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140. ‘WHEN THE MIDNIGHT CHOO-CHOO LEAVES FOR ALABAM’’, de O Mundo da Fantasia (1954)
Com Donald O’Connor e Mitzi Gaynor. Direção: Walter Lang. Coreografia: Robert Alton. Canção de Irving Berlin.

A delicinha Mitzi Gaynor era limitada por seu próprio estúdio, a Fox, cujo alcance nos musicais não era tanto. Mas ela sempre deu conta do recado, e um de seus momentos especialmente divertidos é esse: com Donald O’ Connor, como dois irmãos que trabalham no teatro musical, fazendo uma paródia caseira de um número apresentado no início do filme por Ethel Merman e Dan Dailey, seus pais no filme.

 

 

 

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139. ‘XANADU’, de Xanadu (1980)
Com Olivia Newton-John. Direção: Robert Greenwald. Coreografia: Kenny Ortega. Canção de Jeff Lynne.

Kitsch até dizer chega, explodindo em neon, Xanadu não é lá essas coisas como filme. Mas o momento bem virada anos 1970/ anos 1980 desse nímero, com uma grande música, tem uma Olivia Newton-John cheia de graça, conseguindo aparecer no meio dessa poluição visual de dançarinos, patinadores, equilibristas…

 

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138. ‘PUTTIN’ ON THE RITZ’, de O Jovem Frankenstein (1974)
Com Gene Wilder e Peter Boyle. Direção: Mel Brooks. Canção de Irving Berlin.

O doutor Frankenstein vai mostrar sua criatura ao público, seu prodígio científico. E como ele faz isso? Num palco, cantando e dançando com ela um clássico de Irving Berlin! Puro Mel Brooks, um apaixonado por musicais que sempre dava espaço para um número em seus filmes.

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137. ‘AUDITION (THE FOOLS WHO DREAM)’, de La La Land — Cantando Estações (2016)
Com Emma Stone. Direção: Damien Chazelle. Canção de Justin Hurwitz, Benj Pasek e Justin Paul.

Mia conta uma história de sua tia em Paris, que se torna um hino aos “tolos que sonham” — ela própria inclusa. Uma transição delicada e perfeita do diálogo para a canção, do cenário para apenas Emma Stone num foco de luz e uma câmera que, lentamente, vai até ela, dá a volta por trás dela e retorna ao ponto principal. Se feito com talento, não precisa muito mais que isso pra ser brilhante e inesquecível.

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136. ‘I’M OLD FASHIONED’, de Bonita como Nunca (1942)
Com Rita Hayworth (voz de Nan Wynn) e Fred Astaire. Direção: William A. Seiter. Diretor de dança: Val Raset. Coreografia: Fred Astaire e Nicanor Molinare. Canção de Jerome Kern e Johnny Mercer.

Bonita como Nunca foi o segundo e último filme estrelado por Astaire e Rita Hayworth, mostrando de novo que eles eram perfeitos juntos. É charme que não acaba mais e um final gracinha.

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135. ‘SOMEDAY MY PRINCE WILL COME’, de Branca de Neve e os Sete Anões (1937)
Com Adriana Caselotti. Direção: David Hand. Canção de Frank Churchill e Larry Morey.

Sim, claro, é datado: a princesa esperando pelo seu príncipe que vai resgatá-la. Deem um desconto, é 1937. A canção se tornou um ícone que resiste, num momento em que os anões se encantam junto conosco pela menina esperançosa.

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134. ‘IF I ONLY HAD A NERVE/ WE’RE OFF TO SEE THE WIZARD’, de O Mágico de Oz (1939)
Com Bert Lahr, Judy Garland, Ray Bolger, Jack Haley e a voz de Buddy Ebsen. Direção: Victor Fleming. Canção de E.Y. Harburg e Harold Arlen.

Depois de “If I only had a brain”, com o Espantalho, e “If I only had a heart”, com o Homem de Lata, é a vez do Leão covarde cantar sua canção. A diferença é que ela emenda com a icônica “We’re off to see the wizard” (onde a voz do Homem de Lata ainda é a de Buddy Ebsen, que teve alergia à maquiagem e foi substituído na filmagem por Jack Haley). “We’re off to see the wizard” já havia sido cantada três vezes antes, mas esta é a primeira em que estão os quatro juntos, por isso é um momento marcante.

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133. ‘SHALL WE DANCE?’, de Vamos Dançar (1937)
Com Fred Astaire e Ginger Rogers. Direção: Mark Sandrich. Coreografia: Hermes Pan. Canção de George Gershwin e Ira Gershwin.

Depois de ter perdido Ginger, o personagem de Fred lida com isso apresentando um número com várias dançarinas usando máscaras da amada. O que ele não espera é que a verdadeira está lá e ele vai ter que encontrá-la para fazerem, como sempre, mágica juntos. É o delicioso final de Vamos Dançar?, candidato a melhor filme da maior dupla de dançarinos do cinema.

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132. ‘HELLO, DOLLY’, de Alô, Dolly (1969)
Com Barbra Streisand e Louis Armstrong. Direção: Gene Kelly. Coreografia: Michael Kidd. Canção de Jerry Herman.

O grande momento (grande mesmo: mais de sete minutos) de Alô, Dolly, em que a casamenteira atrevida é recebida com pompa e circunstância no restaurante pela infinidade de garçons do lugar. A cereja é a pequena participação do gigante Louis Armstrong. O vídeo abaixo infelizmente não mostra o número todo, mas a canção dá pra ouvir aqui.

 

 

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131. ‘CHANSON D’UN JOUR D’ÉTÉ’, de Duas Garotas Românticas (1967)
Com Catherine Deneuve (com voz de Anne Germain) e Françoise Dorléac (com voz de Claude Parent). Direção: Jacques Demy. Coreografia: Norman Maen. Canção de Michel Legrand.

Irmãs no filme e na vida real e irresistíveis, Deneuve e Françoise Dorleac fazem essa apresentação no palco de uma quermesse. Quem resiste quando, no refrão, elas esquecem a plateia e cantam para nós, do outro lado da câmera? Demy namora muito o musical hollywoodiano nesse filme.

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A seguir, os meus melhores filmes que passaram comercialmente nos cinemas pessoenses em 2017. O Cine Banguê ajudou mais uma vez a melhorar nosso ano cinematográfico, em termos de qualidade e também de número.

Tivemos 241 estreias. O número caiu em relação a 2016 (258), é verdade. Mas ainda é muito superior aos anos anteriores, sem o Banguê: 163, em 2015; 164, em 2014.

A participação de filmes nacionais entre as estreias por aqui chegou a 27,8%. É um índice muito acima dos números nacionais, nos quais o índice não chegou aos dois dígitos.

Confira agora a minha lista (e fique à vontade para dividir a sua):

La La Land - Cantando Estações - 09

1 – LA LA LAND – CANTANDO ESTAÇÕES, de Damien Chazelle

Fred Astaire dizia que um número musical devia ser filmado com um mínimo de cortes possível – para valorizar o trabalho da dança. Desde a aurora do videoclipe, poucos musicais arriscaram seguir esse mandamento: a maioria edita seus números com dezenas de planos. La La Land é o que corajosamente mais se aproxima do estilo e espírito dos musicais clássicos, deixando de lado essa facilidade que é construir a dança na edição. Considerando inclusive que seus atores (Emma Stone e Ryan Gosling, com muito carisma) não são gênios do canto e dança como eram Astaire (ou Gene Kelly, ou Judy Garland) e nem tiveram uma vida dedicada a se apromimorar nessas capacidades, como eles tiveram. O cinema de hoje é outro, pouco disposto a sustentar uma companhia criativa daquele naipe dentro de um estúdio. Ainda assim, Emma e Gosling dançam longas sequências sem cortes e sem fazer feio. La La Land é corajoso também ao arriscar em músicas originais (não sucessos já consagrados na Broadway ou na música popular, que já entram com a identificação e simpatia do público). Com isso, imprime uma sucessão de momentos notáveis (como a primeira parte de “Someone in the crowd”, em um plano-sequência coreografado com precisão por diversos cômodos da casa, cada qual em uma cor diferente, assim como o vestidos das atrizes). Essa atmosfera de sonho emoldura uma trama que é sobre perseguir sonhos da Cidade dos Sonhos, mas faltando combinar com a realidade. O número final é simplesmente brilhante em como é executado e como funciona como narrativa (e narrativa subjetiva em particular).

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2 – PATERSON, de Jim Jarmusch

Um motorista de ônibus que escreve poesia é o personagem-título de Paterson. Seus dias são uma gigante rotina: de casa para o trabalho, o trajeto do ônibus, lidar com as constantes invenções para a casa de sua mulher com alma de artista plástica, sair com o cachorro à noite, dar uma paradinha no bar. O olhar diferente para o cotidiano, para as pessoas que conhece, para o que observa dentro e fora de seu ônibus é que fazem a poesia no seu dia e no filme. O papo sobre poesia com uma garotinha é um desses momentos de encanto perdidos no dia. E ainda há a piscadela para quem adora Moonrise Kingdom.

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3 – MANCHESTER À BEIRA-MAR, de Kenneth Lonergan

O personagem de Casey Affleck vive aprisionado por uma dor do passado que o fez se afastar de tudo. Mas ele terá que encarar esse passado ao voltar para sua cidade para cuidar do sobrinho após a morte do irmão. Sentimentos sufocados e um belo jogo de dar e reter informações, o que ajuda o filme a nunca se deixar levar pelo melodrama. Um delicado equilíbrio de emoções.

Cidadao Ilustre - 04

4 – O CIDADÃO ILUSTRE, de Kenneth Lonergan

Escritor vencedor do Nobel há muitos anos vive fora da Argentina, sem nunca ter colocado os pés de volta à sua pequena cidade (apesar de ser ela a fonte de inspiração e cenário de todos os seus livros). Mas resolve aceitar o convite para receber uma homenagem. Esse reencontro irá bem além da nostalgia de rever amigos e da vaidade em ser celebrado pelos seus. Passa por celebrações vazias da fama e de como elas são frágeis.

LOGAN

5 – LOGAN, de James Mangold

Um futuro desesperançado é o cenário para esse conto de Wolverine que sobe o tom em comparação às demais aparições do personagem no cinema. Em queda e afastado, que precisa voltar à violência para defender inocentes. Um herói a contragosto. O paralelo com Os Brutos Também Amam é explícito e belo.

Eu Nao Sou Seu Negro - 01

6 – EU NÃO SOU SEU NEGRO, de Raoul Peck

As ideias de James Baldwin, preparadas para um livro que ele nunca conseguiu terminar, ganham vida em forma de filme neste documentário. Ele mostra sua visão e conceitos do racismo nos EUA e do movimentos dos direitos civis, com os assassinatos dos líderes Medgar Evers, Luther King e Malcolm X, combinando a leitura dos manuscritos por Samuel L. Jackson e as cenas de arquivo.

Blade Runner 2049 - 12

7 – BLADE RUNNER 2049, de Denis Villeneuve

Um filme influenciado não só pelo original (o visual – mais uma fotografia extraordinária de Roger Deakins –, a música evocando a trilha de Vangelis, o esforço em imaginar aquele universo 30 anos depois, mas sem perder a personalidade), mas também pela aura que o cerca. E uma vontade imensa de ser “grande”, de estar à altura desse mito, quando o filme de 1982 tinha temas estimulantes sobre o que é ser humano, mas estes estavam sob uma trama policial até simples. 

Dunkirk - 01

8 – DUNKIRK, de Christopher Nolan

Três histórias, cada uma com uma duração diferente, entrelaçadas como se durassem o mesmo tempo. Tecendo um painel sobre uma batalha perdida, sobre jovens assustados que não podem ser heróis num conflito no qual são atirados, sobre pessoas comuns que se tornam heróis e sobre profissionais da aventura da guerra. Assim, cada parte evocando um segmento marcante dos filmes sobre a II Guerra através das décadas.

BR 716 - 01

9 – BR 716, de Domingos Oliveira

Talvez Domingos Oliveira tenha feito seu melhor filme desde Separações (2002). Num apartamento da icônica avenida Barata Ribeiro, nos anos 1960, um jovem vai se despedindo do lugar em meio a farras, uma bela mulher e a ameaça lá fora de algo terrível que se avizinha – a ditadura. Diálogos espirituosos em meio a uma triste nostalgia da boemia e Caio Blat interpretando Domingos.

Eu Daniel Blake

10 – EU, DANIEL BLAKE, de Ken Loach

Daniel Blake vive um pesadelo kafkiano, perdido na burocracia desumana do seguro social britânico: após um ataque cardíaco, sua médica o proíbe de trabalhar, mas o governo (ou, melhor, a empresa que o governo está pagando) nega o seguro. Mesmo com seus próprios problemas, ele se dedica a ajudar uma mãe e seus dois filhos, que parecem estar em situação ainda pior. Uma denúncia-porrada contra um sistema desumano, em um país que tanta gente considera um paraíso, com a sobriedade narrativa costumeira de Ken Loach.

+ 10 filmes: Roda Gigante, de Woody Allen; Corra!, de Jordan Peele; Star Wars – Os Últimos Jedi, de Rian Johnson; O Apartamento, de Asghar Farhadi; Moonlight – Sob a Luz do Luar, de Barry Jenkins; Atômica, de David Leitch; Bingo, o Rei das Manhãs, de Daniel Rezende; Estrelas Além do Tempo, de Theodore Melfi; Mulher-Maravilha, de Patty Jenkins; Como Nossos Pais, de Laís Bodanzky.

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Se alguém achou que o diretor-roteirista de Whiplash entende de música, ele foi mais longe: o novo filme de Damien Chazelle é o musical La La Land, que abriu o Festival de Veneza esta semana e foi aplaudido de pé na exibição para a imprensa. É o romance entre um pianista de jazz (Ryan Gosling) e uma aspirante a atriz (Emma Stone) em Los Angeles. Ainda sem data de estreia no Brasil (nos EUA, entra em cartaz no dia 16 de dezembro).

A seguir, os meus melhores filmes de 2015, apenas entre os que estiveram em cartaz nos cinemas de João Pessoa. Antes, como em todo ano, a numeralha em torno do circuitão pessoense.

– 163 filmes estiveram em cartaz nos cinemas de João Pessoa em 2014 (419 estrearam no Brasil, segundo o levantamento da Abraccine). É um a menos que no ano passado, pertinho do recorde de 2007 (165), marca de antes do fechamento do primeiro multiplex do MAG. O Boulevard faz esse acompanhamento desde 2006.

– A participação do cinema brasileiro foi de 25,76% dos filmes em cartaz, só um pouco menor que no ano passado, quando chegou a 26,8%, melhor marca desde que começamos a contar. Em números brutos, são 42 este ano contra 44 em 2014. Em 2013, foram 32.

Divertida Mente

Raiva, Nojinho, Alegria, Medo e Tristeza: confusão de sentimentos

1 – DIVERTIDA MENTE, de Pete Docter

A Pixar deu uma aula de emoção dentro da mente de uma pré-adolescente. Acompanha ao mesmo tempo a vida dessa menina cujo mundo vira de cabeça para baixo quando a família se muda de cidade e suas emoções básicas personificadas. Tudo vira uma bagunça quando a Alegria e a Tristeza somem da sala de comando. O lance genial é justamente descobrir a beleza e a importância da Tristeza na vida de todos nós. Crítica no Boulevard

Que Horas Ela Volta

Camila Mardila e Regina Casé: filha e mãe que pensam diferente

2 – QUE HORAS ELA VOLTA?, de Anna Muylaert

Conseguiu combinar algo dificílimo no cinema brasileiro: a crítica social e o drama de personagens que conquistam o espectador. Regina Casé lembra a grande atriz que é como a Val, empregada em uma casa rica, que recebe a filha que vai prestar o vestibular. A outra mentalidade da moça, que não se acha inferior a ninguém, sacode a vida de patrões e empregados e ajuda o filme a colocar em xeque uma herança social incômoda . Crítica no Boulevard

Birdman ou a Inesperada Virtude da Ignorancia

Michael Keaton e a sombra dele mesmo o atormentando

3 – BIRDMAN (OU A INESPERADA VIRTUDE DA IGNORÂNCIA), de Alejandro González Iñarritu

O falso plano-sequência único (construído a partir de diversos planos-sequência de verdade e efeitos visuais) é de embasbacar. Mas além disso o filme transpira a angústia de seu protagonista e possui grandes interpretações de todo o elenco (Michael Keaton, Edward Norton e Emma Stone à frente) para um mergulho na necessidade e perigos de fazer arte.

Daisy Riodley, John Boyega (e BB8): filme confia (e faz bem em confiar) nos novos personagens

Daisy Ridley, John Boyega e BB-8 sustentam muito bem o filme

4 – STAR WARS – O DESPERTAR DA FORÇA, de J.J. Abrams

Com cerca de meia hora já adentradas do episódio VII de Guerra nas Estrelas, o espectador pode se dar conta de que nenhum dos personagens clássicos apareceu ainda e ele está acompanhando apenas as aventuras do novos rostos da série (Daisy Ridley, John Boyega, Adam Driver e, claro, o andróide BB-8). Um início corajoso que compensa muito uma rendição excessiva à trilogia original na repetição de certas situações. No fim, há um equilíbrio admirável entre essa herança que nos fez esquecer a trilogia-prelúdio e esperar ansiosamente pelo que o futuro reserva. Crítica no Boulevard

Mad Max - Estrada da Fúria-08

5 – MAD MAX – ESTRADA DA FÚRIA, de George Miller

É incrível pensar que, 30 anos depois, a franquia Mad Max voltaria com o mesmo diretor e uma disposição de se reinventar radicalmente. Semelhante ao segundo filme, o personagem principal é metido em uma situação onde ele é quase testemunha: a fuga de mulheres usadas como reprodutora pelo líder de uma cidade que detém o poder através da posse de um líquido precioso. O que nos anos 1980 era a gasolina, refletindo a crise do petróleo, agora é água. As fugitivas são lideradas por uma feroz Charlize Theron com um braço só. A trama se resume a uma gigantesca fuga sobre rodas pelo deserto, uma estilizada ode ao movimento com o visual alucinado do qual Miller é mestre. Diário de filmes no Boulevard

Pequeno Principe-2015-05

6 – O PEQUENO PRÍNCIPE, de Mark Osborne

Em geral, a decisão de dividir a história original com uma atual, sobre uma garotinha adultizada pela mãe e que conhece seu vizinho, um velho aviador, seria de torcer o nariz. Mas a verdade é que a nova história se alimenta bem do conto de Saint Exupèry e visualmente o filme acerta muito ao separar a animação digital para a nova história e o stop-motion para a trama do livro. E ainda há trilha irrestistível, com canções de Camille.

Mistress America-12

7 – MISTRESS AMERICA, de Noah Baumbach

Em geral, a decisão de dividir a história original com uma atual, sobre uma garotinha adultizada pela mãe e que conhece seu vizinho, um velho aviador, seria de torcer o nariz. Mas a verdade é que a nova história se alimenta bem do conto de Saint Exupèry e visualmente o filme acerta muito ao separar a animação digital para a nova história e o stop-motion para a trama do livro. E ainda há a trilha irresistível, com canções de Camille.

Perdido em Marte

8 – PERDIDO EM MARTE, de Ridley Scott

Não é de hoje que Hollywood é fascinada com a paisagem marciana. E Scott não deixa de usar o que pode dessa paisagem em um filme que também se arrisca e acerta ao passar um tempo considerável apenas com Matt Damon em cena. O bom humor de seu personagem faz não só sua vida menos difícil como ajuda também o espectador nessa travessia.

 

Conto da Princesa Kaguya-04

9 – O CONTO DA PRINCESA KAGUYA, de Isao Takahata

A história da princesinha que nasce em um broto de bambu e é encontrada por um lavrador é contada por delicadeza ímpar nessa produção do Studio Ghibli. Um dos filmes mais bonitos do ano.

Ponte dos Espioes-10

10 – PONTE DOS ESPIÕES, de Steven Spielberg

No auge da guerra fria, o advogado de uma companhia de seguros é jogado dentro de uma trama em que precisa defender um espião soviético capturado nos EUA e depois negociar sua troca por outro, americano, preso na Alemanha Oriental. A recriação de um clima paranoico dos dois lados e descobrir a humanidade no “inimigo” são alguns dos méritos desse thriller.

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MAIS RETROSPECTIVA 2015

Lista elaborada a partir dos filmes exibidos comercialmente nos cinemas de JP em 2014.

Adèle Exarchopoulos em "Azul É a Cor Mais Quente"

Adèle Exarchopoulos em “Azul É a Cor Mais Quente”

1 – ADÈLE EXARCHOPOULOS, por Azul É a Cor Mais Quente

Esta é a 10ª edição da lista Musas/ cinema em JP! E nesta edição comemorativa, o topo do pódio é de uma novidade: a francesa Adèle Exarchopoulos, de desempenho soberbo em Azul É a Cor Mais Quente, fruto de uma entrega total, inclusive nas ousadíssimas cenas de sexo (a maioria com Léa Seydoux, 4ª na lista). Não fosse ela e o ano seria de Amy Adams, em seu papel mais sensual e uma das melhores coisas do superestimado Trapaça. Aliás, muitas musas tiveram que superar as deficiências de seus filmes para figurar aqui: Eva Green, Emma Stone (no que se refere ao segundo Espetacular Homem-Aranha), mas nenhuma mais que a francesa Stacy Martin, dos dois Ninfomaníaca. Nua e fazendo sexo em cena quase o tempo inteiro, ela venceu pelo cansaço e ficou no top 20. Outras estreias mais auspiciosas são as de Rosamund Pike, que demorou a aparecer aqui, na verdade, e Margot Robbie, despida por Scorsese em O Lobo de Wall Street. Favorita de sempre, Scarlett Johansson é recordista de aparições: é sua 7ª lista das 10 feitas até agora (logo atrás vêm Anne Hathaway e Emma Watson, com seis). Quando o assunto é aparições consecutivas, Anne Hathaway e Jennifer Lawrence igualaram o recorde de Marion Cotillard: 4. Primeira aparição: Adèle Exarchopoulos, Rosamund Pike, Margot Robbie, Zoe Kazan, Cobie Smulders, Bérénice Bejo, Stacy Martin, Laila Zaid, Abbie Cornish. Brasileiras na lista: Alinne Moraes, Laila Zaid.

Amy Adams em "Trapaça"

Amy Adams em “Trapaça”

2 – AMY ADAMS, por Trapaça

Anteriormente em Musas/ cinema em JP: 10ª em 2009, por Uma Noite no Museu 2 e por Dúvida; 17ª em 2011, por O Vencedor e por Os Muppets; 5ª em 2013, por O Homem de Aço e por O MestrePosteriormente em Musas/ cinema em JP: 13ª em 2015, por Grandes Olhos; 8ª em 2016, por A Chegada.

Rosamund Pike em "Garota Exemplar"

Rosamund Pike em “Garota Exemplar”

3 – ROSAMUND PIKE, por Garota Exemplar

Léa Seydoux em "Azul É a Cor Mais Quente"

Léa Seydoux em “Azul É a Cor Mais Quente”

Léa Seydoux em "A Bela e a Fera"

Léa Seydoux em “A Bela e a Fera”

4 – LÉA SEYDOUX, por Azul É a Cor Mais Quente e por A Bela e a Fera

Anteriormente em Musas/ cinema em JP: 7ª em 2010, por A Bela Junie; 19ª em 2013, por Adeus, Minha RainhaPosteriormente em Musas/ cinema em JP: 1ª em 2015, por 007 contra Spectre.

Jennifer Lawrence em "Trapaça"

Jennifer Lawrence em “Trapaça”

Jennifer Lawrence em "X-Men – Dias de um Futuro Esquecido"

Jennifer Lawrence em “X-Men – Dias de um Futuro Esquecido”

Jennifer Lawrence em "Jogos Vorazes – A Esperança: Parte 1"

Jennifer Lawrence em “Jogos Vorazes – A Esperança: Parte 1”

5 – JENNIFER LAWRENCE, por Trapaça, por X-Men – Dias de um Futuro Esquecido e por Jogos Vorazes – A Esperança: Parte 1

Anteriormente em Musas/ cinema em JP11ª em 2011, por X-Men – Primeira Classe; 13ª em 2012, por Jogos Vorazes e por Inverno da Alma; 1ª em 2013, por O Lado Bom da Vida e por Jogos Vorazes – Em ChamasPosteriormente em Musas/ cinema em JP: 7ª em 2015, por Jogos Vorazes – A Esperança: o Final.

Margot Robbie em "O Lobo de Wall Street"

Margot Robbie em “O Lobo de Wall Street”

6 – MARGOT ROBBIE, por O Lobo de Wall Street

Posteriormente em Musas/ cinema em JP8ª em 2015, por Golpe Duplo; 1ª em 2016, por Esquadrão Suicida, por A Lenda de Tarzan e por A Grande Aposta.

Scarlett Johansson em "Capitão América 2 – O Soldado Invernal"

Scarlett Johansson em “Capitão América 2 – O Soldado Invernal”

Scarlett Johansson em "Lucy"

Scarlett Johansson em “Lucy”

7 – SCARLETT JOHANSSON, por Capitão América 2 – O Soldado Invernal e por Lucy

Anteriormente em Musas/ cinema em JP1ª em 2006, por Ponto Final – Match Point, por O Grande Truque e por Dália Negra; 2ª em 2007, por Scoop – O Grande Furo; 7ª em 2008, por Vicky Cristina Barcelona; 8ª em 2010, por Homem de Ferro 2; 1ª em 2012, por Os Vingadores – The Avengers; 12ª em 2013, por Hitchcock e por Como Não Perder Essa MulherPosteriormente em Musas/ cinema em JP: 15ª em 2015, por Vingadores – Era de Ultron; 7ª em 2016, por Capitão América – Guerra Civil.

Alinne Moraes em "Tim Maia"

Alinne Moraes em “Tim Maia”

8 – ALINNE MORAES, por Tim Maia

Anteriormente em Musas/ Cinema em JP: 10ª em 2011, por O Homem do Futuro; 6ª em 2012, por HelenoPosteriormente em Musas/ Cinema em JP: 16ª em 2015, por O Vendedor de Passados.

Zoe Kazan em "Será que...?"

Zoe Kazan em “Será que…?”

9 – ZOE KAZAN, por Será que…?

Eva Green em "Sin City – A Dama Fatal"

Eva Green em “Sin City – A Dama Fatal”

Eva Green em "300 – A Ascensão do Império"

Eva Green em “300 – A Ascensão do Império”

10 – EVA GREEN, por Sin City – A Dama Fatal e por 300 – A Ascensão do Império

Anteriormente em Musas/ cinema em JP8ª em 2006, por 007 – Cassino Royale.

Emma Stone em "Magia ao Luar"

Emma Stone em “Magia ao Luar”

Emma Stone em "O Espetacular Homem-Aranha 2 – A Ameaça de Electro"

Emma Stone em “O Espetacular Homem-Aranha 2 – A Ameaça de Electro”

11 – EMMA STONE, por Magia ao Luar e por O Espetacular Homem-Aranha 2 – A Ameaça de Electro

Anteriormente em Musas/ cinema em JP: 6ª em 2010, por Zumbilândia; 3ª em 2013, por Caça aos Gangsters.

Emma Watson em "Noé"

Emma Watson em “Noé”

12 – EMMA WATSON, por Noé

Anteriormente em Musas/ cinema em JP:  14ª em 2007, por Harry Potter e a Ordem da Fênix; 16ª em 2009, por Harry Potter e o Enigma do Príncipe; 20ª em 2010, por Harry Potter e as Reliquias da Morte – Parte 1; 13ª em 2011, por Harry Potter e as Reliquias da Morte – Parte 2; 4ª em 2013, por As Vantagens de Ser Invisível e por É o Fim.

Cobie Smulders em "Capitão América 2 – O Soldado Invernal"

Cobie Smulders em “Capitão América 2 – O Soldado Invernal”

13 – COBIE SMULDERS, por Capitão América 2 – O Soldado Invernal

Berénice Bejo em "O Passado"

Berénice Bejo em “O Passado”

14 – BERÉNICE BEJO, por O Passado

Stacy Martin em "Ninfomaníaca – Volume 1"

Stacy Martin em “Ninfomaníaca – Volume I”

Stacy Martin em "Ninfomaníaca – Volume 2"

Stacy Martin em “Ninfomaníaca – Volume II”

15 – STACY MARTIN, por Ninfomaníaca – Volume I e por Ninfomaníaca – Volume II

Jessica Chastain em "Interestelar"

Jessica Chastain em “Interestelar”

16 – JESSICA CHASTAIN, por Interestelar

Anteriormente em Musas/ Cinema em JP: 14ª em 2011, por A Árvore da Vida; 7ª em 2012, por Os Infratores e por Histórias CruzadasPosteriormente em Musas/ Cinema em JP: 14ª em 2016, por O Caçador e a Rainha de Gelo.

Laila Zaid em "Tim Maia"

Laila Zaid em “Tim Maia”

17 – LAILA ZAID, por Tim Maia

Anne Hathaway em "Interestelar"

Anne Hathaway em “Interestelar”

18 – ANNE HATHAWAY, por Interestelar

Anteriormente em Musas/ cinema em JP2ª em 2006, por O Segredo de Brokeback Mountain e por O Diabo Veste Prada; 3ª em 2008, por Agente 86; 2ª em 2011, por O Amor e Outras Drogas; 3ª em 2012, por Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge; 9ª em 2013, por Os Miseráveis.

Jennifer Connelly em "Noé"

Jennifer Connelly em “Noé”

19 – JENNIFER CONNELLY, por Noé

Anteriormente em Musas/ cinema em JP: 15ª em 2005, por Água Negra; 5ª em 2007, por Diamante de Sangue e por Pecados Íntimos; 20ª em 2009, por Ele Não Está Tão a Fim de Você e por O Dia em que a Terra Parou.

Abbie Cornish em "RoboCop"

Abbie Cornish em “RoboCop”

20 – ABBIE CORNISH, por RoboCop

Musas/ cinema em JP: 2013 <<

RETROSPECTIVA 2014:

Meus melhores filmes de 2014

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A verdadeira magia

Colin Firth e Emma Stone: o  contraste entre o arrogante e a espontânea

Colin Firth e Emma Stone: o contraste entre o arrogante e a espontânea

Toda vez que Woody Allen faz um filme de menor pretensão – o que se tornou bastante comum após sua fase de ouro nos anos 1980 – é a mesma coisa: os cinéfilos se dividem entre aquele que acreditam que a criatividade do cineasta acabou e aqueles que defendem que mesmo um filme menor de Woody é melhor do que a maioria (se você ainda não percebeu, este crítico costuma ser da segunda turma).

A verdade é que Magia ao Luar (Magic on the Moonlight, Estados Unidos, 2014) está consideravelmente distante dos momentos mais inspirados de Allen (o último desses momentos foi Meia-Noite em Paris, de 2011). Mas é preciso ter em mente que esses “momentos mais inspirados” são coisas para entrar no panteão do cinema. Assim, não falta com o que se deleitar neste novo filme.

A história começa com Stanley (Colin Firth), um mágico inglês que se apresenta nos palcos de Paris como chinês. Uma noite, ele recebe um colega (Simon McBurney) que o convida a ir à Riviera desmascarar uma falsa vidente (Emma Stone) que está claramente enganando uma rica família americana que caiu de amores por ela e suas previsões. Apesar de trabalhar apresentando mágica às plateias (ou até por causa disso), Stanley é um cético terminal e tem muito orgulho disso, sem fazer o menor esforço para esconder sua desagradável arrogância. O contraste com o jeito espontâneo de Sophie, a vidente, e a complexidade crescente do relacionamento que se forma entre eles dá seguimento à trama.

Trata-se de uma comédia romântica aparentemente bastante simples, temperada com um pouquinho de mistério (não muito, qualquer cinéfilo experiente mata logo a dúvida se a personagem de Emma Stone é ou não uma impostora). Acontece que, embora seja o fio condutor da trama, esse mistério importa menos do que a visão de Woody sobre um de seus assuntos preferidos: a dúvida se existe ou não um mundo além do que este em que vivemos.

O cineasta costuma paradoxalmente ser um cético que sempre coloca em seus filmes magia como sendo algo que existe, à revelia do que acreditam seus personagens (e do que ele mesmo, ateu de carteirinha, acredita). Há exemplos disso em filmes tão diferentes como Sonhos Eróticos de uma Noite de Verão (1982), Contos de Nova York (1989), Simplesmente Alice (1990), Neblina e Sombras (1991) e Scoop – O Grande Furo (2006).

Aqui, quando menos se espera, Woody mostra que está menos fazendo um filme de mistério e mais fabulando sobre o que ele acredita ser a magia verdadeira da vida. E isso ainda é emoldurado pelo sul da França e o tradicional e delicioso jazz de suas trilhas (em Magia ao Luar, ele nos faz querer ouvir mais das big bands de Leo Reisman e de Bix Beiderbeicke). Combinar esses elementos não deixa de ser – menor aqui, maior ali – uma magia que Woody Allen sabe bem como fazer.

Magia ao Luar – Magic in the Moonlight. Estados Unidos, 2014. Direção: Woody Allen. Elenco: Colin Firth, Emma Stone, Símon McBurney, Marcia Gay Harden.

* Versão estendida de crítica publicada no Correio da Paraíba.

Lista elaborada a partir dos filmes exibidos comercialmente nos cinemas de JP em 2013.

"O Lado Bom da Vida"

Jennifer Lawrence em “O Lado Bom da Vida”

"Jogos Vorazes – Em Chamas"

Jennifer Lawrence em “Jogos Vorazes – Em Chamas”

1 – JENNIFER LAWRENCE, por O Lado Bom da Vida e por Jogos Vorazes – Em Chamas

Anteriormente em Musas/ cinema em JP11ª em 2011, por X-Men – Primeira Classe; 13ª em 2012, por Jogos Vorazes e por Inverno da AlmaPosteriormente em Musas/ cinema em JP: 5ª em 2014, por Trapaça, por X-Men – Dias de um Futuro Esquecido e por Jogos Vorazes – A Esperança: Parte 1; 7ª em 2015, por Jogos Vorazes – A Esperança: o Final.

As jovens dominaram nossa lista de musas em 2013. O papel de bipolar sexy e dançarina em O Lado Bom da Vida conquistou para Jennifer Lawrence não só o Oscar de melhor atriz, mas também o primeiro lugar aqui. Ísis Valverde estreia nas Musas como a Maria Lúcia de Faroeste Caboclo. Emma Stone brinca de femme fatale da Hollywood dos anos 1930 e sobrevive a um filme bem ruinzinho. E uma Emma Watson pós-Hermione tem sua quinta e melhor colocação na lista (nesta nona lista, Anne Hathaway também chega a cinco aparições e Scarlett Johansson crava sua sexta). A maior variedade no circuito se reflete em uma bem-vinda internacionalização da lista: além de brasileiras e americanas de praxe, há inglesa, francesas, alemãs, australiana e até brasileira nascida na Alemanha (Sophie Charlotte) e americana nascida na Itália (Amy Adams). Última aparição: Olivia Wilde, Nanda Costa. Única aparição: Ísis Valverde, Sophie Charlotte, Alice Eve, Greta Gerwig, Marine Vacth, Alexandra Maria Lara, Elizabeth Debicki, Virginie Ledoyen, Christa Theret, Diane Kruger. Brasileiras na lista: Ísis Valverde, Sophie Charlotte, Nanda Costa.

"Faroeste Caboclo"

Ísis Valverde em “Faroeste Caboclo”

2 – ÍSIS VALVERDE, por Faroeste Caboclo

"Caça aos Gangsters"

Emma Stone em “Caça aos Gangsters”

3 – EMMA STONE, por Caça aos Gangsters

Anteriormente em Musas/ cinema em JP: 6ª em 2010, por ZumbilândiaPosteriormente em Musas/ cinema em JP: 11ª em 2014, por Magia ao Luar e por O Espetacular Homem-Aranha 2 – A Ameaça de Electro.

"As Vantagens de Ser Invisível"

Emma Watson em “As Vantagens de Ser Invisível”

"É o Fim"

Emma Watson em “É o Fim”

4 – EMMA WATSON, por As Vantagens de Ser Invisível e por É o Fim

Anteriormente em Musas/ cinema em JP 14ª em 2007, por Harry Potter e a Ordem da Fênix; 16ª em 2009, por Harry Potter e o Enigma do Príncipe; 20ª em 2010, por Harry Potter e as Reliquias da Morte – Parte 1; 13ª em 2011, por Harry Potter e as Reliquias da Morte – Parte 2Posteriormente em Musas/ cinema em JP12ª em 2014, por Noé.

"O Homem de Aço"

Amy Adams em “O Homem de Aço”

"O Mestre"

Amy Adams em “O Mestre”

5 – AMY ADAMS, por O Homem de Aço e por O Mestre

Anteriormente em Musas/ cinema em JP: 10ª em 2009, por Uma Noite no Museu 2 e por Dúvida; 17ª em 2011, por O Vencedor e por Os MuppetsPosteriormente em Musas/ cinema em JP: 2ª em 2014, por Trapaça; 13ª em 2015, por Grandes Olhos; 8ª em 2016, por A Chegada.

"Serra Pelada"

Sophie Charlotte em “Serra Pelada”

6 – SOPHIE CHARLOTTE, por Serra Pelada

"Rush – No Limite da Emoção"

Olivia Wilde em “Rush – No Limite da Emoção”

7 – OLIVIA WILDE, por Rush – No Limite da Emoção

Anteriormente em Musas/ cinema em JP: 15ª em 2010, por Tron – O Legado.

"Além da Escuridão – Star Trek"

Alice Eve em “Além da Escuridão – Star Trek”

8 – ALICE EVE, por Além da Escuridão – Star Trek

"Os Miseráveis"

Anne Hathaway em “Os Miseráveis”

9 – ANNE HATHAWAY, por Os Miseráveis

Anteriormente em Musas/ cinema em JP2ª em 2006, por O Segredo de Brokeback Mountain e por O Diabo Veste Prada; 3ª em 2008, por Agente 86; 2ª em 2011, por O Amor e Outras Drogas; 3ª em 2012, por Batman – O Cavaleiro das Trevas RessurgePosteriormente em Musas/ cinema em JP18ª em 2014, por Interestelar.

"Febre do Rato"

Nanda Costa em “Febre do Rato”

10 – NANDA COSTA, por Febre do Rato

Anteriormente em Musas/ cinema em JP16ª em 2012, por Gonzaga – De Pai pra Filho.

"Frances Ha"

Greta Gerwig em “Frances Ha”

11 – GRETA GERWIG, por Frances Ha

Posteriormente em Musas/ cinema em JP: 10ª em 2015, por Mistress America.

"Hitchcock"

Scarlett Johansson em “Hitchcock”

"Como Não Perder Essa Mulher"

Scarlett Johansson em “Como Não Perder Essa Mulher”

12 – SCARLETT JOHANSSON, por Hitchcock e por Como Não Perder Essa Mulher

Anteriormente em Musas/ cinema em JP1ª em 2006, por Ponto Final – Match Point, por O Grande Truque e por Dália Negra; 2ª em 2007, por Scoop – O Grande Furo; 7ª em 2008, por Vicky Cristina Barcelona; 8ª em 2010, por Homem de Ferro 2; 1ª em 2012, por Os Vingadores – The AvengersPosteriormente em Musas/ cinema em JP: 7ª em 2014, por Capitão América 2 – O Soldado Invernal e por Lucy; 15ª em 2015, por Vingadores – Era de Ultron; 7ª em 2016, por Capitão América – Guerra Civil.

"Django Livre"

Kerry Washington em “Django Livre”

13 – KERRY WASHINGTON, por Django Livre

Anteriormente em Musas/ cinema em JP: 16ª em 2005, por Ray.

"Jovem e Bela"

Marine Vacth em “Jovem e Bela”

14 – MARINE VACTH, por Jovem e Bela

"Rush – No Limite da Emoção"

Alexandra Maria Lara em “Rush – No Limite da Emoção”

15 – ALEXANDRA MARIA LARA, por Rush – No Limite da Emoção

"O Grande Gatsby"

Elizabeth Debicki em “O Grande Gatsby”

16 – ELIZABETH DEBICKI, por O Grande Gatsby

"Adeus, Minha Rainha"

Virginie Ledoyen em “Adeus, Minha Rainha”

17 – VIRGINIE LEDOYEN, por Adeus, Minha Rainha

"Renoir"

Christa Theret em “Renoir”

"O Homem que Ri"

Christa Theret em “O Homem que Ri”

18 – CHRISTA THERET, por Renoir e por O Homem que Ri

"Adeus, Minha Rainha"

Léa Seydoux em “Adeus, Minha Rainha”

19 – LÉA SEYDOUX, por Adeus, Minha Rainha

Anteriormente em Musas/ cinema em JP: 7ª em 2010, por A Bela JuniePosteriormente em Musas/ cinema em JP: 4ª em 2014, por Azul É a Cor Mais Quente; 1ª em 2015, por 007 contra Spectre.

"Adeus, Minha Rainha"

Diane Kruger em “Adeus, Minha Rainha”

20 – DIANE KRUGER, por Adeus, Minha Rainha

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RETROSPECTIVA 2013:

Meus melhores filmes de 2013
– 50 filmes que não estrearam em JP em 2013
Os 10 títulos brasileiros mais esdrúxulos de 2013

Lista elaborada a partir dos filmes exibidos comercialmente nos cinemas de JP em 2010.

Amanda Seyfried em “O Preço da Traição”

Amanda Seyfried em “Cartas para Julieta”

1 – AMANDA SEYFRIED, por O Preço da Traição e por Cartas para Julieta

Anteriormente em Musas/ Cinema em JP: 17ª em 2008, por Mamma Mia! – O Filme; 9ª em 2009, por Garota Infernal.

Muito mais do que pelo água com açucar Cartas para Julieta, é por O Preço da Traição que Amanda Seyfried está no topo da lista de musas de 2010. Ela vinha em ascenção, de maiô em Mamma Mia! ou no beijaço com Megan Fox em Garota Infernal. Ela vai muito além em O Preço da Traição: para uma atriz que tinha cara de namoradinha da América, há generosa nudez e uma cena erótica antológica com uma das preferidas de todos os tempos neste blog, Julianne Moore (não por acaso, também no pódio deste ano – e pela primeira vez na lista nesta categoria Cinema em JP, que contabiliza musas desde 2005). Outras favoritas estão por aí: Pe, Scarlett, Emily Blunt, Natalie, Maria Flor. Rebecca Hall, Tina Fey e Mariana Ximenes são sempre bem-vindas. E uma novidade muito promissora: a inglesa Gemma Arterton, a melhor coisa de dois filmes bem fraquinhos.

Penélope Cruz em “Abraços Partidos”

2 – PENÉLOPE CRUZ, por Abraços Partidos

Anteriormente em Musas/ cinema em JP: 3ª em 2006, por Volver; 5ª em 2008, por Vicky Cristina Barcelona; 4ª em 2009, por FatalPosteriormente em Musas/ cinema em JP14ª em 2012, por Para Roma, com Amor.

Amanda Seyfried e Julianne Moore em “O Preço da Traição”

Julianne Moore em “Direito de Amar”

3 – JULIANNE MOORE, por O Preço da Traição e por Direito de Amar

Posteriormente em Musas/ cinema em JP4ª em 2011, por Minhas Mães e Meu Pai e por Amor à Toda Prova; 4ª em 2015, por Mapas para as Estrelas e por Para Sempre Alice.

Gemma Arterton em “Fúria de Titãs”

Gemma Arterton em "Príncipe da Pérsia - As Areias do Tempo"

Gemma Arterton em “Príncipe da Pérsia – As Areias do Tempo”

4 – GEMMA ARTERTON, por Fúria de Titãs e por Príncipe da Pérsia – As Areias do Tempo

Marion Cotillard em “A Origem”

5 – MARION COTILLARD, por A Origem

Anteriormente em Musas/ cinema em JP: 12ª em 2007, por Um Bom Ano; 6ª em 2009, por Inimigos PúblicosPosteriormente em Musas/ cinema em JP: 18ª em 2011, por Meia-Noite em Paris e por Contágio; 11ª em 2012, por Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge.

Emma Stone em “Zumbilândia”

6 – EMMA STONE, por Zumbilândia

Posteriormente em Musas/ cinema em JP: 3ª em 2013, por Caça aos Gangsters; 11ª em 2014, por Magia ao Luar e por O Espetacular Homem-Aranha 2 – A Ameaça de Electro.

Léa Seydoux em “A Bela Junie”

7 – LÉA SEYDOUX, por A Bela Junie

Posteriormente em Musas/ cinema em JP: 19ª em 2013, por Adeus, Minha Rainha; 4ª em 2014, por Azul É a Cor Mais Quente; 1ª em 2015, por 007 contra Spectre.

Scarlett Johansson em “Homem de Ferro 2”

8 – SCARLETT JOHANSSON, por Homem de Ferro 2

Anteriormente em Musas/ cinema em JP: 1ª em 2006, por Ponto Final – Match Point, por O Grande Truque e por Dália Negra; 2ª em 2007, por Scoop – O Grande Furo; 7ª em 2008, por Vicky Cristina BarcelonaPosteriormente em Musas/ cinema em JP1ª em 2012, por Os Vingadores – The Avengers; 12ª em 2013, por Hitchcock e por Como Não Perder Essa Mulher; 7ª em 2014, por Capitão América 2 – O Soldado Invernal e por Lucy; 15ª em 2015, por Vingadores – Era de Ultron; 7ª em 2016, por Capitão América – Guerra Civil.

Emily Blunt em “O Lobisomem”

9 – EMILY BLUNT, por O Lobisomem

Anteriormente em Musas/ cinema em JP: 16ª em 2006, por O Diabo Veste Prada; 12ª em 2008, por Jogos do Poder.

Natalie Portman em “Entre Irmãos”

10 – NATALIE PORTMAN, por Entre Irmãos

Anteriormente em Musas/ cinema em JP: 5ª em 2005, por Closer – Perto Demais; 14ª em 2008, por Um Beijo Roubado e por A Outra. Posteriormente em Musas/ cinema em JP:1ª em 2011, por Cisne Negro, Sexo sem Compromisso e Thor.

Tina Fey em "Uma Noite Fora de Série"

Tina Fey em “Uma Noite Fora de Série”

11 – TINA FEY, por Uma Noite Fora de Série

Charlize Theron em “A Estrada”

12 – CHARLIZE THERON, por A Estrada

Posteriormente em Musas/ cinema em JP: 17ª em 2012, por Jovens Adultos, por Branca de Neve e o Caçador e por Prometheus; 9ª em 2015, por Mad Max – Estrada da Fúria; 9ª em 2016, por O Caçador e a Rainha de Gelo.

Maria Flor em “O Bem Amado”

Maria Flor em “A Suprema Felicidade”

13 – MARIA FLOR, por O Bem Amado e por A Suprema Felicidade

Anteriormente em Musas/ cinema em JP: 19ª em 2007, por Podecrer!; 18ª em 2008, por Chega de Saudade.

Rebecca Hall em “Atração Perigosa”

14 – REBECCA HALL, por Atração Perigosa

Anteriormente em Musas/ cinema em JP: 9ª em 2008, por Vicky Cristina Barcelona.

Olivia Wilde em “Tron – O Legado”

15 – OLIVIA WILDE, por Tron – O Legado

Posteriormente em Musas/ cinema em JP: 7ª em 2013, por Rush – No Limite da Emoção.

Mariana Ximenes em “Quincas Berro d’Água”

16 – MARIANA XIMENES, por Quincas Berro d’Água

Anteriormente em Musas/ cinema em JP: 15ª em 2006, por A Máquina e por Muito Gelo e Dois Dedos d’ÁguaPosteriormente em Musas/ cinema em JP: 12ª em 2012, por Os Penetras.

Vera Farmiga em “Amor sem Escalas”

17 – VERA FARMIGA, por Amor sem Escalas

Evan Rachel Wood em “Tudo Pode Dar Certo”

18 – EVAN RACHEL WOOD, por Tudo Pode Dar Certo

Ellen Page em "A Origem"

Ellen Page em “A Origem”

19 – ELLEN PAGE, por A Origem

Anteriormente em Musas/ cinema em JP: 10ª em 2008, por Juno.

Emma Watson em “Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 1”

20 – EMMA WATSON, por Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 1

Anteriormente em Musas/ cinema em JP: 14ª em 2007, por Harry Potter e a Ordem da Fênix; 19ª em 2009, por Harry Potter e o Enigma do PríncipePosteriormente em Musas/ cinema em JP13ª em 2011, por Harry Potter e as Reliquias da Morte – Parte 2; 4ª em 2013, por As Vantagens de Ser Invisível e por É o Fim; 12ª em 2014, por Noé.

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Mais retrospectiva 2010:

Os melhores filmes do ano
O cinema da década
Os títulos mais esdrúxulos de 2010
50 filmes que não foram exibidos em 2010

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