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70. ‘THE SHORTY GEORGE’, de Bonita como Nunca (1942)
Com Fred Astaire, Rita Hayworth (voz de Nan Wynn) e Xavier Cugat e sua orquestra. Direção: William A. Seiter. Direção de dança: Val Raset. Coreografia: Fred Astaire e Nicanor Molinare. Canção de Jerome Kern e Johnny Mercer.

Fred Astaire e Rita Hayworth tinham mesmo alguma coisa mágica entre eles. Basta a graça, a química entre eles, o bom humor e essa grande música para transformar esse número simples numa delícia de ver. Infelizmente o símbolo sexual impressionante que Rita se tornaria dali a pouco parece que eclipsou um pouco esse seu talento como da dançarina. Mas olha como ela era ótima!

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69. ‘LET IT GO’, de Frozen — Uma Aventura Congelante (2013)
Com Idina Menzel. Direção: Chris Buck e Jennifer Lee. Canção de Kristen Anderon-Lopez e Robert Lopez.

Um dos maiores sucesso musicais da Disney dos últimos tempos, inevitável Oscar de melhor canção, é uma poderosa canção de autoafirmação que começa praticamente do zero e vai num crescendo: no ânimo da Rainha Elsa e na animação, que começa numa paisagem gelada de céu e neve para terminar num castelo erguido do gelo e a luz do sol. A sequência da ponte é particularmente bonita.

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68. ‘LULLABY OF BROADWAY’, de Mordedoras de 1935 (1935)
Com Wini Shaw, Ramon & Rosita, Dick Powell, Alice Brady e elenco. Direção e coreografia: Busby Berkeley. Canção de Harry Warren e Al Dubin.

Há muito a dizer sobre esse impressionante número de 1935, que leva 13 minutos. É outro daqueles números que no filme se passa num palco, mas impossíveis de caber em um de verdade. Um curta-metragem dentro do filme. Começa pelo incrível plano da cabecinha da cantora “flutuando” lá no fundo preto enquanto a câmera lentamente se aproxima até um superclose (recriado com Doris Day em 1951). Um show de iluminação e câmera. Depois, a girada e o rosto que se torna a Broadway. Depois começa o ruge-ruge do dia na cidade grande. Também há quem chegue da noitada. Para estes, o dia só começa de novo à noite e a noite é deles. O nightclub parece que é só do casal vivido por Dick Powell e Alice Brady. Eles são a única plateia para as dezenas de dançarinos que fazem aquelas coreografias gigantescas de Berkeley. E a câmera dança: o diretor-coreógrafo os filma em 90º de cima e até em 90º de baixo, mostrando as solas dos pés. Um delírio que cresce até terminar em tragédia.

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67. STREET DANCE TO RAISE MONEY, de A Pequena Rebelde (1935)
Com Shirley Temple e Bill “Bojangles” Robinson. Direção: David Butler.

Shriley Temple tinha 7 anos, Bill Robinson tinha 57. Eles formaram o primeiro casal de dançarinos inter-racial do cinema em cenas cheias de graça como esta, que nem foi a primeira (que aparecerá na lista mais tarde). Aqui, eles dançam na rua e passam o chapéu para arrumar fundos e salvar o pai da menina, prisioneiro na guerra civil americana. O filme tem sua dose de racismo (aquela coisa do “bom escravo”), mas, ao menos, registra o talento do genial Bojangles e ajudou a quebrou essa barreira: uma branca e um negro dançando juntos.

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66. ‘THE GOLD DIGGERS’ SONG (WE’RE IN THE MONEY)’, de Cavadoras de Ouro (1933)
Com Ginger Rogers e elenco. Direção: Mervyn LeRoy. Direção de dança e coreografia: Burby Berkeley. Canção de Harry Warren e Al Dubin.

“Estamos montadas na grana” é o que basicamente dizem as primeiras palavras de Cavadoras de Ouro, cantadas por Ginger Rogers. Do close de Ginger passamos para as outras as dançarinas e delas para o plano aberto em que vemos que se trata do ensaio de um número de teatro. A dupla ironia é que, sem o espetáculo, as dançarinas estarão quebradas; e o país inteiro estava ainda sobre os efeitos devastadores da Grande Depressão. Detalhe: em determinado trecho, Ginger canta em “pig-latin”, um jogo infantil de mudar palavras para transformá-las em código (meio como fazemos aqui com a língua do P).

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65. ‘STEP IN TIME’, de Mary Poppins (1961)
Com Dick van Dyke, Julie Andrews e elenco. Direção: Robert Stevenson. Coreografia: Marc Breaux e Dee Dee Wood. Canção de Richard M. Sherman e Robert B. Sherman.

Como as pessoas nas casas embaixo não reclamavam do barulho do incrível sapateado dos limpadores de chaminés em seus telhados? Deve fazer parte da magia de Mary Poppins, mas o fato é que a coreografia de extremo vigor tem poucas competidoras no quesito animação. A participação de Julie Andrews, na segunda metade do número, dá um charme extra e mil rodopios extras.

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64. ‘THINK’, de Os Irmãos Cara de Pau (1980)
Com Aretha Franklin, Matt Murphy, Carolyn Franklin, Brenda Bryant Corbett, Margaret Branch, Lou Marini, John Belushi, Dan Aykroyd. Direção: John Landis. Coreografia: Carlton Johnson. Canção de Ted White e Aretha Franklin.

A inigualável Aretha Franklin faz uma participação enérgica no filme com nova versão de seu sucesso de 1968. No restaurante meio fuleira do casal, Aretha dá uma prensa no maridão, Matt “Guitarra” Murphy, quando os Blues Brothers aparecem para convocá-lo (e ao sax “Blue” Lou Marini) para voltar à banda. Daqui a pouco, o plano que abre das três garotas do coro para os Blues Brothers participando da coreografia. E, sobre o balcão, Lou Marini fazendo uns passinhos. Tudo muito divertido.

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63. ‘EPILOGUE’, de La La Land — Cantando Estações (2016)
Com Emma Stone e Ryan Gosling. Direção: Damien Chazelle. Coreografia: Mandy Moore. Canção de Justin Hurwitz.

À moda de Sinfonia de Paris (1951), La La Land reservou uma fantasia musical para seu clímax. Aqui, ao reencontrar o amor do passado, a personagem de Emma Stone reimagina a própria história desde o momento em que o conheceu, mas com mudanças em que eles terminam juntos. Como o sonho é dela, ele é que abre mãos dos seus sonhos para segui-la. Diversos segmentos embalados em rebuscamento visual e citações de musicais clássicos. É lindo e é triste: uma lembrança do que poderia ter sido.

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62. ‘AQUARIUS’, de Hair (1979)
Com Renn Woods e elenco. Direção: Milos Forman. Coreografia: Twyla Tharp. Canção de Galt McDermot, Gerome Ragni e James Rado.

A música mais famosa de Hair é uma declaração filosófica na abertura, estabelecendo o que virá pela frente. O que acontecia no palco, ali ganhava o Central Park, com coreografia que inclui e ironias contra a autoridade (os hippies fazendo os cavalos dos policiais dançarem). Os protagonistas aparecem no número, mas sem cantar ou dançar. Quem canta é Renn Woods, com flores no cabelo e câmera sempre girando em torno, ela que havia feito Raízes em 1977, na TV.

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61. ‘STORMY WEATHER’, de Tesmpestade de Ritmos (1986)
Com Lena Horne e Katherine Dunham. Direção: Andrew L. Stone. Direção de dança: Nick Castle. Coreografia: Clarence Robinson. Canção de Harold Arlen e Ted Koehler.

A espetacular Lena Horne foi outra vítima do racismo em Hollywood. Grande cantora e muito linda, era relegada pela MGM a participações como cantora nos filmes, para que os números pudessem simplesmente ser cortados quando exibidos para as plateias racistas do sul dos Estados Unidos. Por isso, ela raramente teve a chance de ter um papel, muito menos de protagonista. Isto aconteceu em filmes como este, com elenco negro, dirigido a um “público negro”. Sua interpretação definitiva de “Stormy weather” mostra o que o cinema muitas vezes preferiu perder. O número tem aquela curiosidade de passar de um palco para uma realidade fantasiosa que não caberia num ambiente fechado. É onde aparece a dança de Katherine Dunham. Um dos grandes nomes negros da dança também como coreógrafa, ela fez carreira acadêmica no campo da antropologia da dança.

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160. ‘SO NEAR AND YET SO FAR’, de Ao Compasso do Amor (1941)
Com Fred Astaire e Rita Hayworth. Direção do filme: Sidney Lanfield. Coreografia: Robert Alton. Canção de Cole Porter.

Rita Hayworth foi uma das melhores parceiras de Fred Astaire, em dois filmes na Columbia. Rita com a responsabilidade cruel e suceder Ginger Rogers (cuja parceria com Astaire havia acabado dois anos antes): dançando demais, linda de morrer e antes ainda de virar um sex symbol supremo com Gilda, diga-se.

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159. ‘ONCE UPON A DREAM’, de A Bela Adormecida (1959)
Com Mary Costa e Bill Shirley. Direção: Clyde Geronimi. Canção de Sammy Fain e Jack Lawrence, baseado em Tchaikovsky.

Uma das animações mais lindas da Disney, a conclusão de uma era de ouro do estúdio, tem essa cena que é uma canção de “eu quero”, baseada no balé A Bela Adormecida de Tchaikovsky, e que é também um espécie de releitura de “Some day my prince will come”, de Branca de Neve e os Sete Anões. Visualmente é espetacular.

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158. ‘SHOES WITH WINGS ON’, de Ciúme, Sinal de Amor (1949)
Com Fred Astaire. Direção do filme: Charles Walters. Coreografia: Hermes Pan. Canção de Harry Warren e Ira Gershwin.

Fred Astaire gostava de experimentar com efeitos especiais. Aqui, ele trava um duelo de sapateado com vários pares de sapatos.

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157. ‘CELL BLOCK TANGO’, de Chicago (2002)
Com Catherine Zeta-Jones, Susan Misner, Denise Faye, Deidre Goodwin, Ekaterina Chtchelkanova e Mya. Direção do filme: Rob Marshall. Coreografia: Dion Beebe. Canção de John Kander e Fred Ebb.

As presidiárias contam suas histórias, de como foram parar na prisão por causa de homens, alternando o registro realista com o rebuscamento do número musical na mente de Roxy Hart. Para cada uma, foi assassinato, mas não um crime.

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156. ‘THE MAN THAT GOT AWAY’, de Nasce uma Estrela (1954)
Com Judy Garland. Direção: George Cukor. Canção de Harold Arlen e Ira Gershwin.

Judy, depois de demitida da Metro e longe do cinema por quatro anos, volta com tudo neste musical da Warner. Sua não vitória no Oscar daquele ano é um dos maiores escândalos da história do prêmio.

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155. ‘FLASHDANCE… WHAT A FEELING’, de Flashdance Em Ritmo de Embalo (1983)
Com Jennifer Beals. Direção: Adrian Lyne. Canção de Giorgio Moroder, Keith Forsey e Irene Cara.

Um musicaço (que ganhou o Oscar) e um número musical que marcou uma geração. Mas é todo construído na edição: Jennifer Beals tem uma dançarina como dublê de corpo, uma ginasta dá o salto no ar, um dançarino faz o break. Ia longe os dias de Fred Astaire fazendo tudo sem cortes.

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154. ‘ON THE ATCHISON, TOPEKA AND SANTA FE’, de As Garçonetes de Harvey (1946)
Com Judy Garland, Ray Bolger, Cyd Charisse e elenco. Direção: George Sidney. Canção de Harry Warren e Johnny Mercer.

A Atchison, Topeka e Santa Fé é a ferrovia por onde chega o trem à cidadezinha do Oeste onde se passa este musical, focado em um grupo de garçonetes da pioneira rede de restaurantes de Fred Harvey. A canção (vencedora do Oscar) tem uma longa introdução até efetivamente Judy Garland chegar e dominá-la. Um momento delicioso é o elenco evocando o movimento do trem no final.

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153. ‘LUCY IN THE SKY WITH DIAMONDS’, de Yellow Submarine (1968)
Com The Beatles. Direção: George Dunning. Canção de John Lennon e Paul McCartney.

Poucas coisas são mais psicodélicas que isso, essa imagens mudando de cor pintadas através de rotoscopia, mas com pinceladas propositalmente irregulares. O diretor George Dunning era um especialista neste tipo de animação a partir de pintura em vidro e supervisionou diretamente a sequência, que usou cenas de Fred Astaire e Ginger Rogers, Ruby Keeler e outros.

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152. ‘WITHOUT LOVE’, de Hairspray — Em Busca da Fama (2007)
Com Zac Efron, Nikki Blonsky, Amanda Bynes e Elijah Kelley. Direção: Adam Shankman. Canção de Marc Shaiman e Scott Wittman.

Em um musical, a canção pode unir personagens distantes. É o caso deste número, que versa com o humor sobre a falta de amor (“é como [a branquela] Doris Day no Teatro Apolo [do Harlem], é como só ter segundas e nunca domingos, é como a mamãe de dieta”), cantado por dois jovens casais — um deles, longe um do outro.

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151. ‘UNDER THE BAMBOO TREE’, de Agora Seremos Felizes (1944)
Com Judy Garland e Margaret O’Brien. Direção do filme: Vincente Minnelli. Coreografia: Charles Walters. Canção de Rosamond Johnson e Bob Cole.

A estrelíssima Judy une forças com a pequenina Margaret, um pequeno talento como a própria Judy um dia também havia sido. Com muito charme, elas são irmãs se apresentando numa festa para a a família.

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1 – CYD CHARISSE, por Cantando na Chuva

Posteriormente em Musas retroativas: 2ª em 1953, por A Roda da Fortuna; 6ª em 1954, por A Lenda dos Beijos Perdidos; 5ª em 1955, por Dançando nas Nuvens; 20ª em 1956, por Viva Las Vegas; 1ª em 1957, por Meias de Seda; 5ª em 1958, por A Bela do Bas-Fond.

Cyd Charisse não diz uma palavra em Cantando na Chuva. Vinha de papéis pequenos e muitas vezes com aparições apenas como dançarina anônima. Aqui, é o sonho de Gene Kelly na fantasia “Broadway melody ballet”, praticamente um curta-metragem dentro do filme, todo contado em canto e dança. Cyd é a mulher fatal de pernas descomunais que desperta a paixão do dançarino iniciante e que vai rencontrá-lo quando ele for famoso. Apesar de Debbie Reynolds e Jean Hagen, o impacto de Cyd na tela é difícil de esquecer ou superar. Não à toa, virou estrela da Metro a partir daqui, passando a estrelar alguns grandes musicais. O top 5 tem outras musas no começo do estrelato: Grace Kelly, a esposa (que não aceita violência) do xerife em Matar ou Morrere Marilyn Monroe em cinco (!) filmes, incluindo a secretária já com seu tipo de inocente sedutora em A Invenção da Mocidade. E, mais abaixo, Brigitte Bardot e Liz Taylor. Única aparição: Jean Hagen, Zsa Zsa Gabor, Debbie Reynolds, Claire Bloom. Brasileiras na lista: nenhuma.

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2 – GRACE KELLY, por Matar ou Morrer

Posteriormente em Musas retroativas: 8ª em 1953, por Mogambo; 1ª em 1954, por Janela Indiscreta, por Disque M para Matar, por Amar É Sofrer e por Tentação Verde; 2ª em 1955, por Ladrão de Casaca; 2ª em 1956, por Alta Sociedade e por O Cisne.

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3 – LANA TURNER, por Assim Estava Escrito

Posteriormente em Musas retroativas: 14ª em 1954, por Atraiçoado; 8ª em 1955, por O Filho Pródigo e por Mares Violentos; 18ª em 1957, por A Caldeira do Diabo; 15ª em 1959, por Imitação da Vida.

04-marilyn-monroe-a 04-marilyn-monroe-b EXTRAIT DU FILM "LE DEMON S'EVEILLE LA NUIT" 04-marilyn-monroe-d 04-marilyn-monroe-e

4 – MARILYN MONROE, por O Inventor da Mocidade, por Almas Desesperadas, por Só a Mulher Peca, por Travessuras de Casados e por Páginas da Vida

Posteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1953, por Os Homens Preferem as Louras, por Torrentes de Paixão e por Como Agarrar um Milionário; 3ª em 1954, por O Mundo da Fantasia e por O Rio das Almas Perdidas; 1ª em 1955, por O Pecado Mora ao Lado; 4ª em 1956, por Nunca Fui Santa; 3ª em 1957, por O Príncipe e a Corista; 2ª em 1959, por Quanto Mais Quente Melhor; 11ª em 1960, por Adorável Pecadora; 2ª em 1961, por Os Desajustados; 1ª em 1962, por Something’s Got to Give.

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5 – MAUREEN O’HARA, por Depois do Vendaval

Posteriormente em Musas retroativas: 16ª em 1955, por A Paixão de uma Vida.

Gina Lollobrigida in Christian-Jaque'sÊFANFAN LA TULIPEÊ(1952).

6 – GINA LOLLOBRIGIDA, por Fanfan la Tulipe

Posteriormente em Musas retroativas: 8ª em 1953, por Pão, Amor e Fantasia e por O Diabo Riu por Último; 8ª em 1959, por Salomão e a Rainha de Sabá; 9ª em 1961, por Quando Setembro Vier; 14ª em 1971, por A Quadrilha da Fronteira.

Ava Gardner

7 – AVA GARDNER, por As Neves do Kilimanjaro

Posteriormente em Musas retroativas: 6ª em 1953, por Mogambo; 10ª em 1954, por A Condessa Descalça; 16ª em 1957, por E Agora Brilha o Sol; 11ª em 1958, por A Maja Desnuda.

Eleanor Parker

8 – ELEANOR PARKER, por Scaramouche

Posteriormente em Musas retroativas: 20ª em 1954, por A Selva Nua e por O Vale dos Reis; 15ª em 1956, por O Homem do Braço de Ouro.

Jean Hagen

9 – JEAN HAGEN, por Cantando na Chuva

Zsa Zsa Gabor

10 – ZSA ZSA GABOR, por Moulin Rouge

Ingrid Bergman

11 – INGRID BERGMAN, por Europa 51

Posteriormente em Musas retroativas: 7ª em 1954, por Romance na Itália; 10ª em 1956, por Anastácia, a Princesa Esquecida; 17ª em 1958, por Indiscreta e por A Morada da Sexta Felicidade; 15ª em 1969, por Flor de Cacto.

Debbie Reynolds

12 – DEBBIE REYNOLDS, por Cantando na Chuva

Rita Hayworth

13 – RITA HAYWORTH, por Uma Viúva em Trinidad

Posteriormente em Musas retroativas: 10ª em 1953, por Salomé e por A Mulher de Satã.

Jean Peters

14 – JEAN PETERS, por Viva Zapata

Posteriormente em Musas retroativas: 14ª em 1953, por Anjo do Mal.

Brigitte Bardot In 'Girl In The Bikini'

15 – BRIGITTE BARDOT, por Manina

Posteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1956, por E Deus Criou a Mulher; 3ª em 1958, por Amar É Minha Profissão e por Vingança de Mulher; 5ª em 1960, por A Verdade; 2ª em 1963, por O Desprezo; 6ª em 1965, por Viva Maria!; 11ª em 1968, por Shalako.

Gloria Grahame Gloria Grahame - O Maior Espetáculo da Terra

16 – GLORIA GRAHAME, por Assim Estava Escrito e por O Maior Espetáculo da Terra

Posteriormente em Musas retroativas: 15ª em 1953, por Os Corruptos.

Janet Leigh

17 – JANET LEIGH, por Scaramouche

Posteriormente em Musas retroativas: 11ª em 1953, por O Preço de um Homem, por Que Delícia o Amor e por Houdini, o Homem Miraculoso; 6ª em 1958, por A Marca da Maldade; 11ª em 1960, por Psicose.

Elizabeth Taylor

18 – ELIZABETH TAYLOR, por Ivanhoé, o Vingador do Rei

Posteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1954, por No Caminho dos Elefantes e por A Última Vez que Vi Paris; 3ª em 1956, por Assim Caminha a Humanidade; 1ª em 1958, por Gata em Teto de Zinco Quente; 1ª em 1959, por De Repente, no Último Verão; 2ª em 1960, por Disque Butterfield 8; 3ª em 1963, por Cleópatra; 15ª em 1965, por Adeus às Ilusões; 18ª em 1970, por Jogo de Paixões.

Marlene Dietrich

19 – MARLENE DIETRICH, por O Diabo Feito Mulher

Posteriormente em Musas retroativas: 17ª em 1957, por Testemunha de Acusação.

Claire Bloom

20 – CLAIRE BLOOM, por Luzes da Ribalta


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Audrey Hepburn em "A Princesa e o Plebeu"

1 – AUDREY HEPBURN, por A Princesa e o Plebeu

Posteriormente em Musas retroativas: 2ª em 1954, por Sabrina; 7ª em 1956, por Guerra e Paz; 2ª em 1957, por Cinderela em Paris e por Amor na Tarde; 10ª em 1959, por Uma Cruz à Beira do Abismo e por A Flor que Não Morreu; 12ª em 1960, por O Passado Não Perdoa; 1ª em 1961, por Bonequinha de Luxo e por Infâmia; 7ª em 1963, por Charada; 9ª em 1964, por My Fair Lady e por Quando Paris Alucina; 3ª, em 1966, por Como Roubar um Milhão de Dólares; 8ª em 1967, por Um Caminho para Dois e por Um Clarão nas Trevas; 16ª em 1976, por Robin e Marian

A aparição impactante e encantadora de Audrey Hepburn para o mundo em A Princesa e o Plebeu garantiu o Oscar daquele ano e o alto do pódio na nossa lista. Sua princesa que tira um dia de folga em Roma, corta o cabelo, vive aventuras e se apaixona é inesquecível. Uma estreia como poucas. O que enobrece a vitória é o pódio completado por uma Cyd Charisse impressionante com suas pernas intermináveis em A Roda da Fortuna e Marilyn Monroe triplamente no ano em que virou uma estrela – com destaque para a cena icônica em que, tão sinuosa quanto engraçada, canta as qualidades dos diamantes. E olha que o ano ainda teve Deborah Kerr no beijo mais famoso do cinema, Ava Gardner, Grace Kelly, Rita Hayworth… Primeira aparição: Audrey Hepburn, Harrie Andersson, Deborah Kerr, Jean Simmons, Alida Valli, Lauren Bacall, Jennifer Jones. Última aparição: Gloria Grahame, Jean Peters, Rita Hayworth, Única aparição: Donna Reed, Jane Russell, Setsuko Hara, Gene Tierney. Brasileiras na lista: nenhuma.

Cyd Charisse em "A Roda da Fortuna"

2 – CYD CHARISSE, por A Roda da Fortuna

Anteriormente em Musas retroativas1ª em 1952, por Cantando na ChuvaPosteriormente em Musas retroativas: 6ª em 1954, por A Lenda dos Beijos Perdidos; 5ª em 1955, por Dançando nas Nuvens; 20ª em 1956, por Viva Las Vegas; 1ª em 1957, por Meias de Seda; 5ª em 1958, por A Bela do Bas-Fond.

Marilyn Monroe em "Os Homens Preferem as Louras" Marilyn Monroe em "Torrentes de Paixão" Marilyn Monroe em "Como Agarrar um Milionário"

3 – MARILYN MONROE, por Os Homens Preferem as Louras, por Torrentes de Paixão e por Como Agarrar um Milionário

Anteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1952, por O Inventor da Mocidade, por Almas Desesperadas, por Só a Mulher Peca, por Travessuras de Maridos e por Páginas da Vida. Posteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1954, por O Mundo da Fantasia e por O Rio das Almas Perdidas; 1ª em 1955, por O Pecado Mora ao Lado; 4ª em 1956, por Nunca Fui Santa; 3ª em 1957, por O Príncipe e a Corista; 2ª em 1959, por Quanto Mais Quente Melhor; 11ª em 1960, por Adorável Pecadora; 2ª em 1961, por Os Desajustados; 1ª em 1962, por Something’s Got to Give.

Harriet Andersson em "Mônica e o Desejo" Harriet Andersson em "Noites de Circo"

4 – HARRIET ANDERSSON, por Mônica e o Desejo e por Noites de Circo

Posteriormente em Musas retroativas: 10ª em 1961, por Através do Espelho.

Deborah Kerr em "A um Passo da Eternidade"

5 – DEBORAH KERR, por A um Passo da Eternidade

Posteriormente em Musas retroativas: 15ª em 1955, por Pelo Amor de Meu Amor; 18ª em 1956, por O Rei e Eu e por Chá e Simpatia; 10ª em 1957, por Tarde Demais para Esquecer e por O Céu É Testemunha; 17ª em 1959, por Crepúsculo Vermelho.

Ava Gardner em "Mogambo"

6 – AVA GARDNER, por Mogambo

Anteriormente em Musas retroativas5ª em 1952, por As Neves do KilimanjaroPosteriormente em Musas retroativas: 10ª em 1954, por A Condessa Descalça; 16ª em 1957, por E Agora Brilha o Sol; 11ª em 1958, por A Maja Desnuda.

Donna Reed em "A um Passo da Eternidade"

7 – DONNA REED, por A um Passo da Eternidade

Grace Kelly em "Mogambo"

8 – GRACE KELLY, por Mogambo

Anteriormente em Musas retroativas: 2ª em 1952, por Matar ou Morrer. Posteriormente em Musas retroativas: 2ª em 1952, por Matar ou Morrer; 1ª em 1954, por Janela Indiscreta, por Disque M para Matar, por Amar É Sofrer e por Tentação Verde; 2ª em 1955, por Ladrão de Casaca; 2ª em 1956, por Alta Sociedade e por O Cisne.

Gina Lollobrigida em "Pão, Amor e Fantasia" Gina Lollobrigida em "O Diabo Riu por Último"

9 – GINA LOLLOBRIGIDA, por Pão, Amor e Fantasia e por O Diabo Riu por Último

Anteriormente em Musas retroativas: 6ª em 1952, por Fanfan la TulipePosteriormente em Musas retroativas: 8ª em 1959, por Salomão e a Rainha de Sabá; 9ª em 1961, por Quando Setembro Vier; 14ª em 1971, por A Quadrilha da Fronteira.

Rita Hayworth em "Salomé" Rita Hayworth em "A Mulher de Satã"

10 – RITA HAYWORTH, por Salomé e por A Mulher de Satã

Anteriormente em Musas retroativas: 13ª em 1952, por Uma Viúva em Trinidad.

Janet Leigh (O Preço de um Homem) janet Leigh em "Que Delícia o Amor" Janet Leigh em "Houdini, o Homem Miraculoso"

11 – JANET LEIGH, por O Preço de um HomemQue Delícia o Amor e por Houdini, o Homem Miraculoso

Anteriormente em Musas retroativas17ª em 1952, por ScaramouchePosteriormente em Musas retroativas: 6ª em 1958, por A Marca da Maldade; 11ª em 1960, por Psicose.

Jean Simmons em "O Manto Sagrado" Jean Simmons em "Papai Não Quer" Jean Simmons em "A Rainha virgem"

12 – JEAN SIMMONS, por O Manto Sagrado, por Papai Não Quer e por A Rainha Virgem

Posteriormente em Musas retroativas: 15ª em 1954, por Desirée, o Amor de Napoleão; 8ª em 1958, por Da Terra Nascem os Homens;  7ª em 1960, por Spartacus e por Entre Deus e o Pecado.

Marilyn Monroe e Jane Russell em "Os Homens Preferem as Louras"  Jane Russell em "Um Romance em Paris"

13 – JANE RUSSELL, por Os Homens Preferem as Louras e por Um Romance em Paris

Jean Peters em "Anjo do Mal"

14 – JEAN PETERS, por Anjo do Mal

Anteriormente em Musas retroativas: 14ª em 1952, por Viva Zapata.

Gloria Grahame em "Os Corruptos"

15 – GLORIA GRAHAME, por Os Corruptos

Anteriormente em Musas retroativas: 16ª em 1952, por Assim Estava Escrito e por O Maior Espetáculo da Terra.

Alida Valli em "Nós, as Mulheres"

16 – ALIDA VALLI, por Nós, as Mulheres

Posteriormente em Musas retroativas: 8ª em 1954, por Sedução da Carne.

Setsuko Hara em "Era uma Vez em Tóquio"

17 – SETSUKO HARA, por Era uma Vez em Tóquio

Lauren Bacall em "Como Agarrar um Milionário"

18 – LAUREN BACALL, por Como Agarrar um Milionário

Posteriormente em Musas retroativas: 17ª em 1955, por Rota Sagrenta; 19ª em 1956, por Palavras ao Vento; 5ª em 1957, por Teu Nome É Mulher.

Gene Tierney em "Nunca Me Deixes Ir"

19 – GENE TIERNEY, por Como Agarrar um Milionário

Jennifer Jones em "O Diabo Riu por Último" Jennifer Jones em "Quando a Mulher Erra"

20 – JENNIFER JONES, por O Diabo Riu por Último e por Quando a Mulher Erra

Posteriormente em Musas retroativas: 7ª em 1955, por Suplício de uma Saudade; 14ª em 1957, por Adeus às Armas.

 


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