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170. ‘NOWHERE FAST’, de Ruas de Fogo (1984)
Com Diane Lane. Direção: Walter Hill. Canção de Jim Steinman.

“Uma fábula rock’n’roll”, setencia o filme logo em seu créditos de abertura. E a princesa aparece como a vocalista de uma banda de rock. A deslumbrante Diane Lane dubla, mas a voz é de Laurie Sargent, à frente da banda Fire Inc., que só existiu para gravar as canções deste filme. É uma cena de show, como tantas, mas tem um diretor aí: Walter Hill joga bem demais com os planos e as luzes.

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169. ‘HOLLYWOOD’, de Os Saltimbancos Trapalhões (1981)
Com Lucinha Lins e Os Trapalhões. Direção: J.B Tanko. Canção de Chico Buarque, Sergio Bardotti e Luis Enriquez Bacalov.

O cowboy: “The girl is mine”. Didi: “Cuma?”. Os Trapalhões foram até Hollywood para gravar as cenas deste número. Mas isso é menos importante que a desconstrução que eles fazem do glamour.

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168. ‘YOUR SONG’, de Moulin Rouge — Amor em Vermelho (2001)
Com Ewan McGregor e Placido Domingo. Direção: Baz Luhrmann. Canção de Elton John e Bernie Taupin.

Baz Luhrmann exagerando no exagero, mas com essa belíssima canção de Elton John e o talento de McGregor e Kidman, ficou uma bela cena. Não por acaso, a primeira parte, centrada apenas nos atores dentro do quarto, é muito melhor que a segunda.

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167. ‘REMEMBER ME’, de Viva — A Vida É uma Festa (2018)
Com Gael García Bernal e Libertad García Fonzi. Direção: Lee Unkrich. Canção de Kristen Anderson-Lopez e Robert Lopez.

A canção de um pai para uma filha, em momento de arrancar lágrimas de Viva. Não precisa mais que os dois personagens e um cenário difuso e a reinvenção (e ressignificação) de uma canção que já ouvimos antes do filme.

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166. ‘KISS THE GIRL’, de A Pequena Sereia (1989)
Com Samuel E. Wright. Direção: John Musker, Ron Clements. Canção de Alan Menken e Howard Ashman.

Ariel, a sereia, trocou sua bela voz por pernas para conhecer o mundo da superfície. Como num conto clássico, um beijo pode quebrar o encanto. Mas a falta de conversa atravanca o romance e os amigos animais tentam criar o clima para o beijo acontecer.

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165. ‘PIRUETAS’, de Os Saltimbancos Trapalhões (1981)
Com Chico Buarque e Os Trapalhões. Direção: J.B Tanko. Canção de Chico Buarque, Sergio Bardotti e Luis Enriquez Bacalov.

O amor pelos cirquinhos transpira nesse número que entra no filme como a viga principal da lona. Mesmo que o intervalo tenha cheirim de macarrão. Chico cantando com os Trapalhões é um incrível e saboroso encontro de dois mundos.

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164. ‘SINGIN’ IN THE RAIN’, de Um Amor de Pequena (1940)
Com Judy Garland. Direção: Norman Taurog. Canção de Arthur Freed e Nacio Herb Brown

Antes de Gene Kelly, “Singin’ in the rain” já era um sucesso cantado diversas vezes no cinema. E uma especial teve como uma protagonista toda faceira a “pequena com uma grande voz”: Judy Garland aos 17.

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163. ‘BOOGIE WOOGIE BUGLE BOY OF COMPANY B’, de Ordinário, Marche! (1941)
Com The Andrew Sisters. Direção: Arthur Lubin. Direção de dança: Nick Castle. Canção de Don Raye e Hugh Prince.

O filme da dupla cômica Abbott e Costello abriu espaço para um número de baixo orçamento, mas muito charme, com as Andrew Sisters lançando aqui esse clássico absoluto.

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162. ‘SKIP TO MY LOU’, de Agora Seremos Felizes (1944)
Com Judy Garland, Lucille Bremer, Tom Drake, Henry H. Daniels Jr. e elenco. Direção: Vincente Minnelli. Coreografia: Charles Walters. Canção de Hugh Martin e Ralph Blane.

Agora Seremos Felizes foi um marco por ser um musical que não era uma trama de bastidores: os protagonistas eram uma família comum na St. Louis de 1903. E esta cena reflete isso: uma festa caseira, com músicas tradicionais, que vira um número musical lindamente coreografado e filmado em apenas quatro planos.

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161. ‘THE LUMBERJACK SONG’, de E Agora, para Algo Completamente Diferente (1971)
Com Michael Palin e The Fred Tomlinson Singers. Direção: Ian MacNaughton. Canção de Michael Palin, Terry Jones e Fred Tomlinson.

O lenhador machão que canta seu cotidiano abraçado à sua beldade loura e acompanhado por um coro da polícia montada canadense é, originalmente, um número da série Monty Python’s Flying Circus. Mas vários quadros foram refilmados para este primeiro filme do grupo inglês. O mais engraçado são os guardas surpreendidos e se entreolhando durate a canção. Oh, Beavis, nós achávamos que você era durão!

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180. ‘YOU’RE AWFUL’, de Um Dia em Nova York  (1949)
Com Frank Sinatra e Betty Garrett. Direção: Gene Kelly e Stanley Donen. Canção de Roger Edens, Adolph Green e Betty Comden.

Você viu no número 198 dessa lista, a taxista Betty Garrett dando em cima do marinheiro Sinatra e ele fingindo que não estava entendendo. Aqui, ela ainda banca a motorista pra ele, que só quer saber de fazer turismo. Mas finalmente, no alto do Empire State, ele se dá conta e faz uma declaração de amor cheia de humor dizendo que ela é terrível — terrivelmente boa de se olhar, e por aí vai.

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179. ‘GOOD MORNING, STARSHINE’, de Hair (1979)
Com Beverly d’Angelo, Treat Williams, Don Dacus, Dorsey Wright, Annie Golden e Cheryl Barnes. Direção: Milos Forman. Canção de Galt MacDermot, Gerome Ragni e James Rado.

O companheirismo e o vento nos cabelos. A caminho de visitar o amigo que está no quartel à espera de ser mandado para o Vietnã, o grupo de hippies canta na estrada para a luz do sol e a Terra. Milos Forman começa o número com closes em todos os personagens, deixando Beverly d’Angelo, que canta a canção, por último. E que plano final! Detalhe também para a esposa de um deles, ali a contragosto, mas que começa a cantar, simbolizando que começa a aceitar aquela filosofia de vida.

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178. ‘ON MY OWN’, de Os Miseráveis (2012)
Com Samantha Barks. Direção: Tom Hooper. Canção de Herbert Kretzmer, Claude-Michel Schönberg e Alain Boublil.

Eponine cai em si, debaixo d’água: o alvo de sua paixão ama outra. O mundo dela vai mudar para sempre, mas o dele vai continuar. Samantha Barks vem da versão do palco e explora bem o fato de que os vocais foram gravados ao vivo, na filmagem.

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177. ‘MONEY, MONEY’, de Cabaret (1972)
Com Liza Minelli e Joel Grey. Direção: Bob Fosse. Canção de John Kander e Fred Ebb.

Os números no palco, no filme, são comentários da trama. E aqui, Liza e Grey fazem um jocoso canto à grana, que faz o mundo girar.

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176. ‘HERE’S TO LOVE’, de Abaixo o Amor (2003)
Com Ewan McGregor e Renée Zellweger. Direção: Peyton Reed. Canção de Marc Shaiman e Scott Wittman.

Um filme feito como se tivesse sido produzido nos anos 1960 termina com um número musical cheio de graça, como se tivesse sido feito para a TV — se no começo é “abaixo o amor”, agora é “um brinde ao amor”. A produção do filme aproveitou bem o fato de que era estrelado pelo astro de Moulin Rouge e a estrela de Chicago.

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175. ‘CAMELOT SONG (KNIGHTS OF ROUND TABLE)’, de Monty Python em Busca do Cálice Sagrado (1975)
Com Graham Chapman, Eric Idle, John Cleese, Michael Palin, Terry Jones e Terry Gilliam. Direção: Terry Gilliam e Terry Jones. Canção de Graham Chapman, John Cleese e Neil Innes.

Nos anos 1960, Camelot fez sucesso no teatro musical. O Monty Python não deixou passar, na sua versão nonsense da lenda do Rei Arthur. O número é uma farra, com seus cavaleiros “infatigáveis” e que “imitam Clark Gable”. Destaque para o solitário preso à parede, na masmorra, entrando no clima deste “silly place”.

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174. ‘TAKING A CHANCE OF LOVE’, de Uma Cabana no Céu (1943)
Com Ethel Waters, Eddie “Rochester” Anderson e Bill Bailey. Direção: Vincente Minnelli, Busby Berkeley. Canção de Vernon Duke e John La Touche.

A maravilhosa Ethel Waters foi uma grande dama do blues e do jazz, a segunda negra a ser indicada ao Oscar, a primeira a ter seu próprio show de TV e primeira a ser indicada ao Emmy. Foi vítima do racismo em Hollywood, que relegava os negros a pequenos papeis em grandes filmes ou, na melhor das hipóteses, bons papeis em filmes de elenco negro. Aqui, dirigida pelo genial Minnelli, ela mostra seu carisma ao lado do comediante Rochester Anderson. E, se você olhar bem, vai ver Bill Bailey fazendo um moonwalk, 40 anos antes de Michael Jackson.

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173. ‘FASCINATING RHYTHM’, de Se Você Fosse Sincera (1941)
Com Eleanor Powell. Direção: Norman Z. McLeod, Busby Berkeley. Canção de George Gershwin e Ira Gershwin.

Eleanor Powell pode muito bem ser a melhor dançarina de todos os tempos no cinema. Foi estrela de primeira grandeza na Metro dos anos 1930 e 1940. Neste número, a perícia dela e da equipe: ela sapateia para trás, a câmera acompanha, cortinas se abrem revelando um pianista, depois outro. Olho no relógio: São 2 minutos e 50 segundos de dança ininterrupta, coreografia complexa, até vir o primeiro corte. Veja aqui, nesse cena de bastidor, que deu um trabalhinho…

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172. ‘HISTÓRIA DE UMA GATA’, de Os Saltimbancos Trapalhões (1981)
Com Lucinha Lins e os Trapalhões. Direção: J.B. Tanko. Canção de Chico Buarque, Sergio Bardotti e Luis Bacalov.

O filme meio que sabota o número, cortando no meio para mostrar uma cena longe dali, deixando de fora uma estrofe inteira da música. Mas quem resiste ao charme de Lucinha, à anarquia dos Trapalhões, à graça da canção? É uma memória afetiva tão forte na vida de tanta gente.

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171. ‘FIT AS A FIDDLE’, de Cantando na Chuva (1952)
Com Gene Kelly e Donald O’Connor. Direção: Gene Kelly e Stanley Donen. Canção de Arthur Freed, Al Hoffman e Al Goodhart.

Originalmente de um musical dos palcos de 1932, é o primeiro número musical de Cantando na Chuva (descontando a rápida sequência pré-créditos): uma memória dos personagens de Kelly e O’Connor em um número bem-humorado de vaudeville, os dois cheios de vontade, no começo de carreira. Mas olha como a plateia no filme é exigente!

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200. ‘PROLOGUE (LITTLE SHOP OF HORRORS)’, de A Pequena Loja dos Horrores (1986).
Com Michelle Weeks, Tichina Arnold e Tisha Campbell-Martin. Direção: Frank Oz. Canção de Howard Ashman e Alan Menken.

Sabe aquele coro que agoura todo mundo nas tragédias gregas? É transformado num girl group estilo Supremes na versão musical escrachada de A Pequena Loja dos Horrores. Atenção: duas das moças do trio no futuro viriam a ser as mães duronas dos sitcons Todo Mundo Odeia o ChrisEu, a Patroa e as Crianças.

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199. ‘I JUST CAN’T WAIT TO BE KING’, de O Rei Leão (1994).
Com Jason Weaver, Laura Williams e Rowan Atkinson. Direção: Roger Allers e Rob Minkoff. Canção de Elton John e Tim Rice.

Pode reparar: quase toda animação musical da Disney tem uma canção tipo “o que eu desejo” no começo. Esta se diferencia um pouco por ser bem divertida. Mas também sendo um caso de “cuidado com o que se deseja”.

 

 

 

 

 

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198. ‘COME UP TO MY PLACE’, de Um Dia em Nova York (1949).
Com Betty Garrett e Frank Sinatra. Direção: Gene Kelly e Stanley Donen. Canção de Leonard Bernstein.

A taxista Betty Garrett está doidinha pra levar o marinheiro Sinatra pra sua casa. Mas o bobo só quer saber de visitar pontos turísticos — e que nem existem mais, porque ele consulta um guia de 1905!

 

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197. ‘LET’S DO IT (LET’S FALL IN LOVE)’, de De-Lovely – Vida e Amores de Cole Porter (2004).
Com Alanis Morrisette. Direção: Irwin Winkler. Canção de Cole Porter.

Na cinebiografia de Cole Porter, uma de suas canções mais maravilhosas ganha uma interpretação ótima de Alanis Morisette. Primeiro, é uma passagem de tempo: da composição, à escolha da atriz/ cantora, aos ensaios e, finalmente, no fim, o número musical de concretiza.

 

 

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196. ‘YOU’RE WELCOME’, de Moana – Um Mar de Aventuras (2016).
Com Dwayne Johnson. Direção: John Musker e Ron Clements. Canção de Lin-Manuel Miranda.

Quem diria? Dwayne Johnson cantando! Um número divertido que apresenta o deus Maui, um daqueles que passam do visual “realista” para um todo rebuscado durante a canção.

 

 

 

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195. ‘DO YOU HEAR THE PEOPLE SING?’, de Os Miseráveis (2012).
Com elenco. Direção: Tom Hooper. Canção de Herbert Kretzmer, Claude-Michel Schönberg e Alain Boublil.

Os jovens estudantes tomam as ruas de Paris para começar uma revolução com esta, que é “a canção de um povo que não será mais escravo”.

 

 

 

 

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194. ‘BIBBIDI-BOBBIDI-BOO’, de Cinderela (1950).
Com Verna Felton. Direção: Clyde Geronimi, Wilfred Jackson e Hamilton Luske. Canção de Mark David, Jerry Livingston e Al Hoffman.

A magia por excelência, padrão Disney.

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193. ‘ELEPHANT LOVE MEDLEY’, de Moulin Rouge – Amor em Vermelho (2001)
Com Ewan McGregor, Nicole Kidman e Placido Domingo. Direção: Baz Luhrmann. Medley com “All you need is love”, de John Lennon e Paul McCartney; “I was made for lovin’ you”, de Paul Stanley, Desmond Child e Vini Poncia; “One more night”, de Phil Collins; “Pride (In the name of love)”, de Bono e The Edge; “Don’t leave me this way”, de Kenny Gamble, Leon Huff e Cary Gilbert; “Silly love songs”, de Paul McCartney e Linda McCartney; “Up where we belong”, de Jack Nitzsche, Buffy Sainte-Marie e Will Jennings; “Heroes”, de David Bowie e Brian Eno; “I will always love you”, de Dolly Parton; “Your song”, de Elton John e Bernie Taupin.

Todo mundo sabe que acho Moulin Rouge superestimado, mas gosto de alguns números: acho criativo esse diálogo que costura trechos de músicas românticas famosas.

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192. ‘THE KING WHO COULDN’T DANCE (THE WORRY SONG)’, de Marujos do Amor (1945)
Com Gene Kelly e Sara Berner. Direção: George Sidney. Coreografia: Gene Kelly e Stanley Donen. Direção de dança: Jack Donohue. Canção de Sammy Fain e Arthur Freed.

Uma das primeiras grandes sequências a misturar um ator real e um desenho animado. E a química entre Gene Kelly e o rato Jerry funciona super bem.

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191. ‘SALVE REGINA (HAIL HOLY QUEEN)’, de Mudança de Hábito (1992)
Com Whoopi Goldberg, Kathy Najimy, Andrea Robinson e elenco. Direção: Emile Ardolino. Hino mariano.

Há muito carisma no coro da freirinhas de Mudança de Hábito. A transformação do hino religioso em música pop é construída em degraus e é um resumo perfeito do filme.

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