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Blow Up - Depois Daquele Beijo-21

David Hemmings em “Blow Up”: a captura enigmática de uma atmosfera

BLOW UP – DEPOIS DAQUELE BEIJO
Sem borda - 04 estrelas

Há um mistério em Blow Up e ele é bem mais o próprio filme que o assassinato que o fotógrafo Thomas, vivido por David Hemmings, parece descobrir nas ampliações de fotos despretensiosas tiradas por ele num parque. Como bom mistério, o diretor Michelangelo Antonioni deixa pistas verdadeiras e falsas e convida o espectador a desvendar os sentidos do que desenrola na tela.

O filme começa e termina com um grupo de mímicos em cena. A princípio, eles cruzam gratuitamente o caminho do fotógrafo, que vinha de fotografar desvalidos, como um deles, mas entra em seu carrão e parte para o estúdio, onde vai conduzir sessões com belas modelos. No fim, ele os reencontra naquele clássico jogo de tênis sem bola. Mas que, ainda assim, sai da quadra e que ele recolhe no gramado e devolve. Para em seguida ouvirmos o som da bola inexistente.

Enigmático (é baseado em conto de Julio Cortázar, que faz uma ponta no filme), Blow Up deixa a cargo do espectador dar tratos à bola para decifrar enigmas como esse. O fotógrafo amplia as fotos, percebe um rosto assustado, descobre um homem armado nos arbustos, vê o que pode ser um corpo caído nas imagens granuladas. Quem matou? Quem morreu? Por que motivo? Houve mesmo um crime?

Em termos de narrativa, sobressaem-se os planos belos e rigorosos de Antonioni. No pano de fundo, mas talvez até de maior importância, está a captura de um momento particular da história da capital inglesa: a atmosfera efervescente da Swinging London, a moda, a música.

Talvez Blow Up seja um filme maior pela soma das partes (o show de rock dos Yardbirds com a plateia impassível, mas que se solta quando Jeff Beck destrói sua guitarra; a sessão de fotos com a realmente famosa modelo Veruschka, pelo chão; além das já citadas) do que pelo todo. Ou será maior pelo todo, tão sedutor quanto enigmático?

Blow Up – Depois Daquele Beijo. Blowup. Reino Unido/ Itália/ Estados Unidos, 1966. Direção: Michelangelo Antonioni. Elenco: David Hemmings, Vanessa Redgrave, Sarah Miles, Jane Birkin, Veruschka von Lehndorff, The Yardbirds (Jeff Beck, Jimmy Page, Keith Relf).

Raquel Welch em “Um Milhão de Anos Antes de Cristo”

Raquel Welch em “Viagem Fantástica”

1 – RAQUEL WELCH, por Um Milhão de Anos Antes de Cristo e por Viagem Fantástica

Posteriormente em Musas retroativas: 13ª em 1967, por O Diabo É Meu Sócio; 7ª em 1973, por Os Três Mosqueteiros; 6ª em 1974, por A Vingança de Milady; 5ª em 1977, por O Príncipe e o Mendigo.

A passagem do tempo, no filme Um Sonho de Liberdade (1994), é marcada por três posters colocado na parede da cela de prisão de Tim Robbins: Rita Hayworth, em Gilda (os anos 1940); Marilyn Monroe, em O Pecado Mora ao Lado (os anos 1950); e… Raquel Welch, em Um Milhão de Anos Antes de Cristo. A despeito dos outros dois também serem grandes filmes, este último… Bem, Raquel Welch estava acima disso, e se foi preciso um filme que colocou homens e dinossauros contracenando para colocá-la vestindo aquele biquíni pré-histórico, então ainda bem que ele foi feito. No mesmo ano, ela também fez Viagem Fantástica, cobertíssima (mas em um uniforme justíssimo). Julie Christie ficou em segundo com o papel duplo de Fahrenheit 451 e Audrey Hepburn fechou o pódio. As italianas Claudia Cardinale e Monica Vitti vieram logo atrás. O filme que mais rendeu musas foi Blow Up – Depois Daquele Beijo: quatro. Primeira aparição: Raquel Welch, Vanessa Redgrave, Jane Birkin. Última aparição: Monica Vitti, Bibi Andersson, Anouk Aimée, Sarah Miles. Única aparição: Veruschka von Lehndorff, Lee Meriwether, Barbara Shelley. Brasileiras na lista: nenhuma.

Julie Christie em “Fahrenheit 451”

2 – JULIE CHRISTIE, por Fahrenheit 451

Anteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1965, por Doutor Jivago e também por Darling, a que Amou Demais. Posteriormente em Musas retroativas: 10ª em 1971, por Jogos & Trapaças – Onde os Homens São Homens; 3ª em 1973, por Inverno de Sangue em Veneza; 2ª em 1975, por Shampoo.

Audrey Hepburn em “Como Roubar um Milhão de Dólares”

3 – AUDREY HEPBURN, por Como Roubar um Milhão de Dólares

Anteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1953, por A Princesa e o Plebeu2ª em 1954, por Sabrina; 7ª em 1956, por Guerra e Paz; 2ª em 1957, por Cinderela em Paris e por Amor na Tarde; 10ª em 1959, por Uma Cruz à Beira do Abismo e por A Flor que Não Morreu; 12ª em 1960, por O Passado Não Perdoa; 1ª em 1961, por Bonequinha de Luxo e por Infâmia;7ª em 1963, por Charada; 9ª em 1964, por My Fair Lady e por Quando Paris Alucina. Posteriormente em Musas retroativas: 8ª em 1967, por Um Caminho para Dois e por Um Clarão nas Trevas; 16ª em 1976, por Robin e Marian.

Claudia Cardinale em “Os Profissionais”

4 – CLAUDIA CARDINALE, por Os Profissionais

Anteriormente em Musas retroativas: 17ª em 1960, por Rocco e Seus Irmãos; 11ª em 1961, por A Moça com a Valise;1ª em 1963, por , por O Leopardo e por A Pantera Cor-de-Rosa. Posteriormente em Musas retroativas: 2ª em 1968, por Era uma Vez no Oeste.

Monica Vitti em “Modesty Blaise”

5 – MONICA VITTI, por Modesty Blaise

Anteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1960, por A Aventura; 5ª em 1961, por A Noite; 7ª em 1962, por O Eclipse; 14ª em 1964, por O Deserto Vermelho.

Michèle Mercier em “Angélica e o Rei”

6 – MICHÈLE MERCIER, por Angélica e o Rei

Anteriormente em Musas retroativas: 13ª em 1960, por Atire no Pianista; 7ª em 1964, por Angélica, a Marquesa dos Anjos; 11ª em 1965, por Maravilhosa Angélica. Posteriormente em Musas retroativas: 11ª em 1967, por Indomável Angélica.

Veruschka Von Lehndorff em “Blow Up – Depois Daquele Beijo”

7 – VERUSCHKA VON LEHNDORFF, por Blow Up – Depois Daquele Beijo

Jane Fonda em “Caçada Humana”

8 – JANE FONDA, por Caçada Humana

Anteriormente em Musas retroativas: 5ª em 1965, por Dívida de Sangue. Posteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1967, por Descalços no Parque; 1ª em 1968, por Barbarella; 5ª em 1969, por A Noite dos Desesperados; 4ª em 1971, por Klute – O Passado Condena; 19ª em 1972, por Tout Va Bien; 7ª em 1977, por Julia; 2ª em 1978, em Amargo Regresso; 15ª em 1979, por Síndrome da China e por O Cavaleiro Elétrico; 13ª em 1981, por Num Lago Dourado e por Amantes & Finanças.

Bibi Andersson em "Persona - Quando Duas Mulheres Pecam"

Bibi Andersson em “Persona – Quando Duas Mulheres Pecam”

9 – BIBI ANDERSSON, por Persona – Quando Duas Mulheres Pecam

Anteriormente em Musas retroativas: 6ª em 1957, por O Sétimo Selo e por Morangos Silvestres.

Anouk Aimée em “Um Homem, uma Mulher”

10 – ANOUK AIMÉE, por Um Homem, uma Mulher

Anteriormente em Musas retroativas: 19ª em 1960, por A Doce Vida; 7ª em 1961, por Lola, a Flor Proibida; 15ª em 1963, por .

Vanessa Redgrave em “Blow Up – Depois Daquele Beijo”

11 – VANESSA REDGRAVE, por Blow Up – Depois Daquele Beijo

Posteriormente em Musas retroativas: 19ª em 1967, por Camelot; 12ª em 1968, por Isadora.

Lee Meriwether em “Batman, o Homem-Morcego”

12 – LEE MERIWETHER, por Batman, o Homem-Morcego

Natalie Wood em “Esta Mulher É Proibida”

13 – NATALIE WOOD, por Esta Mulher É Proibida

Anteriormente em Musas retroativas: 6ª em 1955, por Juventude Transviada; 10ª em 1958, por Até o Último Alento; 3ª em 1961, por Clamor do Sexo e por Amor, Sublime Amor; 10ª em 1962, por Em Busca de um Sonho; 3ª em 1964, por Médica, Bonita e Solteira; 4ª em 1965, por A Corrida do Século. Posteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1969, por Bob & Carol & Ted & Alice.

Sophia Loren em “Arabesque”

14 – SOPHIA LOREN, por Arabesque

Anteriormente em Musas retroativas: 12ª em 1954, por Duas Noites com Cleópatra e por A Invasão dos Bárbaros; 11ª em 1957, por A Lenda da Estátua Nua, por Orgulho e Paixão e por A Lenda dos Desaparecidos; 19ª em 1958, por Tentação Morena, por A Orquídea Negra, por Desejo e por A Chave; 4ª em 1960, por Duas Mulheres, por Começou em Nápoles e por The Millionairess; 14ª em 1961, por El Cid;6ª em 1962, por Boccaccio ’70; 4ª em 1963, por Ontem, Hoje e Amanhã; 8ª em 1964, por Matrimônio à Italiana e por A Queda do Império Romano. Posteriormente em Musas retroativas: 20ª em 1967, por A Condessa de Hong Kong; 5ª em 1972, por O Homem de La Mancha.

Angie Dickinson em “Caçada Humana”

15 – ANGIE DICKINSON, por Caçada Humana

Anteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1959, por Onde Começa o Inferno; 15ª em 1960, por Onze Homens e um Segredo;12ª em 1962, por Candelabro ItalianoPosteriormente em Musas retroativas: 7ª em 1967, por À Queima-Roupa; 17ª em 1980, por Vestida para Matar.

Candice Bergen em “O Canhoneiro do Yang-Tsé”

16 – CANDICE BERGEN, por O Canhoneiro do Yang-Tsé

Sarah Miles em “Blow Up – Depois Daquele Beijo”

17 – SARAH MILES, por Blow Up – Depois Daquele Beijo

Anteriormente em Musas retroativas: 20ª em 1963, por O Criado.

Ursula Andress em “Crepúsculo das Águias”

18 – URSULA ANDRESS, por Crepúsculo das Águias

Anteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1962, por 007 contra o Satânico Dr. No; 10ª em 1963, por O Seresteiro de Acapulco; 18ª em 1965, por A Deusa da Cidade Perdida e por O que É que Há, Gatinha?. Posteriormente em Musas retroativas: 12ª em 1967, por Cassino Royale; 19ª em 1979, por O Quinto Mosqueteiro.

Barbara Shelley em “Drácula, o Príncipe das Trevas”

19 – BARBARA SHELLEY, por Drácula, o Príncipe das Trevas

Jane Birkin em “Blow Up – Depois Daquele Beijo”

20 – JANE BIRKIN, por Blow Up – Depois Daquele Beijo

Posteriormente em Musas retroativas: 20ª em 1966, por Blow Up – Depois Daquele Beijo; 12ª em 1976, por Paixão Selvagem.

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Leila Diniz em “Todas as Mulheres do Mundo”

1 – LEILA DINIZ, por Todas as Mulheres do Mundo

Posteriormente em Musas retroativas: 7ª em 1968, por Edu, Coração de Ouro.

Outro ano dificílimo para escolher a musa. Qualquer uma das seis primeiras poderiam ser a escolhida, em outros anos (Leila, Deneuve, Jane, Faye, Sharon, Katharine – que escrete!). E, entre as duas primeiras, a dúvida persiste, pra mim, até agora. É difícil não dar a vitória a Catherine Deneuve, em um de seus papéis mais sedutores: a dona de casa de vira prostituta durante o dia, meu Deus! No frigir dos ovos, ela até pode ser mais vistosa, mas o que era Leila Diniz, gente? É a musa não só de um filme ou de um diretor (Domingos de Oliveira, seu ex-namorado que dedicou a ela essa declaração de amor fílmica que é Todas as Mulheres do Mundo e o papel de Maria Alice), e nao é só a musa do cinema brasileiro, mas de uma geração inteira. A mulher que fez uma revolução sem ter o menor interesse nisso. Seu encanto brejeiro, de vizinha da rua, está imortalizado nesse filme. E, com quatro belas atrizes, talvez Cassino Royale seja o filme recordista em emplacar musas numa mesma lista (não sei, não fiz a conta). Primeira aparição: Leila Diniz, Faye Dunaway, Katharine Ross, Jacqueline Bisset, Suzy Kendall. Última aparição: Michèle Mercier. Única aparição: Sharon Tate, Joanna Pettet, Barbara Bouchet, Katharine Houghton, Jitka Bendova. Brasileiras na lista: Leila Diniz.

Catherine Deneuve em “A Bela da Tarde”

Catherine Deneuve em “Duas Garotas Românticas”

2 – CATHERINE DENEUVE, por A Bela da Tarde e por Duas Garotas Românticas

Anteriormente em Musas retroativas: 10ª em 1964, por Os Guarda-Chuvas do Amor; 2ª em 1965, por Repulsa ao Sexo. Posteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1969, por A Sereia do Mississipi; 1ª em 1970, por Tristana – Uma Paixão Mórbida; 4ª em 1980, por O Último Metrô; 1ª em 1983, por Fome de Viver.

Jane Fonda em “Descalços no Parque”

3 – JANE FONDA, por Descalços no Parque

Anteriormente em Musas retroativas: 5ª em 1965, por Dívida de Sangue; 8ª em 1966, por Caçada Humana. Posteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1968, por Barbarella; 5ª em 1969, por A Noite dos Desesperados; 4ª em 1971, por Klute – O Passado Condena; 19ª em 1972, por Tout Va Bien; 7ª em 1977, por Julia; 2ª em 1978, em Amargo Regresso; 15ª em 1979, por Síndrome da China e por O Cavaleiro Elétrico; 13ª em 1981, por Num Lago Dourado e por Amantes & Finanças.

Faye Dunaway em “Bonnie & Clyde – Uma Rajada de Balas”

4 – FAYE DUNAWAY, por Bonnie & Clyde – Uma Rajada de Balas

Posteriormente em Musas retroativas: 10ª em 1968, por Crown, o Magnífico; 17ª em 1970, por Pequeno Grande Homem; 14ª em 1973, por Os Três Mosqueteiros; 10ª em 1974, por A Vingança de Milady, por Chinatown e por Inferno na Torre; 5ª em 1975, por Três Dias do Condor; 5ª em 1976, por Rede de Intrigas.

Sharon Tate em “A Dança dos Vampiros”

5 – SHARON TATE, por A Dança dos Vampiros

Katharine Ross em “A Primeira Noite de um Homem”

6 – KATHARINE ROSS, por A Primeira Noite de um Homem

Posteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1969, por Butch Cassidy.

Angie Dickinson em “À Queima-Roupa”

7 – ANGIE DICKINSON, por À Queima-Roupa

Anteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1959, por Onde Começa o Inferno; 15ª em 1960, por Onze Homens e um Segredo; 12ª em 1962, por Candelabro Italiano; 15ª em 1966, por Caçada Humana. Posteriomente em Musas retroativas: 17ª em 1980, por Vestida para Matar.

Audrey Hepburn em “Um Caminho para Dois”

Audrey Hepburn em “Um Clarão nas Trevas”

8 – AUDREY HEPBURN, por Um Caminho para Dois e por Um Clarão nas Trevas

Anteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1953, por A Princesa e o Plebeu2ª em 1954, por Sabrina; 7ª em 1956, por Guerra e Paz;2ª em 1957, por Cinderela em Paris e por Amor na Tarde; 10ª em 1959, por Uma Cruz à Beira do Abismo e por A Flor que Não Morreu; 12ª em 1960, por O Passado Não Perdoa; 1ª em 1961, por Bonequinha de Luxo e por Infâmia;7ª em 1963, por Charada; 9ª em 1964, por My Fair Lady e por Quando Paris Alucina; 3ª, em 1966, por Como Roubar um Milhão de Dólares. Posteriormente em Musas retroativas: 16ª em 1976, por Robin e Marian.

Joanna Pettet em “Cassino Royale”

9 – JOANNA PETTET, por Cassino Royale

Barbara Bouchet em “Cassino Royale”

10 – BARBARA BOUCHET, por Cassino Royale

Michèle Mercier em “Indomável Angélica”

11 – MICHÈLE MERCIER, por Indomável Angélica

Anteriormente em Musas retroativas: 13ª em 1960, por Atire no Pianista; 7ª em 1964, por Angélica, a Marquesa dos Anjos; 11ª em 1965, por Maravilhosa Angélica; 6ª em 1966, por Angélica e o Rei.

Ursula Andress em “Cassino Royale”

12 – URSULA ANDRESS, por Cassino Royale

Anteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1962, por 007 contra o Satânico Dr. No; 10ª em 1963, por O Seresteiro de Acapulco; 18ª em 1965, por A Deusa da Cidade Perdida e por O que É que Há, Gatinha?; 18ª em 1966, por Crepúsculo das ÁguiasPosteriormente em Musas retroativas: 19ª em 1979, por O Quinto Mosqueteiro.

Raquel Welch em “O Diabo É Meu Sócio”

13 – RAQUEL WELCH, por O Diabo É Meu Sócio

Anteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1966, por Um Milhão de Anos Antes de Cristo e por Viagem Fantástica. Posteriormente em Musas retroativas: 7ª em 1973, por Os Três Mosqueteiros; 6ª em 1974, por A Vingança de Milady; 5ª em 1977, por O Príncipe e o Mendigo.

Jacqueline Bisset em “Cassino Royale”

14 – JACQUELINE BISSET, por Cassino Royale

Posteriormente em Musas retroativas: 6ª em 1968, por Bullitt; 3ª em 1970, por Aeroporto; 7ª em 1972, por Roy Bean, o Homem da Lei; 1ª em 1973, por A Noite Americana; 8ª em 1974, por Assassinato no Orient Express.

Anne Bancroft em “A Primeira Noite de um Homem”

15 – ANNE BANCROFT, por A Primeira Noite de um Homem

Suzy Kendall, em "Ao Mestre, com Carinho"

Suzy Kendall, em “Ao Mestre, com Carinho”

16 – SUZY KENDALL, por Ao Mestre, com Carinho

Posteriormente em Musas retroativas: 14ª em 1970, por O Pássaro das Plumas de Cristal.

Katharine Houghton em “Adivinhe Quem Vem para Jantar”

17 – KATHARINE HOUGHTON, por Adivinhe Quem Vem para Jantar

Jitka Bendova em “Trens Estreitamente Vigiados”

18 – JITKA BENDOVA, por Trens Estreitamente Vigiados

Vanessa Redgrave em “Camelot”

19 – VANESSA REDGRAVE, por Camelot

Anteriormente em Musas retroativas: 11ª em 1966, por Blow Up – Depois Daquele Beijo. Posteriormente em Musas retroativas: 12ª em 1968, por Isadora.

Sophia Loren em “A Condessa de Hong Kong”

20 – SOPHIA LOREN, por A Condessa de Hong Kong

Anteriormente em Musas retroativas: 12ª em 1954, por Duas Noites com Cleópatra e por A Invasão dos Bárbaros; 11ª em 1957, por A Lenda da Estátua Nua, por Orgulho e Paixão e por A Lenda dos Desaparecidos; 19ª em 1958, por Tentação Morena, por A Orquídea Negra, por Desejo e por A Chave; 4ª em 1960, por Duas Mulheres, por Começou em Nápoles e por The Millionairess; 14ª em 1961, por El Cid;6ª em 1962, por Boccaccio ’70; 4ª em 1963, por Ontem, Hoje e Amanhã; 8ª em 1964, por Matrimônio à Italiana e por A Queda do Império Romano; 14ª em 1966, por Arabesque. Posteriormente em Musas retroativas: 5ª em 1972, por O Homem de La Mancha.

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Jane Fonda em "Barbarella"

Jane Fonda em “Barbarella”

1 – JANE FONDA, por Barbarella

Anteriormente em Musas retroativas: 5ª em 1965, por Dívida de Sangue; 8ª em 1966, por Caçada Humana; 3ª em 1967, por Descalços no Parque. Posteriormente em Musas retroativas: 5ª em 1969, por A Noite dos Desesperados; 4ª em 1971, por Klute – O Passado Condena; 19ª em 1972, por Tout Va Bien; 7ª em 1977, por Julia; 2ª em 1978, em Amargo Regresso; 15ª em 1979, por Síndrome da China e por O Cavaleiro Elétrico; 13ª em 1981, por Num Lago Dourado e por Amantes & Finanças.

O strip-tease na gravidade zero nos créditos iniciais de Barbarella é um dos maiores momentos eróticos do cinema. O filme não acerta tanto o tom da comédia de ficção científica, mas quem se importa? Jane Fonda estava no auge da beleza e essa abertura se tornou antológica (no decorrer do filme, ela vai tendo as roupas rasgadas a cada aventura e leva ao curto-circuito uma máquina de orgasmos!). Não foi fácil, no entanto, definir o primeiro lugar em 1968. Durante boa parte do processo de confecção da lista, o topo do pódio estava ocupado por Claudia Cardinale, como a exuberante mocinha nada inocente de Era uma Vez no Oeste. A Julieta do filme de Zeffirelli fecha o pódio e vale o destaque para a francesinha Claudine Longet, encantadora em Um Convidado Bem Trapalhão e para a musa nacional Leila Diniz, que aparece em sétimo. Primeira aparição: Olivia Hussey, Linda Harrison, Claude Jade, Helena Ignez, Barbra Streisand, Liv Ullman. Última aparição: Claudia Cardinale, Leila Diniz, Vanessa Redgrave, Joanne Woodward. Única aparição: Claudine Longet, Lee Meredith, Christinne Noonan, Regina Duarte, Nacy Sinatra. Brasileiras na lista: Leila Diniz, Regina Duarte.

Claudia Cardinale em “Era uma Vez no Oeste”

2 – CLAUDIA CARDINALE, por Era uma Vez no Oeste

Anteriormente em Musas retroativas: 17ª em 1960, por Rocco e Seus Irmãos; 11ª em 1961, por A Moça com a Valise; 1ª em 1963, por , por O Leopardo e por A Pantera Cor-de-Rosa; 4ª em 1966, por Os Profissionais.

Olivia Hussey em “Romeu & Julieta”

3 – OLIVIA HUSSEY, por Romeu & Julieta

Posteriormente em Musas retroativas: 13ª em 1977, por Jesus de Nazaré.

Claudine Longet em “Um Convidado Bem Trapalhão”

4 – CLAUDINE LONGET, por Um Convidado Bem Trapalhão

Linda Harrison em “O Planeta dos Macacos”

5 – LINDA HARRISON, por O Planeta dos Macacos

Posteriormente em Musas retroativas: 15ª em 1970, por De Volta ao Planeta dos Macacos.

Jacqueline Bisset em “Bullitt”

6 – JACQUELINE BISSET, por Bullitt

Anteriormente em Musas retroativas: 14ª em Cassino Royale. Posteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1970, por Aeroporto; 7ª em 1972, por Roy Bean, o Homem da Lei; 1ª em 1973, por A Noite Americana; 8ª em 1974, por Assassinato no Orient Express.

Leila Diniz em “Edu, Coração de Ouro”

7 – LEILA DINIZ, por Edu, Coração de Ouro

Anteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1967, por Todas as Mulheres do Mundo.

Lee Meredith em “Primavera para Hitler”

8 – LEE MEREDITH, por Primavera para Hitler

Julie Andrews em “A Estrela”

9 – JULIE ANDREWS, por A Estrela

Anteriormente em Musas retroativas: 17ª em 1964, por Mary Poppins e por Não Podes Comprar o Meu Amor; 7ª em 1965, por A Noviça Rebelde. Posteriormente em Musas retroativas: 8ª em 1970, por Lili, Minha Adorável Espiã; 20ª em 1982, por Victor ou Victoria.

Faye Dunaway em “Crown, o Magnífico”

10 – FAYE DUNAWAY, por Crown, o Magnífico

Anteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1967, por Bonnie & Clyde – Uma Rajada de Balas. Posteriormente em Musas retroativas: 17ª em 1970, por Pequeno Grande Homem; 14ª em 1973, por Os Três Mosqueteiros; 10ª em 1974, por A Vingança de Milady, por Chinatown e por Inferno na Torre; 5ª em 1975, por Três Dias do Condor; 5ª em 1976, por Rede de Intrigas.

Brigitte Bardot em “Shalako”

11 – BRIGITTE BARDOT, por Shalako

Anteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1956, por E Deus Criou a Mulher; 3ª em 1958, por Amar É Minha Profissão e por Vingança de Mulher; 5ª em 1960, por A Verdade; 2ª em 1963, por O Desprezo; 6ª em 1965, por Viva Maria!. Posteriormente em Musas retroativas: 10ª em 1973, por Se Don Juan Fosse Mulher.

Vanessa Redgrave em “Isadora”

12 – VANESSA REDGRAVE, por Isadora

Anteriormente em Musas retroativas: 11ª em 1966, por Blow Up – Depois Daquele Beijo; 19ª em 1967, por Camelot.

Claude Jade em “Beijos Proibidos”

13 – CLAUDE JADE, por Beijos Proibidos

Posteriormente em Musas retroativas: 11ª em 1970, por Domicílio Conjugal.

Christine Noonan em “Se…”

14 – CHRISTINE NOONAN, por Se…

Helena Ignez em “O Bandido da Luz Vermelha”

15 – HELENA IGNEZ, por O Bandido da Luz Vermelha

Posteriormente em Musas retroativas: 19ª em 1969, por A Mulher de Todos; 20ª em 1970, por Copacabana, Mon Amour.

Regina Duarte em “Lance Maior”

16 – REGINA DUARTE, por Lance Maior

Barbra Streisand em “Funny Girl – A Garota Genial”

17 – BARBRA STREISAND, por Funny Girl A Garota Genial

Posteriormente em Musas retroativas: 17ª em 1969, por Alô, Dolly!; 16ª em 1973, por Nosso Amor de Ontem; 15ª em 1975, por Funny Lady.

Joanne Woodward em “Rachel, Rachel”

18 – JOANNE WOODWARD, por Rachel, Rachel

Anteriormente em Musas retroativas: 8ª em 1957, por As Três Máscaras de Eva; 19º em 1959, por The Fugitive Kind; 20ª em 1961, por Paris Vive à Noite.

Liv Ullman em “A Hora do Lobo”

Liv Ullman em “Vergonha”

19 – LIV ULLMAN, por A Hora do Lobo e por Vergonha

Posteriormente em Musas retroativas: 9ª em 1972, por Gritos e Sussurros.

Nancy Sinatra em “O Bacana do Volante”

20 – NANCY SINATRA, por O Bacana do Volante

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