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Primo da Roça (Country Cousin, 1936)
Direção: Wilfred Jackson. Produção: Walt Disney.
Vencedor do Oscar de curta de animação de 1937.

A série Silly Symphonies emplaca mais um Oscar. Aqui, o filme começa com a carta em que um primo convida o outro para viver a boa vida da cidade. O do interior aceita o convite e aí vemos que se trata de um ratinho. O que ele encontra na cidade não é, assim, a vida na flauta vendida pelo primo de fraque e cartola, mas que, mesmo bem vestido, ainda tem que driblar o gato para conseguir um pouco de comida. Uma brincadeira com o falso glamour e a vida de aparências que, em Hollywood, já era comum. Não seria surpresa se o curta tiver inspirado Tom & Jerry, que só surgiria em 1940.

http://br.youtube.com/watch?v=3U7adg_yPLM

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A Flecha do Amor (Who Killed Cock Robin?, 1935)
Direção: David Hand. Produção: Walt Disney.
Indicado ao Oscar de curta de animação de 1936

Mais um título da série Sinfonias Ingênuas que, junto às similares dos outros estúdios, dominaram a premiação nesses primeiros anos da categoria no Oscar. No DVD da série, o próprio Walt Disney aparece explicando que a animação se baseia em versos infantis muito antigos e que acabaram perdendo um pouco o sentido. Aqui, vira um “desenho de tribunal musical”, onde os pássaros tentam descobrir quem matou Cock Robin com uma flechada. A parte mais divertida é a caricatura de Mae West.

Indicado ao Oscar 1936: O Dragão de Chita <<
>> Vencedor do Oscar 1937: Primo da Roça

O Dragão de Chita (The Calico Dragon, 1935)
Direção: Rudolf Ising. Produção: Hugh Harman e Rudolf Ising
Indicado ao Oscar de curta de animação de 1936

Da série Happy Harmonies, da MGM (a Silly Simphonies de lá). Depois que uma menina lê na cama uma história de cavaleiros e dragões, seus bonecos de pano (um homem, um cavalo e um cachorro) resolvem viver suas aventuras. O que faz diferença é a sacada do mundo imaginário retratado como se tudo fosse de pano – desde a água de um rio até o não-tão-terrível-assim dragão de três cabeças (que formam um trio vocal). A maneira como ele cospe fogo é uma delícia de surpreendente e lúdico.

Vencedor do Oscar 1936: Três Gatinhos Órfãos <<
>> Indicado ao Oscar 1936: A Flecha do Amor

Os Três Bichaninhos Órfãos/ Três Gatinhos Órfãos (Three Orphan Kittens, 1935)
Direção: David Hand. Produção: Walt Disney.
Vencedor do Oscar de curta de animação de 1936.

De novo a Disney aposta em gatinhos órfãos, mas desta vez em cores e num tom mais para o bonitinho. Os bichinhos são abandonados num quintal, no inverno, e vivem aventuras dentro da casa. O avanço é notável na qualidade da animação – veja o reflexo dos gatinhos no piso e a perseguição à pena. Atenção para a empregada negra que aparece só dos tornozelos para baixo – a inspiração daquela personagem recorrente dos desenhos de Tom & Jerry?

Indicado ao Oscar 1935: No Reino dos Anões <<
>> Indicado ao Oscar 1936: O Dragão de Chita

No Reino dos Anões (Jolly Little Elves, 1934)
Direção: Manuel Moreno. Produção: Walter Lantz.
Indicado ao Oscar de curta de animação 1935.

Um casal de velhinhos paupérrimos (ele, um sapateiro) divide sua única rosquinha dura com um elfo que bate à sua janela. Depois, sua generosidade é recompensada. Desenho musical na linha Silly Symphonies, produção de Walter Lantz para a Universal. Todo o humor é extraído do contraste do tamanho dos elfos com os objetos. É um típico curta animado dos anos 1930 que, na verdade, envelheceu um bocado.

Vencedor do Oscar 1935: A Tartaruga e a Lebre <<
Como não encontrei no YouTube o outro indicado de 1935, Holiday Land, da Screen Gems, pulamos para…
>> Vencedor do Oscar 1936: Três Gatinhos Órfãos

A Tartaruga e a Lebre (The Tortoise and the Hare, 1935)
Direção: Wilfred Jackson. Produção: Walt Disney.
Vencedor do Oscar de curta de animação em 1935.

Com A Tartaruga e a Lebre, outra fábula, a série Silly Symphonies se tornou tricampeã do Oscar. Dizem que a lebre deste desenho inspirou o Pernalonga – realmente há bastante semelhança. Como sempre, nesta fase, a adaptação do conto-de-fadas é fiel, mas a Disney elabora o recheio: a principal distração da lebre, por exemplo, é uma escola para moças, onde ele fica se exibindo. A narrativa é muito bem pensada – veja o detalhe da reta de chegada, em que a “câmera” é sempre mais rápida que a tartaruga e não consegue acompanhar a lebre.  Os efeitos de velocidade eram, também, ainda uma novidade no campo da animação.

Indicado ao Oscar 1934: The Merry Old Soul <<
>> Indicado ao Oscar 1935: No Reino dos Anões

The Merry Old Soul (1933)
Direção: Walter Lantz, William Nolan. Produção: Walter Lantz.
Indicado ao Oscar de curta de animação em 1934.

Aqui, temos o casamento de um rei no mundo dos contos-de-fadas. O desafortunado monarca – que é a cara do Oliver Hardy – descobre logo que a esposa tem uma infinidade de bebês. As gags partem daí – ótima a cena em que se pensa que o rei está lavando roupa e ele está é dando banho nas crianças, numa verdadeira linha de produção. O trocadilho do título que usa uma expressão comum a respeito do sul dos Estados Unidos, trocando por soul (o gênero musical), não esconde que este curta tem a música como fio condutor neste exemplar de Walter Lantz (que comandaria o Pica-Pau anos depois) para a Universal, apresentado aqui na série Merrie Melodies.

Indicado ao Oscar 1934: Arranhando o Céu <<
>> Vencedor do Oscar 1935: A Tartaruga e a Lebre

Arranhando o Céu (Building a Building, 1933)
Direção: David Hand. Produção: Walt Disney, John Sutherland.
Indicado ao Oscar de curta de animação em 1934.

Segunda indicação do Mickey Mouse, em um ambiente comum nas animações da primeira metade do século 20: o esqueleto de um edifício em construção, um possível reflexo da recuperação da economia americana na saída da grande depressão. Enquanto o camundongo (com voz original de Walt Disney) comanda uma escavadeira que possui rosto e expressões, Minnie aparece como vendedora de lanches para os operários. Bafo é o capataz. O curta segue a linha dos demais do ratinho: uma profusão de gags, uma atrás da outra, com a música ditando o ritmo e ainda em preto-e-branco.

Vencedor do Oscar 1934: Os Três Porquinhos <<
>> 
Indicado ao Oscar 1934: The Merry Old Soul

Os Três Porquinhos/ Os Três Leitõezinhos (Three Little Pigs, 1933)
Direção: Burt Gillett. Produção: Walt Disney.
Vencedor do Oscar de curta de animação de 1934.

Se a adaptação de contos-de-fadas são uma marca da Disney, estes foram os primeiros tempos, na série Sinfonias Ingênuas. O Technicolor fez de novo a diferença na versão mais conhecida dos porquinhos que constróem suas casas e o Lobo Mau que tenta derrubá-las. O curta imortalizou a canção “Who’s afraid of the Big Bad Wolf?” (“Quem tem medo do Lobo Mau?”) – quem não conhece? O desenho teve o papel de inspirar otimismo nas pessoas na época da grande depressão, e a canção se tornou um símbolo disso – diz o crítico e historiador Leonard Maltin. O desenho é ainda melhor quando se observa os detalhes: na casa do Prático, até o piano é de tijolos e o quadro na parede, do pai dos trigêmeos, mostra uma linguiça.

Indicado ao Oscar 1932: Pai de Órfãos <<
>> Indicado ao Oscar 1934: Arranhando o Céu

Pai de Órfãos (Mickey’s Orphans, 1931)
Direção: Burt Gillett. Produção: Walt Disney, John Sutherland.
Indicado ao Oscar de curta de animação em 1932.

Mickey em pessoa foi indicado pela primeira vez nesse curta em preto-e-branco, co-estrelado por Minnie e Pluto. Na época de Natal, eles encontram em sua porta um cesto com um bebê – um só não, uma ninhada, uma multidão de gatinhos endiabrados. A figura desconhecida que abandona os bebês no começo do desenho tem um tratamento triste, num desenho tão traquinas. A voz de Mickey, que havia sido criado há apenas quatro anos, é do próprio Walt Disney.

Indicado ao Oscar 1932: It’s Got Me, Again! <<
>> Vencedor do Oscar 1933: Os Três Porquinhos

It’s Got Me Again! (1932)
Direção: Rudolf Ising. Produção: Leon Schlesinger
Indicado ao Oscar de curta de animação em 1932.

Da série Merry Melodies, é a história de uma festa de ratinhos durante a madrugada em uma casa cheia de instrumentos musicais – e ameaçada por um gato feroz que aparece. Friz Freleng era um dos animadores. O que logo chama a atenção é que tanto o design de personagens quanto a trilha sonora lembra muito o que a Disney fazia na época (os camundongos parecem demais o Mickey Mouse). Porém, o impagável momento em que um ratinho encurralado imita Al Jonson (que estrelou O Cantor de Jazz, também da Warner, cinco anos antes) mostra a irreverência que seria a marca do estúdio na animação.

Vencedor do Oscar 1932: Flores e Árvores <<
>> Indicado ao Oscar 1932: Pai de Órfãos

Flores e Árvores (Flowers and Trees, 1932)
Direção: Burt Gillett. Produção: Walt Disney.
Vencedor do Oscar de curta de animação de 1932

É da série Silly Symphonies o primeiro Oscar para um curta de animação na História – ainda na época que o prêmio era para filmes lançado da segunda metade de um ano à primeira metade de outro. Primeiro desenho animado em Technicolor, o curta da Disney não deixa barato e aproveita bem seu enredo no uso das cores. A insistência pelo colorido foi do próprio Disney, já que a animação havia sido produzida originalmente em preto-e-branco. O desenho dá consciência a plantas, animais e, em um pequeno momento, até ao fogo, para contar um romance entre duas árvores. Mantém o charme até hoje. A atenção aos detalhes é uma marca que a Disney saudavelmente manteve – como os morcegos que saem da boca do tronco ranzinza que boceja.

>> Indicado ao Oscar 1932: It’s Got Me Again

Anne Hathaway e o presidente da Academia, Tom Sherak, anunciando os concrrentes

Para quem ainda não via que Avatar vinha perdendo terreno na corrida pelo Oscar, outro sinal: o maior número de indicações recebido pelo filme de James Cameron não deve ter vindo acompanhado de vibração, mas, sim, de um frio na espinha. Isso porque o independente Guerra ao Terror, de Kathryn Bigelow, ex-mulher de Cameron, chegou às mesmíssimas nove indicações e bate de frente com Avatar em sete delas.

Mais que isso: as duas indicações que os diferenciam são as de direção de arte e efeitos visuais, para Avatar, e ator e roteiro original, para Guerra ao Terror. Que sinal, não?

Avatar não concorrer a melhor roteiro deixa uma coisa bem clara: quem entende do assunto, os roteiristas, não entraram na do Cameron e viram que o filme não é isso tudo. É o departamento deles que vota para escolher os indicados.

Mas, agora, todos os acadêmicos votarão em todas as categorias, independente de setor, e Avatar pode se valer do encantamento sem reflexão – espelhando sua enorme bilheteria mundial – para ter muitos votos. Assim, tem muita chance ainda, claro, e talvez seja até o favorito. Mas, se for feita justiça (com quem o Oscar não tem o menor comprometimento, diga-se), Avatar vai levar os técnicos de praxe e deixar os mais importantes para filmes melhores.

Os dois filmes têm a companhia de mais oito filmes na categoria principal: é a primeira vez desde 1944 que a lista de indicados a melhor filme tem dez concorrentes. Com isso, muitas produções que dificilmente estariam na lista acabaram entrando: é o caso de Up – Altas Aventuras, que se tornou o segundo longa de animação a concorrer como melhor filme (o único até então havia sido A Bela e a Fera, em 1992).

Bastardos Inglórios alcançou oito indicações, com duas pessoais para Quentin Tarantino: direção e roteiro original – um reconhecimento esperado. Terá chances? Talvez em roteiro, mas, se ganhar ali, pode indicar que Guerra ao Terror não alcança os principais. Mas o prêmio mais cantado do ano é dele: Christophe Waltz, ator coadjuvante.

Amor sem Escalas conseguiu indicações a filme, direção, ator (George Clooney), roteiro adaptado e atriz coadjuvante (com Vera Farmiga e Anna Kendrick), mas não parece estar tão forte como semanas antes. A indicação de Um Sonho Possível mostrou mais ainda a força de Sandra Bullock na disputa por melhor atriz. Preciosa estar lá também fortalece suas duas atrizes indicadas (e a coadjuvante Mo’Nique é favorita em sua categoria).

Vale lembrar que, mesmo com poucas chances, Meryl Streep chegou à sua indicação de número 16 ao Oscar – 13 só ao prêmio de atriz principal, superando a marca de Katharine Hepburn, com 12. É, agora, a atriz mais indicada na categoria em toda a história.

Os irmãos Coen cravaram a comédia A Serious Man entre os indicados a melhor filme, mas é figuração, tal como Distrito 9 e o elogiado Educação.
E as ausências? Nine só conseguiu, de destaque, um indicação como coadjuvante para Penélope Cruz. Lunar foi solenemente ignorado, assim como Anticristo, que poderia muito bem ter tido Charlotte Gainsbourg indicada como atriz. 500 Dias com Ela também foi esquecido na categoria de roteiro, onde era esperado. Invictus, só melhor ator e coadjuvante. Deixa Ela Entrar, muito comentado no ano passado, ficou de fora. O ótimo Intrigas de Estado podia ter rendido indicação para roteiro, mas também não foi lembrado.

Veja a seguir a lista completa com todos os indicados.

Filme – Avatar, de James Cameron (9 indicações); Um  Sonho Possível, de John Lee Hancock (2 indicações); Distrito 9, de Neill Blomkamp (4 indicações); Educação, de Lone Scherfig (3 indicações); Guerra ao Terror, de Kathryn Bigelow (9 indicações); Bastardos Inglórios, de Quentin Tarantino (8 indicações); Preciosa, de Lee Daniels (6 indicações); Um Homem Sério, de Ethan e Joel Coen (2 indicações); Amor sem Escalas, de Jason Reitman (6 indicações); e Up – Altas Aventuras, de Pete Docter (5 indicações).

Direção – Kathryn Bigelow (Guerra ao Terror); James Cameron (Avatar); Jason Reitman (Amor sem Escalas); Quentin Tarantino (Bastardos Inglórios); e Lee Daniels (Preciosa).

Ator – Jeff Bridges (Coração Louco); Morgan Freeman (Invictus); Jeremy Renner (Guerra ao Terror); George Clooney (Amor sem Escalas); e Colin Firth (Direito de Amar).

Atriz – Sandra Bullock (Um Sonho Possível); Meryl Streep (Julie & Julia); Carey Mulligan (Educação); Helen Mirren (The Last Station); e Gaboury Sidibe (Preciosa).

Ator coadjuvante – Christoph Waltz (Bastardos Inglórios); Woody Harrelson (O Mensageiro); Matt Damon (Invictus); Stanley Tucci (Um Olhar do Paraíso); e Christopher Plummer (The Last Station).

Atriz coadjuvante – Mo’Nique (Preciosa); Anna Kendrick (Amor sem Escalas); Vera Farmiga (Amor sem Escalas); Maggie Gyllenhaal (Direito de Amar); e Penelope Cruz (Nine).

Roteiro original – Bastardos Inglórios, por Quentin Tarantino; Guerra ao Terror, por Mark Boal; Um Homem Sério, por Joel Coen e Ethan Coen; O Mensageiro, por Alessandro Camon e Oren Moveman; e Up – Altas Aventuras, por Bob Peterson e Pete Docter.

Roteiro adaptado – Amor Sem Escalas, por Jason Reitman e Sheldon Turner; Distrito 9, por Neill Blomkamp; Educação, por Nick Hornby; Preciosa, por Geoffrey Fletcher; e In the Loop, por Jesse Armstrong, Samon Blackwell, Armando Iannucci e Tony Roche.

Filme de animação – Coraline e o Mundo Secreto, de Henry Selick; O Fantástico Sr. Raposo, de Wes Anderson; A Princesa e o Sapo, de John Musker e Ron Clements; The Secret of Kells, de Tomm Moore; e Up – Altas Aventuras, de Pete Docter.

Filme de língua não inglesa – Ajami, de Scandar Copti e Yaron Shani (Israel); El Secreto de Sus Ojos , de Juan José Campanella (Argentina); A Teta Assustada, de Claudia Llosa (Peru); Un Prophète, de Jacques Audiard (França); e A Fita Branca, de Michael Haneke (Alemanha).

Documentário – Burma VJ: Reporter i et Lukket Land, de Anders Østergaard; The Cove, de Louie Psihoyos; Food, Inc., de Robert Kenner; The Most Dangerous Man in America: Daniel Ellsberg and the Pentagon Papers, de Judith Ehrlich, Rick Goldsmith; e Which Way Home, de Rebecca Cammisa.

Fotografia – Avatar, por Mauro Fiore; Harry Potter e o Enigma do Príncipe, por Bruno Delbonnel; Guerra ao Terror, por Barry Ackroyd; Bastardos Inglórios, por Robert Richardson; e A Fita Branca, por Christian Berger.

Montagem – Avatar, por Stephen E. Rivkin, John Refoua, James Cameron; Distrito 9, por Julian Clarke; Guerra ao Terror, por Bob Murawski, Chris Innis; Bastardos Inglórios, por Sally Menke; e Preciosa, por Joe Klotz.

Trilha sonora original – Avatar, por James Horner; O Fantástico Sr. Raposo, por Alexandre Desplat; Guerra ao Terror, por Marco Beltrami, Buck Sanders; Sherlock Holmes, por Hans Zimmer; e Up – Altas Aventuras, por Michael Giacchino.

Canção original – “The weary kind”, de T-Bone Burnett, Ryan Bingham (Coração Louco); “Loin de Paname”, de Reinhardt Wagner, Frank Thomas (Faubourg 36); “Take it all”, de Maury Yeston (Nine); “Down in New Orleans”, de Randy Newman (A Princesa e o Sapo); “Almost There”, de Randy Newman (A Princesa e o Sapo).

Direção de arte – Avatar, por Rick Carter, Robert Stromberg e Kim Sinclair; O Mundo Imáginário do Dr. Parnassus, por Dave Warren, Anastasia Masaro e Caroline Smith; Nine, por John Myhre e Gordon Sim; Sherlock Holmes, por Sarah Greenwood e Katie Spencer; e The Young Victoria, por Patrice Vermette e Maggie Gray.

Figurino – Bright Star, por Janet Patterson; Coco Antes de Chanel, por Catherine Leterrier; O Mundo Imaginário do Dr. Parnassus, por Monique Prudhomme; Nine, por Colleen Atwood; e The Young Victoria, por Sandy Powell.

Maquiagem – Il Divo, por Aldo Signoretti, Vittorio Sodano; Star Trek, por Barney Burman, Mindy Hall, Joel Harlow; e The Young Victoria, por John Henry Gordon, Jenny Shircore.

Efeitos visuais – Avatar, por Joe Letteri, Stephen Rosenbaum, Richard Baneham, Andy Jones; Distrito 9, por Dan Kaufman, Peter Muyzers, Robert Habros, Matt Aitken; e Star Trek, por Roger Guyett, Russell Earl, Paul Kavanagh, Burt Dalton.

Mixagem de som – Avatar, por Christopher Boyes, Gary Summers, Andy Nelson, Tony Johnson; Guerra ao Terror, por Paul N.J. Ottosson, Ray Beckett; Bastardos Inglórios, por Michael Minkler, Tony Lamberti, Mark Ulano; Star Trek, por Anna Behlmer, Andy Nelson, Peter J. Devlin; Transformers – A Vingança dos Derrotados, por Greg P. Russell, Gary Summers, Geoffrey Patterson.

Edição de som – Avatar, por Christopher Boyes, Gwendolyn Yates Whittle; Guerra ao Terror, por Paul N.J. Ottosson; Bastardos Inglórios, por Wylie Stateman; Star Trek, por Mark P. Stoeckinger, Alan Rankin; e Up – Altas Aventuras, por Michael Silvers, Tom Myers.

Curta-metragem – The Door,de Juanita Wilson, James Flynn; Istället för Abrakadabra, de Patrik Eklund, Mathias Fjällström; Kavi, de Gregg Helvey; Miracle Fish, de  Luke Doolan, Drew Bailey; e The New Tenants, de Joachim Back, Tivi Magnusson.

Curta-metragem de animação – French Roast, de Fabrice Joubert; Granny O’Grimm’s Sleeping Beauty, de Nicky Phelan, Darragh O’Connell; La Dama y la Muerte, de  Javier Recio Gracia; Logorama, de Nicolas Schmerkin; A Matter of Loaf and Death, de Nick Park.

Documentário em curta-metragem – China’s Unnatural Disaster: The Tears of Sichuan Province, de Jon Alpert e Matthew O’Neill; The Last Campaign of Governor Booth Gardner, de Daniel Junge e Henry Ansbacher; The Last Truck: Closing of a GM Plant, de Steven Bognar e Julia Reichert; Music by Prudence, de Roger Ross Williams e Elinor Burkett; e Rabbit à la Berlin, de Bartek Konopka e Anna Wyd.

Seguinte, pessoal: minhas desculpas a quem acompanhava essa série no Minha Vida de Cinéfilo 2 (ou seja, quase ninguém, imagino), mas como faz uns seis meses que não a atualizo, vou recomeçar do começo. Trata-se dos vencedores e indicados ao Oscar de melhor curta de animação, começando lá em 1931-32 (época em que o Oscar premiava os filmes estreados na segunda metade de um ano a meados do outro).

Com uma ajudimha do YouTube, postarei aqui comentários e vídeos. Infelizmente, dificilmente teremos algo no original com legendas em português. Em geral, serão no original sem legendas ou dublados em português. Tudo bem, já dá pra ter uma idéia da arte dos animadores na época em que ela brilhava de criatividade e inovação.

Ainda não decidi se coloco um vídeo por vez, como fazia antes, ou a lista de todos os indicados de cada ano. Aceita-se sugestões, mas, no fundo, o mais importante é conhecer (ou rever, porque vimos vários deles nos bons tempos dos programas infantis) essas relíquias. Aguardem e confiem.

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