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Sete Noivas para Sete Irmaos - 01

A dança-duelo de “Sete Noivas para Sete Irmãos”

ERA UMA VEZ EM HOLLYWOOD – A COLEÇÃO COMPLETA.

DVD sofre com péssimas legendas

. por Renato Félix.

Entre 1929 e 1958, um estúdio de Hollywood desenvolveu uma forma de arte em que se tornou mestre (ou melhor: um celeiro de mestres): o filme musical. Reunindo talentos gigantescos entre atores/ cantores, atores/ dançarinos, compositores, coreógrafos, a Metro-Goldwyn-Mayer construiu um repertório máximo no gênero, autocelebrado no documentário Era uma Vez em Hollywood (1974), que depois teve duas continuações. A trilogia finalmente chegou ao DVD no Brasil, em lançamento pela Classic Line.

Os três filmes seguem basicamente a mesma fórmula, enfileirar trechos antológicos e/ou curiosos dos musicais da Metro. Porém, com particularidades que veremos mais adiante. Continuam uma delícia de ver, mas as legendas da edição tentam muito sabotar esse prazer.

Nas partes 2 e 3, o trabalho assinado pela Studio Mille, cearense como a distribuidora Classic Line, é péssimo. A ponto de parecer ter sido feito grosseiramente no Google Tradutor sem qualquer revisão depois. Não são um ou dois erros, mas dezenas.

Muitas vezes o que se lê está completamente desconectado do que aparece na tela. Gene Kelly mostra um número de Cantando na Chuva em que Cyd Charisse “interpreta uma dessas vamps glamourosas” e a legenda crava “um desses glamourosos vampiros”. Sinatra canta “Old man river” e a legenda traduz como “rio velho” (esquecendo do homem). Alguém diz que Garbo que ficar só e a legenda a transforma em “ele”.

Groucho Marx usa, em Uma Noite na Ópera (1935), a expressão “half Nelson”, que se refere a um golpe de luta, e na legenda: “Ele está meio dormindo e meio Nelson”. É mais de uma vez diz-se que alguém é “cherce”, que nem ganhou tradução (significaria “ótimo”). “Leading man”, que seria o par romântico da atriz, mais de uma vez surge como “condutor”.

E títulos de filmes surgem traduzidos ao pé da letra. Chega a ser engraçado. Salve a Campeã (1953) virou “Perigosa quando Molhada”. Quando as Nuvens Passam (1946) virou “Até as Nuvens Rolam”. Minha Vida É uma Canção (1948) virou “Palavras e música” (e a tradução literal correta do título ainda seria “letra e música”). Bonita e Valente (1950) virou “Annie, pegue sua arma”. Se Você Fosse Sincera (1941) virou “Moça, seja boa”.

Qualquer visita ao IMDb resolve a busca pelos títulos nacionais do filmes. A legenda das partes 2 e 3 nem os deixa no original, nem põe os títulos brasileiros corretos, gerando essa desinformação completa.

Nem a embalagem escapa dos erros. O digipack traz estampadas fotos dos filmes, mas numa delas credita como Gene Kelly uma cena de Sinfonia de Paris (1951), mas com Georges Guétary – sequência que está lá, no volume 2.

É um desleixo que compromete bastante o resultado final desse lançamento, embora os filmes em si continuem sendo um belo resumo para quem gosta dos musicais clássicos.

***

ERA UMA VEZ HOLLYWOOD (1974)
Sem borda - 04 estrelas

O tesouro da Metro

Melodia da Broadway de 1940 - 03

Eleanor Powell e Fred Astaire em “Melodia da Broadway de 1940”: você nunca mais verá algo assim de novo

O primeiro filme, por ser o primeiro, tem o privilégio de contar com as principais cenas, dos principais filmes. Estão nele Gene Kelly debaixo d’água em Cantando na Chuva (1952), Fred Astaire dançando nas paredes e tetos de um quarto em Núpcias Reais (1951), Judy Garland em cenas de O Mágico de Oz (1939), a dança-duelo no celeiro em construção em Sete Noivas para Sete Irmãos (1954).

Cyd Charisse brilha ao lado de Astaire em A Roda da Fortuna (1953). Dois mestres da voz, Sinatra e Bing Crosby surgem juntos em Alta Sociedade (1955). Cenas dos primeiríssimos musicais, Melodia da Broadway (1929) e Hollywood Revue (1929) dão bem a medida de como o gênero evoluiu.

É um momento antológico após o outro. E, na época do lançamento original, sem home vídeo, muitas dessas cenas não eram vistas havia décadas. Em determinado momento, Sinatra apresenta o encontro maravilhoso de dois gênios: Fred Astaire e Eleanor Powell em Melodia da Broadway de 1940 (1940). Ele sentencia: “Eu aposto: você nunca mais verá algo assim de novo”. Ele tinha razão.

Os segmentos são apresentados por astros que fizeram história nos musicais do estúdio, como, além de Sinatra, os próprios Astaire e Kelly, e mais Donald O’Connor, Mickey Rooney e Debbie Reynolds.

Outros nomes que brilharam nos musicais da Metro acabaram preteridos em favor de, por exemplo, Bing Crosby. Uma lenda que fez vários musicais, mas apenas dois na Metro (ele foi uma estrela do cinema, mas na Paramount). E de outros astros importantes, mas não muito afeitos ao gênero como Elizabeth Taylor, Peter Lawford e James Stewart.

Liza Minelli é incluída como apresentadora representando a nova geração do gênero (havia acabado de ganhar o Oscar de melhor atriz por Cabaret, 1972) e também, de certa maneira, representando a mãe, Judy Garland (que havia morrido cinco anos antes).

Alguns dos apresentadores ficaram com um bloco temático. Sinatra mostrou os primeiros musicais. Jimmy Stewart, dos atores dramáticos que tiveram que se aventurar nos musicais (ele próprio teve sua vez). Donald O’Connor apresentou os musicais aquáticos de Esther Williams. Mickey Rooney, os musicais que estrelou em dupla com Judy Garland. E Liza lembrou a mãe.

Num lance bem sacado, os dois maiores astros falaram um do outro. Gene Kelly apresenta o segmento sobre Fred Astaire e Astaire a parte dedicada a Kelly.

O filme tem um tom nostálgico e até um pouco melancólico. Os atores surgem nos cenários do estúdio como a reprodução de uma rua de Nova York, ou uma estação de trem, já desgastadas pelo tempo. No período, os anos 1970, a preferência por filmagens em locação fez com que os cenários de fundo dos estúdios saíssem de moda. Ainda assim, Era uma Vez em Hollywood é apresentado como uma celebração dos 50 anos da Metro e de seus “próximos 50 anos”.

O filme, assim como a parte 2, possui dublagem em português. E uma clássica, de quando filmes assim passavam na TV aberta, com Élcio Romar como Gene Kelly e Isaac Bardavod como Fred Astaire. O detalhe é que, mesmo sendo claramente antiga, a dublagem é assinada como “versão brasileira: Studio Mille”, mesma empresa que assina as legendas.

A única explicação razoável é que a empresa tenha editado a dublagem antiga: usado o som em português nos momentos das apresentações e deixado o som original nas cenas de música, privilegiando o som de melhor qualidade nessas sequências. Mas isso não justifica assinar a versão brasileira do áudio.

Um detalhe resultado disso é que a dublagem “some” em alguns pontos do filme. Devem ter esquecido de sobrepor a voz brasileira algumas vezes em que o apresentador falou durante as cenas dos filmes clássicos.

A legenda, aqui, é bastante boa, ao contrário da dos filmes seguintes – incluindo até os títulos corretos em português. E por que essa diferença? Há um motivo: a legenda do primeiro filme é quase exatamente a mesma disponível na internet (em http://www.opensubtitles.org) para acompanhar o download do filme.

Prova disso é que os mesmos erros permanecem. Bing Crosby e Sinatra cantam “It’s in the stars” e as duas traduções dizem “É em Marte”. “Don’t dig that kind of crooning, chum” (“não me venha com essa de crooner, amigo”) vira em ambas as legendas “Não beba assim, amigo”. Coincidência demais.

***

ISTO TAMBÉM ERA HOLLYWOOD (1976)
Sem borda - 03 estrelas

Cavando mais um pouco

Era uma Vez em Hollywood - Parte 2 - 05

Gene Kelly e Fred Astaire apresentando a parte 2: dois gênios em forma

O segundo filme chamou-se, nos cinemas brasileiros, Isto Também Era Hollywood (1976). A maior parte dos principais números musicais já tinha sido usada, mas ainda havia munição para gastar: Gene Kelly e Cyd Charisse na sensual dança de Cantando na Chuva; Bing Crosby e Louis Armstrong em Alta Sociedade; outra cena incrível de Astaire e Eleanor Powell em Melodia da Broadway de 1940.

Boa parte, como se vê, outras cenas dos mesmos filmes. Nada de errado nisso, o acervo é grande e rico. Ainda assim, o filme (agora dirigido por Gene Kelly) abriu o leque para apresentar também cenas de dramas e comédias da Metro, como os irmãos Marx no camarote minúsculo de Uma Noite na Ópera (1935) ou um segmento dedicado a Spencer Tracy e Katharine Hepburn, que viveram uma longa história de amor e dividiram muitos filmes juntos.

O filme é apresentado, desta vez, apenas por Kelly e  Fred Astaire, que respectivamente aos 63 e 77 anos, dividem aqui raríssimos passos de dança juntos. A única vez em que Astaire e Kelly haviam dançado juntos num filme, valendo pontos, foi em Ziegfeld Follies, de 1945. Um filme de segmentos de dança, sem história propriamente, que reservou uma sequência para os dois (aqui, inclusa na parte 1).

É difícil dizer, daqui de 2018, qual era a percepção da grandiosidade desse encontro em 1945. Com relação ao cinema, Fred já estava na praça havia 13 anos, Gene apenas três. O fato é que, depois disso, a Metro não os colocou juntos nenhuma outra vez, preferindo fazê-los estrelar seus próprios filmes.

Por isso a apresentação com os dois juntos nesta parte 2 têm um sabor especial – e os dois gênios mostram que estavam em forma.

Não há muitos segmentos temáticos, a maior parte das cenas parece surgir sem muita ligação. Há um momento dedicado a Sinatra, outro aos filmes que se passaram em Paris, mais um sobre filmes em preto-e-branco. Boa parte da apresentação de Kelly e Astaire é cantada, com mais estética e brincadeira que informação.

A edição também vem com a dublagem brasileira clássica. E aqui começa o desastre das legendas já mencionado.

***

ERA UMA VEZ EM HOLLYWOOD III (1994)
Sem borda - 04 estrelas

A magia por trás da cortinas

Se Voce Fosse Sincera - 04

Eleanor Powell em “Se Você Fosse Sincera”: enquanto ela sapateia, a equipe se desdobra nos bastidores

18 anos depois, veio Era uma Vez em Hollywood III. Agora na direção estavam Bud Friedgen, que foi montador nos dois anteriores, e Michael J. Sheridan, que é creditado como montador aprendiz no primeiro filme e como assistente no segundo.

A proposta voltou a ser a do primeiro filme: focado só nos musicais e com vários apresentadores. Mas o volume III não fica só no desfile de grandes cenas e se dedica bastante a explorar curiosidades inéditas para o público.

Assim, há várias cenas que foram cortadas dos filmes clássicos, como as que Judy Garland filmou para Bonita e Valente (1950), antes de a atriz ser substituída por Betty Hutton. Ou um número solo de Debbie Reynolds em Cantando na Chuva e outro que era a versão caipira do número glamouroso “A lady loves”, de sua personagem em É Deste que Eu Gosto (1953).

Em outro momento, é revelado que a voz que canta “Two-faced woman” por Joan Crawford em Se Eu Soubesse Amar (1953) é de India Adams e que a gravação que havia sido usada primeiro para dublar um número de Cyd Charisse de A Roda da Fortuna (1953) que acabou cortado. As duas cenas são colocadas lado a lado (com franca vantagem para a cena deletada de Cyd).

Especialmente interessante é o número “Fascinating rhythm”, de Eleanor Powell em Se Você Fosse Sincera (1941). Já tinha aparecido na parte II, mas agora é colocado lado a lado com a filmagem dos bastidores da cena, mostrando o imenso trabalho feito por trás das câmeras para adequar o cenário aos passos do sapateado da genial dançarina.

Ela sapateia para trás, passando por pianistas e cortinas, enquanto blocos do cenário são empurrados por guindastes e pela equipe para dar espaço para a grua se aproximar da dançarina. Um trabalho imenso e milimétrico, tudo em uma tomada contínua. Impressionante.

Fred Astaire aparece refazendo um número inteiro com um figurino diferente em Ver, Gostar e Amar (1952) – colocadas lado a lado, é possível ver nas duas imagens a inacreditável precisão de Astaire na coreografia antes e depois.

Um momento particular da terceira parte é a participação de Lena Horne. A cantora e atriz apresenta sequências sobre ela mesma para dar um depoimento sobre o racismo que enfrentou nos dias em foi contratada pela Metro.

O estúdio nunca a escalava com um bom personagem. Apenas a colocava em participações especiais, cantando, de modo que seu número pudesse ser cortado quando o filme fosse exibido em estados que praticavam a segregação racial e cujas plateias brancas torceriam o nariz ao ver uma negra linda e talentosa brilhando em um dos estúdios mais poderosos de Hollywood.

Dos astros que apresentaram o primeiro Era uma Vez em Hollywood apenas Debbie Reynolds, Mickey Rooney e Gene Kelly reaparecem na mesma função no terceiro, que celebra os 70 anos do estúdio. Dos demais apresentadores, todos também brilharam nos musicais da Metro: além de Lena Horne, Cyd Charisse (que apresenta o segmento sobre Kelly), Ann Miller (a parte sobre Astaire), Esther Williams (sobre si mesma), June Alysson, Howard Keel (um segmento sobre o Cinemascope).

Rooney rende homenagem à sua antiga parceira Judy Garland. E Gene Kelly é encarregado de abrir o filme, mostrando didaticamente a evolução do gênero desde os primeiros filmes sonoros. Ele faz aqui sua última aparição em um filme. Muito apropriado que seja sobre os musicais.

Coleção Era uma Vez em Hollywood. Distribuição: Classic Line.
Era uma Vez em Hollywood. That’s Entertainment!. Estados Unidos, 1974. Direção: Jack Haley Jr. Elenco: Fred Astaire, Gene Kelly, Frank Sinatra, Bing Crosby, Elizabeth Taylor, Donald O’Connor, Mickey Rooney, Liza Minnelli, James Stewart, Peter Lawford.
Isto Também Era Hollywood. That’s Entertainment! – Part 2. Estados Unidos, 1976. Direção: Gene Kelly. Elenco: Fred Astaire, Gene Kelly.
Era uma Vez em Hollywood III. That’s Entertainment! III. Estados Unidos, 1994. Direção: Bud Friedgen, Michael J. Sheridan. Elenco: Gene Kelly, Cyd Charisse, Ann Miller, Mickey Rooney, Lena Horne, Esther Williams, Howard Keel, Debbie Reynolds, June Allyson.

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Coluna Cinemascope (#5). Correio da Paraíba, 19/10/2016.

arizona-nunca-mais

“Arizona Nunca Mais” (1987)

Lista, pra que te quero?

por Renato Félix

O cinema completou 120 anos no fim do ano passado e, por isso, publiquei aqui no CORREIO uma lista que chamo pomposamente de “120 filmes para a humanidade”. É uma lista de longas que tentou resumir essa história. Com sua dose de subjetividade, é claro, mas ainda assim tentando dar espaço aos diretores importantes, movimentos, cinematografias de países-chave, gêneros, etc.

Mas aconteceu o seguinte: como havia um prazo, tive que finalizar a lista sem me dar totalmente por satisfeito com ela. Resolvi que faria em seguida uma revisão para publicar no meu blog. Fiz um listão de uns 300 e tantos filmes e fui cortando. O problema é que cheguei a 126, 127 e não consigo mais cortar para fechar nos 120.

Há muita coisa ótima nesse mundão do cinema. E tentar equilibrar tudo é uma tarefa impossível. Como ter menos que quatro Hitchcocks? Quero colocar um irmãos Coen, mas este seria Arizona Nunca Mais (1987), Fargo (1996) ou O Grande Lebowski (1997)? Vale trocar um Kiarostami por A Separação (2012)? É muito ter três George Stevens, mesmo que um deles, Ritmo Louco (1935), seja mais por causa de Fred Astaire e Ginger Rogers?

Curiosamente, em 2001 fiz uma lista de “100 filmes para a humanidade”, para A União. Não me lembro de, 15 anos mais novo, ter muita dificuldade de fechar aqueles 100. Também é verdade que voltei a essa lista recentemente e muitas vezes pensei: “No que diabos eu estava pensando? Como este filme entrou e aqueles não?”.

Listas nunca serão definitivas – nem mesmo as que a gente mesmo faz. A serventia delas é mesmo levantar as discussões e, através delas, das nossas concordâncias e discordâncias, refletirmos mais sobre o cinema (ou o que quer que seja o tema da lista em questão).

Se eu conseguir fechar os 120, aviso.

FOTO: Arizona Nunca Mais (1987)

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“You like potato, I like ‘potahto’/ You like tomato and I like ‘tomahto’”

George Gershwin notou que Fred Astaire e Ginger Rogers pronunciavam as palavras de maneira diferente. E criou para eles esta obra-prima chamada “Let’s call the whole thing off” para o sétimo dos 10 filmes de Fred e Ginger juntos. E a dupla dança sobre patins!

Vamos Dançar? Shall We Dance. Estados Unidos, 1937. Direção: Mark Sandrich. Elenco: Fred Astaire, Ginger Rogers, Edward Everett Horton.

Cena anterior: Onde Começa o Inferno

35 - "Sonhos de um Sedutor" (1972)

35 – “Sonhos de um Sedutor” (1972)

35 – SONHOS DE UM SEDUTOR (1972), de Herbert Ross

34 - "Tootsie" (1982)

34 – “Tootsie” (1982)

34 – TOOTSIE (1982), de Sydney Pollack

33 - "Aladdin" (1992)

33 – “Aladdin” (1992)

33 – ALADDIN (1992), de John Musker e Ron Clements

32 - "Romeu & Julieta" (1968)

32 – “Romeu & Julieta” (1968)

32 – ROMEU E JULIETA (1968), de Franco Zefirelli

31 - "Jules e Jim - Uma Mulher para Dois" (1961)

31 – “Jules e Jim – Uma Mulher para Dois” (1961)

31 – JULES E JIM –  UMA MULHER PARA DOIS (1961), de François Truffaut

30 - "Bonnie & Clyde - Uma Rajada de Balas" (1967)

30 – “Bonnie & Clyde – Uma Rajada de Balas” (1967)

30 – BONNIE & CLYDE –  UMA RAJADA DE BALAS (1967), de Arthur Penn

29 - "Desencanto" (1945)

29 – “Desencanto” (1945)

29 – DESENCANTO (1945), de David Lean

28 - "Sabrina" (1954)

28 – “Sabrina” (1954)

28 – SABRINA (1954), de Billy Wilder

27 - "O Fabuloso Destino de Amélie Poulain" (2001)

27 – “O Fabuloso Destino de Amélie Poulain” (2001)

27 – O FABULOSO DESTINO DE AMÉLIE POULAIN (2001), de Jean-Pierre Jeunet

26 - "Ritmo Louco" (1935)

26 – “Ritmo Louco” (1935)

26 – RITMO LOUCO (1935), de George Stevens

25 - "Forrest Gump, o Contador de Histórias" (1994)

25 – “Forrest Gump, o Contador de Histórias” (1994)

25 – FORREST GUMP, O CONTADOR DE HISTÓRIAS (1994), de Robert Zemeckis

24 - "A Felicidade Não Se Compra" (1946)

24 – “A Felicidade Não Se Compra” (1946)

24 – A FELICIDADE NÃO SE COMPRA (1946), de Frank Capra

23 - "A Dama e o Vagabundo" (1955)

23 – “A Dama e o Vagabundo” (1955)

23 – A DAMA E O VAGABUNDO (1955), de Clyde Geronimi, Wifred Jackson e Hamilton Luske

22 - "Todas as Mulheres do Mundo" (1967)

22 – “Todas as Mulheres do Mundo” (1967)

22 – TODAS AS MULHERES DO MUNDO (1967), de Domingos Oliveira

21 - "Se Meu Apartamento Falasse" (1960)

21 – “Se Meu Apartamento Falasse” (1960)

21 – SE MEU APARTAMENTO FALASSE (1960), de Billy Wilder

20 - "Antes do Amanhecer" (1994)

20 – “Antes do Amanhecer” (1994)

20 – ANTES DO AMANHECER (1994), de Richard Linklater

19 - "Cupido É Moleque Teimoso" (1937)

19 – “Cupido É Moleque Teimoso” (1937)

19 – CUPIDO É MOLEQUE TEIMOSO (1937), de Leo McCarey

18 - "Aconteceu Naquela Noite" (1934)

18 – “Aconteceu Naquela Noite” (1934)

18 – ACONTECEU NAQUELA NOITE (1934), de Frank Capra

16 - "Quatro Casamentos e um Funeral" (1994)

17 – “Quatro Casamentos e um Funeral” (1994)

17 – QUATRO CASAMENTOS E UM FUNERAL (1994), de Mike Newell

16 - "A Bela e a Fera" (1991)

16 – “A Bela e a Fera” (1991)

16 – A BELA E A FERA (1991), de Gary Trousdale e Kirk Wise

15 - "Amor, Sublime Amor" (1961)

15 – “Amor, Sublime Amor” (1961)

15 – AMOR, SUBLIME AMOR (1961), de Robert Wise e Jerome Robbins

14 - "Quem Quer Ser um MIlionário?" (2008)

14 – “Quem Quer Ser um Milionário?” (2008)

14 – QUEM QUER SER UM MILIONÁRIO? (2008), de Danny Boyle

13 - "...E o Vento Levou" (1939)

13 – “…E o Vento Levou” (1939)

13 – …E O VENTO LEVOU (1939), de Victor Fleming

12 - "Muito Barulho por Nada" (1993)

12 – “Muito Barulho por Nada” (1993)

12 – MUITO BARULHO POR NADA (1993), de Kenneth Branagh

11 - "Manhattan" (1979)

11 – “Manhattan” (1979)

11 – MANHATTAN (1979), de Woody Allen

10 - "Bonequinha de Luxo" (1961)

10 – “Bonequinha de Luxo” (1961)

10 – BONEQUINHA DE LUXO (1961), de Blake Edwards

9 - "Wall-E" (2008)

9 – “Wall-E” (2008)

9 – WALL-E (2008), de Andrew Stanton

8 - "O Feitiço de Áquila" (1985)

8 – “O Feitiço de Áquila” (1985)

8 – O FEITIÇO DE ÁQUILA (1985), de Richard Donner

7 - "Depois do Vendaval" (1952)

7 – “Depois do Vendaval” (1952)

7 – DEPOIS DO VENDAVAL (1952), de John Ford

6 - "Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças" (2004)

6 – “Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças” (2004)

6 – BRILHO ETERNO DE UMA MENTE SEM LEBRANÇAS (2004), de Michel Gondry

5 - "Luzes da Cidade" (1931)

5 – “Luzes da Cidade” (1931)

5 – LUZES DA CIDADE (1931), de Charles Chaplin

4 - "Harry e Sally, Feitos um para o Outro" (1989)

4 – “Harry e Sally, Feitos um para o Outro” (1989)

4 – HARRY E SALLY, FEITOS UM PARA O OUTRO (1989), de Rob Reiner

3 - "Noivo Neurótico, Noiva Nervosa" (1977)

3 – “Noivo Neurótico, Noiva Nervosa” (1977)

3 – NOIVO NEURÓTICO, NOIVA NERVOSA (1977), de Woody Allen

2 - "A Princesa e o Plebeu" (1953)

2 – “A Princesa e o Plebeu” (1953)

2 – A PRINCESA E O PLEBEU (1953), de William Wyler

1 - "Casablanca" (1942)

1 – “Casablanca” (1942)

1 – CASABLANCA (1942), de Michael Curtiz

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