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100. ‘I GOT RHYTHM’, de Sinfonia de Paris (1951)
Com Gene Kelly e crianças. Direção: Vincente Minnelli. Coreografia: Gene Kelly. Canção de George Gershwin e Ira Gershwin.

Uma máxima dos grandes dançarinos do cinema é que ele fazem o difícil parecer fácil. Exigente como poucos, Gene Kelly parece uma das crianças com quem ele contracena neste número delicioso, em que ele brinca com o fato de, sendo um americano em Paris, ensinar palavras inglesas aos garotos da vizinhança.

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99. ‘FOOTLOOSE’, de Footloose – Ritmo Louco (1984)
Com Kevin Bacon, Lori Singer, Chris Penn. Direção: Herbert Ross. Coreografia: Lynne Taylor-Corbett. Canção de Kenny Loggins e Keith Pitchford.

Quem nunca tentou repetir esses passos quando “Footloose” toca numa festa? O baile de formatura de uma cidade onde a dança era proibida é um momento de libertação para os jovens e a cena retrata isso muito bem.

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98. ‘KEEP IT GAY’, de Os Produtores (2005)
Com Gary Beach, Roger Bart, Nathan Lane, Matthew Broderick, Brent Barrett, Peter Bartlett, Jim Borstelmann e Kathy Fitzgerald. Direção e coreografia: Susan Stroman. Canção de Mel Brooks.

Os dois produtores que estão tentando garantir que sua próxima peça seja um fracasso tentam convencer o pior diretor da Broadway a pegar o projeto. Retratar a Alemanha nazista parece meio deprimente, então a chave é fazer a trama um pouco mais alegre (gay). Entrecortado por diálogos, o aloprado número é conduzido por um Roger De Bris de vestido longo e termina apoteoticamente numa animadíssima conga.

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97. ‘ALL I DO IS DREAM OF YOU’, de Cantando na Chuva (1952)
Com Debbie Reynolds. Direção: Gene Kelly e Stanley Donen. Coreografia: Gene Kelly. Canção de Nacio Herb Brown e Arthur Freed.

Debbie Reynolds é uma das coristas contratadas pra um showzinho numa festa de um chefe de estúdio de Hollywood. Todas lindas, mas que, por mágica do cinema, não competem com, mas, sim, ressaltam a graça de Debbie. A ambientação é fim dos anos 1920, então o charleston marca presença. Num detalhe, Debbie tira uma serpentina que caiu sobre seu rosto, sem deixar a peteca cair. The cat’s meow!

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96. ‘SIXTEEN GOING ON SEVENTEEN’, de A Noviça Rebelde (1965)
Com Charmian Carr e Daniel Truhitte. Direção: Robert Wise. Coreografia: Marc Breaux e Dee Dee Wood. Canção de Richard Rogers e Oscar Hammerstein II.

Liesl, a filha mais velha do Capitão Von Trapp, dá aquela escapadinha depois do jantar para encontrar o namorado mensageiro no jardim. Eles cantam sobre a inocência dela aos 16 e a autopresumida maturidade dele aos 17. Mas, na verdade, é um momento idílico e esplendidamente fotografado que retrata a inocência daqueles dias, antes da ascensão do nazismo, que chega na segunda metade do filme.

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95. ‘GEE, OFFICER KRUPKE’, de Amor, Sublime Amor (1961)
Com Russ Tamblyn, Tony Mordente, Bert Michaels, David Winters, David Bean. Direção: Robert Wise e Jerome Robbins. Coreografia: Jerome Robbins. Canção de Leonard Bernstein e Stephen Sondheim.

A gangue dos Jets tira onda do policial da vizinhança e da sociedade, interpretando juízes, psicólogos e assistentes sociais, que empurram o problema uns para os outros, satirizando várias justificativas clichê para seu mal comportamento com uma letra genial: “nossas mães são drogadas, nossos pais são bêbados: claro que somos marginais”, “não somos delinquentes, somos incompreendidos”, “não sou anti-social, sou é anti-trabalho” e por aí vai. É um distúrbio psicológico? É uma doença social? É um bando de vagabundos que merecem ir presos? No fim, é tudo muito mais complexo e o número mostra que os rapazes não tem noção (ou não querem ter) do próprio problema.

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94. ‘A COUPLE OF SWELLS’, de Desfile de Páscoa (1948)
Com Judy Garland e Fred Astaire. Direção: Charles Walters. Coreografia: Fred Astaire e Charles Walters. Canção de Irving Berlin.

Fred Astaire sempre foi identificado com a extrema elegância. Aqui, ele e Judy Garland aparecem aos farrapos, mas como dois vagabundos cheios de pose. Um número de palco cheio de graça, nos dois sentidos, mostrando mais uma vez o talento para o humor desses dois astros gigantescos do canto e da dança.

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93. ‘THE BABBITT AND THE BROMIDE’, de Ziegfeld Follies (1945)
Com Fred Astaire e Gene Kelly. Direção: Vincente Minnelli. Direção de dança: Robert Alton. Canção de George Gershwin e Ira Gershwin.

Momento antológico, para começar, por ser a única vez em que Fred Astaire e Gene Kelly aparecem dançando juntos num filme valendo pontos (31 anos depois, eles voltaram a trocar uns passos no documentário Isto Também Era Hollywood). Como dois cavalheiros que se provocam, eles estrelam um dos segmentos de Ziegfeld Follies, filme que é uma colagem de números (o número foi encenados originalmente nos palcos por Fred e sua irmã Adele, em 1927). Astaire eram então, um astro consagrado: já fazia seis anos que havia encerrado sua icônica série de filmes com Ginger Rogers na RKO e 15 anos de sua primeira aparição num filme. Kelly era, em comparação, um iniciante: havia estreado no cinema apenas três anos antes. Visto hoje, é o momento encantado de dois monstros sagrados juntos, que a Metro decidiu não reunir de novo nos filmes que fariam no estúdio dali para a frente.

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92. ‘RUNNIN’ WILD’, de Quanto Mais Quente Melhor (1959)
Com Marilyn Monroe, Jack Lemmon, Tony Curtis. Direção: Billy Wilder. Coreografia: Jack Cole. Canção de A.H. Gibbs, Joe Grey e Leo Wood.

É um pouquinho mais de um minuto. Joe e Jerry – ou melhor, Josephine e Daphne – estão atacando no sax e no contrabaixo no ensaio da banda feminina ao bordo do trem que segue para Miami. Aí entra Marilyn como a vocalista Sugar Kane e seu ukelele (tocado, na verdade, por Al Hendrickson) e o mundo para.

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91. ‘LE RENCONTRES’, de Duas Garotas Românticas (1967)
Com Françoise Dorléac (com voz de Claude Parent), Jacques Perrin (com voz de Jacques Revaux), Gene Kelly (com voz de Donald Burke) e Catherine Deneuve (com voz de Anne Germain). Direção: Jacques Demy. Coreografia: Norman Maen. Canção de Michel Legrand.

Este é o momento em que Duas Garotas Românticas mais se parece com Os Guarda-Chuvas do Amor (1964), musical anterior de Demy e Legrand. A canção é formada por diálogos cantados, com personagens que vão se cruzando pelo caminho, mas os casais que estão uns à procura dos outros ainda não se esbarram. A diferença para o filme anterior é que aqui há alto astral e muito mais humor.

 

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O novo filme do diretor polonês Pawel Pawlikowski, de Ida, é um romance que se passa no contexto da guerra fria, nos anos 1950, na Polônia, mas passando por outras cidades da Europa. Ganhou o prêmio de direção em Cannes e concorre pela Polônia a uma vaga no Oscar de filme de língua não inglesa. Como Ida, que ganhou o Oscar, este também é em preto-e-branco e formato de tela 4×3. Estreia no Brasil: 7 de fevereiro.

A animação brasileira Tito e os Pássaros ganhou o Anima Mundi, foi selecionado para o Fesyival de Annecy e está pré-indicado ao Oscar de longa de animação. Na história, um garoto e seus amigos enfrentam uma epidemia de medo que assola o mundo. Olha só o visual do filme de Gustavo Steinberg. Ainda não há data para o lançamento no Brasil, que eu saiba.

Uma garota tímida de Ohio descobre o cinema de Fellini e vai á Itália para tentar conhecê-lo. É o tema de Em Busca de Fellini, filme que estreia dia 7 no Brasil. Esta cena mostra esse momento de descoberta, em que Lucy assiste a A Estrada da Vida, do mais sonhador dos cineastas:

A Melhor Escolha é o novo filme de Richard Linklater, diretor-roteirista da trilogia Antes do Amanhecer, de Escola de Rock e de Boyhood. O elenco é muito interessante: Steve Carrell, Bryan Cranston e Laurence Fishburne, três homens que serviram juntos no Vietnã e se encontram para enterrar o filho de um deles, soldado morto no Oriente Médio. Estreia no Brasil: 25 de janeiro.

O novo filme de Woody Allen, Roda-Gigante, é um drama com elementos de filme noir que se passa em Coney Island, nos anos 1950. Kate Winslet é a esposa do operador de carrossel vivido por Jim Belushi. Ela se apaixona pelo salva-vidas da praia, papel de Justin Timberlake. E aparece na vida de todos a filha de seu marido, vivida por Juno Temple, perseguida por gangsters. É a primeira vez que Kate é dirigida por Woody e a segunda colaboração do diretor com o diretor de fotografia Vittorio Storaro. Estreia no Brasil: 28 de dezembro.

Falta um mês para a segunda temporada de The Crown ser disponibilizada para Netflix. O trailer mostra os anos 1950 e os conflitos constantes de Elizabeth II e o marido, e as questão de anacronia da monarquia britânica. Estreia: 8 de dezembro.

 

Estreias 10.26

Atenção para as estreias do cinema no circuito paraibano nesta quinta, 26 de outubro. É uma semana movimentada, com nove estreias e uma reestreia.

O blockbuster da semana é o elogiado Thor – Ragnarok, o terceiro solo do deus do trovão. Cris Hemsworth tem a companhia de Mark Ruffalo como Hulk, Tom Hiddleston como Loki e de Cate Blanchett, a grande vilã. Estreia quinta em JP (Cinépolis Manaíra, Centerplex MAG, Cinesercla Tambiá, Cinépolis Mangabeira), CG (Cinesercla Partage) e Patos (Cine Guedes).

Premiado em Berlim, Uma Mulher Fantástica lidera as estreias do Cine Banguê, em João Pessoa, sábado. Também chegam por lá o elogiado As Duas Irenes, a partir de segunda, e o documentário Gaga – O Amor pela Dança, a partir de domingo. E, a partir de domingo, a reestreia de Como Nossos Pais, da Laís Bodanzky, que já esteve em cartaz, mas por pouco tempo.

Em tempo: neste sábado, a partir das 15h, o Banguê exibe uma mostra comemorando o Dia da Animação. Em tempo 2: a reestreia do antológico  Cidade dos Sonhos no Banguê já tem data: é no dia 2.

O Centerplex MAG exibe sozinho três estreias: Manifestotour de force experimental em que Cate Blanchett interpreta 13 personagens (e ela, lembrando, ainda está também em Thor – Ragnarok); O Formidável, sobre Jean-Luc Godard e do diretor de O Artista, Michel Hazanavicius (que passa apenas sábado e domingo); e A Menina Indigo, do diretor de Nosso Lar.

O criticado Pelé – O Nascimento de uma Lenda, produção americana sobre a juventude do rei do futebol, entra só no Cinépolis Manaíra. E ainda tem a animação europeia Missão Cegonha, em JP (Cinépolis Manaíra, Cinesercla Tambiá e Cinépolis Mangabeira).

 


TRAILERS:

  • Thor – Ragnarok:

  • Uma Mulher Fantástica:

  • As Duas Irenes:

  • Manifesto:

  • O Formidável:

  • Gaga – O Amor pela Dança:

  • A Menina Indigo:

  • Pelé – O Nascimento de uma Lenda:

  • Missão Cegonha:

  • Como Nossos Pais:

Daniel Day-Lewis + Paul Thomas Anderson: é só o que você precisa saber. Aparentemente não há data de estreia no Brasil ainda (nem título em português). Nos EUA, chega aos cinemas no Natal.

 

Paolla Oliveira estrela uma comédia romântica portuguesa: Alguém como Eu. No filme, ela é uma brasileira (carioca, faz questão de salientar o trailer) que vai passar uma temporada em Portugal, se apaixona, mas deseja que o namorado (Ricardo Pereira) a entenda melhor. Aí, ele começa a se comportar como uma mulher e ela passa a enxergá-lo assim literalmente (na pele de Sara Prata, atriz de novelas da TV portuguesa). A direção é de Leonel Vieira, que comandou algumas comédias populares por lá (como O Pátio das Cantigas, 2015). Aparentemente ainda não foi divulgada data de estreia do lado de cá do Atlântico, mas vai acontecer: a co-produção é da brasileira Gullane.

Jerry Lewis nunca foi uma figura fácil de lidar. Mas o pobre do jornalista do Hollywood Reporter pegou o comediante num particular e espetacular mau dia e piorou tudo com demoras e começando bem mal as perguntas. E depois…

“Nunca pensou em se aposentar?”
“Por quê?”

“Em nenhum momento pensou que talvez fosse o momento?”
“Por quê?”

“Como faz para continuar tendo ideias?”
“Trabalhando nisso”

“Com faz para que o público continue indo a seus espetáculos?”
“Aviso que vou estar lá e eles aparecem”.

Resultado: o melhor mau humor dos últimos tempos (se você não é o entrevistador). Vem repercutindo já há alguns dias (Seinfeld escreveu: “Queria que tivesse sido eu”), mas vale o registro:

 

Assim como treino é treino e jogo é jogo, trailer é trailer e filme é filme. Mas não posso deixar de dizer que esse trailer de Homem-Aranha – De Volta ao Lar me passa a melhor das impressões. Um visual simples e direto, economizando nas firulas e com bom destaque para os personagens (mais que aos efeitos). Robert Downey Jr. marcando ótima presença e Michael Keaton assumindo de vez o Birdman (ele faz o vilão Abutre). Estreia no Brasil em 6 de julho.

O anunciado “último filme de Hugh Jackman como Wolverine” ganhou trailer. Logan, baseada de leve na história em quadrinhos “Velho Logan”, se passa em um futuro onde os mutantes praticamente desapareceram e Wolverine vaga com um professor Xavier (Patrick Stewart, mais uma vez) começando a sofrer do mal de Alzheimer. X-Men com pitadas de Mad Max? O diretor é James Mangold, de Wolverine Imotal (2013). Estreia no Brasil: 2 de março de 2017.

Andréia Horta ganhou o Kikito de melhor atriz no Festival de Gramado este ano interpretando Elis Regina na cinebiografia da cantora. O filme de Hugo Prata ganhou, ontem, seu primeiro trailer, já com uma ampla coletãnea de cenas da vida da Pimentinha recriadas para o filme. Andréia não canta no filme, a voz nas canções é da própria Elis. Elis estreia em 24 de novembro.

Para o aniversário de Brigitte Bardot (82 anos hoje), uma das cenas que a transformaram num fenômeno mundial em E Deus Criou a Mulher (1956). Juliete, sua personagem é um espírito livre, fulgurante e sensual, desejada pelos homens e que tem problemas com a rigidez de seu casamento com o personagem de Jean-Louis Trintignant. Nesta cena em que ela dança uma rumba como se não houvesse amanhã, o atrito entre os dois atinge o limite.

E Deus Criou a Mulher. Et Dieu… Créa la Femme, França, 1956. Direção: Roger Vadim. Elenco: Brigitte Bardot, Jean-Louis Trintignant, Curd Jürgens.

Cena anterior: O Pirata.

“Make’em laugh”, aquele número em que Donald O’Connor canta sobre como é ser um comediante e sai tropeçando, batendo a cara, dando cambalhotas e dançando com (e apanhando de) um boneco é um dos grandes número de Cantando na Chuva (1952). E é um plágio. A história é esta: o filme é uma reunião de canções de Arthur Freed e Nacio Herb Brown escritas nos anos 1920, produzido agora pelo próprio Freed. Stanley Donen, que co-dirigiu com Gene Kelly, sentiu falta de um número solo para O’Connor e pediu a Freed uma música nova, algo “no estilo de ‘Be a clown’, de Cole Porter”. Quando Freed trouxe a canção, as semelhanças estavam na cara. Porter aparentemente nunca reclamou e a cena é brilhante, para dizer o mínimo. No entanto, esta aqui é a canção original: “Be a clown”, cantada duas vezes em O Pirata (1948), a segunda delas no final do filme, um encantador número de palhaços com Gene e a magistral Judy Garland.

O Pirata. The Pirate (1948). Direção: Vincente Minnelli. Elenco: Judy Garland, Gene Kelly, Walter Slezak, Gladys Cooper.

Cena anterior: Footloose – Ritmo Louco

A cena mais lembrada de Footloose (1984) deve ser, claro, a cena da festa no final, ao som da música-tema cantada por Kenny Loggins. Quantos não terão tentado repetir aqueles passos? Mas eu destaco este momento: Kevin Bacon ensinando o bronco Chris Penn a dançar, ao som da irresistível “Let’s hear it for the boy”, com Deniece Williams. É tão bom que, no desnecessário remake de 2011, esse momento similar usou a mesma versão original, não uma regravação (ao contrário do que acontece com a própria “Footloose” no final).

Footloose – Ritmo Louco. Footloose. Estados Unidos, 1984. Direção: Howard Zieff. Elenco: Kevin Bacon, Lori Singer, John Lithgow, Diane Wiest, Chris Penn, Sarah Jessica Parker.

Cena anterior: Vamos Dançar?

top-model

A abertura de Top Model (1989/ 90) é datadíssima, é verdade. Não é preciso dizer como a computação gráfica avançou nesses quase 30 anos, mas ainda sou fascinado pela execução da ideia inspirada (de propósito ou por tabela) nas Penrose Stairs (essa construção surrealista das escadas – não, não conhecia o nome, fui pesquisar). Gosto do ritmo, começando pelo take inicial rente à “passarela” e o caminhar da modelo se afastando da câmera, alguns closes (é a Simone Carvalho ali?), mas nem tanto do congelamento do congelamento de um deles perto do final. A música é uma grande bobagem, gosto bem mais da melodia que da letra (mas a passagem “deixo meus recados por onde você possa passar” é até legal). Quando reprisou no Viva, esperava começar a novela só para ver a abertura toda noite.

Sem borda - 04 estrelas

<< Pedra sobre Pedra

Se alguém achou que o diretor-roteirista de Whiplash entende de música, ele foi mais longe: o novo filme de Damien Chazelle é o musical La La Land, que abriu o Festival de Veneza esta semana e foi aplaudido de pé na exibição para a imprensa. É o romance entre um pianista de jazz (Ryan Gosling) e uma aspirante a atriz (Emma Stone) em Los Angeles. Ainda sem data de estreia no Brasil (nos EUA, entra em cartaz no dia 16 de dezembro).

Do mesmo diretor de Cine Holliúdy, e com o mesmo Edmilson Filho, O Shaolin do Sertão parece um desdobramento lógico do filme anterior. Afinal, depois da brincadeira de evocar os baratíssimos filmes de kung fu que rodavam pelos cinemas de antigamente, por que não fazer um para valer? O elenco coadjuvante tem Dedé Santana, Fafy Siqueira, Marcos Veras e um Falcão com jeito de quem vai roubar o filme. Estreia nacional: 27 de outubro (no Ceará começa antes, dia 13).

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