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A maravilhosa Diane Keaton ganhou em 2005 o prêmio de melhor atriz em comédia ou musical por Alguém Tem que Ceder. Em seu discurso, agradeceu à diretora-roteirista Nancy Meyers por fazer um filme em que o amor é possível em qualquer idade e ao seu parceiro em cena, Jack Nicholson. “Alguém Tem que Ceder, uma comédia-romântica estrelado Jack (risos) e Diane. Duas pessoas cujas idades combinadas dá 125!”

Bônus: em 2014, o Globo de Ouro homenageou Woody Allen pelo conjunto da obra. Ele, claro, não foi, mas mandou Diane Keaton para agradecer por ele. Foi lindo. Não encontrei vídeos desse momento, mas está relatado aqui.

Em 2013, Jodie Foster foi agraciada com o Prêmio Cecil B. DeMille pelo conjunto da obra. E bruindou o público com um discurso vibrante, emocionante e confessional. A homenagem (incluindo as cenas dos filmes de Jodie desde menina) e o discurso estão no vídeo e o discurso traduzido está neste outro post do Boulevard.

O apresentador anuncia a vencedora como melhor atriz em série/ drama e… a vencedora está no banheiro. Cena de comédia absurda de algum filme de Mel Brooks? Pois aconteceu mesmo com Christine Lahti, que venceu por Chicago Hope em 1998. Robin Williams irrompeu no palco e fez um stand up comedy até Christine chegar – muito ofegante e sem controlar o riso.

Vencendo Susan Sarandon, Meryl Streep e Emma Thompson, Sharon Stone levou o Globo de Ouro de melhor atriz/ drama por Cassino em 1997. Sem fala, ela acabou sendo supersincera: “Ok, é um milagre”.

Parece incrível, mas Madonna tem um prêmio de melhor atriz em sua estante. Foi o Globo de Ouro na categoria comédia ou musical por Evita em 1997. R não foi falta de concorrência: ela derrubou Glenn Clone (101 Dálmatas), Frances McDormand (Fargo, que ganhou o Oscar depois), Debbie Reynolds (Mãe É Mãe) e Barbra Streisand (O Espelho Tem Duas Faces).

A querida Emma Thompson ganhou o Globo de Ouro de melhor roteiro em 1996, por Razão e Sensibilidade. No palco, Emma diz que pensou em como Jane Austen reagiria àquilo – e, com toda sua verve, leu um agradecimento como se tivesse sido escrito por Jane!

Amanhã (domingo) tem mais uma cerimônia de entrega dos Globos de Ouro. O blog vai lembrar aqui alguns dos momentos memoráveis da cerimônia (alguns listados pelo IMDB).

Para começar, Ving Rhames ganhando em 1998 como melhor ator de minissérie ou telefilme pelo papel-título de Don King – Only in America. Para começar, para quem é acostumado com o homenzarrão de Pulp Fiction e dos filmes de Missão Impossível vai vê-lo chorando como um bebê a caminho do palco. E, lá, ele convoca ao palco a lenda viva Jack Lemmon (que concorria por Doze Homens e uma Sentença e foi derrotado por Rhames). Aplaudido de pé, Lemmon é surpreendido quando Rhames resolver dar para ele o Globo de Ouro que acabava de ter ganho! Surpresas, risadas, choro na plateia e um Jack Lemmon sem ação. “Esse é um dos momentos mais maravilhosos, legais e doces que já tive na vida”.

Agora nossa lista vai ás atrizes que concorrem ao Globo de Ouro de atriz em musicais ou comédias. Uma separação que já contei no post anterior porque me desagrada, mas enfim.

Globo de Ouro - atriz comédia

ATRIZ/ MUSICAL OU COMÉDIA: Amy Adams (Grandes Olhos); Emily Blunt (Caminhos da Floresta); Julianne Moore (Mapa para as Estrelas); Helen Mirren (A 100 Passos de um Sonho); Quvenzhané Wallis (Annie).

Amy Adams é Margaret Keane em Grandes Olhos, baseada em uma personagem real, a artista plástica americana cujos trabalhos (pinturas de mulheres e crianças marcados pelos grandes olhos) começaram a ganhar notabilidade nos anos 1960, mas sob a assinatura do marido dela, Walter (vivido por Christoph Waltz), um caso que foi parar nos tribunais. Amy é a atual vencedora da categoria, por Trapaça. Fora isso, já concorreu outras quatro vezes. Grandes Olhos, que é dirigido por Tim Burton, estreia no Brasil dia 29.

Emily Blunt faz a mulher do padeiro em Caminhos da Floresta. O casal é o protagonista do filme, amaldiçoados pela bruxa vivida por Meryl Streep e obrigado a percorrer os contos-de-fadas no musical com canções de Stephen Sondheim. Emily ganhou um Globo de Ouro em 2007, como atriz coadjuvante em série, minissérie ou telefilme, por A Filha de Gideon. Concorreu outras quatro vezes. O filme estreia no Brasil dia 29.

Julianne Moore, que concorre também em melhor atriz/ drama, aqui está no páreo por Mapa para as Estrelas, de David Cronenberg. No papel de Havana, uma atriz de Hollywood em decadência e em crise, que deseja interpretar o papel mais famoso de sua mãe em um remake. Pelo papel, Julianne foi eleita a melhor atriz do último Festival de Cannes. Estas são suas 8ª e 9ª indicações individuais ao Globo de Ouro – ela só ganhou um, o de melhor atriz em minissérie ou telefilme por Virada no Jogo (2012). Mapa para as Estrelas tem estreia marcada no Brasil só para 26 de fevereiro.

Helen Mirren concorre como a Madame Mellory de A 100 Passos de Um Sonho, dona de um restaurante na riviera francesa que resolve ajudar o filho de um rival indiano em que nota o talento para cozinhar. É simplesmente a 13ª indicação da grande atriz inglesa ao Globo, e ela já venceu em 1997, como melhor atriz de minissérie ou telefilme por Losing Chase, e duas vezes em 2007: melhor atriz/ drama por A Rainha e melhor atriz em minissérie ou telefilme por Elizabeth IA 100 Passos de um Sonho já foi exibido nos cinemas (aqui em João Pessoa, bem mal exibido, aliás, em poucas sessões e horários péssimos).

E Quvenzhané Wallis, indicada pelo papel-título de Annie, a refilmagem do musical de 1982, por sua vez baseado na tira de quadrinhos Little Orphan Annie, publicada durante incríveis 86 anos (de 1924 a 2010). A pequena atriz tem hoje 11 anos e esta é sua primeira indicação ao Globo de Ouro (mas ela já tem no currículo uma indicação ao Oscar por Indomável Sonhadora, em 2013). Annie tem previsão de estreia no Brasil para 12 de fevereiro.

Vamos às atrizes que concorrem ao Globo de Ouro. Todas as cinco indicadas como atriz/ drama também concorrem a melhor atriz no Screen Actors Guild Awards (um poderoso termômetro do Oscar). Não há nenhuma grande vencedora entre as indicadas – só Reese Witherspoon já ganhou uma vez por interpretação em um filme. E curiosamente quatro das cinco indicadas estão em produções que não concorrem a melhor filme.

Globo de Ouro - atriz drama

ATRIZ/ DRAMA: Jennifer Aniston (Cake); Julianne Moore (Para Sempre Alice); Rosamund Pike (Garota Exemplar); Reese Witherspoon (Livre); Felicity Jones (A Teoria de Tudo).

Jennifer Aniston finalmente sai de sua zona de conforto na comédia e ganhou elogios pelo papel de Claire Simmons,  que fica impressionada com o suicídio de uma mulher do seu grupo de terapia. Ela escarafuncha os motivos da morte e começa um relacionamento mordaz com o marido da falecida – e ainda precisa lidar com aparições da morta. Ela não usa maquiagem no filme, a não ser para a cicatriz falsa e está indicada também ao Screen Actors Guild Awards. Ela ganhou o Globo de Ouro na área de TV como melhor atriz de série (musical ou comédia) por Friends, em 2003.

Julianne Moore é a personagem título de Para Sempre Alice: um professora de linguística, feliz com sua família, que começa a ter esquecimentos e descobre que está com o Mal de Alzheimer. Julianne tirou um mês de folga de Jogos Vorazes – A Esperança: Parte 1 para trabalhar neste filme, que teve 23 dias de filmagem, com as cenas em ordem cronológica. Julianne Moore também está indicada a melhor atriz/ musical ou comédia por Mapa das Estrelas. São suas 8ª e 9ª indicações individuais ao Globo de Ouro – ela só ganhou um, o de melhor atriz em minissérie ou telefilme por Virada no Jogo (2012). Por Para Sempre Alice, Julianne foi eleita melhor atriz no National Board of Review e está indicada ao SAG.

Rosamund Pike concorre como Amy, a esposa desaparecida e a quem vamos conhecendo aos poucos em Garota Exemplar, o filme de David Fincher que não foi indicado a melhor filme, no que se tornou a maior bola fora deste Globo de Ouro. A atriz londrina tem uma interpretação aclamada, digna de uma virada na carreira que até agora havia pouco mais que explorado sua beleza glacial. Ela intepreta a personagem em fases diferentes da vida e ganhou e perdeu peso para isso. É a primeira indicação ao Globo de Ouro, e também concorre ao SAG. O filme esteve em cartaz no Brasil em outubro.

Reese Witherspoon está indicada por Livre, como Cheryl Strayed, que, em 1994, decide trilhar a Pacific Crast Trail (que tem, no total, mais de 4 mil quilômetros através da costa oeste do Canadá e dos EUA) como um meio de se recuperar das tragédias e desvios de sua vida. Curiosamente, a atriz é a produtora de Garota Exemplar e ia interpretar o papel principal, mas foi convencida pelo diretor a declinar. E desistiu de Grande Olhos, que deu uma indicação a Amy Adams em comédia ou musical. Acabou indicada por Livre. Ela é outra indicada também ao SAG e chega à quarta indicação ao Globo de Ouro – ganhou como melhor atriz/ musical ou comédia por Johnny & June (2005). O filme estreia no Brasil em 15 de janeiro.

E Felicity Jones concorre como Jane, esposa do físico Stephen Hawking, em A Teoria de Tudo. É a primeira indicação da atriz inglesa, que fecha as concorrentes também do Screen Actors Guild. Felicity foi a primeira escolha do diretor para o papel da mulher que dá suporte a Hawking, enquanto seu corpo deteriora. O filme estreia no Brasil em 22 de janeiro.

A coisa com a que mais discordo no Globo de Ouro é essa separação entre “drama” e “musical ou comédia”. A separação em “drama” e “comédia” por si só pode ter o pretexto de dar mais visibilidade à comédia, sempre preterida pelo drama nessa premiações (por exemplo, sabe qual foi a última comédia a ganhar o Oscar de melhor filme? E o melhor ator em uma comédia? E a melhor atriz? Pensa aí).

Porém, o que essa separação realmente faz é criar um gueto para a comédia. Repare como o “grande vencedor” do Globo é sempre o que ganha na categoria “drama”. A comédia fica sendo como uma segunda divisão, menos importante.

Pior é colocar “musical ou comédia”. Por que os musicais deveriam concorrer com as comédias? Se há uma sepração entre “drama” e “comédia”, por que Os Miseráveis, um musical dramático, deve disputar um prêmio de melhor filme com Moonrise Kingdom, uma comédia? O resultado: Os Miseráveis ganhou, fazendo com que dois dramas (e nenhuma comédia) tenham sido premiados como melhor filme no Globo de Ouro do ano passado.

O que mostra, de novo, que a comédia é desprezada.

Isto posto, vamos conhecer os cinco indicados a melhor filme/ musical ou comédia no Globo de Ouro 2015 (lista completa no IMDb):

Globo de Ouro - filme comédia

FILME/ MUSICAL OU COMÉDIA: Birdman; O Grande Hotel Budapeste; Um Santo Vizinho; Caminhos da Floresta; Pride.

Birdman, do espanhol Alejandro González-Iñarritú, tem Michael Keaton como um ator famoso por interpretar um super-herói e desistiu de voltar para um quarto filme para se reinventar dirigindo uma peça na Broadway. O filme gira em torno da acidentada noite de estreia, onde ele deve lidar com seu passado, sua filha, um ator difícil, um crítico do New York Times. O filme tira proveito da metalinguagem, afinal todo mundo lembra que Michael Keaton foi o Batman nos dois filmes de Tim Burton em 1989 e 1992 e sua carreira não demorou a desandar depois disso. Indicado também a melhor direção, ator/ musical ou comédia (Keaton), ator coadjuvante (Edward Norton), atriz coadjuvante (Emma Watson), roteiro (Iñarrituú, Nicolás Giacobone, Alexander Dinelaris e Armando Bo) e trilha sonora original (Antonio Sanchez). Estreia no Brasil: 22 de janeiro.

O Grande Hotel Budapeste é a nova joia de Wes Anderson. O filme se passa numa Europa imaginária, em um hotel no entre-guerras, onde o conciérge (Ralph Fiennes) e seu novo boy (Tony Revolori) se veem às voltas com uma pintura renascentista roubada e a fortuna de uma família em jogo. Tem todas as qualidades dos melhores filmes de Anderson: seus planos muito particulares e simetricamente rigorosos, aquela mistura de comédia maluca e atmosfera de contos-de-fadas e um elenco impressionante (Willem Dafoe, Saoirse Ronan, Harvey Keitel, Edward Norton, Jude Lawm Bill Murray, Tilda Swinton, Léa Seydoux…). Indicado também a direção, ator/ musical ou comédia (Fiennes) e roteiro (Anderson). Estreou no Brasil em julho, mas vergonhosamente para os exibidores locais não entrou em cartaz em João Pessoa.

Um Santo Vizinho é a estreia na direção de longas de Theorore Melfi, com Bill Murray no papel principal. Fala da amizade de um garoto de 12 anos cujos pais acabaram de se separar com o vizinho do lado: um misantropo e hedonista veterano da Guerra do Vietnã. O elenco ainda tem Melissa McCarthy, Naomi Watts e Rafinha Bastos. Ok, não é o Rafinha Bastos, mas o padre-professor do trailer parece muito com ele! Indicado também a ator/ musical ou comédia. Estreia no Brasil prevista só para 5 de fevereiro.

Caminhos da Floresta é de Rob Marshall (de Chicago, 2003), baseado no musical de Stephen Sondheim, que estreou na Broadway em 1987. Um padeiro e sua esposa, sem filhos e amaldiçoados por uma bruxa, precisam procurar ítens mágicos dos contos-de-fadas. E aí encontram Cinderela, Chapeuzinho Vermelho, Rapunzel, João (do pé de feijão) e outros dos irmãos Grimm. Meryl Streep é a bruxa, Emily Blunt é a esposa do padeiro, Anna Kendrick é Cinderela, Johnny Depp é o Lobo Mau.  Indicado também a atriz/ musical ou comédia (Emily) e atriz coadjuvante (Meryl). Estreia no Brasil em 29 de janeiro.

Pride, de Matthew Warchus. A história de um grupo de ativistas gays que apoiam os mineiros na greve em que enfrentaram o governo de Margaret Thatcher na Inglaterra de 1984 – com os mineiros ficando bem relutantes em receber tal apoio. Bill Nighy e Imelda Staunton estão no elenco. Ainda sem estreia prevista no Brasil.

Quando saem as indicações ao Globo de Ouro, grande parte dos filmes mal estreou nos EUA e não chegou por aqui. Então, não basta conferir a lista, é preciso saber um pouco sobre os filmes.

Em todo caso, a lista completa está aqui no IMDb.

Globo de Ouro - filme drama

Indicados a FILME/ DRAMA: Boyhood Da Infância à Juventude; Selma; O Jogo da Imitação; Foxcatcher Uma História que Chocou o Mundo; A Teoria de Tudo.

Boyhood – Da Infância à Juventude, de Richard Linklater, é uma experiência fílmica: os atores foram filmados ao longo de 11 anos para retratar para valer a passagem do tempo. Anna dos 6 aos 18 (1994), de Nikita Mikhalkov, já havia feito isso como documentário, e Truffaut contou história de Antoine Doinel em quatro longas e um curta, de Os Incompreendidos (1959) a O Amor em Fuga (1979), sempre com Jean-Pierre Léaud. Mas em um filme só e ficcional, com essa repercussão, é inédito. Mas o melhor é que parece que o filme vai bem além da mera experiência. Indicado também a direção, ator coadjuvante (Ethan Hawke), atriz coadjuvante (Patricia Arquette) e roteiro (Linklater). O filme está em cartaz no Brasil desde 30 de outubro (em João Pessoa? E eu, uma pedra).

Selma, de Ava DuVernay, não é referência a um nome de mulher, mas à cidade do Alabama onde Martin Luther King liderou três marchas importantes na luta pelos direitos humanos, em 1965, enfrentando intimidação e repressão policial. O filme de Ava conta essa história. Indicado também a melhor direção, ator/ drama (David Oyelowo) e canção original (“Glory”, de John Legend e Common). Estreia no Brasil: 25 de janeiro.

O Jogo da Imitação, do norueguês Morten Tyldum, é uma produção anglo-americana estrelada por Benedict Cumberbatch (superqueridinho da cultura pop atual, indo da excelente série Sherlock ao mais recente Star Trek e à voz do dragão Smaug nos dois últimos O Hobbit). Ele interpreta Alan Turing, matemático que ajudou a decifrar códigos de comunicação dos nazistas numa corrida contra o tempo na II Guerra Mundial. E ainda tem a história de que ele era homossexual em um tempo em que ainda dava cadeia na Grã-Bretanha. É baseado em uma história real. Indicado também a melhor ator, atriz coadjuvante (Keira Knightley), roteiro (Graham Moore) e trilha sonora (Alexandre Desplat). Estreia no Brasil: 29 de janeiro.

Foxcatcher – Uma História que Chocou o Mundo é de Bennet Miller, diretor de Capote (2005) e O Homem que Mudou o Jogo (2011). A tal história que chocou o mundo, desse subtítulo nacional sensacionalista, é a de um milionário, John DuPont (Steve Carrell), resolvendo bancar Mark Schultz (Channing Tatum) de luta greco-romana (fazendo-o entrar para sua equipe, a Foxcatcher) na preparação para as Olimpíadas de Seul, em 1988. Ele e seu irmão e treinador Dave (Mark Ruffalo), uma lenda do esporte, se mudam para uma propriedade do milionário, que é paranoico-esquzofrênico e vai levar essa relação a rumos inesperados. Outro filme com história real. Miller ganhou o prêmio de melhor direção no Festival de Cannes. Indicado também a melhor ator/ drama (Carrell), ator coadjuvante (Ruffalo). Estreia no Brasil em 29 de janeiro.

E A Teoria de Tudo, de James Marsh, tem Eddie Redmayne (de Sete Dias com Marilyn e Os Miseráveis) como Stephen Hawking, físico e cosmólogo, um dos mais célebres cientistas do nosso tempo, que convive há anos com a esclerose lateral amiotrófica. O filme é sua cinebiografia. Está indicado também a ator/ drama, atriz/ drama (Felicity Jones) e trilha sonora (Yohan Yohanson). Estréia no Brasil: 22 de janeiro.

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