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Coluna Cinemascope (#7). Correio da Paraíba, 2/11/2016.

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“Doutor Estranho” (2016)

 

Super-heróis, lado B

por Renato Félix

Quando eu era ainda um menino e via os filmes do Super-Homem com Christopher Reeve ainda na primeira dublagem brasileira na TV preto-e-branco dos meus pais, nunca imaginei que veria uma época como esta: vários filmes de super-heróis por ano, não raro muito bons e com chance até para personagens que não são aqueles mais populares entre não-leitores.

Naquela época, eu ainda estava começando a ler gibis do gênero (lia o Batman de Neal Adams e Denny O’Neill, basicamente, e logo viria O Cavaleiro das Trevas, Watchmen, que mudariam tudo nas HQs de heróis). De filmes, só havia mesmo os do Super-Homem. Fora isso, os heróis só apareciam de carne-e-osso em séries de TV em geral sofríveis. O Batman de Tim Burton em 1989 apareceu como honrosa exceção nos cinemas.

A coisa mudou mesmo quando X-Men – O Filme se tornou um grande sucesso em 2000 (eu sei, teve Blade pouco antes, mas que não-leitor já ouviu falar de Blade?). Homem-Aranha (2002) consolidou o gênero em ascensão. E Homem de Ferro (2008) deu o ponta-pé nos filmes interligados da Marvel.

E, com eles, a Marvel se tornou uma marca tão conhecida dos não-leitores que passou a ser avalista até de filmes de heróis pouco conhecidos além das páginas dos gibis. O garoto daqueles tempos, os anos 1980, nunca imaginaria assistir a um filme do Homem-Formiga, do Deadpool, dos Guardiões da Galáxia…

Ou Doutor Estranho, que teve pré-estreia com toda a pompa nesta madrugada, e já entra em horários à tarde nesta quarta em JP, Campina e Patos, embora a estreia oficial seja só na quinta. Quem sabe no futuro o público não-leitor acabe íntimo de personagens como o Homem-Elástico (da DC) ou da Ms. Marvel (da Marvel)?

FOTO: Doutor Estranho (2016)

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Assim como treino é treino e jogo é jogo, trailer é trailer e filme é filme. Mas não posso deixar de dizer que esse trailer de Homem-Aranha – De Volta ao Lar me passa a melhor das impressões. Um visual simples e direto, economizando nas firulas e com bom destaque para os personagens (mais que aos efeitos). Robert Downey Jr. marcando ótima presença e Michael Keaton assumindo de vez o Birdman (ele faz o vilão Abutre). Estreia no Brasil em 6 de julho.

O anunciado “último filme de Hugh Jackman como Wolverine” ganhou trailer. Logan, baseada de leve na história em quadrinhos “Velho Logan”, se passa em um futuro onde os mutantes praticamente desapareceram e Wolverine vaga com um professor Xavier (Patrick Stewart, mais uma vez) começando a sofrer do mal de Alzheimer. X-Men com pitadas de Mad Max? O diretor é James Mangold, de Wolverine Imotal (2013). Estreia no Brasil: 2 de março de 2017.

por Renato Félix

Não é uma atualização (ainda). É a mesma lista que foi publicada aqui no blog em 2014, mas reunida em um mesmo infográfico. Abaixo dele, a lista dos filmes, só com o texto. Lembrando que a lista não reflete a minha opinião: é uma combinação da média ponderada das avaliações dos usuários do IMDb e das cotações do Metacritic e do Rotten Tomatoes, sites que compilam avaliações dos críticos americanos.

A partir do 50º lugar, a lista indica opções de leitura referentes ao filme em questão. Como foi feito em 2014, pode haver naturais desatualizações e, claro, não inclui os filmes de 2014 para cá, que ficam para uma futura nova lista.

Detalhes e a lista parte a parte? Clique aqui.

Ranking completo 3

 

Os 100 primeiros:

1 – Persépolis (2007)
2 – Batman, o Cavaleiro das Trevas (2008)
3 – O Fantasma do Futuro (1995)
4 – Anti-Herói Americano (2003)
5 – Azul É a Cor Mais Quente (2013)
6 – Ghost World – Aprendendo a Viver (2001)
7 – Guardiões da Galáxia (2014)
8 – Superman – O Filme (1978)
9 – Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge (2012)
10 – O Castelo de Cagliostro (1979)
11 – Nausicaa – A Princesa do Vale dos Ventos (1984)
12 – Homem-Aranha 2 (2004)
13 – Homem de Ferro (2008)
14 – Charlie Brown e Snoopy (1969)
15 – Expresso do Amanhã (2013)
16 – X-Men – Dias de um Futuro Esquecido (2014)
17 – Cor da Pele: Mel (2012)
18 – Superman II (1980)
19 – Volte para Casa, Snoopy (1972)
20 – Akira (1988)
21 – Os Vingadores – The Avengers (2012)
22 – Marcas da Violência (2005)
23 – O Reino dos Gatos (2002)
24 – Batman – A Máscara do Fantasma (1993)
25 – Capitão América 2 – O Soldado Invernal (2014)
26 – Batman Begins (2005)
27 – Oldboy (2003)
28 – Death Note (2006)
29 – Hellboy II – O Exército Dourado (2008)
30 – Homem-Aranha (2002)
31 – Metropolis (2001)
32 – MIB – Homens de Preto (1997)
33 – Sin City, a Cidade do Pecado (2005)
34 – Contos do Além (1972)
35 – Estrada para Perdição (2002)
36 – Death Note – The Last Name (2006)
37 – X-Men 2 (2003)
38 – X-Men – Primeira Classe (2011)
39 – O Corvo (1994)
40 – Asterix e Obelix – Missão Cleópatra (2002)
41 – Gen Pés Descalços (1983)
42 – Scott Pilgrim contra o Mundo (2010)
43 – Batman – O Retorno (1992)
44 – Lobo Solitário – Espada da Vingança (1972)
45 – Ping-Pong (2002)
46 – Meus Vizinhos, os Yamada (1999)
47 – Hellboy (2004)
48 – Kick-Ass – Quebrando Tudo (2010)
49 – X-Men – O Filme (2000)
50 – As Aventuras de Tintim (2011)
51 – V de Vingança (2005)
52 – As Múmias do Faraó (2010)
53 – Batman, o Homem-Morcego (1966)
54 – Mind Game (2004)
55 – Homem de Ferro 3 (2013)
56 – A Família Addams 2 (1993)
57 – Batman (1989)
58 – Capitão América, o Primeiro Vingador (2011)
59 – Frango com Ameixas (2011)
60 – Superman – O Retorno (2006)
61 – Os Sem-Floresta (2006)
62 – O Espetacular Homem-Aranha (2012)
63 – Sakuran (2006)
64 – Nana (2005)
65 – Flash Gordon (1980)
66 – Dredd (2012)
67 – Noé (2014)
68 – O Fantasma do Futuro 2 – A Inocência (2004)
69 – Creepshow – Show de Horrores (1982)
70 – Thor (2011)
71 – O Procurado (2008)
72 – RED – Aposentados e Perigosos (2010)
73 – O Máskara (1994)
74 – Homem de Ferro 2 (2010)
75 – Sparks (2013)
76 – Gainsbourg, o Homem que Amava as Mulheres (2010)
77 – Perigo: Diabolik (1968)
78 – Homens de Preto III (2012)
79 – Wolverine Imortal (2013)
80 – O Incrível Hulk (2008)
81 – Watchmen – O Filme (2009)
82 – Barbarella (1968)
83 – O Palácio Francês (2013)
84 – O Retorno de Tamara (2010)
85 – A Família Addams (1991)
86 – Thor – O Mundo Sombrio (2013)
87 – Transformers (2007)
88 – Conan, o Bárbaro (1982)
89 – 300 (2006)
90 – Dose Dupla (2013)
91 – Dick Tracy (1990)
92 – Rocketeer (1991)
93 – Homem-Aranha 3 (2007)
94 – Quase Super-Heróis/ Heróis Muito Loucos (1999)
95 – X-Men – O Confronto Final (2006)
96 – O Homem de Aço (2013)
97 – Heavy Metal – Universo em Fantasia (1981)
98 – Do Inferno (2001)
99 – O Espetacular Homem-Aranha 2 – A Ameaça de Electro (2014)
100 – Blade II – O Caçador de Vampiros (2002)

 

 

Saiu o trailer de Luke Cage, próxima série da Netflix no universo Marvel – depois das duas de Demolidor e de Jessica Jones (nesta, o personagem já apareceu). Gostei do clima de “herói do bairro” (no caso, o Harlem) e o personagem apareceu muito bem em Jessica Jones, tem bom potencial. Estreia: 30 de setembro.

O Homem-Aranha aparece. É só o que você precisa saber. Estreia no Brasil: 28 de abril.

Acho a minissérie dos quadrinhos só razoável com um final péssimo. Mas o filme Capitão América – Guerra Civil tem um elemento novo à trama que pode justificar muita coisa: o resgate de Bucky. Mas ainda não cola o Homem de Ferro do cinema, um cara que tem todo o perfil de afrontar o governo em nome de sua liberdade de fazer o que quer como quer (e já fez isso nos filmes anteriores da Marvel) achar que os heróis precisam de limitações governamentais. Vamos ver como isso se desenvolve. Estréia no Brasil: 28 de abril de 2016.

 

Depois do sucesso de Demolidor, cresceu a expectativa em torno dos novos passos da Marvel com a Netflix. E esse novo passo é Jessica Jones, a nova série dessa parceria, que teve seu primeiro trailer completo lançado. São 13 episódios em que Jessica (Krysten Ritter) tenta viver como detetive depois do fim trágico de sua carreira como super-heroína. O lançamento é em 20 de novembro.

O que entra na quinta, o que fica até quarta e o que continua em cartaz nos cinemas paraibanos (João Pessoa, Campina Grande, Patos e Remígio)

Homem-Formiga - cartaz

JOÃO PESSOA

Entra quinta em JP:
– ‘HOMEM-FORMIGA’ (Cinépolis Manaíra [3D leg, 3D dub]; Cinespaço MAG [3D leg, 3D dub]; Cinesercla Tambiá [2D dub, 3D dub])

Pré-estreia em JP:
– ‘CARROSSEL – O FILME’ (Cinépolis Manaíra [2D em port], diariamente; Cinespaço MAG [2D em port], diariamente; Cinesercla Tambiá [2D em port], diariamente)

Continuam em JP:
– ‘DIVERTIDA MENTE’ (Cinépolis Manaíra [2D dub]; Cinesercla Tambiá [2D dub])
– ‘SAMBA’ (Cinespaço MAG [2D leg])
– ‘JURASSIC WORLD – O MUNDO DOS DINOSSAUROS’ (Cinépolis Manaíra [2D leg])
– ‘CIDADES DE PAPEL’ (Cinépolis Manaíra [2D leg, 2D dub]; Cinesercla Tambiá [2D dub])
– ‘O EXTERMINADOR DO FUTURO – GENESIS’ (Cinépolis Manaíra [3D leg, 3D dub]; Cinesercla Tambiá [2D dub])
– ‘MINIONS’ (Cinépolis Manaíra [2D dub, 3D dub]; Cinespaço MAG [2D dub]; Cinesercla Tambiá [2D dub, 3D dub])
– ‘NERUDA FUGITIVO’ (Cinépolis Manaíra [2D leg]; Cinespaço MAG [2D leg])
– ‘BIKES VS. CARROS’ (Cinespaço MAG [2D leg])
– ‘MEU PASSADO ME CONDENA 2’ (Cinépolis Manaíra [2D em port]; Cinespaço MAG [2D em port]; Cinesercla Tambiá [2D em port])
– ‘AS AVENTURAS DO SETE ANÕES’ (Cinépolis Manaíra [2D dub])

 

CAMPINA GRANDE (Cinesercla Partage)

Entram quinta em CG:
– ‘HOMEM-FORMIGA’ [3D leg, 2D dub, 3D dub]

Pré-estreia em CG:
– ‘CARROSSEL – O FILME’ [2D em port], diariamente

Só até quarta em CG:
– ‘JURASSIC WORLD – O MUNDO DOS DINOSSAUROS’ [3D dub]

Continuam em CG:
– ‘DIVERTIDA MENTE’ [2D dub]
– ‘CIDADES DE PAPEL’ [2D leg, 2D dub]
– ‘O EXTERMINADOR DO FUTURO – GENESIS’ [3D dub]
– ‘MINIONS’ [2D dub, 3D dub]
– ‘MEU PASSADO ME CONDENA 2’ [2D em port]

 

PATOS (Cine Guedes)

Não divulgou a programação.

 

 

 

REMÍGIO (Cine RT)

Continuam em Remígio:
– ‘DIVERTIDA MENTE’ [2D dub]
– ‘JURASSIC WORLD – O MUNDO DOS DINOSSAUROS’ [2D dub]

Cena da primeira sequência do novo 'Vingadores': gente demais

Cena da primeira sequência do novo ‘Vingadores’: gente demais

Sem borda - 03 estrelas

Fugiu do controle

Desde que Tony Stark (Robert Downey Jr) apareceu na cena extra de O Incrível Hulk (2009) e um entrelaçamento dos filmes da Marvel começou a surgir, eu, como leitor de quadrinhos senti a vibração de algo grande por vir, mas também um medo. O medo era de que se repetisse no cinema o que já ocorre nas HQs: uma obsessão tão grande pela continuidade (no caso, como elemento para levar o leitor a comprar a edição seguinte, na origem, e várias outras revistas da editora, atualmente) que ficou quase impossível um leitor novo embarcar de primeira nas histórias de hoje sem ficar completamente perdido. Pois afinal chegou-se perigosamente perto disso em Vingadores – Era de Ultron (Avengers – Age of Ultron, Estados Unidos, 2015).

O novo Vingadores começa parecendo uma parte 2 de um filme que não tem parte 1. É um início bagunçado, com os heróis no meio de uma batalha para invadir uma base da Hydra. Rapidamente sabemos que é mais uma, que nessa está o centro de Loki, que com ele dá pra desenvolver uma inteligência artificial, que Tony Stark já tinha planos pra isso… Vemos Stark dando início ao processo, Ultron ganhando vida e forma, decidindo que o melhor para o mundo é a erradicação dos humanos e atacando os Vingadores.

Muita informação atirada na cara do espectador atabalhoadamente, provavelmente deixando meio perdido quem não está a par da “parte 1”. Essa “parte 1” existe, claro: está espalhada pelas várias produções anteriores do Marvel Studios envolvendo o Homem de Ferro, o Capitão América (Chris Evans) e o Thor (Chris Hemsworth), incluindo o seriado Agentes da Shield.

A Marvel no cinema resolveu usar os filmes do supergrupo como o ponto em que tudo se encontra para depois se ramificar outra vez. Ok, funcionou às mil maravilhas no primeiro filme. Mas agora há gente demais como pouco a fazer e o que ficou bem distribuído da primeira vez se tornou desequilibrado e impossível de lidar agora.

O Falcão (Anthony Mackie), por exemplo, de tão boa figura em Capitão América 2 – O Soldado Invernal (2014), é só um figurante de luxo aqui. E o que dizer do Mercúrio (Aaron Taylor-Johnson), desperdiçado de maneira incompreensível (ainda mais com o mesmo personagem, em outra versão, roubando a cena em X-Men – Dias de um Futuro Esquecido, 2014)?

O primeiro Vingadores tinha, entre suas muitas qualidades, o fato de que era “sem-vergonha”: sabia nāo ter espaço para os dramas pessoais de seus personagens (já explorados nos filmes solo) e não almejava ser mais que uma matinezona de milhões e milhões de dólares. E cumpriu admiravelmente bem essa função. É curioso, então, que o segundo filme, já que começa tão bagunçado na ação, tenha entre seus pontos positivos justamente o contrário disso: o drama e a exploração do fator humano dos super-heróis.

É ótima a cena da festa, no começo, e a revelação depois da intimidade do Gavião Arqueiro (Jeremy Renner), personagem que nāo tem um filme pra chamar de seu e tratar disso lá. Como também é um grande momento aquele em que a Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen) mexe com os medos íntimos e as lembranças dolorosas dos heróis. É, junto com o Visão (Paul Bettany), uma nova personagem muito bem aproveitada pelo filme. Da mesma forma, é dado um destaque emocional bem-vindo à Viúva Negra e ao Hulk, também entre os “sem-filme” (vamos ignorar aquele filme com Edward Norton, ok?).

Vale o registro, também, do climax do filme que, apesar de ser uma batalha monumental barulhenta e cheia de efeitos, ainda reserva atenção especial ao ato de proteger e salvar pessoas. Em um tempo em que alguns filmes de super-heróis estão mais interessados na destruição em larga escala no que nisso, é bom ver um blockbuster que se preocupa em manter o foco no que faz de um herói um herói.

Vingadores – Era de Ultron. Avengers – Age of Ultron. Estados Unidos, 2015. Direção: Joss Whedon. Elenco: Robert Downey Jr, Chris Evans, Chris Hemsworth, Mark Ruffalo, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Elizabeth Olsen, Paul Bettany, Aaron Tayor-Johnson, Samuel L. Jackson, Don Cheadle, Anthony Mackie, Cobie Smulders, Hayley Atwell, Julie Delpy, Idris Elba, Linda Cardellini, Stellan Skasgard, Andy Serkis. Voz no original: James Spader.

Top 10 - 01.16

– A foto mostra o top 10 da nossa eleição até agora. Até agora (de janeiro a julho, meses abertos à votação) foram computados 102 filmes que estrearam em João Pessoa. Desses, 55 atingiram o quórum mínimo de quatro notas. Um índice muito alto de “abstenção”, quase 50%.

– Após o empate, ‘O Lobo de Wall Street’, de Martin Scorsese, voltou à liderança por microscópica margem. ‘O Passado’ está somente 0,008 atrás.

– A grande novidade da lista é ‘Guardiões da Galáxia’, filme de julho que já aparece em 3º. Aliás, mostra o poder da Marvel no cinema atualmente: três filmes baseados em HQs da editora estão no top 10: ‘Capitão América 2’ está em 5º e ‘X-Men – Dias de um Futuro Esquecido’ em 10º. A decepção é ‘O Espetacular Homem-Aranha 2’, amargando apenas um 40º lugar.

– O pessoal continua preferindo o primeiro ‘Ninfomaníaaca’ (22º, média 3,318) ao segundo (31º, média 2,952).

Top 25 (até agora):

O Lobo de Wall Street – 4,28
O Passado – 4,272
Guardiões da Galáxia – 4,181
Blue Jasmine – 4,083
12 Anos de Escravidão – 4,074

Capitão América 2 – O Soldado Invernal – 4,047
Hoje Eu Quero Voltar Sozinho – 4
O Menino e o Mundo – 3,833
Praia do Futuro – 3,818
X-Men – Dias de um Futuro Esquecido – 3,789

Tatuagem – 3,785
Azul É a Cor Mais Quente – 3,739
Frozen – Uma Aventura Congelante – 3,7
Planeta dos Macacos – O Confronto – 3,555
Como Treinar Seu Dragão 2 – 3,5

Uma Aventura Lego – 3,454
Trapaça – 3,4
Sem Escalas – 3,4
No Limite do Amanhã – 3,4
Eu, Mamãe e os Meninos – 3,375

Noé – 3,272
Ninfomaníaca – Volume 1 – 3,318
A Culpa É das Estrelas – 3,222
Um Amor em Paris – 3,2
Uma Relação Delicada – 3,166

Entraram no top 25: ‘Guardiões da Galáxia’ (3º), ‘Planeta dos Macacos – O Confronto’ (14º), ‘Como Treinar Seu Dragão 2’ (15º), ‘No Limite do Amanhã’ (17º).

Saíram do top 25: ‘Malévola’ (caiu de 25º para 26º), ‘RoboCop’ (de 21º para 27º), ‘Walt nos Bastidores de Mary Poppins’ (de 22º para 28º) e ‘As Aventuras de Peabody e Sherman’ (de 23º para 30º).

– Filmes com três notas (faltando uma para o quórum): ‘Caminhando com Dinossauros’, ‘Namoro ou Liberdade’, ‘O Grande Herói’, ‘Um Plano Perfeito’, ‘Uma Viagem Extraordinária’, ‘Antes do Inverno’, ‘Inatividade Paranormal 2’, ‘Em Busca de Iara’, ‘Junho – O Mês que Abalou o Brasil’ e ‘O Homem das Multidões’.

A seguir, os meus melhores filmes de 2014, apenas entre os que estiveram em cartaz nos cinemas de João Pessoa. Antes, a numeralha em torno do circuitão pessoense.

– 164 filmes estiveram em cartaz nos cinemas de João Pessoa em 2014 (379 estrearam no Brasil, segundo o levantamento da Abraccine). São 13 a mais que no ano passado, encostando no recorde de 2007 (165), marca de antes do fechamento do primeiro multiplex do MAG. O Boulevard faz esse acompanhamento desde 2006.

– A participação do cinema brasileiro é a melhor de todos os tempos. Chegou a 26,8% dos filmes em cartaz (44 no total). No ano passado, com 32 filmes, o cinema tupiniquim ficou nos 21,2%. Ainda estava bem porque, de 2010 para trás, a conta ficava nos 20 filmes e pouco mais de 10% de filmes em cartaz.

Rosamund Pike em "Garota Exemplar"

Rosamund Pike em “Garota Exemplar”

1 – GAROTA EXEMPLAR, de David Fincher

Uma trama de mistério que brilha no jogo de entregar e sonegar informação ao espectador. A plateia acompanha o tormento do marido (Ben Affleck) que pode ou não ter matado a esposa (Rosamnd Pike, excelente). E acompanha a leitura do diário dela, antes mesmo dos personagens do filme. Semanas em cartaz: duas. Crítica no Boulevard

Leonardo DiCaprio em "O Lobo de Wall Street"

Leonardo DiCaprio em “O Lobo de Wall Street”

2 – O LOBO DE WALL STREET, de Martin Scorsese

Scorsese ridiculariza as falcatruas do mercado financeiro e exige o máximo de Leonardo DiCaprio, talvez na melhor interpretação de sua carreira. Alucinado, é como se fosse um filme sob efeito de cocaína. Semanas em cartaz: sete.

 

Chiwetel Ejiofor e Michael Fassbender em "12 Anos de Escravidão"

Chiwetel Ejiofor e Michael Fassbender em “12 Anos de Escravidão”

3 – 12 ANOS DE ESCRAVIDÃO, de Steve McQueen

O vencedor do Oscar mostra um homem negro que nasceu livre e é sequestrado e vendido como escravo. Sua luta é a de não se tornar um escravo por dentro. Michael Fassbender está assustador. Semanas em cartaz: três. Crítica no Boulevard

 

Adèle Exarchopoulos e Léa Seydoux em "Azul É a Cor Mais Quente"

Adèle Exarchopoulos e Léa Seydoux em “Azul É a Cor Mais Quente”

4 – AZUL É A COR MAIS QUENTE, de Abdellatif Kechiche

Dormir, comer, amar, chorar, fazer sexo: o filme de Kechiche mostra como que através de um microscópio os muitos detalhes da vida de Adéle, vivida pela revelação Adèle Exarchopoulos. Semanas em cartaz: três.

Bérenice Bejo e ???? em "O Passado"

Bérenice Bejo e Ali Mosaffa em “O Passado”

5 – O PASSADO, de Asghar Farhadi

De novo Farhadi traça filme de mistério e investigação sem sair do drama familiar, com peças a juntar e personagens com algo a esconder. Passou no Festival Varilux e depois entrou em cartaz rapidamente. Semanas em cartaz: uma.

Charis Evans e Scarlett Johansson em "Capitão América 2 - O Soldado Invernal"

Charis Evans e Scarlett Johansson em “Capitão América 2 – O Soldado Invernal”

6 – CAPITÃO AMÉRICA 2 – O SOLDADO INVERNAL, de Anthony Russo e Joe Russo

O filme tem muita ação e movimento, mas o grande lance é o contraste entre o herói de valores antiquados em um mundo complexo. Semanas em cartaz: sete. Crítica no Boulevard

"Planeta dos Macacos - O Confronto"

“Planeta dos Macacos – O Confronto”

7 – PLANETA DOS MACACOS – O CONFRONTO, de Matt Reeves

Esta continuação é tão boa (talvez melhor) que o primeiro filme da retomada da série. Pela primeira vez, um ator em captura de movimento surge em primeiro nos créditos. Com justiça, é Andy Serkis. Semanas em cartaz: cinco.

Cate Blanchett em "Blue Jasmine"

Cate Blanchett em “Blue Jasmine”

8 – BLUE JASMINE, de Woody Allen

Cate Blanchett foi quase unanimidade como a melhor interpretação feminina de 2013 (o filme só estreou em JP este ano) como a Jasmine, meio Blanche DuBois, de Allen. E ganhou o Oscar de melhor atriz. Semanas em cartaz: três.

Zoe Saldana, Chris Pratt e Dave Bautista em "Guardiões da Galáxia"

Zoe Saldana, Chris Pratt e Dave Bautista em “Guardiões da Galáxia”

9 –  GUARDIÕES DA GALÁXIA, de James Gunn

Heróis absolutamente desconhecidos do grande público e nenhum ator famoso, a não ser na dublagem de uma árvore e de um guaxinim. Mas com ritmo e humor, o filme foi um sucesso. E ainda tinha aquele awesome mix!. Semanas em cartaz: cinco. Crítica no Boulevard

Fabio Audi, Tess Amorim e Ghilherme Lobo em "Hoje Eu Quero Voltar Sozinho"

Fabio Audi, Tess Amorim e Ghilherme Lobo em “Hoje Eu Quero Voltar Sozinho”

10 – HOJE EU QUERO VOLTAR SOZINHO, de Daniel Ribeiro

Uma bem sucedida versão em longa-metragem do curta Não Quero Voltar Sozinho, o filme tem um cativante trio de jovens protagonistas e é uma delicado e muito bem narrado conto sobre o primeiro amor. Semanas em cartaz: duas.

Vale lembrar também: Frozen – Uma Aventura CongelanteO Menino e o MundoTatuagemUma Aventura LegoRoboCopWalt nos Bastidores de Mary PoppinsEu, Mamãe e os MeninosUma Viagem ExtraordináriaEm Busca de IaraOs Filhos do PadrePraia do FuturoX-Men – Dias de um Futuro EsquecidoO Mercado de NotíciasSerá que?Magia ao LuarTim MaiaJogos Vorazes – A Esperança: Parte 1.

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MAIS RETROPECTIVA 2014:

Estrelas-04 juntas-site

Famosos ‘quem?’

A Marvel já aposta em seu lado B no cinema - e se dá bem

A Marvel já aposta em seu lado B no cinema – e se dá bem

No começo de Guardiões da Galáxia (Guardians of the Galaxy, Estados Unidos, 2014; em cartaz em JP, CG e Patos), um personagem é preso é se apresenta com um dos codinomes mais pomposos do universo: “Starlord”. Mas a resposta é “Quem?” e, consciente ou não, isso dá o parâmetro de como essa nova produção com personagens da Marvel foi recebida pelos não iniciados na HQ, enquanto o filme ia sendo divulgado.

Também é uma demonstração, de saída, de que o filme vai combater isso com muito bom humor. E funciona: ninguém precisa saber nem de longe quem são Peter Quill (ou o tal Starlord, vivido por Chris Pratt), Gamora (Zoe Saldana), Drax, o Destruidor (Dave Bautista), Rocket (um guaxinim com voz de Bradley Cooper) e Groot (uma árvore ambulante com voz de Vin Diesel – cuja única fala é “I am Groot” repetidas vezes) para se interessar pelos personagens depois de apresentados e de firmada a relação entre eles.

Certamente, uma sacada que ajuda a aproximar o espectador é a abdução de Quill ainda criança nos anos 1980, mantendo as referências de seu tempo muito vivas com ele 20 anos depois, no espaço. Em vez das sinfonias de John Williams dando o suporte épico para viagens espaciais, a trilha desfila sucessos antigões com o pretexto de estarem na fita k7 que Quill leva consigo: de “Hooked on a feeling”, com Blue Swede, a “I want you back”, com o Jackson 5, canção esta que não deixa de apostar no desejo do público por uma continuação (que os créditos já fazem questão de anunciar). Assim, quando um local estranho e soturno é desbravado por Quill nos créditos de abertura, ele dançar ao som de “Come on and get your love”, do Redbone, deixa a plateia em casa, mesmo que a história seja nos confins do espaço.

O descompromisso com muita profundidade dramática e a determinação de não se levar a sério acabam ajudando bastante. Depois da ótima abertura, o filme patina um pouco até engrenar de novo, mas boas piadas conseguem sempre manter o nível. No fim, quando o mesmo personagem do começo (Djimon Hounsou que, como Glenn Close, não tem nada a fazer em termos de atuação aqui) reencontra Quill e o chama de Starlord, é sinal de que nós espectadores também já devemos saber também quem ele é.

Guardiões da Galáxia. (Guardians of the Galaxy). EUA, 2014. Direção: James Gunn. Elenco: Chris Pratt, Zoe Saldana, Dave Bautista, Djimon Hounsou, John C. Reilly, Glenn Close, Beniicio del Toro. Vozes: Bradley Cooper, Vin Diesel.

* Versão estendida de crítica publicada em julho no Correio da Paraíba.

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O lenga-lenga é o inimigo

Andrew Garfield e Emma Stone: a relação entre Peter e Gwen ainda segura o filme

Andrew Garfield e Emma Stone: a relação entre Peter e Gwen ainda segura o filme

Uma boa história de super-heróis começa com um bom vilão? Se começar, está aí um dos principais motivos para O Espetacular Homem-Aranha 2 – A Ameaça de Electro (The Amazing Spider-Man 2, EUA, 2014) ter ficado tão aquém do poderia ter sido. São três vilões neste filme e nenhum chega a empolgar: Electro, o principal, chega a ser constrangedor.

Não é culpa de seu intérprete, Jamie Foxx, mas de uma construção de personagem digna dos Batmans dirigidos por Joel Schumacher. Max Dillon é um cientista retraído ao nível que quase pedir desculpas por existir. Quando o Homem-Aranha o salva um dia, fica obcecado. Aí um acidente dá a ele poderes elétricos, ele vira o Electro e…

Além dele, Paul Giamatti deve ter se divertido como Rino, mas o personagem não diz a que veio – está lá só para ser um criminoso genérico e estereotipado. E o Harry Osborn/ Duende Verde de Dane DaHaan tem o momento mais impactante do filme, mas só esse. Mesmo que se saiba que o personagem voltará no terceiro filme, para este ele foi subutilizado: não há um bom desenvolvimento para chegarmos à tal cena impactante (e esperada por quem conhece bem a história do Aranha nos quadrinhos). Isso, sem falar na mediocridade que foi reservada a Norman Osborn – que, com ou sem fantasia, tradicionalmente é o maior inimigo do Aranha.

O ponto forte do filme acaba emergindo da relação de Peter Parker (Andrew Garfield) e Gwen Stacy (Emma Stone). Os dois conseguem ser um ponto positivo até mesmo com o fragilíssimo dilema estabelecido no final do primeiro filme – o de que Peter fez a promessa ao moribundo pai de Gwen de se afastar da namorada para protegê-la. Não convence em momento algum a crise interna do personagem sobre manter ou não o relacionamento com a garota, o que só atrapalha a boa química entre Garfield e Emma, que é o que ainda sustenta o filme.

Também é boa a participação de Sally Field como a Tia May, embora o lenga-lenga a respeito dos pais de Peter continue levando muito mais tempo do que merecia (nenhum). Com o final desse assunto no filme, espera-se que o terceiro da série esteja de uma vez por todas livre dessa ideia que só foi usada para tentar diferenciar um pouco mais esta série da dirigida por Sam Raimi e se provou bem supérflua.

É também verdade que o herói gozador enervando os criminosos foi um fator que a trilogia de Raimi ficou devendo e, nesta nova série, é resgatado (e neste filme, particularmente, é melhor usado que no primeiro). Mas O Espetacular 2 ainda fica medindo ombros com a série anterior, mudando elementos para que não se torne uma refilmagem do que já foi feito e, nessas mudanças, sempre sai perdendo.

O Espectacular Homem-Aranha 2 – A Ameaça de Electro. (The Amazing Spider-Man 2). Estados Unidos, 2014. Direção: Marc Webb. Elenco: Andrew Garfield, Emma Stone, Jamie Foxx, Dane DeHaan, Sally Field, Paul Giamatti, Felicity Jones, Embeth Davidtz, Campbell Scott.

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Para não ser uma peça de museu

Capitão América (Evans) e a Vipuva Negra (Scarlett): o herói tenta compreender o mundo atual sem perder seus valores

Capitão América (Evans) e a Viúva Negra (Scarlett): o herói tenta compreender o mundo atual sem perder seus valores

O primeiro Capitão América da Marvel Studios, em 2011, usou muito bem a ambientação anos 1940 da história da origem do personagem. Com o diretor Joe Johnston, evocou o sabor de aventuras antigas com um ótimo resultado final. O desfecho, porém, já era no século XXI, em ligação com Os Vingadores – The Avengers (2012). O segundo, Capitão América 2 – O Soldado Invernal (Captain America – The Winter Soldier, EUA, 2014), conseguiu a proeza de adaptar muito bem o herói para uma aventura na atualidade.

O filme começa situando Steve Rogers (Chris Evans), em Washington, e não por acaso, já que é a sede do governo americano. É uma bonita e significativa sequência em que ele dá uma corrida em torno do espelho d’água que liga o Monumento a Washington ao Memorial de Lincoln e faz amizade com o ex-aviador Sam Wilson (Anthony Mackie). Rogers, é bom lembrar, não tem identidade secreta: Wilson reconhece logo que se trata do Capitão América (e é uma ótima representação do herói Falcão, parceiro de longa data do Capitão nas HQs e um dos poucos heróis negros de destaque nos quadrinhos).

A rotina é logo interrompida por uma beldade em um carrão: a Viúva Negra (Scarlett Johansson), que o busca para mais uma missão a serviço da organização SHIELD, bastante secreta até para quem trabalha para ela. Até aí, o filme também já tratou de situar Rogers como um homem ainda precisando se adaptar a um tempo que não é o seu. Por enquanto, no que diz respeito a referências culturais (ele precisa anotar sobre Guerra nas Estrelas e Marvin Gaye em um caderninho) e maneira de lidar com as mulheres (tema de conversa com a colega agente).

Mais tarde, essa inadequação vai se fazer mais presente, e de maneira mais geral, na contraposição entre um herói “antiquado” que vê (ou se esforça para continuar vendo) as coisas em termos claros de certo e errado (como na II Guerra, onde o “errado”, pelo menos, era fácil de reconhecer) e um mundo que insiste em dizer a ele que já não é bem assim, com certo e errado se embaralhando.

Isso é temperado pelo surgimento do Soldado Invernal (Sebastian Stan), um assassino supereficiente que está disposto a macular para valer a agência. Muita coisa nessa história vai remeter ao passado do Capitão, passado emblematizado numa bonita sequência de uma exposição sobre sua história no museu (sequência que também serve bem para contextualizar a história toda para quem está chegando agora).

O filme dos irmãos Anthony e Joe Russo mostra exatamente o herói tentando não se tornar uma peça de museu, mas ainda mantendo seus valores e ideais (caminho pelo qual O Homem de Aço deveria ter seguido e não o fez). O Capitão América é um sujeito simples e direto em um mundo complexo e ambíguo, mas em nenhum momento pensa em se deixar dobrar.

Os irmãos diretores, incrível, não comandavam um filme desde 2006 – a comédia ruim Dois É Bom, Três É Demais. Desde então, se dedicaram à TV, principalmente à série Community, para a qual dirigiram 21 episódios. Em Capitão América 2, eles abandonaram o clima de seriado dos anos 1940, que Joe Johnston imprimiu em O Primeiro Vingador, e optaram por aproximar o filme dos thrillers políticos dos anos 1970, o que funcionou muito bem.

Talvez não seja por acaso a presença de Robert Redford, portanto, que dá peso extra a um filme de super-heróis e que ajuda na construção da nova atmosfera. Embora, claro, com o molho dos filmes de ação bem século XXI. O filme vai dosando esses momentos com o Capitão superando seguidos desafios até a reta final. Aí, há muito movimento e barulho, como esperado, mas, felizmente, nada que ofusque a história.

E a ação se dirige a um ponto em que, em boa medida, não se sabe mais quem é aliado ou inimigo, e rumos importantes do universo Marvel nos cinemas são sensivelmente alterados (atenção para a cena pós-créditos, primeira menção a um certo tipo importante de personagem que ainda não havia aparecido nos filmes do Marvel Studios). Em um ponto onde os filmes de super-heróis poderiam estar saturados, Capitão América 2 – O Soldado Invernal mostra que dá para misturar o “à moda antiga” e a “modernidade”.

Capitão América 2 – O Soldado InvernalCapitain America – The Winter Soldier. Estados Unidos, 2014. Direção: Anthony Russo, Joe Russo. Elenco: Chris Evans, Scarlett Johansson, Samuel L. Jackson, Robert Redford, Sebastian Stan, Anthonie Mackie, Cobie Smulders, Emily VanCamp, Hayley Atwell, Toby Jones, Stan Lee. Voz: Gary Sinise.

Lista elaborada a partir dos filmes exibidos comercialmente nos cinemas de JP em 2010.

Amanda Seyfried em “O Preço da Traição”

Amanda Seyfried em “Cartas para Julieta”

1 – AMANDA SEYFRIED, por O Preço da Traição e por Cartas para Julieta

Anteriormente em Musas/ Cinema em JP: 17ª em 2008, por Mamma Mia! – O Filme; 9ª em 2009, por Garota Infernal.

Muito mais do que pelo água com açucar Cartas para Julieta, é por O Preço da Traição que Amanda Seyfried está no topo da lista de musas de 2010. Ela vinha em ascenção, de maiô em Mamma Mia! ou no beijaço com Megan Fox em Garota Infernal. Ela vai muito além em O Preço da Traição: para uma atriz que tinha cara de namoradinha da América, há generosa nudez e uma cena erótica antológica com uma das preferidas de todos os tempos neste blog, Julianne Moore (não por acaso, também no pódio deste ano – e pela primeira vez na lista nesta categoria Cinema em JP, que contabiliza musas desde 2005). Outras favoritas estão por aí: Pe, Scarlett, Emily Blunt, Natalie, Maria Flor. Rebecca Hall, Tina Fey e Mariana Ximenes são sempre bem-vindas. E uma novidade muito promissora: a inglesa Gemma Arterton, a melhor coisa de dois filmes bem fraquinhos.

Penélope Cruz em “Abraços Partidos”

2 – PENÉLOPE CRUZ, por Abraços Partidos

Anteriormente em Musas/ cinema em JP: 3ª em 2006, por Volver; 5ª em 2008, por Vicky Cristina Barcelona; 4ª em 2009, por FatalPosteriormente em Musas/ cinema em JP14ª em 2012, por Para Roma, com Amor.

Amanda Seyfried e Julianne Moore em “O Preço da Traição”

Julianne Moore em “Direito de Amar”

3 – JULIANNE MOORE, por O Preço da Traição e por Direito de Amar

Posteriormente em Musas/ cinema em JP4ª em 2011, por Minhas Mães e Meu Pai e por Amor à Toda Prova; 4ª em 2015, por Mapas para as Estrelas e por Para Sempre Alice.

Gemma Arterton em “Fúria de Titãs”

Gemma Arterton em "Príncipe da Pérsia - As Areias do Tempo"

Gemma Arterton em “Príncipe da Pérsia – As Areias do Tempo”

4 – GEMMA ARTERTON, por Fúria de Titãs e por Príncipe da Pérsia – As Areias do Tempo

Marion Cotillard em “A Origem”

5 – MARION COTILLARD, por A Origem

Anteriormente em Musas/ cinema em JP: 12ª em 2007, por Um Bom Ano; 6ª em 2009, por Inimigos PúblicosPosteriormente em Musas/ cinema em JP: 18ª em 2011, por Meia-Noite em Paris e por Contágio; 11ª em 2012, por Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge.

Emma Stone em “Zumbilândia”

6 – EMMA STONE, por Zumbilândia

Posteriormente em Musas/ cinema em JP: 3ª em 2013, por Caça aos Gangsters; 11ª em 2014, por Magia ao Luar e por O Espetacular Homem-Aranha 2 – A Ameaça de Electro.

Léa Seydoux em “A Bela Junie”

7 – LÉA SEYDOUX, por A Bela Junie

Posteriormente em Musas/ cinema em JP: 19ª em 2013, por Adeus, Minha Rainha; 4ª em 2014, por Azul É a Cor Mais Quente; 1ª em 2015, por 007 contra Spectre.

Scarlett Johansson em “Homem de Ferro 2”

8 – SCARLETT JOHANSSON, por Homem de Ferro 2

Anteriormente em Musas/ cinema em JP: 1ª em 2006, por Ponto Final – Match Point, por O Grande Truque e por Dália Negra; 2ª em 2007, por Scoop – O Grande Furo; 7ª em 2008, por Vicky Cristina BarcelonaPosteriormente em Musas/ cinema em JP1ª em 2012, por Os Vingadores – The Avengers; 12ª em 2013, por Hitchcock e por Como Não Perder Essa Mulher; 7ª em 2014, por Capitão América 2 – O Soldado Invernal e por Lucy; 15ª em 2015, por Vingadores – Era de Ultron.

Emily Blunt em “O Lobisomem”

9 – EMILY BLUNT, por O Lobisomem

Anteriormente em Musas/ cinema em JP: 16ª em 2006, por O Diabo Veste Prada; 12ª em 2008, por Jogos do Poder.

Natalie Portman em “Entre Irmãos”

10 – NATALIE PORTMAN, por Entre Irmãos

Anteriormente em Musas/ cinema em JP: 5ª em 2005, por Closer – Perto Demais; 14ª em 2008, por Um Beijo Roubado e por A Outra. Posteriormente em Musas/ cinema em JP:1ª em 2011, por Cisne Negro, Sexo sem Compromisso e Thor.

Tina Fey em "Uma Noite Fora de Série"

Tina Fey em “Uma Noite Fora de Série”

11 – TINA FEY, por Uma Noite Fora de Série

Charlize Theron em “A Estrada”

12 – CHARLIZE THERON, por A Estrada

Posteriormente em Musas/ cinema em JP: 17ª em 2012, por Jovens Adultos, por Branca de Neve e o Caçador e por Prometheus; 9ª em 2015, por Mad Max – Estrada da Fúria.

Maria Flor em “O Bem Amado”

Maria Flor em “A Suprema Felicidade”

13 – MARIA FLOR, por O Bem Amado e por A Suprema Felicidade

Anteriormente em Musas/ cinema em JP: 19ª em 2007, por Podecrer!; 18ª em 2008, por Chega de Saudade.

Rebecca Hall em “Atração Perigosa”

14 – REBECCA HALL, por Atração Perigosa

Anteriormente em Musas/ cinema em JP: 9ª em 2008, por Vicky Cristina Barcelona.

Olivia Wilde em “Tron – O Legado”

15 – OLIVIA WILDE, por Tron – O Legado

Posteriormente em Musas/ cinema em JP: 7ª em 2013, por Rush – No Limite da Emoção.

Mariana Ximenes em “Quincas Berro d’Água”

16 – MARIANA XIMENES, por Quincas Berro d’Água

Anteriormente em Musas/ cinema em JP: 15ª em 2006, por A Máquina e por Muito Gelo e Dois Dedos d’ÁguaPosteriormente em Musas/ cinema em JP: 12ª em 2012, por Os Penetras.

Vera Farmiga em “Amor sem Escalas”

17 – VERA FARMIGA, por Amor sem Escalas

Evan Rachel Wood em “Tudo Pode Dar Certo”

18 – EVAN RACHEL WOOD, por Tudo Pode Dar Certo

Ellen Page em "A Origem"

Ellen Page em “A Origem”

19 – ELLEN PAGE, por A Origem

Anteriormente em Musas/ cinema em JP: 10ª em 2008, por Juno.

Emma Watson em “Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 1”

20 – EMMA WATSON, por Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 1

Anteriormente em Musas/ cinema em JP: 14ª em 2007, por Harry Potter e a Ordem da Fênix; 19ª em 2009, por Harry Potter e o Enigma do PríncipePosteriormente em Musas/ cinema em JP13ª em 2011, por Harry Potter e as Reliquias da Morte – Parte 2; 4ª em 2013, por As Vantagens de Ser Invisível e por É o Fim; 12ª em 2014, por Noé.

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Mais retrospectiva 2010:

Os melhores filmes do ano
O cinema da década
Os títulos mais esdrúxulos de 2010
50 filmes que não foram exibidos em 2010

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