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180. ‘YOU’RE AWFUL’, de Um Dia em Nova York  (1949)
Com Frank Sinatra e Betty Garrett. Direção: Gene Kelly e Stanley Donen. Canção de Roger Edens, Adolph Green e Betty Comden.

Você viu no número 198 dessa lista, a taxista Betty Garrett dando em cima do marinheiro Sinatra e ele fingindo que não estava entendendo. Aqui, ela ainda banca a motorista pra ele, que só quer saber de fazer turismo. Mas finalmente, no alto do Empire State, ele se dá conta e faz uma declaração de amor cheia de humor dizendo que ela é terrível — terrivelmente boa de se olhar, e por aí vai.

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179. ‘GOOD MORNING, STARSHINE’, de Hair (1979)
Com Beverly d’Angelo, Treat Williams, Don Dacus, Dorsey Wright, Annie Golden e Cheryl Barnes. Direção: Milos Forman. Canção de Galt MacDermot, Gerome Ragni e James Rado.

O companheirismo e o vento nos cabelos. A caminho de visitar o amigo que está no quartel à espera de ser mandado para o Vietnã, o grupo de hippies canta na estrada para a luz do sol e a Terra. Milos Forman começa o número com closes em todos os personagens, deixando Beverly d’Angelo, que canta a canção, por último. E que plano final! Detalhe também para a esposa de um deles, ali a contragosto, mas que começa a cantar, simbolizando que começa a aceitar aquela filosofia de vida.

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178. ‘ON MY OWN’, de Os Miseráveis (2012)
Com Samantha Barks. Direção: Tom Hooper. Canção de Herbert Kretzmer, Claude-Michel Schönberg e Alain Boublil.

Eponine cai em si, debaixo d’água: o alvo de sua paixão ama outra. O mundo dela vai mudar para sempre, mas o dele vai continuar. Samantha Barks vem da versão do palco e explora bem o fato de que os vocais foram gravados ao vivo, na filmagem.

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177. ‘MONEY, MONEY’, de Cabaret (1972)
Com Liza Minelli e Joel Grey. Direção: Bob Fosse. Canção de John Kander e Fred Ebb.

Os números no palco, no filme, são comentários da trama. E aqui, Liza e Grey fazem um jocoso canto à grana, que faz o mundo girar.

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176. ‘HERE’S TO LOVE’, de Abaixo o Amor (2003)
Com Ewan McGregor e Renée Zellweger. Direção: Peyton Reed. Canção de Marc Shaiman e Scott Wittman.

Um filme feito como se tivesse sido produzido nos anos 1960 termina com um número musical cheio de graça, como se tivesse sido feito para a TV — se no começo é “abaixo o amor”, agora é “um brinde ao amor”. A produção do filme aproveitou bem o fato de que era estrelado pelo astro de Moulin Rouge e a estrela de Chicago.

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175. ‘CAMELOT SONG (KNIGHTS OF ROUND TABLE)’, de Monty Python em Busca do Cálice Sagrado (1975)
Com Graham Chapman, Eric Idle, John Cleese, Michael Palin, Terry Jones e Terry Gilliam. Direção: Terry Gilliam e Terry Jones. Canção de Graham Chapman, John Cleese e Neil Innes.

Nos anos 1960, Camelot fez sucesso no teatro musical. O Monty Python não deixou passar, na sua versão nonsense da lenda do Rei Arthur. O número é uma farra, com seus cavaleiros “infatigáveis” e que “imitam Clark Gable”. Destaque para o solitário preso à parede, na masmorra, entrando no clima deste “silly place”.

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174. ‘TAKING A CHANCE OF LOVE’, de Uma Cabana no Céu (1943)
Com Ethel Waters, Eddie “Rochester” Anderson e Bill Bailey. Direção: Vincente Minnelli, Busby Berkeley. Canção de Vernon Duke e John La Touche.

A maravilhosa Ethel Waters foi uma grande dama do blues e do jazz, a segunda negra a ser indicada ao Oscar, a primeira a ter seu próprio show de TV e primeira a ser indicada ao Emmy. Foi vítima do racismo em Hollywood, que relegava os negros a pequenos papeis em grandes filmes ou, na melhor das hipóteses, bons papeis em filmes de elenco negro. Aqui, dirigida pelo genial Minnelli, ela mostra seu carisma ao lado do comediante Rochester Anderson. E, se você olhar bem, vai ver Bill Bailey fazendo um moonwalk, 40 anos antes de Michael Jackson.

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173. ‘FASCINATING RHYTHM’, de Se Você Fosse Sincera (1941)
Com Eleanor Powell. Direção: Norman Z. McLeod, Busby Berkeley. Canção de George Gershwin e Ira Gershwin.

Eleanor Powell pode muito bem ser a melhor dançarina de todos os tempos no cinema. Foi estrela de primeira grandeza na Metro dos anos 1930 e 1940. Neste número, a perícia dela e da equipe: ela sapateia para trás, a câmera acompanha, cortinas se abrem revelando um pianista, depois outro. Olho no relógio: São 2 minutos e 50 segundos de dança ininterrupta, coreografia complexa, até vir o primeiro corte. Veja aqui, nesse cena de bastidor, que deu um trabalhinho…

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172. ‘HISTÓRIA DE UMA GATA’, de Os Saltimbancos Trapalhões (1981)
Com Lucinha Lins e os Trapalhões. Direção: J.B. Tanko. Canção de Chico Buarque, Sergio Bardotti e Luis Bacalov.

O filme meio que sabota o número, cortando no meio para mostrar uma cena longe dali, deixando de fora uma estrofe inteira da música. Mas quem resiste ao charme de Lucinha, à anarquia dos Trapalhões, à graça da canção? É uma memória afetiva tão forte na vida de tanta gente.

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171. ‘FIT AS A FIDDLE’, de Cantando na Chuva (1952)
Com Gene Kelly e Donald O’Connor. Direção: Gene Kelly e Stanley Donen. Canção de Arthur Freed, Al Hoffman e Al Goodhart.

Originalmente de um musical dos palcos de 1932, é o primeiro número musical de Cantando na Chuva (descontando a rápida sequência pré-créditos): uma memória dos personagens de Kelly e O’Connor em um número bem-humorado de vaudeville, os dois cheios de vontade, no começo de carreira. Mas olha como a plateia no filme é exigente!

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Depois de uma parada, nossa eleição dos Melhores do Ano 2017 entra na reta final. Faltam avaliações das estreias de setembrom, outubro, novembro e dezembro. E, até agora, a classificação parcial mostra Paterson, de Jim Jarmusch, liderando, com média de vencedor e boa dianteira sobre os demais filmes (0,286 de diferença para o segundo colocado).

Confira na foto o top 10 e, em seguida, os 25 primeiros e suas médias:

Top 10 - 2018.05.30

Paterson – 4,571
Manchester à Beira-Mar – 4,285
Além das Palavras – 4,25
Corra! – 4,23
La La Land – Cantando Estações – 4,2

Dunkirk – 4,142
Logan – 4,142
Eu, Daniel Blake – 4,142
Moonlight – Sob a Luz do Luar – 4,117
O Apartamento – 4,076

Silêncio – 4
Bingo, o Rei das Manhãs – 4
Como Nossos Pais – 4
Divinas Divas – 4
Eu Não Sou Seu Negro – 4

A Qualquer Custo – 3,909
Estrelas Além do Tempo – 3,823
Em Ritmo de Fuga – 3,8
Animais Noturnos – 3,687
Moana – Um Mar de Aventuras – 3,615

Um Limite entre Nós – 3,6
Mulher-Maravilha – 3,5
Planeta dos Macacos – A Guerra – 3,5
Atômica – 3,5
Lion – Uma Jornada para Casa – 3,416

Neste momento, os piores filmes do ano (entre aqueles que atingiram o quórum mínimo de seis votos) são Cinquenta Tons Mais Escuros (média 2), Passageiros (média 2,142), Assassin’s Creed e Alien – Covenant (ambos com média 2,166).

A votação continua liberada: deixe suas notas de 0 a 5 nos filmes que você viu. Há três locais para votar, sempre deixando as notas nos comentários correspondentes:

– Acesse a página da votação aqui mesmo no blog.

– Acesse o álbum de fotos na minha página no Facebook. Há uma foto para cada mês.

– Ou acesse o álbum de fotos na página do Boulevard do Crepúsculo no Facebook. Também há uma foto para cada mês.

Começou nossa 12ª eleição do melhores do ano nos cinemas pessoenses. Votantes do mundo todo podem participar. A cada…

Posted by Boulevard do Crepúsculo on Tuesday, November 7, 2017

Para mais detalhes, consulte o regulamento.

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‘…E o Vento Levou’: ainda o número 1

Andou aparecendo no Facebook uma lista dos 99 filmes “mais populares de todos os tempos”, segundo uma rede social para fãs de filmes. Dela veio um teste do tipo “quantos você viu”.

Como chegaram ao resultado, não faço a menor ideia: 51 dos 99 são filmes de 2014 para cá; o mais antigo é 2001, de 1968. Procurei o critério, não encontrei.

Um critério mais razoável, embora não infalível, é medir a bilheteria. Mas desde que seja ajustada pela inflação, ou só vão ficar filmes recentes com ingressos de shopping e inflados por sessões em 3D.

O Box Office Mojo faz essa atualização constante. E o resultado dos 100 mais (em 19 de abril de 2018) está a seguir.

Quantos você viu? Eu vi 95.

  1. …E o Vento Levou (1939)
  2. Guerra nas Estrelas (1977)
  3. A Noviça Rebelde (1965)
  4. E.T., o Extraterrestre (1982)
  5. Titanic (1997)
  6. Os Dez Mandamentos (1956)
  7. Tubarão (1975)
  8. Doutor Jivago (1965)
  9. O Exorcista (1973)
  10. Branca de Neve e os Sete Anões (1937)
  11. Star Wars – O Despertar da Força (2015)
  12. 101 Dálmatas (1961)
  13. O Império Contra-Ataca (1980)
  14. Ben-Hur (1959)
  15. Avatar (2009)
  16. O Retorno de Jedi (1983)
  17. Jurassic Park – Parque dos Dinossauros (1993)
  18. Star Wars – Episódio I: A Ameaça Fantasma (1999)
  19. O Rei Leão (1994)
  20. Golpe de Mestre (1973)
  21. Os Caçadores da Arca Perdida (1981)
  22. A Primeira Noite de um Homem (1967)
  23. Fantasia (1940)
  24. Jurassic World (2015)
  25. O Poderoso Chefão (1972)
  26. Forrest Gump, o Contador de Histórias (1994)
  27. Mary Poppins (1964)
  28. Grease – Nos Tempos da Brilhantina (1978)
  29. Os Vingadores – The Avengers (2012)
  30. 007 contra a Chantagem Atômica (1965)
  31. Batman, o Cavaleiro das Trevas (2008)
  32. Mogli, o Menino-Lobo (1967)
  33. Pantera Negra (2018)
  34. A Bela Adormecida (1959)
  35. Os Caça-Fantasmas (1984)
  36. Shrek 2 (2004)
  37. Butch Cassidy (1969)
  38. Love Story (1970)
  39. Homem-Aranha (2002)
  40. Independence Day (1996)
  41. Esqueceram de Mim (1990)
  42. Star Wars – Os Últimos Jedi (2017)
  43. Pinóquio (1940)
  44. Cleópatra (1963)
  45. Um Tira da Pesada (1984)
  46. 007 contra Goldfinger (1964)
  47. Aeroporto (1970)
  48. Loucuras de Verão (1973)
  49. O Manto Sagrado (1953)
  50. Piratas do Caribe – O Baú da Morte (2006)
  51. A Volta ao Mundo em 80 Dias (1956)
  52. Bambi (1942)
  53. Banzé no Oeste (1974)
  54. Batman (1989)
  55. Os Sinos de Santa Maria (1945)
  56. O Senhor dos Anéis – O Retorno do Rei (2003)
  57. Procurando Nemo (2003)
  58. Inferno na Torre (1974)
  59. Rogue One – Uma História Star Wars (2016)
  60. Cinderela (1950)
  61. Homem-Aranha 2 (2004)
  62. My Fair Lady (1964)
  63. O Maior Espetáculo da Terra (1952)
  64. O Clube dos Cafajestes (1978)
  65. A Paixão de Cristo (2004)
  66. Star Wars – Episódio III: A Vingança dos Sith (2005)
  67. De Volta para o Futuro (1985)
  68. O Senhor dos Anéis – As Duas Torres (2002)
  69. Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge (2012)
  70. O Sexto Sentido (1999)
  71. Superman – O Filme (1978)
  72. Tootsie (1982)
  73. Agarra-me Se Puderes (1977)
  74. A Bela e a Fera (2017)
  75. Procurando Dory (2016)
  76. Amor, Sublime Amor (1961)
  77. Contatos Imediatos do Terceiro Grau (1977)
  78. Harry Potter e a Pedra Filosofal (2001)
  79. A Dama e o Vagabundo (1955)
  80. Lawrence da Arábia (1962)
  81. Rocky Horror Picture Show (1975)
  82. Rocky, um Lutador (1976)
  83. Os Melhores Anos de Nossas Vidas (1946)
  84. O Destino do Poseidon (1972)
  85. O Senhor dos Anéis – A Sociedade do Anel (2001)
  86. Twister (1996)
  87. Homens de Preto (1997)
  88. A Ponte do Rio Kwai (1957)
  89. Transformers – A Vingança dos Derrotados (2009)
  90. Deu a Louca no Mundo (1963)
  91. A Cidadela dos Robinson (1960)
  92. Um Estranho no Ninho (1975)
  93. M.A.S.H. (1970)
  94. Indiana Jones e o Templo da Perdição (1984)
  95. Vingadores – Era de Ultron (2015)
  96. Star Wars – Episódio II: Ataque dos Clones (2002)
  97. Toy Story 3 (2010)
  98. Uma Babá Quase Perfeita (1993)
  99. Aladdin (1992)
  100. Ghost – Do Outro Lado da Vida (1990)

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1 – CYD CHARISSE, por Cantando na Chuva

Posteriormente em Musas retroativas: 2ª em 1953, por A Roda da Fortuna; 6ª em 1954, por A Lenda dos Beijos Perdidos; 5ª em 1955, por Dançando nas Nuvens; 20ª em 1956, por Viva Las Vegas; 1ª em 1957, por Meias de Seda; 5ª em 1958, por A Bela do Bas-Fond.

Cyd Charisse não diz uma palavra em Cantando na Chuva. Vinha de papéis pequenos e muitas vezes com aparições apenas como dançarina anônima. Aqui, é o sonho de Gene Kelly na fantasia “Broadway melody ballet”, praticamente um curta-metragem dentro do filme, todo contado em canto e dança. Cyd é a mulher fatal de pernas descomunais que desperta a paixão do dançarino iniciante e que vai rencontrá-lo quando ele for famoso. Apesar de Debbie Reynolds e Jean Hagen, o impacto de Cyd na tela é difícil de esquecer ou superar. Não à toa, virou estrela da Metro a partir daqui, passando a estrelar alguns grandes musicais. O top 5 tem outras musas no começo do estrelato: Grace Kelly, a esposa (que não aceita violência) do xerife em Matar ou Morrere Marilyn Monroe em cinco (!) filmes, incluindo a secretária já com seu tipo de inocente sedutora em A Invenção da Mocidade. E, mais abaixo, Brigitte Bardot e Liz Taylor. Única aparição: Jean Hagen, Zsa Zsa Gabor, Debbie Reynolds, Claire Bloom. Brasileiras na lista: nenhuma.

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2 – GRACE KELLY, por Matar ou Morrer

Posteriormente em Musas retroativas: 8ª em 1953, por Mogambo; 1ª em 1954, por Janela Indiscreta, por Disque M para Matar, por Amar É Sofrer e por Tentação Verde; 2ª em 1955, por Ladrão de Casaca; 2ª em 1956, por Alta Sociedade e por O Cisne.

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3 – LANA TURNER, por Assim Estava Escrito

Posteriormente em Musas retroativas: 14ª em 1954, por Atraiçoado; 8ª em 1955, por O Filho Pródigo e por Mares Violentos; 18ª em 1957, por A Caldeira do Diabo; 15ª em 1959, por Imitação da Vida.

04-marilyn-monroe-a 04-marilyn-monroe-b EXTRAIT DU FILM "LE DEMON S'EVEILLE LA NUIT" 04-marilyn-monroe-d 04-marilyn-monroe-e

4 – MARILYN MONROE, por O Inventor da Mocidade, por Almas Desesperadas, por Só a Mulher Peca, por Travessuras de Casados e por Páginas da Vida

Posteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1953, por Os Homens Preferem as Louras, por Torrentes de Paixão e por Como Agarrar um Milionário; 3ª em 1954, por O Mundo da Fantasia e por O Rio das Almas Perdidas; 1ª em 1955, por O Pecado Mora ao Lado; 4ª em 1956, por Nunca Fui Santa; 3ª em 1957, por O Príncipe e a Corista; 2ª em 1959, por Quanto Mais Quente Melhor; 11ª em 1960, por Adorável Pecadora; 2ª em 1961, por Os Desajustados; 1ª em 1962, por Something’s Got to Give.

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5 – MAUREEN O’HARA, por Depois do Vendaval

Posteriormente em Musas retroativas: 16ª em 1955, por A Paixão de uma Vida.

Gina Lollobrigida in Christian-Jaque'sÊFANFAN LA TULIPEÊ(1952).

6 – GINA LOLLOBRIGIDA, por Fanfan la Tulipe

Posteriormente em Musas retroativas: 8ª em 1953, por Pão, Amor e Fantasia e por O Diabo Riu por Último; 8ª em 1959, por Salomão e a Rainha de Sabá; 9ª em 1961, por Quando Setembro Vier; 14ª em 1971, por A Quadrilha da Fronteira.

Ava Gardner

7 – AVA GARDNER, por As Neves do Kilimanjaro

Posteriormente em Musas retroativas: 6ª em 1953, por Mogambo; 10ª em 1954, por A Condessa Descalça; 16ª em 1957, por E Agora Brilha o Sol; 11ª em 1958, por A Maja Desnuda.

Eleanor Parker

8 – ELEANOR PARKER, por Scaramouche

Posteriormente em Musas retroativas: 20ª em 1954, por A Selva Nua e por O Vale dos Reis; 15ª em 1956, por O Homem do Braço de Ouro.

Jean Hagen

9 – JEAN HAGEN, por Cantando na Chuva

Zsa Zsa Gabor

10 – ZSA ZSA GABOR, por Moulin Rouge

Ingrid Bergman

11 – INGRID BERGMAN, por Europa 51

Posteriormente em Musas retroativas: 7ª em 1954, por Romance na Itália; 10ª em 1956, por Anastácia, a Princesa Esquecida; 17ª em 1958, por Indiscreta e por A Morada da Sexta Felicidade; 15ª em 1969, por Flor de Cacto.

Debbie Reynolds

12 – DEBBIE REYNOLDS, por Cantando na Chuva

Rita Hayworth

13 – RITA HAYWORTH, por Uma Viúva em Trinidad

Posteriormente em Musas retroativas: 10ª em 1953, por Salomé e por A Mulher de Satã.

Jean Peters

14 – JEAN PETERS, por Viva Zapata

Posteriormente em Musas retroativas: 14ª em 1953, por Anjo do Mal.

Brigitte Bardot In 'Girl In The Bikini'

15 – BRIGITTE BARDOT, por Manina

Posteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1956, por E Deus Criou a Mulher; 3ª em 1958, por Amar É Minha Profissão e por Vingança de Mulher; 5ª em 1960, por A Verdade; 2ª em 1963, por O Desprezo; 6ª em 1965, por Viva Maria!; 11ª em 1968, por Shalako.

Gloria Grahame Gloria Grahame - O Maior Espetáculo da Terra

16 – GLORIA GRAHAME, por Assim Estava Escrito e por O Maior Espetáculo da Terra

Posteriormente em Musas retroativas: 15ª em 1953, por Os Corruptos.

Janet Leigh

17 – JANET LEIGH, por Scaramouche

Posteriormente em Musas retroativas: 11ª em 1953, por O Preço de um Homem, por Que Delícia o Amor e por Houdini, o Homem Miraculoso; 6ª em 1958, por A Marca da Maldade; 11ª em 1960, por Psicose.

Elizabeth Taylor

18 – ELIZABETH TAYLOR, por Ivanhoé, o Vingador do Rei

Posteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1954, por No Caminho dos Elefantes e por A Última Vez que Vi Paris; 3ª em 1956, por Assim Caminha a Humanidade; 1ª em 1958, por Gata em Teto de Zinco Quente; 1ª em 1959, por De Repente, no Último Verão; 2ª em 1960, por Disque Butterfield 8; 3ª em 1963, por Cleópatra; 15ª em 1965, por Adeus às Ilusões; 18ª em 1970, por Jogo de Paixões.

Marlene Dietrich

19 – MARLENE DIETRICH, por O Diabo Feito Mulher

Posteriormente em Musas retroativas: 17ª em 1957, por Testemunha de Acusação.

Claire Bloom

20 – CLAIRE BLOOM, por Luzes da Ribalta


LEIA MAIS:

Musas de 1951 <<
>> Musas de 1953

Lista elaborada a partir dos filmes exibidos comercialmente nos cinemas de JP em 2016.

Esquadrao Suicida - 12

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Margot Robbie - A Grande Aposta 2

1 – MARGOT ROBBIE, por Esquadrão Suicida, por A Lenda de Tarzan e por A Grande Aposta

Anteriormente em Musas/ cinema em JP6ª em 2014, por O Lobo de Wall Street; 8ª em 2015, por Golpe Duplo.

Sempre há a possibilidade de se sobreviver a um filme muito ruim. Às vezes um filme ruim pode até ressaltar, por comparação com o entorno, alguma particularidade interessante que tenha. Isso aconteceu com Margot Robbie, que chegou ao topo das musas de 2016 a bordo do intragável Esquadrão Suicida – e com a ajuda de outros dois filmes, ok, mas seu destaque foi mesmo a Arlequina, delícia de vilã que tinha mais personalidade que todos os seus colegas somados e multiplicados por si mesmos. No segundo lugar, um nome novo: Haley Bennet, de quem lembrávamos como a cantorinha pop-rebolativa de Letra & Música. Ela tem um papel bem sexy em A Garota no Trem e outro mais recatado, bem diferente, em Sete Homens e um Destino. O pódio fecha com a gigante Cate Blanchett. Scarlett Johansson empata o recorde de Jennifer Lawrence com cinco aparições consecutivas na lista (e esta é sua nona aparição no total de 12 listas). Primeira aparição: Haley Bennet; Anya Taylor-Joy; Alison Sudol; Morena Baccarin; Madalina Diana Ghenea; Alessandra Negrini; Isabelle Huppert; Sônia Braga; Zoe Saldana; Katherine Waterston; Gal Gadot. Brasileiras na lista: Alessandra Negrini, Sônia Braga.

Girl on a Train, The Sete Homens e um Destino - 2016 - 12

2 – HALEY BENNETT, por A Garota no Trem e por Sete Homens e um Destino

Carol - 02

3 – CATE BLANCHETT, por Carol

Anteriormente em Musas/ cinema em JP6ª em 2007, por Notas sobre um Escândalo.

Juventude - 2015 - 13

4 – RACHEL WEISZ, por A Juventude

Anteriormente em Musas/ cinema em JP: 3ª em 2005, por O Jardineiro Fiel; 18ª em 2006, por Fonte da Vida; 2ª em 2008, por Um Beijo Roubado e por Três Vezes Amor; 18ª em 2012, por 360 e por O Legado Bourne.

Bruxa - 02

5 – ANYA TAYLOR-JOY, por A Bruxa

Animais Fantasticos e Onde Habitam - 11

6 – ALISON SUDOL, por Animais Fantásticos e Onde Habitam

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7 – SCARLETT JOHANSSON, por Capitão América – Guerra Civil

Anteriormente em Musas/ cinema em JP: 1ª em 2006, por Ponto Final – Match Point, por O Grande Truque e por Dália Negra; 2ª em 2007, por Scoop – O Grande Furo; 7ª em 2008, por Vicky Cristina Barcelona; 8ª em 2010, por Homem de Ferro 2; 1ª em 2012, por Os Vingadores – The Avengers; 12ª em 2013, por Hitchcock e por Como Não Perder Essa Mulher; 7ª em 2014, por Capitão América 2 – O Soldado Invernal e por Lucy; 15ª em 2015, por Vingadores – Era de Ultron.

Chegada - 08

8 – AMY ADAMS, por A Chegada

Anteriormente em Musas retroativas/ cinema em JP: 10ª em 2009, por Uma Noite no Museu 2 e por Dúvida; 17ª em 2011, por O Vencedor e por Os Muppets; 5ª em 2013, por O Homem de Aço e por O Mestre; 2ª em 2014, por Trapaça; 13ª em 2015, por Grandes Olhos.

Cacador e a Rainha de Gelo - 01

9 – CHARLIZE THERON, por O Caçador e a Rainha de Gelo

Anteriormente em Musas/ cinema em JP12ª em 2010, por A Estrada; 17ª em 2012, por Jovens Adultos, por Branca de Neve e o Caçador e por Prometheus; 9ª em 2015, por Mad Max – Estrada da Fúria.

Deadpool - 05

10 – MORENA BACCARIN, por Deadpool

Juventude - 2015 - 18

11 – MADALINA DIANA GHENEA, por A Juventude

Abismo Prateado - 01

12 – ALESSANDRA NEGRINI, por O Abismo Prateado

Elle - 05

13 – ISABELLE HUPPERT, por Elle

Cacador e a Rainha de Gelo - 03

14 – JESSICA CHASTAIN, por O Caçador e a Rainha do Gelo

Anteriormente em Musas/ Cinema em JP: 14ª em 2011, por A Árvore da Vida; 7ª em 2012, por Os Infratores e por Histórias Cruzadas; 16ª em 2014, por Interestelar.

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15 – KRISTEN STEWART, por Café Society

Anteriormente em Musas/ Cinema em JP: 10ª em 2012, por Na Estrada, por Branca de Neve e o Caçador e por Amanhecer – Parte 2.

Aquarius - 01

16 – SONIA BRAGA, por Aquarius

MISS PEREGRINE'S HOME FOR PECULIAR CHILDREN

17 – EVA GREEN, por O Lar das Crianças Peculiares

Anteriormente em Musas/ cinema em JP: 8ª em 2006, por 007 – Cassino Royale; 10ª em 2014, por Sin City – A Dama Fatal e por 300 – A Ascensão do Império.

STAR TREK BEYOND

18 – ZOE SALDANA, por Star Trek – Sem Fronteiras

Animais Fantasticos e Onde Habitam - 13

19 – KATHERINE WATERSTON, por Animais Fantásticos e Onde Habitam

Batman vs Superman - 09

20 – GAL GADOT, por Batman Vs. Superman – A Origem da Justiça

 


LEIA MAIS:

<< Cinema em JP/ Musas de 2015

 


MAIS RETROSPECTIVA 2016:

O começo do filme francês Intocáveis (2011) mostra a polícia abordando um carrão em alta velocidade. Um negro dirige. Ele tenta se justificar: ele está levando ao hospital o amigo branco ao lado, um tetraplégico que está tendo um ataque. A polícia se redime e presta ajuda: se propõe a escoltar a dupla. Aí, de novo dentro do carro…

O passageiro é realmente tetraplégico, mas fingiu o ataque para despistar a polícia. O dramalhão vira comédia, agora sabemos o que esperar e os créditos de abertura aparecem sobre a escolta, na maior farra, com os dois personagens ouvindo alto e cantando “September”, clássico dos anos 1970 do Earth, Wind and Fire.

A tela dividida dá um charme gráfico todo especial e ainda mais ritmo a essa abertura que já é uma assinatura do filme. E ainda há os carismas de François Cluzet e Omar Sy.

<< Anterior: Um Corpo que Cai (1958)

uem me conhece sabe que acho chuva um saco. Mas, em um fenômeno possivelmente interessante (mas provavelmente não), eu gosto de muitas cenas de filmes onde a chuva é um elemento importante – seja como composição do cenário, seja como simbolismo. Isso nos leva a mais um top 10.

Novica Rebelde - 1410 – A NOVIÇA REBELDE (1965)

“You are sixteen going on seventeen” canta o carteiro Rowlf para Liesl, sua namoradinha que deu aquela escapada do jantar em família para namorarem em segredo no jardim da casa. No meio do canto e dança, cai aquela chuvarada e eles se refugiam no solário.

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Quatro Casamentos e um Funeral - 019 – QUATRO CASAMENTOS E UM FUNERAL (1994)

Um personagem no meio do filme diz que sonha com uma paixão que o atinja como um relâmpago. No fim do filme, passados os quatro casamentos e o funeral, os personagens de Hugh Grant e Andie MacDowell têm o seu clímax: sob a chuva que providencia o simbólico relâmpago.

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Naufrago - 018 – NÁUFRAGO (2000)

É debaixo de uma chuva torrencial que o personagem de Tom Hanks reencontra a esposa (bem, ex-esposa) vivida por Helen Hunt, anos após viver isolado em uma ilha. É uma cena difícil e dolorosa, com todos os elementos de “o que poderia ter sido e não foi”, conduzida por dois grandes atores.

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Homem-Aranha-04

7 – HOMEM-ARANHA (2002)

Um beijo que já está virando um clássico. Depois de salvar Mary Jane (Kirsten Dunst) de bandidos em uma rua escura, o Homem-Aranha (Tobey Maguire) desde sobre ela pendurado de cabeça para baixo na teia. Ela baixa parte da máscara dele e…

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Match Point - 03

6 – MATCH POINT (2005)

Woody Allen não é exatamente conhecido por dirigir cenas sensuais. Também por isso, a cena em que Scarlett Johansson e Jonathan Rhys Meyers se rendem ao desejo proibido no campo, sob muita água, se destaca na filmografia do diretor.

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Blade Runner-055 – BLADE RUNNER, O CAÇADOR DE ANDRÓIDES (1982)

A chuva é constante na Los Angeles do futuro, cenário de Blade Runner. É também o cenário do clímax do filme, com o monólogo do replicante vivido por Rutger Hauer, no confronto decisivo por o caçador de andróides vivido por Harrison Ford.

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Bonequinha de Luxo-15

4 – BONEQUINHA DE LUXO (1961)

Frustrada por seus sonhos de riqueza naufragarem e sem aceitar qualquer vínculo emocional, Holly Golightly (Audrey Hepburn) reage à declaração amorosa de Paul (George Peppard) expulsando seu fiel companheiro Gato de um taxi para um beco, debaixo do maior pé d’água. Logo se arrepende – e a procura pelo gato, sob água e a música de Henry Mancini, é um terno simbolismo do reencontro consigo mesma.

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Inimigo Publico-10

3 – INIMIGO PÚBLICO (1931)

A chuva cai forte, mas o personagem de James Cagney não dá a mínima. Na cena, já um poderoso gangster, ele está esperando na rua o momento de entrar sozinho em um restaurante e acertar as contas ele mesmo com uma gangue rival. O tiroteio é acompanhado pelo espectador do lado de fora, ouvindo os tiros e apenas aguardando quem sairá vivo pela porta.

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Sete Samurais - 04

2 – OS SETE SAMURAIS (1954)

O confronto final entre a pobre aldeia, liderada pelos sete samurais contratados, contra os bandidos que rotineiramente a atacam, acontece debaixo de um dos maiores pés d’água já vistos no cinema, o que torna tudo ainda mais desafiador, épico e dramático neste clássico de Kurosawa.

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Antes do primeiro colocado, algumas menções honrosas: Deus desafiado em Forrest Gump, o Contador de Histórias (1994); visibilidade zero em Psicose (1960); a mensagem fatídica em Casablanca (1942); fuga sob a chuva em Um Sonho de Liberdade (1995); um beijo de Depois do Vendaval (1952); e o sexo na escadaria de 9½ Semanas de Amor (1986).

Cantando na Chuva - 25

1 – CANTANDO NA CHUVA (1952)

Dizem que Gene Kelly estava com 38 graus de febre no dia em que filmou a cena mais icônica de Cantando na Chuva: seu  personagem deixa a namorada em casa, parece que todos os seus problemas estão resolvidos e ele está tão feliz que não se importa com o aguaceiro: fecha o guarda-chuva, canta e sapateia pela rua. Leite foi misturado na água para que os pingos ficassem mais visíveis na filmagem. Kelly improvisou uma parte do número. E tudo foi feito em poucos e longos planos, que mostram a perícia não só de Kelly como da equipe inteira.

Quando Um Corpo que Cai (1958) “roubou” o posto de Cidadão Kane (1941) como melhor filme de todos os tempos na eleição que a revista inglesa Sight and Sound fez em 2012, muita gente se surpreendeu. Pois aconteceu de novo: agora foi a francesa Télérama que consagrou o clássico de Alfred Hitchcock.

Mas essa é das poucas semelhanças entre as duas listas. Esta é uma lista muito particular, com escolhas muito curiosas sobre que filme de determinados diretores seriam citados em melhor colocação. Não dá para saber se foi uma opção consciente ou simplesmente aconteceu. O fato é que há muitas escolhas que não são as mais óbvias ou esperadas. Por exemplo:

  • O melhor Billy Wilder na lista é Amor na Tarde (1957), e não Quanto Mais Quente Melhor (1959; mais abaixo na lista) ou Crepúsculo dos Deuses (1950; não está) ou Se Me Apartamento Falasse (1960; não está)
  • O primeiro Bergman é Fanny & Alexander (1982), que acho ótimo, mas é menos emblemático que O Sétimo Selo (1957, não está na lista), Morangos Silvestres (1957, também não está) ou Persona (1966; está, mais abaixo).
  • O melhor Kubrick é O Iluminado (1980) e não 2001 (1968, que está lá no fim da lista). Nem Laranja Mecânica (1971), que ficou fora.
  • O melhor Truffaut é A Mulher do Lado (1981). Há outro filme do diretor na lista, mas não é nem Os Incompreendidos (1959), nem Jules e Jim (1961): é A História de Adele H (1975).
  • Godard está em segundo na lista, mas com O Desprezo (1963). Acossado (1960) não ficou entre os 100.
  • O melhor Visconti não é Morte em Veneza (1971, fora da lista) ou Rocco e Seus Irmãos (1951) ou O Leopardo (1963) – ambos na lista, mas abaixo. É Ludwig – A Paixão de um Rei (1973).
  • O melhor Scorsese não é Taxi Driver (1976) ou O Touro Indomável (1980) – os dois fora da lista – ou Os Bons Companheiros (1990) – na lista, mas abaixo. É Cassino (1995).
  • O melhor Jacques Demy não é Os Guarda-Chuvas do Amor (1964) e nem mesmo Duas Garotas Românticas (1967) – é Um Quarto na Cidade (1982),  muito menos lembrado. Mas os outros dois estão na lista.
  • Entrou um Jane Campion, mas não é O Piano (1993) e, sim, O Brilho de uma Estrela (2009).

Há outras curiosidades:

  • O texto de abertura se vangloria pelo ineditismo de eleger Um Corpo que Cai pela primeira vez como o melhor. “Pelo que sabemos”, diz. Bom, então desconhecem a mais emblemáticas das enquetes do gênero: a da Sight and Sound, que, como digo no começo, elegeu Um Corpo que Cai em 2012 (é feita de dez em dez anos). Confira aqui os 50 melhores.
  • A revista também não nega as limitações da lista: não há um único filme da América do Sul ou da África.
  • Os caras gostam muito do Michael Cimino: é o primeiro diretor a aparecer com dois filmes no top 20!
  • Hitchcock teve o primeiro filme na lista. Em compensação, foi o único.
  • Nada de Griffith ou Eisenstein, pilares do cinema mundial.

A lista é resultado de uma votação da equipe da revista, mas não encontrei a informação de quantos votaram. Veja a seguir a lista completa. Se quiser ver a página original e os detalhes da votação, clique aqui.

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James Stewart e Kim Novak em “Um Corpo que Cai”

1 – UM CORPO QUE CAI, de Alfred Hitchcock (1958)

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Brigitte Bardot e Michel Piccolli em “O Desprezo”

2 – O DESPREZO, de Jean-Luc Godard (1963)

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George O’Brien e Janet Gaynor em “Aurora”

3 – AURORA, de F.W. Murnau (1927)

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Laura Elena Harring e Naomi Watts em “Cidade dos Sonhos”

4 – CIDADE DOS SONHOS, de David Lynch (2001)

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5 – ERA UMA VEZ EM TÓQUIO, de Yasujiro Ozu (1953)

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Charles Boyer e Danielle Darrieux em “Desejos Proibidos”

6 – DESEJOS PROIBIDOS, de Max Ophuls (1953)

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Donald O’Connor, Debbie Reynolds e Gene Kelly em “Cantando na Chuva”

7 – CANTANDO NA CHUVA, de Gene Kelly e Stanley Donen (1952)

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Jean-Pierre Léaud, Françoise Lebrun e Bernadette Lafont em “A Mãe e a Puta”

8 – A MÃE E A PUTA, de Jean Eustache (1973)

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Diane Keaton e Woody Allen em “Noivo Neurótico, Noiva Nervosa”

9 – NOIVO NEURÓTICO, NOIVA NERVOSA, de Woody Allen (1977)

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Sally Jane Bruce, Billy Chapin e Robert Mitchum em “O Mensageiro do Diabo”

10 – O MENSAGEIRO DO DIABO, de Charles Laughton (1955)

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Robert De Niro em “O Franco-Atirador”

11 – O FRANCO-ATIRADOR, de Michael Cimino (1978)
12 – M – O VAMPIRO DE DUSSELDORF, de Fritz Lang (1931)
13 – A MALVADA, de Joseph L. Mankiewicz (1950)
14 – A DOCE VIDA, de Federico Fellini (1960)
15 – FANNY E ALEXANDER, de Ingmar Bergman (1982)
16 – MINHA NOITE COM ELA, de Eric Rohmer (1969)
17 – O PORTAL DO PARAÍSO, de Michael Cimino (1980)
18 – O ILUMINADO, de Stanley Kubrick (1980)
19 – PERSONA, de Ingmar Bergman (1966)
20 – A MULHER DO LADO, de François Truffaut (1981)

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Natalya Abramova em “Stalker”

21 – STALKER, de Andrei Tarkovsky (1979)
22 – UM CONVIDADO BEM TRAPALHÃO, de Blake Edwards (1968)
23 – MEU TIO, de Jacques Tati (1958)
24 – NOITES DE LUA CHEIA, de Eric Rohmer (1984)
25 – CLÉO DAS 5 ÀS 7, de Agnès Varda (1962)
26 – O ECLIPSE, de Michelangelo Antonioni (1962)
27 – VAN GOGH, de Maurice Pialat (1991)
28 – ANDREI ROUBLEV, de Andrei Tarkovsky (1969)
29 – DO MUNDO NADA SE LEVA, de Frank Capra (1938)
30 – O DEMÔNIO DAS ONZE HORAS, de Jean-Luc Godard (1965)

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Audrey Hepburn e Gary Cooper em “Amor na Tarde”

31 – AMOR NA TARDE, de Billy Wilder (1957)
32 – CASSINO, de Martin Scorsese (1995)
33 – AMOR À FLOR DA PELE, de Wong Kar-Wai (2001)
34 – O BRILHO DE UMA PAIXÃO, de Jane Campion (2009)
35 – A CAIXA DE PANDORA, de G.W. Pabst (1929)
36 – A REGRA DO JOGO, de Jean Renoir (1939)
37 – UM QUARTO NA CIDADE, de Jacques Demy (1982)
38 – FRANKENSTEIN, de James Whale (1931)
39 – OS MARIDOS, de John Cassavetes (1970)
40 – A BELA E A FERA, de Jean Cocteau (1946)

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Enrique Irazoqui em “O Evangelho Segundo São Mateus”

41 – O EVANGELHO SEGUNDO SÃO MATEUS, de Pier Paolo Pasolini (1964)
42 – MANHATTAN, de Woody Allen (1979)
43 – ERA UMA VEZ NA AMÉRICA, de Sergio Leone (1984)
44 – LUZES DA CIDADE, de Charles Chaplin (1931)
45 – CAMINHO SEM VOLTA, de James Gray (2000)
46 – TRÁGICO AMANHECER, de Marcel Carné (1939)
47 – LUDWIG – A PAIXÃO DE UM REI, de Luchino Visconti (1973)
48 – A OUTRA, de Woody Allen (1988)
49 – DUAS GAROTAS ROMÂNTICAS, de Jacques Demy (1967)
50 – O GRANDE DITADOR, de Charles Chaplin (1940)

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Gena Rowlands em “Uma Mulher sob Influência”

51 – UMA MULHER SOB INFLUÊNCIA, de John Cassavetes (1974)
52 – A BELA DA TARDE, de Luís Buñuel (1967)
53 – ALL THAT JAZZ – O SHOW DEVE CONTINUAR, de Bob Fosse (1979)
54 – QUANTO MAIS QUENTE MELHOR, de Billy Wilder (1959)
55 – OS DESAJUSTADOS, de John Huston (1961)
56 – ROCCO E SEUS IRMÃOS, de Luchino Visconti (1951)
57 – A PISTA, de Chris Marker (1962)
58 – CIDADÃO KANE, de Orson Welles (1941)
59 – MULHERES DIABÓLICAS, de Claude Chabrol (1995)
60 – OS GUARDA-CHUVAS DO AMOR, de Jacques Demy (1964)

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Buster Keaton em “A General”

61 – A GENERAL, de Buster Keaton e Clyde Bruckman (1927)
62 – A LOJA DA ESQUINA, de Ernst Lubitsch (1940)
63 – A REDE SOCIAL, de David Fincher (2010)
64 – SONO DE INVERNO, de Nuri Bilge Ceylan (2014)
65 – PROFISSÃO: REPÓRTER, de Michelangelo Antonioni (1975)
66 – MOUCHETTE, A VIRGEM POSSUÍDA, de Robert Bresson (1967)
67 – RATATOUILLE, de Brad Bird (2007)
68 – IMITAÇÃO DA VIDA, de Douglas Sirk (1959)
69 – AMARCORD, de Federico Fellini (1973)
70 – RASTROS DE ÓDIO, de John Ford (1956)

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Maurice Ronet e Léna Skerla em “Trina Anos Esta Noite”

71 – TRINTA ANOS ESTA NOITE, de Louis Malle (1963)
72 – AMOR DE PERDIÇÃO – MEMÓRIAS DE UMA FAMÍLIA, de Manoel de Oliveira (1978)
73 – SHOAH, de Cçaude Lanzmann (1985)
74 – SOMBRA DO PAVOR, de Henri-Georges Clouzot (1943)
75 – UM CONTO DE NATAL, de Arnaud Desplechant (2008)
76 – HOTEL DAS AMÉRICAS, de André Téchiné (1981)
77 – VOZES DISTANTES, de Terence Davies (1988)
78 – GOSTO DE CEREJA, de Abbas Kiarostami (1997)
79 – A TORTURA DO MEDO, de Michael Powell (1960)
80 – UM DIA MUITO ESPECIAL, de Ettore Scola (1977)

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Lee Marvin, James Stewart e John Wayne em “O Homem que Matou o Facínora”

81 – O HOMEM QUE MATOU O FACÍNORA, de John Ford (1962)
82 – AGUIRRE, A CÓLERA DOS DEUSES, de Werner Herzog (1972)
83 – BONEQUINHA DE LUXO, de Blake Edwards (1961)
84 – JOHNNY VAI À GUERRA, de Dalton Trumbo (1971)
85 – OS BONS COMPANHEIROS, de Martin Scorsese (1990)
86 – CINZAS DO PARAÍSO, de Terrence Malick (1978)
87 – BLADE RUNNER – O CAÇADOR DE ANDRÓIDES, de Ridley Scott (1982)
88 – A HISTÓRIA DE ADÈLE H., de François Truffaut (1975)
89 – A TRISTEZA E A PIEDADE, de Marcel Ophuls (1969)
90 – AOS NOSSOS AMORES, de Maurice Pialat (1983)

2001-uma-odisseia-no-espaco-08

Keir Dullea em “2001 – Uma Odisseia no Espaço”

91 – 2001 – UMA ODISSÉIA NO ESPAÇO, de Stanley Kubrick (1968)
92 – O LEOPARDO, de Luchino Visconti (1963)
93 – MARROCOS, de Joseph von Sternberg (1930)
94 – OURO E MALDIÇÃO, de Erich von Stroheim (1924)
95 – O MEDO CONSOME A ALMA, de Rainer Werner Fassbinder (1974)
96 – PEÇA INACABADA PARA PIANO MECÂNICO, de Nikita Mikhalkov (1977)
97 – O PAGAMENTO FINAL, de Brian de Palma (1993)
98 – CLAMOR DO SEXO, de Elia Kazan (1961)
99 – UM DIA NO CAMPO, de Jean Renoir (1936)
100 – BRANCA DE NEVE E OS SETE ANÕES, de David Hand (1937)

Para o aniversário de Brigitte Bardot (82 anos hoje), uma das cenas que a transformaram num fenômeno mundial em E Deus Criou a Mulher (1956). Juliete, sua personagem é um espírito livre, fulgurante e sensual, desejada pelos homens e que tem problemas com a rigidez de seu casamento com o personagem de Jean-Louis Trintignant. Nesta cena em que ela dança uma rumba como se não houvesse amanhã, o atrito entre os dois atinge o limite.

E Deus Criou a Mulher. Et Dieu… Créa la Femme, França, 1956. Direção: Roger Vadim. Elenco: Brigitte Bardot, Jean-Louis Trintignant, Curd Jürgens.

Cena anterior: O Pirata.

Aqui vamos para mais uma lista de títulos nacionais esdrúxulos. Essa é a referente aos lançamentos nos cinemas pessoenses em 2014. Evidente que o post não está em questão a qualidade dos filmes e nem sendo bobo de exigir 100% de fidelidade à tradução literal. Cada caso é um caso, como vemos a seguir.

1. Walt nos Bastidores de Mary Poppins – O título original, Saving Mr. Banks, tem íntima ligação com a trama de Mary poppins e as motivações de P.L. Travers para escrever a história – o que, afinal, é o mote principal do filme. Chamar o título por Disney, porque seria mais “familiar” ao espectador (ou pra puxar a sardinha para a “casa”, já que o filme é da própria Disney), já é ruim, mas toda essa construção “nos Bastidores de Mary Poppins” é péssima. Ainda mais porque esses “bastidores” se resumem ao processo de adaptação do roteiro e composição das músicas. O título resultou enorme, esquisito, desconjuntado. Tudo errado, tudo errado.

2. O Físico – O personagem principal não é físico, nem é um marombado. É médico, que é o que “physician” significa. Esse é da Imagem Filmes.

3. Débi & Lóide 2 – Débi & Lóide – Dois Idiotas em Apuros deve ser o único caso de um filme que tem duas “partes 2”. Entenda a confusão: o primeiro filme (Dumb & Dumber, no original, ou “burro e mais burro”) é de 1994. Em 2003, foi lançado Dumb and Dumberer – When Harry Met Lloyd (“Burro e ainda mais burro: quando Harry conheceu Lloyd”), um prelúdio sem o elenco original e que aqui virou Debi & Lóide 2 – Quando Débi Conheceu Lóide. Aí, eis que em 2014 Jim Carrey e Jeff Daniels voltam aos personagens. E o título brasileiro da nova continuação, a – na prática – parte 3, o segundo da Imagem Filmes na lista, ignora na cara dura o filme anterior. O original, que faz um trocadilho com o número dois, mas não o usa explicitamente (Dumb and Dumber To), dribla esse problema.

4. O que Será de Nozes? – O protagonista é um esquilo, claro. Esse é do tipo que o cara diz e cutuca o outro com o cotovelo, dizendo: “Hein? Hein?”. Para ser justo, suponho que o original também seja um trocadilho: The Nut Job (de “nose job”, que é como chamam as cirurgias plásticas no nariz). Mesmo assim. Da Diamond Films.

5. Um Milhão de Maneiras de Pegar na Pistola – O original significa “Um milhão de maneira de morrer no Oeste”. Mas é uma comédia, então temos que ser engraçados já no título, não é? Obra da Universal.

6. Uma Juíza sem Juízo – Desculpe o meu francês, mas acho que o título original quer dizer “empreendimento de 9 meses”, referindo-se à gravidez inesperada da juíza protagonista do filme. Mas é uma comédia, então (ver o número 4)… Esse é da Mares Filmes.

7. November Man – Um Espião Nunca Morre – O que é um “november man”? Não estou certo, mas como Pierce Brosnan faz um espião que já não é um menino, suponho que seja uma metáfora com o ano no fim. Bom, em português a expressão não faz o menor sentido. Para que deixá-la no título, PlayArte?

8. Transcendence – A Revolução – Outro caso em que a tradução ficou “muito difícil”. Transcendence e não “Transcendência”. Pior é que Portugal nem pra me ajudar aqui: lá também ficou Transcendence com um subtítulo: A Nova Inteligência. Pelo menos é melhor que o nosso, da Diamond.

9. Operação Big Hero – O título original da animação da Disney é o nome do grupo de super-heróis que é formado no filme. O nacional leva “big hero”, sem traduzir (é “grande herói”, muito difícil), a se referir apenas ao robô inflável da história.

10. Hércules – O problema não é o filme se chamar Hércules. O problema é ter dois no mesmo ano com o mesmíssimo título. O primeiro, lançado no começo do ano, no original é “A lenda de Hércules”. O segundo é só Hercules, mesmo, mas no Brasil o outro havia sido lançado há pouco tempo. Custa não confundir o espectador? Aliás, registre-se que o segundo filme é uma continuação da história clássica do semideus grego, com uma trama original. Se chamar só de Hércules, como se fosse a trama clássica dos doze trabalhos e tal, é meio pegadinha. O primeiro é da Diamonds, sua terceira aparição na lista; o segundo, da Paramount.

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RETROSPECTIVA 2014:
Eleição Melhores do Ano
Meus melhores do ano
Musas/ Cinema em 2014
50 filmes que não passaram nos cinemas de João Pessoa em 2014

“Make’em laugh”, aquele número em que Donald O’Connor canta sobre como é ser um comediante e sai tropeçando, batendo a cara, dando cambalhotas e dançando com (e apanhando de) um boneco é um dos grandes número de Cantando na Chuva (1952). E é um plágio. A história é esta: o filme é uma reunião de canções de Arthur Freed e Nacio Herb Brown escritas nos anos 1920, produzido agora pelo próprio Freed. Stanley Donen, que co-dirigiu com Gene Kelly, sentiu falta de um número solo para O’Connor e pediu a Freed uma música nova, algo “no estilo de ‘Be a clown’, de Cole Porter”. Quando Freed trouxe a canção, as semelhanças estavam na cara. Porter aparentemente nunca reclamou e a cena é brilhante, para dizer o mínimo. No entanto, esta aqui é a canção original: “Be a clown”, cantada duas vezes em O Pirata (1948), a segunda delas no final do filme, um encantador número de palhaços com Gene e a magistral Judy Garland.

O Pirata. The Pirate (1948). Direção: Vincente Minnelli. Elenco: Judy Garland, Gene Kelly, Walter Slezak, Gladys Cooper.

Cena anterior: Footloose – Ritmo Louco

A cena mais lembrada de Footloose (1984) deve ser, claro, a cena da festa no final, ao som da música-tema cantada por Kenny Loggins. Quantos não terão tentado repetir aqueles passos? Mas eu destaco este momento: Kevin Bacon ensinando o bronco Chris Penn a dançar, ao som da irresistível “Let’s hear it for the boy”, com Deniece Williams. É tão bom que, no desnecessário remake de 2011, esse momento similar usou a mesma versão original, não uma regravação (ao contrário do que acontece com a própria “Footloose” no final).

Footloose – Ritmo Louco. Footloose. Estados Unidos, 1984. Direção: Howard Zieff. Elenco: Kevin Bacon, Lori Singer, John Lithgow, Diane Wiest, Chris Penn, Sarah Jessica Parker.

Cena anterior: Vamos Dançar?

top-model

A abertura de Top Model (1989/ 90) é datadíssima, é verdade. Não é preciso dizer como a computação gráfica avançou nesses quase 30 anos, mas ainda sou fascinado pela execução da ideia inspirada (de propósito ou por tabela) nas Penrose Stairs (essa construção surrealista das escadas – não, não conhecia o nome, fui pesquisar). Gosto do ritmo, começando pelo take inicial rente à “passarela” e o caminhar da modelo se afastando da câmera, alguns closes (é a Simone Carvalho ali?), mas nem tanto do congelamento do congelamento de um deles perto do final. A música é uma grande bobagem, gosto bem mais da melodia que da letra (mas a passagem “deixo meus recados por onde você possa passar” é até legal). Quando reprisou no Viva, esperava começar a novela só para ver a abertura toda noite.

Sem borda - 04 estrelas

<< Pedra sobre Pedra

por Renato Félix

Não é uma atualização (ainda). É a mesma lista que foi publicada aqui no blog em 2014, mas reunida em um mesmo infográfico. Abaixo dele, a lista dos filmes, só com o texto. Lembrando que a lista não reflete a minha opinião: é uma combinação da média ponderada das avaliações dos usuários do IMDb e das cotações do Metacritic e do Rotten Tomatoes, sites que compilam avaliações dos críticos americanos.

A partir do 50º lugar, a lista indica opções de leitura referentes ao filme em questão. Como foi feito em 2014, pode haver naturais desatualizações e, claro, não inclui os filmes de 2014 para cá, que ficam para uma futura nova lista.

Detalhes e a lista parte a parte? Clique aqui.

Ranking completo 3

 

Os 100 primeiros:

1 – Persépolis (2007)
2 – Batman, o Cavaleiro das Trevas (2008)
3 – O Fantasma do Futuro (1995)
4 – Anti-Herói Americano (2003)
5 – Azul É a Cor Mais Quente (2013)
6 – Ghost World – Aprendendo a Viver (2001)
7 – Guardiões da Galáxia (2014)
8 – Superman – O Filme (1978)
9 – Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge (2012)
10 – O Castelo de Cagliostro (1979)
11 – Nausicaa – A Princesa do Vale dos Ventos (1984)
12 – Homem-Aranha 2 (2004)
13 – Homem de Ferro (2008)
14 – Charlie Brown e Snoopy (1969)
15 – Expresso do Amanhã (2013)
16 – X-Men – Dias de um Futuro Esquecido (2014)
17 – Cor da Pele: Mel (2012)
18 – Superman II (1980)
19 – Volte para Casa, Snoopy (1972)
20 – Akira (1988)
21 – Os Vingadores – The Avengers (2012)
22 – Marcas da Violência (2005)
23 – O Reino dos Gatos (2002)
24 – Batman – A Máscara do Fantasma (1993)
25 – Capitão América 2 – O Soldado Invernal (2014)
26 – Batman Begins (2005)
27 – Oldboy (2003)
28 – Death Note (2006)
29 – Hellboy II – O Exército Dourado (2008)
30 – Homem-Aranha (2002)
31 – Metropolis (2001)
32 – MIB – Homens de Preto (1997)
33 – Sin City, a Cidade do Pecado (2005)
34 – Contos do Além (1972)
35 – Estrada para Perdição (2002)
36 – Death Note – The Last Name (2006)
37 – X-Men 2 (2003)
38 – X-Men – Primeira Classe (2011)
39 – O Corvo (1994)
40 – Asterix e Obelix – Missão Cleópatra (2002)
41 – Gen Pés Descalços (1983)
42 – Scott Pilgrim contra o Mundo (2010)
43 – Batman – O Retorno (1992)
44 – Lobo Solitário – Espada da Vingança (1972)
45 – Ping-Pong (2002)
46 – Meus Vizinhos, os Yamada (1999)
47 – Hellboy (2004)
48 – Kick-Ass – Quebrando Tudo (2010)
49 – X-Men – O Filme (2000)
50 – As Aventuras de Tintim (2011)
51 – V de Vingança (2005)
52 – As Múmias do Faraó (2010)
53 – Batman, o Homem-Morcego (1966)
54 – Mind Game (2004)
55 – Homem de Ferro 3 (2013)
56 – A Família Addams 2 (1993)
57 – Batman (1989)
58 – Capitão América, o Primeiro Vingador (2011)
59 – Frango com Ameixas (2011)
60 – Superman – O Retorno (2006)
61 – Os Sem-Floresta (2006)
62 – O Espetacular Homem-Aranha (2012)
63 – Sakuran (2006)
64 – Nana (2005)
65 – Flash Gordon (1980)
66 – Dredd (2012)
67 – Noé (2014)
68 – O Fantasma do Futuro 2 – A Inocência (2004)
69 – Creepshow – Show de Horrores (1982)
70 – Thor (2011)
71 – O Procurado (2008)
72 – RED – Aposentados e Perigosos (2010)
73 – O Máskara (1994)
74 – Homem de Ferro 2 (2010)
75 – Sparks (2013)
76 – Gainsbourg, o Homem que Amava as Mulheres (2010)
77 – Perigo: Diabolik (1968)
78 – Homens de Preto III (2012)
79 – Wolverine Imortal (2013)
80 – O Incrível Hulk (2008)
81 – Watchmen – O Filme (2009)
82 – Barbarella (1968)
83 – O Palácio Francês (2013)
84 – O Retorno de Tamara (2010)
85 – A Família Addams (1991)
86 – Thor – O Mundo Sombrio (2013)
87 – Transformers (2007)
88 – Conan, o Bárbaro (1982)
89 – 300 (2006)
90 – Dose Dupla (2013)
91 – Dick Tracy (1990)
92 – Rocketeer (1991)
93 – Homem-Aranha 3 (2007)
94 – Quase Super-Heróis/ Heróis Muito Loucos (1999)
95 – X-Men – O Confronto Final (2006)
96 – O Homem de Aço (2013)
97 – Heavy Metal – Universo em Fantasia (1981)
98 – Do Inferno (2001)
99 – O Espetacular Homem-Aranha 2 – A Ameaça de Electro (2014)
100 – Blade II – O Caçador de Vampiros (2002)

 

 

O Dia dos Pais foi domingo, mas a lista ainda vale: dez grandes pais no cinema. A quem observar que alguns na lista não são pais biológicos, me adianto: não me importa.

Kramer vs Kramer - 04

Justin Henry e Dustin Hoffman, em “Kramer vs. Kramer”

10 – TED KRAMER, Dustin Hoffman em Kramer vs. Kramer (1979)

Abandonado pela mulher, Ted precisa se redescobrir como pai: não só aprendendo a cuidar do filho, mas também a se conectar emocionalmente com a criança. O título diz respeito tanto a uma batalha posterior pela custódia quanto à convivência entre pai e filho.

Natal-felicidade

James Stewart e Donna Reed em “A Felicidade Não Se Compra”

9 – GEORGE BAILEY, James Stewart em A Felicidade Não Se Compra (1946), de Frank Capra

A vida fez George abdicar de seus sonhos de aventuras e viagens pelo mundo. Em seu pior momento, um anjo mostra o que ele teria a perder se não existisse – como seus quatro filhos.

Retorno de Jedi-33

Mark Hamill e David Prowse, em “O Retorno de Jedi”

8 – DARTH VADER, David Prowse e voz de James Earl Jones em O Retorno de Jedi (1983), de Richard Marquand

Ok, a grande frase “Não, Luke. Eu sou seu pai” é do filme anterior, O Império Contra-Ataca (1980), mas é no terceiro filme da trilogia original de Guerra nas Estrelas onde a relação pai-filho se desenvolve: Luke Skywalker vai ao encontro de Darth Vader para sua missão mais difícil: tentar resgatá-lo do lado negro da Força.

Menina de Ouro

Clint Eastwood e Hilary Swank em “Menina de Ouro”

7 – FRANKIE DUNN, em Menina de Ouro (2004), de Clint Eastwood

Velho dono de uma academia, Frankie não quer treinar a iniciante boxeadora Maggie. Quando acaba cedendo contrariado, pouco a pouco ela ocupa o lugar da filha de quem Frankie está afastado há tanto tempo.

Vida E Bela - 08

Roberto Benigni e Giorgio Cantarini em “A Vida É Bela”

6 – GUIDO, em A Vida É Bela (1997), de Roberto Benigni

Em um campo de concentração nazista, Guido faz de tudo para que seu filho pequeno não perceba o ambiente de atrocidades que os rodeia. Vai criando fantasias e jogos e se mantém firme. Até o fim.

FINDING NEMO, Nemo, Marlin, 2003, (c) Walt Disney/courtesy Everett Collection

“Procurando Nemo”

5 – MARLIN, voz de Albert Brooks em Procurando Nemo (2003), de Andrew Stanton

Traumatizado com uma tragédia pessoal, Marlin supera todos os seus medos para cruzar o oceano em busca do filho sequestrado. Enfrenta tubarões, pega carona em tartarugas-marinhas, escapa de ser engolido por uma baleia. E supera seu maior medo: deixar o filho enfrentar o mundo.

Sol E para Todos - 22

Mary Badham e Gregory Peck em “O Sol É para Todos”

4 – ATTICUS FINCH, em O Sol É para Todos (1962), de Richard Mulligan

É pelo olhos de seus filhos que assistimos ao advogado viúvo Atticus Finch defender um negro da acusação de estupro em uma cidade racista. Scout, que narra o filme como uma memória de adulta, e Jem vivem dias de amadurecimento sob a orientação do personagem eleito pelo AFI o maior herói do cinema americano.

Poderoso Chefao - 27

Al Pacino e Marlon Brando, em “O Poderoso Chefão”

 

3 – VITO CORLEONE, em O Poderoso Chefão (1972), de Francis Ford Coppola

“Um homem que não passa tempo com sua família pode nunca ser um homem de verdade”. “Eu trabalhei a minha vida inteira, eu não me desculpo por isso, para cuidar da minha família. E eu me recusei a dançar para todos aqueles figurões. Essa é a minha vida, eu não me desculpo por isso”. São palavras de Don Vito Corleone, um gangster, mas um pai capaz de desejar uma vida fora do crime para seu filho Michael ou de comover ao chorar perante o corpo do filho Sonny.

Ladroes de Bicicleta-05

Lamberto Maggiorani e Enzo Staiola em “Ladrões de Bicicleta”

2 – ANTONIO RICCI, em Ladrões de Bicicleta (1948), de Vittorio de Sica

Uma das obras máximas do neo-realismo italiano é uma história de pai e filho. Antonio precisa da bicicleta para trabalhar, mas ela é roubada. Ele percorre Roma com o filho Bruno na tentativa de encontrá-la. Eles se apoiam e se estranham, mas ninguém é imune ao momento em que ele desaba na frente do garoto e a relação dos dois é redefinida.

Antes do primeiro colocado, algumas menções honrosas: Clayton Poole, Jerry Lewis em Bancando a Ama-Seca (1958); Daniel Hillard, Robin Williams em Uma Babá Quase Perfeita (1993); Henry Jones, Sean Connery em Indiana Jones e a Última Cruzada (1989); Thomas Dunson, John Wayne em Rio Vermelho (1948); Mustafa, voz de James Earl Jones em O Rei Leão (1994); Ed Bloom, Ewan McGregor e Albert Finney em Peixe Grande e Suas Histórias Maravilhosas (2003); Adam Trask, Raymond Massey em Vidas Amargas (1955); Shukichi Hirayama, Chisu Ryu em Era uma Vez em Tóquio (1953), de Yasujiro Ozu

Garoto-03

Jackie Coogan e Charles Chaplin, em “O Garoto”

1 – CARLITOS, em O Garoto (1921), de Charles Chaplin

Um garoto quebra uma vidraça. Logo depois, “por coincidência”, surge na rua um vidraceiro pronto para fazer o conserto e, claro, receber por ele. O vidraceiro é Carlitos. Logo se vê que o garoto, claro, está com ele. Tão desprotegido quanto o próprio vagabundo, que o encontrou ainda bebê, abandonado numa lixeira, e o criou (a seu modo). Chaplin amava tanto à comédia quanto o melodrama e que cena quando o serviço social vem arrancar o filho de seus braços, em imagens inundadas de lágrimas e amor.

A música é um universo muito vasto. Por isso, claro que vale uma parte II do top 10 com nossos covers preferidos. Veja o primeiro aqui. E confira o segundo:

10. “CAN’T TAKE MY EYES OFF YOU”, Boys Town Gang (1982).
Autor: Bob Crewe, Bob Gaudio. Gravação original: Frankie Valli (1967).

Um dos grandes clássicos românticos de todos os tempos, “Can’t take my eyes off you” teve cerca de 200 regravações. Uma especialmente bacana é a versão disco do grupo americano Boys Town Gang.

9. “SUGAR, SUGAR”, Mary Lou Lord and Semisonics (1995).
Autores: Jeff Barry e Andy Kim. Gravação original: The Archies (1969).

Canção-tema do seriado animado The Archie Show, da Filmation, que adaptava um gibi famoso nos EUA, é um sucesso da banda ficcional do desenho. Em 1995, foi um dos covers do disco Saturday Morning Cartoons’ Greatest Hits, com Mary Lou Lord e a banda alternativa Semisonic. Mas há diversas outras versões, como as de Wilson Pickett (1970), Bob Marley & The Wailers (1970) e Gladys Knight & The Pips (1975).

8. “GLORIA”, Laura Branigan (1982).
Autores: Umberto Tozzi e Giancarlo Bigazzi. Gravação original: Umberto Tozzi (1979).

Sucesso internacional na versão original em italiano, “Gloria” ganhou letra em inglês de Jonathan King, que a regravou ainda em 1979. Mas teve outra versão em inglês que se tornou outro grande sucesso na voz de Laura Branigan, com letra dela e de Trevor Veitch.

7. “WITH A LITTLE HELP FROM MY FRIENDS”, Joe Cocker (1969).
Autores: John Lennon e Paul McCartney. Gravação original: The Beatles (1967).

A faixa que Ringo Starr canta em Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band foi totalmente reinventada por Cocker, certamente a mais memorável entre mais de 50 versões da canção, graças a uma performance antológica no Festival de Woodstock e a reaparição como música de abertura da série Anos Incríveis.

6. “DIAMONDS ARE A GIRL’S BEST FRIEND”, Marilyn Monroe (1953).
Autores: Jule Stine e Leo Robin. Performance original: Carol Channing (1949).

Vencedora de três prêmios Tony, Channing interpretou a canção no palco, na primeira versão do musical. A versão de cinema, no entanto, ajudou a consolidar Marilyn como uma superestrela. Em 2001, a música foi combinada com “Material girl”, da Madonna, para Nicole Kidman cantar. É legal, mas claro que não se compara.

5. “JUST CAN’T GET ENOUGH”, Nouvelle Vague (2004).
Autor: Vince Clarke. Gravação original: Depeche Mode (1981).

Ainda bem na aurora da música eletrônica de mercado, o Depeche Mode emplacou este ótimo hit. Que ganhou uma ótima e inusitada releitura do grupo francês Nouvelle Vague, em um estilo bossanoveado.

4. “DON’T LEAVE ME THIS WAY”, The Communards e Sarah Jane Morris (1986).
Autor: Kenneth Gamble, Leon Huff, Cary Gilbert. Gravação original: Harold Melvin & The Blue Notes (1975).

Já um sucesso com o grupo de soul, virou um grande sucesso da era da discoteca com Thelma Houston, na Motown, dois anos depois. A banda inglesa Communards, chegada numa releitura dos anos 1970, regravou a música em 1986, numa enérgica versão em que Jimmy Sommerville divide os vocais com a cantora de jazz Sarah Jane Morris.

3. “BIZARRE LOVE TRIANGLE”, Frente! (1994).
Autor: Gillian Gilbert, Peter Hook, Stephen Morris, Bernard Sumner. Gravação original: New Order (1986).

Outra mudança total de tom. Curiosamente a música não foi um hit de saída, melhorando um pouco quando ganhou um remix em 1994, mas seu status cresceu muito desde então (entrou na lista das 500 maiores canções da Rolling Stone, por exemplo). A versão acústica e melancólica da australiana Frente!, no mesmo ano do remix, também se tornou um clássico por si só. Na Billboard americana, chegou mais alto que a original.

2. “NOTHING COMPARES 2 U”, Sinéad O’Connor (1990).
Autor: Prince. Gravação original: The Family (1985).

The Family foi uma banda funk de um selo de Prince. Ele compôs a música para seus protegidos, mas ela se tornou um sucesso mesmo é com esta inesquecível versão balada da irlandesa Sinéad O’Connor.

1. “RESPECT”, Aretha Franklin (1967).
Autor: Otis Redding. Gravação original: Otis Redding (1965).

A versão de Aretha transforma a canção de Otis em uma declaração de força feminina. E ainda adiciona a soletração “R – E – S – P -E – C – T” à letra. É uma das gravações mais icônicas da música popular.

 

Lista elaborada a partir dos filmes exibidos comercialmente nos cinemas de JP em 2015.

007 contra Spectre-16-b

Léa Seydoux em “007 contra Spectre”

1 – LÉA SEYDOUX, por 007 contra Spectre

Anteriormente em Musas/ cinema em JP: 7ª em 2010, por A Bela Junie; 19ª em 2013, por Adeus, Minha Rainha; 4ª em 2014, por Azul É a Cor Mais Quente.

Bondgirls parecem coisa fora de moda (dizem que agora tem que chamar de “bondwoman”) e já fazia uns dez anos que não aparecia uma marcante de verdade (a última havia sido Eva Green, em 007 – Cassino Royale, 8ª musa nas duas listas de 2006). Mas a francesa Léa Seydoux apareceu em 007 contra Spectre, para ser uma das melhores bondgirls (ou women) da série. E a conjuntura a tornou a primeira a liderar uma das nossas listas de musas. O pódio completa-se com duas estreantes: Daisy Ridley, ícone instantâneo com o novo Star Wars, e Alicia Vikander, mais uma sueca abraçada por Hollywood. Em seguida, Julianne Moore reaparece depois de cinco anos e Monica Bellucci depois de nove! Scarlett Johansson esta lá embaixo, mas é sua oitava inclusão nas 11 listas “cinema em JP”. E Jennifer Lawrence agora é a recordista isolada de aparições em listas consecutivas: cinco. Primeira aparição: Daisy Ridley, Alicia Vikander, Evangeline Lilly, Rebecca Ferguson, Emmanuelle Seigner, Naomie Harris, Dakota Johson, Lily James, Stephanie Sigman. Brasileiras na lista: Alinne Moraes.

Star Wars - O Despertar da Força-11

Daisy Ridley em “Star Wars – O Despertar da Força”

2 – DAISY RIDLEY, por Star Wars – O Despertar da Força

Agente da U.N.C.L.E-05

Alicia Vikander em “O Agente da U.N.C.L.E.”

Pegando Fogo-03

Alicia Vikander em “Pegando Fogo”

3 – ALICIA VIKANDER, por O Agente da U.N.C.L.E. e por Pegando Fogo

Mapas para as Estrelas-02

Julianne Moore em “Mapas para as Estrelas”

Para Sempre Alice-06

Julianne Moore em “Para Sempre Alice”

4 – JULIANNE MOORE, por Mapas para as Estrelas e por Para Sempre Alice

Anteriormente em Musas/ cinema em JP: 3ª em 2010, por O Preço da Traição e por Direito de Amar; 4ª em 2011, por Minhas Mães e Meu Pai e por Amor à Toda Prova.

007 contra Spectre-17

Monica Bellucci em “007 contra Spectre”

5 – MONICA BELLUCCI, por 007 contra Spectre

Anteriormente em Musas/ cinema em JP: 18ª em 2005, por Irmãos Grimm; 16ª em 2007, por Mandando Bala.

Homem-Formiga-09

Evangeline Lilly em “Homem-Formiga”

6 – EVANGELINE LILLY, por Homem-Formiga

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Jennifer Lawrence em “Jogos Vorazes – A Esperamça: o Final”

7 – JENNIFER LAWRENCE, por Jogos Vorazes – A Esperança: o Final

Anteriormente em Musas/ cinema em JP11ª em 2011, por X-Men – Primeira Classe; 13ª em 2012, por Jogos Vorazes e por Inverno da Alma; 1ª em 2013, por O Lado Bom da Vida e por Jogos Vorazes – Em Chamas; 5ª em 2014, por Trapaça, por X-Men – Dias de um Futuro Esquecido e por Jogos Vorazes – A Esperança: Parte 1.

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Margot Robbie em “Golpe Duplo”

8 – MARGOT ROBBIE, por Golpe Duplo

Anteriormente em Musas/ cinema em JP6ª em 2014, por O Lobo de Wall StreetPosteriormente em Musas/ cinema em JP1ª em 2016, por Esquadrão Suicida, por A Lenda de Tarzan e por A Grande Aposta.

Mad Max - Estrada da Fúria-19

Charlize Theron em “Mad Max – Estrada da Fúria”

9 – CHARLIZE THERON, por Mad Max – Estrada da Fúria

Anteriormente em Musas/ cinema em JP: 12ª em 2010, por A Estrada; 17ª em 2012, por Jovens Adultos, por Branca de Neve e o Caçador e por PrometheusPosteriormente em Musas/ Cinema em JP: 9ª em 2016, por O Caçador e a Rainha de Gelo.

Mistress America-06

Greta Gerwig em “Mistress America”

10 – GRETA GERWIG, por Mistress America

Anteriormente em Musas/ cinema em JP: 11ª em 2013, por Frances Ha.

Missao Impossivel - Nacao Secreta-09

Rebecca Ferguson em “Missão Impossível – Nação Secreta”

11 – REBECCA FERGUSON, por Missão Impossível – Nação Secreta

Pele de Venus-02

Emmanuelle Seigner em “A Pele de Vênus”

12 – EMMANUELLE SEIGNER, por A Pele de Vênus

Grandes Olhos

Amy Adams em “Grandes Olhos”

13 – AMY ADAMS, por Grandes Olhos

Anteriormente em Musas/ cinema em JP: 10ª em 2009, por Uma Noite no Museu 2 e por Dúvida; 17ª em 2011, por O Vencedor e por Os Muppets; 5ª em 2013, por O Homem de Aço e por O Mestre; 2ª em 2014, por Trapaça. Posteriormente em Musas/ Cinema em JP: 8ª em 2016, por A Chegada.

007 contra Spectre-24

Naomie Harris em “007 contra Spectre”

14 – NAOMIE HARRIS, por 007 contra Spectre

Vingadores - Era de Ultron-06

Scarlett Johansson em “Vingadores – Era de Ultron”

15 – SCARLETT JOHANSSON, por Vingadores – Era de Ultron

Anteriormente em Musas/ cinema em JP1ª em 2006, por Ponto Final – Match Point, por O Grande Truque e por Dália Negra; 2ª em 2007, por Scoop – O Grande Furo; 7ª em 2008, por Vicky Cristina Barcelona; 8ª em 2010, por Homem de Ferro 2; 1ª em 2012, por Os Vingadores – The Avengers; 12ª em 2013, por Hitchcock e por Como Não Perder Essa Mulher; 7ª em 2014, por Capitão América 2 – O Soldado Invernal e por LucyPosteriormente em Musas/ cinema em JP: 7ª em 2016, por Capitão América – Guerra Civil.

Vendedor de Passados-09

Alinne Moraes em “O Vendedor de Passados”

16 – ALINNE MORAES, por O Vendedor de Passados

Anteriormente em Musas/ Cinema em JP: 10ª em 2011, por O Homem do Futuro; 6ª em 2012, por Heleno; 8ª em 2014, por Tim Maia.

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Keira Knightley em “O Jogo da Imitação”

17 – KEIRA KNIGHTLEY, por O Jogo da Imitação

Anteriormente em Musas/ Cinema em JP: 10ª em 2006, por Orgulho & Preconceito.

18 - Dakota Johnson

Dakota Johnson em “Cinquenta Tons de Cinza”

18 – DAKOTA JOHNSON, por Cinquenta Tons de Cinza

19 - Lily James

Lily James em “Cinderela”

19 – LILY JAMES, por Cinderela

20 - Stephanie Sigman

Stephanie Sigman em “007 contra Spectre”

20 – STEPHANIE SIGMAN, por 007 contra Spectre

“You like potato, I like ‘potahto’/ You like tomato and I like ‘tomahto’”

George Gershwin notou que Fred Astaire e Ginger Rogers pronunciavam as palavras de maneira diferente. E criou para eles esta obra-prima chamada “Let’s call the whole thing off” para o sétimo dos 10 filmes de Fred e Ginger juntos. E a dupla dança sobre patins!

Vamos Dançar? Shall We Dance. Estados Unidos, 1937. Direção: Mark Sandrich. Elenco: Fred Astaire, Ginger Rogers, Edward Everett Horton.

Cena anterior: Onde Começa o Inferno

O designer gráfico americano Saul Bass teve papel de destaque na revolução dos créditos de abertura nos anos 1950. Ainda hoje as sequências que criou para grandes cineastas estão entre as melhores já vistas, indo de animações bem humoradas a mergulhos abstratos e psicológicos no clima e tema do filme que viria a seguir.

É neste segundo caso que entra Um Corpo que Cai (1958), o primeiro (aqui, junto com o animador John Whitney) dos memoráveis créditos que fez para Hitchcock. Bass usa os motivos espirais para antecipar a vertigem emocional e psicológica do filme.

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Uma maravilhosa arte em extinção, os créditos de abertura dos filmes ganharam muito em charme nos anos 1950 e 1960. Deixaram de ser unicamente cartelas com o nome do elenco e da equipe e se tornaram uma peça artística em particular dentro do filme.

Hoje em dia, nessa era apressada, os filmes empurram os créditos para o fim e às vezes o filme não tem nem título no começo, quanto mais créditos.

Enfim, começo por um dos mais emblemáticos: A Pantera Cor-de-Rosa (1963), de Blake Edwards. Muita gente conhece a pantera da série animada, sem se dar conta de que ela não surgiu ali, mas na abertura do filme homônimo (que era uma comédia de Blake Edwards sobre o roubo de um diamante chamado “pantera cor-de-rosa”).

A animação é da DePatie-Freleng, onde o “Freleng” diz respeito a Friz Freleng, célebre animador do Pernalonga em tempos anteriores na Warner Bros., e o “De Patie” é de David H. DePatie, último produtor executivos dos cartoons da Warner, de 1961 a 1963, antes do encerramento da produção. Com a música-tema de Henry Mancini, o sucesso foi tão grande que a Pantera começou a estrelar curtas de animação no ano seguinte, já ganhou quatro séries animadas na TV e voltou nas aberturas de outros oito filmes da série.

>> Próximo: Um Corpo que Cai (1958)

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