You are currently browsing the tag archive for the ‘Belezuras’ tag.

Oona Chaplin

Esta moça aí em cima é Oona Chaplin, filha de Geraldine e, portanto, neta de Charles.

Ela tem 28 anos e segue os passos da mãe e do avô e é atriz de cinema. É de Madrid – Geraldine viveu e trabalhou muitos anos na Espanha, onde teve um longo relacionamento com o diretor Carlos Saura e, depois, com o diretor de fotografia Patricio Castilla, pai de Oona.

O nome fora do comum foi herdado da avó, Oona O’Neill, última esposa de Chaplin (é, portanto, bisneta do dramaturgo Eugene O’Neill). Nascida em 1986, ela não conheceu o avô, que morreu em 1977, e viu pouco a avó, que morreu em 1991. Como terá sido quando ela tomou consciência de que é neta de Carlitos?

Bem, por que estou falando dela? Bem, esbarrei com seu nome ontem, ao perceber que estava no elenco de Será Que?, comédia romântica em cartaz em João Pessoa. Mas ela estava por aí. Fez alguma coisa na Espanha e fora, apareceu rapidamente em 007 – Quantum of Solace (2008). Ela também é a namorada de Watson no primeiro episódio da segunda temporada de Sherlock (2012). Em Game of Thrones, ela teve um papel fixo: Talysa Maegyr, em 11 episódios em 2012 e 2013.

Agora, está no elenco de Será Que?. Formada pela Royal Academy of Dramatic Arts, vamos ver como ela constrói sua carreira.

Oona Chaplin em "Game of Thrones"

Oona Chaplin em “Game of Thrones”…

Shelock - Escandalo na Belgravia

… e em “Sherlock – Um Escândalo na Belgravia”

Marilyn Monroe em "O Pecado Mora ao Lado"

Marilyn Monroe em “O Pecado Mora ao Lado”

1 – MARILYN MONROE, por O Pecado Mora ao Lado

Anteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1952, por O Inventor da Mocidade, por Almas Desesperadas, por Só a Mulher Peca, por Travessuras de Maridos e por Páginas da Vida; 3ª em 1953, por Os Homens Preferem as Louras, por Torrentes de Paixão e por Como Agarrar um Milionário3ª em 1954, por O Mundo da Fantasia e por O Rio das Almas PerdidasPosteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1956, por Nunca Fui Santa; 3ª em 1957, por O Príncipe e a Corista; 2ª em 1959, por Quanto Mais Quente Melhor; 11ª em 1960, por Adorável Pecadora; 2ª em 1961, por Os Desajustados; 1ª em 1962, por Something’s Got to Give.

Marilyn nota o vento do metrô escapando na calçada e resolve se refrescar do verão terrível de Nova York, como competir? É o máximo da mistura de inocência e sensualidade que fez da atriz o maior símbolo sexual do cinema. Em O Pecado Mora ao Lad0, seu personagem nem precisava de nome: era só “A Garota”, a vizinha que enlouquecia o marido que ficou sozinho uns dias em casa. É a musa do ano, em um ano fortíssimo – aliás, os anos 1950 são fortíssimos em supermusas. Na segunda posição, “apenas” Grace Kelly seduzindo Cary Grant em Ladrão de Casaca (“Você prefere peito ou coxa?”). Depois, Doris Day deslumbrante em Ama-me ou Esquece-me. E ainda havia Kim Novak e Cyd Charisse no auge. Hollywood domina a lista quase completamente, mas esse top 5 é dos melhores que já se viu. Primeira aparição: Doris Day, Kim Novak, Natalie Wood, Shirley MacLaine, Anita Ekberg, Dorothy Malone, Susan Hayward, Romy Schneider, Shirley Jones, Leslie Caron. Única aparição: Ann Miller, Joan Collins, Maureen O’Hara. Brasileiras na lista: nenhuma.

Grace Kelly em "Ladrão de Casaca"

Grace Kelly em “Ladrão de Casaca”

2 – GRACE KELLY, por Ladrão de Casaca

Anteriormente em Musas retroativas: 2ª em 1952, por Matar ou Morrer; 8ª em 1953, por Mogambo1ª em 1954, por Janela Indiscreta, por Disque M para Matar, por Amar É Sofrer e por Tentação Verde. Posteriormente em Musas retroativas: 2ª em 1956, por Alta Sociedade e por O Cisne.

Doris Day em "Ama-me ou Esquece-me"

Doris Day em “Ama-me ou Esquece-me”

3 – DORIS DAY, por Ama-me ou Esquece-me

Posteriormente em Musas retroativas: 12ª em 1956, por O Homem que Sabia Demais; 7ª em 1957, por Um Pijama para Dois; 15ª em 1958, por Um Amor de Professora e por O Túnel do Amor; 9ª em 1959, por Confidências à Meia-Noite e por A Viuvinha Indomável; 18ª em 1961, por Volta, Meu Amor.

4 - Kim Novak ("Férias de Amor")

4 – Kim Novak (“Férias de Amor”)

4 – KIM NOVAK, por Férias de Amor

Posteriormente em Musas retroativas: 8ª em 1956, por O Homem do Braço de Ouro e por Melodia Imortal; 4ª em 1957, por Meus Dois Carinhos; 2ª em 1958, por Um Corpo que Cai; 18ª em 1960, por O Nono Mandamento; 15ª em 1964, por Beija-me, Idiota e por Servidão Humana.

Cyd Charisse em "Dançando nas Nuvens"

Cyd Charisse em “Dançando nas Nuvens”

5 – CYD CHARISSE, por Dançando nas Nuvens

Anteriormente em Musas retroativas1ª em 1952, por Cantando na Chuva; 2ª em 1953, por A Roda da Fortuna6ª em 1954, por A Lenda dos Beijos PerdidosPosteriormente em Musas retroativas: 20ª em 1956, por Viva Las Vegas; 1ª em 1957, por Meias de Seda; 5ª em 1958, por A Bela do Bas-Fond.

Natalie Wood em "Juventude Transviada"

Natalie Wood em “Juventude Transviada”

6 – NATALIE WOOD, por Juventude Transviada

Posteriormente em Musas retroativas: 10ª em 1958, por Até o Último Alento; 3ª em 1961, por Clamor do Sexo e por Amor, Sublime Amor; 10ª em 1962, por Em Busca de um Sonho; 3ª em 1964, por Médica, Bonita e Solteira;4ª em 1965, por A Corrida do Século; 13ª em 1966, por Esta Mulher É Proibida; 3ª em 1969, por Bob & Carol & Ted & Alice.

Jennifer Jones em "Suplício de uma Saudade"

Jennifer Jones em “Suplício de uma Saudade”

7 – JENNIFER JONES, por Suplício de uma Saudade

Anteriormente em Musas retroativas: 20ª em 1953, por O Diabo Riu por Último e por Quando a Mulher ErraPosteriormente em Musas retroativas: 14ª em 1957, por Adeus às Armas.

Lana Turner em "O Filho Pródigo"

Lana Turner em “O Filho Pródigo”

Lana Turner em "Mares Violentos"

Lana Turner em “Mares Violentos”

8 – LANA TURNER, por O Filho Pródigo e por Mares Violentos

Anteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1952, por Assim Estava Escrito; 14ª em 1954, por AtraiçoadoPosteriormente em Musas retroativas: 18ª em 1957, por A Caldeira do Diabo; 15ª em 1959, por Imitação da Vida.

Ann Miller em "Marujos e Sereias"

Ann Miller em “Marujos e Sereias”

9 – ANN MILLER, por Marujos e Sereias

Joan Collins em "Terra dos Faraós"

Joan Collins em “Terra dos Faraós”

Joan Collins em "O Escândalo do Século"

Joan Collins em “O Escândalo do Século”

10 – JOAN COLLINS, por Terra dos Faraós e por O Escândalo do Século

Shirley MacLaine em "O Terceiro Tiro"

Shirley MacLaine em “O Terceiro Tiro”

11 – SHIRLEY MACLAINE, por O Terceiro Tiro e por Artistas e Modelos

Posteriormente em Musas retroativas: 11ª em 1956, por A Volta ao Mundo em 80 Dias; 18ª em 1958, por Deus Sabe Quanto Amei, por Irresistível Forasteiro e por A Mercadora da Felicidade; 9ª em 1960, por Se Meu Apartamento Falasse e por Can Can; 12ª em 1961, por Infâmia; 11ª em 1963, por Irma la Douce; 10ª em 1969, por Charity, Meu Amor; 19ª em 1970, por Os Abutres Têm Fome.

Anita Ekberg em "Artistas e Modelos"

Anita Ekberg em “Artistas e Modelos”

12 – ANITA EKBERG, por Artistas e Modelos

Posteriormente em Musas retroativas: 10ª em 1960, por A Doce Vida; 9ª em 1962, por Boccaccio’70.

Dorothy Malone em "Artistas e Modelos"

Dorothy Malone em “Artistas e Modelos”

13 – DOROTHY MALONE, por Artistas e Modelos

Posteriormente em Musas retroativas: 6ª em 1956, por Palavras ao Vento; 13ª em 1961, por O Último Pôr-do-Sol.

Susan Hayward em "Duelos de Paixões"

Susan Hayward em “Duelos de Paixões”

Susan Hayward em "Eu Chorarei Amanhã"

Susan Hayward em “Eu Chorarei Amanhã”

Susan Hayward em "O Aventureiro de Hong-Kong"

Susan Hayward em “O Aventureiro de Hong-Kong”

14 – SUSAN HAYWARD, por Duelos de Paixões, por Eu Chorarei Amanhã e por O Aventureiro de Hong-Kong

Posteriormente em Musas retroativas17ª em 1956, por Sangue de Bárbaros.

Deborah Kerr em "Pelo Amor de Meu Amor"

Deborah Kerr em “Pelo Amor de Meu Amor”

15 – DEBORAH KERR, por Pelo Amor de Meu Amor

Anteriormente em Musas retroativas5ª em 1953, por A um Passo da EternidadePosteriormente em Musas retroativas: 18ª em 1956, por O Rei e Eu e por Chá e Simpatia; 10ª em 1957, por Tarde Demais para Esquecer e por O Céu É Testemunha; 17ª em 1959, por Crepúsculo Vermelho.

Maureen O'Hara em "A Paixão de uma Vida"

Maureen O’Hara em “A Paixão de uma Vida”

16 – MAUREEN O’HARA, por A Paixão de uma Vida

Anteriormente em Musas retroativas: 5ª em 1952, por Depois do Vendaval.

Lauren Bacall em "Rota Sangrenta"

Lauren Bacall em “Rota Sangrenta”

17 – LAUREN BACALL, por Rota Sangrenta

Anteriormente em Musas retroativas: 18ª em Como Agarrar um MilionárioPosteriormente em Musas retroativas: 19ª em 1956, por Palavras ao Vento; 5ª em 1957, por Teu Nome É Mulher.

Romy Schneider em "Sissi"

Romy Schneider em “Sissi”

18 – ROMY SCHNEIDER, por Sissi

Posteriormente em Musas retroativas: 15ª em 1957, por Sissi e Seu Destino; 15ª em 1962, por Boccaccio ’70; 16ª em 1965, por O que É que Há, Gatinha?; 11ª em 1972, por Ludwig, o Último Rei da Bavária.

Shirley Jones em "Oklahoma"

Shirley Jones em “Oklahoma”

19 – SHIRLEY JONES, por Oklahoma

Posteriormente em Musas retroativas: 17ª em 1962, por O Vendedor de Ilusões.

Leslie Caron em "Papai Pernilongo"

Leslie Caron em “Papai Pernilongo”

Leslie Caron em "O Sapatinho de Cristal"

Leslie Caron em “O Sapatinho de Cristal”

20 – LESLIE CARON, por Papai Pernilongo e por O Sapatinho de Cristal

Posteriormente em Musas retroativas: 7ª em 1958, por Gigi.

Musas de 1954 <<
>> Musas de 1956

Ann-Miller-d0c77

A segunda maior sapateadora da história dos musicais, Ann Miller completa 90 anos hoje. A dançarina texana fez pequenos papéis na RKO e na Columbia até a MGM escalá-la para Desfile de Páscoa (1948). Ganhou um número só dela (“Shakin’ the blues away”) e arrasou. Emendou outra grande participação de Um Dia em Nova York (1949). Seu terceiro grande filme é Dá-me um Beijo (1953). Depois que a época dos grandes musicais passou, ela faz TV e Broadway. Sua última grande aparição foi como a síndica de Cidade dos Sonhos (2001), de David Lynch. Morreu em 2004.

PS: A maior sapateadora foi Eleanor Powell.

kim-novak_332967

Eternizada como uma superlouras do cinema nos anos 1950, Kim Novak completa 80 anos – nasceu em 1933. A atriz americana será sempre lembrada pelo dúbio papel como a loura Madeleine e a morena Judy em Um Corpo que Cai (1958), um dos maiores filmes de Hitchcock. O papel em que está mais deslumbrante talvez seja o de Férias de Amor (1955) – que a transformou em estrela. Seu nome verdadeiro, Marilyn, já havia sido mudado para Kim, por razões óbvias. Mas já nos anos 1960 sua carreira começou a declinar. Hoje, está aposentada – seu último filme é de 1991. Nas Musas retroativas publicadas até esta data (a partir de 1959), Kim aparece duas vezes: em 1960 e 1964.

Sharon_tate_still

Se estivesse viva, Sharon Tate completaria hoje 70 anos. Mas, ao contrário, a atriz americana, uma das mulheres mais bonitas de sua época, foi brutalmente assassinada a facadas em 1969 por membros da família Manson, uma seita hippie liderada por Charles Manson. Foi um dos crimes mais chocantes da história de Hollywood: ela tinha 26 anos, era casada com Roman Polanski e estava grávida de oito meses; junto com ela, foram mortos três amigos da atriz que também estavam na casa. Sharon estava em alta, havia feito há pouco tempo o divertido A Dança dos Vampiros e indicada ao Globo de Ouro por O Vale das Bonecas.

50 anos depois, uma estrela que ainda brilha

É difícil imaginar o choque do mundo naquele 5 de agosto há 50 anos. A maior estrela do cinema por nove anos, Marilyn Monroe foi encontrada em sua cama, nua e morta. Ela tinha 36 anos. Foi o fim de uma vida que alternava o glamour e a beleza em frente às câmeras com uma vida íntima de sofrimento e solidão.

Nove anos porque foi em 1953 que Marilyn teve seu “ano mágico”: três filmes que elevaram a atriz de pequenos papéis e presença hipnotizante a superestrela. Em Torrentes de Paixão, Como Agarrar um Milionário e Os Homens Preferem as Loiras, ela ainda não era o nome principal do elenco. Mas nos três ela roubou a cena e tudo mudou.

1953, “O Homens Preferem as Loiras”: o ano mágico

Não que isso não acontecesse antes. Em A Malvada (1950), ela divide uma cena ao lado de astros tarimbados como Bette Davis, George Sanders e Celeste Holm, mas sua aparição luminosa é um momento muito particular do filme (veja a cena e outras da atriz).

Sua imagem de símbolo sexual de cabeça vazia a incomodava. Em O Pecado Mora ao Lado (1955), de Billy Wilder, seu personagem era apenas “The Girl”, a vizinha gostosíssima que despertava a cobiça e a culpa do homem casado do andar de baixo e o deixava observá-la enquanto o vento do metrô levantava seu vestido branco. Um coquetel de inocência e sex appeal que era um resumo do poder atrativo de Marilyn.

1955, “O Pecado Mora ao Lado”: inocência e sex appeal

Foi um acontecimento, mas também marcou um passo ousado para se livrar dessa imagem. Ela se mudou para  Nova York para estudar no Actor’s Studio, a respeitada escola de atores de Lee Strasberg. No ano seguinte, abriu a Marilyn Monroe Productions, para dar a si mesma papéis que a indústria não achava que eram para ela.

Daí vieram Nunca Fui Santa (1956) e O Príncipe e a Corista (1957). O primeiro envelheceu um bocado, mas Marilyn se sai bem em seu papel dramático. As filmagens do segundo, em Londres, onde ela era dirigida por e contracenava com o shakespeareano Laurence Olivier, motivaram o filme Sete Dias com Marilyn (2011), pelo qual Michelle Williams foi indicada ao Oscar.

1959, “Quanto Mais Quente Melhor”: Globo de Ouro

Apesar de seus esforços, Marilyn nunca foi lembrada pela Academia. O máximo em que chegou em matéria de prêmios foi o Globo de Ouro de atriz em comédia ou musical, pela Sugar Kane de Quanto Mais Quente Melhor (1959), de novo com Billy Wilder.

O diretor não deixou de falar sobre como era um tormento filmar com Marilyn, seus problemas pessoais, atrasos, o esquecimento dos textos. Mas também dizia que, quando a câmera a captava, tudo valia a pena.

A essa altura, Marilyn já estava no terceiro casamento – com o dramaturgo Arthur Miller. Ela foi casada, primeiro, com Jimmy Dougherty, de 1942 a 1946. Ainda Norma Jeane Mortenson, se casou para não voltar para o orfanato.

Modelo em 1949, foto de André de Dienes

Norma Jeane teve uma infância difícil. Não conheceu o pai biológico e a mãe, Gladys, era mentalmente instável e financeiramente incapaz de cuidar da filha. A garota ficou em casa de parentes, orfanatos e passou por maus bocados quando a mãe tentou reavê-la. Aos 16 anos, quando a família com quem estava iria se mudar e não iria levá-la, a saída foi se casar com Jimmy.

Eles viveram felizes, até que Jimmy foi servir a Marinha. Foi a época em que Norma Jeane foi descoberta e contratada por uma agência de modelos – e, de morena, se tornou loura. Quando o marido voltou, ela teve que optar entre ele e a carreira.

Foram muitas capas de revista até surgir a chance de um teste na 20th Century-Fox. E, com isso, veio a mudança do nome. Fez pontas sem fala até os primeiros pequenos papéis. Mas os primeiros anos foram difíceis e, em 1949, ela aceitou o convite do fotógrafo Tom Kelley para posar nua. Recebeu US$ 50 pelas fotos.

1949: uma das fotos clássicas do ensaio de Tom Kelly

O ano seguinte foi o ano de A Malvada e a maré começou a mudar. Em 1953 começaram as cenas icônicas, como o número “Diamonds are a girl’s best friend”, imitado por Madonna no clipe de “Material girl”, em 1984. Nicole Kidman cantou a música em Moulin Rouge (2001).

Em 1954, ela se casou com o astro do beisebol Joe DiMaggio. Mas ele não suportou o status de símbolo sexual máximo da esposa, após a cena do vento no metrô em O Pecado Mora ao Lado. Dois meses após a filmagem da cena, nove após o casamento, eles se separaram.

Ela se casou com Miller em 1956. Para ela, ele adaptou um conto seu para o roteiro de Os Desajustados (1961), de John Huston, que viria a ser seu último filme. Marilyn em uma excelente performance dramática, exibindo uma fragilidade que tinha muito dela mesma.

1962: a última sessão de fotos, com Bert Stern

Mas ela também passava por sérios problemas de saúde e estava se tornando dependente do álcool e das drogas que conseguia com os médicos. O divórcio de Miller veio ainda em 1961. 1962 foi o ano do impressionantemente erótico “Happy birthday, Mr. President” cantado para Kennedy na Casa Branca. E teria sido o ano de Something’s Got to Give, mas suas faltas levaram a Fox a demiti-la, mesmo com muito dele já filmado: ela compareceu a 12 dos 35 dias de filmagens. Mas mesmo assim, ela deixou um momento antológico: a cena em que nada nua em uma piscina.

Marilyn negociava vários projetos – incluindo a retomada de Something’s Got to Give – quando morreu. Posou para ensaios fotográficos – sendo o último deles na suíte 261 do Hotel Bel Air, em Los Angeles, paras lentes de Bert Stern, da Vogue, em julho. A morte veio por overdose de medicamentos. Uma morte tão chocante e inesperada, que até hoje circulam teorias da conspiração a respeito. Teria sido a CIA, a mando de seus amantes John e Robert Kennedy?

O mito de Marilyn é tão grande que nenhum filme ou peça sobre ela chegou a ser um grande sucesso. No cinema, Sete Dias com Marilyn foi o mais bem-sucedido. Na TV, a série Smash foi ainda melhor, imaginando os bastidores de um musical sobre ela. Nele, uma canção defende que, no final, os bons momentos têm mais força que os maus. Com Marilyn, esses bons momentos eram inesquecíveis.

MINHA CENA PREFERIDA

Aqui, cada convidado elege a cena de Marilyn que mais o marcou. O interessante é que todos fugiram das cenas mais óbvias, buscando um retrato mais abrangente da estrela.

SUZANA UCHÔA ITIBERÊ, editora da revista Preview

“Uma das cenas que mais me impressionam não está entre seus momentos antológicos, mas no início da carreira. É uma sequência muito breve de A Malvada, em que Marilyn surge como acompanhante de George Sanders em uma festa na casa de Betty Davis. Os três dividem a tela e logo chega a personagem de Anne Baxter – a Eve do título original. Embora a magistral Bette Davis comande a cena, é impossível tirar os olhos de Marilyn. Seu magnetismo já era pulsante. O diretor Mankiewicz com certeza notou o carisma de Marilyn e reforçou sua luz no figurino. Enquanto Bette, Sanders e Anne vestem trajes escuros, Marilyn é pura luz com um vestido e um visom branco. Inesquecível. Para mim, ali ela já era uma estrela e não sabia”.

WALTER GALVÃO, editor geral do Correio da Paraíba

“Uma cena inesquecível para mim é a de Sugar Kane, a crooner  de Quanto Mais Quente Melhor, cantando no trem e tocando um cavaquinho. É difícil porque o espaço é mínimo, o instrumento exige gestual específico, a coreografia é rápida e ela tem que aproveitar luz, os limites do figurino e conjunto para ressaltar o efeito. O desempenho é ótimo, ela distribui carisma e talento, brilha como a estrela sedutora que é e age como uma atriz experimentada”.

LUIZ ZANIN, crítico de O Estado de S. Paulo

“Acho que cena dela conversando com o Tony Curtis – aliás, sussurrando com aquela voz de cio – em Quanto mais Quente Melhor, é uma das mais sensuais da história do cinema”.

JOÃO BATISTA DE BRITO, crítico, colaborador do Contraponto e de A União

“Na cena da caça aos cavalos selvagens em Os Desajustados, a angústia dela dentro do caminhão. Ali você vê como a personagem se confunde com a atriz: uma pessoa frágil, que ficava perdida com toda aquela brutalidade”.

Claudia Cardinale em “8½”

Claudia Cardinale em “O Leopardo”

Claudia Cardinale em “A Pantera Cor-de-Rosa”

1 – CLAUDIA CARDINALE, por , por O Leopardo e por A Pantera Cor-de-Rosa

Anteriormente em Musas retroativas: 17ª em 1960, por Rocco e Seus Irmãos; 11ª em 1961, por A Moça com a Valise. Posteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1966, por Os Profissionais; 2ª em 1968, por Era uma Vez no Oeste.

Três vezes Claudia Cardinale. Uma das mais deslumbrantes atrizes italianas de todos os tempos (na verdade, tunisiana de nascimento) teve seu grande ano em 1963: foi musa de Fellini como a etérea Claudia de , de Visconti, como a Angélica de O Leopardo e até de Blake Edwards, como uma princesa indiana em A Pantera Cor-de-Rosa. Talvez só assim, em dose tripla, para derrubar Brigitte Bardot, inesquecível musa de Godard em O Desprezo, de peruca preta ou perguntando na cama se Michel Piccoli gosta de cada uma das partes de seu corpo. Mas esse foi um dos grandes anos para as musas: ainda teve Liz Taylor como uma monumental Cleópatra e o antológico striptease de Sophia Loren em Ontem, Hoje e Amanhã (recriado décadas depois por Robert Altman, e com os mesmos Sophia e Marcello Mastroianni em Pret-a-Porter) – ambas possíveis vencedoras em outros anos. O ano ainda teve Ann-Margret, uma das melhores bondgirls (Daniela Bianchi), Audrey, Hitchcock descobrindo Tippi Hedren…

Brigitte Bardot em “O Desprezo”

2 – BRIGITTE BARDOT, por O Desprezo

Anteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1956, por E Deus Criou a Mulher; 3ª em 1958, por Amar É Minha Profissão e por Vingança de Mulher; 5ª em 1960, por A VerdadePosteriormente em Musas retroativas: 6ª em 1965, por Viva Maria!; 11ª em 1968, por Shalako; 10ª em 1973, por Se Don Juan Fosse Mulher.

Elizabeth Taylor em "Cleópatra"

Elizabeth Taylor em “Cleópatra”

3 – ELIZABETH TAYLOR, por Cleópatra

Anteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1954, por No Caminho dos Elefantes e por A Última Vez que Vi Paris; 3ª em 1956, por Assim Caminha a Humanidade; 1ª em 1958, por Gata em Teto de Zinco Quente; 1ª em 1959, por De Repente, no Último Verão; 2ª em 1960, por Disque Butterfield 8Posteriormente em Musas retroativas: 15ª em 1965, por Adeus às Ilusões; 18ª em 1970, por Jogo de Paixões.

Sophia Loren em “Ontem, Hoje e Amanhã”

4 – SOPHIA LOREN, por Ontem, Hoje e Amanhã

Anteriormente em Musas retroativas: 12ª em 1954, por Duas Noites com Cleópatra e por A Invasão dos Bárbaros; 11ª em 1957, por A Lenda da Estátua Nua, por Orgulho e Paixão e por A Lenda dos Desaparecidos; 19ª em 1958, por Tentação Morena, por A Orquídea Negra, por Desejo e por A Chave; 4ª em 1960, por Duas Mulheres, por Começou em Nápoles e por The Millionairess; 14ª em 1961, por El Cid; 6ª em 1962, por Boccaccio ’70. Posteriormente em Musas retroativas: 8ª em 1964, por Matrimônio à Italiana e por A Queda do Império Romano; 14ª em 1966, por Arabesque; 20ª em 1967, por A Condessa de Hong Kong; 5ª em 1972, por O Homem de La Mancha.

Ann-Margret em “Adeus, Amor”

5 – ANN-MARGRET, por Adeus, Amor

Posteriormente em Musas retroativas: 2ª em 1964, por Amor à Toda Velocidade; 3ª em 1971, por Ânsia de Amar.

Daniela Bianchi em “Moscou contra 007”

6 – DANIELA BIANCHI, por Moscou contra 007

Audrey Hepburn em “Charada”

7 – AUDREY HEPBURN, por Charada

Anteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1953, por A Princesa e o Plebeu2ª em 1954, por Sabrina; 7ª em 1956, por Guerra e Paz; 2ª em 1957, por Cinderela em Paris e por Amor na Tarde; 10ª em 1959, por Uma Cruz à Beira do Abismo e por A Flor que Não Morreu;12ª em 1960, por O Passado Não Perdoa; 1ª em 1961, por Bonequinha de Luxo e por Infâmia; Posteriormente em Musas retroativas: 9ª em 1964, por My Fair Lady e por Quando Paris Alucina; 3ª, em 1966, por Como Roubar um Milhão de Dólares; 8ª em 1967, por Um Caminho para Dois e por Um Clarão nas Trevas; 16ª em 1976, por Robin e Marian.

Tippi Hedren em “Os Pássaros”

8 – TIPPI HEDREN, por Os Pássaros

Posteriormente em Musas retroativas: 12ª em 1964, por Marnie – Confissões de uma Ladra.

Susannah York em “As Aventuras de Tom Jones”

9 – SUSANNAH YORK, por As Aventuras de Tom Jones

Posteriormente em Musas retroativas: 7ª em 1969, por A Noite dos Desesperados; 9ª em 1978, por Superman – O Filme.

Ursula Andress em “O Seresteiro de Acapulco”

10 – URSULA ANDRESS, por O Seresteiro de Acapulco

Anteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1962, por 007 contra o Satânico Dr. No. Posteriormente em Musas retroativas: 18ª em 1965, por A Deusa da Cidade Perdida e por O que É que Há, Gatinha?; 18ª em 1966, por Crepúsculo das Águias; 12ª em 1967, por Cassino Royale; 19ª em 1979, por O Quinto Mosqueteiro.

Shirley MacLaine em “Irma la Douce”

11 – SHIRLEY MACLAINE, por Irma la Douce

Anteriormente em Musas retroativas: 11ª em 1955, por O Terceiro Tiro e por Artistas e Modelos; 11ª em 1956, por A Volta ao Mundo em 80 Dias; 18ª em 1958, por Deus Sabe Quanto Amei, por Irresistível Forasteiro e por A Mercadora da Felicidade; 9ª em 1960, por Se Meu Apartamento Falasse e por Can Can; 12ª em 1961, por Infâmia. Posteriormente em Musas retroativas: 10ª em 1969, por Charity, Meu Amor; 19ª em 1970, por Os Abutres Têm Fome.

Nancy Kovack em “Jasão e os Argonautas”

12 – NANCY KOVACK, por Jasão e os Argonautas

Suzanne Pleshette e Tippi Hedren em “Os Pássaros”

13 – SUZANNE PLESHETTE, por Os Pássaros

Anteriormente em Musas retroativas: 8ª em 1962, por Candelabro Italiano.

Odete Lara em “Boca de Ouro”

Odete Lara em “Bonitinha, mas Ordinária”

14 – ODETE LARA, por Boca de Ouro e por Bonitinha, mas Ordinária

Posteriormente em Musas retroativas: 5ª em 1964, por Noite Vazia.

Anouk Aimée em “8½”

15 – ANOUK AIMÉE, por

Anteriormente em Musas retroativas: 19ª em 1960, por A Doce Vida; 7ª em 1961, por Lola, a Flor Proibida. Posteriormente em Musas retroativas: 10ª em 1966, por Um Homem, uma Mulher.

Capucine em “A Pantera Cor-de-Rosa”

16 – CAPUCINE, por A Pantera Cor-de-Rosa

Posteriormente em Musas retroativas: 19ª em 1965, por O que É que Há, Gatinha?.

Madeleine LeBeau em “8½”

17 – MADELEINE LEBEAU, por

Stella Stevens em “O Professor Aloprado”

18 – STELLA STEVENS, por O Professor Aloprado

Gunnel Lindblom em “O Silêncio”

19 – GUNNEL LINDBLOM, por O Silêncio

Sarah Miles em “O Criado”

20 – SARAH MILES, por O Criado

Posteriormente em Musas retroativas: 17ª em 1966, por Blow Up – Depois Daquele Beijo.

Musas de 1962 <<
>> Musas de 1964

Raquel Welch em “Um Milhão de Anos Antes de Cristo”

Raquel Welch em “Viagem Fantástica”

1 – RAQUEL WELCH, por Um Milhão de Anos Antes de Cristo e por Viagem Fantástica

Posteriormente em Musas retroativas: 13ª em 1967, por O Diabo É Meu Sócio; 7ª em 1973, por Os Três Mosqueteiros; 6ª em 1974, por A Vingança de Milady; 5ª em 1977, por O Príncipe e o Mendigo.

A passagem do tempo, no filme Um Sonho de Liberdade (1994), é marcada por três posters colocado na parede da cela de prisão de Tim Robbins: Rita Hayworth, em Gilda (os anos 1940); Marilyn Monroe, em O Pecado Mora ao Lado (os anos 1950); e… Raquel Welch, em Um Milhão de Anos Antes de Cristo. A despeito dos outros dois também serem grandes filmes, este último… Bem, Raquel Welch estava acima disso, e se foi preciso um filme que colocou homens e dinossauros contracenando para colocá-la vestindo aquele biquíni pré-histórico, então ainda bem que ele foi feito. No mesmo ano, ela também fez Viagem Fantástica, cobertíssima (mas em um uniforme justíssimo). Julie Christie ficou em segundo com o papel duplo de Fahrenheit 451 e Audrey Hepburn fechou o pódio. As italianas Claudia Cardinale e Monica Vitti vieram logo atrás. O filme que mais rendeu musas foi Blow Up – Depois Daquele Beijo: quatro. Primeira aparição: Raquel Welch, Vanessa Redgrave, Jane Birkin. Última aparição: Monica Vitti, Bibi Andersson, Anouk Aimée, Sarah Miles. Única aparição: Veruschka von Lehndorff, Lee Meriwether, Barbara Shelley. Brasileiras na lista: nenhuma.

Julie Christie em “Fahrenheit 451”

2 – JULIE CHRISTIE, por Fahrenheit 451

Anteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1965, por Doutor Jivago e também por Darling, a que Amou Demais. Posteriormente em Musas retroativas: 10ª em 1971, por Jogos & Trapaças – Onde os Homens São Homens; 3ª em 1973, por Inverno de Sangue em Veneza; 2ª em 1975, por Shampoo.

Audrey Hepburn em “Como Roubar um Milhão de Dólares”

3 – AUDREY HEPBURN, por Como Roubar um Milhão de Dólares

Anteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1953, por A Princesa e o Plebeu2ª em 1954, por Sabrina; 7ª em 1956, por Guerra e Paz; 2ª em 1957, por Cinderela em Paris e por Amor na Tarde; 10ª em 1959, por Uma Cruz à Beira do Abismo e por A Flor que Não Morreu; 12ª em 1960, por O Passado Não Perdoa; 1ª em 1961, por Bonequinha de Luxo e por Infâmia;7ª em 1963, por Charada; 9ª em 1964, por My Fair Lady e por Quando Paris Alucina. Posteriormente em Musas retroativas: 8ª em 1967, por Um Caminho para Dois e por Um Clarão nas Trevas; 16ª em 1976, por Robin e Marian.

Claudia Cardinale em “Os Profissionais”

4 – CLAUDIA CARDINALE, por Os Profissionais

Anteriormente em Musas retroativas: 17ª em 1960, por Rocco e Seus Irmãos; 11ª em 1961, por A Moça com a Valise;1ª em 1963, por , por O Leopardo e por A Pantera Cor-de-Rosa. Posteriormente em Musas retroativas: 2ª em 1968, por Era uma Vez no Oeste.

Monica Vitti em “Modesty Blaise”

5 – MONICA VITTI, por Modesty Blaise

Anteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1960, por A Aventura; 5ª em 1961, por A Noite; 7ª em 1962, por O Eclipse; 14ª em 1964, por O Deserto Vermelho.

Michèle Mercier em “Angélica e o Rei”

6 – MICHÈLE MERCIER, por Angélica e o Rei

Anteriormente em Musas retroativas: 13ª em 1960, por Atire no Pianista; 7ª em 1964, por Angélica, a Marquesa dos Anjos; 11ª em 1965, por Maravilhosa Angélica. Posteriormente em Musas retroativas: 11ª em 1967, por Indomável Angélica.

Veruschka Von Lehndorff em “Blow Up – Depois Daquele Beijo”

7 – VERUSCHKA VON LEHNDORFF, por Blow Up – Depois Daquele Beijo

Jane Fonda em “Caçada Humana”

8 – JANE FONDA, por Caçada Humana

Anteriormente em Musas retroativas: 5ª em 1965, por Dívida de Sangue. Posteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1967, por Descalços no Parque; 1ª em 1968, por Barbarella; 5ª em 1969, por A Noite dos Desesperados; 4ª em 1971, por Klute – O Passado Condena; 19ª em 1972, por Tout Va Bien; 7ª em 1977, por Julia; 2ª em 1978, em Amargo Regresso; 15ª em 1979, por Síndrome da China e por O Cavaleiro Elétrico; 13ª em 1981, por Num Lago Dourado e por Amantes & Finanças.

Bibi Andersson em "Persona - Quando Duas Mulheres Pecam"

Bibi Andersson em “Persona – Quando Duas Mulheres Pecam”

9 – BIBI ANDERSSON, por Persona – Quando Duas Mulheres Pecam

Anteriormente em Musas retroativas: 6ª em 1957, por O Sétimo Selo e por Morangos Silvestres.

Anouk Aimée em “Um Homem, uma Mulher”

10 – ANOUK AIMÉE, por Um Homem, uma Mulher

Anteriormente em Musas retroativas: 19ª em 1960, por A Doce Vida; 7ª em 1961, por Lola, a Flor Proibida; 15ª em 1963, por .

Vanessa Redgrave em “Blow Up – Depois Daquele Beijo”

11 – VANESSA REDGRAVE, por Blow Up – Depois Daquele Beijo

Posteriormente em Musas retroativas: 19ª em 1967, por Camelot; 12ª em 1968, por Isadora.

Lee Meriwether em “Batman, o Homem-Morcego”

12 – LEE MERIWETHER, por Batman, o Homem-Morcego

Natalie Wood em “Esta Mulher É Proibida”

13 – NATALIE WOOD, por Esta Mulher É Proibida

Anteriormente em Musas retroativas: 6ª em 1955, por Juventude Transviada; 10ª em 1958, por Até o Último Alento; 3ª em 1961, por Clamor do Sexo e por Amor, Sublime Amor; 10ª em 1962, por Em Busca de um Sonho; 3ª em 1964, por Médica, Bonita e Solteira; 4ª em 1965, por A Corrida do Século. Posteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1969, por Bob & Carol & Ted & Alice.

Sophia Loren em “Arabesque”

14 – SOPHIA LOREN, por Arabesque

Anteriormente em Musas retroativas: 12ª em 1954, por Duas Noites com Cleópatra e por A Invasão dos Bárbaros; 11ª em 1957, por A Lenda da Estátua Nua, por Orgulho e Paixão e por A Lenda dos Desaparecidos; 19ª em 1958, por Tentação Morena, por A Orquídea Negra, por Desejo e por A Chave; 4ª em 1960, por Duas Mulheres, por Começou em Nápoles e por The Millionairess; 14ª em 1961, por El Cid;6ª em 1962, por Boccaccio ’70; 4ª em 1963, por Ontem, Hoje e Amanhã; 8ª em 1964, por Matrimônio à Italiana e por A Queda do Império Romano. Posteriormente em Musas retroativas: 20ª em 1967, por A Condessa de Hong Kong; 5ª em 1972, por O Homem de La Mancha.

Angie Dickinson em “Caçada Humana”

15 – ANGIE DICKINSON, por Caçada Humana

Anteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1959, por Onde Começa o Inferno; 15ª em 1960, por Onze Homens e um Segredo;12ª em 1962, por Candelabro ItalianoPosteriormente em Musas retroativas: 7ª em 1967, por À Queima-Roupa; 17ª em 1980, por Vestida para Matar.

Candice Bergen em “O Canhoneiro do Yang-Tsé”

16 – CANDICE BERGEN, por O Canhoneiro do Yang-Tsé

Sarah Miles em “Blow Up – Depois Daquele Beijo”

17 – SARAH MILES, por Blow Up – Depois Daquele Beijo

Anteriormente em Musas retroativas: 20ª em 1963, por O Criado.

Ursula Andress em “Crepúsculo das Águias”

18 – URSULA ANDRESS, por Crepúsculo das Águias

Anteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1962, por 007 contra o Satânico Dr. No; 10ª em 1963, por O Seresteiro de Acapulco; 18ª em 1965, por A Deusa da Cidade Perdida e por O que É que Há, Gatinha?. Posteriormente em Musas retroativas: 12ª em 1967, por Cassino Royale; 19ª em 1979, por O Quinto Mosqueteiro.

Barbara Shelley em “Drácula, o Príncipe das Trevas”

19 – BARBARA SHELLEY, por Drácula, o Príncipe das Trevas

Jane Birkin em “Blow Up – Depois Daquele Beijo”

20 – JANE BIRKIN, por Blow Up – Depois Daquele Beijo

Posteriormente em Musas retroativas: 20ª em 1966, por Blow Up – Depois Daquele Beijo; 12ª em 1976, por Paixão Selvagem.

Musas de 1965 <<
>> Musas de 1967

Leila Diniz em “Todas as Mulheres do Mundo”

1 – LEILA DINIZ, por Todas as Mulheres do Mundo

Posteriormente em Musas retroativas: 7ª em 1968, por Edu, Coração de Ouro.

Outro ano dificílimo para escolher a musa. Qualquer uma das seis primeiras poderiam ser a escolhida, em outros anos (Leila, Deneuve, Jane, Faye, Sharon, Katharine – que escrete!). E, entre as duas primeiras, a dúvida persiste, pra mim, até agora. É difícil não dar a vitória a Catherine Deneuve, em um de seus papéis mais sedutores: a dona de casa de vira prostituta durante o dia, meu Deus! No frigir dos ovos, ela até pode ser mais vistosa, mas o que era Leila Diniz, gente? É a musa não só de um filme ou de um diretor (Domingos de Oliveira, seu ex-namorado que dedicou a ela essa declaração de amor fílmica que é Todas as Mulheres do Mundo e o papel de Maria Alice), e nao é só a musa do cinema brasileiro, mas de uma geração inteira. A mulher que fez uma revolução sem ter o menor interesse nisso. Seu encanto brejeiro, de vizinha da rua, está imortalizado nesse filme. E, com quatro belas atrizes, talvez Cassino Royale seja o filme recordista em emplacar musas numa mesma lista (não sei, não fiz a conta). Primeira aparição: Leila Diniz, Faye Dunaway, Katharine Ross, Jacqueline Bisset, Suzy Kendall. Última aparição: Michèle Mercier. Única aparição: Sharon Tate, Joanna Pettet, Barbara Bouchet, Katharine Houghton, Jitka Bendova. Brasileiras na lista: Leila Diniz.

Catherine Deneuve em “A Bela da Tarde”

Catherine Deneuve em “Duas Garotas Românticas”

2 – CATHERINE DENEUVE, por A Bela da Tarde e por Duas Garotas Românticas

Anteriormente em Musas retroativas: 10ª em 1964, por Os Guarda-Chuvas do Amor; 2ª em 1965, por Repulsa ao Sexo. Posteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1969, por A Sereia do Mississipi; 1ª em 1970, por Tristana – Uma Paixão Mórbida; 4ª em 1980, por O Último Metrô; 1ª em 1983, por Fome de Viver.

Jane Fonda em “Descalços no Parque”

3 – JANE FONDA, por Descalços no Parque

Anteriormente em Musas retroativas: 5ª em 1965, por Dívida de Sangue; 8ª em 1966, por Caçada Humana. Posteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1968, por Barbarella; 5ª em 1969, por A Noite dos Desesperados; 4ª em 1971, por Klute – O Passado Condena; 19ª em 1972, por Tout Va Bien; 7ª em 1977, por Julia; 2ª em 1978, em Amargo Regresso; 15ª em 1979, por Síndrome da China e por O Cavaleiro Elétrico; 13ª em 1981, por Num Lago Dourado e por Amantes & Finanças.

Faye Dunaway em “Bonnie & Clyde – Uma Rajada de Balas”

4 – FAYE DUNAWAY, por Bonnie & Clyde – Uma Rajada de Balas

Posteriormente em Musas retroativas: 10ª em 1968, por Crown, o Magnífico; 17ª em 1970, por Pequeno Grande Homem; 14ª em 1973, por Os Três Mosqueteiros; 10ª em 1974, por A Vingança de Milady, por Chinatown e por Inferno na Torre; 5ª em 1975, por Três Dias do Condor; 5ª em 1976, por Rede de Intrigas.

Sharon Tate em “A Dança dos Vampiros”

5 – SHARON TATE, por A Dança dos Vampiros

Katharine Ross em “A Primeira Noite de um Homem”

6 – KATHARINE ROSS, por A Primeira Noite de um Homem

Posteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1969, por Butch Cassidy.

Angie Dickinson em “À Queima-Roupa”

7 – ANGIE DICKINSON, por À Queima-Roupa

Anteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1959, por Onde Começa o Inferno; 15ª em 1960, por Onze Homens e um Segredo; 12ª em 1962, por Candelabro Italiano; 15ª em 1966, por Caçada Humana. Posteriomente em Musas retroativas: 17ª em 1980, por Vestida para Matar.

Audrey Hepburn em “Um Caminho para Dois”

Audrey Hepburn em “Um Clarão nas Trevas”

8 – AUDREY HEPBURN, por Um Caminho para Dois e por Um Clarão nas Trevas

Anteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1953, por A Princesa e o Plebeu2ª em 1954, por Sabrina; 7ª em 1956, por Guerra e Paz;2ª em 1957, por Cinderela em Paris e por Amor na Tarde; 10ª em 1959, por Uma Cruz à Beira do Abismo e por A Flor que Não Morreu; 12ª em 1960, por O Passado Não Perdoa; 1ª em 1961, por Bonequinha de Luxo e por Infâmia;7ª em 1963, por Charada; 9ª em 1964, por My Fair Lady e por Quando Paris Alucina; 3ª, em 1966, por Como Roubar um Milhão de Dólares. Posteriormente em Musas retroativas: 16ª em 1976, por Robin e Marian.

Joanna Pettet em “Cassino Royale”

9 – JOANNA PETTET, por Cassino Royale

Barbara Bouchet em “Cassino Royale”

10 – BARBARA BOUCHET, por Cassino Royale

Michèle Mercier em “Indomável Angélica”

11 – MICHÈLE MERCIER, por Indomável Angélica

Anteriormente em Musas retroativas: 13ª em 1960, por Atire no Pianista; 7ª em 1964, por Angélica, a Marquesa dos Anjos; 11ª em 1965, por Maravilhosa Angélica; 6ª em 1966, por Angélica e o Rei.

Ursula Andress em “Cassino Royale”

12 – URSULA ANDRESS, por Cassino Royale

Anteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1962, por 007 contra o Satânico Dr. No; 10ª em 1963, por O Seresteiro de Acapulco; 18ª em 1965, por A Deusa da Cidade Perdida e por O que É que Há, Gatinha?; 18ª em 1966, por Crepúsculo das ÁguiasPosteriormente em Musas retroativas: 19ª em 1979, por O Quinto Mosqueteiro.

Raquel Welch em “O Diabo É Meu Sócio”

13 – RAQUEL WELCH, por O Diabo É Meu Sócio

Anteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1966, por Um Milhão de Anos Antes de Cristo e por Viagem Fantástica. Posteriormente em Musas retroativas: 7ª em 1973, por Os Três Mosqueteiros; 6ª em 1974, por A Vingança de Milady; 5ª em 1977, por O Príncipe e o Mendigo.

Jacqueline Bisset em “Cassino Royale”

14 – JACQUELINE BISSET, por Cassino Royale

Posteriormente em Musas retroativas: 6ª em 1968, por Bullitt; 3ª em 1970, por Aeroporto; 7ª em 1972, por Roy Bean, o Homem da Lei; 1ª em 1973, por A Noite Americana; 8ª em 1974, por Assassinato no Orient Express.

Anne Bancroft em “A Primeira Noite de um Homem”

15 – ANNE BANCROFT, por A Primeira Noite de um Homem

Suzy Kendall, em "Ao Mestre, com Carinho"

Suzy Kendall, em “Ao Mestre, com Carinho”

16 – SUZY KENDALL, por Ao Mestre, com Carinho

Posteriormente em Musas retroativas: 14ª em 1970, por O Pássaro das Plumas de Cristal.

Katharine Houghton em “Adivinhe Quem Vem para Jantar”

17 – KATHARINE HOUGHTON, por Adivinhe Quem Vem para Jantar

Jitka Bendova em “Trens Estreitamente Vigiados”

18 – JITKA BENDOVA, por Trens Estreitamente Vigiados

Vanessa Redgrave em “Camelot”

19 – VANESSA REDGRAVE, por Camelot

Anteriormente em Musas retroativas: 11ª em 1966, por Blow Up – Depois Daquele Beijo. Posteriormente em Musas retroativas: 12ª em 1968, por Isadora.

Sophia Loren em “A Condessa de Hong Kong”

20 – SOPHIA LOREN, por A Condessa de Hong Kong

Anteriormente em Musas retroativas: 12ª em 1954, por Duas Noites com Cleópatra e por A Invasão dos Bárbaros; 11ª em 1957, por A Lenda da Estátua Nua, por Orgulho e Paixão e por A Lenda dos Desaparecidos; 19ª em 1958, por Tentação Morena, por A Orquídea Negra, por Desejo e por A Chave; 4ª em 1960, por Duas Mulheres, por Começou em Nápoles e por The Millionairess; 14ª em 1961, por El Cid;6ª em 1962, por Boccaccio ’70; 4ª em 1963, por Ontem, Hoje e Amanhã; 8ª em 1964, por Matrimônio à Italiana e por A Queda do Império Romano; 14ª em 1966, por Arabesque. Posteriormente em Musas retroativas: 5ª em 1972, por O Homem de La Mancha.

Musas de 1966 <<
>> Musas de 1968

Jane Fonda em "Barbarella"

Jane Fonda em “Barbarella”

1 – JANE FONDA, por Barbarella

Anteriormente em Musas retroativas: 5ª em 1965, por Dívida de Sangue; 8ª em 1966, por Caçada Humana; 3ª em 1967, por Descalços no Parque. Posteriormente em Musas retroativas: 5ª em 1969, por A Noite dos Desesperados; 4ª em 1971, por Klute – O Passado Condena; 19ª em 1972, por Tout Va Bien; 7ª em 1977, por Julia; 2ª em 1978, em Amargo Regresso; 15ª em 1979, por Síndrome da China e por O Cavaleiro Elétrico; 13ª em 1981, por Num Lago Dourado e por Amantes & Finanças.

O strip-tease na gravidade zero nos créditos iniciais de Barbarella é um dos maiores momentos eróticos do cinema. O filme não acerta tanto o tom da comédia de ficção científica, mas quem se importa? Jane Fonda estava no auge da beleza e essa abertura se tornou antológica (no decorrer do filme, ela vai tendo as roupas rasgadas a cada aventura e leva ao curto-circuito uma máquina de orgasmos!). Não foi fácil, no entanto, definir o primeiro lugar em 1968. Durante boa parte do processo de confecção da lista, o topo do pódio estava ocupado por Claudia Cardinale, como a exuberante mocinha nada inocente de Era uma Vez no Oeste. A Julieta do filme de Zeffirelli fecha o pódio e vale o destaque para a francesinha Claudine Longet, encantadora em Um Convidado Bem Trapalhão e para a musa nacional Leila Diniz, que aparece em sétimo. Primeira aparição: Olivia Hussey, Linda Harrison, Claude Jade, Helena Ignez, Barbra Streisand, Liv Ullman. Última aparição: Claudia Cardinale, Leila Diniz, Vanessa Redgrave, Joanne Woodward. Única aparição: Claudine Longet, Lee Meredith, Christinne Noonan, Regina Duarte, Nacy Sinatra. Brasileiras na lista: Leila Diniz, Regina Duarte.

Claudia Cardinale em “Era uma Vez no Oeste”

2 – CLAUDIA CARDINALE, por Era uma Vez no Oeste

Anteriormente em Musas retroativas: 17ª em 1960, por Rocco e Seus Irmãos; 11ª em 1961, por A Moça com a Valise; 1ª em 1963, por , por O Leopardo e por A Pantera Cor-de-Rosa; 4ª em 1966, por Os Profissionais.

Olivia Hussey em “Romeu & Julieta”

3 – OLIVIA HUSSEY, por Romeu & Julieta

Posteriormente em Musas retroativas: 13ª em 1977, por Jesus de Nazaré.

Claudine Longet em “Um Convidado Bem Trapalhão”

4 – CLAUDINE LONGET, por Um Convidado Bem Trapalhão

Linda Harrison em “O Planeta dos Macacos”

5 – LINDA HARRISON, por O Planeta dos Macacos

Posteriormente em Musas retroativas: 15ª em 1970, por De Volta ao Planeta dos Macacos.

Jacqueline Bisset em “Bullitt”

6 – JACQUELINE BISSET, por Bullitt

Anteriormente em Musas retroativas: 14ª em Cassino Royale. Posteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1970, por Aeroporto; 7ª em 1972, por Roy Bean, o Homem da Lei; 1ª em 1973, por A Noite Americana; 8ª em 1974, por Assassinato no Orient Express.

Leila Diniz em “Edu, Coração de Ouro”

7 – LEILA DINIZ, por Edu, Coração de Ouro

Anteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1967, por Todas as Mulheres do Mundo.

Lee Meredith em “Primavera para Hitler”

8 – LEE MEREDITH, por Primavera para Hitler

Julie Andrews em “A Estrela”

9 – JULIE ANDREWS, por A Estrela

Anteriormente em Musas retroativas: 17ª em 1964, por Mary Poppins e por Não Podes Comprar o Meu Amor; 7ª em 1965, por A Noviça Rebelde. Posteriormente em Musas retroativas: 8ª em 1970, por Lili, Minha Adorável Espiã; 20ª em 1982, por Victor ou Victoria.

Faye Dunaway em “Crown, o Magnífico”

10 – FAYE DUNAWAY, por Crown, o Magnífico

Anteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1967, por Bonnie & Clyde – Uma Rajada de Balas. Posteriormente em Musas retroativas: 17ª em 1970, por Pequeno Grande Homem; 14ª em 1973, por Os Três Mosqueteiros; 10ª em 1974, por A Vingança de Milady, por Chinatown e por Inferno na Torre; 5ª em 1975, por Três Dias do Condor; 5ª em 1976, por Rede de Intrigas.

Brigitte Bardot em “Shalako”

11 – BRIGITTE BARDOT, por Shalako

Anteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1956, por E Deus Criou a Mulher; 3ª em 1958, por Amar É Minha Profissão e por Vingança de Mulher; 5ª em 1960, por A Verdade; 2ª em 1963, por O Desprezo; 6ª em 1965, por Viva Maria!. Posteriormente em Musas retroativas: 10ª em 1973, por Se Don Juan Fosse Mulher.

Vanessa Redgrave em “Isadora”

12 – VANESSA REDGRAVE, por Isadora

Anteriormente em Musas retroativas: 11ª em 1966, por Blow Up – Depois Daquele Beijo; 19ª em 1967, por Camelot.

Claude Jade em “Beijos Proibidos”

13 – CLAUDE JADE, por Beijos Proibidos

Posteriormente em Musas retroativas: 11ª em 1970, por Domicílio Conjugal.

Christine Noonan em “Se…”

14 – CHRISTINE NOONAN, por Se…

Helena Ignez em “O Bandido da Luz Vermelha”

15 – HELENA IGNEZ, por O Bandido da Luz Vermelha

Posteriormente em Musas retroativas: 19ª em 1969, por A Mulher de Todos; 20ª em 1970, por Copacabana, Mon Amour.

Regina Duarte em “Lance Maior”

16 – REGINA DUARTE, por Lance Maior

Barbra Streisand em “Funny Girl – A Garota Genial”

17 – BARBRA STREISAND, por Funny Girl A Garota Genial

Posteriormente em Musas retroativas: 17ª em 1969, por Alô, Dolly!; 16ª em 1973, por Nosso Amor de Ontem; 15ª em 1975, por Funny Lady.

Joanne Woodward em “Rachel, Rachel”

18 – JOANNE WOODWARD, por Rachel, Rachel

Anteriormente em Musas retroativas: 8ª em 1957, por As Três Máscaras de Eva; 19º em 1959, por The Fugitive Kind; 20ª em 1961, por Paris Vive à Noite.

Liv Ullman em “A Hora do Lobo”

Liv Ullman em “Vergonha”

19 – LIV ULLMAN, por A Hora do Lobo e por Vergonha

Posteriormente em Musas retroativas: 9ª em 1972, por Gritos e Sussurros.

Nancy Sinatra em “O Bacana do Volante”

20 – NANCY SINATRA, por O Bacana do Volante

Musas de 1967 <<
>> Musas de 1969

"A Força do Coração", 1943

"O Pai da Noiva", 1950

"Um Lugar ao Sol", 1951

"Assim Caminha a Humanidade", 1956

"Gata em Teto de Zinco Quente", 1958

"De Repente, no Último Verão", 1959

"Disque Butterfield 8", 1960

"Cleópatra", 1963

"Adeus às Ilusões", 1965

"Quem Tem Medo de Virginia Woolf?", 1966

"O Pecado de Todos Nós", 1967

O Artur Xexéo publicou ontem um um texto no blog dele sobre Liz Taylor. Entre outras coisas dizia que a carreira dela ficou em segundo plano frente à vida pessoal. Não concordo e até acho que foi o contrário. Como escrevi na minha matéria para o Caderno 2 de hoje, ela foi uma sobrevivente e sua carreira sobreviveu inclusive à gigante exposição de sua vida na mídia – e olhe que os paparazzi nem eram tão urubus como hoje. Mesmo com os oito casamentos, com acidentes de maridos e amigos, com a pneumonia que quase a matou no auge da carreira, com os dois (!) casamentos com Richard Burton, com as campanhas de combate à Aids e ao preconceito, mesmo com tudo isso, o que se sobressai é sua beleza acachapante e papéis fortes e ousados. Da alternância de inocência e sedução em Um Lugar ao Sol (1951), ela passou a arriscar cada vez mais: sua personagem desafiou convenções e envelheceu décadas em Assim Caminha a Humanidade (1956); foi Maggie, a gata no cio enquanto o maridão não estava nem aí em Gata em Teto de Zinco Quente (1958); a jovem atormentada após um trauma sexual em De Repente, no Último Verão (1959); apareceu nua em Cleópatra (1963); envelheceu, enfeiou-se e disparou todo tipo de imprompérios em Quem Tem Medo de Virginia Woolf?; foi a infeliz e revanchista esposa de um militar impotente e homosexual, em O Pecado de Todos Nós (1967). Não é toda estrela que teve uma carreira assim.

Londres (Inglaterra),27 de fevereiro de 1932 – Los Angeles (EUA), 23 de março de 2011

Maggie em brasas, rejeitada pelo marido em Gata em Teto de Zinco Quente:

Katharine Ross em “Butch Cassidy”

1 – KATHARINE ROSS, por Butch Cassidy

Anteriormente em Musas retroativas: 6ª em 1967, por A Primeira Noite de um Homem.

Em um filme onde dois bandidos simpáticos – ambos entre os maiores galãs da história do cinema – são as estrelas, ela conseguiu brilhar como um sol. Katharine Ross é a Etta Place que namorava Sundance Kid (Robert Redford), mas tinha sua cena mais romântica com Butch Cassidy (Paul Newman), levada por ele em um grande invento daqueles tempos do velho oeste: a bicicleta. Lembrando que esta lista é feita de trás para a frente, portanto é a primeira aparição das três musas que ocupam o pódio: Katherine, Diana Rigg (estrela da série Os Vingadores que aparece como a única bondgirl que levou 007 ao altar) e Natalie Wood, que aparecerá várias vezes ainda.

Diana Rigg em “007 a Serviço Secreto de Sua Majestade”

2 – DIANA RIGG, por 007 a Serviço Secreto de Sua Majestade

Natalie Wood em “Bob & Carol & Ted & Alice”

3 – NATALIE WOOD, por Bob & Carol & Ted & Alice

Anteriormente em Musas retroativas: 6ª em 1955, por Juventude Transviada; 10ª em 1958, por Até o Último Alento; 3ª em 1961, por Clamor do Sexo e por Amor, Sublime Amor; 10ª em 1962, por Em Busca de um Sonho; 3ª em 1964, por Médica, Bonita e Solteira; 4ª em 1965, por A Corrida do Século; 13ª em 1966, por Esta Mulher É Proibida.

Catherine Deneuve em “A Sereia do Mississipi”

4 – CATHERINE DENEUVE, por A Sereia do Mississipi

Anteriormente em Musas retroativas: 10ª em 1964, por Os Guarda-Chuvas do Amor; 2ª em 1965, por Repulsa ao Sexo; 2ª em 1967, por A Bela da Tarde e por Duas Garotas Românticas. Posteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1970, por Tristana – Uma Paixão Mórbida; 4ª em 1980, por O Último Metrô; 1ª em 1983, por Fome de Viver.

Jane Fonda em “A Noite dos Desesperados”

5 – JANE FONDA, por A Noite dos Desesperados

Anteriormente em Musas retroativas: 5ª em 1965, por Dívida de Sangue; 8ª em 1966, por Caçada Humana; 3ª em 1967, por Descalços no Parque; 1ª em 1968, por Barbarella. Posteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1971, por Klute – O Passado Condena; 19ª em 1972, por Tout Va Bien; 7ª em 1977, por Júlia; 2ª em 1978, por Amargo Regresso; 15ª em 1979, por Síndrome da China e por O Cavaleiro Elétrico; 13ª em 1981, por Num Lago Dourado e por Amantes & Finanças.

Senta Berger em “O Insaciável Marquês de Sade”

6 – SENTA BERGER, por O Insaciável Marquês de Sade

Posteriormente em Musas retroativas: 8ª em 1972, por A Moral de Ruth Halbfass.

Susannah York em “A Noite dos Desesperados”

7 – SUSANNAH YORK, por A Noite dos Desesperados

Anteriormente em Musas retroativas: 9ª em 1963, por As Aventuras de Tom Jones. Posteriormente em Musas retroativas: 9ª em 1978, por Superman – O Filme.

Dyan Cannon em “Bob & Carol & Ted & Alice”

8 – DYAN CANNON, por Bob & Carol & Ted & Alice

Posteriormente em Musas retroativas: 16ª em 1978, por A Vingança da Pantera Cor-de-Rosa.

Glenda Jackson em “Mulheres Apaixonadas”

9 – GLENDA JACKSON, por Mulheres Apaixonadas

Posteriormente em Musas retroativas: 18ª em 1973, por Um Toque de Classe.

Shirley MacLaine em “Charity, Meu Amor”

10 – SHIRLEY MACLAINE, por Charity, Meu Amor

Anteriormente em Musas retroativas: 11ª em 1955, por O Terceiro Tiro e por Artistas e Modelos; 11ª em 1956, por A Volta ao Mundo em 80 Dias; 18ª em 1958, por Deus Sabe Quanto Amei, por Irresistível Forasteiro e por A Mercadora da Felicidade; 9ª em 1960, por Se Meu Apartamento Falasse e por Can Can; 12ª em 1961, por Infâmia; 11ª em 1963, por Irma la Douce. Posteriormente em Musas retroativas: 19ª em 1970, por Os Abutres Têm Fome.

Marie-Christine Barrault em “Minha Noite com Ela”

11 – MARIE-CHRISTINE BARRAULT, por Minha Noite com Ela

Posteriormente em Musas retroativas: 6ª em 1975, por Primo, Prima.

Goldie Hawn em “Flor de Cacto”

12 – GOLDIE HAWN, por Flor de Cacto

Posteriormente em Musas retroativas: 7ª em 1974, por Louca Escapada; 3ª em 1975, por Shampoo; 7ª em 1976, por O Corujão e a Gatinha; 11ª em 1978, p0r Golpe Sujo.

Genevieve Bujold em “Ana dos Mil Dias”

13 – GENEVIEVE BUJOLD, por Ana dos Mil Dias

Posteriormente em Musas retroativas: 17ª em 1974, por Terremoto.

Marianne Faithfull em “Hamlet”

14 – MARIANNE FAITHFULL, por Hamlet

Goldie Hawn e Ingrid Bergman em “Flor de Cacto”

15 – INGRID BERGMAN, por Flor de Cacto

Anteriormente em Musas retroativas: 7ª em 1954, por Romance na Itália; 10ª em 1956, por Anastácia, a Princesa Esquecida; 17ª em 1958, por Indiscreta e por A Morada da Sexta Felicidade.

Márcia Rodrigues em “Matou a Família e Foi ao Cinema”

16 – MÁRCIA RODRIGUES, por Matou a Família e Foi ao Cinema

Barbra Streisand em “Alô, Dolly!”

17 – BARBRA STREISAND, por Alô, Dolly

Anteriormente em Musas retroativas: 17ª em 1968, por Funny Girl – A Garota Genial. Posteriormente em Musas retroativas: 16ª em 1973, por Nosso Amor de Ontem; 15ª em 1975, por Funny Lady.

Barbara Hershey em “Last Summer”

18 – BARBARA HERSHEY, por Last Summer

Posteriormente em Musas retroativas: 12ª em 1986, por Hannah e Suas Irmãs; 16ª em 1988, por A Última Tentação de Cristo e por Amigas para Sempre.

Helena Ignez em “A Mulher de Todos”

19 – HELENA IGNEZ, por A Mulher de Todos

Anteriormente em Musas retroativas: 15ª em 1968, por O Bandido da Luz Vermelha. Posteriormente em Musas retroativas: 20ª em 1970, por Copacabana, Mon Amour.

Jennifer Salt em “Perdidos na Noite”

20 – PERDIDOS NA NOITE, por Perdidos na Noite

Musas de 1968 <<
>> Musas de 1970

Catherine Deneuve em “Tristana – Uma Paixão Mórbida”

1 – CATHERINE DENEUVE, por Tristana– Uma Paixão Mórbida

Anteriormente em Musas retroativas: 10ª em 1964, por Os Guarda-Chuvas do Amor; 2ª em 1965, por Repulsa ao Sexo; 2ª em 1967, por A Bela da Tarde e por Duas Garotas Românticas; 4ª em 1969, por A Sereia do Mississipi. Posteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1980, por O Último Metrô; 1ª em 1983, por Fome de Viver.

Quando Catherine Deneuve está na briga, a concorrência sofre. Ela foi, para Buñuel, a mulher que desencadeava o desejo de seu protetor e se submetia a ele em Tristana. Nele, supera a mocinha do romance jovem daquele ano: Ali MacGraw, por Love Story. Jacqueline Bisset, de aeromoça em Aeroporto, fecha o pódio. A lista tem vários nomes pouco usuais em filmes de grandes diretores: Claude Jade, em Domicílio Conjugal, de Truffaut; e a californiana Daria Halprin, que fez o esquisito Zabriskie Point para Antonioni, e depois só fez mais um filme. Dois diretores brasileiros emplacaram duas musas cada: Walter Hugo Khouri, com a francesa Genevieve Grad (de rosto belíssimo) e Rossana Ghessa, em O Palácio dos Anjos; e Júlio Bressane, com Helena Ignez e Líllian Lemmertz, em Copacabana Mon Amour. Florinda Bolkan também é brasileira, mas de carreira internacional:  chegou à lista pelo italiano Investigação Sobre um Cidadão Acima de Qualquer Suspeita.

Ali MacGraw em “Love Story – Uma História de Amor”

2 – ALI MACGRAW, por Love Story – Uma História de Amor

Posteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1972, por Os Implacáveis.

Jacqueline Bisset em “Aeroporto”

3 – JACQUELINE BISSET, por Aeroporto

Anteriormente em Musas retroativas: 14ª em Cassino Royale; 5ª em 1968, por Bullitt. Posteriormente em Musas retroativas: 7ª em 1972, por Roy Bean, o Homem da Lei; 1ª em 1973, por A Noite Americana; 8ª em 1974, por Assassinato no Orient Express.

Genevieve Grad em “O Palácio dos Anjos”

4 – GENEVIEVE GRAD, por O Palácio dos Anjos

Ingrid Pitt em “Carmilla, a Vampira de Karnstein”

5 – INGRID PITT, por Carmilla, a Vampira de Karnstein

Posteriormente em Musas retroativas: 12ª em 1971, por Condessa Drácula; 13ª em 1973, por O Homem de Palha.

Sally Kellerman em “M.A.S.H.”

6 – SALLY KELLERMAN, por M.A.S.H.

Florinda Bolkan em “Investigação sobre um Cidadão Acima de Qualquer Suspeita”

7 – FLORINDA BOLKAN, por Investigação sobre um Cidadão Acima de Qualquer Suspeita

Julie Andrews em “Lili, Minha Adorável Espiã”

8 – JULIE ANDREWS, por Lili, Minha Adorável Espiã

Anteriormente em Musas retroativas: 17ª em 1964, por Mary Poppins e por Não Podes Comprar o Meu Amor; 7ª em 1965, por A Noviça Rebelde; 9ª em 1968, por A Estrela.

Stefania Sandrelli em “O Conformista”

9 – STEFANIA SANDRELLI, por O Conformista

Anteriormente em Musas retroativas: 6ª em 1961, por Divórcio à Italiana. Posteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1974, por Nós que Nos Amávamos Tanto; 16ª em 1983, por A Chave.

Daria Halprin em “Zabriskie Point”

10 – DARIA HALPRIN, por Zabriskie Point

Claude Jade em “Domicílio Conjugal”

11 – CLAUDE JADE, por Domicílio Conjugal

Anteriormente em Musas retroativas: 13ª em 1968, por Beijos Proibidos.

Jennifer O’Neill em “Rio Lobo”

12 – JENNIFER O’NEILL, por Rio Lobo

Posteriormente em Musas retroativas: 5ª em 1971, por Verão de 42.

Líllian Lemmertz em “Copacabana Mon Amour”

13 – LILLIAN LEMMERTZ, por Copacabana, Mon Amour

Posteriormente em Musas retroativas: 14ª em 1975, por Lição de Amor.

Suzy Kendall em “O Pássaro das Plumas de Cristal”

14 – SUZY KENDALL, por O Pássaro das Plumas de Cristal

Anteriormente em Musas retroativas: 16ª em 1967, por Ao Mestre, com Carinho.

Linda Harrison em “De Volta ao Planeta dos Macacos”

15 – LINDA HARRISON, por De Volta ao Planeta dos Macacos

Anteriormente em Musas retroativas: 5ª em 1968, por O Planeta dos Macacos.

Rossana Ghessa em “O Palácio dos Anjos”

16 – ROSSANA GHESSA, por O Palácio dos Anjos

Faye Dunaway em “Pequeno Grande Homem”

17 – FAYE DUNAWAY, por Pequeno Grande Homem

Anteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1967, por Bonnie & Clyde – Uma Rajada de Balas; 10ª em 1968, por Crown, o Magnífico. Posteriormente em Musas retroativas: 14ª em 1973, por Os Três Mosqueteiros; 10ª em 1974, por A Vingança de Milady, por Chinatown e por Inferno na Torre; 5ª em 1975, por Três Dias do Condor; 5ª em 1976, por Rede de Intrigas.

Elizabeth Taylor em “Jogo de Paixões”

18 – ELIZABETH TAYLOR, por Jogo de Paixões

Anteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1954, por No Caminho dos Elefantes e por A Última Vez que Vi Paris; 3ª em 1956, por Assim Caminha a Humanidade; 1ª em 1958, por Gata em Teto de Zinco Quente; 1ª em 1959, por De Repente, no Último Verão; 2ª em 1960, por Disque Butterfield 8; 3ª em 1963, por Cleópatra; 15ª em 1965, por Adeus às Ilusões.

Shirley MacLaine em “Os Abutres Têm Fome”

19 – SHIRLEY MACLAINE, por Os Abutres Têm Fome

Anteriormente em Musas retroativas: 11ª em 1955, por O Terceiro Tiro e por Artistas e Modelos; 11ª em 1956, por A Volta ao Mundo em 80 Dias; 18ª em 1958, por Deus Sabe Quanto Amei, por Irresistível Forasteiro e por A Mercadora da Felicidade; 9ª em 1960, por Se Meu Apartamento Falasse e por Can Can; 12ª em 1961, por Infâmia; 11ª em 1963, por Irma la Douce; 10ª em 1969, por Charity, Meu Amor.

Helena Ignez e Lílian Lemmertz em “Copacabana Mon Amour”

20 – HELENA IGNEZ, por Copacabana, Mon Amour

Anteriormente em Musas retroativas: 15ª em 1968, por O Bandido da Luz Vermelha; 19ª em 1969, por A Mulher de Todos.

Musas de 1969 <<
>> Musas de 1971

"O Proscrito", 1943

"O Valente Treme-Treme", 1948

"Os Homens Preferem as Loiras", 1953

Os seios de Jane Russell causaram uma das maiores brigas contra a censura já vistas no cinema americano. Li uma vez que o milionário, produtor e cineasta Howard Hughes – também apaixonado por aviação – chegou a desenhar (com seus engenheiros aeronáuticos) um sutiã especialmente para ressaltá-los no filme que a lançaria: O Proscrito. O Código de Produção caiu em cima, mas Hughes – que passou a dirigir o filme depois de Howard Hawks deixou a produção – acabou sendo o primeiro cineasta a enfrentar de cara aberta a censura americana. Com as filmagens terminadas em 1941, o filme só estreou em 1943. Russell mostrou, depois, ter outros talentos. Para a música e a comédia, por exemplo: ela divide em pé de igualdade com ninguém menos que Marilyn Monroe os holofotes de Os Homens Preferem as Loiras (1953). Ok, a loira era Marilyn, mas Jane era o primeiro nome nos créditos. E a continuação – com Jane, sem Marilyn – chamou-se Eles se Casam com as Morenas (1955)…

Cenas de Jane em O Proscrito:

Marilyn e Jane cantam “When love goes wrong, nothing goes right”, em Os Homens Preferem as Loiras:

Bemidji (EUA), 21 de junho de 1921 – Santa Maria (EUA), 28 de fevereiro de 2011

Lista elaborada a partir dos filmes exibidos comercialmente nos cinemas de JP em 2010.

Amanda Seyfried em “O Preço da Traição”

Amanda Seyfried em “Cartas para Julieta”

1 – AMANDA SEYFRIED, por O Preço da Traição e por Cartas para Julieta

Anteriormente em Musas/ Cinema em JP: 17ª em 2008, por Mamma Mia! – O Filme; 9ª em 2009, por Garota Infernal.

Muito mais do que pelo água com açucar Cartas para Julieta, é por O Preço da Traição que Amanda Seyfried está no topo da lista de musas de 2010. Ela vinha em ascenção, de maiô em Mamma Mia! ou no beijaço com Megan Fox em Garota Infernal. Ela vai muito além em O Preço da Traição: para uma atriz que tinha cara de namoradinha da América, há generosa nudez e uma cena erótica antológica com uma das preferidas de todos os tempos neste blog, Julianne Moore (não por acaso, também no pódio deste ano – e pela primeira vez na lista nesta categoria Cinema em JP, que contabiliza musas desde 2005). Outras favoritas estão por aí: Pe, Scarlett, Emily Blunt, Natalie, Maria Flor. Rebecca Hall, Tina Fey e Mariana Ximenes são sempre bem-vindas. E uma novidade muito promissora: a inglesa Gemma Arterton, a melhor coisa de dois filmes bem fraquinhos.

Penélope Cruz em “Abraços Partidos”

2 – PENÉLOPE CRUZ, por Abraços Partidos

Anteriormente em Musas/ cinema em JP: 3ª em 2006, por Volver; 5ª em 2008, por Vicky Cristina Barcelona; 4ª em 2009, por FatalPosteriormente em Musas/ cinema em JP14ª em 2012, por Para Roma, com Amor.

Amanda Seyfried e Julianne Moore em “O Preço da Traição”

Julianne Moore em “Direito de Amar”

3 – JULIANNE MOORE, por O Preço da Traição e por Direito de Amar

Posteriormente em Musas/ cinema em JP4ª em 2011, por Minhas Mães e Meu Pai e por Amor à Toda Prova; 4ª em 2015, por Mapas para as Estrelas e por Para Sempre Alice.

Gemma Arterton em “Fúria de Titãs”

Gemma Arterton em "Príncipe da Pérsia - As Areias do Tempo"

Gemma Arterton em “Príncipe da Pérsia – As Areias do Tempo”

4 – GEMMA ARTERTON, por Fúria de Titãs e por Príncipe da Pérsia – As Areias do Tempo

Marion Cotillard em “A Origem”

5 – MARION COTILLARD, por A Origem

Anteriormente em Musas/ cinema em JP: 12ª em 2007, por Um Bom Ano; 6ª em 2009, por Inimigos PúblicosPosteriormente em Musas/ cinema em JP: 18ª em 2011, por Meia-Noite em Paris e por Contágio; 11ª em 2012, por Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge.

Emma Stone em “Zumbilândia”

6 – EMMA STONE, por Zumbilândia

Posteriormente em Musas/ cinema em JP: 3ª em 2013, por Caça aos Gangsters; 11ª em 2014, por Magia ao Luar e por O Espetacular Homem-Aranha 2 – A Ameaça de Electro.

Léa Seydoux em “A Bela Junie”

7 – LÉA SEYDOUX, por A Bela Junie

Posteriormente em Musas/ cinema em JP: 19ª em 2013, por Adeus, Minha Rainha; 4ª em 2014, por Azul É a Cor Mais Quente; 1ª em 2015, por 007 contra Spectre.

Scarlett Johansson em “Homem de Ferro 2”

8 – SCARLETT JOHANSSON, por Homem de Ferro 2

Anteriormente em Musas/ cinema em JP: 1ª em 2006, por Ponto Final – Match Point, por O Grande Truque e por Dália Negra; 2ª em 2007, por Scoop – O Grande Furo; 7ª em 2008, por Vicky Cristina BarcelonaPosteriormente em Musas/ cinema em JP1ª em 2012, por Os Vingadores – The Avengers; 12ª em 2013, por Hitchcock e por Como Não Perder Essa Mulher; 7ª em 2014, por Capitão América 2 – O Soldado Invernal e por Lucy; 15ª em 2015, por Vingadores – Era de Ultron.

Emily Blunt em “O Lobisomem”

9 – EMILY BLUNT, por O Lobisomem

Anteriormente em Musas/ cinema em JP: 16ª em 2006, por O Diabo Veste Prada; 12ª em 2008, por Jogos do Poder.

Natalie Portman em “Entre Irmãos”

10 – NATALIE PORTMAN, por Entre Irmãos

Anteriormente em Musas/ cinema em JP: 5ª em 2005, por Closer – Perto Demais; 14ª em 2008, por Um Beijo Roubado e por A Outra. Posteriormente em Musas/ cinema em JP:1ª em 2011, por Cisne Negro, Sexo sem Compromisso e Thor.

Tina Fey em "Uma Noite Fora de Série"

Tina Fey em “Uma Noite Fora de Série”

11 – TINA FEY, por Uma Noite Fora de Série

Charlize Theron em “A Estrada”

12 – CHARLIZE THERON, por A Estrada

Posteriormente em Musas/ cinema em JP: 17ª em 2012, por Jovens Adultos, por Branca de Neve e o Caçador e por Prometheus; 9ª em 2015, por Mad Max – Estrada da Fúria.

Maria Flor em “O Bem Amado”

Maria Flor em “A Suprema Felicidade”

13 – MARIA FLOR, por O Bem Amado e por A Suprema Felicidade

Anteriormente em Musas/ cinema em JP: 19ª em 2007, por Podecrer!; 18ª em 2008, por Chega de Saudade.

Rebecca Hall em “Atração Perigosa”

14 – REBECCA HALL, por Atração Perigosa

Anteriormente em Musas/ cinema em JP: 9ª em 2008, por Vicky Cristina Barcelona.

Olivia Wilde em “Tron – O Legado”

15 – OLIVIA WILDE, por Tron – O Legado

Posteriormente em Musas/ cinema em JP: 7ª em 2013, por Rush – No Limite da Emoção.

Mariana Ximenes em “Quincas Berro d’Água”

16 – MARIANA XIMENES, por Quincas Berro d’Água

Anteriormente em Musas/ cinema em JP: 15ª em 2006, por A Máquina e por Muito Gelo e Dois Dedos d’ÁguaPosteriormente em Musas/ cinema em JP: 12ª em 2012, por Os Penetras.

Vera Farmiga em “Amor sem Escalas”

17 – VERA FARMIGA, por Amor sem Escalas

Evan Rachel Wood em “Tudo Pode Dar Certo”

18 – EVAN RACHEL WOOD, por Tudo Pode Dar Certo

Ellen Page em "A Origem"

Ellen Page em “A Origem”

19 – ELLEN PAGE, por A Origem

Anteriormente em Musas/ cinema em JP: 10ª em 2008, por Juno.

Emma Watson em “Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 1”

20 – EMMA WATSON, por Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 1

Anteriormente em Musas/ cinema em JP: 14ª em 2007, por Harry Potter e a Ordem da Fênix; 19ª em 2009, por Harry Potter e o Enigma do PríncipePosteriormente em Musas/ cinema em JP13ª em 2011, por Harry Potter e as Reliquias da Morte – Parte 2; 4ª em 2013, por As Vantagens de Ser Invisível e por É o Fim; 12ª em 2014, por Noé.

Cinema em JP/ Musas de 2009 <<
>> Cinema em JP/ Musas de 2011

Mais retrospectiva 2010:

Os melhores filmes do ano
O cinema da década
Os títulos mais esdrúxulos de 2010
50 filmes que não foram exibidos em 2010

Cybill Shepherd em “A Última Sessão de Cinema”

1 – CYBILL SHEPHERD, por A Última Sessão de Cinema

Posteriormente em Musas retroativas: 16ª em 1972, por O Rapaz que Partia Corações; 2ª em 1976, por Taxi Driver; 20ª em 1989, por O Céu Se Enganou.

Alguma coisa aconteceu em 1971 que faz as mulheres vampiras saírem do caixão. Foi o ápice de um fenômeno muito curioso: quatro filmes com vampiras lésbicas e/ ou sensuais neste mesmo ano – Vampyros Lesbos, de Jess Franco, Lúxúria de Vampiros e Condessa Drácula emplacaram quatro musas ao todo (o ano ainda teve Filhas de Drácula ou Gêmeas de Drácula, cujas atrizes não entraram na lista). A vitória, no entanto, coube a Cybill Shepherd em brasas e em preto-e-branco de A Última Sessão de Cinema. Musa mesmo: ela e o diretor Peter Bogdanovich se apaixonaram e fizeram alguns fimes depois (embora isso não tenha feito bem para a carreira de nenhum dos dois). A disputa pelo primeiro lugar foi equilibrada: Susan George, Ann-Margret, Jane Fonda ou Jennifer O’Neill – todas estão memoráveis em seus filmes e qualquer uma delas poderia ter vencido.

Susan George em “Sob o Domínio do Medo”

2 – SUSAN GEORGE, por Sob o Domínio do Medo

Ann-Margret em “Ânsia de Amar”

3 – ANN-MARGRET, por Ânsia de Amar

Anteriormente em Musas retroativas: 5ª em 1963, por Adeus, Amor; 2ª em 1964, por Amor à Toda Velocidade.

Jane Fonda em “Klute – O Passado Condena”

4 – JANE FONDA, por Klute O Passado Condena

Anteriormente em Musas retroativas: 5ª em 1965, por Dívida de Sangue; 8ª em 1966, por Caçada Humana; 3ª em 1967, por Descalços no Parque; 1ª em 1968, por Barbarella; 5ª em 1969, por A Noite dos Desesperados. Posteriormente em Musas retroativas: 19ª em 1972, por Tout Va Bien; 7ª em 1977, por Júlia; 2ª em 1978, por Amargo Regresso; 15ª em 1979, por Síndrome da China e por O Cavaleiro Elétrico; 13ª em 1981, por Num Lago Dourado e por Amantes & Finanças.

Jennifer O’Neill em “Verão de 42”

5 – JENNIFER O’NEILL, por Verão de 42

Anteriormente em Musas retroativas: 12ª em 1970, por Rio Lobo.

Adrienne Corri em “Laranja Mecânica”

6 – ADRIENNE CORRI, por Laranja Mecânica

Soledad Miranda em “Vampyros Lesbos”

7 – SOLEDAD MIRANDA, por Vampyros Lesbos

Britt Ekland em “Carter, o Vingador”

8 – BRITT EKLAND, por Carter, o Vingador

Posteriormente em Musas retroativas: 2ª em 1973, por O Homem de Palha; 5ª em 1974, por 007 contra o Homem com a Pistola de Ouro; 15ª em 1976, por Casanova & Company.

Yutte Stensgaard em “Luxúria de Vampiros”

9 – YUTTE STENSGAARD, por Luxúria de Vampiros

Julie Christie em “Jogos & Trapaças – Onde os Homens São Homens”

10 – JULIE CHRISTIE, por Jogos & Trapaças Onde os Homens São Homens

Anteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1965, por Doutor Jivago e também por Darling, a que Amou Demais; 2ª em 1966, por Fahrenheit 451. Posteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1973, por Inverno de Sangue em Veneza; 2ª em 1975, por Shampoo.

Lea Massari em “Um Sopro no Coração”

11 – LEA MASSARI, por Um Sopro no Coração

Anteriormente em Musas retroativas: 20ª em 1960, por A Aventura; 16ª em 1961, por O Colosso de Rodes.

Ingrid Pitt em “Condessa Drácula”

12 – INGRID PITT, por Condessa Drácula

Anteriormente em Musas retroativas: 5ª em 1970, por Carmilla, a Vampira de Karstein. Posteriormente em Musas retroativas: 13ª em 1973, por O Homem de Palha.

Virginia North em “O Abominável Dr. Phibes”

13 – VIRGINIA NORTH, por O Abominável Dr. Phibes

Gina Lollobrigida em “A Quadrilha da Fronteira”

14 – GINA LOLLOBRIGIDA, por A Quadriha da Fronteira

Anteriormente em Musas retroativas: 6ª em 1952, por Fanfan la Tulipe; 8ª em 1953, por Pão, Amor e Fantasia e por O Diabo Riu por Último; 8ª em 1959, por Salomão e a Rainha de Sabá; 9ª em 1961, por Quando Setembro Vier.

Stacey Tendeter em “As Duas Inglesas e o Amor”

15 – STACEY TENDETER, por As Duas Inglesas e o Amor

Adriana Prieto em “Lúcia McCartney”

16 – ADRIANA PRIETO, por Lúcia McCartney e por Soninha Toda Pura

Posteriormente em Musas retroativas: 9ª em 1974, por Ainda Agarro Esta Vizinha.

Jill St. John em “007 – Os Diamantes São Eternos”

17 – JILL ST. JOHN, por 007 Os Diamantes São Eternos

Lana Wood em “007 – Os Diamantes São Eternos”

18 – LANA WOOD, por 007 Os Diamantes São Eternos

Ewa Stromberg e Soledad Miranda em “Vampyros Lesbos”

19 – EWA STROMBERG, por Vampyros Lesbos

Kika Markham em “As Duas Inglesas e o Amor”

20 – KIKA MARKHAM, por As Duas Inglesas e o Amor

Musas de 1970 <<
>> Musas de 1972

78. Meg Ryan

Em "Sintonia de Amor", a namoradinha da América no auge

Meg Ryan, coitada, não soube envelhecer. Se encheu de botox, faz filmes deprimentes e sua carreira nem de longe lembra a época em que era um docinho de coco estrelando as comédias românticas escritas e às vezes dirigidas por Nora Ephron. Mas esse período existiu e é por causa dele que ela está aqui. A insistência no estilo algumas vezes pareceu excessiva, mas, olhando direitinho, haviam coisas mais arriscadas, como The Doors (1991) ou Coragem sob Fogo (1996). Mas a quem querem enganar? Alguma de suas personagens transgressoras nestes filmes (ou em Em Carne Viva, 2003, com todas aquelas cenas de sexo) supera sua Sally Albright de Harry & Sally, Feitos um para o Outro? Nem pensar.

Vá atrás: Viagem Insólita (1987), Harry & Sally, Feitos um para o Outro (1987), The Doors (1991), Sintonia de Amor (1993), O Outro Lado da Nobreza (1995), Coragem sob Fogo (1996), Anastasia (1997), Cidade dos Anjos (1998), Mensagem para Você (1998), Kate & Leopold (2001), Em Carne Viva (2003).

Cena abaixo: o orgasmo mais célebre do cinema, claro, em Harry & Sally.

Atriz anterior: Fernanda Montenegro

Marilyn Chambers em “Atrás da Porta Verde”

1 – MARILYN CHAMBERS, por Atras da Porta Verde

Uma atriz pornô nas musas retroativas – e em primeiro lugar?! Bem, esta é diferente. Ou, aparentemente, deixou de ser com o tempo (não acompanho o mercado, apenas leio as notícias), mas era quando estrelou Atrás da Porta Verde, um clássico absoluto do gênero. No começo dos anos 1970, a pornografia era algo ainda mais de submundo do que é hoje. Então, imaginemos o choque que deve ter sido quando uma garota bonita e delicada, típica de comercial de sabonete – e que realmente era a estrela de um comercial de sabonete chamado Ivory Snow (não por acaso, o cartaz do filme a chamava de all-american girl) – de repente apareceu em um filme sendo sequestrada e forçada a participar de pesados jogos eróticos em cima de um palco. Tudo explícito, incluindo cenas com um negro (lembremos que o racismo naquele tempo era ainda mais forte do que hoje). Este faz parte da tríade de filmes pornôs que jogaram luz sobre o gênero: os outros são Garganta Profunda, 1972, e O Diabo na Carne de Miss Jones, 1973; nenhum deles, no entanto, tinha uma protagonista tão bonita quanto Marilyn Chambers. Nas outras posições, atenção para a primeira aparição de uma deusa na lista: Sophia Loren. Além do destaque para um filme-mito do cinema erótico-cabeça: Maria Schneider em Último Tango em Paris. Houve espaço até para uma diva soviética!

Maria Schneider em “Último Tango em Paris”

2 – MARIA SCHNEIDER, por Último Tango em Paris

Posteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1975, por Profissão: Repórter.

Diane Keaton em “Sonhos de um Sedutor”

Diane Keaton em “O Poderoso Chefão”

3 – DIANE KEATON, por Sonhos de um Sedutor e por O Poderoso Chefão

Posteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1973, por Dorminhoco; 3ª em 1974, por O Poderoso Chefão – Parte II; 1ª em 1975, por A Última Noite de Boris Gruschenko; 1ª em 1977, por Noivo Neurótico, Noiva Nervosa e por À Procura de Mr. Goodbar; 10ª em 1979, por Manhattan; 19ª em 1981, por Reds.

Ali MacGraw em “Os Implacáveis”

4 – ALI MACGRAW, por Os Implacáveis

Anteriormente em Musas retroativas: 2ª em 1970, por Love Story – Uma História de Amor.

Sophia Loren em “O Homem de La Mancha”

5 – SOPHIA LOREN, por O Homem de La Mancha

Anteriormente em Musas retroativas: 12ª em 1954, por Duas Noites com Cleópatra e por A Invasão dos Bárbaros; 11ª em 1957, por A Lenda da Estátua Nua, por Orgulho e Paixão e por A Lenda dos Desaparecidos; 19ª em 1958, por Tentação Morena, por A Orquídea Negra, por Desejo e por A Chave; 4ª em 1960, por Duas Mulheres, por Começou em Nápoles e por The Millionairess; 14ª em 1961, por El Cid; 6ª em 1962, por Boccaccio ’70; 4ª em 1963, por Ontem, Hoje e Amanhã; 8ª em 1964, por Matrimônio à Italiana e por A Queda do Império Romano; 14ª em 1966, por Arabesque; 20ª em 1967, por A Condessa de Hong Kong.

Simonetta Stefanelli em “O Poderoso Chefão”

6 – SIMONETTA STEFANELLI, por O Poderoso Chefão

Jacqueline Bisset em “Roy Bean, o Homem da Lei”

7 – JACQUELINE BISSET, por Roy Bean, o Homem da Lei

Anteriormente em Musas retroativas: 14ª em Cassino Royale; 5ª em 1968, por Bullitt; 3ª em 1970, por Aeroporto. Posteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1973, por A Noite Americana; 8ª em 1974, por Assassinato no Orient Express.

Senta Berger em “A Moral de Ruth Halbfass”

8 – SENTA BERGER, por A Moral de Ruth Halbfass

Anteriormente em Musas retroativas: 6ª em 1969, por O Insaciável Marquês de Sade.

Liv Ullman em “Gritos e Sussurros”

9 – LIV ULLMAN, por Gritos e Sussurros

Anteriormente em Musas retroativas: 19ª em 1968, por A Hora do Lobo e por Vergonha.

Liza Minnelli em “Cabaret”

10 – LIZA MINNELLI, por Cabaret

Romy Schneider em “Ludwig, o Último Rei da Bavária”

11 – ROMY SCHNEIDER, por Ludwig, o Último Rei da Bavária

Anteriormente em Musas retroativas: 18ª em 1955, por Sissi; 15ª em 1957, por Sissi e Seu Destino; 15ª em 1962, por Boccaccio ’70; 16ª em 1965, por O que É que Há, Gatinha?.

Judy Bowker em “Irmão Sol, Irmã Lua”

12 – JUDY BOWKER, por Irmão Sol, Irmã Lua

Françoise Verley em “Amor à Tarde”

13 – FRANÇOISE VERLEY, por Amor à Tarde

Carol Lynley em “O Destino do Poseidon”

14 – CAROL LYNLEY, por O Destino do Poseidon

Charlotte Rampling em “Henrique VIII e Suas Seis Esposas”

15 – CHARLOTTE RAMPLING, por Henrique VIII e Suas Seis Esposas

Posteriormente em Musas retroativas: 12ª em 1974, por O Porteiro da Noite; 20ª em 1977, por Orca, a Baleia Assassina; 20ª em 1980, por Memórias.

Cybill Shepherd em “O Rapaz que Partia Corações”

16 – CYBILL SHEPHERD, por O Rapaz que Partia Corações

Anteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1971, por A Última Sessão de Cinema. Posteriormente em Musas retroativas: 2ª em 1976, por Taxi Driver; 20ª em 1989, por O Céu Se Enganou.

Ana Maria Magalhães em “Quando o Carnaval Chegar”

17 – ANA MARIA MAGALHÃES, por Quando o Carnaval Chegar

Natalya Bondarchuks em “Solaris”

18 – NATALYA BONDARCHUKS, por Solaris

Jane Fonda em “Tout Va Bien”

19 – JANE FONDA, por Tout Va Bien

Anteriormente em Musas retroativas: 5ª em 1965, por Dívida de Sangue; 8ª em 1966, por Caçada Humana; 3ª em 1967, por Descalços no Parque; 1ª em 1968, por Barbarella; 5ª em 1969, por A Noite dos Desesperados; 4ª em 1971, por Klute – O Passado Condena. Posteriormente em Musas retroativas: 7ª em 1977, por Júlia; 2ª em 1978, por Amargo Regresso; 15ª em 1979, por Síndrome da China e por O Cavaleiro Elétrico; 13ª em 1981, por Num Lago Dourado e por Amantes & Finanças.

Hanna Schygulla em “As Lágrimas Amargas de Petra von Kant”

20 – HANNA SCHYGULLA, por As Lágrimas Amargas de Petra von Kant

Posteriormente em Musas retroativas: 12ª em 1979, por O Casamento de Maria Braun; 16ª em 1981, por Lili Marlene.

Musas de 1971 <<
>> Musas de 1973

81. Carrie Fisher

Inesquecível em "O Retorno de Jedi", com aqueeele biquíni

Ela é, claro, a Princesa Léia da trilogia Guerra nas Estrelas. Filha de Debbie Reynolds (estrelinha de Cantando na Chuva, 1952) e do cantor Eddie Fisher, ela nunca decolou além do papel na saga galática de George Lucas. Teve até boas aparições como coadjuvante em filmes posteriores – principalmente em Hannah e Suas Irmãs (1986) e Harry e Sally, Feitos um para o Outro (1989). Ou, antes, em Os Irmãos Cara de Pau (1980), do mesmo ano em que O Império Contra-Ataca. Talvez as drogas no começo dos anos 1980, tenham atrapalhado sua carreira. Carrie acabou fazendo sucesso como escritora, com alguns romances, sobretudo o autobiográfico Postcards from the Edge (que chegou ao cinema como Lembranças de Hollywood, onde seu papel era interpretado por Meryl Streep). Outra de suas memórias, Wishful Drinking, virou peça na Broadway em 2009. Mas, que diabo, como esquecê-la naquele biquíni estilizado de O Retorno de Jedi (1983)?

Vá atrás: Shampoo (1975); Guerra nas Estrelas (1977); O Império Contra-Ataca (1980); Os Irmãos Cara de Pau (1980); O Retorno de Jedi (1983); O Homem do Sapato Vermelho (1985); Hannah e Suas Irmãs (1986); Harry e Sally, Feitos um para o Outro (1989); Fanboys (2008).

Cena abaixo: todo mundo já a conhece como a Princesa Léia, então vamos a uma cena anterior a Guerra nas Estrelas, em Shampoo.

Atriz anterior: Maggie Smith

Jacqueline Bisset em “A Noite Americana”

1 – JACQUELINE BISSET, por A Noite Americana

Anteriormente em Musas retroativas: 14ª em Cassino Royale; 5ª em 1968, por Bullitt; 3ª em 1970, por Aeroporto; 7ª em 1972, por Roy Bean, o Homem da Lei. Posteriormente em Musas retroativas: 8ª em 1974, por Assassinato no Orient Express.

As musas britânicas dominaram o pódio do ano de 1973, de uma maneira enviezada. Embora A Noite Americana seja um filme francês, Truffaut importou Jacqueline Bisset na terra da rainha. Julie Christie, terceira colocada, nasceu, na verdade, na Índia, mas é de ascendência inglesa. E Britt Ekland, a medalha de prata, apesar do trocadilhoso nome “Britt” e de ter feito filmes na Inglaterra, é, na verdade, sueca. Bisset foi uma das mulheres mais lindas do final dos anos 1960 e dos anos 1970. Em condições normais de temperatura e pressão, seria batida com dificuldade. Por isso, Truffaut nem teve que fazer muito esforço para emplacá-la como campeã do ano. Como nossa lista anda do fim para o começo, é preciso registrar a primeira aparição de uma das maiores musas de todos os tempos: Brigitte Bardot, por seu último filme.

Britt Ekland em “O Homem de Palha”

2 – BRITT EKLAND, por O Homem de Palha

Anteriormente em Musas retroativas: 8ª em 1971, por Carter, o Vingador. Posteriormente em Musas retroativas: 5ª em 1974, por 007 contra o Homem com a Pistola de Ouro; 15ª em 1976, por Casanova & Company.

Julie Christie em “Inverno de Sangue em Veneza”

3 – JULIE CHRISTIE, por Inverno de Sangue em Veneza

Anteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1965, por Doutor Jivago e também por Darling, a que Amou Demais; 2ª em 1966, por Fahrenheit 451;10ª em 1971, por Jogos & Trapaças – Onde os Homens São Homens. Posteriormente em Musas retroativas: 2ª em 1975, por Shampoo.

Diane Keaton em "Dorminhoco"

Diane Keaton em “Dorminhoco”

4 – DIANE KEATON, por Dorminhoco

Anteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1972, por Sonhos de um Sedutor e por O Poderoso Chefão. Posteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1974, por O Poderoso Chefão – Parte II; 1ª em 1975, por A Última Noite de Boris Gruschenko; 1ª em 1977, por Noivo Neurótico, Noiva Nervosa e por À Procura de Mr. Goodbar; 10ª em 1979, por Manhattan; 19ª em 1981, por Reds.

Jane Seymour em “Com 007 Viva e Deixe Morrer”

5 – JANE SEYMOUR, por Com 007 Viva e Deixe Morrer

Posteriormente em Musas retroativas: 10ª em 1980, por Em Algum Lugar do Passado.

Sydne Rome em “Quê?”

6 – SYDNE ROME, por Quê?

Raquel Welch em “Os Três Mosqueteiros”

7 – RAQUEL WELCH, por Os Três Mosqueteiros

Anteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1966, por Um Milhão de Anos Antes de Cristo e por Viagem Fantástica; 13ª em 1967, por O Diabo É Meu Sócio. Posteriormente em Musas retroativas: 6ª em 1974, por A Vingança de Milady; 5ª em 1977, por O Príncipe e o Mendigo.

Monique van der Ven em “Louca Paixão”

8 – MONIQUE VAN DER VEN, por Louca Paixão

Laura Antonelli em “Malícia”

9 – LAURA ANTONELLI, por Malícia

Posteriormente em Musas retroativas: 2ª em 1977, por Esposamante.

Brigitte Bardot e Jane Birkin em “Se Don Juan Fosse Mulher”

10 – BRIGITTE BARDOT, por Se Don Juan Fosse Mulher

Anteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1956, por E Deus Criou a Mulher; 3ª em 1958, por Amar É Minha Profissão e por Vingança de Mulher; 5ª em 1960, por A Verdade; 2ª em 1963, por O Desprezo; 6ª em 1965, por Viva Maria!; 11ª em 1968, por Shalako.

Margot Kidder em “Irmãs Diabólicas”

11 – MARGOT KIDDER, por Irmãs Diabólicas

Posteriormente em Musas retroativas: 7ª em 1978, por Superman – O Filme; 8ª em 1979, por Terror em Amityville; 7ª em 1980, por Superman II.

Jane Birkin em “Se Don Juan Fosse Mulher”

12 – JANE BIRKIN, por Se Don Juan Fosse Mulher

Anteriormente em Musas retroativas: 20ª em 1966, por Blow Up – Depois Daquele Beijo. Posteriormente em Musas retroativas: 12ª em 1976, por Paixão Selvagem.

Ingrid Pitt em “O Homem de Palha”

13 – INGRID PITT, por O Homem de Palha

Anteriormente em Musas retroativas: 5ª em 1970, por Carmilla, a Vampira de Karstein; 12ª em 1971, por Condessa Drácula.

Faye Dunaway em “Os Três Mosqueteiros”

14 – FAYE DUNAWAY, por Os Três Mosqueteiros

Anteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1967, por Bonnie & Clyde – Uma Rajada de Balas; 10ª em 1968, por Crown, o Magnífico; 17ª em 1970, por Pequeno Grande Homem. Posteriormente em Musas retroativas: 10ª em 1974, por A Vingança de Milady, por Chinatown e por Inferno na Torre; 5ª em 1975, por Três Dias do Condor; 5ª em 1976, por Rede de Intrigas.

Vera Fischer em “A Super Fêmea”

15 – VERA FISCHER, por A Super Fêmea

Posteriormente em Musas retroativas: 14ª em 1974, por As Delícias da Vida e As Mulheres que Fazem Diferente; 8ª em 1981, por Eu Te Amo e por Bonitinha, mas Ordinária; 5ª em 1982, por Amor, Estranho Amor; 10ª em 1983, por Perdoa-me por Me Traíres; 19ª em 1984, por Amor Voraz; 13ª em 1989, por Doida Demais.

Barbra Streisand em “Nosso Amor de Ontem”

16 – BARBRA STREISAND, por Nosso Amor de Ontem

Anteriormente em Musas retroativas: 17ª em 1968, por Funny Girl – A Garota Genial; 17ª em 1969, por Alô, Dolly!. Posteriormente em Musas retroativas: 15ª em 1975, por Funny Lady.

Nathalie Baye em “A Noite Americana”

17 – NATHALIE BAYE, por A Noite Americana

Glenda Jackson em “Um Toque de Classe”

18 – GLENDA JACKSON, por Um Toque de Classe

Anteriormente em Musas retroativas: 9ª em 1969, por Mulheres Apaixonadas.

Cindy Williams em “Loucuras de Verão”

19 – CINDY WILLIAMS, por Loucuras de Verão

Darlene Glória em “Toda Nudez Será Castigada”

20 – DARLENE GLÓRIA, por Toda Nudez será Castigada

Musas de 1972 <<
>> Musas de 1974

Sigam-me os bons (no Twitter)

julho 2017
D S T Q Q S S
« jun    
 1
2345678
9101112131415
16171819202122
23242526272829
3031  

Cenas da Vida

Páginas

Estatísticas

  • 1,253,804 hits