You are currently browsing the tag archive for the ‘Frank Sinatra’ tag.

130. ‘BE OUR GUEST’, de A Bela e a Fera (1991)
Com Jerry Orbach e Angela Lansbury. Direção: Gary Trousdale e Kirk Wise. Canção de Alan Menken e Howard Ashman.

Os longas de animação da Disney quase sempre foram musicais, mas pouco tinham tanta alma de musical como A Bela e a Fera. O filme parece ter nascido como espetáculo da Broadway (para onde efetivamente foi, depois) e “Be our guest” bebe diretamente na fonte de Busby Berkeley e seus delírios musicais nos filmes dos anos 1930, com seus caleidoscópios e balés aquáticos.

***

129. ‘STEREOPHONIC SOUND’, de Meias de Seda (1957)
Com Janis Paige e Fred Astaire. Direção: Rouben Mamoulien. Coreografia: Hermen Pan. Canção de Cole Porter.

Em 1957, a tela larga e o som esteofônico eram armas que o cinema ainda estava começando a usar para enfrentar a concorrência da televisão. Este número de Meias de Seda tira onda brilhantemente com isso, dando a receita: diz que “Lassie seria só um cachorro como os outros” se não aparecesse em Cinemascope e latisse em estéreo, ou que antes o dançarino dançava números íntimos e de rosto colado com a parceira “e agora ele nem sabe se ela está por perto”, de tanto que eles precisam se esticar para ocupar a tela toda.

***

128. ‘COUNT ON ME’, de Um Dia em Nova York (1949)
Com Frank Sinatra, Betty Garrett, Ann Miller, Jules Munshin, Alice Pearce e Gene Kelly. Direção: Gene Kelly e Stanley Donen. Canção de Roger Edens, Adolph Green e Betty Comden.

Gene Kelly está na pior e seus amigos tentam levantar seu astral com uma série de tolices, do quilate de “como disse a calculadora, pode contar comigo”. Gene não resiste, é claro: no meio do número ele já está dançando com todo mundo. Como resistir a tantas palhaçadas alegres e com esse pessoal?

***

127. ‘SCHOOL OF ROCK’, de Escola de Rock (2003)
Com School of Rock. Direção: Richard Linklater. Canção de Mike White e Sammy James Jr.

Rock é coisa de criança nesse ótimo filme, onde Jack Black é um roqueiro frustrado que vira professor numa escola chique e leva os meninos que só tocavam música clássica a montar uma banda. As crianças tocam mesmo e o número, muito divertido, cita visualmente “Boys don’t cry’, do The Cure, apenas uma das inúmeras referências roqueiras do filme. A School of Rock tem Black no vocal, Joey Gaydos Jr. na guitarra, Becca Brown no baixo, Robert Tsai nos teclados, Kevin Alexander Clark na bateria e, nos backing vocals, Maryam Hassan, Caitlin Hale e Aleisha Allen. Város deles seguiram carreira na música.

***

126. ‘A SPOONFUL OF SUGAR’, de Mary Poppins (1964)
Com Julie Andrews, Katharine Dotrice e Matthew Garber. Direção: Robert Stevenson. Canção de Robert B. Sherman e Richard M. Sherman.

Mary Poppins chega chegando na vida dos irmãos Jane e Michael. Os coloca de cara para arrumar o quarto, mas faz uma magicazinha pra mostrar que a tarefa pode não ser tão chata: “Com um pouco de açúcar, até o remédio é um prazer”, como diz a versão brasileira da canção. Pode ser que as coisas não se arrumem sozinhas num estalar de dedos, mas sem dúvida o trabalho é bem melhor ouvindo Julie Andrews cantar.

***

125. ‘THEY CAN’T TAKE THAT AWAY FROM ME’, de Ciúme, Sinal de Amor (1949)
Com Fred Astaire e Ginger Rogers. Direção: Charles Walters. Coreografia: Robert Alton. Canção de George Gershwin e Ira Gershwin.

Fred Astaire e Ginger Rogers se consagraram como a maior dupla de dança da história do cinema em nove filmes na RKO, de 1933 a 1939. Depois, ela foi ser atriz dramática (ganhou um Oscar) e ele seguiu em “carreira solo”, sem outra parceira fixa. Mas se reencontraram para um revival dez anos depois, na Metro. E este número justifica o reencontro. Dançando um número que Fred já havia cantado para Ginger em Vamos Dançar?, em 1937 (sem dançar; usar a canção de novo foi sugestão dela), eles mostram que química maravilhosa não se desfaz facilmente.

***

124. ‘THE NIGHT THEY INVENTED CHAMPAGNE’, de Gigi (1958)
Com Leslie Caron, Louis Jordan e Hermione Gingold. Direção: Vincente Minnelli. Coreografia: Charles Walters. Canção de Alan Jay Lerner e Frederick Loewe.

Gigi, o papel que, na Broadway, revelou Audrey Hepburn em 1951, teve Leslie Caron no filme vencedor de nove Oscars. Bastante requintado e pomposo, para dar uma amaciada na história da garota que é educada para ser uma cortesã e é amiga de um jovem playboy que ainda a vê como criança neste animado número, onde ele promete levá-la à praia depois de perder no baralho (ela rouba)! Leslie foi dublada nas canções do filme por Betty Wand, mas o vídeo abaixo mostra a voz original da atriz cantando. Mas você pode ver a versão original do filme com a voz de Wand dublando Leslie Caron (a imagem widescreen está estreitada e invertida).

***

123. ‘HOW COULD YOU BELIEVE ME WHEN I SAID I LOVED YOU WHEN YOU KNOW I’VE BEEN A LIAR ALL MY LIFE?’, de Núpcias Reais (1951)
Com Fred Astaire e Jane Powell. Direção: Stanley Donen. Coreografia: Nick Castle. Canção de Burton Lane e Alan Jay Lerner.

Astaire e Jane Powell interpretam um casal de irmãos que têm uma carreira junto nos palcos – como Fred e sua irmã Adele, antes da carreira dele no cinema. Muito divertido, com Jane Powell substituindo bem Judy Garland, que ia fazer o filme, mas foi demitida pela Metro. O número realmente lembra bastante a química cômica de Fred e Judy em “A couple of swells”, de Desfile de Páscoa (1948).

***

122. ‘ZERO TO HERO’, de Hércules (1997)
Com Lillias White, Vanéese Y. Thomas, Cheryl Freeman, LaChanze e Roz Ryan. Direção: John Musker, Ron Clements. Canção de Alan Menken e David Zippel.

As musas gregas contam como Hércules passou de um zero à esquerda a herói e superastro pop (com direito até a merchandising). O longa é irregular, mas esta ideia é ótima: as musas são representadas como um grupo musical, unindo um estilo Supremes e música gospel.

***

121. ‘YOUNG AND HEALTHY’, de Rua 42 (1933)
Com Dick Powell e Toby Wing. Direção: Lloyd Bacon. Direção de dança: Busby Berkeley. Canção de Al Dubin e Harry Warren.

No ano de 1933, Busby Berkeley fez as marcantes coreografias de três filmes: Belezas em Revista (com aquele balé aquático), Cavadoras de OuroRua 42. “Young and healthy” é um representante de seus caleidoscópios humanos, mas num crescendo: começa com Dick Powell sozinho em um palco vazio; então, surge uma garota (Toby Wing) para quem ele canta; aí, o banco em que estão sentados desce e eles ficam no chão; de cima, a câmera os mostra girando; então surgem os dançarinos, que, deitados no chão e em volta, giram no sentido inverso; logo, Wing está à frente de uma fila de louras; então, garotas e rapaes evoluem para os caleidoscópios humanos vistos em 90 graus em plataformas giratórias que se movimentam em sentido contrário; por fim, as louras formam outra fila e a câmera passa por um túnel de pernas. Ufa!

Continue lendo »

Anúncios

180. ‘YOU’RE AWFUL’, de Um Dia em Nova York  (1949)
Com Frank Sinatra e Betty Garrett. Direção: Gene Kelly e Stanley Donen. Canção de Roger Edens, Adolph Green e Betty Comden.

Você viu no número 198 dessa lista, a taxista Betty Garrett dando em cima do marinheiro Sinatra e ele fingindo que não estava entendendo. Aqui, ela ainda banca a motorista pra ele, que só quer saber de fazer turismo. Mas finalmente, no alto do Empire State, ele se dá conta e faz uma declaração de amor cheia de humor dizendo que ela é terrível — terrivelmente boa de se olhar, e por aí vai.

***

179. ‘GOOD MORNING, STARSHINE’, de Hair (1979)
Com Beverly d’Angelo, Treat Williams, Don Dacus, Dorsey Wright, Annie Golden e Cheryl Barnes. Direção: Milos Forman. Canção de Galt MacDermot, Gerome Ragni e James Rado.

O companheirismo e o vento nos cabelos. A caminho de visitar o amigo que está no quartel à espera de ser mandado para o Vietnã, o grupo de hippies canta na estrada para a luz do sol e a Terra. Milos Forman começa o número com closes em todos os personagens, deixando Beverly d’Angelo, que canta a canção, por último. E que plano final! Detalhe também para a esposa de um deles, ali a contragosto, mas que começa a cantar, simbolizando que começa a aceitar aquela filosofia de vida.

***

178. ‘ON MY OWN’, de Os Miseráveis (2012)
Com Samantha Barks. Direção: Tom Hooper. Canção de Herbert Kretzmer, Claude-Michel Schönberg e Alain Boublil.

Eponine cai em si, debaixo d’água: o alvo de sua paixão ama outra. O mundo dela vai mudar para sempre, mas o dele vai continuar. Samantha Barks vem da versão do palco e explora bem o fato de que os vocais foram gravados ao vivo, na filmagem.

***

177. ‘MONEY, MONEY’, de Cabaret (1972)
Com Liza Minelli e Joel Grey. Direção: Bob Fosse. Canção de John Kander e Fred Ebb.

Os números no palco, no filme, são comentários da trama. E aqui, Liza e Grey fazem um jocoso canto à grana, que faz o mundo girar.

***

176. ‘HERE’S TO LOVE’, de Abaixo o Amor (2003)
Com Ewan McGregor e Renée Zellweger. Direção: Peyton Reed. Canção de Marc Shaiman e Scott Wittman.

Um filme feito como se tivesse sido produzido nos anos 1960 termina com um número musical cheio de graça, como se tivesse sido feito para a TV — se no começo é “abaixo o amor”, agora é “um brinde ao amor”. A produção do filme aproveitou bem o fato de que era estrelado pelo astro de Moulin Rouge e a estrela de Chicago.

***

175. ‘CAMELOT SONG (KNIGHTS OF ROUND TABLE)’, de Monty Python em Busca do Cálice Sagrado (1975)
Com Graham Chapman, Eric Idle, John Cleese, Michael Palin, Terry Jones e Terry Gilliam. Direção: Terry Gilliam e Terry Jones. Canção de Graham Chapman, John Cleese e Neil Innes.

Nos anos 1960, Camelot fez sucesso no teatro musical. O Monty Python não deixou passar, na sua versão nonsense da lenda do Rei Arthur. O número é uma farra, com seus cavaleiros “infatigáveis” e que “imitam Clark Gable”. Destaque para o solitário preso à parede, na masmorra, entrando no clima deste “silly place”.

***

174. ‘TAKING A CHANCE OF LOVE’, de Uma Cabana no Céu (1943)
Com Ethel Waters, Eddie “Rochester” Anderson e Bill Bailey. Direção: Vincente Minnelli, Busby Berkeley. Canção de Vernon Duke e John La Touche.

A maravilhosa Ethel Waters foi uma grande dama do blues e do jazz, a segunda negra a ser indicada ao Oscar, a primeira a ter seu próprio show de TV e primeira a ser indicada ao Emmy. Foi vítima do racismo em Hollywood, que relegava os negros a pequenos papeis em grandes filmes ou, na melhor das hipóteses, bons papeis em filmes de elenco negro. Aqui, dirigida pelo genial Minnelli, ela mostra seu carisma ao lado do comediante Rochester Anderson. E, se você olhar bem, vai ver Bill Bailey fazendo um moonwalk, 40 anos antes de Michael Jackson.

***

173. ‘FASCINATING RHYTHM’, de Se Você Fosse Sincera (1941)
Com Eleanor Powell. Direção: Norman Z. McLeod, Busby Berkeley. Canção de George Gershwin e Ira Gershwin.

Eleanor Powell pode muito bem ser a melhor dançarina de todos os tempos no cinema. Foi estrela de primeira grandeza na Metro dos anos 1930 e 1940. Neste número, a perícia dela e da equipe: ela sapateia para trás, a câmera acompanha, cortinas se abrem revelando um pianista, depois outro. Olho no relógio: São 2 minutos e 50 segundos de dança ininterrupta, coreografia complexa, até vir o primeiro corte. Veja aqui, nesse cena de bastidor, que deu um trabalhinho…

***

172. ‘HISTÓRIA DE UMA GATA’, de Os Saltimbancos Trapalhões (1981)
Com Lucinha Lins e os Trapalhões. Direção: J.B. Tanko. Canção de Chico Buarque, Sergio Bardotti e Luis Bacalov.

O filme meio que sabota o número, cortando no meio para mostrar uma cena longe dali, deixando de fora uma estrofe inteira da música. Mas quem resiste ao charme de Lucinha, à anarquia dos Trapalhões, à graça da canção? É uma memória afetiva tão forte na vida de tanta gente.

***

171. ‘FIT AS A FIDDLE’, de Cantando na Chuva (1952)
Com Gene Kelly e Donald O’Connor. Direção: Gene Kelly e Stanley Donen. Canção de Arthur Freed, Al Hoffman e Al Goodhart.

Originalmente de um musical dos palcos de 1932, é o primeiro número musical de Cantando na Chuva (descontando a rápida sequência pré-créditos): uma memória dos personagens de Kelly e O’Connor em um número bem-humorado de vaudeville, os dois cheios de vontade, no começo de carreira. Mas olha como a plateia no filme é exigente!

Continue lendo »

200. ‘PROLOGUE (LITTLE SHOP OF HORRORS)’, de A Pequena Loja dos Horrores (1986).
Com Michelle Weeks, Tichina Arnold e Tisha Campbell-Martin. Direção: Frank Oz. Canção de Howard Ashman e Alan Menken.

Sabe aquele coro que agoura todo mundo nas tragédias gregas? É transformado num girl group estilo Supremes na versão musical escrachada de A Pequena Loja dos Horrores. Atenção: duas das moças do trio no futuro viriam a ser as mães duronas dos sitcons Todo Mundo Odeia o ChrisEu, a Patroa e as Crianças.

***

199. ‘I JUST CAN’T WAIT TO BE KING’, de O Rei Leão (1994).
Com Jason Weaver, Laura Williams e Rowan Atkinson. Direção: Roger Allers e Rob Minkoff. Canção de Elton John e Tim Rice.

Pode reparar: quase toda animação musical da Disney tem uma canção tipo “o que eu desejo” no começo. Esta se diferencia um pouco por ser bem divertida. Mas também sendo um caso de “cuidado com o que se deseja”.

 

 

 

 

 

***

198. ‘COME UP TO MY PLACE’, de Um Dia em Nova York (1949).
Com Betty Garrett e Frank Sinatra. Direção: Gene Kelly e Stanley Donen. Canção de Leonard Bernstein.

A taxista Betty Garrett está doidinha pra levar o marinheiro Sinatra pra sua casa. Mas o bobo só quer saber de visitar pontos turísticos — e que nem existem mais, porque ele consulta um guia de 1905!

 

***

197. ‘LET’S DO IT (LET’S FALL IN LOVE)’, de De-Lovely – Vida e Amores de Cole Porter (2004).
Com Alanis Morrisette. Direção: Irwin Winkler. Canção de Cole Porter.

Na cinebiografia de Cole Porter, uma de suas canções mais maravilhosas ganha uma interpretação ótima de Alanis Morisette. Primeiro, é uma passagem de tempo: da composição, à escolha da atriz/ cantora, aos ensaios e, finalmente, no fim, o número musical de concretiza.

 

 

***

196. ‘YOU’RE WELCOME’, de Moana – Um Mar de Aventuras (2016).
Com Dwayne Johnson. Direção: John Musker e Ron Clements. Canção de Lin-Manuel Miranda.

Quem diria? Dwayne Johnson cantando! Um número divertido que apresenta o deus Maui, um daqueles que passam do visual “realista” para um todo rebuscado durante a canção.

 

 

 

***

195. ‘DO YOU HEAR THE PEOPLE SING?’, de Os Miseráveis (2012).
Com elenco. Direção: Tom Hooper. Canção de Herbert Kretzmer, Claude-Michel Schönberg e Alain Boublil.

Os jovens estudantes tomam as ruas de Paris para começar uma revolução com esta, que é “a canção de um povo que não será mais escravo”.

 

 

 

 

***

194. ‘BIBBIDI-BOBBIDI-BOO’, de Cinderela (1950).
Com Verna Felton. Direção: Clyde Geronimi, Wilfred Jackson e Hamilton Luske. Canção de Mark David, Jerry Livingston e Al Hoffman.

A magia por excelência, padrão Disney.

***

193. ‘ELEPHANT LOVE MEDLEY’, de Moulin Rouge – Amor em Vermelho (2001)
Com Ewan McGregor, Nicole Kidman e Placido Domingo. Direção: Baz Luhrmann. Medley com “All you need is love”, de John Lennon e Paul McCartney; “I was made for lovin’ you”, de Paul Stanley, Desmond Child e Vini Poncia; “One more night”, de Phil Collins; “Pride (In the name of love)”, de Bono e The Edge; “Don’t leave me this way”, de Kenny Gamble, Leon Huff e Cary Gilbert; “Silly love songs”, de Paul McCartney e Linda McCartney; “Up where we belong”, de Jack Nitzsche, Buffy Sainte-Marie e Will Jennings; “Heroes”, de David Bowie e Brian Eno; “I will always love you”, de Dolly Parton; “Your song”, de Elton John e Bernie Taupin.

Todo mundo sabe que acho Moulin Rouge superestimado, mas gosto de alguns números: acho criativo esse diálogo que costura trechos de músicas românticas famosas.

***

192. ‘THE KING WHO COULDN’T DANCE (THE WORRY SONG)’, de Marujos do Amor (1945)
Com Gene Kelly e Sara Berner. Direção: George Sidney. Coreografia: Gene Kelly e Stanley Donen. Direção de dança: Jack Donohue. Canção de Sammy Fain e Arthur Freed.

Uma das primeiras grandes sequências a misturar um ator real e um desenho animado. E a química entre Gene Kelly e o rato Jerry funciona super bem.

***

191. ‘SALVE REGINA (HAIL HOLY QUEEN)’, de Mudança de Hábito (1992)
Com Whoopi Goldberg, Kathy Najimy, Andrea Robinson e elenco. Direção: Emile Ardolino. Hino mariano.

Há muito carisma no coro da freirinhas de Mudança de Hábito. A transformação do hino religioso em música pop é construída em degraus e é um resumo perfeito do filme.

Continue lendo »

Sigam-me os bons (no Twitter)

julho 2019
D S T Q Q S S
« jun    
 123456
78910111213
14151617181920
21222324252627
28293031  

Cenas da Vida

Páginas

Estatísticas

  • 1.332.312 hits
Anúncios