You are currently browsing the tag archive for the ‘Anos 1990’ tag.

120. ‘I LOVE LOUISA’, de A Roda da Fortuna (1953)
Com Fred Astaire, Nanette Fabray, Oscar Levant, Cyd Charisse. Direção: Vincente Minnelli. Coreografia: Michael Kidd. Canção de Arthur Schwartz e Howard Dietz.

Fred Astaire havia cantado “I love Louisa” em um musical da Broadway de 1931, que levava o mesmo nome original (The Band Wagon) e que Fred protagonizou com sua irmã, Adele (no último musical que fizeram juntos, antes de ela deixar a carreira para se casar). Foi uma das três canções que sobreviveram da trilha da peça para esta versão do cinema, que criou uma história nova (no teatro, o show era de esquetes). Essa brincadeira alemã, no filme, está na festinha com que a equipe da versão musical de Fausto alivia o clima de uma estreia desastrosa. Às vezes, basta uma música ótima, um grande diretor, um coreógrafo que faça dançar um quarto lotado e um gigantesco talento para que um número seja uma delícia. Só isso. More beer!

***

119. ‘SEASONS OF LOVE’, de Rent — Os Boêmios (2005)
Com Anthony Rapp, Adam Pascal, Rosario Dawson, Jesse L. Martin, Tracie Thoms, Idina Menzel, Wilson Jermaine Heredia, Taye Diggs. Direção: Chris Columbus. Canção de Jonathan Larson.

“Seasons of love” é uma canção tão poderosa que, no musical de teatro, está localizada no meio da apresentação e o filme a trouxe para os créditos de abertura (cantada por seus oito personagens principais num palco, diante de uma plateia vazia). Uma decisão que funciona muito bem: a letra funciona como uma carta de intenções do que virá pela frente, nesta modernização de La Bohème para a era da Aids. Como você mede os quinhentos e vinte cinco mil e seiscentos minutos que vive num ano?

***

118. ‘HAIR’, de Hair (1979)
Com Don Dacus, Treat Williams e Dorsey Wright. Direção: Milos Forman. Coreografia: Twyla Tharp. Canção de Galt McDermot, Gerome Ragni e James Rado.

Um canto de amor aos cabelos longos que marcavam o movimento hippie, a ponto de ter batizado o musical histórico que o retratou nos palcos e no cinema. No filme, é um momento delirante dentro de um presídio, combinado com cenas da rua com Williams e muitos cabelos ao vento.

***

117. ‘CAI CAI’, de Uma Noite no Rio (1941)
Com Carmen Miranda. Direção: Irving Cummings. Canção de Roberto Martins.

Embora as coreografias sejam assinadas por Hermes Pan, muito dificilmente ele deu algum pitaco aqui. Carmen, em seu segundo filme, faz aquilo que sabia fazer como ninguém e fazia desde sua carreira no Rio de Janeiro: movia as mãos, usava expressões faciais, ia pra lá e pra cá e, combinando isso, brilhava. Em Serenata Tropical, seu primeiro filme, o diretor Irving Cummings parece não saber muito como filmar aquilo: a prendia num cenário e desperdiçava closes em vez de flagrar o máximo de seus movimentos. Ele melhora muito no seguinte: ainda é sempre basicamente Carmen cantando para uma plateia, mas Cummings abre a câmera e a mostra inteira ou de meio corpo, com edição e câmera discretas que bastam segui-la.

***

116. ‘SHALL WE DANCE?’, de O Rei e Eu (1956)
Com Deborah Kerr (com voz de Marni Nixon) e Yul Brynner. Direção: Walter Lang. Coreografia: Jerome Robbins. Canção de Richard Rogers e Oscar Hammerstein II.

Esta visão eurocêntrica de como uma professora inglesa ajudou o Rei do Sião a se modernizar inclui esta bela cena de aula de dança, onde uma alta voltagem sexual (para a época e para o tipo de filme) aparece.

***

115. ‘SHAKE YOUR TAIL FEATHER’, de Os Irmãos Cara de Pau (1980)
Com Ray Charles e The Blues Brothers. Direção: John Landis. Coreografia: Carlton Johnson. Canção de Otha Hayes, Andre Williams e Verlie Rice.

Essa canção dos anos 1960 ganha versão de Ray Charles em uma das participações especiais de Os Irmãos Cara de Pau. A música irresistível tem ótima participação cênica da Blues Brothers Band e “contamina” a vizinhança, com as pessoas numa divertida coreografia na frente da loja do Ray. Seria um flashmob?

***

114. ‘THE LONELY GOATHERD’, de A Noviça Rebelde (1965)
Com Julie Andrews, Angela Cartwright, Charmian Carr, Heather Menzies, Nicholas Hammond, Duane Chase, Debbie Turner e Kym Karath. Direção: Robert Wise. Canção de Richard Rogers e Oscar Hammerstein II.

Bil Baird e Cora Baird, famosos manipuladores de marionetes nos EUA, são os grandes protagonistas ocultos desse adorável número em que Maria e as crianças fazem um show de bonecos para uma seleta plateia. Marc Breaux assina a coreografia do filme. Terá feito também a coreografia dos bonequinhos?

***

113. ‘CIRCLE OF LIFE’, de O Rei Leão (1994)
Com Carmen Twillie, Lebo M e côro. Direção: Roger Allers e Rob Minkoff. Canção de Elton John e Tim Rice.

Um dos melhores começos de filmes de todos os tempos, “Circle of life” introduz o espectador, sem qualquer diálogo, ao mundo africano onde o leão é o rei, os outros animais são os súditos, e um príncipe é apresentado. Antológico.

***

112. ‘THAT’S HOW YOU KNOW’, de Encantada (2007)
Com Amy Adams e Patrick Dempsey. Direção: Kevin Lima. Canção de Alan Menken e Stephen Schwartz.

O barato em Encantada é que é uma sátira, mas também uma afirmação carinhosa dos contos-de-fadas da Disney. E isso implica, claro, em um número musical que invada o mundo real, capitaneado por uma luminosa Amy Adams.

***

111. ‘I’M THRU WITH LOVE’, de Todos Dizem Eu Te Amo (1997)
Com Goldie Hawn e Woody Allen. Direção: Woody Allen. Coreografia: Graciela Daniele. Canção de Gus Kahn, Matty Malneck e Fud Livingston.

Esta canção dos anos 1930 (que Marilyn já havia cantado na tela em Quanto Mais Quente Melhor) é recorrente nesse musical leve, divertido e propositalmente meio desajeitado de Woody Allen. E a ela é reservado o belo momento final, cantada por uma adorável Goldie Hawn, que, à beira do Sena, dança e flutua.

Continue lendo »

Anúncios

130. ‘BE OUR GUEST’, de A Bela e a Fera (1991)
Com Jerry Orbach e Angela Lansbury. Direção: Gary Trousdale e Kirk Wise. Canção de Alan Menken e Howard Ashman.

Os longas de animação da Disney quase sempre foram musicais, mas pouco tinham tanta alma de musical como A Bela e a Fera. O filme parece ter nascido como espetáculo da Broadway (para onde efetivamente foi, depois) e “Be our guest” bebe diretamente na fonte de Busby Berkeley e seus delírios musicais nos filmes dos anos 1930, com seus caleidoscópios e balés aquáticos.

***

129. ‘STEREOPHONIC SOUND’, de Meias de Seda (1957)
Com Janis Paige e Fred Astaire. Direção: Rouben Mamoulien. Coreografia: Hermen Pan. Canção de Cole Porter.

Em 1957, a tela larga e o som esteofônico eram armas que o cinema ainda estava começando a usar para enfrentar a concorrência da televisão. Este número de Meias de Seda tira onda brilhantemente com isso, dando a receita: diz que “Lassie seria só um cachorro como os outros” se não aparecesse em Cinemascope e latisse em estéreo, ou que antes o dançarino dançava números íntimos e de rosto colado com a parceira “e agora ele nem sabe se ela está por perto”, de tanto que eles precisam se esticar para ocupar a tela toda.

***

128. ‘COUNT ON ME’, de Um Dia em Nova York (1949)
Com Frank Sinatra, Betty Garrett, Ann Miller, Jules Munshin, Alice Pearce e Gene Kelly. Direção: Gene Kelly e Stanley Donen. Canção de Roger Edens, Adolph Green e Betty Comden.

Gene Kelly está na pior e seus amigos tentam levantar seu astral com uma série de tolices, do quilate de “como disse a calculadora, pode contar comigo”. Gene não resiste, é claro: no meio do número ele já está dançando com todo mundo. Como resistir a tantas palhaçadas alegres e com esse pessoal?

***

127. ‘SCHOOL OF ROCK’, de Escola de Rock (2003)
Com School of Rock. Direção: Richard Linklater. Canção de Mike White e Sammy James Jr.

Rock é coisa de criança nesse ótimo filme, onde Jack Black é um roqueiro frustrado que vira professor numa escola chique e leva os meninos que só tocavam música clássica a montar uma banda. As crianças tocam mesmo e o número, muito divertido, cita visualmente “Boys don’t cry’, do The Cure, apenas uma das inúmeras referências roqueiras do filme. A School of Rock tem Black no vocal, Joey Gaydos Jr. na guitarra, Becca Brown no baixo, Robert Tsai nos teclados, Kevin Alexander Clark na bateria e, nos backing vocals, Maryam Hassan, Caitlin Hale e Aleisha Allen. Város deles seguiram carreira na música.

***

126. ‘A SPOONFUL OF SUGAR’, de Mary Poppins (1964)
Com Julie Andrews, Katharine Dotrice e Matthew Garber. Direção: Robert Stevenson. Canção de Robert B. Sherman e Richard M. Sherman.

Mary Poppins chega chegando na vida dos irmãos Jane e Michael. Os coloca de cara para arrumar o quarto, mas faz uma magicazinha pra mostrar que a tarefa pode não ser tão chata: “Com um pouco de açúcar, até o remédio é um prazer”, como diz a versão brasileira da canção. Pode ser que as coisas não se arrumem sozinhas num estalar de dedos, mas sem dúvida o trabalho é bem melhor ouvindo Julie Andrews cantar.

***

125. ‘THEY CAN’T TAKE THAT AWAY FROM ME’, de Ciúme, Sinal de Amor (1949)
Com Fred Astaire e Ginger Rogers. Direção: Charles Walters. Coreografia: Robert Alton. Canção de George Gershwin e Ira Gershwin.

Fred Astaire e Ginger Rogers se consagraram como a maior dupla de dança da história do cinema em nove filmes na RKO, de 1933 a 1939. Depois, ela foi ser atriz dramática (ganhou um Oscar) e ele seguiu em “carreira solo”, sem outra parceira fixa. Mas se reencontraram para um revival dez anos depois, na Metro. E este número justifica o reencontro. Dançando um número que Fred já havia cantado para Ginger em Vamos Dançar?, em 1937 (sem dançar; usar a canção de novo foi sugestão dela), eles mostram que química maravilhosa não se desfaz facilmente.

***

124. ‘THE NIGHT THEY INVENTED CHAMPAGNE’, de Gigi (1958)
Com Leslie Caron, Louis Jordan e Hermione Gingold. Direção: Vincente Minnelli. Coreografia: Charles Walters. Canção de Alan Jay Lerner e Frederick Loewe.

Gigi, o papel que, na Broadway, revelou Audrey Hepburn em 1951, teve Leslie Caron no filme vencedor de nove Oscars. Bastante requintado e pomposo, para dar uma amaciada na história da garota que é educada para ser uma cortesã e é amiga de um jovem playboy que ainda a vê como criança neste animado número, onde ele promete levá-la à praia depois de perder no baralho (ela rouba)! Leslie foi dublada nas canções do filme por Betty Wand, mas o vídeo abaixo mostra a voz original da atriz cantando. Mas você pode ver a versão original do filme com a voz de Wand dublando Leslie Caron (a imagem widescreen está estreitada e invertida).

***

123. ‘HOW COULD YOU BELIEVE ME WHEN I SAID I LOVED YOU WHEN YOU KNOW I’VE BEEN A LIAR ALL MY LIFE?’, de Núpcias Reais (1951)
Com Fred Astaire e Jane Powell. Direção: Stanley Donen. Coreografia: Nick Castle. Canção de Burton Lane e Alan Jay Lerner.

Astaire e Jane Powell interpretam um casal de irmãos que têm uma carreira junto nos palcos – como Fred e sua irmã Adele, antes da carreira dele no cinema. Muito divertido, com Jane Powell substituindo bem Judy Garland, que ia fazer o filme, mas foi demitida pela Metro. O número realmente lembra bastante a química cômica de Fred e Judy em “A couple of swells”, de Desfile de Páscoa (1948).

***

122. ‘ZERO TO HERO’, de Hércules (1997)
Com Lillias White, Vanéese Y. Thomas, Cheryl Freeman, LaChanze e Roz Ryan. Direção: John Musker, Ron Clements. Canção de Alan Menken e David Zippel.

As musas gregas contam como Hércules passou de um zero à esquerda a herói e superastro pop (com direito até a merchandising). O longa é irregular, mas esta ideia é ótima: as musas são representadas como um grupo musical, unindo um estilo Supremes e música gospel.

***

121. ‘YOUNG AND HEALTHY’, de Rua 42 (1933)
Com Dick Powell e Toby Wing. Direção: Lloyd Bacon. Direção de dança: Busby Berkeley. Canção de Al Dubin e Harry Warren.

No ano de 1933, Busby Berkeley fez as marcantes coreografias de três filmes: Belezas em Revista (com aquele balé aquático), Cavadoras de OuroRua 42. “Young and healthy” é um representante de seus caleidoscópios humanos, mas num crescendo: começa com Dick Powell sozinho em um palco vazio; então, surge uma garota (Toby Wing) para quem ele canta; aí, o banco em que estão sentados desce e eles ficam no chão; de cima, a câmera os mostra girando; então surgem os dançarinos, que, deitados no chão e em volta, giram no sentido inverso; logo, Wing está à frente de uma fila de louras; então, garotas e rapaes evoluem para os caleidoscópios humanos vistos em 90 graus em plataformas giratórias que se movimentam em sentido contrário; por fim, as louras formam outra fila e a câmera passa por um túnel de pernas. Ufa!

Continue lendo »

150. ‘THAT’S ENTERTAINMENT’, de A Roda da Fortuna (1953)
Com Jack Buchanan, Nanette Fabray, Oscar Levant e Fred Astaire. Direção do filme: Vincente Minnelli. Coreografia: Michael Kidd. Canção de Arthur Schwartz e Howard Dietz.

Uma das canções mais emblemáticas do show business sobre si mesmo (junto com “There’s no business like show business”; ficou em 45º na lista das 100 canções do cinema americano, segundo o American Film Institute) é usada pelo diretor teatral e autores da peça para convencerem o veterano astro vivido por Fred Astaire a interpretar… Fausto! Afinal, tudo é entretenimento e o mundo é um palco.

***

149. ‘HAKUNA MATATA’, de O Rei Leão (1994)
Com Nathan Lane, Ernie Sabella, Jason Weaver e Joseph Williams. Direção: Roger Allers, Rob Minkoff. Canção de Elton John e Tim Rice.

A expressão “hakuna matata” existe mesmo na língua suaíli, falada no sudeste da África, e quer dizer “sem preocupações”. É um dos grandes momentos de O Rei Leão, apresentando devidamente os personagens Timão e Pumbaa e servindo como passagem de tempo do pequeno Simba para o Simba adulto. Como a expressão é real, é uma grande tolice a “tradução” brasileira para algo que não existe, “hatuna matata”.

***

148. ‘I GOT LIFE’, de Hair (1979)
Com Treat Williams. Direção: Milos Forman. Canção de Galt MacDermot, Gerome Ragni e James Rado.

O horror da gente de bem: hippies invadem um jantar chique, só para que um amigo que vai para a guerra passe, antes, uns minutos olhando para uma garota bonita por quem ele se apaixonou. Ao serem convidados a sair, o líder faz uma afirmação de identidade daquelas: fazendo da mesa de jantar uma passarela para seu discurso empolgante. Detalhe ótimo de cena: os outros hippies tentando minimizar o estrago tirando os pratos e copos da frente, antes que sejam pisados. Tem um quê de Buñuel esse número.

***

147. ‘JAILHOUSE ROCK’, de Prisioneiro do Rock (1957)
Com Elvis Presley. Direção: Richard Thorpe. Coreografia: Alex Romero e Elvis Presley. Canção de Jerry Leiber e Mark Stoller.

Elvis fez muitos musicais no cinema, mas poucos têm prestígio de verdade. Há músicas ótimas, mas os números não são muito inspirados. Aqui é diferente: estamos na Metro, que entendia do riscado. No filme, o número é uma apresentação na TV.

***

146. ‘RUN AND TELL THAT’, de Hairspray — Em Busca da Fama (2007)
Com Elijah Kelley e Taylor Parks. Direção: Adam Shankman. Canção de Marc Shaiman e Scott Wittman.

O que não falta em Hairspray é energia, e esse é um dos números mais vibrantes do filme (começando numa sala da escola, avança pelos corredores, vai para dentro de um ônibus e termina num bairro popular). É também uma afirmação de identidade contra o racismo: encontrar a própria voz, “Quanto mais escura a fruta, mais doce é o suco” e “As pessoas daqui têm que se virar para pagar o aluguel, têm que tirar um dólar de 60 centavos”.

***

145. ‘GREASED LIGHTNING’, de Grease — No Tempo da Brilhantina (1978)
Com John Travolta e Jeff Conaway. Direção: Randal Kleiser. Coreografia: Patricia Birch. Canção de Jim Jacobs e Warren Casey.

John Travolta roubou este número de Jeff Conaway. Na Broadway, o personagem de Conaway é quem canta e Travolta usou seu poder para passá-la a seu personagem. Assistindo, dá pra ver o motivo. É um número de grande vitalidade, um daqueles que encarna uma espécie de “realidade paralela”: o conserto de um carro ferrado vira um cenário chique de gosto duvidoso.

***

144. ‘GOODNIGHT AND THANK YOU’, de Evita (1996)
Com Antonio Banderas e Madonna. Direção: Alan Parker. Canção de Andrew Lloyd Webber e Tim Rice.

A ascensão social de Eva Duarte: de modelo para um fotógrafo pobretão (que nem nome ganha na canção, é chamado de “Sr. Qualquer Um”), de amante em amante, até chegar nos homens importantes – o passo seguinte seria Perón. O número chega a incluir lá no meio um jingle de sabão em pó! Banderas canta no papel de narrador, ora uma espécie de consciência do povo argentino, ora da própria Eva.

***

143. ‘DREAMGIRLS’, de Dreamgirls — Em Busca de um Sonho (2006)
Com Beyoncé Knowles, Jennifer Hudson e Anika Noni Rose. Direção: Bill Condon. Canção de Henry Krieger e Tom Eyen.

Moldadas durante o filme, as Dreams (as Supremes, com outro nome) fazem sua retumbante estreia no meio de Dreamgirls. Deslumbrantes, com uma impressionante Beyoncé à frente, elas fazem valer a espera. O filme tenta atrapalhar desviando o foco do número pra um diálogo que poderia ficar para antes ou depois, mas as garotas podem mais.

***

142. ‘BY A WATERFALL’, de Belezas em Revista (1933)
Com coro e elenco. Direção: Lloyd Bacon. Coreografia: Busby Berkeley. Canção de Sammy Fain e Irving Kahal.

Um dos famosos caleidoscópios humanos criados e dirigidos por Busby Berkeley. E daí que, na história, esse número impossível se passa num palco? Berkeley nos mostra até debaixo d’água os movimentos organizados e em visões de 90º de cima, com as garotas criando diversas imagens, que seriam a marca de suas coreografias nos anos 1930.

***

141. ‘MY RIFLE, MY PONY AND ME/ CINDY, CINDY’, de Onde Começa o Inferno (1959)
Com Dean Martin, Ricky Nelson e Walter Brennan. Direção: Howard Hawks. Canção “My rifle, my pony and me”, de Dmitri Tiomkin e Paul Francis Webster; “Cindy, Cindy” (ou “Cindy” ou “Get along home, Cindy”), de autoria desconhecida.

Um número musical num faroeste? Sim! Howard Hawks não desperdiçou o fato de ter Dean Martin e o ídolo jovem Ricky Nelson no mesmo elenco e separou um momento do filme para mostrar a camaradagem dos homens da lei através da música. Só faltou o John Wayne cantar junto.

Continue lendo »

190. ‘VOCÊ JÁ FOI À BAHIA? (HAVE YOU EVER BEEN TO BAÍA?)’, de Você Já Foi à Bahia? (1945)
Com José Oliveira e Clarence Nash. Direção: Norman Ferguson. Canção de Dorival Caymmi.

Zé Carioca e um convite irresistível ao Pato Donald para conhecer a Bahia (cantando Caymmi). Animação simples, mas eficaz, muito charme e carisma.

***

189. ‘MAMMA MIA’, de Mamma Mia — O Filme (2008)
Com Meryl Streep. Direção: Phyllida Lloyd. Canção de Benny Andersson, Björn Ulvaeus & Stig Anderson.

Muita entrega de Meryl Streep, em um filme irregular, mas que é muito divertido em seus melhores momentos. E a canção-título é o melhor deles.

***

188. ‘AND ALL THAT JAZZ’, de Chicago (2002)
Com Catherine Zeta-Jones e Renée Zellweger. Direção: Rob Marshall. Canção de John Kander e Fred Ebb.

A abertura firme e movimentada que condensa Velma Kelly brilhando após ter matado a irmã, Roxie Hart num breve delírio querendo o lugar dela, sexo e mais assassinato.

***

187. ‘HAVE YOURSELF A MERRY LITTLE CHRISTMAS’, de Agora Seremos Felizes (1944)
Com Judy Garland. Direção: Vincente Minnelli. Canção de Hugh Martin e Ralph Blane.

Um momento agridoce em que uma canção de Natal embala a tristeza pela iminência de deixar uma vida feliz inteira para trás.

***

186. ‘IN THE MIDNIGHT HOUR’, de The Commitments (1991)
Com Andrew Strong, Angeline Ball, Maria Doyle Kennedy e Bronagh Gallagher. Direção: Alan Parker. Canção de Wilson Pickett e Steve Cropper.

Os Commitments chegam a seu auge, ao controle completo do palco. Adoro a viradinha das garotas bem quando a cena volta da conversa na escada para a banda no palco: tempero de direção e montagem.

***

185. ‘YOU WONDERFUL YOU’, de Casa, Comida e Carinho (1950)
Com Gene Kelly. Direção: Charles Walters. Canção de Harry Warren, Jack Brooks e Saul Chaplin.

Momento solo de Gene Kelly no filme, em uma daquelas invenções: dançando sobre um jornal.

***

184. ‘THAT THING YOU DO!’, de The Wonders — O Sonho Não Acabou (1996)
Com Tom Everett Scott, Johnathon Schaech, Steve Zahn, Ethan Embry. Direção: Tom Hanks. Canção de Adam Schlesinger.

Os “Oneders” apresentam uma balada xaroposa que o atrevido baterista transforma de improviso em rock. Das onze vezes em que a música é ouvida no filme, segundo o IMDb, este é meu momento preferido (outro, é a cena em que ela é tocada no rádio).

***

183. ‘HOW SILLY CAN YOU GET/ SPEND THIS NIGHT WITH ME’, de Top Secret! — Superconfidencial (1984)
Com Val Kilmer. Direção: Jerry Zucker, Jim Abrahams, David Zucker. Canções de Phil Pickett; Mike Moran, Jim Abrahams, David Zucker e Jerry Zucker.

Em um dos grandes filmes paródicos de todos os tempos, o astro Nick Rivers mostra perícia no rock e no romance. Mas o que acontece no palco não se vê em todo show.

***

182. ‘OUT TONIGHT’, de Rent — Os Boêmios (2005)
Com Rosario Dawson. Direção: Chris Columbus. Canção de Jonathan Larson.

Rosario Dawson engole a tela nessa interpretação poderosa: um hino à noite que parte do trabalho como dançarina erótica, uma passadinha por casa e termina no encontro com o namorado.

***

181. ‘ANYTHING GOES’, de Indiana Jones e o Templo da Perdição (1984)
Com Kate Capshaw. Direção: Steven Spielberg. Canção de Cole Porter.

Indiana Jones é sobre cinema. E, se passando nos anos 1930, não deveria ser supresa que um dos filmes comece com um número musical a la Busby Berkeley, com uma das grandes músicas da época (e de todos os tempos). Detalhe: como estamos na China, ela é cantada em mandarim.

Continue lendo »

200. ‘PROLOGUE (LITTLE SHOP OF HORRORS)’, de A Pequena Loja dos Horrores (1986).
Com Michelle Weeks, Tichina Arnold e Tisha Campbell-Martin. Direção: Frank Oz. Canção de Howard Ashman e Alan Menken.

Sabe aquele coro que agoura todo mundo nas tragédias gregas? É transformado num girl group estilo Supremes na versão musical escrachada de A Pequena Loja dos Horrores. Atenção: duas das moças do trio no futuro viriam a ser as mães duronas dos sitcons Todo Mundo Odeia o ChrisEu, a Patroa e as Crianças.

***

199. ‘I JUST CAN’T WAIT TO BE KING’, de O Rei Leão (1994).
Com Jason Weaver, Laura Williams e Rowan Atkinson. Direção: Roger Allers e Rob Minkoff. Canção de Elton John e Tim Rice.

Pode reparar: quase toda animação musical da Disney tem uma canção tipo “o que eu desejo” no começo. Esta se diferencia um pouco por ser bem divertida. Mas também sendo um caso de “cuidado com o que se deseja”.

 

 

 

 

 

***

198. ‘COME UP TO MY PLACE’, de Um Dia em Nova York (1949).
Com Betty Garrett e Frank Sinatra. Direção: Gene Kelly e Stanley Donen. Canção de Leonard Bernstein.

A taxista Betty Garrett está doidinha pra levar o marinheiro Sinatra pra sua casa. Mas o bobo só quer saber de visitar pontos turísticos — e que nem existem mais, porque ele consulta um guia de 1905!

 

***

197. ‘LET’S DO IT (LET’S FALL IN LOVE)’, de De-Lovely – Vida e Amores de Cole Porter (2004).
Com Alanis Morrisette. Direção: Irwin Winkler. Canção de Cole Porter.

Na cinebiografia de Cole Porter, uma de suas canções mais maravilhosas ganha uma interpretação ótima de Alanis Morisette. Primeiro, é uma passagem de tempo: da composição, à escolha da atriz/ cantora, aos ensaios e, finalmente, no fim, o número musical de concretiza.

 

 

***

196. ‘YOU’RE WELCOME’, de Moana – Um Mar de Aventuras (2016).
Com Dwayne Johnson. Direção: John Musker e Ron Clements. Canção de Lin-Manuel Miranda.

Quem diria? Dwayne Johnson cantando! Um número divertido que apresenta o deus Maui, um daqueles que passam do visual “realista” para um todo rebuscado durante a canção.

 

 

 

***

195. ‘DO YOU HEAR THE PEOPLE SING?’, de Os Miseráveis (2012).
Com elenco. Direção: Tom Hooper. Canção de Herbert Kretzmer, Claude-Michel Schönberg e Alain Boublil.

Os jovens estudantes tomam as ruas de Paris para começar uma revolução com esta, que é “a canção de um povo que não será mais escravo”.

 

 

 

 

***

194. ‘BIBBIDI-BOBBIDI-BOO’, de Cinderela (1950).
Com Verna Felton. Direção: Clyde Geronimi, Wilfred Jackson e Hamilton Luske. Canção de Mark David, Jerry Livingston e Al Hoffman.

A magia por excelência, padrão Disney.

***

193. ‘ELEPHANT LOVE MEDLEY’, de Moulin Rouge – Amor em Vermelho (2001)
Com Ewan McGregor, Nicole Kidman e Placido Domingo. Direção: Baz Luhrmann. Medley com “All you need is love”, de John Lennon e Paul McCartney; “I was made for lovin’ you”, de Paul Stanley, Desmond Child e Vini Poncia; “One more night”, de Phil Collins; “Pride (In the name of love)”, de Bono e The Edge; “Don’t leave me this way”, de Kenny Gamble, Leon Huff e Cary Gilbert; “Silly love songs”, de Paul McCartney e Linda McCartney; “Up where we belong”, de Jack Nitzsche, Buffy Sainte-Marie e Will Jennings; “Heroes”, de David Bowie e Brian Eno; “I will always love you”, de Dolly Parton; “Your song”, de Elton John e Bernie Taupin.

Todo mundo sabe que acho Moulin Rouge superestimado, mas gosto de alguns números: acho criativo esse diálogo que costura trechos de músicas românticas famosas.

***

192. ‘THE KING WHO COULDN’T DANCE (THE WORRY SONG)’, de Marujos do Amor (1945)
Com Gene Kelly e Sara Berner. Direção: George Sidney. Coreografia: Gene Kelly e Stanley Donen. Direção de dança: Jack Donohue. Canção de Sammy Fain e Arthur Freed.

Uma das primeiras grandes sequências a misturar um ator real e um desenho animado. E a química entre Gene Kelly e o rato Jerry funciona super bem.

***

191. ‘SALVE REGINA (HAIL HOLY QUEEN)’, de Mudança de Hábito (1992)
Com Whoopi Goldberg, Kathy Najimy, Andrea Robinson e elenco. Direção: Emile Ardolino. Hino mariano.

Há muito carisma no coro da freirinhas de Mudança de Hábito. A transformação do hino religioso em música pop é construída em degraus e é um resumo perfeito do filme.

Continue lendo »

A última impressão é a que fica? Aqui está uma lista de meus 50 finais preferidos de filmes. 

Noivo Neurotico Noiva Nervosa - 41

50. NOIVO NEURÓTICO, NOIVA NERVOSA. Woody Allen, 1977

ALVY: “Eu, eu pensei naquela velha piada, sabe, um, um cara vai a um psiquiatra e diz: ‘Doutor, hã, meu irmão está louco. Ele pensa que é uma galinha’. E, hã, o doutor diz: ‘Bem, por que você não o interna?’. E o cara diz: ‘Eu ia, mas eu preciso dos ovos’. Bem, acho que isso é muito como eu me sinto sobre relacionamentos. Você sabe, eles são totalmente irracionais e loucos e absurdos e… mas, hã, acho que continuamos com eles porque, hã, a maioria de nós precisa dos ovos”.

Assista!

***

Bebe de Rosemary - 14

49. O BEBÊ DE ROSEMARY. Roman Polanski, 1968

ROSEMARY: “Você está balançando muito rápido”.

Assista!

***

Doce Vida - 15

48. A DOCE VIDA. Federico Fellini, 1960

MARCELLO: “Não consigo escutar!”.

Assista!

***

Setimo Selo-03

47. O SÉTIMO SELO. Ingmar Bergman, 1957

JOF: “E a Morte, a mestre severa, os convida para dançar”.

Assista!

***

 

Intocaveis - 1987 - 10

46. OS INTOCÁVEIS. Brian de Palma, 1987

ELLIOT NESS: “Acho que vou tomar um drinque”.

Assista!

***

Chinatown - 26

45. CHINATOWN. Roman Polanski, 1974

WALSH: “Esqueça, Jake. É Chinatown”.

Assista!

***

Bonequinha de Luxo-15

44. BONEQUINHA DE LUXO. Blake Edwards, 1961

HOLLY: “O Gato… Onde está o Gato?…”

Assista!

***

Separacao - 09

43. A SEPARAÇÃO. Asghar Farhadi, 2011

JUIZ: “Você quer que eles esperem lá fora, se for difícil para você?
TERMEH: “Eles podem?”

Assista!

***

Vida de Brian - 12

42. A VIDA DE BRIAN. Terry Jones, 1979

SR. FRISBEE: “Olhe sempre o lado bom da vida”.

Assista!

***

Clube dos Cinco-29

41. CLUBE DOS CINCO. John Hughes, 1985

BRIAN: “Mas o que descobrimos é que cada um de nós é um cérebro…”
ANDREW: “…e um atleta…”
ALLISON: “…e uma inútil…”
CLAIRE: “…e uma princesa…”
BENDER: “…e um criminoso.”

Assista!

***

Pacto de Sangue - 02

41. PACTO DE SANGUE. Billy Wilder, 1944

KEYES: “Você não vai chegar nem ao elevador”.

Assista!

***

Butch Cassidy - 06

40. BUTCH CASSIDY. George Roy Hill, 1969

BUTCH: “Tenho uma grande ideia de onde deveríamos ir depois daqui”.

Assista!

***

Montanha dos Sete Abutres - 09

39. A MONTANHA DOS SETE ABUTRES. Billy Wilder, 1951

CHUCK: “Gostaria de ganhar mil dólares por dia, Sr. Boot? Sou um jornalista que vale mil dólares por dia. Pode ficar comigo por nada”.

Assista!

***

 

Deus e o Diabo na Terra do Sol - 12

38. DEUS E O DIABO NA TERRA DO SOL. Glauber Rocha, 1964

CORISCO: “Mais fortes são os poderes do povo!”.

Assista!

***

 

Bons Companheiros - 06

37. OS BONS COMPANHEIROS. Martin Scorsese, 1990

HENRY: “Sou um ninguém. Vou viver o resto da minha vida como um merda”.

Assista!

***

Toy Story 3 - 09

36. TOY STORY 3. Lee Unkrich, 2010

WOODY: “Até mais, parceiro”.

Assista!

***

Cavadoras de Ouro - 07

35. CAVADORAS DE OURO DE 1933. Mervyn LeRoy, 1933

CAROL: “Lembre-se do meu homem esquecido”.

Assista!

***

Homem de Ferro - 34

34. HOMEM DE FERRO. Jon Favreau, 2008

TONY STARK: “Eu sou o Homem de Ferro”.

Assista!

***

Dona Flor e Seus Dois Maridos - 21

33. DONA FLOR E SEUS DOIS MARIDOS. Bruno Barreto, 1976

TRILHA SONORA: “O que será, que será, que andam suspirando pelas alcovas?”

Assista!

***

Sociedade dos Poetas Mortos - 03

32. SOCIEDADE DOS POETAS MORTOS. Peter Weir, 1989

KEATING: “Obrigado, garotos. Obrigado”.

Assista!

***

Ouro e Maldicao - 02

31. OURO E MALDIÇÃO. Erich von Stroheim, 1924

Assista!

***

Princesa e o Plebeu - 15

29. A PRINCESA E O PLEBEU. William Wyler, 1953

ANN: “Muito feliz, Sr. Bradley”.

Assista!

***

Malvada - 09

28. A MALVADA. Joseph L. Mankiewicz, 1950

ADDISON: “Você deve perguntar à Srta. Harrington como conseguir um. A Srta. Harrington sabe tudo sobre isso”.

Assista!

***

8½

27. 8 ½. Federico Fellini, 1963

GUIDO: “Esta confusão… sou eu”.

Assista!

***

Inimigo Publico - 03

26. INIMIGO PÚBLICO. 1931

MIKE: “Mãe, estão trazendo Tom para casa!”.

Assista!

***

Incompreendidos - 05

25. OS INCOMPREENDIDOS. François Truffaut, 1959

Assista!

***

Thelma e Louise-08

24. THELMA & LOUISE. Ridley Scott, 1991

THELMA: “Apenas vamos em frente”.

Assista!

***

Tempos Modernos - 05

23. TEMPOS MODERNOS. Charles Chaplin, 1936

CARLITOS: “Sorria!”

Assista!

***

Suspeitos - 1995 - 02

22. OS SUSPEITOS. Bryan Singer, 1995

VERBAL: “O maior truque do diabo foi convencer o mundo de que ele não existe”.

Assista!

***

Cinema Paradiso - 20

21. CINEMA PARADISO. Giuseppe Tornatore, 1988

Assista!

***

E o Vento Levou-13

20. …E O VENTO LEVOU. Victor Fleming, 1939

RHETT: “Francamente, minha querida, estou cagando pra isso”.

Assista!

***

Passaros - 34

19. OS PÁSSAROS. Alfred Hitchcock, 1963

CATHY: “Posso levar os periquitos, Mitch? Eles não machucaram ninguém”.

Assista!

***

Ladroes de Bicicleta - 12

18. LADRÕES DE BICICLETA. Vittorio de Sica, 1948

BRUNO: “Papai! Papai!”

Assista!

***

Se Meu Apartamento Falasse - 06

17. SE MEU APARTAMENTO FALASSE. Billy Wilder, 1960

FRAN KUBELIK: “Cale a boca e dê as cartas”.

Assista!

***

Casablanca - 40

 

16. CASABLANCA. Michael Curtiz, 1942

RICK: “Louis, acho que este é o início de uma bela amizade”.

Assista!

***

Planeta dos Macacos - 1968 - 10

15. O PLANETA DOS MACACOS. Franklin J. Schaffner, 1968

GEORGE TAYLOR: “Seus maníacos! Vocês estragaram tudo! Malditos sejam!”.

Assista!

***

primeira-noite-de-um-homem-07.png

14. A PRIMEIRA NOITE DE UM HOMEM. Mike Nichols, 1967

TRILHA SONORA: “Olá, escuridão, velha amiga”.

Assista!

***

De Volta para o Futuro - 31

13. DE VOLTA PARA O FUTURO. Robert Zemeckis, 1985

DOUTOR BROWN: “Ruas? Para onde vamos não precisamos… de ruas”.

Assista!

***

2001 - Uma Odisseia no Espaco - 25

12. 2001 – UMA ODISSEIA NO ESPAÇO. Stanley Kubrick, 1968

Assista!

***

Bonnie e Clyde - 35

11. BONNIE AND CLYDE – UMA RAJADA DE BALAS. Arthur Penn, 1967

Assista!

***

Rastros de Ódio - 01

10. RASTROS DE ÓDIO. John Ford, 1956

Assista!

***

Cidadao Kane - 38

9. CIDADÃO KANE. Orson Welles, 1941

JERRY THOMPSON: “Talvez ‘Rosebud’ seja alguma coisa que ele não conseguiu. Ou algumas coisa que ele perdeu”.

Assista!

***

 

Psicose - 1960 - 20

8. PSICOSE. Alfred Hitchcock, 1960

NORMA BATES: “Ele vão dizer: ‘Ela não mataria uma mosca’…”.

Assista!

***

Quanto Mais Quente Melhor - 22

7. QUANTO MAIS QUENTE MELHOR. Billy Wilder, 1959

OSGOOD: “Ninguém é perfeito”.

Assista!

***

Noites de Cabiria - 04

6. NOITES DE CABÍRIA. Federico Fellini, 1957

Assista!

***

Manhattan - 03

5. MANHATTAN. Woody Allen, 1979

TRACY: “Nem todo mundo se corrompe. Você tem que ter um pouco de fé nas pessoas”.

Assista!

***

Felicidade Nao Se Compra - 18

4. A FELICIDADE NÃO SE COMPRA. Frank Capra, 1946

HARRY: “Ao meu irmão George: o homem mais rico da cidade”.

Assista!

***

Poderoso Chefao - 08

3. O PODEROSO CHEFÃO. Francis Ford Coppola, 1972

KAY: “É verdade? É?”
MICHAEL: “Não”.

Assista!

***

Crepusculo dos Deuses-12

2. CREPÚSCULO DOS DEUSES. Billy Wilder, 1950

NORMA DESMOND: “Está bem, Sr. DeMille, estou pronta para o meu close-up”.

Assista!

***

 

Luzes da Cidade - 03

1. LUZES DA CIDADE. Charles Chaplin, 1931

CARLITOS: “Você consegue ver agora?”
FLORISTA: “Sim, eu consigo ver agora”.

Assista!

Buffy a Caca-Vampiros - 01

31 de julho, há 25 anos: Estreia, em 1992, o filme Buffy, a Caça-Vampiros. Estrelado por Kristy Swanson, o filme deu origem, cinco anos depois, a uma bem-sucedida série de TV homônima, que teve sete temporadas e foi estrelada por Sarah Michelle Gellar. Joss Whedon, roteirista e depois criador da série, não gostou do resultado no cinema e não assumiu o filme como canônico quando a história foi para a TV.

Matt LebLanc

25 de julho, há 50 anos: Nasce, em 1967, o ator e produtor americano Matt LeBlanc. Para sempre conhecido por interpretar o conquistador bobalhão Joey Tribbiani no seriado Friends (1994-2004), LeBlanc não obteve o mesmo sucesso ao levar o personagem para uma série própria, Joey (2004-2006). Depois de cinco anos sem atuar, voltou bem ao interpretar a si mesmo na série Episodes, que terá sua quinta temporada e pelo qual ganhou o Globo de Ouro de ator em série de comédia ou musical, em 2012. Foi indicado cinco vezes ao Globo de Ouro (duas por Friends, um por Joey e duas por Episodes) e sete vezes ao Emmy (três por Friends, quatro por Episodes).

uem me conhece sabe que acho chuva um saco. Mas, em um fenômeno possivelmente interessante (mas provavelmente não), eu gosto de muitas cenas de filmes onde a chuva é um elemento importante – seja como composição do cenário, seja como simbolismo. Isso nos leva a mais um top 10.

Novica Rebelde - 1410 – A NOVIÇA REBELDE (1965)

“You are sixteen going on seventeen” canta o carteiro Rowlf para Liesl, sua namoradinha que deu aquela escapada do jantar em família para namorarem em segredo no jardim da casa. No meio do canto e dança, cai aquela chuvarada e eles se refugiam no solário.

***

Quatro Casamentos e um Funeral - 019 – QUATRO CASAMENTOS E UM FUNERAL (1994)

Um personagem no meio do filme diz que sonha com uma paixão que o atinja como um relâmpago. No fim do filme, passados os quatro casamentos e o funeral, os personagens de Hugh Grant e Andie MacDowell têm o seu clímax: sob a chuva que providencia o simbólico relâmpago.

***

Naufrago - 018 – NÁUFRAGO (2000)

É debaixo de uma chuva torrencial que o personagem de Tom Hanks reencontra a esposa (bem, ex-esposa) vivida por Helen Hunt, anos após viver isolado em uma ilha. É uma cena difícil e dolorosa, com todos os elementos de “o que poderia ter sido e não foi”, conduzida por dois grandes atores.

***

Homem-Aranha-04

7 – HOMEM-ARANHA (2002)

Um beijo que já está virando um clássico. Depois de salvar Mary Jane (Kirsten Dunst) de bandidos em uma rua escura, o Homem-Aranha (Tobey Maguire) desde sobre ela pendurado de cabeça para baixo na teia. Ela baixa parte da máscara dele e…

***

Match Point - 03

6 – MATCH POINT (2005)

Woody Allen não é exatamente conhecido por dirigir cenas sensuais. Também por isso, a cena em que Scarlett Johansson e Jonathan Rhys Meyers se rendem ao desejo proibido no campo, sob muita água, se destaca na filmografia do diretor.

***

Blade Runner-055 – BLADE RUNNER, O CAÇADOR DE ANDRÓIDES (1982)

A chuva é constante na Los Angeles do futuro, cenário de Blade Runner. É também o cenário do clímax do filme, com o monólogo do replicante vivido por Rutger Hauer, no confronto decisivo por o caçador de andróides vivido por Harrison Ford.

***

Bonequinha de Luxo-15

4 – BONEQUINHA DE LUXO (1961)

Frustrada por seus sonhos de riqueza naufragarem e sem aceitar qualquer vínculo emocional, Holly Golightly (Audrey Hepburn) reage à declaração amorosa de Paul (George Peppard) expulsando seu fiel companheiro Gato de um taxi para um beco, debaixo do maior pé d’água. Logo se arrepende – e a procura pelo gato, sob água e a música de Henry Mancini, é um terno simbolismo do reencontro consigo mesma.

***

Inimigo Publico-10

3 – INIMIGO PÚBLICO (1931)

A chuva cai forte, mas o personagem de James Cagney não dá a mínima. Na cena, já um poderoso gangster, ele está esperando na rua o momento de entrar sozinho em um restaurante e acertar as contas ele mesmo com uma gangue rival. O tiroteio é acompanhado pelo espectador do lado de fora, ouvindo os tiros e apenas aguardando quem sairá vivo pela porta.

***

Sete Samurais - 04

2 – OS SETE SAMURAIS (1954)

O confronto final entre a pobre aldeia, liderada pelos sete samurais contratados, contra os bandidos que rotineiramente a atacam, acontece debaixo de um dos maiores pés d’água já vistos no cinema, o que torna tudo ainda mais desafiador, épico e dramático neste clássico de Kurosawa.

***

Antes do primeiro colocado, algumas menções honrosas: Deus desafiado em Forrest Gump, o Contador de Histórias (1994); visibilidade zero em Psicose (1960); a mensagem fatídica em Casablanca (1942); os créditos de abertura de Os Guarda-Chuvas do Amor (1964); fuga sob a chuva em Um Sonho de Liberdade (1995); um beijo de Depois do Vendaval (1952); e o sexo na escadaria de 9½ Semanas de Amor (1986).

Cantando na Chuva - 25

1 – CANTANDO NA CHUVA (1952)

Dizem que Gene Kelly estava com 38 graus de febre no dia em que filmou a cena mais icônica de Cantando na Chuva: seu  personagem deixa a namorada em casa, parece que todos os seus problemas estão resolvidos e ele está tão feliz que não se importa com o aguaceiro: fecha o guarda-chuva, canta e sapateia pela rua. Leite foi misturado na água para que os pingos ficassem mais visíveis na filmagem. Kelly improvisou uma parte do número. E tudo foi feito em poucos e longos planos, que mostram a perícia não só de Kelly como da equipe inteira.

Albert Brooks

22 de julho, há 70 anos: Nasce, em 1947, o ator, comediante, roteirista, diretor Albert Brooks. Ele escreveu, dirigiu e estrelou filmes como Problemas Modernos (1981), Um Visto para o Céu (1991) e A Musa (1999). Como ator, teve destaque em Nos Bastidores da Notícia (1987), pelo qual foi indicado ao Oscar de ator coadjuvante, e Drive (2011), pelo qual recebeu vários prêmios de associações de críticos. É também a voz do Marlin, o peixe-palhaço que busca desesperadamente o filho em Procurando Nemo (2003) e em Procurando Dory (2016).

 

Vaclav Havel 1992

20 de julho, há 25 anos: Renuncia à presidência da Tchecoslováquia, em 1992, o escritor Vaclav Havel. Ele havia sido eleito em 1989 e decidiu renunciar após a declaração de independência da Eslováquia. Candidatou-se, então, à presidência da nova República Tcheca e venceu em 1993, sendo re-eleito em 1998 e permanecendo no cargo até 2003. Como escritor, Havel lançou livros de poesia, ficção, peças de teatro dos anos 1950 aos anos 2000 e foi um líder que pregou a resistência pela não violência contra a ditadura no país. Morreu em 2011.

Gianni Versace

15 de julho, há 20 anos: Morre, em 1997, aos 50 anos, o estilista italiano Gianni Versace. Ele foi o fundador de uma das mais famosas grifes de moda, que leva seu sobrenome, lançando também perfumes, maquiagens e acessórios. Versace era amigo de
celebridades e aproximou as indústrias da moda e da música. Morreu assassinado na porta de sua casa, em Miami, pelo assassino em série Andrew Cunanan, que se matou dias depois sem ter revelado os motivos para o crime. A história do assassinato será dramatizada em uma das próximas temporadas de American Crime Story.

Johnny Bravo

14 de julho, há 20 anos: É lançada, em 1997, a série animada Johnny Bravo, a segunda produzida pelo canal Cartoon Network. Criada por Van Partible, é centrada em um rapaz musculoso e muito autoconfiante que tenta conquistar mulheres, mas sem sucesso. A série teve quatro temporadas (1997, 1999/2000, 2000/2001 e 2004), e 67 episódios O personagem é inspirado em Elvis Presley e tem o penteado de Brad Pitt em Johnny Suede (1991).

Harrison Ford

13 de julho, 75 anos: Nasce, em 1942, o ator americano Harrison Ford. Um dos atores mais populares de todos os tempos, estrelando duas das franquias de maior sucesso do cinema: Star Wars (como Han Solo, aparecendo em quatro filmes) e Indiana Jones (no papel-título, também em quatro filmes). Também protagonizou outros filmes importantes, como Blade Runner, o Caçador de Andróides (1982) e A Testemunha (1985).

Lua de Fel-11

12 de julho, há 25 anos: É lançado, em 1992, o filme Lua de Fel, do cineasta polonês Roman Polanski. No filme, um americano em cadeira de rodas conta a um jovem inglês, casado há pouco, a história de seu relacionamento com a esposa, um vulcão sexual. Peter Coyote e Hugh Grant interpretam os maridos; Emmanuelle Seigner e Kristin Scott Thomas, as esposas. O filme ficou notório por sua intensidade erótica.

007 O Espiao que Me Amava-abertura

Os elaborados créditos de abertura da série James Bond são uma tradição tão forte que nem a repaginada da era Daniel Craig os derrubaram (em comparação, lembremos que o tiro no olho-cano de revólver que sempre abriu os filmes foi escanteado para o final na era Craig, até Spectre devolvê-lo ao começo). É um top 10 das aberturas, não das músicas-tema. Então, a música é levada muito em conta, claro, mas também elementos como originalidade, bom humor quando for o caso, visual e narrativa. Os créditos de abertura sempre têm uma boa dose de abstração, o que deixa tudo ainda mais subjetivo.

10 – 007 CONTRA A CHANTAGEM ATÔMICA (1965)

O quarto filme da série iniciou uma tradição: as aberturas com silhuetas femininas nuas, criadas por Maurice Binder (que havia ficado de fora dos dois filmes anteriores, mas voltou aqui e exigindo o nome nos créditos). Aqui, como faria depois Somente para Seus Olhos, o tom é submarino evocando as sequências embaixo d’água que o público assistiria no filme. A música-tema é cantada por Tom Jones, com um instrumental bem bondiano.

9 – 007 CONTRA O SATÂNICO DR. NO (1962)

O primeiro filme da série tem uma abertura bem no estilo dos anos 1960: predominantemente gráfica, com os créditos interagindo (no ritmo e visual) com as bolinhas piscando. Inclui também o icônico tiro inicial desenhado por Maurice Binder (a cena antes dos créditos só viria a partir do segundo filme) e o antológico tema da série composto por Monty Norman. No meio, há uma quebra meio brusca para uns temas caribenhos, já que o plot principal do filme é na Jamaica.

8 – 007 A SERVIÇO SECRETO DE SUA MAJESTADE (1969)

A abertura mais psicodélica da série, bem no espírito do final dos anos 1960. É visível também a preocupação em minimizar a mudança do ator principal (Sean Connery havia saído e era a estreia de George Lazenby, que acabou fazendo só esse mesmo) usando imagens dos vilões e bondgirls dos filmes anteriores. Também é a terceira e última abertura apenas com trilha instrumental (as outras foram a dos dois primeiros filme). E é mais uma de Maurice Binder.

7 – 007, O ESPIÃO QUE ME AMAVA (1977)

A abertura do terceiro 007 com Roger Moore, de Maurice Binder, absorve a autoparódia do filme. As silhuetas agora fazem uma espécie de ginástica olímpica (destaque para a evolução na barra formada pelo cano do revólver) e há elementos soviéticos, evocando o romance entre Bond e a espiã russa no filme. Há uma bela imagem inicial, com as mãos capturando o para-quedas de Bond. E a música é uma das melhores da série toda: “Nobody does it better”, com Carly Simon.

6 – 007 – CASSINO ROYALE (2006)

A repaginada que a série recebeu em 2006 refletiu na abertura. Não há mulheres, com a exceção de uma discretíssima aparição do rosto de Eva Green. Ao invés disso, muito tiro, muita luta e muito sangue. Um tom muito mais claro que o usual também, com essa ambientação no mundo do baralho e seus elementos. Daniel Kleinman, que desenhou os créditos, integrou, depois de 43 anos, a sequência do tiro à abertura, se aproximou da pop art e usou muito a imagem de Daniel Craig para reforçá-lo como o novo Bond. A música, ótima, é “You know my name”, com Chris Cornell.

5 – 007 CONTRA GOLDFINGER (1964)

Uma das imagens famosas do filme é a morte de Shirley Eaton com o corpo pintado de dourado. A abertura (de Robert Brownjohn) aproveita a ideia: o corpo da atriz e modelo Margaret Nolan pintado de dourado, nos quais são projetadas cenas deste e dos dois filmes anteriores da série. Na música-tema (foi a primeira vez que a abertura ganhou uma canção como tema), a inigualável Shirley Bassey. No vídeo abaixo, a vinheta do tiro está incluída, mas, como quase sempre, há uma sequência entre ela e os créditos.

4 – 007 CONTRA GOLDENEYE (1995)

Fazia seis anos que não Bond não dava as caras nas telas, quando veio a estreia de Pierce Brosnan no papel. Junto com ele, a estreia de Daniel Kleinman, diretor de clipes e vídeos de shows, como designer dos créditos de abertura (substituindo Maurice Binder, que morreu em 1991). Ele segue a herança de Maurice Binder (principalmente no que diz respeito à silhueta feminina), mas aposta firme nos efeitos por computador: os símbolos soviéticos, já que o filme tem relação com o fim da guerra fria. A música-tema tem Tina Turner cantando música de Bono & The Edge. No vídeo, a vinheta do tiro está incluída, mas, como quase sempre, há uma sequência entre ela e os créditos.

3 – 007 NA MIRA DOS ASSASSINOS (1985)

Maurice Binder de cabeça nos anos 1980. O som dançante do Duran Duran na trilha e detalhes coloridos explodindo do fundo negro: o batom, a arma, uma mulher dançando no fogo (claro). As mulheres esquiadoras são uma imagem bonita, mas o que se sobressai é a sensação divertida de não se levar a sério.

2 – 007 – O AMANHÃ NUNCA MORRE (1997)

Como no anterior, Daniel Kleinman se inspira fortemente no tema do filme: aqui, o mundo da comunicação e da computação e mulheres e armas, claro. São belas imagens, muita produção digital e a música bem bondiana cantada por Sheryl Crow. O visual também prefere imagens em negativo e sensação de raio-x.

Antes do primeiro lugar, algumas enções honrosas: Com 007 Só Se Vive Duas Vezes (1967) e seus temas japoneses (de Maurice Binder); Moscou contra 007 (1963), com os créditos (de Robert Brownjohn) projetados na pele feminina; Com 007 Viva e Deixe Morrer (1973), de Maurice Binder, com os temas vudu e Paul McCartney cantando.

1 – 007 – OPERAÇÃO SKYFALL (2012)

Deu tudo certo na abertura de Skyfall, a sexta com design de Daniel Kleinman. Partindo do momento final da cena pré-créditos (baleado sobre um trem, Bond desaparece sob a água), somos encaminhados no que às vezes parece uma experiência subconsciente de 007 à beira da morte (principalmente um certo conflito consigo mesmo: tiros nas sombras e nos espelhos), outras vezes a antecipação de elementos que o espectador só vai ver mais à frente (o vilão vivido por Javier Bardem, a Skyfall do título). Isso com um ponto de vista que está indo sempre para a frente (ou mais para dentro). Há mais símbolos sinistros de morte (túmulos, sangue e caveiras, que podem tanto remeter ao desenrolar da primeira sequência quanto ao que vem pela frente) mais do que as tradicionais armas e mulheres. Coroando tudo, a espetacular canção de Adele, num estilo muito bondiano.

Vencendo Susan Sarandon, Meryl Streep e Emma Thompson, Sharon Stone levou o Globo de Ouro de melhor atriz/ drama por Cassino em 1997. Sem fala, ela acabou sendo supersincera: “Ok, é um milagre”.

Parece incrível, mas Madonna tem um prêmio de melhor atriz em sua estante. Foi o Globo de Ouro na categoria comédia ou musical por Evita em 1997. R não foi falta de concorrência: ela derrubou Glenn Clone (101 Dálmatas), Frances McDormand (Fargo, que ganhou o Oscar depois), Debbie Reynolds (Mãe É Mãe) e Barbra Streisand (O Espelho Tem Duas Faces).

Para uma matéria publicada domingo no Correio da Paraíba, lembrando o Dia do Rock (que foi ontem), perguntei a alguns convidados: quais seus cinco discos de rock internacional preferidos? E os cinco preferidos do rock nacional? Não exigimos ordem de preferência e nem estabelecemos uma definição do que é o rock.

A capa, com a lista de cada um (inclusive a minha), está reproduzida aqui. Em seguida, todos os discos citados na área internacional e o número de citações de cada um (em outro post, vem a relação do rock nacional).

Não é uma eleição científica dos melhores discos (repare na pergunta), mas fica como sugestão do que ouvir nessa semana do Dia do Rock, e depois. 63 discos diferentes foram citados e apenas 14 mais de uma vez. 49 apareceram apenas uma vez. Pra ver a amplitude do gênero: os favoritos de cada convidado abrangeu muito mais do que concentrou.

07.12 - C1 - Dia do rock

DISCOS INTERNACIONAIS:

7 citações:

Rock - Sgt Pepper's Lonely Hearts Club Band

Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band, The Beatles (1967)

6 citações:

Rock - Nevermind

Nevermind, Nirvana (1991)

4 citações:

Pink Floyd - The Dark Side of the Moon

The Dark Side of the Moon, Pink Floyd (1973)

3 citações:

Pink Floyd - The WallThe Beatles - Revolver

The Wall, Pink Floyd (1979)
Revolver, The Beatles (1966)

2 citações:

Queen - A Night at the OperaGuns 'n Roses - Appetite for  DestructionThe Doors - The DoorsRadiohead - Ok ComputerThe Rolling Stones - Exile on Main StLed Zeppelin - Physical GraffitiThe Jimi Hendrix Experience - Are You ExperiencedThe Beatles - Abbey RoadU2 - The Joshua Tree

A Night at the Opera, Queen (1975)
Appetite for Destruction, Guns n’ Roses (1987)
The Doors, The Doors (1967)
Ok Computer, Radiohead (1997)
Exile on Main St., The Rolling Stones (1972)
Physical Graffiti, Led Zeppelin (1975)
Are You Experienced?, The Jimi Hendrix Experience (1967)
Abbey Road, The Beatles (1969)
The Joshua Tree, U2 (1987)

1 citação:

the Smiths - The Queen Is DeadREM - New Adventures en Hi-FiArctic Monkeys - At the ApolloPink Floyd - RelicsREM - MonsterRush - A Farewell to Kingsbob Dylan - Bringing It All Back HomeBlind Faith - Blind FaithBob Dylan - Highway 61 RevisitedCreedence Clearwater Revival - Willie and the Poor BoysU2 - Rattle and HumREM - Out of TimePearl Jam - VsMichael Jackson - ThrillerCake - Fashion NuggetGorillaz - GorillazRed Hot Chili Peppers - CalifornicationRush - A Show of HandsIron Maiden - Somewhere in TimeAlanis Morrisette - Jagged Little PillQueen - Rock You from Rio LiveTina Turner - Foreign AffairAmy Winehouse - Back to BlackAerosmith - Get a gripThe Clash - London CallingThe Beach Boys - Pet SoundsThe Doors - L.A. WomanBangles - A Differente LightPaul McCartbey e Wings - Band on the runCyndi Lauper - She's so unusualThe Cranberries - Bury the HatchetPearl Jam - TenRage Against the Machine - Evil EmpireDavid Bowie - The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from MarsThe Velvet Underground - The Velvet Underground & NicoNew Order - SubstanceThe Jesus and Mary Chain - DarklandsThe Smashing Pumpkins - Mellon Collie and the Infinite SadnessBig Star - #1 RecordThe Modern Lovers - The Modern LoversBlondie - Parallel LinesThe Dream Syndicate - The Days of Wine and RosesThe Mice - ScooterMetallica - MetallicaSystem of a Down - ToxicityThe Beatles - The BeatlesYes - RelayerCream - Wheels of FireThe Rolling Stones - Sticky Fingers

The Queen Is Dead, The Smiths (1986)
New Adventures in Hi-Fi, REM (1996)
At the Apollo, Arctic Monkeys (2009)
Relics, Pink Floyd (1971)
Monster, REM (1994)
A Farewell to Kings, Rush (1977)
Bringing It All Back Home, Bob Dylan (1965)
Blind Faith, Blind Faith (1969)
Highway 61 Revisited, Bob Dylan (1965)
Willie and the Poor Boys, Creedence Clearwater Revival (1969)
Rattle and Hum, U2 (1988)
Out of Time, REM (1991)
Vs, Pearl Jam (1993)
Thriller, Michael Jackson (1982)
Fashion Nugget, Cake (1996)
Gorillaz, Gorillaz (2001)
Californication, Red Hot Chili Peppers (1999)
A Show of Hands, Rush (1989)
Somewhere in Time, Iron Maiden (1986)
Jagged Little Pill, Alanis Morissette (1995)
Rock You from Rio – Live, Queen (2009)
Foreign Affair, Tina Turner (1989)
Back to Black, Amy Winehouse (2006)
Get a Grip, Aerosmith (1993)
London Calling, The Clash (1979)
Pet Sounds, The Beach Boys (1966)
L.A. Woman, The Doors (1971)
A Different Light, Bangles (1986)
Band on the Run, Paul McCartney & Wings (1973)
She’s So Unusual, Cyndi Lauper (1983)
Bury the Hatchet, The Cranberries (1999)
Ten, Pearl Jam (1991)
Evil Empire, Rage Against the Machine (1996)
The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from Mars, David Bowie (1972)
The Velvet Underground & Nico, The Velvet Underground (1967)
Substance, New Order (1987)
Darklands, The Jesus and Mary Chain (1987)
Mellon Collie and the Infinite Sadness, The Smashing Pumpkins (1995)
#1 Record, Big Star (1972)
The Modern Lovers, The Modern Lovers (1976)
Parallel Lines, Blondie (1978)
The Days of Wine and Roses, The Dream Syndicate (1982)
Scooter, The Mice (1987)
Metallica, Metallica (1991)
Toxicity, System of a Down (2001)
The Beatles (White Album), The Beatles (1968)
Relayer, Yes (1974)
Wheels of Fire, Cream (1968)
Sticky Fingers, The Rolling Stones (1971)

Sting - All this time

“All this time”, Sting (1991)
Álbum: The Soul Cages.

Com uma letra soturna, cheia de referências pessoais (é Sting falando da morte de seu pai) e à história e geografia britânicas, a melodia vai por uma caminho alto astral, que o clipe segue. Sting protagoniza no navio com ares de desenho animado, a cena de uma camarote cada vez mais cheio de gente (referência ao clássico Uma Noite na Ópera, com os Irmãos Marx).

Clipe anterior: “Shaking a tail feather”, Ray Charles e The Blues Brothers

Sigam-me os bons (no Twitter)

junho 2019
D S T Q Q S S
« abr    
 1
2345678
9101112131415
16171819202122
23242526272829
30  

Cenas da Vida

Páginas

Estatísticas

  • 1.330.422 hits
Anúncios