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190. ‘VOCÊ JÁ FOI À BAHIA? (HAVE YOU EVER BEEN TO BAÍA?)’, de Você Já Foi à Bahia? (1945)
Com José Oliveira e Clarence Nash. Direção: Norman Ferguson. Canção de Dorival Caymmi.

Zé Carioca e um convite irresistível ao Pato Donald para conhecer a Bahia (cantando Caymmi). Animação simples, mas eficaz, muito charme e carisma.

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189. ‘MAMMA MIA’, de Mamma Mia — O Filme (2008)
Com Meryl Streep. Direção: Phyllida Lloyd. Canção de Benny Andersson, Björn Ulvaeus & Stig Anderson.

Muita entrega de Meryl Streep, em um filme irregular, mas que é muito divertido em seus melhores momentos. E a canção-título é o melhor deles.

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188. ‘AND ALL THAT JAZZ’, de Chicago (2002)
Com Catherine Zeta-Jones e Renée Zellweger. Direção: Rob Marshall. Canção de John Kander e Fred Ebb.

A abertura firme e movimentada que condensa Velma Kelly brilhando após ter matado a irmã, Roxie Hart num breve delírio querendo o lugar dela, sexo e mais assassinato.

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187. ‘HAVE YOURSELF A MERRY LITTLE CHRISTMAS’, de Agora Seremos Felizes (1944)
Com Judy Garland. Direção: Vincente Minnelli. Canção de Hugh Martin e Ralph Blane.

Um momento agridoce em que uma canção de Natal embala a tristeza pela iminência de deixar uma vida feliz inteira para trás.

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186. ‘IN THE MIDNIGHT HOUR’, de The Commitments (1991)
Com Andrew Strong, Angeline Ball, Maria Doyle Kennedy e Bronagh Gallagher. Direção: Alan Parker. Canção de Wilson Pickett e Steve Cropper.

Os Commitments chegam a seu auge, ao controle completo do palco. Adoro a viradinha das garotas bem quando a cena volta da conversa na escada para a banda no palco: tempero de direção e montagem.

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185. ‘YOU WONDERFUL YOU’, de Casa, Comida e Carinho (1950)
Com Gene Kelly. Direção: Charles Walters. Canção de Harry Warren, Jack Brooks e Saul Chaplin.

Momento solo de Gene Kelly no filme, em uma daquelas invenções: dançando sobre um jornal.

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184. ‘THAT THING YOU DO!’, de The Wonders — O Sonho Não Acabou (1989)
Com Tom Everett Scott, Johnathon Schaech, Steve Zahn, Ethan Embry. Direção: Tom Hanks. Canção de Adam Schlesinger.

Os “Oneders” apresentam uma balada xaroposa que o atrevido baterista transforma de improviso em rock. Das onze vezes em que a música é ouvida no filme, segundo o IMDb, este é meu momento preferido (outro, é a cena em que ela é tocada no rádio).

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183. ‘HOW SILLY CAN YOU GET/ SPEND THIS NIGHT WITH ME’, de Top Secret! — Superconfidencial (1984)
Com Val Kilmer. Direção: Jerry Zucker, Jim Abrahams, David Zucker. Canções de Phil Pickett; Mike Moran, Jim Abrahams, David Zucker e Jerry Zucker.

Em um dos grandes filmes paródicos de todos os tempos, o astro Nick Rivers mostra perícia no rock e no romance. Mas o que acontece no palco não se vê em todo show.

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182. ‘OUT TONIGHT’, de Rent — Os Boêmios (2005)
Com Rosario Dawson. Direção: Chris Columbus. Canção de Jonathan Larson.

Rosario Dawson engole a tela nessa interpretação poderosa: um hino à noite que parte do trabalho como dançarina erótica, uma passadinha por casa e termina no encontro com o namorado.

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181. ‘ANYTHING GOES’, de Indiana Jones e o Templo da Perdição (1984)
Com Kate Capshaw. Direção: Steven Spielberg. Canção de Cole Porter.

Indiana Jones é sobre cinema. E, se passando nos anos 1930, não deveria ser supresa que um dos filmes comece com um número musical a la Busby Berkeley, com uma das grandes músicas da época (e de todos os tempos). Detalhe: como estamos na China, ela é cantada em mandarim.

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The Post

Meryl Streep e Tom Hanks: entre o furo e a prisão

THE POST – A GUERRA SECRETA
Estrelas-03 e meia juntas-site

A urgência do deadline

Para usar um termo da moda, The Post – A Guerra Secreta (2017) é uma espécie de prequel de Todos os Homens do Presidente (1976): uma continuação cuja história se passa antes do original. Enquanto o filme de Alan J. Pakula tratava da investigação do Washington Post que resultou no escândalo Watergate e na renúncia de Nixon, o filme de Spielberg em cartaz mostra o mesmo jornal às voltas com o mesmo presidente e o vazamento de documentos que mostravam que o governo americano vinha mentindo sobre o Vietnã, mesmo muitos anos antes da guerra.

Claro que Todos os Homens do Presidente já possui uma aura com a qual é muito difícil concorrer, mas The Post tomou a opção de assumir explicitamente a influência e buscar um espelho narrativo e visual – a ponto de seu último plano ser igual ao primeiro do filme de Pakula. Uma “emenda retroativa” maior até que a de Rogue One (2016)/ Guerra nas Estrelas (1977).

O filme é centrado principalmente em seus dois personagens centrais: Katharine Graham, dona do Washington Post, e Ben Bradlee, editor. Ele é vivido em Todos os Homens do Presidente por Jason Robards, mas ela não aparece no filme de Pakula. The Post busca, de certa forma, fazer justiça a Graham. Até por isso, no filme de Spielberg, Bradlee é movido pela competição e pela adrenalina da notícia – um retrato tradicional do jornalista de redações de filmes – enquanto a jornada dela é mais complexa.

Katharine é retratada como uma dondoca que herdou do pai e do marido um jornal com o qual não tem muita familiaridade e que se sente mais à vontade circulando na alta roda entre ricaços e políticos. Nos negócios, não é levada muito a sério por seus pares. Sucedendo o pai e o marido, sua presença nas mesas de reuniões parece uma anomalia. Seu personagem cresce à medida que precisa lidar com a bomba que o jornal pode detonar e precisa tomar decisões a respeito, com potencial claro de atingir, inclusive, alguns de seus amigos poderosos.

A questão central é que o New York Times teve acesso aos tais documentos comprometedores, mostrando que sucessivos governos americanos vinham mentindo sobre o Vietnã. Mas o governo entrou na Justiça e o Times teve que parar de publicar o material. O Post, que tomou o furo, correu atrás e conseguiu acesso aos mesmos documentos. Então uma decisão foi posta sobre a mesa: publicar, mesmo sabendo que isso poderia resultar na mesma censura e, talvez, em prisão?

Na primeira metade do filme, o emaranhado de nomes pode ser um pouco confuso para quem não está familiarizado com a história da politica e imprensa americanas. Spielberg também opta muitas vezes por distribuir a informação aos poucos.

Por exemplo, Katharine tem um encontro para o almoço. A conversa se desenrola e boa parte do público (possivelmente a maior parte) provavelmente não saberá de cara com quem ela afinal está almoçando. Mas, no meio da cena, a plateia descobre que trata-se do editor do concorrente, o New York Times. É de se esperar que o diretor esteja contando com certa desorientação da plateia, antes de dar os dados para que ela volte ao prumo.

Spielberg, porém, não deixa de derrapar na falta de sutileza. Katharine precisa verbalizar com todas as letras as condições de uma mulher no mercado de trabalho nos anos 1960. Mais à frente, ela é ignorada pela imprensa após uma batalha nos tribunais, os repórteres preferem as declarações dos homens. Mas ela desce as escadas lá fora sob o olhar de admiração e reverência de outras mulheres enfileiradas.

Mas o diretor também exibe sua habitual destreza com a câmera, mesmo buscando se manter preso à estética sóbria herdada de Todos os Homens do Presidente. Spielberg toma bom partido do cenário da redação e flui a câmera em planos-sequência de maneira tão natural que o público pode não perceber, uma marca sua. E cria um ritmo empolgante à medida em que o deadline se aproxima.

Ele já declarou que se trata de um filme de urgência: ele se apropria dessa história dos anos 1960 para fazer comentários sobre hoje, com respeito à liberdade de imprensa, mentiras governamentais e afirmação do lugar da mulher na sociedade. Curioso como, nesse sentido, Todos os Homens do Presidente era um filme que falava, também com urgência, sobre a própria época em que foi feito: Nixon havia renunciado apenas dois anos antes do lançamento da produção, como resultado da investigação que a história contava. Em comum, ambos os filmes precisaram ser feitos logo, como se tivessem que cumprir, cada um, o seu deadline.

The Post – A Guerra Secreta. The Post. Reino Unido/ EUA, 2017. Direção: Steven Spielberg. Elenco: Maryl Streep, Tom Hanks, Sarah Paulson, Bob Odenkirk. No cinema.

* Versão estendida da crítica publicada no Correio da Paraíba de 31/03/2018

The Post

DIÁRIO DE FILMES 2018: 10 – THE POST – A GUERRA SECRETA
Sem borda - 04 estrelas

Spielberg já declarou que este é “um filme de urgência” para ele. Aproveitou a história sobre liberdade de imprensa e mentiras governamentais sobre a Guerra do Vietnã para falar de hoje. Para tanto, aproveitou também a relação direta com Todos os Homens do Presidente (1976) para se inspirar no filme de Pakula, funcionando como um prelúdio, a ponto do final emendar com o começo do outro, que era sobre o Watergate. Resulta num clássico “drama de redação”,  com algumas observações das relações pouco institucionais da imprensa com o poder e da afirmação da mulher no mercado de trabalho. O começo é meio embaralhado para quem não conhece todos aqueles nomes e Tom Hanks está mais careteiro que o normal, mas o filme cresce bem na metade final.

The Post – A Guerra Secreta. The Post. Reino Unido/ EUA, 2017. Direção: Steven Spielberg. Elenco: Maryl Streep, Tom Hanks, Sarah Paulson, Bob Odenkirk. No cinema.

por Renato Félix

FILME:

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E.T., o Extraterrestre, de Steven Spielberg

As outras indicações: Blade Runner – O Caçador de Andróides, de Ridley Scott; Fanny & Alexander, de Ingmar Bergman; Tootsie, de Sydney Pollack; Victor ou Victoria, de Blake Edwards

Quem ganhou, na verdade: Gandhi, de Richard Attenborough

DIREÇÃO:

Fanny e Alexander-07-filmagem

Ingmar Bergman (Fanny & Alexander)

As outras indicações: Ridley Scott (Blade Runner – O Caçador de Andróides); Steven Spielberg (E.T., o Extraterrestre); Sidney Pollack (Tootsie); Blake Edwards (Victor ou Victoria)

Quem ganhou, na verdade: Richard Attenborough (Gandhi)

ATOR:

Tootsie-04

Dustin Hoffman (Tootsie)

As outras indicações: Harrison Ford (Blade Runner – O Caçador de Andróides); Steve Martin (Cliente Morto Não Paga); Gerard Depardieu (Danton – O Processo da Revolução); Ben Kignsley (Gandhi)

Quem ganhou, na verdade: Bem Kingsley (Gandhi)

ATRIZ:

Escolha de Sofia-04

Meryl Streep (A Escolha de Sofia)

As outras indicações: Ewa Fröling (Fanny & Alexander); Jessica Lange (Frances); Jessica Lange (Tootsie); Julie Andrews (Victor ou Victoria)

Quem ganhou, na verdade: Meryl Streeo (A Escolha de Sofia)

ATOR COADJUVANTE:

Blade Runner-05

Rutger Hauer (Blade Runner – O Caçador de Andróides)

As outras indicações: Kevin Kline (A Escolha de Sofia); Sean Penn (Picardias Estudantis); Charles Durning (Tootsie); Robert Preston (Victor ou Victoria)

Quem ganhou, na verdade: Louis Gosset Jr. (A Força do Destino)

ATRIZ COADJUVANTE:

Tootsie-15

Teri Garr (Tootsie)

As outras indicações: Lesley Ann Warren (Victor ou Victoria); Daryl Hannah (Blade Runner – O Caçador de Andróides); Dee Wallace (E.T., o Extraterrestre); Glenn Close (O Mundo Segundo Garp)

Quem ganhou, na verdade: Jessica Lange (Tootsie)

 

CRÉDITOS DE ABERTURA:

Victor ou Victoria

As outras indicações: Conan, o Bárbaro; O Fundo do Coração; O Mundo Segundo Garp; Tootsie

FILME BRASILEIRO DO ANO:

Pra Frente Brasil

Pra Frente, Brasil, de Roberto Farias

A tricampeã do Oscar Meryl Streep estrela Ricki and the Flash – De Volta para Casa, dos também oscarizados diretor Jonathan Demme (de O Silêncio dos Inocentes, 1991) e roteirista Diablo Cody (de Juno, 2007). Ela é uma veterana roqueira que volta para casa para ajudar como pode numa crise familiar. Al Pacino estrelou um dia desses um filme de premissa semelhante, mas enfim. No elenco, também estão Kevin Kline (outro oscarizado, coadjuvante por Um Peixe Chamado Wanda, 1988) e Mamie Gummer, filha real de Meryl, fazendo sua filha em crise na ficção.

A coisa com a que mais discordo no Globo de Ouro é essa separação entre “drama” e “musical ou comédia”. A separação em “drama” e “comédia” por si só pode ter o pretexto de dar mais visibilidade à comédia, sempre preterida pelo drama nessa premiações (por exemplo, sabe qual foi a última comédia a ganhar o Oscar de melhor filme? E o melhor ator em uma comédia? E a melhor atriz? Pensa aí).

Porém, o que essa separação realmente faz é criar um gueto para a comédia. Repare como o “grande vencedor” do Globo é sempre o que ganha na categoria “drama”. A comédia fica sendo como uma segunda divisão, menos importante.

Pior é colocar “musical ou comédia”. Por que os musicais deveriam concorrer com as comédias? Se há uma sepração entre “drama” e “comédia”, por que Os Miseráveis, um musical dramático, deve disputar um prêmio de melhor filme com Moonrise Kingdom, uma comédia? O resultado: Os Miseráveis ganhou, fazendo com que dois dramas (e nenhuma comédia) tenham sido premiados como melhor filme no Globo de Ouro do ano passado.

O que mostra, de novo, que a comédia é desprezada.

Isto posto, vamos conhecer os cinco indicados a melhor filme/ musical ou comédia no Globo de Ouro 2015 (lista completa no IMDb):

Globo de Ouro - filme comédia

FILME/ MUSICAL OU COMÉDIA: Birdman; O Grande Hotel Budapeste; Um Santo Vizinho; Caminhos da Floresta; Pride.

Birdman, do espanhol Alejandro González-Iñarritú, tem Michael Keaton como um ator famoso por interpretar um super-herói e desistiu de voltar para um quarto filme para se reinventar dirigindo uma peça na Broadway. O filme gira em torno da acidentada noite de estreia, onde ele deve lidar com seu passado, sua filha, um ator difícil, um crítico do New York Times. O filme tira proveito da metalinguagem, afinal todo mundo lembra que Michael Keaton foi o Batman nos dois filmes de Tim Burton em 1989 e 1992 e sua carreira não demorou a desandar depois disso. Indicado também a melhor direção, ator/ musical ou comédia (Keaton), ator coadjuvante (Edward Norton), atriz coadjuvante (Emma Watson), roteiro (Iñarrituú, Nicolás Giacobone, Alexander Dinelaris e Armando Bo) e trilha sonora original (Antonio Sanchez). Estreia no Brasil: 22 de janeiro.

O Grande Hotel Budapeste é a nova joia de Wes Anderson. O filme se passa numa Europa imaginária, em um hotel no entre-guerras, onde o conciérge (Ralph Fiennes) e seu novo boy (Tony Revolori) se veem às voltas com uma pintura renascentista roubada e a fortuna de uma família em jogo. Tem todas as qualidades dos melhores filmes de Anderson: seus planos muito particulares e simetricamente rigorosos, aquela mistura de comédia maluca e atmosfera de contos-de-fadas e um elenco impressionante (Willem Dafoe, Saoirse Ronan, Harvey Keitel, Edward Norton, Jude Lawm Bill Murray, Tilda Swinton, Léa Seydoux…). Indicado também a direção, ator/ musical ou comédia (Fiennes) e roteiro (Anderson). Estreou no Brasil em julho, mas vergonhosamente para os exibidores locais não entrou em cartaz em João Pessoa.

Um Santo Vizinho é a estreia na direção de longas de Theorore Melfi, com Bill Murray no papel principal. Fala da amizade de um garoto de 12 anos cujos pais acabaram de se separar com o vizinho do lado: um misantropo e hedonista veterano da Guerra do Vietnã. O elenco ainda tem Melissa McCarthy, Naomi Watts e Rafinha Bastos. Ok, não é o Rafinha Bastos, mas o padre-professor do trailer parece muito com ele! Indicado também a ator/ musical ou comédia. Estreia no Brasil prevista só para 5 de fevereiro.

Caminhos da Floresta é de Rob Marshall (de Chicago, 2003), baseado no musical de Stephen Sondheim, que estreou na Broadway em 1987. Um padeiro e sua esposa, sem filhos e amaldiçoados por uma bruxa, precisam procurar ítens mágicos dos contos-de-fadas. E aí encontram Cinderela, Chapeuzinho Vermelho, Rapunzel, João (do pé de feijão) e outros dos irmãos Grimm. Meryl Streep é a bruxa, Emily Blunt é a esposa do padeiro, Anna Kendrick é Cinderela, Johnny Depp é o Lobo Mau.  Indicado também a atriz/ musical ou comédia (Emily) e atriz coadjuvante (Meryl). Estreia no Brasil em 29 de janeiro.

Pride, de Matthew Warchus. A história de um grupo de ativistas gays que apoiam os mineiros na greve em que enfrentaram o governo de Margaret Thatcher na Inglaterra de 1984 – com os mineiros ficando bem relutantes em receber tal apoio. Bill Nighy e Imelda Staunton estão no elenco. Ainda sem estreia prevista no Brasil.

Diane Keaton em "Noivo Neurótico, Noiva Nervosa"

Diane Keaton em “Noivo Neurótico, Noiva Nervosa”

Diane Keaton em "À Procura de Mr. Goodbar"

Diane Keaton em “À Procura de Mr. Goodbar”

1 – DIANE KEATON, por Noivo Neurótico, Noiva Nervosa e por À Procura de Mr. Goodbar

Anteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1972, por Sonhos de um Sedutor e por O Poderoso Chefão; 4ª em 1973, por Dorminhoco; 3ª em 1974, por O Poderoso Chefão – Parte II; 1ª em 1975, por A Última Noite de Boris Gruschenko. Posteriormente em Musas retroativas: 10ª em 1979, por Manhattan; 19ª em 1981, por Reds.

Musa, musa mesmo foi Diane Keaton em Noivo Neurótico, Noiva Nervosa: Woody Allen até batizou o filme com o sobrenome real da atriz (Diane Hall virou Annie Hall). Com seu visual superparticular que ditou moda na época e bom humor, ela teve uma interpretação que conquistou a Academia e rendeu um Oscar. Mas deve ter ajudado a atuação dramática e ousada de À procura de Mr. Goodbar. Nas outras posições da lista, o domínio de estreantes (lembre-se que a lista corre de trás para a frente): nada menos que 15 musas nunca tinham aparecido nas listas. Apesar da ausência de brasileiras, há uma variedade grande de nacionalidades: americanas, uma italiana, duas inglesas, uma francesa e até uma atriz nascida nas Filipinas (Cristina Raines) e duas suecas (Agnetha e Anni-Frid, do grupo Abba, que estrelou um filme em 1977).

Laura Antonelli em “Esposamante”

2 – LAURA ANTONELLI, por Esposamante

Anteriormente em Musas retroativas: 9ª em 1973, por Malícia.

Barbara Bach em “007, o Espião que Me Amava”

3 – BARBARA BACH, por 007, o Espião que Me Amava

Agnetha Falkstog e Anni-Frid Lyngstad em “Abba – the Movie”

4 – AGNETHA FALKSTOG, por Abba – The Movie

Raquel Welch em “O Príncipe e o Mendigo”

5 – RAQUEL WELCH, por O Príncipe e o Mendigo

Anteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1966, por Um Milhão de Anos Antes de Cristo e por Viagem Fantástica; 13ª em 1967, por O Diabo É Meu Sócio; 7ª em 1973, por Os Três Mosqueteiros; 6ª em 1974, por A Vingança de Milady.

Carole Bouquet em “Esse Obscuro Objeto do Desejo”

6 – CAROLE BOUQUET, por Esse Obscuro objeto do Desejo

Posteriormente em Musas retroativas: 2ª em 1981, por 007 – Somente para Seus Olhos.

Jane Fonda em “Julia”

7 – JANE FONDA, por Julia

Anteriormente em Musas retroativas: 5ª em 1965, por Dívida de Sangue; 8ª em 1966, por Caçada Humana; 3ª em 1967, por Descalços no Parque; 1ª em 1968, por Barbarella; 5ª em 1969, por A Noite dos Desesperados; 4ª em 1971, por Klute – O Passado Condena; 19ª em 1972, por Tout Va Bien. Posteriormente em Musas retroativas: 2ª em 1978, por Amargo Regresso; 15ª em 1979, por Síndrome da China e por O Cavaleiro Elétrico; 13ª em 1981, por Num Lago Dourado e por Amantes & Finanças.

Teri Garr em “Alguém Lá em Cima Gosta de Mim”

Teri Garr em "Contatos Imediatos do Terceiro Grau"

Teri Garr em “Contatos Imediatos do Terceiro Grau”

8 – TERI GARR, por Alguém Lá em Cima Gosta de Mim e por Contatos Imediatos do Terceiro Grau

Anteriormente em Musas retroativas: 2ª em 1974, por O Jovem Frankenstein.

Anni-Frid Lyngstad em “Abba – The Movie”

9 – ANNI-FRID LYNGSTAD, por Abba – The Movie

Cristina Raines em “Os Duelistas”

10 – CRISTINA RAINES, por Os Duelistas

Angela Molina em “Esse Obscuro Objeto do Desejo”

11 – ANGELA MOLINA, por Esse Obscuro Objeto do Desejo

Leslie Browne em “Momento de Decisão”

12 – LESLIE BROWNE, por Momento de Decisão

Olivia Hussey em “Jesus de Nazaré”

13 – OLIVIA HUSSEY, por Jesus de Nazaré

Anteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1968, por Romeu & Julieta.

Karen Lynn Gorney em “Os Embalos de Sábado à Noite”

14 – KAREN LYNN GORNEY, por Os Embalos de Sábado à Noite

Melinda Dillon em “Contatos Imediatos do Terceiro Grau”

15 – MELINDA DILLON, por Contatos Imediatos do Terceiro Grau

Meryl Streep em “Julia”

16 – MERYL STREEP, por Julia

Posteriormente em Musas retroativas: 12ª em 1978, por O Franco-Atirador; 17ª em 1979, por Manhattan e por Kramer vs. Kramer; 10ª em 1982, por A Escolha de Sofia.

Sally Field em “Agarra-me se Puderes”

17 – SALLY FIELD, por Agarra-me Se Puderes

Sarah Douglas em “O Mundo que o Tempo Esqueceu”

18 – SARAH DOUGLAS, por O Mundo que o Tempo Esqueceu

Posteriormente em Musas retroativas20ª em 1978, por Superman – O Filme.

Carrie Fisher em “Guerra nas Estrelas”

19 – CARRIE FISHER, por Guerra nas Estrelas

Anteriormente em Musas retroativas: 12ª em 1975, por Shampoo. Posteriormente em Musas retroativas: 11ª em 1980, por O Império Contra-Ataca e por Os Irmãos Cara de Pau; 2ª em 1983, por O Retorno de Jedi.

Charlotte Rampling em “Orca, a Baleia Assassina”

20 – CHARLOTTE RAMPLING, por Orca, a Baleia Assassina

Anteriormente em Musas retroativas: 15ª em 1972, por Henrique VIII e Suas Seis Mulheres; 12ª em 1974, por O Porteiro da NoitePosteriormente em Musas retroativas: 20ª em 1980, por Memórias.

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Sônia Braga em "A Dama do Lotação"

Sônia Braga em “A Dama do Lotação”

1 – SÔNIA BRAGA, por A Dama do Lotação

Anteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1976, por Dona Flor e Seus Dois Maridos. Posteriormente em Musas retroativas: 6ª em 1981, por Eu Te Amo; 8ª em 1983, por Gabriela; 15ª em 1985, por O Beijo da Mulher-Aranha; 15ª em 1988, por Luar sobre Parador e por Rebelião em Milagro.

Quem poderia competir com a Sônia interpretando uma personagem de Nélson Rodrigues? Ela levou o primeiro lugar com louvor, encabeçando um ano com quatro brasileiras (salve as pornochanchadas existenciais!) – uma delas, a grande Sandra Bréa em terceiro; outra, uma americana de nascimento, mas – que diabo! – fez sua carreira toda no Brasil, Kate Lyra (afinal, “brasileiro é tão bonzinho”, não é mesmo?). Jane Fonda quase venceu – cheguei a colocá-la em primeiro e depois mudar de ideia. O ano ainda teve três futuras campeãs dando seus passinhos iniciais: Nancy Allen (primeira na lista de 1980), Nastassja Kinski (que venceu já em 1979) e Kim Basinger (que ganharia em 1986).

Jane Fonda em “Amargo Regresso”

2 – JANE FONDA, por Amargo Regresso

Anteriormente em Musas retroativas: 5ª em 1965, por Dívida de Sangue; 8ª em 1966, por Caçada Humana; 3ª em 1967, por Descalços no Parque; 1ª em 1968, por Barbarella; 5ª em 1969, por A Noite dos Desesperados; 4ª em 1971, por Klute – O Passado Condena; 19ª em 1972, por Tout Va Bien; 7ª em 1977, por Julia. Posteriormente em Musas retroativas: 15ª em 1979, por Síndrome da China e por O Cavaleiro Elétrico; 13ª em 1981, por Num Lago Dourado e por Amantes & Finanças.

Nancy Allen em “Febre de Juventude”

3 – NANCY ALLEN, por Febre da Juventude

Anteriormente em Musas retroativas: 10ª em 1976, por Carrie, a Estranha. Posteriormente em Musas retroativas: 2ª em 1980, por Vestida para Matar; 14ª em 1981, por Um Tiro na Noite.

Olivia Newton-John em "Grease - Nos Tempos da Brilhantina"

Olivia Newton-John em “Grease – Nos Tempos da Brilhantina”

4 – OLIVIA NEWTON-JOHN, por Grease – Nos Tempos da Brilhantina

Posteriormente em Musas retroativas: 5ª em 1980, por Xanadu.

Valerie Perrine em "Superman - O Filme"

Valerie Perrine em “Superman – O Filme”

5 – VALERIE PERRINE, por Superman – O Filme

Nastassja Kinski em “Tentação Proibida”

6 – NASTASSJA KINSKI, por Tentação Proibida

Posteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1979, por Tess; 1ª em 1982, por A Marca da Pantera e por O Fundo do Coração; 1ª em 1984, por Os Amantes de Maria, por Paris, Texas, por Hotel Muito Louco e por Infielmente Tua; 16ª em 1985, por Harém e por Revolução; 17ª em 1998, por Seus Amigos, Seus Vizinhos.

Margot Kidder em “Superman – O Filme”

7 – MARGOT KIDDER, por Superman – O Filme

Anteriormente em Musas retroativas: 11ª em 1973, por Irmãs Diabólicas. Posteriormente em Musas retroativas: 8ª em 1979, por Terror em Amityville; 7ª em 1980, por Superman II.

Susan Sarandon em “Menina Bonita”

8 – SUSAN SARANDON, por Menina Bonita

Anteriormente em Musas retroativas: 13ª em 1974, por A Primeira Página; 8ª em 1975, por Rocky Horror Show. Posteriormente em Musas retroativas: 9ª em 1980, por Atlantic City; 19ª em 1983, por Fome de Viver; 18ª em 1988, por Sorte no Amor; 12ª em 1990, por Loucos de Paixão; 9ª em 1991, por Thelma & Louise.

Susannah York em "Superman - O Filme"

Susannah York em “Superman – O Filme”

9 – SUSANNAH YORK, por Superman – O Filme

Anteriormente em Musas retroativas: 9ª em 1963, por As Aventuras de Tom Jones; 7ª em 1969, por A Noite dos Desesperados.

Sandra Bréa em "Amada Amante"

Sandra Bréa em “Amada Amante”

10 – SANDRA BRÉA, por Amada Amante

Posteriormente em Musas retroativas: 9ª em 1979, por O Prisioneiro do Sexo, por República dos Assassinos, por Os Imorais, por Sede de Amar – Capuzes Negros e por Sábado Alucinante; 19ª em 1980, por Herança dos Devassos e por Convite ao Prazer.

Goldie Hawn em “Golpe Sujo”

11 – GOLDIE HAWN, por Golpe Sujo

Anteriormente em Musas retroativas: 12ª em 1969, por Flor de Cacto; 7ª em 1974, por Louca Escapada; 3ª em 1975, por Shampoo; 7ª em 1976, por O Corujão e a Gatinha.

Meryl Streep em “O Franco-Atirador”

12 – MERYL STREEP, por O Franco-Atirador

Anteriormente em Musas retroativas: 16ª em 1977, por Julia. Posteriormente em Musas retroativas: 16ª em 1979, por Manhattan e por Kramer Vs. Kramer; 10ª em 1982, por A Escolha de Sofia.

Aldine Muller em "Ninfas Diabólicas"

Aldine Muller em “Ninfas Diabólicas”

Aldine Muller em "O Estripador de Mulheres"

Aldine Muller em “O Estripador de Mulheres”

Aldine Muller em "Os Galhos do Casamento"

Aldine Muller em “Os Galhos do Casamento”

13 – ALDINE MULLER, por Ninfas Diabólicas, por O Estripador de Mulheres e por Os Galhos do Casamento

Posteriormente em Musas retroativas: 6ª em 1979, por O Prisioneiro do Sexo, por Uma Cama para Sete Noivas, por Nos Tempos da Vaselina e por Os Imorais; 1ª em 1980, por A Força do Destino, por A Mulher que Inventou o Amor, por A Fêmea do Mar, por Convite ao Prazer e por Império do Desejo; 17ª em 1983, por Força Estranha; 16ª em 1984, por Elite Devassa.

Jamie Lee Curtis em “Halloween – A Noite do Terror”

14 – JAMIE LEE CURTIS, por Halloween – A Noite do Terror

Posteriormente em Musas retroativas: 10ª em 1988, por Um Peixe Chamado Wanda; 17ª em 1994, por True Lies.

Kazuko Yoshiyuki em "Império da Paixão"

Kazuko Yoshiyuki em “Império da Paixão”

15 – KAZUKO YOSHIYUKI, por Império da Paixão

Dyan Cannon em “A Vingança da Pantera Cor-de-Rosa”

16 – DYAN CANNON, por A Vingança da Pantera Cor-de-Rosa 

Anteriormente em Musas retroativas: 8ª em 1969, por Bob & Carol & Ted & Alice.

Marthe Keller em “Fedora”

17 – MARTHE KELLER, por Fedora

Kim Basinger em "Retrato de Modelo"

Kim Basinger em “Retrato de Modelo”

18 – KIM BASINGER, por Retrato de Modelo 

Posteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1986, por Semanas de Amor e por Sem Perdão; 4ª em 1989, por Batman e por Minha Noiva É uma Extraterrestre; 15ª em 1991, por Desejos e por Uma Loira em Minha Vida; 9ª em 1994, por A Fuga; 12ª, por Los Angeles, Cidade Proibida.

Karen Allen em “Clube dos Cafajestes”

19 – KAREN ALLEN, por Clube dos Cafajestes 

Posteriormente em Musas retroativas: 7ª em 1981, por Os Caçadores da Arca Perdida.

Sarah Douglas em "Superman - O Filme"

Sarah Douglas em “Superman – O Filme”

20 – SARAH DOUGLAS, por Superman – O Filme

Anteriormente em Musas retroativas18ª em 1977, por O Mundo que o Tempo Esqueceu.

Musas de 1977 <<
>> Musas de 1979

Nastassja Kinski em "Tess"

Nastassja Kinski em “Tess”

1 – NASTASSJA KINSKI, por Tess

Anteriormente em Musas retroativas: 6ª em 1978, por Tentação Proibida. Posteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1982, por A Marca da Pantera; 1ª em 1984, por Os Amantes de Maria, por Paris, Texas, por Hotel Muito Louco e por Infielmente Tua; 16ª em 1985, por Harém e por Revolução; 17ª em 1998, por Seus Amigos, Seus Vizinhos.

Alana levantou a bola nos comentários e o Boulevard, humilde que é, admitiu que o blog é humano e também erra. “Cadê Natassja Kinski em Tess?” Está aí, Alana, em seu devido primeiro lugar. Esquecida na primeira versão dessa lista, obrigou uma revisão onde sua sofrida personagem – que, mesmo assim, em nenhum momento deixa de ser lindíssima –, desbancou Sigourney Weaver. Vestida quase todo o tempo com um macacão espacial em Alien, tem reservado para o final um strip-tease galático surpreendente e que seria o primeiro, não fosse o de Barbarella – vencedor das musas de 1968. Alguns filmes emplacaram mais de uma musa: Woody Allen nos trouxe três, com seu Manhattan, incluindo a terceira colocada, a revelação Mariel Hemingway (a neta do Ernest); e Tinto Brass, mestre do erotismo, desnudou meio mundo em Calígula, colocando aqui a quinta e a nona colocadas (viram quem é? A grande dama Helen Mirren!). Isabelle Adjani, já aparece aqui em quarto – ela viria a ser a campeã em 1994. Primeira aparição: Sigourney Weaver, Mariel Hemingway, Sylvia Kristel, Helen Mirren, Kate Lyra, Christiane Torloni. Última aparição: Ursula Andress. Única aparição: Teresa Ann Savoy, Bo Derek, Colleen Camp. Brasileiras na lista: Aldine Muller, Sandra Bréa, Kate Lyra, Christiane Torloni.

Sigourney Weaver em "Alien, o 8º Passageiro"

Sigourney Weaver em “Alien, o Oitavo Passageiro”

2 – SIGOURNEY WEAVER, por Alien, o Oitavo Passageiro

Posteriormente em Musas retroativas: 10ª em 1984, por Os Caça-Fantasmas.

Mariel Hemingway em "Manhattan"

Mariel Hemingway em “Manhattan”

3 – MARIEL HEMINGWAY, por Manhattan

Posteriormente em Musas retroativas: 6ª em 1982, por Tudo pela Vitória – As Parceiras; 6ª em 1983, por Star 80.

Isabelle Adjani em “Nosferatu, o Vampiro da Noite”

4 – ISABELLE ADJANI, por Nosferatu, o Vampiro da Noite

Anteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1976, por O Inquilino. Posteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1988, por Camille Claudel; 1ª em 1994, por A Rainha Margot; 11ª em 1996, por Diabolique.

Teresa Ann Savoy em “Calígula”

5 – TERESA ANN SAVOY, por Calígula

Aldine Muller em "O Prisioneiro do Sexo"

Aldine Muller em “O Prisioneiro do Sexo”

Aldine Muller em "Uma Cama para Sete Noivas"

Aldine Muller em “Uma Cama para Sete Noivas”

Aldine Muller em "Nos Tempos da Vaselina"

Aldine Muller em “Nos Tempos da Vaselina”

Aldine Muller em "Os Imorais"

Aldine Muller em “Os Imorais”

6 – ALDINE MULLER, por O Prisioneiro do Sexo, por Uma Cama para Sete Noivas, por Nos Tempos da Vaselina e por Os Imorais

Anteriormente em Musas retroativas13ª em 1978, por Ninfas Diabólicas, por O Estripador de Mulheres e por Os Galhos do Casamento. Posteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1980, por A Força do Destino, por A Mulher que Inventou o Amor, por A Fêmea do Mar, por Convite ao Prazer e por Império do Desejo; 17ª em 1983, por Força Estranha; 16ª em 1984, por Elite Devassa.

Helen Mirren em "Caligula"

Helen Mirren em “Caligula”

7 – HELEN MIRREN, por Calígula

Posteriormente em Musas retroativas: 15ª em 1981, por Excalibur; 12ª em 1989, por O Cozinheiro, o Ladrão, Sua Mulher e o Amante.

Margot Kidder em "Terror em Amityville'

Margot Kidder em “Terror em Amityville’

8 – MARGOT KIDDER, por Terror em Amityville

Anteriormente em Musas retroativas: 11ª em 1973, por Irmãs Diabólicas; 7ª em 1978, por Superman – O Filme. Posteriormente em Musas retroativas: 7ª em 1980, por Superman II.

Sandra Bréa em "O Prisioneiro do Sexo"

Sandra Bréa em “O Prisioneiro do Sexo”

Sandra Bréa em "República dos Assassinos"

Sandra Bréa em “República dos Assassinos”

Sandra Bréa em "Os Imorais"

Sandra Bréa em “Os Imorais”

Sandra Bréa em "Sede de Amar - Capuzes Negros"

Sandra Bréa em “Sede de Amar – Capuzes Negros”

Sandra Bréa em "Sábado Alucinante"

Sandra Bréa em “Sábado Alucinante”

9 – SANDRA BRÉA, por O Prisioneiro do Sexo, por República dos Assassinos, por Os Imorais, por Sede de Amar – Capuzes Negros e por Sábado Alucinante

Anteriormente em Musas retroativas: 10ª em 1978, por Amada AmantePosteriormente em Musas retroativas: 19ª em 1980, por Herança dos Devassos e por Convite ao Prazer.

Diane Keaton em "Manhattan"

Diane Keaton em “Manhattan”

10 – DIANE KEATON, por Manhattan

Anteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1972, por Sonhos de um Sedutor e por O Poderoso Chefão; 4ª em 1973, por Dorminhoco; 3ª em 1974, por O Poderoso Chefão – Parte II; 1ª em 1975, por A Última Noite de Boris Gruschenko; 1ª em 1977, por Noivo Neurótico, Noiva Nervosa e por À Procura de Mr. Goodbar. Posteriormente em Musas retroativas: 19ª em 1981, por Reds.

Bo Derek em “Mulher Nota 10”

11 – BO DEREK, por Mulher Nota 10

13 - Hanna Schygulla-d

Hanna Schygulla em “O Casamento de Maria Braun”

12 – HANNA SCHYGULLA, por O Casamento de Maria Braun

Anteriormente em Musas retroativas: 20ª em 1972, por As Lágrimas Amargas de Petra von Kant. Posteriormente em Musas retroativas: 16ª em 1981, por Lili Marlene.

Sylvia Kristel em "O 5º Mosqueteiro"

Sylvia Kristel em “O 5º Mosqueteiro”

13 – SYLVIA KRISTEL, por O Quinto Mosqueteiro

Posteriormente em Musas retroativas: 11ª em 1981, por Uma Professora Muito Especial e por O Amante de Lady Chatterley.

10 - Jessica Lange ("All That Jazz - O Show Deve Continuar")

Jessica Lange em “All That Jazz – O Show Deve Continuar”

14 – JESSICA LANGE, por All That Jazz – O Show Deve Continuar

Anteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1976, por King Kong. Posteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1981, por O Destino Bate à Sua Porta; 4ª em 1982, por Frances e Tootsie; 10ª em 1991, por Cabo do Medo.

Jane Fonda em "A Síndrome da China"

Jane Fonda em “Síndrome da China”

Jane Fonda em "O Cavaleiro Elétrico"

Jane Fonda em “O Cavaleiro Elétrico”

15 – JANE FONDA, por Síndrome da China e por O Cavaleiro Elétrico

Anteriormente em Musas retroativas: 5ª em 1965, por Dívida de Sangue; 8ª em 1966, por Caçada Humana; 3ª em 1967, por Descalços no Parque; 1ª em 1968, por Barbarella; 5ª em 1969, por A Noite dos Desesperados; 4ª em 1971, por Klute – O Passado Condena; 19ª em 1972, por Tout Va Bien; 7ª em 1977, por Julia; 2ª em 1978, em Amargo Regresso. Posteriormente em Musas retroativas: 13ª em 1981, por Num Lago Dourado e por Amantes & Finanças.

Kate Lyra em "O Prisioneiro do Sexo"

Kate Lyra em “O Prisioneiro do Sexo”

Kate Lyra em "Uma Fêmea do Outro Mundo"

Kate Lyra em “Uma Fêmea do Outro Mundo”

Kate Lyra em "Nos Tempos da Vaselina"

Kate Lyra em “Nos Tempos da Vaselina”

16 – KATE LYRA, por O Prisioneiro do Sexo, por Uma Fêmea do Outro Mundo e por Nos Tempos da Vaselina

Posteriormente em Musas retroativas: 16ª em 1980, por Convite ao Prazer.

Meryl Streep em "Manhattan"

Meryl Streep em “Manhattan”

Meryl Streep em "Kramer vs. Kramer"

Meryl Streep em “Kramer vs. Kramer”

17 – MERYL STREEP, por Manhattan e por Kramer vs. Kramer

Anteriormente em Musas retroativas: 16ª em 1977, por Julia; 12ª em 1978, por O Franco-AtiradorPosteriormente em Musas retroativas10ª em 1982, por A Escolha de Sofia.

Christiane Torloni em "O Bom Burguês"

Christiane Torloni em “O Bom Burguês”

18 – CHRISTIANE TORLONI, por O Bom Burguês

Posteriormente em Musas retroativas: 13ª em 1980, por Ariella; 18ª em 1983, por Rio Babilônia; 12ª em 1984, por Águia na Cabeça.

Ursula Andress em "O Quinto Mosqueteiro"

Ursula Andress em “O Quinto Mosqueteiro”

19 – URSULA ANDRESS, por O Quinto Mosqueteiro

Anteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1962, por 007 contra o Satânico Dr. No; 10ª em 1963, por O Seresteiro de Acapulco; 18ª em 1965, por A Deusa da Cidade Perdida e por O que É que Há, Gatinha?; 18ª em 1966, por Crepúsculo das Águias; 12ª em 1967, por Cassino Royale.

Colleen Camp em "Apocalypse Now"

Colleen Camp em “Apocalypse Now”

20 – COLLEEN CAMP, por Apocalypse Now

Musas de 1978 <<
>> Musas de 1980

em Musas retroativas
01-Nastassja Kinski-b

Nastassja Kinski em “A Marca da Pantera”

1 - Nastassja Kinski (...também por "O Fundo do Coração")

Nastassja Kinski em O Fundo do Coração”

1 – NASTASSJA KINSKI, por A Marca da Pantera e por O Fundo do Coração

Anteriormente em Musas retroativas: 6ª em 1978, por Tentação Proibida; 1ª em 1979, por Tess. Posteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1984, por Os Amantes de Maria, por Paris, Texas, por Hotel Muito Louco e por Infielmente Tua; 16ª em 1985, por Harém e por Revolução; 17ª em 1998, por Seus Amigos, Seus Vizinhos.

Nos anos 1980, havia uma máxima entre os cinéfilos: qualquer filme com Nastassja Kinski valia a pena ser visto. E é basicamente por ela que A Marca da Pantera (irregular atualização do clássico B de 1942) e O Fundo do Coração (delírio coppoliano que afundou seu estúdio) são lembrados até hoje. No primeiro, a alemã está linda de doer e sua nudez é generosa, para dizer o mínimo. A segunda posição marca a estreia de Carla Camurati no cinema, uma performance de vencedora. A terceira posiçao dá o que falar até hoje. Xuxa Meneghel não era só uma modelo na época em que fez Amor, Estranho Amor: era “a” modelo, um sonho de consumo nacional. E, de repente, estava se enroscando com um garotinho em mais de uma cena que a perseguiriam depois que virou apresentadora infantil (Vera Fischer, também nesta lista, e Matilde Mastrangi também se enroscaram com o rapazinho e ninguém lembra). Destaque também para Blade Runner Filhos e Amantes, cada um emplacando três musas. Outro ótimo ano para as brasileiras, com uma performance até melhor que em 1981: nove na lista, praticamente a metade, e três no top 5. Primeira aparição: Carla Camurati, Sean Young, Jennifer Jason Leigh, Daryl Hannah, Lúcia Veríssimo, Kirstie Alley, Maitê Proença. Última aparição: Meryl Streep, Nicole Puzzi. Única aparição: Xuxa Meneghel, Phoebe Cates, Angelina Muniz, Annette O’Toole. Brasileiras na lista: Carla Camurati, Xuxa Meneghel, Vera Fischer, Denise Dumont, Lucélia Santos, Nicole Puzzi, Lúcia Veríssimo, Maitê Proença, Angelina Muniz.

Carla Camurati em "O Olho Mágico do Amor"

Carla Camurati em “O Olho Mágico do Amor”

2 – CARLA CAMURATI, por O Olho Mágico do Amor

Posteriormente em Musas retroativas: 6ª em 1984, por Onda Nova; 1ª em 1985, por Estrela Nua e por Os Bons Tempos Voltaram – Vamos Gozar Outra Vez; 6ª em 1986, por Cidade Oculta; 18ª em 1996, por O Corpo.

02-Xuxa

Xuxa Meneghel em “Amor, Estranho Amor”

3 – XUXA MENEGHEL, por Amor, Estranho Amor

3 - Jessica Lange ("Tootsie" e...)

Jessica Lange em “Tootsie”

3 - Jessica Lange (... também por "Frances")

Jessica Lange em “Frances”

4 – JESSICA LANGE, por Tootsie e por Frances

Anteriormente em Musas retroativas1ª em 1976, por King Kong; 14ª em 1979, por All That Jazz – O Show Deve Continuar; 3ª em 1981, por O Destino Bate à Sua PortaPosteriormente em Musas retroativas10ª em 1991, por Cabo do Medo.

4 - Vera Fischer ("Amor, Estranho Amor")

Vera Fischer em “Amor, Estranho Amor”

5 – VERA FISCHER, por Amor, Estranho Amor

Anteriormente em Musas retroativas15ª em 1973, por A Super Fêmea; 14ª em 1974, por As Delícias da Vida e As Mulheres que Fazem Diferente; 8ª em 1981, por Eu Te Amo e Bonitinha, mas OrdináriaPosteriormente em Musas retroativas10ª em 1983, por Perdoa-me por Me Traíres; 19ª em 1984, por Amor Voraz; 13ª em 1989, por Doida Demais.

5 - Mariel Hemignway ("Tudo pela Vitória - As Parceiras")

Mariel Hemignway em “Tudo pela Vitória – As Parceiras”

6 – MARIEL HEMINGWAY, por Tudo pela Vitória – As Parceiras

Anteriormente em Musas retroativas3ª em 1979, por Manhattan. Posteriormente em Musas retroativas6ª em 1983, por Star 80.

6 - Sean Young ("Blade Runner - O Caçador de Andróides")

Sean Young em “Blade Runner – O Caçador de Andróides”

7 – SEAN YOUNG, por Blade Runner – O Caçador de Andróides

Posteriormente em Musas retroativas9ª em 1987, por Sem Saída. 

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Debra Winger em “A Força do Destino”

8 – DEBRA WINGER, por A Força do Destino

Anteriormente em Musas retroativas: 18ª em 1980, por Cowboy do Asfalto. Posteriormente em Musas retroativas: 13ª em 1983, por Laços de Ternura; 9ª em 1986, por Perigosamente Juntos; 17ª em 1987, por O Mistério da Viúva Negra; 20ª em 1995, por Esqueça Paris.

9 - Phoebe Cates ("Picardias Estudantis" e...)

Phoebe Cates em “Picardias Estudantis”

9 - Phoebe Cates (...também por "Para´Paraíso")

Phoebe Cates em “Paraíso”

9 – PHOEBE CATES, por Picardias Estudantis e por Paraíso

10 - Meryl Streep ("A Escolha de Sofia")

Meryl Streep em “A Escolha de Sofia”

10 – MERYL STREEP, por A Escolha de Sofia

Anteriormente em Musas retroativas: 16ª em 1977, por Julia; 12ª em 1978, por O Franco-Atirador; 17ª em 1979, por Manhattan e por Kramer vs. Kramer.

Phoebe Cates e Jennifer Jason Leigh em "Picardias Estudantis"

Phoebe Cates e Jennifer Jason Leigh em “Picardias Estudantis”

11 – JENNIFER JASON LEIGH, por Picardias Estudantis

Posteriormente em Musas retroativas: 5ª em 1985, por Conquista Sangrenta; 8ª em 1989, por Noites Violentas no Brooklyn; 8ª em 1992, por Mulher Solteira Procura.

12 - Daryl Hannah ("Blade Runner - O Caçador de Andróides" e, também, "Amantes de Verão")

Daryl Hannah em “Blade Runner – O Caçador de Andróides”

13 - Daryl Hannah (...também por "Amantes de Verão")

Daryl Hannah em “Amantes de Verão”

12 – DARYL HANNAH, por Blade Runner – O Caçador de Andróides e por Amantes de Verão

Posteriormente em Musas retroativas4ª em 1984, por Splash – Uma Sereia em Minha Vida; 3ª em 1986, por A Tribo da Caverna do Urso e Perigosamente Juntos; 4ª em 1987, por Roxanne e Wall Street – Poder e Cobiça.

Lucélia Santos em "O Sonho Não Acabou"

Lucélia Santos em “O Sonho Não Acabou”

Lucélia Santos em "Luz del Fuego"

Lucélia Santos em “Luz del Fuego”

Lucélia Santos em "Álbum de Família - Uma História Devassa"

Lucélia Santos em “Álbum de Família – Uma História Devassa”

13 – LUCÉLIA SANTOS, por O Sonho Não Acabou, por Luz del Fuego e por Álbum de Família – Uma História Devassa

Anteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1981, por Bonitinha, mas Ordinária e por EngraçadinhaPosteriormente em Musas retroativas8ª em 1986, por As Sete Vampiras e por Baixo Gávea.

Denise Dumont em "Filhos e Amantes"

Denise Dumont em “Filhos e Amantes”

14 – DENISE DUMONT, por Filhos e Amantes

Anteriormente em Musas retroativas: 20ª em 1981, por Eros, o Deus do AmorPosteriormente em Musas retroativas: 11ª em 1983, por Rio Babilônia.

12 - Nicole Puzzi ("Filhos e Amantes")

Nicole Puzzi em “Filhos e Amantes”

15 – NICOLE PUZZI, por Filhos e Amantes

Anteriormente em Musas retroativas15ª em 1980, por Ariella e por Convite ao Prazer.

Lúcia Veríssimo em "Filhos e Amantes"

Lúcia Veríssimo em “Filhos e Amantes”

16 – LÚCIA VERÍSSIMO, por Filhos e Amantes

Posteriormente em Musas retroativas: 18ª em 1985, por Jeitosa – Um Assunto Muito Particular

14 - Kirstie Alley ("Jornada nas Estrelas II - A Ira de Kahn")

Kirstie Alley em “Jornada nas Estrelas II – A Ira de Kahn”

17 – KIRSTIE ALLEY, por Jornada nas Estrelas II – A Ira de Kahn

Posteriormente na lista: 12ª em 1987, por Curso de Verão; 7ª em 1989, por Olha Quem Está Falando.

Maitê Proença em "Prova de Fogo"

Maitê Proença em “Prova de Fogo”

18 – MAITÊ PROENÇA, por Prova de Fogo

Posteriormente em Musas retroativas6ª em 1988, por A Dama do Cine Shanghai.

Angelina Muniz em "Karina, Objeto do Desejo"

Angelina Muniz em “Karina, Objeto de Prazer”

19 – ANGELINA MUNIZ, por Karina, Objeto de Prazer

16 - Annette O'Toole ("A Marca da Pantera" e...)

Annette O’Toole em “A Marca da Pantera”

16 - Annette O'Toole (...e também por "48 Horas")

Annette O’Toole em “48 Horas”

20 – ANNETTE O’TOOLE, por A Marca da Pantera e por 48 Horas

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