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O INVENTOR DA MOCIDADE

Sem borda - 04 estrelas

A primeira cena de O Inventor da Mocidade, antes dos créditos, mostra a porta da frente de uma casa e Cary Grant quase saindo dela, quando é interrompido pela voz (suponho) do diretor: “Ainda não, Cary”. Já é uma amostra de que o disparate total vai dar a ordem nessa comédia maluca temporã, da mesma dupla diretor-ator do clássico Levada da Breca (1938), mas produzida e lançada em anos em que Jerry Lewis já começava a dominar o gênero.

Cary Grant foi um ator que se saía tão bem quanto galã romântico quanto num aloprado papel cômico como este: um cientista dedicado a criar uma fórmula para o rejuvenescimento e que, por acidente, tem seu preparo remisturado por um dos macacos do laboratório. Testando o produto em si mesmo, o cientista rejuvenesce mentalmente até a infância.

Cary se entrega bravamente ao papel, assim como Ginger Rogers, que interpreta sua esposa e também é afetada pela fórmula em determinado momento. Tudo vai num crescendo cada vez mais em direção ao mais desenfreado absurdo. Só não chega a romper as barreiras da realidade (bem, a da proposta pelo filme) como os filmes vindouros de Mel Brooks e do trio Zucker-Abrahams-Zucker.

O Inventor da Mocidade injustamente acabou ficando injustamente para a história como “um filme de Marilyn Monroe”. Marilyn estava às vésperas de se tornar a grande estrela que foi: no ano seguinte emplacaria três filmes de sucesso que redefiniram sua carreira. Aqui, embora estampe as capas de DVDs e blu-rays do filme, ainda é coadjuvante.

Mas seu papel também tem destaque: é a secretária sexy da empresa para a qual Cary trabalha e divide com ele algumas das loucuras em que ele se mete. Seu brilho é evidente no meio de duas estrelas consagradas como Cary e Ginger. O próprio Howard Hawks viu logo: a colocou em Os Homens Preferem as Loiras (1953), fez ela canta “Diamonds are a girl’s best friend” e criou um momento antológico que ajudou a consolidar o mito.

Monkey Business. Estados Unidos, 1952. Direção: Howard Hawks. Elenco: Cary Grant, Ginger Rogers, Marilyn Monroe, Charles Coburn, Hugh Marlowe. Visto em DVD.

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Marilyn Monroe estaria completando hoje 90 anos. Sempre apontada como o maior sex symbol do cinema, ela também tinha um talento natural para a comédia (foi premiada no Globo de Ouro por Quanto Mais Quente Melhor, 1959) e foi se tornando também uma boa atriz dramática (como mostrou em filmes como Nunca Fui Santa, 1956, e Os Desajustados, 1961). Era insegura, autodestrutiva, esquecia as falas, enlouquecia os diretores com quem trabalhava. Billy Wilder dizia que filmar com ela era um inferno, mas tudo compensava quando se via o resultado na tela. Sua morte trágica aos 36 anos a transformou em um mito eterno.

 

Audrey Hepburn em "A Princesa e o Plebeu"

Audrey Hepburn em “A Princesa e o Plebeu”

1 – AUDREY HEPBURN, por A Princesa e o Plebeu

Posteriormente em Musas retroativas: 2ª em 1954, por Sabrina; 7ª em 1956, por Guerra e Paz; 2ª em 1957, por Cinderela em Paris e por Amor na Tarde; 10ª em 1959, por Uma Cruz à Beira do Abismo e por A Flor que Não Morreu; 12ª em 1960, por O Passado Não Perdoa; 1ª em 1961, por Bonequinha de Luxo e por Infâmia; 7ª em 1963, por Charada; 9ª em 1964, por My Fair Lady e por Quando Paris Alucina; 3ª, em 1966, por Como Roubar um Milhão de Dólares; 8ª em 1967, por Um Caminho para Dois e por Um Clarão nas Trevas; 16ª em 1976, por Robin e Marian

A aparição impactante e encantadora de Audrey Hepburn para o mundo em A Princesa e o Plebeu garantiu o Oscar daquele ano e o alto do pódio na nossa lista. Sua princesa que tira um dia de folga em Roma, corta o cabelo, vive aventuras e se apaixona é inesquecível. Uma estreia como poucas. O que enobrece a vitória é o pódio completado por uma Cyd Charisse impressionante com suas pernas intermináveis em A Roda da Fortuna e Marilyn Monroe triplamente no ano em que virou uma estrela – com destaque para a cena icônica em que, tão sinuosa quanto engraçada, canta as qualidades dos diamantes. E olha que o ano ainda teve Deborah Kerr no beijo mais famoso do cinema, Ava Gardner, Grace Kelly, Rita Hayworth… Única aparição: Donna Reed, Rita Hayworth, Jane Russell, Jean Peters, Gloria Grahame, Setsuko Hara, Gene Tierney. Brasileiras na lista: nenhuma.

Cyd Charisse em "A Roda da Fortuna"

Cyd Charisse em “A Roda da Fortuna”

2 – CYD CHARISSE, por A Roda da Fortuna

Anteriormente em Musas retroativas1ª em 1952, por Cantando na ChuvaPosteriormente em Musas retroativas: 6ª em 1954, por A Lenda dos Beijos Perdidos; 5ª em 1955, por Dançando nas Nuvens; 20ª em 1956, por Viva Las Vegas; 1ª em 1957, por Meias de Seda; 5ª em 1958, por A Bela do Bas-Fond.

Marilyn Monroe em "Os Homens Preferem as Louras"

Marilyn Monroe em “Os Homens Preferem as Louras”

Marilyn Monroe em "Torrentes de Paixão"

Marilyn Monroe em “Torrentes de Paixão”

Marilyn Monroe em "Como Agarrar um Milionário"

Marilyn Monroe em “Como Agarrar um Milionário”

3 – MARILYN MONROE, por Os Homens Preferem as Louras, por Torrentes de Paixão e por Como Agarrar um Milionário

Anteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1952, por O Inventor da Mocidade, por Almas Desesperadas, por Só a Mulher Peca, por Travessuras de Maridos e por Páginas da Vida. Posteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1954, por O Mundo da Fantasia e por O Rio das Almas Perdidas; 1ª em 1955, por O Pecado Mora ao Lado; 4ª em 1956, por Nunca Fui Santa; 3ª em 1957, por O Príncipe e a Corista; 2ª em 1959, por Quanto Mais Quente Melhor; 11ª em 1960, por Adorável Pecadora; 2ª em 1961, por Os Desajustados; 1ª em 1962, por Something’s Got to Give.

Harriet Andersson em "Mônica e o Desejo"

Harriet Andersson em “Mônica e o Desejo”

Harriet Andersson em "Noites de Circo"

Harriet Andersson em “Noites de Circo”

4 – HARRIET ANDERSSON, por Mônica e o Desejo e por Noites de Circo

Posteriormente em Musas retroativas: 10ª em 1961, por Através do Espelho.

Deborah Kerr em "A um Passo da Eternidade"

Deborah Kerr em “A um Passo da Eternidade”

5 – DEBORAH KERR, por A um Passo da Eternidade

Posteriormente em Musas retroativas: 15ª em 1955, por Pelo Amor de Meu Amor; 18ª em 1956, por O Rei e Eu e por Chá e Simpatia; 10ª em 1957, por Tarde Demais para Esquecer e por O Céu É Testemunha; 17ª em 1959, por Crepúsculo Vermelho.

Ava Gardner em "Mogambo"

Ava Gardner em “Mogambo”

6 – AVA GARDNER, por Mogambo

Posteriormente em Musas retroativas: 10ª em 1954, por A Condessa Descalça; 16ª em 1957, por E Agora Brilha o Sol; 11ª em 1958, por A Maja Desnuda.

Donna Reed em "A um Passo da Eternidade"

Donna Reed em “A um Passo da Eternidade”

7 – DONNA REED, por A um Passo da Eternidade

Grace Kelly em "Mogambo"

Grace Kelly em “Mogambo”

8 – GRACE KELLY, por Mogambo

Anteriormente em Musas retroativas: 2ª em 1952, por Matar ou Morrer. Posteriormente em Musas retroativas: 2ª em 1952, por Matar ou Morrer; 1ª em 1954, por Janela Indiscreta, por Disque M para Matar, por Amar É Sofrer e por Tentação Verde; 2ª em 1955, por Ladrão de Casaca; 2ª em 1956, por Alta Sociedade e por O Cisne.

Gina Lollobrigida em "Pão, Amor e Fantasia"

Gina Lollobrigida em “Pão, Amor e Fantasia”

Gina Lollobrigida em "O Diabo Riu por Último"

Gina Lollobrigida em “O Diabo Riu por Último”

9 – GINA LOLLOBRIGIDA, por Pão, Amor e Fantasia e por O Diabo Riu por Último

Anteriormente em Musas retroativas: 6ª em 1952, por Fanfan la TulipePosteriormente em Musas retroativas: 8ª em 1959, por Salomão e a Rainha de Sabá; 9ª em 1961, por Quando Setembro Vier; 14ª em 1971, por A Quadrilha da Fronteira.

Rita Hayworth em "Salomé"

Rita Hayworth em “Salomé”

Rita Hayworth em "A Mulher de Satã"

Rita Hayworth em “A Mulher de Satã”

10 – RITA HAYWORTH, por Salomé e por A Mulher de Satã

Janet Leigh (O Preço de um Homem)

Janet Leigh em “O Preço de um Homem”

janet Leigh em "Que Delícia o Amor"

Janet Leigh em “Que Delícia o Amor”

Janet Leigh em "Houdini, o Homem Miraculoso"

Janet Leigh em “Houdini, o Homem Miraculoso”

11 – JANET LEIGH, por O Preço de um HomemQue Delícia o Amor e por Houdini, o Homem Miraculoso

Posteriormente em Musas retroativas: 6ª em 1958, por A Marca da Maldade; 11ª em 1960, por Psicose.

Jean Simmons em "O Manto Sagrado"

Jean Simmons em “O Manto Sagrado”

Jean Simmons em "Papai Não Quer"

Jean Simmons em “Papai Não Quer”

Jean Simmons em "A Rainha virgem"

Jean Simmons em “A Rainha virgem”

12 – JEAN SIMMONS, por O Manto Sagrado, por Papai Não Quer e por A Rainha Virgem

Anteriormente em Musas retroativas: 15ª em 1954, por Desirée, o Amor de Napoleão; 8ª em 1958, por Da Terra Nascem os Homens;  7ª em 1960, por Spartacus e por Entre Deus e o Pecado.

Marilyn Monroe e Jane Russell em "Os Homens Preferem as Louras"

Marilyn Monroe e Jane Russell em “Os Homens Preferem as Louras”

 Jane Russell em "Um Romance em Paris"

Jane Russell em “Um Romance em Paris”

13 – JANE RUSSELL, por Os Homens Preferem as Louras e por Um Romance em Paris

Jean Peters em "Anjo do Mal"

Jean Peters em “Anjo do Mal”

14 – JEAN PETERS, por Anjo do Mal

Gloria Grahame em "Os Corruptos"

Gloria Grahame em “Os Corruptos”

15 – GLORIA GRAHAME, por Os Corruptos

Alida Valli em "Nós, as Mulheres"

Alida Valli em “Nós, as Mulheres”

16 – ALIDA VALLI, por Nós, as Mulheres

Posteriormente em Musas retroativas: 8ª em 1954, por Sedução da Carne.

Setsuko Hara em "Era uma Vez em Tóquio"

Setsuko Hara em “Era uma Vez em Tóquio”

17 – SETSUKO HARA, por Era uma Vez em Tóquio

Lauren Bacall em "Como Agarrar um Milionário"

Lauren Bacall em “Como Agarrar um Milionário”

18 – LAUREN BACALL, por Como Agarrar um Milionário

Posteriormente em Musas retroativas: 17ª em 1955, por Rota Sagrenta; 19ª em 1956, por Palavras ao Vento; 5ª em 1957, por Teu Nome É Mulher.

Gene Tierney em "Nunca Me Deixes Ir"

Gene Tierney em “Nunca Me Deixes Ir”

19 – GENE TIERNEY, por Como Agarrar um Milionário

Jennifer Jones em "O Diabo Riu por Último"

Jennifer Jones em “O Diabo Riu por Último”

Jennifer Jones em "Quando a Mulher Erra"

Jennifer Jones em “Quando a Mulher Erra”

20 – JENNIFER JONES, por O Diabo Riu por Último e por Quando a Mulher Erra

Anteriormente em Musas retroativas: 7ª em 1955, por Suplício de uma Saudade; 14ª em 1957, por Adeus às Armas.

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Marilyn Monroe, Tony Curtis e Jack Lemmon

Marilyn Monroe, Tony Curtis e Jack Lemmon

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Sexo e tiros, graças ao deus Billy

Em preto-e-branco, um carro funerário antigo vem pela rua. Logo, é perseguido pela polícia. Tiros são trocados, uma perseguição acontece, o carro escapa, mas o caixão foi atingido. Dos furos, jorra um líquido. Não é sangue: quando o caixão é aberto, nos é revelado que está cheio de garrafas de birita. E só aí Quanto Mais Quente Melhor nos localiza (para quem ainda não percebeu por si só): estamos em Chicago, 1929. Época da Lei Seca.

O filme de Billy Wilder, escrito por ele e o parceiro I.A.L. Diamond, mostra de saída uma de suas maiores qualidades (entre tantas e tantas): o ritmo. Não há pressa: o filme começa com uma trama que ainda não envolve seus personagens principais: essa fuga, a batida da polícia em uma funerária de fachada que na verdade é um nightclub. Joe (Tony Curtis) e Jerry (Jack Lemmon), músicos que tocam na banda do lugar, só aparecem aí, aos 7 minutos de filme. A outra protagonista do filme, Sugar Kane (Marilyn Monroe), só aos 25. E essa cadência é tão precisa quanto o rebolado de Marilyn em sua primeira aparição, na estação de trem. “Olha como ela se mexe! É como gelatina com molas”, diz o personagem de Lemmon. “Deve ter algum tipo de motor interno. Vou te dizer, é um sexo totalmente diferente!”.

Nesta cena, Joe e Jerry já estão vestidos de mulher. Eles – com uma dinâmica meio Dean Martin e Jerry Lewis – testemunharam o acerto de contas entre gangsters que ficou conhecido como o massacre do Dia de São Valentim (que aconteceu mesmo) e, para não serem mortos também, precisam fugir da cidade. Conseguem emprego em uma banda que está indo para Miami – só que é uma banda só de mulheres. Então, Joe vira Josephine e Jerry, Geraldine. Até sua antológica apresentação ao pessoal da banda: “Sou Daphne”. Mais um exemplo do ritmo do roteiro: há todo um diálogo depois disso até que Joe possa finalmente colocar Jerry na parede e perguntar: “Daphne??”.

O desafio da dupla é se tornar esse “sexo totalmente diferente”. É claro que não vai ser fácil. Joe parece mais desconfortável, mas mais concentrado. Jerry fica saltitante ao se ver entre as mulheres da banda, mas curiosamente rapidamente cria uma expansiva persona feminina. Além disso, há Sugar, a cantora da banda. Que homem resiste a Marilyn em seu máximo? Em um segundo, os dois se interessam por ela e vão arriscar seus disfarces e pescoços.

No hotel e Miami, ainda há os milionários em busca de aventuras amorosas. Joe se aproveita disso e cria um novo personagem para conquistar Sugar, em uma impagável imitação de Cary Grant (“Que sotaque é esse? Ninguém fala assim!”, diz Jerry). Já Daphne atrai a atenções de um ricaço de verdade, Osgood Fielding (Joe E. Brown).

As correrias e o entra-e-sai são orquestrados na medida, emoldurando (e várias vezes desviando a atenção) todas as piadas com o homossexualismo que não podiam ser feitas naquela época em que o Código de Produção ainda ditava normas em Hollywood. A cena em que Daphne conta que foi pedida em casamento – um dos melhores diálogos da história do cinema (Joe: “Por que um cara se casaria com outro cara?”; Daphne: “Segurança!”) – é cheia de subentendidos, desmentidos, coisas que ficam no ar e é tão engraçada que Billy Wilder entregou duas maracas para Jack Lemmon e o instruiu a sacudi-las entre os diálogos – para dar ao público tempo de rir sem perder nada.

A interação entre Curtis e Lemmon é perfeita, mas o filme tem em Marilyn uma arma que não desperdiça. Billy Wilder pagou seus pecados com a atriz e sua dificuldade em decorar as falas. Em uma cena, ela só tinha que entrar no quarto e perguntar “Cadê aquele bourbon?”, mas não acertava. Billy, então, escreveu a fala num papel e colocou dentro de uma gaveta que ela deveria abrir. E ela não conseguia abrir a gaveta certa. Então, o diretor pôs a fala dentro de todas a gavetas. Foram 49 takes e não foi a única cena a ser repetida tantas vezes.

Billy já tinha dirigido Marilyn em O Pecado Mora ao Lado e sabia que valia a insistência. E valeu mesmo. Marilyn está luminosa no seu tipo de ser a mulher mais sensual do mundo sem ter consciência de que é. E seus números musicais (“Runnin’ wild”, “I wanna be loved by you” e “I’m through with love”) são todos ótimos.

São todas músicas do período em que o filme se passa, o final dos anos 1920. E Marilyn (que ganhou o Globo de Ouro de atriz/ comédia ou musical; Jack Lemmon ganhou melhor ator e ainda teve o de melhor filme) está fascinante de maneiras diferentes em cada um deles (estava com uns quilinhos a mais porque estava grávida, mas quem liga?). No segundo ainda há aquele jogo de luz, que brinca, ficando acima do já generoso decote de Sugar, evocando a nudez da personagem. O sexo está por todo lado no filme.

Às vezes, em dois lugares ao mesmo tempo e com sentidos diferentes, como na cena em que Sugar se esforça para seduzir o suposto milionário supostamente impotente que Joe finge ser enquanto Jerry, como Daphne, precisa lidar com o apaixonado Osgood em um baile (“Daphne, está conduzindo de novo”).

E tem o final, claro. Billy Wilder (com seus parceiros) era brilhante em seus finais. E o de Quanto Mais Quente Melhor, eleito pelo American Film Institute como a melhor comédia do cinema american, é lendário. A solução de resolver com um atrevido nonsense a questão entre Osgood e Daphne causou dúvidas até no próprio Wilder (I.A.L. Diamond criou a fala). É tão surpreendente, absurdo e anticlimático que a plateia só pensa nas possíveis implicações dela depois. Pode ser que ninguém seja perfeito, mas esse final é.

Quanto Mais Quente Melhor. Some Like it Hot. Estados Unidos, 1959. Direção: Billy Wilder. Roteiro: Billy Wilder e I.A.L. Diamond, a partir de história de Robert Thoeren e Michael Logan, inspirado no filme alemão Ritmos de Amor (1951). Elenco: Marilyn Monroe, Tony Curtis, Jack Lemmon, George Raft, Pat O’Brien, Joe E. Brown.

Grace Kelly em "Janela Indiscreta"

Grace Kelly em “Janela Indiscreta”

Grace Kelly em "Disque M para Matar"

Grace Kelly em “Disque M para Matar”

Grace Kelly em "Amar É Sofrer"

Grace Kelly em “Amar É Sofrer”

Grace Kelly em "Tentação Verde"

Grace Kelly em “Tentação Verde”

1 – GRACE KELLY, por Janela Indiscreta, por Disque M para Matar, por Amar É Sofrer e por Tentação Verde

Anteriormente em Musas retroativas: 2ª em 1952, por Matar ou Morrer; 8ª em 1953, por Mogambo. Posteriormente em Musas retroativas: 2ª em 1955, por Ladrão de Casaca; 2ª em 1956, por Alta Sociedade e por O Cisne.

A década de 1950 é, provavelmente, o período de maiores “clássicos” (clássicos no sentido de um Fla x Flu) entre as musas retroativas. Até agora, contando do fim para o começo, anualmente as favoritas são as mesmas e potencializadas pela máquina de glamour de Hollywood funcionando a plena potência. Audrey Hepburn, Marilyn Monroe e Elizabeth Taylor estão quase sempre nos primeiros lugares, se alternando no topo. E Grace Kelly, que abandonou o cinema em 1956, também. Foi vice em na nossa lista em 1955 e 1956 e campeã este ano, emplacando quatro filmes, sendo dois de Hitchcock – e um deles é Janela Indiscreta, com aquela entrada em cena. Audrey foi a vice com a transformação de sua personagem em Sabrina. E nem foi um dos melhores anos de Marilyn, mas Marilyn é Marilyn e ela só precisava de uma cena para ser inesquecível, como mostra em “After you get what you want, you don’t want it”, de O Mundo da Fantasia. Primeira aparição: Elizabeth Taylor, Dorothy Dandrige, Ingrid Bergman, Eva Marie Saint, Sophia Loren, Lana Turner, Silvana Mangano, Eleanor Parker. Última aparição: Alida Valli. Única aparição: Sarita Montiel, Vera-Ellen, Virginia Gibson, Jane Powell, Eliana. Brasileiras na lista: Eliana.

Audrey Hepburn em "Sabrina"

Audrey Hepburn em “Sabrina”

2 – AUDREY HEPBURN, por Sabrina

Anteriormente em Musas retroativas1ª em 1953, por A Princesa e o PlebeuPosteriormente em Musas retroativas: 7ª em 1956, por Guerra e Paz; 2ª em 1957, por Cinderela em Paris e por Amor na Tarde; 10ª em 1959, por Uma Cruz à Beira do Abismo e por A Flor que Não Morreu; 12ª em 1960, por O Passado Não Perdoa; 1ª em 1961, por Bonequinha de Luxo e por Infâmia; 7ª em 1963, por Charada; 9ª em 1964, por My Fair Lady e por Quando Paris Alucina; 3ª, em 1966, por Como Roubar um Milhão de Dólares; 8ª em 1967, por Um Caminho para Dois e por Um Clarão nas Trevas; 16ª em 1976, por Robin e Marian.

Marilyn Monroe em "O Mundo da Fantasia"

Marilyn Monroe em “O Mundo da Fantasia”

Marilyn Monroe em "O Rio das Almas Perdidas"

Marilyn Monroe em “O Rio das Almas Perdidas”

3 – MARILYN MONROE, por O Mundo da Fantasia e por O Rio das Almas Perdidas

Anteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1952, por O Inventor da Mocidade, por Almas Desesperadas, por Só a Mulher Peca, por Travessuras de Maridos e por Páginas da Vida; 3ª em 1953, por Os Homens Preferem as Louras, por Torrentes de Paixão e por Como Agarrar um MilionárioPosteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1955, por O Pecado Mora ao Lado; 4ª em 1956, por Nunca Fui Santa; 3ª em 1957, por O Príncipe e a Corista; 2ª em 1959, por Quanto Mais Quente Melhor; 11ª em 1960, por Adorável Pecadora; 2ª em 1961, por Os Desajustados; 1ª em 1962, por Something’s Got to Give.

Elizabeth Taylor em "No Caminho dos Elefantes"

Elizabeth Taylor em “No Caminho dos Elefantes”

Elizabeth Taylor em "A Última Vez que Vi Paris"

Elizabeth Taylor em “A Última Vez que Vi Paris”

4 – ELIZABETH TAYLOR, por No Caminho dos Elefantes e por A Última Vez que Vi Paris

Posteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1956, por Assim Caminha a Humanidade; 1ª em 1958, por Gata em Teto de Zinco Quente; 1ª em 1959, por De Repente, no Último Verão; 2ª em 1960, por Disque Butterfield 8; 3ª em 1963, por Cleópatra; 15ª em 1965, por Adeus às Ilusões; 18ª em 1970, por Jogo de Paixões.

Dorothy Dandridge em "Carmen Jones"

Dorothy Dandridge em “Carmen Jones”

5 – DOROTHY DANDRIDGE, por Carmen Jones

Posteriormente em Musas retroativas: 7ª em 1959, por Porgy & Bess.

Cyd Charisse em "A Lenda dos Beijos Perdidos"

Cyd Charisse em “A Lenda dos Beijos Perdidos”

6 – CYD CHARISSE, por A Lenda dos Beijos Perdidos

Anteriormente em Musas retroativas1ª em 1952, por Cantando na Chuva; 2ª em 1953, por A Roda da FortunaPosteriormente em Musas retroativas: 5ª em 1955, por Dançando nas Nuvens; 20ª em 1956, por Viva Las Vegas; 1ª em 1957, por Meias de Seda; 5ª em 1958, por A Bela do Bas-Fond.

Ingrid Bergman em "Romance na Itália"

Ingrid Bergman em “Romance na Itália”

7 – INGRID BERGMAN, por Romance na Itália

Posteriormente em Musas retroativas: 10ª em 1956, por Anastácia, a Princesa Esquecida; 17ª em 1958, por Indiscreta e por A Morada da Sexta Felicidade; 15ª em 1969, por Flor de Cacto.

Alida Valli em "Sedução da Carne"

Alida Valli em “Sedução da Carne”

8 – ALIDA VALLI, por Sedução da Carne

Anteriormente em Musas retroativas: 16ª em 1953, por Nós, as Mulheres.

Sarita Montiel em "Vera Cruz"

Sarita Montiel em “Vera Cruz”

9 – SARITA MONTIEL, por Vera Cruz

Ava Gardner em "A Condessa Descalça"

Ava Gardner em “A Condessa Descalça”

10 – AVA GARDNER, por A Condessa Descalça

Anteriormente em Musas retroativas6ª em 1953, por MogamboPosteriormente em Musas retroativas: 16ª em 1957, por E Agora Brilha o Sol; 11ª em 1958, por A Maja Desnuda.

Eva Marie Saint em "Sindicato de Ladrões"

Eva Marie Saint em “Sindicato de Ladrões”

11 – EVA MARIE SAINT, por Sindicado de Ladrões

Posteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1959, por Intriga Internacional; 20ª em 1962, por Anjo Violento.

Sophia Loren em "Duas Noites com Cleópatra"

Sophia Loren em “Duas Noites com Cleópatra”

Sophia Loren em "A Invasão dos Bárbaros"

Sophia Loren em “A Invasão dos Bárbaros”

12 – SOPHIA LOREN, por Duas Noites com Cleópatra e por A Invasão dos Bárbaros

Posteriormente em Musas retroativas: 11ª em 1957, por A Lenda da Estátua Nua, por Orgulho e Paixão e por A Lenda dos Desaparecidos; 19ª em 1958, por Tentação Morena, por A Orquídea Negra, por Desejo e por A Chave; 4ª em 1960, por Duas Mulheres, por Começou em Nápoles e por The Millionairess; 14ª em 1961, por El Cid; 6ª em 1962, por Boccaccio ’70; 4ª em 1963, por Ontem, Hoje e Amanhã; 8ª em 1964, por Matrimônio à Italiana e por A Queda do Império Romano; 14ª em 1966, por Arabesque; 20ª em 1967, por A Condessa de Hong Kong; 5ª em 1972, por O Homem de La Mancha.

Vera-Ellen em "Natal Branco"

Vera-Ellen em “Natal Branco”

13 – VERA-ELLEN, por Natal Branco

Lana Turner em "Atraiçoado"

Lana Turner em “Atraiçoado”

14 – LANA TURNER, por Atraiçoado

Anteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1952, por Assim Estava Escrito. Posteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1952, por Assim Estava Escrito; 8ª em 1955, por O Filho Pródigo e por Mares Violentos; 18ª em 1957, por A Caldeira do Diabo; 15ª em 1959, por Imitação da Vida.

Jean Simmons em "Desirée, o Amor de Napoleão"

Jean Simmons em “Desirée, o Amor de Napoleão”

15 – JEAN SIMMONS, por Desirée, o Amor de Napoleão

Anteriormente em Musas retroativas: 12ª em 1953, por O Manto Sagrado, por Papai Não Quer e por A Rainha Virgem. Posteriormente em Musas retroativas8ª em 1958, por Da Terra Nascem os Homens; 7ª em 1960, por Spartacus e por Entre Deus e o Pecado.

Silvana Mangano em "Ulisses"

Silvana Mangano em “Ulisses”

16 – SILVANA MAGANO, por Ulisses

Posteriormente em Musas retroativas: 19ª em 1962, por Barrabás.

Virginia Gibson em "Sete Noivas para Sete Irmãos"

Virginia Gibson em “Sete Noivas para Sete Irmãos”

17 – VIRGINIA GIBSON, por Sete Noivas para Sete Irmãos

Jane Powell em "Sete Noivas para Sete Irmãos"

Jane Powell em “Sete Noivas para Sete Irmãos”

18 – JANE POWELL, por Sete Noivas para Sete Irmãos

Eliana em "Nem Sansão nem Dalila"

Eliana em “Nem Sansão nem Dalila”

19 – ELIANA, por Nem Sansão nem Dalila

Eleanor Parker em "A Selva Nua"

Eleanor Parker em “A Selva Nua”

Eleanor Parker em "O Vale dos Reis"

Eleanor Parker em “O Vale dos Reis”

20 – ELEANOR PARKER, por A Selva Nua e por O Vale dos Reis

Posteriormente em Musas retroativas: 15ª em 1956, por O Homem do Braço de Ouro.

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Marilyn Monroe em "O Pecado Mora ao Lado"

Marilyn Monroe em “O Pecado Mora ao Lado”

1 – MARILYN MONROE, por O Pecado Mora ao Lado

Anteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1952, por O Inventor da Mocidade, por Almas Desesperadas, por Só a Mulher Peca, por Travessuras de Maridos e por Páginas da Vida; 3ª em 1953, por Os Homens Preferem as Louras, por Torrentes de Paixão e por Como Agarrar um Milionário3ª em 1954, por O Mundo da Fantasia e por O Rio das Almas PerdidasPosteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1956, por Nunca Fui Santa; 3ª em 1957, por O Príncipe e a Corista; 2ª em 1959, por Quanto Mais Quente Melhor; 11ª em 1960, por Adorável Pecadora; 2ª em 1961, por Os Desajustados; 1ª em 1962, por Something’s Got to Give.

Marilyn nota o vento do metrô escapando na calçada e resolve se refrescar do verão terrível de Nova York, como competir? É o máximo da mistura de inocência e sensualidade que fez da atriz o maior símbolo sexual do cinema. Em O Pecado Mora ao Lad0, seu personagem nem precisava de nome: era só “A Garota”, a vizinha que enlouquecia o marido que ficou sozinho uns dias em casa. É a musa do ano, em um ano fortíssimo – aliás, os anos 1950 são fortíssimos em supermusas. Na segunda posição, “apenas” Grace Kelly seduzindo Cary Grant em Ladrão de Casaca (“Você prefere peito ou coxa?”). Depois, Doris Day deslumbrante em Ama-me ou Esquece-me. E ainda havia Kim Novak e Cyd Charisse no auge. Hollywood domina a lista quase completamente, mas esse top 5 é dos melhores que já se viu. Primeira aparição: Doris Day, Kim Novak, Natalie Wood, Shirley MacLaine, Anita Ekberg, Dorothy Malone, Susan Hayward, Romy Schneider, Shirley Jones, Leslie Caron. Única aparição: Ann Miller, Joan Collins, Maureen O’Hara. Brasileiras na lista: nenhuma.

Grace Kelly em "Ladrão de Casaca"

Grace Kelly em “Ladrão de Casaca”

2 – GRACE KELLY, por Ladrão de Casaca

Anteriormente em Musas retroativas: 2ª em 1952, por Matar ou Morrer; 8ª em 1953, por Mogambo1ª em 1954, por Janela Indiscreta, por Disque M para Matar, por Amar É Sofrer e por Tentação Verde. Posteriormente em Musas retroativas: 2ª em 1956, por Alta Sociedade e por O Cisne.

Doris Day em "Ama-me ou Esquece-me"

Doris Day em “Ama-me ou Esquece-me”

3 – DORIS DAY, por Ama-me ou Esquece-me

Posteriormente em Musas retroativas: 12ª em 1956, por O Homem que Sabia Demais; 7ª em 1957, por Um Pijama para Dois; 15ª em 1958, por Um Amor de Professora e por O Túnel do Amor; 9ª em 1959, por Confidências à Meia-Noite e por A Viuvinha Indomável; 18ª em 1961, por Volta, Meu Amor.

4 - Kim Novak ("Férias de Amor")

4 – Kim Novak (“Férias de Amor”)

4 – KIM NOVAK, por Férias de Amor

Posteriormente em Musas retroativas: 8ª em 1956, por O Homem do Braço de Ouro e por Melodia Imortal; 4ª em 1957, por Meus Dois Carinhos; 2ª em 1958, por Um Corpo que Cai; 18ª em 1960, por O Nono Mandamento; 15ª em 1964, por Beija-me, Idiota e por Servidão Humana.

Cyd Charisse em "Dançando nas Nuvens"

Cyd Charisse em “Dançando nas Nuvens”

5 – CYD CHARISSE, por Dançando nas Nuvens

Anteriormente em Musas retroativas1ª em 1952, por Cantando na Chuva; 2ª em 1953, por A Roda da Fortuna6ª em 1954, por A Lenda dos Beijos PerdidosPosteriormente em Musas retroativas: 20ª em 1956, por Viva Las Vegas; 1ª em 1957, por Meias de Seda; 5ª em 1958, por A Bela do Bas-Fond.

Natalie Wood em "Juventude Transviada"

Natalie Wood em “Juventude Transviada”

6 – NATALIE WOOD, por Juventude Transviada

Posteriormente em Musas retroativas: 10ª em 1958, por Até o Último Alento; 3ª em 1961, por Clamor do Sexo e por Amor, Sublime Amor; 10ª em 1962, por Em Busca de um Sonho; 3ª em 1964, por Médica, Bonita e Solteira;4ª em 1965, por A Corrida do Século; 13ª em 1966, por Esta Mulher É Proibida; 3ª em 1969, por Bob & Carol & Ted & Alice.

Jennifer Jones em "Suplício de uma Saudade"

Jennifer Jones em “Suplício de uma Saudade”

7 – JENNIFER JONES, por Suplício de uma Saudade

Anteriormente em Musas retroativas: 20ª em 1953, por O Diabo Riu por Último e por Quando a Mulher ErraPosteriormente em Musas retroativas: 14ª em 1957, por Adeus às Armas.

Lana Turner em "O Filho Pródigo"

Lana Turner em “O Filho Pródigo”

Lana Turner em "Mares Violentos"

Lana Turner em “Mares Violentos”

8 – LANA TURNER, por O Filho Pródigo e por Mares Violentos

Anteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1952, por Assim Estava Escrito; 14ª em 1954, por AtraiçoadoPosteriormente em Musas retroativas: 18ª em 1957, por A Caldeira do Diabo; 15ª em 1959, por Imitação da Vida.

Ann Miller em "Marujos e Sereias"

Ann Miller em “Marujos e Sereias”

9 – ANN MILLER, por Marujos e Sereias

Joan Collins em "Terra dos Faraós"

Joan Collins em “Terra dos Faraós”

Joan Collins em "O Escândalo do Século"

Joan Collins em “O Escândalo do Século”

10 – JOAN COLLINS, por Terra dos Faraós e por O Escândalo do Século

Shirley MacLaine em "O Terceiro Tiro"

Shirley MacLaine em “O Terceiro Tiro”

11 – SHIRLEY MACLAINE, por O Terceiro Tiro e por Artistas e Modelos

Posteriormente em Musas retroativas: 11ª em 1956, por A Volta ao Mundo em 80 Dias; 18ª em 1958, por Deus Sabe Quanto Amei, por Irresistível Forasteiro e por A Mercadora da Felicidade; 9ª em 1960, por Se Meu Apartamento Falasse e por Can Can; 12ª em 1961, por Infâmia; 11ª em 1963, por Irma la Douce; 10ª em 1969, por Charity, Meu Amor; 19ª em 1970, por Os Abutres Têm Fome.

Anita Ekberg em "Artistas e Modelos"

Anita Ekberg em “Artistas e Modelos”

12 – ANITA EKBERG, por Artistas e Modelos

Posteriormente em Musas retroativas: 10ª em 1960, por A Doce Vida; 9ª em 1962, por Boccaccio’70.

Dorothy Malone em "Artistas e Modelos"

Dorothy Malone em “Artistas e Modelos”

13 – DOROTHY MALONE, por Artistas e Modelos

Posteriormente em Musas retroativas: 6ª em 1956, por Palavras ao Vento; 13ª em 1961, por O Último Pôr-do-Sol.

Susan Hayward em "Duelos de Paixões"

Susan Hayward em “Duelos de Paixões”

Susan Hayward em "Eu Chorarei Amanhã"

Susan Hayward em “Eu Chorarei Amanhã”

Susan Hayward em "O Aventureiro de Hong-Kong"

Susan Hayward em “O Aventureiro de Hong-Kong”

14 – SUSAN HAYWARD, por Duelos de Paixões, por Eu Chorarei Amanhã e por O Aventureiro de Hong-Kong

Posteriormente em Musas retroativas17ª em 1956, por Sangue de Bárbaros.

Deborah Kerr em "Pelo Amor de Meu Amor"

Deborah Kerr em “Pelo Amor de Meu Amor”

15 – DEBORAH KERR, por Pelo Amor de Meu Amor

Anteriormente em Musas retroativas5ª em 1953, por A um Passo da EternidadePosteriormente em Musas retroativas: 18ª em 1956, por O Rei e Eu e por Chá e Simpatia; 10ª em 1957, por Tarde Demais para Esquecer e por O Céu É Testemunha; 17ª em 1959, por Crepúsculo Vermelho.

Maureen O'Hara em "A Paixão de uma Vida"

Maureen O’Hara em “A Paixão de uma Vida”

16 – MAUREEN O’HARA, por A Paixão de uma Vida

Anteriormente em Musas retroativas: 5ª em 1952, por Depois do Vendaval.

Lauren Bacall em "Rota Sangrenta"

Lauren Bacall em “Rota Sangrenta”

17 – LAUREN BACALL, por Rota Sangrenta

Anteriormente em Musas retroativas: 18ª em Como Agarrar um MilionárioPosteriormente em Musas retroativas: 19ª em 1956, por Palavras ao Vento; 5ª em 1957, por Teu Nome É Mulher.

Romy Schneider em "Sissi"

Romy Schneider em “Sissi”

18 – ROMY SCHNEIDER, por Sissi

Posteriormente em Musas retroativas: 15ª em 1957, por Sissi e Seu Destino; 15ª em 1962, por Boccaccio ’70; 16ª em 1965, por O que É que Há, Gatinha?; 11ª em 1972, por Ludwig, o Último Rei da Bavária.

Shirley Jones em "Oklahoma"

Shirley Jones em “Oklahoma”

19 – SHIRLEY JONES, por Oklahoma

Posteriormente em Musas retroativas: 17ª em 1962, por O Vendedor de Ilusões.

Leslie Caron em "Papai Pernilongo"

Leslie Caron em “Papai Pernilongo”

Leslie Caron em "O Sapatinho de Cristal"

Leslie Caron em “O Sapatinho de Cristal”

20 – LESLIE CARON, por Papai Pernilongo e por O Sapatinho de Cristal

Posteriormente em Musas retroativas: 7ª em 1958, por Gigi.

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1 - Brigitte Bardot ("E Deus Criou a Mulher" e...)

Brigitte Bardot em “E Deus Criou a Mulher”

1 – BRIGITTE BARDOT, por E Deus Criou a Mulher

Posteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1958, por Amar É Minha Profissão e por Vingança de Mulher; 5ª em 1960, por A Verdade; 2ª em 1963, por O Desprezo; 6ª em 1965, por Viva Maria!; 11ª em 1968, por Shalako; 10ª em 1973, por Se Don Juan Fosse Mulher.

No último ano de Grace Kelly no cinema, ela esteve sensacional em Alta Sociedade. Liz Taylor e Marilyn tiveram as aparições arrebatadoras de costume – a inglesa como a socialite se adaptando e adaptando a ela o modo de vida muito típico do Texas em Assim Caminha a Humanidade; a californiana teve um desempenho dramático comovente para uma atriz que sempre foi subestimada. Mas o ano teve um nome e esse nome só pode ser o de Brigitte Bardot, o furacão francês que se tornou um dos grandes eventos sexuais da história do cinema. Grande destaque também para Carrol Baker, principalmente pelo insinuante papel de Boneca de Carne. Primeira aparição: Brigitte Bardot, Carroll Baker, Julie London, Vera Miles, Pier Angeli. Última aparição: Grace Kelly, Susan Hayward, Eleanor Parker. Única aparição: Anne Baxter. Brasileiras na lista: nenhuma.

2 - Grace Kelly ("Alta Sociedade" e...)

Grace Kelly em “Alta Sociedade”

2 - Grace Kelly (...também por "O Cisne")

Grace Kelly em “O Cisne”

2 – GRACE KELLY, por Alta Sociedade e por O Cisne

Anteriormente em Musas retroativas: 2ª em 1952, por Matar ou Morrer; 8ª em 1953, por Mogambo; 1ª em 1954, por Janela Indiscreta, por Disque M para Matar, por Amar É Sofrer e por Tentação Verde; 2ª em 1955, por Ladrão de Casaca.

3 - Elizabeth Taylor ("Assim Caminha a Humanidade")

Elizabeth Taylor em “Assim Caminha a Humanidade”

3 – ELIZABETH TAYLOR, por Assim Caminha a Humanidade

Anteriormente em Musas retroativas4ª em 1954, por No Caminho dos Elefantes e por A Última Vez que Vi ParisPosteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1958, por Gata em Teto de Zinco Quente; 1ª em 1959, por De Repente, no Último Verão; 2ª em 1960, por Disque Butterfield 8; 3ª em 1963, por Cleópatra; 15ª em 1965, por Adeus às Ilusões; 18ª em 1970, por Jogo de Paixões.

4 - Marilyn Monroe ("Nunca Fui Santa")

Marilyn Monroe em “Nunca Fui Santa”

4 – MARILYN MONROE, por Nunca Fui Santa

Anteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1952, por O Inventor da Mocidade, por Almas Desesperadas, por Só a Mulher Peca, por Travessuras de Maridos e por Páginas da Vida; 3ª em 1953, por Os Homens Preferem as Louras, por Torrentes de Paixão e por Como Agarrar um Milionário3ª em 1954, por O Mundo da Fantasia e por O Rio das Almas Perdidas; 1ª em 1955, por O Pecado Mora ao LadoPosteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1957, por O Príncipe e a Corista; 2ª em 1959, por Quanto Mais Quente Melhor; 11ª em 1960, por Adorável Pecadora; 2ª em 1961, por Os Desajustados; 1ª em 1962, por Something’s Got to Give.

5 - Carroll Baker ("Boneca de Carne" e...)

Carroll Baker em “Boneca de Carne”

5 - Carroll Baker (...também por "Assim Caminha a Humanidade")

Carroll Baker em “Assim Caminha a Humanidade”

5 – CARROLL BAKER, por Boneca de Carne e por Assim Caminha a Humanidade

Posteriormente em Musas retroativas: 16ª em 1958, por Da Terra Nascem os Homens; 8ª em 1965, por Harlow, a Vênus Platinada.

6 - Dorothy Malone ("Palavras ao Vento")

Dorothy Malone em “Palavras ao Vento”

6 – DOROTHY MALONE , por Palavras ao Vento

Anteriormente em Musas retroativas13ª em 1955, por Artistas e Modelos. Posteriormente em Musas retroativas: 13ª em 1961, por O Último Pôr-do-Sol.

7 - Audrey Hepburn ("Guerra e Paz")

Audrey Hepburn em “Guerra e Paz”

7 – AUDREY HEPBURN, por Guerra e Paz

Anteriormente em Musas retroativas1ª em 1953, por A Princesa e o Plebeu2ª em 1954, por Sabrina. Posteriormente em Musas retroativas: 2ª em 1957, por Cinderela em Paris e por Amor na Tarde; 10ª em 1959, por Uma Cruz à Beira do Abismo e por A Flor que Não Morreu; 12ª em 1960, por O Passado Não Perdoa; 1ª em 1961, por Bonequinha de Luxo e por Infâmia; 7ª em 1963, por Charada; 9ª em 1964, por My Fair Lady e por Quando Paris Alucina; 3ª, em 1966, por Como Roubar um Milhão de Dólares; 8ª em 1967, por Um Caminho para Dois e por Um Clarão nas Trevas; 16ª em 1976, por Robin e Marian.

8 - Kim Novak ("O Homem do Braço de Ouro" e...)

Kim Novak em “O Homem do Braço de Ouro”

8 - Kim Novak (...também por "Melodia Imortal")

Kim Novak em “Melodia Imortal”

8 – KIM NOVAK, por O Homem do Braço de Ouro e por Melodia Imortal

Anteriormente em Musas retroativas4ª em 1955, por Férias de AmorPosteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1957, por Meus Dois Carinhos; 2ª em 1958, por Um Corpo que Cai; 18ª em 1960, por O Nono Mandamento; 15ª em 1964, por Beija-me, Idiota e por Servidão Humana.

9 - Julie London ("Sabes o que Quero")

Julie London em “Sabes o que Quero”

9 – JULIE LONDON, por Sabes o que Quero

Posteriormente em Musas retroativas: 9ª em 1958, por O Homem do Oeste.

10 - Ingrid Bergman ("Anastácia, a Princesa Esquecida")

Ingrid Bergman em “Anastácia, a Princesa Esquecida”

10 – INGRID BERGMAN, por Anastácia, a Princesa Esquecida

Anteriormente em Musas retroativas: 7ª em 1954, por Romance na ItáliaPosteriormente em Musas retroativas: 17ª em 1958, por Indiscreta e por A Morada da Sexta Felicidade; 15ª em 1969, por Flor de Cacto.

11 - Shirley MacLaine ("A Volta ao Mundo em 80 Dias")

Shirley MacLaine em “A Volta ao Mundo em 80 Dias”

11 – SHIRLEY MACLAINE, por A Volta ao Mundo em 80 Dias

Anteriormente em Musas retroativas11ª em 1955, por O Terceiro Tiro e por Artistas e Modelos. Posteriormente em Musas retroativas: 18ª em 1958, por Deus Sabe Quanto Amei, por Irresistível Forasteiro e por A Mercadora da Felicidade; 9ª em 1960, por Se Meu Apartamento Falasse e por Can Can; 12ª em 1961, por Infâmia; 11ª em 1963, por Irma la Douce; 10ª em 1969, por Charity, Meu Amor; 19ª em 1970, por Os Abutres Têm Fome.

12 - Doris Day ("O Homem que Sabia Demais")

Doris Day em “O Homem que Sabia Demais”

12 – DORIS DAY, por O Homem que Sabia Demais

Anteriormente em Musas retroativas3ª em 1955, por Ama-me ou Esquece-mePosteriormente em Musas retroativas: 7ª em 1957, por Um Pijama para Dois; 15ª em 1958, por Um Amor de Professora e por O Túnel do Amor; 9ª em 1959, por Confidências à Meia-Noite e por A Viuvinha Indomável; 18ª em 1961, por Volta, Meu Amor.

13 - Anne Baxter ("Os Dez Mandamentos")

Anne Baxter em “Os Dez Mandamentos”

13 – ANNE BAXTER, por Os Dez Mandamentos

14 - Vera Miles ("Rastros de Ódio")

Vera Miles em “Rastros de Ódio”

14 – VERA MILES, por Rastros de Ódio

Posteriormente em Musas retroativas: 9ª em 1957, por O Homem Errado; 11ª em 1962, por O Homem que Matou o Facínora.

15 - Eleanor Parker ("O Homem do Braço de Ouro")

Eleanor Parker em “O Homem do Braço de Ouro”

15 – ELEANOR PARKER, por O Homem do Braço de Ouro

Anteriormente em Musas retroativas: 20ª em 1954, por A Selva Nua e por O Vale dos Reis. 

16 - Pier Angeli ("Marcado pela Sarjeta")

Pier Angeli em “Marcado pela Sarjeta”

16 – PIER ANGELI, por Marcado pela Sarjeta

Posteriormente em Musas retroativas14ª em 1958, por Viva o Palhaço!; 13ª em 1962, por Sodoma e Gomorra.

17 - Susan Hayward ("Sangue de Bárbaros")

Susan Hayward em “Sangue de Bárbaros”

17 – SUSAN HAYWARD, por Sangue de Bárbaros

Anteriormente em Musas retroativas: 17ª em 1955, por Duelos de Paixões, por Eu Chorarei Amanhã e por O Aventureiro de Hong Kong.

18 - Deborah Kerr ("O Rei e Eu" e...)

Deborah Kerr em “O Rei e Eu”

18 - Deborah Kerr (...também por "Chá e Simpatia")

Deborah Kerr em “Chá e Simpatia”

18 – DEBORAH KERR, por O Rei e Eu e por Chá e Simpatia

Anteriormente em Musas retroativas5ª em 1953, por A um Passo da Eternidade15ª em 1955, por Pelo Amor de Meu AmorPosteriormente em Musas retroativas: 10ª em 1957, por Tarde Demais para Esquecer e por O Céu É Testemunha; 17ª em 1959, por Crepúsculo Vermelho.

19 - Lauren Bacall ("Palavras ao Vento")

Lauren Bacall em “Palavras ao Vento”

19 – LAUREN BACALL, por Palavras ao Vento

Anteriormente em Musas retroativas: 18ª em Como Agarrar um Milionário17ª em 1955, por Rota Sagrenta. Posteriormente em Musas retroativas: 5ª em 1957, por Teu Nome É Mulher.

20 - Cyd Charisse ("Viva Las Vegas")

Cyd Charisse em “Viva Las Vegas”

20 – CYD CHARISSE, por Viva Las Vegas

Anteriormente em Musas retroativas1ª em 1952, por Cantando na Chuva; 2ª em 1953, por A Roda da Fortuna6ª em 1954, por A Lenda dos Beijos Perdidos; 5ª em 1955, por Dançando nas NuvensPosteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1957, por Meias de Seda; 5ª em 1958, por A Bela do Bas-Fond.

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1 - Cyd Charisse ("Meias de Seda")

Cyd Charisse em “Meias de Seda”

1 – CYD CHARISSE, por Meias de Seda

Anteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1952, por Cantando na Chuva; 2ª em 1953, por A Roda da Fortuna6ª em 1954, por A Lenda dos Beijos Perdidos; 5ª em 1955, por Dançando nas Nuvens; 20ª em 1956, por Viva Las Vegas. Posteriormente em Musas retroativas: 5ª em 1958, por A Bela do Bas-Fond.

A comunistíssima Ninotchka despreza os prazeres capitalistas, até sentir ser seduzida por umas meias de seda. E aí, Ninotchka se revela Cyd Charisse, as melhores pernas que o cinema já teve (pela beleza e pelo uso em números de dança maravilhosos). E a vitória dessa estrela dos musicais é valorizada por suas acompanhantes no pódio: a funny face Audrey Hepburn, em dois filmes “apenas” de Billy Wilder e Stanley Donen – e em um deles também dançando – e Marilyn Monroe na Inglaterra. Hollywood dominou o ano: a primeira musa em filme europeu aparece em sexto, cortesia de Ingmar Bergman. Sophia Loren marca presença com três filmes. Primeira aparição: Bibi Andersson, Joanne Woodward, Jean Seberg. Última aparição: Jennifer Jones, Lauren Bacall. Única aparição: Ingrid Thulin, Mitzi Gaynor, Marlene Dietrich, Terry MooreBrasileiras na lista: nenhuma.

2 - Audrey Hepburn ("Amor na Tarde" e...)

Audrey Hepburn em “Amor na Tarde”

2 - Audrey Hepburn (...também por "Cinderela em Paris")

Audrey Hepburn em “Cinderela em Paris”

2 – AUDREY HEPBURN, por Amor na Tarde e por Cinderela em Paris

Anteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1953, por A Princesa e o Plebeu2ª em 1954, por Sabrina; 7ª em 1956, por Guerra e Paz. Posteriormente em Musas retroativas: 10ª em 1959, por Uma Cruz à Beira do Abismo e por A Flor que Não Morreu; 12ª em 1960, por O Passado Não Perdoa; 1ª em 1961, por Bonequinha de Luxo e por Infâmia; 7ª em 1963, por Charada; 9ª em 1964, por My Fair Lady e por Quando Paris Alucina; 3ª, em 1966, por Como Roubar um Milhão de Dólares; 8ª em 1967, por Um Caminho para Dois e por Um Clarão nas Trevas; 16ª em 1976, por Robin e Marian.

3 - Marilyn Monroe ("O Príncipe e a Corista")

Marilyn Monroe em “O Príncipe e a Corista”

3 – MARILYN MONROE, por O Príncipe e a Corista

Anteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1952, por O Inventor da Mocidade, por Almas Desesperadas, por Só a Mulher Peca, por Travessuras de Maridos e por Páginas da Vida; 3ª em 1953, por Os Homens Preferem as Louras, por Torrentes de Paixão e por Como Agarrar um Milionário; 3ª em 1954, por O Mundo da Fantasia e por O Rio das Almas Perdidas; 1ª em 1955, por O Pecado Mora ao Lado; 4ª em 1956, por Nunca Fui Santa. Posteriormente em Musas retroativas: 2ª em 1959, por Quanto Mais Quente Melhor; 8ª em 1960, por Adorável Pecadora; 2ª em 1961, por Os Desajustados; 1ª em 1962, por Something’s Got to Give.

4 - Kim Novak ("Meus Dois Carinhos")

Kim Novak em “Meus Dois Carinhos”

4 – KIM NOVAK, por Meus Dois Carinhos

Anteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1955, por Férias de Amor; 8ª em 1956, por O Homem do Braço de Ouro e por Melodia Imortal. Posteriormente em Musas retroativas: 2ª em 1958, por Um Corpo que Cai; 18ª em 1960, por O Nono Mandamento; 15ª em 1964, por Beija-me, Idiota e por Servidão Humana.

5 - Lauren Bacall ("Teu Nome É Mulher")

Lauren Bacall em “Teu Nome É Mulher”

5 – LAUREN BACALL, por Teu Nome É Mulher

Anteriormente em Musas retroativas: 18ª em Como Agarrar um Milionário17ª em 1955, por Rota Sagrenta; 19ª em 1956, por Palavras ao Vento.

6 - Bibi Andersson ("O Sétimo Selo" e...)

Bibi Andersson em “O Sétimo Selo”

6 - Bibi Andersson (...também por "Morangos Silvestres")

Bibi Andersson em “Morangos Silvestres”

6 – BIBI ANDERSSON, por O Sétimo Selo e por Morangos Silvestres

Posteriormente em Musas retroativas9ª em 1966, por Persona – Quando Duas Mulheres Pecam.

7 - Doris Day ("Um Pijama para Dois")

Doris Day em “Um Pijama para Dois”

7 – DORIS DAY, por Um Pijama para Dois

Anteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1955, por Ama-me ou Esquece-me; 12ª em 1956, por O Homem que Sabia DemaisPosteriormente em Musas retroativas: 15ª em 1958, por Um Amor de Professora e por O Túnel do Amor; 9ª em 1959, por Confidências à Meia-Noite e por A Viuvinha Indomável; 18ª em 1961, por Volta, Meu Amor.

8 - Joanne Woodward ("As Três Máscaras de Eva")

Joanne Woodward em “As Três Máscaras de Eva”

8 – JOANNE WOODWARD, por As Três Máscaras de Eva

Posteriormente em Musas retroativas19º em 1959, por The Fugitive Kind; 20ª em 1961, por Paris Vive à Noite; 18ª em 1968, por Rachel, Rachel.

9 - Vera Miles ("O Homem Errado")

Vera Miles em “O Homem Errado”

9 – VERA MILES, por O Homem Errado

Anteriormente em Musas retroativas: 14ª em 1956, por Rastros de Ódio. Posteriormente em Musas retroativas: 11ª em 1962, por O Homem que Matou o Facínora.

10 - Deborah Kerr ("Tarde Demais para Esquecer" e...)

Deborah Kerr em “Tarde Demais para Esquecer”

10 - Deborah Kerr (... também por "O Céu É Testemunha")

Deborah Kerr em “O Céu É Testemunha”

10 – DEBORAH KERR, por Tarde Demais para Esquecer e por O Céu É Testemunha

Anteriormente em Musas retroativas: 5ª em 1953, por A um Passo da Eternidade15ª em 1955, por Pelo Amor de Meu Amor; 18ª em 1956, por O Rei e Eu e por Chá e SimpatiaPosteriormente em Musas retroativas: 17ª em 1959, por Crepúsculo Vermelho.

11 - Sophia Loren ("A Lenda da Estátua Nua" e...)

Sophia Loren em “A Lenda da Estátua Nua”

11 - Sophia Loren "...também por "Orgulho e Paixão"...)

Sophia Loren em “Orgulho e Paixão”

11 - Sophia Loren (...e por "A Lenda dos Desaparecidos")

Sophia Loren em “A Lenda dos Desaparecidos”

11 – SOPHIA LOREN, por A Lenda da Estátua Nua, por Orgulho e Paixão e por A Lenda dos Desaparecidos

Anteriormente em Musas retroativas12ª em 1954, por Duas Noites com Cleópatra e por A Invasão dos Bárbaros. Posteriormente em Musas retroativas: 19ª em 1958, por Tentação Morena, por A Orquídea Negra, por Desejo e por A Chave; 4ª em 1960, por Duas Mulheres, por Começou em Nápoles e por The Millionairess; 14ª em 1961, por El Cid; 6ª em 1962, por Boccaccio ’70; 4ª em 1963, por Ontem, Hoje e Amanhã; 8ª em 1964, por Matrimônio à Italiana e por A Queda do Império Romano; 14ª em 1966, por Arabesque; 20ª em 1967, por A Condessa de Hong Kong; 5ª em 1972, por O Homem de La Mancha.

12 - Ingrid Thulin ("Morangos Silvestres")

Ingrid Thulin em “Morangos Silvestres”

12 – INGRID THULIN, por Morangos Silvestres

13 - Mitzi Gaynor ("Les Girls" e...)

Mitzi Gaynor em “Les Girls”

13 - Mitzi Gaynor (...também por "Chorei por Você")

Mitzi Gaynor em “Chorei por Você”

13 – MITZI GAYNOR, por Les Girls e por Chorei por Você

14 - Jennifer Jones ("Adeus às Armas")

Jennifer Jones en “Adeus às Armas”

14 – JENNIFER JONES, por Adeus às Armas

Anteriormente em Musas retroativas: 20ª em 1953, por O Diabo Riu por Último e por Quando a Mulher Erra; 7ª em 1955, por Suplício de uma Saudade.

15 - Romy Schneider ("Sissi e Seu Destino")

Romy Schneider em “Sissi e Seu Destino”

15 – ROMY SCHNEIDER, por Sissi e Seu Destino

Anteriormente em Musas retroativas18ª em 1955, por SissiPosteriormente em Musas retroativas: 15ª em 1962, por Boccaccio ’70; 16ª em 1965, por O que É que Há, Gatinha?.; 11ª em 1972, por Ludwig, o Último Rei da Bavária.

16 - Ava Gardner ("E Agora Brilha o Sol")

Ava Gardner em “E Agora Brilha o Sol”

16 – AVA GARDNER, por E Agora Brilha o Sol

Anteriormente em Musas retroativas6ª em 1953, por Mogambo; 10ª em 1954, por A Condessa Descalça. Posteriormente em Musas retroativas: 11ª em 1958, por A Maja Desnuda.

17 - Marlene Dietrich ("Testemunha de Acusação")

Marlene Dietrich em “Testemunha de Acusação”

17 – MARLENE DIETRICH, por Testemunha de Acusação

18 - Lana Turner ("A Caldeira do Diabo")

Lana Turner em “A Caldeira do Diabo”

18 – LANA TURNER, por A Caldeira do Diabo

Anteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1952, por Assim Estava Escrito; 14ª em 1954, por Atraiçoado; 8ª em 1955, por O Filho Pródigo e por Mares ViolentosPosteriormente em Musas retroativas: 15ª em 1959, por Imitação da Vida.

19 - Jean Seberg ("Santa Joana")

Jean Seberg em “Santa Joana”

19 – JEAN SEBERG, por Santa Joana

Posteriormente em Musas retroativas: 13ª em 1958, por Bom Dia, Tristeza; 3ª em 1960, por Acossado.

20 - Terry Moore ("A Caldeira do Diabo")

Terry Moore em “A Caldeira do Diabo”

20 – TERRY MOORE, por A Caldeira do Diabo

Musas de 1956 <<
>> Musas de 1958

1 - Elizabeth Taylor ("De Repente, no Último Verão")

Elizabeth Taylor em “De Repente, no Último Verão”

1 – ELIZABETH TAYLOR, por De Repente, no Último Verão

Anteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1954, por No Caminho dos Elefantes e por A Última Vez que Vi Paris; 3ª em 1956, por Assim Caminha a Humanidade; 1ª em 1958, por Gata em Teto de Zinco QuentePosteriormente em Musas retroativas: 2ª em 1960, por Disque Butterfield 8; 3ª em 1963, por Cleópatra; 15ª em 1965, por Adeus às Ilusões;  18ª em 1970, por Jogo de Paixões.

Havia uma disputa particular entre Marilyn Monroe e Liz Taylor no final dos anos 1950 e começo dos 1960. Duas das mulheres mais lindas do planeta e com sex-appeal nas alturas, elas revezam boa parte dos primeiros lugares nesses anos. Aqui, entre Marilyn sacudindo as cadeiras em “Runnin’ wild”, de Quanto Mais Quente Melhor, e Liz de maiô branco na praia, decotão e observada com lascívia pelos homens ao redor, no pesado De Repente, no Último Verão, optamos, com dificuldade, por Liz. É um flashback de um passado perturbador, que a levou a uma instituição mental: a atriz vinha procurando esses papéis mais difíceis. O ano ainda teve Eva Marie Saint em um papel mais sexy que o de costume, Angie Dickinson e Lee Remick desconcertando respectivamente John Wayne e James Stewart em seus filmes, e Norma Bengell levando Oscarito à loucura ao imitar Brigitte Bardot em O Homem do SputnikPrimeira aparição: Angie Dickinson, Norma Bengell, Annette Vadim, Elsa Martinelli. Última aparição: Dorothy Dandridge, Lana Turner, Deborah Kerr, Maria Schell. Única aparição: Lee Remick, Marpessa Dawn, Haya Harareet, Emmanuelle Riva. Brasileiras na lista: Norma Bengell.

2 - Marilyn Monroe ("Quanto Mais Quente Melhor")

Marilyn Monroe em “Quanto Mais Quente Melhor”

2 – MARILYN MONROE, por Quanto Mais Quente Melhor

Anteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1952, por O Inventor da Mocidade, por Almas Desesperadas, por Só a Mulher Peca, por Travessuras de Maridos e por Páginas da Vida; 3ª em 1953, por Os Homens Preferem as Louras, por Torrentes de Paixão e por Como Agarrar um Milionário3ª em 1954, por O Mundo da Fantasia e por O Rio das Almas Perdidas; 1ª em 1955, por O Pecado Mora ao Lado; 4ª em 1956, por Nunca Fui Santa; 3ª em 1957, por O Príncipe e a CoristaPosteriormente em Musas retroativas: 8ª em 1960, por Adorável Pecadora; 2ª em 1961, por Os Desajustados; 1ª em 1962, por Something’s Got to Give.

3 - Eva Marie Saint ("Intriga Internacional")

Eva Marie Saint em “Intriga Internacional”

3 – EVA MARIE SAINT, por Intriga Internacional

Anteriormente em Musas retroativas: 11ª em 1954, por Sindicato de LadrõesPosteriormente em Musas retroativas20ª em 1962, por Anjo Violento.

4 - Angie Dickinson ("Onde Começa o Inferno")

Angie Dickinson em “Onde Começa o Inferno”

4 – ANGIE DICKINSON, por Onde Começa o Inferno

Posteriormente em Musas retroativas: 15ª em 1960, por Onze Homens e um Segredo; 12ª em 1962, por Candelabro Italiano; 15ª em 1966, por Caçada Humana; 7ª em 1967, por À Queima-Roupa; 17ª em 1980, por Vestida para Matar.

5 - Norma Bengell ("O Homem do Sputnik")

Norma Bengell em “O Homem do Sputnik”

5 – NORMA BENGELL, por O Homem do Sputnik

Posteriormente em Musas retroativas: 5ª em 1962, por Os Cafajestes e por O Pagador de Promessas; 1ª em 1964, por Noite Vazia.

6 - Lee Remick ("Anatomia de um Crime")

Lee Remick em “Anatomia de um Crime”

6 – LEE REMICK, por Anatomia de um Crime

7 - Dorothy Dandridge ("Porgy & Bess")

Dorothy Dandridge em “Porgy & Bess”

7 – DOROTHY DANDRIDGE, por Porgy & Bess

Anteriormente em Musas retroativas5ª em 1954, por Carmen Jones.

8 - Gina Lollobrigida ("Salomão e a Rainha de Sabá")

Gina Lollobrigida em “Salomão e a Rainha de Sabá”

8 – GINA LOLLOBRIGIDA, por Salomão e a Rainha de Sabá

Anteriormente em Musas retroativas: 6ª em 1952, por Fanfan la Tulipe; 8ª em 1953, por Pão, Amor e Fantasia e por O Diabo Riu por ÚltimoPosteriormente em Musas retroativas9ª em 1961, por Quando Setembro Vier; 14ª em 1971, por A Quadrilha da Fronteira.

9 - Doris Day ("Confidências à Meia-Noite")

Doris Day em “Confidências à Meia-Noite”

9 - Doris Day ("...também por "A Viuvinha Indomável")

Doris Day em “A Viuvinha Indomável”

9 – DORIS DAY, por Confidências à Meia-Noite e por A Viuvinha Indomável

Anteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1955, por Ama-me ou Esquece-me; 12ª em 1956, por O Homem que Sabia Demais; 7ª em 1957, por Um Pijama para Dois; 15ª em 1958, por Um Amor de Professora e por O Túnel do AmorPosteriormente em Musas retroativas: 18ª em 1961, por Volta, Meu Amor.

10 - Audrey Hepburn ("Uma Cruz à Beira do Abismo" e...)

Audrey Hepburn em “Uma Cruz à Beira do Abismo”

10 - Audrey Hepburn (...também por "A Flor que Não Morreu")

Audrey Hepburn em “A Flor que Não Morreu”

10 – AUDREY HEPBURN, por Uma Cruz à Beira do Abismo e por A Flor que Não Morreu

Anteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1953, por A Princesa e o Plebeu2ª em 1954, por Sabrina; 7ª em 1956, por Guerra e Paz; 2ª em 1957, por Cinderela em Paris e por Amor na TardePosteriormente em Musas retroativas: 12ª em 1960, por O Passado Não Perdoa; 1ª em 1961, por Bonequinha de Luxo e por Infâmia; 7ª em 1963, por Charada; 9ª em 1964, por My Fair Lady e por Quando Paris Alucina; 3ª, em 1966, por Como Roubar um Milhão de Dólares; 8ª em 1967, por Um Caminho para Dois e por Um Clarão nas Trevas; 16ª em 1976, por Robin e Marian.

11 - Annette Vadim ("As Ligações Perigosas")

Annette Vadim em “As Ligações Perigosas”

11 – ANNETTE VADIM, por As Ligações Perigosas

Posteriormente em Musas retroativas: 14ª em 1960, por Rosas de Sangue.

12 - Elsa Martinelli ("A Longa Noite de Loucuras")

Elsa Martinelli em “A Longa Noite de Loucuras”

12 – ELSA MARTINELLI, por A Longa Noite de Loucuras

Posteriormente em Musas retroativas16ª em 1960, por Rosas de Sangue; 14ª em 1962, por Hatari!

13 - Jeanne Moreau ("As Ligações Perigosas")

Jeanne Moreau em “As Ligações Perigosas”

13 – JEANNE MOREAU, por As Ligações Perigosas

Anteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1958, por Os Amantes e por Ascensor para o CadafalsoPosteriormente em Musas retroativas: 8ª em 1961, por A Noite; 4ª em 1962, por Jules e Jim – Uma Mulher para Dois; 18ª em 1964, por Diário de uma Camareira; 10ª em 1965, por Viva Maria! e por Falstaff – O Toque da Meia-Noite.

14 - Marpessa Dawn ("Orfeu Negro")

Marpessa Dawn em “Orfeu Negro”

14 – MARPESSA DAWN, por Orfeu Negro

15 - Lana Turner ("....")

Lana Turner em “Imitação da Vida”

15 – LANA TURNER, por Imitação da Vida

Anteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1952, por Assim Estava Escrito; 14ª em 1954, por Atraiçoado; 8ª em 1955, por O Filho Pródigo e por Mares Violentos; 18ª em 1957, por A Caldeira do Diabo.

16 - Haya Harareet ("Ben-Hur")

Haya Harareet em “Ben-Hur”

16 – HAYA HARAREET, por Ben-Hur

17 - Deborah Kerr ("Crepúsculo Vermelho")

Deborah Kerr em “Crepúsculo Vermelho”

17 – DEBORAH KERR, por Crepúsculo Vermelho

Anteriormente em Musas retroativas: 5ª em 1953, por A um Passo da Eternidade; 15ª em 1955, por Pelo Amor de Meu Amor; 18ª em 1956, por O Rei e Eu e por Chá e Simpatia; 10ª em 1957, por Tarde Demais para Esquecer e por O Céu É Testemunha.

18 - Emmanuelle Riva ("Hiroshima, Mon Amour")

Emmanuelle Riva em “Hiroshima, Mon Amour”

18 – EMMANUELLE RIVA, por Hiroshima, Mon Amour

19 - Joanne Woodward ("The Fugitive Kind")

Joanne Woodward em “The Fugitive Kind”

19 – JOANNE WOODWARD, por The Fugitive Kind

Anteriormente em Musas retroativas8ª em 1957, por As Três Máscaras de EvaPosteriormente em Musas retroativas20ª em 1961, por Paris Vive à Noite; 18ª em 1968, por Rachel, Rachel.

20 - Maria Schell ("A Árvore dos Enforcados")

Maria Schell em “A Árvore dos Enforcados”

20 – MARIA SCHELL, por A  Árvore dos Enforcados

Anteriormente em Musas retroativas: 12ª em 1958, por Os Irmãos Karamazov.

Musas de 1958 <<
>> Musas de 1960

Monica Vitti em “A Aventura”

1 – MONICA  VITTI, por A Aventura

Posteriormente em Musas retroativas: 5ª em 1961, por A Noite; 7ª em 1962, por O Eclipse; 14ª em 1964, por O Deserto Vermelho; 5ª em 1966, por Modesty Blaise.

Duas musas que ajudaram a revolucionar o cinema estão no pódio do ano especial que foi 1960. A primeira, a italiana Monica Vitti, do enigmático A Aventura, de Michelangelo Antonioni (e que volta a lista em mais três filmes seguintes do diretor). A outra é a americana Jean Seberg, no francês Acossado, um dos pilares iniciais da nouvelle vague. Ela surge de cabelos curtíssimos vendendo, bem casual, o New York Herald Tribune no Champs Elysées, seguida pela câmera de Godard. Entre elas, a inglesa Elizabeth Taylor, como a garota de programa de DisqueButterfield 8 (numa época em que essas coisas ainda não podiam ser ditas claramente em Hollywood). O ano foi mesmo dominado pelas europeias: 14 entre as 20, e 7 entre as 10. Vale ainda o destaque para Sophia Loren, aparecendo com três filmes. Primeira aparição: Monica Vitti, Michelle Mercier, Claudia Cardinale, Anouk Aimée, Lea Massari. Última aparição: Jean Seberg, Jean Simmons, Janet Leigh, Annette Vadim. Única aparição: Annie Girardot. Brasileiras na lista: nenhuma.

Elizabeth Taylor em “Disque Butterfield 8”

2 – ELIZABETH TAYLOR, por Disque Butterfield 8

Anteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1954, por No Caminho dos Elefantes e por A Última Vez que Vi Paris; 3ª em 1956, por Assim Caminha a Humanidade; 1ª em 1958, por Gata em Teto de Zinco Quente; 1ª em 1959, por De Repente, no Último VerãoPosteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1963, por Cleópatra; 15ª em 1965, por Adeus às Ilusões; 18ª em 1970, por Jogo de Paixões.

Jean Seberg em “Acossado”

3 – JEAN SEBERG, por Acossado

Anteriormente em Musas retroativas: 19ª em 1957, por Santa Joana; 13ª em 1958, por Bom Dia, Tristeza.

Sophia Loren em “Duas Mulheres”

Sophia Loren em “Começou em Nápoles”

Sophia Loren em “The Millionairess”

4 – SOPHIA LOREN, por Duas Mulheres, por Começou em Nápoles e por The Millionaires

Anteriormente em Musas retroativas: 12ª em 1954, por Duas Noites com Cleópatra e por A Invasão dos Bárbaros; 11ª em 1957, por A Lenda da Estátua Nua, por Orgulho e Paixão e por A Lenda dos Desaparecidos; 19ª em 1958, por Tentação Morena, por A Orquídea Negra, por Desejo e por A ChavePosteriormente em Musas retroativas: 14ª em 1961, por El Cid; 6ª em 1962, por Boccaccio ’70; 4ª em 1963, por Ontem, Hoje e Amanhã; 8ª em 1964, por Matrimônio à Italiana e por A Queda do Império Romano; 14ª em 1966, por Arabesque; 20ª em 1967, por A Condessa de Hong Kong.; 5ª em 1972, por O Homem de La Mancha.

Brigitte Bardot em “A Verdade”

5 – BRIGITTE BARDOT, por A Verdade

Anteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1956, por E Deus Criou a Mulher; 3ª em 1958, por Amar É Minha Profissão e por Vingança de MulherPosteriormente em Musas retroativas: 2ª em 1963, por O Desprezo; 6ª em 1965, por Viva Maria!; 11ª em 1968, por Shalako; 10ª em 1973, por Se Don Juan Fosse Mulher.

Annie Girardot em “Rocco e Seus Irmãos”

6 – ANNIE GIRARDOT, por Rocco e Seus Irmãos

Jean Simmons em “Spartacus”

Jean Simmons “Entre Deus e o Pecado”

7 – JEAN SIMMONS, por Spartacus e por Entre Deus e o Pecado

Anteriormente em Musas retroativas: 12ª em 1953, por O Manto Sagrado, por Papai Não Quer e por A Rainha Virgem; 15ª em 1954, por Desirée, o Amor de Napoleão; 8ª em 1958, por Da Terra Nascem os Homens.

Marilyn Monroe em “Adorável Pecadora”

8 – MARILYN MONROE, por Adorável Pecadora

Anteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1952, por O Inventor da Mocidade, por Almas Desesperadas, por Só a Mulher Peca, por Travessuras de Maridos e por Páginas da Vida; 3ª em 1953, por Os Homens Preferem as Louras, por Torrentes de Paixão e por Como Agarrar um Milionário3ª em 1954, por O Mundo da Fantasia e por O Rio das Almas Perdidas; 1ª em 1955, por O Pecado Mora ao Lado; 4ª em 1956, por Nunca Fui Santa; 3ª em 1957, por O Príncipe e a Corista; 2ª em 1959, por Quanto Mais Quente MelhorPosteriormente em Musas retroativas: 2ª em 1961, por Os Desajustados; 1ª em 1962, por Something’s Got to Give.

Shirley MacLaine em “Se Meu Apartamento Falasse”

Shirley MacLaine em “Can Can”

9 – SHIRLEY MACLAINE, por Se Meu Apartamento Falasse e por Can Can

Anteriormente em Musas retroativas: 11ª em 1955, por O Terceiro Tiro e por Artistas e Modelos; 11ª em 1956, por A Volta ao Mundo em 80 Dias; 18ª em 1958, por Deus Sabe Quanto Amei, por Irresistível Forasteiro e por A Mercadora da FelicidadePosteriormente em Musas retroativas: 12ª em 1961, por Infâmia; 11ª em 1963, por Irma la Douce; 10ª em 1969, por Charity, Meu Amor; 19ª em 1970, por Os Abutres Têm Fome.

Anita Ekberg em “A Doce Vida”

10 – ANITA EKBERG, por A Doce Vida

Anteriormente em Musas retroativas: 12ª em 1955, por Artistas e ModelosPosteriormente em Musas retroativas: 9ª em 1962, por Boccaccio’70.

Janet Leigh em “Psicose”

11 – JANET LEIGH, por Psicose

Anteriormente em Musas retroativas: 11ª em 1953, por O Preço de um Homem, por Que Delícia o Amor e por Houdini, o Homem Miraculoso; 6ª em 1958, por A Marca da Maldade.

Audrey Hepburn em “O Passado Não Perdoa”

12 – AUDREY HEPBURN, por O Passado Não Perdoa

Anteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1953, por A Princesa e o Plebeu2ª em 1954, por Sabrina; 7ª em 1956, por Guerra e Paz; 2ª em 1957, por Cinderela em Paris e por Amor na Tarde; 10ª em 1959, por Uma Cruz à Beira do Abismo e por A Flor que Não MorreuPosteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1961, por Bonequinha de Luxo e por Infâmia; 7ª em 1963, por Charada; 9ª em 1964, por My Fair Lady e por Quando Paris Alucina; 3ª, em 1966, por Como Roubar um Milhão de Dólares; 8ª em 1967, por Um Caminho para Dois e por Um Clarão nas Trevas; 16ª em 1976, por Robin e Marian.

Michele Mercier em “Atire no Pianista”

13 – MICHELE MERCIER, por Atire no Pianista

Posteriormente em Musas retroativas: 7ª em 1964, por Angélica, a Marquesa dos Anjos; 11ª em 1965, por Maravilhosa Angélica; 6ª em 1966, por Angélica e o Rei; 11ª em 1967, por Indomável Angélica.

Annette Vadim em “Rosas de Sangue”

14 – ANNETTE VADIM, por Rosas de Sangue

Anteriormente em Musas retroativas: 11ª em 1959, por As Ligações Perigosas.

Angie Dickinson em “Onze Homens e um Segredo”

15 – ANGIE DICKINSON, por Onze Homens e um Segredo

Anteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1959, por Onde Começa o InfernoPosteriormente em Musas retroativas: 12ª em 1962, por Candelabro Italiano; 15ª em 1966, por Caçada Humana; 7ª em 1967, por À Queima-Roupa; 17ª em 1980, por Vestida para Matar.

Elsa Martinelli e Annette Vadim em “Rosas de Sangue”

16 – ELSA MARTINELLI, por Rosas de Sangue

Anteriormente em Musas retroativas12ª em 1959, por A Longa Noite de LoucurasPosteriormente em Musas retroativas14ª em 1962, por Hatari!

Claudia Cardinale em “Rocco e Seus Irmãos”

17 – CLAUDIA CARDINALE, por Rocco e Seus Irmãos

Posteriormente em Musas retroativas: 11ª em 1961, por A Moça com a Valise; 1ª em 1963, por , por O Leopardo e por A Pantera Cor-de-Rosa; 4ª em 1966, por Os Profissionais; 2ª em 1968, por Era uma Vez no Oeste.

Kim Novak em “O Nono Mandamento”

18 – KIM NOVAK, por O Nono Mandamento

Anteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1955, por Férias de Amor; 8ª em 1956, por O Homem do Braço de Ouro e por Melodia Imortal; 4ª em 1957, por Meus Dois Carinhos; 2ª em 1958, por Um Corpo que CaiPosteriormente em Musas retroativas: 15ª em 1964, por Beija-me, Idiota e por Servidão Humana.

Anouk Aimée em “A Doce Vida”

19 – ANOUK AIMÉE, por A Doce Vida

Posteriormente em Musas retroativas: 7ª em 1961, por Lola, a Flor Proibida; 15ª em 1963, por ; 10ª em 1966, por Um Homem, uma Mulher.

Lea Massari e Monica Vitti em “A Aventura”

20 – LEA MASSARI, por A Aventura

Posteriormente em Musas retroativas: 16ª em 1961, por O Colosso de Rodes; 11ª em 1971, por Um Sopro no Coração.

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50 anos depois, uma estrela que ainda brilha

É difícil imaginar o choque do mundo naquele 5 de agosto há 50 anos. A maior estrela do cinema por nove anos, Marilyn Monroe foi encontrada em sua cama, nua e morta. Ela tinha 36 anos. Foi o fim de uma vida que alternava o glamour e a beleza em frente às câmeras com uma vida íntima de sofrimento e solidão.

Nove anos porque foi em 1953 que Marilyn teve seu “ano mágico”: três filmes que elevaram a atriz de pequenos papéis e presença hipnotizante a superestrela. Em Torrentes de Paixão, Como Agarrar um Milionário e Os Homens Preferem as Loiras, ela ainda não era o nome principal do elenco. Mas nos três ela roubou a cena e tudo mudou.

1953, “O Homens Preferem as Loiras”: o ano mágico

Não que isso não acontecesse antes. Em A Malvada (1950), ela divide uma cena ao lado de astros tarimbados como Bette Davis, George Sanders e Celeste Holm, mas sua aparição luminosa é um momento muito particular do filme (veja a cena e outras da atriz).

Sua imagem de símbolo sexual de cabeça vazia a incomodava. Em O Pecado Mora ao Lado (1955), de Billy Wilder, seu personagem era apenas “The Girl”, a vizinha gostosíssima que despertava a cobiça e a culpa do homem casado do andar de baixo e o deixava observá-la enquanto o vento do metrô levantava seu vestido branco. Um coquetel de inocência e sex appeal que era um resumo do poder atrativo de Marilyn.

1955, “O Pecado Mora ao Lado”: inocência e sex appeal

Foi um acontecimento, mas também marcou um passo ousado para se livrar dessa imagem. Ela se mudou para  Nova York para estudar no Actor’s Studio, a respeitada escola de atores de Lee Strasberg. No ano seguinte, abriu a Marilyn Monroe Productions, para dar a si mesma papéis que a indústria não achava que eram para ela.

Daí vieram Nunca Fui Santa (1956) e O Príncipe e a Corista (1957). O primeiro envelheceu um bocado, mas Marilyn se sai bem em seu papel dramático. As filmagens do segundo, em Londres, onde ela era dirigida por e contracenava com o shakespeareano Laurence Olivier, motivaram o filme Sete Dias com Marilyn (2011), pelo qual Michelle Williams foi indicada ao Oscar.

1959, “Quanto Mais Quente Melhor”: Globo de Ouro

Apesar de seus esforços, Marilyn nunca foi lembrada pela Academia. O máximo em que chegou em matéria de prêmios foi o Globo de Ouro de atriz em comédia ou musical, pela Sugar Kane de Quanto Mais Quente Melhor (1959), de novo com Billy Wilder.

O diretor não deixou de falar sobre como era um tormento filmar com Marilyn, seus problemas pessoais, atrasos, o esquecimento dos textos. Mas também dizia que, quando a câmera a captava, tudo valia a pena.

A essa altura, Marilyn já estava no terceiro casamento – com o dramaturgo Arthur Miller. Ela foi casada, primeiro, com Jimmy Dougherty, de 1942 a 1946. Ainda Norma Jeane Mortenson, se casou para não voltar para o orfanato.

Modelo em 1949, foto de André de Dienes

Norma Jeane teve uma infância difícil. Não conheceu o pai biológico e a mãe, Gladys, era mentalmente instável e financeiramente incapaz de cuidar da filha. A garota ficou em casa de parentes, orfanatos e passou por maus bocados quando a mãe tentou reavê-la. Aos 16 anos, quando a família com quem estava iria se mudar e não iria levá-la, a saída foi se casar com Jimmy.

Eles viveram felizes, até que Jimmy foi servir a Marinha. Foi a época em que Norma Jeane foi descoberta e contratada por uma agência de modelos – e, de morena, se tornou loura. Quando o marido voltou, ela teve que optar entre ele e a carreira.

Foram muitas capas de revista até surgir a chance de um teste na 20th Century-Fox. E, com isso, veio a mudança do nome. Fez pontas sem fala até os primeiros pequenos papéis. Mas os primeiros anos foram difíceis e, em 1949, ela aceitou o convite do fotógrafo Tom Kelley para posar nua. Recebeu US$ 50 pelas fotos.

1949: uma das fotos clássicas do ensaio de Tom Kelly

O ano seguinte foi o ano de A Malvada e a maré começou a mudar. Em 1953 começaram as cenas icônicas, como o número “Diamonds are a girl’s best friend”, imitado por Madonna no clipe de “Material girl”, em 1984. Nicole Kidman cantou a música em Moulin Rouge (2001).

Em 1954, ela se casou com o astro do beisebol Joe DiMaggio. Mas ele não suportou o status de símbolo sexual máximo da esposa, após a cena do vento no metrô em O Pecado Mora ao Lado. Dois meses após a filmagem da cena, nove após o casamento, eles se separaram.

Ela se casou com Miller em 1956. Para ela, ele adaptou um conto seu para o roteiro de Os Desajustados (1961), de John Huston, que viria a ser seu último filme. Marilyn em uma excelente performance dramática, exibindo uma fragilidade que tinha muito dela mesma.

1962: a última sessão de fotos, com Bert Stern

Mas ela também passava por sérios problemas de saúde e estava se tornando dependente do álcool e das drogas que conseguia com os médicos. O divórcio de Miller veio ainda em 1961. 1962 foi o ano do impressionantemente erótico “Happy birthday, Mr. President” cantado para Kennedy na Casa Branca. E teria sido o ano de Something’s Got to Give, mas suas faltas levaram a Fox a demiti-la, mesmo com muito dele já filmado: ela compareceu a 12 dos 35 dias de filmagens. Mas mesmo assim, ela deixou um momento antológico: a cena em que nada nua em uma piscina.

Marilyn negociava vários projetos – incluindo a retomada de Something’s Got to Give – quando morreu. Posou para ensaios fotográficos – sendo o último deles na suíte 261 do Hotel Bel Air, em Los Angeles, paras lentes de Bert Stern, da Vogue, em julho. A morte veio por overdose de medicamentos. Uma morte tão chocante e inesperada, que até hoje circulam teorias da conspiração a respeito. Teria sido a CIA, a mando de seus amantes John e Robert Kennedy?

O mito de Marilyn é tão grande que nenhum filme ou peça sobre ela chegou a ser um grande sucesso. No cinema, Sete Dias com Marilyn foi o mais bem-sucedido. Na TV, a série Smash foi ainda melhor, imaginando os bastidores de um musical sobre ela. Nele, uma canção defende que, no final, os bons momentos têm mais força que os maus. Com Marilyn, esses bons momentos eram inesquecíveis.

MINHA CENA PREFERIDA

Aqui, cada convidado elege a cena de Marilyn que mais o marcou. O interessante é que todos fugiram das cenas mais óbvias, buscando um retrato mais abrangente da estrela.

SUZANA UCHÔA ITIBERÊ, editora da revista Preview

“Uma das cenas que mais me impressionam não está entre seus momentos antológicos, mas no início da carreira. É uma sequência muito breve de A Malvada, em que Marilyn surge como acompanhante de George Sanders em uma festa na casa de Betty Davis. Os três dividem a tela e logo chega a personagem de Anne Baxter – a Eve do título original. Embora a magistral Bette Davis comande a cena, é impossível tirar os olhos de Marilyn. Seu magnetismo já era pulsante. O diretor Mankiewicz com certeza notou o carisma de Marilyn e reforçou sua luz no figurino. Enquanto Bette, Sanders e Anne vestem trajes escuros, Marilyn é pura luz com um vestido e um visom branco. Inesquecível. Para mim, ali ela já era uma estrela e não sabia”.

WALTER GALVÃO, editor geral do Correio da Paraíba

“Uma cena inesquecível para mim é a de Sugar Kane, a crooner  de Quanto Mais Quente Melhor, cantando no trem e tocando um cavaquinho. É difícil porque o espaço é mínimo, o instrumento exige gestual específico, a coreografia é rápida e ela tem que aproveitar luz, os limites do figurino e conjunto para ressaltar o efeito. O desempenho é ótimo, ela distribui carisma e talento, brilha como a estrela sedutora que é e age como uma atriz experimentada”.

LUIZ ZANIN, crítico de O Estado de S. Paulo

“Acho que cena dela conversando com o Tony Curtis – aliás, sussurrando com aquela voz de cio – em Quanto mais Quente Melhor, é uma das mais sensuais da história do cinema”.

JOÃO BATISTA DE BRITO, crítico, colaborador do Contraponto e de A União

“Na cena da caça aos cavalos selvagens em Os Desajustados, a angústia dela dentro do caminhão. Ali você vê como a personagem se confunde com a atriz: uma pessoa frágil, que ficava perdida com toda aquela brutalidade”.

Audrey Hepburn em “Bonequinha de Luxo”

Audrey Hepburn em “Infâmia”

1 – AUDREY HEPBURN, por Bonequinha de Luxo e por Infâmia

Anteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1953, por A Princesa e o Plebeu2ª em 1954, por Sabrina; 7ª em 1956, por Guerra e Paz; 2ª em 1957, por Cinderela em Paris e por Amor na Tarde; 10ª em 1959, por Uma Cruz à Beira do Abismo e por A Flor que Não Morreu; 12ª em 1960, por O Passado Não PerdoaPosteriormente em Musas retroativas: 7ª em 1963, por Charada; 9ª em 1964, por My Fair Lady e por Quando Paris Alucina; 3ª, em 1966, por Como Roubar um Milhão de Dólares; 8ª em 1967, por Um Caminho para Dois e por Um Clarão nas Trevas; 16ª em 1976, por Robin e Marian.

Audrey está linda como sempre em Infâmia, mas é claro que seu primeiro lugar se deve muito mais a Bonequinha de Luxo, que a brindou com uma das personagens seminais de sua carreira: Holly Goolightly. Entre a comédia, o romance e a melancolia, Holly encanta o espectador o tempo inteiro – do café da manhã degustado em frente à Tiffany’s após uma noitada até o beijo na chuva com um gato no colo, passando por um pesadelo noturno, “Moon river” na janela, um furto de brincadeira… Audrey está irresistível nesse seu primeiro primeiro lugar (de trás para a frente). Mas essa vitória também ficaria muito bem com a deslumbrante e frágil Marilyn Monroe de Os Desajustados, seu último filme completo e lançado. Considerando que Audrey é belga de nascimento, as europeias dominaram totalmente o top 10, com oito musas. Só Marilyn e Natalie Wood, terceira por dois filmes (lutando contra o desejo em Clamor do Sexo e como a Maria de Amor, Sublime Amor), levaram as americanas ao topo. Primeira aparição: Anna Karina, Stefania Sandrelli. Última aparição: Dorothy Malone, Doris Day, Harriet AnderssonÚnica aparição: Rita Moreno, Piper Laurie, Silvia PinalBrasileiras na lista: nenhuma.

Marilyn Monroe em “Os Desajustados”

2 – MARILYN MONROE, por Os Desajustados

Anteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1952, por O Inventor da Mocidade, por Almas Desesperadas, por Só a Mulher Peca, por Travessuras de Maridos e por Páginas da Vida; 3ª em 1953, por Os Homens Preferem as Louras, por Torrentes de Paixão e por Como Agarrar um Milionário3ª em 1954, por O Mundo da Fantasia e por O Rio das Almas Perdidas; 1ª em 1955, por O Pecado Mora ao Lado; 4ª em 1956, por Nunca Fui Santa; 3ª em 1957, por O Príncipe e a Corista; 2ª em 1959, por Quanto Mais Quente Melhor; 8ª em 1960, por Adorável PecadoraPosteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1962, por Something’s Got to Give.

Natalie Wood em “Clamor do Sexo”

Natalie Wood em “Amor, Sublime Amor”

3 – NATALIE WOOD, por Clamor do Sexo e por Amor, Sublime Amor

Anteriormente em Musas retroativas: 6ª em 1955, por Juventude Transviada; 10ª em 1958, por Até o Último AlentoPosteriormente em Musas retroativas: 10ª em 1962, por Em Busca de um Sonho; 3ª em 1964, por Médica, Bonita e Solteira;4ª em 1965, por A Corrida do Século; 13ª em 1966, por Esta Mulher É Proibida; 3ª em 1969, por Bob & Carol & Ted & Alice.

Anna Karina em “Uma Mulher É uma Mulher”

4 – ANNA KARINA, por Uma Mulher É uma Mulher

Posteriormente em Musas retroativas: 18ª em 1962, por Viver a Vida; 20ª em 1964, por Bande a Part; 9ª em 1965, por O Demônio das Onze Horas e por Alphaville.

Monica Vitti em “A Noite”

5 – MONICA VITTI, por A Noite

Anteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1960, por A AventuraPosteriormente em Musas retroativas: 7ª em 1962, por Eclipse; 14ª em 1964, por O Deserto Vermelho; 5ª em 1966, por Modesty Blaise.

Stefania Sandrelli em “Divórcio à Italiana”

6 – STEFANIA SANDRELLI, por Divórcio à Italiana

Posteriormente em Musas retroativas: 9ª em 1970, por O Conformista; 4ª em 1974, por Nós que Nos Amávamos Tanto; 16ª em 1983, por A Chave.

Anouk Aimée em “Lola, a Flor Proibida”

7 – ANOUK AIMÉE, por Lola, a Flor Proibida

Anteriormente em Musas retroativas: 19ª em 1960, por A Doce VidaPosteriormente em Musas retroativas: 15ª em 1963, por ; 10ª em 1966, por Um Homem, uma Mulher.

Jeanne Moreau em “A Noite”

8 – JEANNE MOREAU, por A Noite

Anteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1958, por Os Amantes e por Ascensor para o Cadafalso; 13ª em 1959, por As Ligações PerigosasPosteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1962, por Jules e Jim – Uma Mulher para Dois; 18ª em 1964, por Diário de uma Camareira; 10ª em 1965, por Viva Maria! e por Falstaff – O Toque da Meia-Noite.

Gina Lollobrigida em “Quando Setembro Vier”

9 – GINA LILLOBRIGIDA, por Quando Setembro Vier

Anteriormente em Musas retroativas6ª em 1952, por Fanfan la Tulipe; 8ª em 1953, por Pão, Amor e Fantasia e por O Diabo Riu por Último; 8ª em 1959, por Salomão e a Rainha de SabáPosteriormente em Musas retroativas: 14ª em 1971, por A Quadrilha da Fronteira.

Harriet Andersson em “Através do Espelho”

10 – HARRIET ANDERSSON, por Através do Espelho

Anteriormente em Musas retroativas4ª em 1953, por Mônica e o Desejo e por Noites de Circo.

Claudia Cardinale em “A Moça com a Valise”

11 – CLAUDIA CARDINALE, por A Moça com a Valise

Anteriormente em Musas retroativas: 17ª em 1960, por Rocco e Seus Irmãos. Posteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1963, por , por O Leopardo e por A Pantera Cor-de-Rosa; 4ª em 1966, por Os Profissionais; 2ª em 1968, por Era uma Vez no Oeste.

Shirley MacLaine em “Infâmia”

12 – SHIRLEY MACLAINE, por Infâmia

Anteriormente em Musas retroativas: 11ª em 1955, por O Terceiro Tiro e por Artistas e Modelos; 11ª em 1956, por A Volta ao Mundo em 80 Dias; 18ª em 1958, por Deus Sabe Quanto Amei, por Irresistível Forasteiro e por A Mercadora da Felicidade; 9ª em 1960, por Se Meu Apartamento Falasse e por Can CanPosteriormente em Musas retroativas: 11ª em 1963, por Irma la Douce; 10ª em 1969, por Charity, Meu Amor; 19ª em 1970, por Os Abutres Têm Fome.

Dorothy Malone em “O Último Pôr-do-Sol”

13 – DOROTHY MALONE, por O Último Pôr-do-Sol

Anteriormente em Musas retroativas: 13ª em 1955, por Artistas e Modelos; 6ª em 1956, por Palavras ao Vento.

Sophia Loren em “El Cid”

14 – SOPHIA LOREN, por El Cid

Anteriormente em Musas retroativas: 12ª em 1954, por Duas Noites com Cleópatra e por A Invasão dos Bárbaros; 11ª em 1957, por A Lenda da Estátua Nua, por Orgulho e Paixão e por A Lenda dos Desaparecidos; 19ª em 1958, por Tentação Morena, por A Orquídea Negra, por Desejo e por A Chave; 4ª em 1960, por Duas Mulheres, por Começou em Nápoles e por The MillionairessPosteriormente em Musas retroativas: 6ª em 1962, por Boccaccio ’70; 4ª em 1963, por Ontem, Hoje e Amanhã; 8ª em 1964, por Matrimônio à Italiana e por A Queda do Império Romano; 14ª em 1966, por Arabesque; 20ª em 1967, por A Condessa de Hong Kong; 5ª em 1972, por O Homem de La Mancha.

Rita Moreno em “Amor, Sublime Amor”

15 – RITA MORENO, por Amor, Sublime Amor

Lea Massari em “O Colosso de Rodes”

16 – LEA MASSARI, por O Colosso de Rodes

Anteriormente em Musas retroativas: 20ª em 1960, por A AventuraPosteriormente em Musas retroativas: 11ª em 1971, por Um Sopro no Coração.

Piper Laurie em “Desafio á Corrupção”

17 – PIPER LAURIE, por Desafio à Corrupção

Doris Day em “Volta, Meu Amor”

18 – DORIS DAY, por Volta, Meu Amor

Anteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1955, por Ama-me ou Esquece-me; 12ª em 1956, por O Homem que Sabia Demais; 7ª em 1957, por Um Pijama para Dois; 15ª em 1958, por Um Amor de Professora e por O Túnel do Amor; 9ª em 1959, por Confidências à Meia-Noite e por A Viuvinha Indomável.

Silvia Pinal em “Viridiana”

19 – SILVIA PINAL, por Viridiana

Joanne Woodward em “Paris Vive à Noite”

20 – JOANNE WOODWARD, por Paris Vive à Noite

Anteriormente em Musas retroativas8ª em 1957, por As Três Máscaras de Eva; 19º em 1959, por The Fugitive KindPosteriormente em Musas retroativas: 18ª em 1968, por Rachel, Rachel.

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Marilyn Monroe em “Something’s Got to Give”

1 – MARILYN MONROE, por Something’s Got to Give

Anteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1952, por O Inventor da Mocidade, por Almas Desesperadas, por Só a Mulher Peca, por Travessuras de Maridos e por Páginas da Vida; 3ª em 1953, por Os Homens Preferem as Louras, por Torrentes de Paixão e por Como Agarrar um Milionário; 3ª em 1954, por O Mundo da Fantasia e por O Rio das Almas Perdidas; 1ª em 1955, por O Pecado Mora ao Lado; 4ª em 1956, por Nunca Fui Santa; 3ª em 1957, por O Príncipe e a Corista; 2ª em 1959, por Quanto Mais Quente Melhor; 11ª em 1960, por Adorável Pecadora; 2ª em 1961, por Os Desajustados.

Something’s Got to Give nunca foi concluído. Foi o final melancólico da carreira da diva máxima Marilyn Monroe, demitida após inúmeros atrasos, faltas ao set e outras complicações. Ela morreu, naquelas circunstâncias misteriosas, semanas depois, e o filme permaneceria inacabado – o mais famoso filme inacabado de todos os tempos (o projeto foi retomado com outro diretor e elenco – mas com parte dos mesmos cenários – como Eu, Ela e a Outra (1963), com Doris Day no papel que era de Marilyn). O que restou foi editado no documentário Marilyn Monroe – O Fim dos Dias. E mesmo em um filme inacabado ela era capaz de criar momentos inesquecíveis. Estamos falando, claro, da cena da piscina, onde ela veste apenas a parte de baixo de um biquíni cor-da-pele. Para as fotos de divulgação, feitas na sequência, Marilyn quis causar uma comoção mundial e tirou também a parte de baixo. Funcionou. No âmbito desta lista, superou a jovem Sue Lyon pirando o homem de meia idade em Lolita, Ursula Andress saindo das águas como Vênus no primeiro James Bond, Jeanne Moreau, a mulher entre dois homens de Jules e Jim, e Norma Bengell em um momento histórico: o primeiro nu frontal total feminino do cinema nacional. Concorrência dura. E, curiosidade, as italianas responderam por um quarto da lista: cinco musas em 1962! Primeira aparição: Sue Lyon, Ursula Andress, Suzanne Pleshette. Última aparição: Marilyn Monroe, Anita Ekberg, Vera Miles, Pier Angeli, Elsa Martinelli, Shirley Jones, Silvana Magano, Eva Marie Saint. Única aparição: Corinne Marchand. Brasileiras na lista: Norma Bengell.

Sue Lyon em “Lolita”

2 – SUE LYON, por Lolita

Posteriormente em Musas retroativas: 16ª em 1964, por A Noite do Iguana.

Ursula Andress em “007 contra o Satânico Dr. No”

3 – URSULA ANDRESS, por 007 contra o Satânico Dr. No

Posteriormente em Musas retroativas: 10ª em 1963, por O Seresteiro de Acapulco; 18ª em 1965, por A Deusa da Cidade Perdida e por O que É que Há, Gatinha?; 18ª em 1966, por Crepúsculo das Águias; 12ª em 1967, por Cassino Royale; 19ª em 1979, por O Quinto Mosqueteiro.

Jeanne Moreau em "Jules e Jim - Uma Mulher para Dois"

Jeanne Moreau em “Jules e Jim – Uma Mulher para Dois”

4 – JEANNE MOREAU, por Jules e Jim – Uma Mulher para Dois

Anteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1958, por Os Amantes e por Ascensor para o Cadafalso; 13ª em 1959, por As Ligações Perigosas; 8ª em 1961, por A Noite. Posteriormente em Musas retroativas: 18ª em 1964, por Diário de uma Camareira; 10ª em 1965, por Viva Maria! e por Falstaff – O Toque da Meia-Noite.

Norma Bengell em "Os Cafajestes"

Norma Bengell em “Os Cafajestes”

Norma Bengell em "O Pagador de Promessas"

Norma Bengell em “O Pagador de Promessas”

5 – NORMA BENGELL, por Os Cafajestes e por O Pagador de Promessas

Anteriormente em Musas retroativas: 5ª em 1959, por O Homem do SputnikPosteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1964, por Noite Vazia.

Sophia Loren em “Boccaccio ’70”

6 – SOPHIA LOREN, por Boccacio ’70

Anteriormente em Musas retroativas: 12ª em 1954, por Duas Noites com Cleópatra e por A Invasão dos Bárbaros; 11ª em 1957, por A Lenda da Estátua Nua, por Orgulho e Paixão e por A Lenda dos Desaparecidos; 19ª em 1958, por Tentação Morena, por A Orquídea Negra, por Desejo e por A Chave; 4ª em 1960, por Duas Mulheres, por Começou em Nápoles e por The Millionairess; 14ª em 1961, por El Cid. Posteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1963, por Ontem, Hoje e Amanhã; 8ª em 1964, por Matrimônio à Italiana e por A Queda do Império Romano; 14ª em 1966, por Arabesque; 20ª em 1967, por A Condessa de Hong Kong; 5ª em 1972, por O Homem de La Mancha.

Monica Vitti em “O Eclipse”

7 – MONICA VITTI, por O Eclipse

Anteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1960, por A Aventura; 5ª em 1961, por A Noite. Posteriormente em Musas retroativas: 14ª em 1964, por O Deserto Vermelho; 5ª em 1966, por Modesty Blaise.

Suzanne Pleshette em “Candelabro Italiano”

8 – SUZANNE PLESHETTE, por Candelabro Italiano

Posteriormente em Musas retroativas: 13ª em 1963, por Os Pássaros.

Anita Ekberg em “Boccaccio ’70”

9 – ANITA EKBERG, por Boccaccio ’70

Anteriormente em Musas retroativas: 12ª em 1955, por Artistas e Modelos; 10ª em 1960, por A Doce Vida.

Natalie Wood em “Em Busca de um Sonho”

10 – NATALIE WOOD, por Em Busca de um Sonho

Anteriormente em Musas retroativas: 6ª em 1955, por Juventude Transviada; 10ª em 1958, por Até o Último Alento; 3ª em 1961, por Clamor do Sexo e por Amor, Sublime Amor. Posteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1964, por Médica, Bonita e Solteira;4ª em 1965, por A Corrida do Século; 13ª em 1966, por Esta Mulher É Proibida; 3ª em 1969, por Bob & Carol & Ted & Alice.

Vera Miles em “O Homem que Matou o Facínora”

11 – VERA MILES, por O Homem que Matou o Facínora

Anteriormente em Musas retroativas: 14ª em 1956, por Rastros de Ódio; 9ª em 1957, por O Homem Errado.

Angie Dickinson em “Candelabro Italiano”

12 – ANGIE DICKINSON, por Candelabro Italiano

Anteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1959, por Onde Começa o Inferno; 15ª em 1960, por Onze Homens e um SegredoPosteriormente em Musas retroativas: 15ª em 1966, por Caçada Humana; 7ª em 1967, por À Queima-Roupa; 17ª em 1980, por Vestida para Matar.

Pier Angeli em “Sodoma & Gomorra”

13 – PIER ANGELI, por Sodoma e Gomorra

Anteriormente em Musas retroativas: 16ª em 1956, por Marcado pela Sarjeta; 14ª em 1958, por Viva o Palhaço!

Elsa Martinelli em “Hatari!”

14 – ELSA MARTINELLI, por Hatari!

Anteriormente em Musas retroativas: 12ª em 1959, por A Longa Noite de Loucuras; 16ª em 1960, por Rosas de Sangue.

Romy Schneider em “Boccaccio ’70”

15 – ROMY SCHNEIDER, por Boccaccio ’70

Anteriormente em Musas retroativas: 18ª em 1955, por Sissi; 15ª em 1957, por Sissi e Seu DestinoPosteriormente em Musas retroativas: 16ª em 1965, por O que É que Há, Gatinha?; 11ª em 1972, por Ludwig, o Último Rei da Bavária.

Corinne Marchand em “Cléo de 5 às 7”

16 – CORINNE MARCHAND, por Cléo de 5 às 7

Shirley Jones em “O Vendedor de Ilusões”

17 – SHIRLEY JONES, por O Vendedor de Ilusões

Anteriormente em Musas retroativas: 18ª em 1955, por Oklahoma.

Anna Karina em “Viver a Vida”

18 – ANNA KARINA, por Viver a Vida

Anteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1961, por Uma Mulher É uma Mulher. Posteriormente em Musas retroativas: 20ª em 1964, por Bande a Part; 9ª em 1965, por O Demônio das Onze Horas e por Alphaville.

Silvana Mangano em “Barrabás”

19 – SILVANA MANGANO, por Barrabás

Anteriormente em Musas retroativas: 16ª em 1954, por Ulisses.

Eva Marie Saint em “Anjo Violento”

20 – EVA MARIE SAINT, por Anjo Violento

Anteriormente em Musas retroativas: 11ª em 1954, por Sindicato de Ladrões; 3ª em 1959, por Intriga Internacional.

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Da mesma maneira que o baú dos Beatles parece inesgotável, o de Marilyn também. Volta e meia aparece alguém com uma foto inédita ou – como é o caso aqui – todo um ensaio. Nestas fotos, o ainda futuro sex symbol posa no Griffin Park de Los Angeles para Ed Clark, fotógrafo da revista Life, que as publica em seu site. O ano era 1950, o mês era agosto e Marilyn tinha 24 anos. Três meses antes do ensaio, ela tinha aparecido no filme O Segredo das Jóias. Dois meses depois, viria a pequena participação em A Malvada.

Clark foi chamado por um amigo da 20th Century-Fox para fotografar um hot tomato, mas quando mandou os negativos para a Life, em Nova York, ouviu: “Quem diabos é Marilyn Monroe?”. Os negativos foram encontrados durante o trabalho da Life para digitalizar seu acervo. Descoberta em 1946 pela Fox, quando era modelo de capas de revistas, ela virou estrela só em 1953, ao estrelar três filmes: Torrentes de Paixão, Como Agarrar um Milionário e Os Homens Preferem as Loiras.

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