrida do Século; 13ª em 1966, por Esta Mulher É Proibida.

Catherine Deneuve em “A Sereia do Mississipi”

4 – CATHERINE DENEUVE, por A Sereia do Mississipi

Anteriormente em Musas retroativas: 10ª em 1964, por Os Guarda-Chuvas do Amor; 2ª em 1965, por Repulsa ao Sexo; 2ª em 1967, por A Bela da Tarde e por Duas Garotas Românticas. Posteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1970, por Tristana – Uma Paixão Mórbida; 4ª em 1980, por O Último Metrô; 1ª em 1983, por Fome de Viver.

Jane Fonda em “A Noite dos Desesperados”

5 – JANE FONDA, por A Noite dos Desesperados

Anteriormente em Musas retroativas: 5ª em 1965, por Dívida de Sangue; 8ª em 1966, por Caçada Humana; 3ª em 1967, por Descalços no Parque; 1ª em 1968, por Barbarella. Posteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1971, por Klute – O Passado Condena; 19ª em 1972, por Tout Va Bien; 7ª em 1977, por Júlia; 2ª em 1978, por Amargo Regresso; 15ª em 1979, por Síndrome da China e por O Cavaleiro Elétrico; 13ª em 1981, por Num Lago Dourado e por Amantes & Finanças.

Senta Berger em “O Insaciável Marquês de Sade”

6 – SENTA BERGER, por O Insaciável Marquês de Sade

Posteriormente em Musas retroativas: 8ª em 1972, por A Moral de Ruth Halbfass.

Susannah York em “A Noite dos Desesperados”

7 – SUSANNAH YORK, por A Noite dos Desesperados

Anteriormente em Musas retroativas: 9ª em 1963, por As Aventuras de Tom Jones. Posteriormente em Musas retroativas: 9ª em 1978, por Superman – O Filme.

Dyan Cannon em “Bob & Carol & Ted & Alice”

8 – DYAN CANNON, por Bob & Carol & Ted & Alice

Posteriormente em Musas retroativas: 16ª em 1978, por A Vingança da Pantera Cor-de-Rosa.

Glenda Jackson em “Mulheres Apaixonadas”

9 – GLENDA JACKSON, por Mulheres Apaixonadas

Posteriormente em Musas retroativas: 18ª em 1973, por Um Toque de Classe.

Shirley MacLaine em “Charity, Meu Amor”

10 – SHIRLEY MACLAINE, por Charity, Meu Amor

Anteriormente em Musas retroativas: 11ª em 1955, por O Terceiro Tiro e por Artistas e Modelos; 11ª em 1956, por A Volta ao Mundo em 80 Dias; 18ª em 1958, por Deus Sabe Quanto Amei, por Irresistível Forasteiro e por A Mercadora da Felicidade; 9ª em 1960, por Se Meu Apartamento Falasse e por Can Can; 12ª em 1961, por Infâmia; 11ª em 1963, por Irma la Douce. Posteriormente em Musas retroativas: 19ª em 1970, por Os Abutres Têm Fome.

Marie-Christine Barrault em “Minha Noite com Ela”

11 – MARIE-CHRISTINE BARRAULT, por Minha Noite com Ela

Posteriormente em Musas retroativas: 6ª em 1975, por Primo, Prima.

Goldie Hawn em “Flor de Cacto”

12 – GOLDIE HAWN, por Flor de Cacto

Posteriormente em Musas retroativas: 7ª em 1974, por Louca Escapada; 3ª em 1975, por Shampoo; 7ª em 1976, por O Corujão e a Gatinha; 11ª em 1978, p0r Golpe Sujo.

Genevieve Bujold em “Ana dos Mil Dias”

13 – GENEVIEVE BUJOLD, por Ana dos Mil Dias

Posteriormente em Musas retroativas: 17ª em 1974, por Terremoto.

Marianne Faithfull em “Hamlet”

14 – MARIANNE FAITHFULL, por Hamlet

Goldie Hawn e Ingrid Bergman em “Flor de Cacto”

15 – INGRID BERGMAN, por Flor de Cacto

Anteriormente em Musas retroativas: 7ª em 1954, por Romance na Itália; 10ª em 1956, por Anastácia, a Princesa Esquecida; 17ª em 1958, por Indiscreta e por A Morada da Sexta Felicidade.

Márcia Rodrigues em “Matou a Família e Foi ao Cinema”

16 – MÁRCIA RODRIGUES, por Matou a Família e Foi ao Cinema

Barbra Streisand em “Alô, Dolly!”

17 – BARBRA STREISAND, por Alô, Dolly

Anteriormente em Musas retroativas: 17ª em 1968, por Funny Girl – A Garota Genial. Posteriormente em Musas retroativas: 16ª em 1973, por Nosso Amor de Ontem; 15ª em 1975, por Funny Lady.

Barbara Hershey em “Last Summer”

18 – BARBARA HERSHEY, por Last Summer

Posteriormente em Musas retroativas: 12ª em 1986, por Hannah e Suas Irmãs; 16ª em 1988, por A Última Tentação de Cristo e por Amigas para Sempre.

Helena Ignez em “A Mulher de Todos”

19 – HELENA IGNEZ, por A Mulher de Todos

Anteriormente em Musas retroativas: 15ª em 1968, por O Bandido da Luz Vermelha. Posteriormente em Musas retroativas: 20ª em 1970, por Copacabana, Mon Amour.

Jennifer Salt em “Perdidos na Noite”

20 – PERDIDOS NA NOITE, por Perdidos na Noite

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