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Em novembro de 2013, eu tive a alegria de entrevistar o Daniel Azulay para o Correio da Paraíba. Ele estava lançando um curso de desenho on line e se preparava para comemorar os 40 anos da sua Turma do Lambe-Lambe. Ele morreu na sexta passada, após uma luta contra a leucemia de ter contraído o coronavírus.

Segue aqui o resultado daquele nosso papo, onde ele fala de sua trajetória e de como desenhar pode ajudar na formação das crianças. “A coisa mais fascinante da vida é a imaginação. A criança não pode ficar presa a uma coisa só, como um animal amestrado“.

Daniel Azulay

Desenhando uma vida

Daniel Azulay há décadas se dedica a incentivar crianças a desenhar; agora, lança um curso virtual e se prepara para comemorar os 40 anos da Turma do Lambe-Lambe

Ele está há muito tempo afastado da televisão, mas sua figura ainda é sinônimo de desenhar para muita gente que assistia ao programa A Turma do Lambe-Lambe nos anos 1970 e 1980, na TVE e na Bandeirantes. Ao telefone, conversando com o CORREIO, Daniel Azulay logo lembra que esteve em Campina Grande nos anos 1980 com o show de seus personagens.

Ele nunca esteve parado, na verdade: manteve oficinas de desenho, um projeto social e, agora, lança um curso de desenhos com vídeos pela internet justamente o que era uma das grandes atrações de seu programa. “A televisão foi uma semente que germinou e deu frutos”, conta.

O Diboo (www.diboo.com.br) está sendo anunciado como o primeiro curso online de desenho voltado para o público infantil lançado no Brasil, aproveitando a metodologia que Azulay aperfeiçoou em mais de 30 anos de trabalho, nos quais ele sempre tentou desmistificar a ideia de que, para desenhar, é preciso essa coisa indefinível chamada talento.

“É como dizer que, para ler e escrever, a criança precisa ser intelectual”, diz. “Desde que o mundo é mundo, o homem se comunica pela imagem”.

Além disso, ele tenta promover o desenho e, por tabela, o estímulo da imaginação – como forma de sociabilizar a criança.

“Hoje, se os pais não cuidarem, a criança vai ficar sem relacionamento social, rapaz!”, afirma. “Num aeroporto, vi uma mãe e três filhos e ninguém conversava com ninguém. O desenho aproxima e liberta a pessoa, rapaz”.

E fala dos games eletrônicos: “Não pode ficar escravo de coisa nenhuma, muito menos de um equipamento. É preciso estimular a imaginação, fazer esportes e desfrutar de tudo – inclusive da tecnologia. É só os pais terem vontade e dedicação. Não pode abandonar ou terceirizar o garoto. O tempo dele é precioso”.

TEMPLATE_IMPAR.inddA turma do Lambe-Lambe – com personagens como a galinha Xicória, a vaca Gilda, a coruja Professor Pirajá, o elefante Bufunfa, os garotos Piparote, Ritinha, Damiana e Pita, nomes familiares para muita gente – vai completar 40 anos em 2014 e Daniel Azulay prepara a comemoração. Os personagens surgiram em tiras de jornal, o que os levou à TV. Chegou a ter mais de 100 produtos licenciados, lembra o desenhista. No programa, Azulay contracenava com suas criações e ensinava a desenhar e a montar brinquedos com objetos de casa, a sucata doméstica. O sucesso na TV rendeu uma revista em quadrinhos pela Editora Abril.

“Vai sair um almanaque de 100 páginas pela Ediouro”, adianta. “E estamos com o projeto de um livro, um musical e um filme”. Com a TV a cabo em busca de programação nacional e canais inteiros dedicados à criança, poderia pintar o regresso da Turma do Lambe-Lambe à TV, mas Azulay garante que não planeja isso. “A produção de TV é muito trabalhosa. Eu tenho mil atividades”, conta. “E as emissoras hoje buscam uma audiência fácil e rápida. A TV aberta, então, tem uma programação muito pouco criativa. Falta aparecer a cara da criança na TV”.

Turma do Lambe-LambeEle esteve de volta à TV em 1996, com a Oficina de Desenho Daniel Azulay, que fez sucesso por quatro anos na Band-Rio e depois passou a ser transmitido em cadeia nacional. Na TV paga, ele ainda desenvolveu um programa para o canal pago Futura em 2004 e 2005, Azuela do Azulay, que foi premiado no Japão. E a Turma do Lambe-Lambe ainda voltou na TV Rá-Tim-Bum em 2006 e 2007.

Daniel Azulay também desenvolveu nestes anos um trabalho com arte contemporânea premiado: chegou a receber uma carta do presidente do MoMA, de Nova York. “Tem muito elemento da infância, do inconsciente. ‘Funny faces'”, diz. Esse trabalho também pode ser visto no site oficial do desenhista.

O que continua impressionando em Daniel Azulay, mesmo por telefone, é que suas mil atividades parecem ser um reflexo de uma hiperatividade que sempre o deixou parecido com seus próprios desenhos. “Adoraria fazer um show aí. Você não me dá os contatos de alguns produtores para a gente conversar?”, emenda.

“A coisa mais fascinante da vida é a imaginação”, filosofa. “A criança não pode ficar presa a uma coisa só, como um animal amestrado”.

Através de seus personagens e seus cursos, Daniel Azulay fez parte da vida de inúmeras crianças, ajudando a ampliar sua sensibilidade e a fazer a imaginação de cada uma sair de suas mentes e ganharem traços no papel. E continua fazendo.

* Matéria publicada no Correio da Paraíba, em 22 de novembro de 2013.

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Terry Jones

Em um dia perdido lá nos anos 1980 ou começo dos 1990, eu peguei na Globo o filme Monty Python e o Cálice Sagrado. Sabia que era algo que eu não deveria perder, porque os videoguias da Nova Cultural já haviam me alertado, com suas cinco estrelas e comentários do filme. E, muitas risadas de cair lágrimas depois, um mundo novo havia se descortinado: o do nonsense iconoclasta do Monty Python.

Como parte do grupo, Terry Jones foi um dos roteiristas e atores principais do filme. Não só isso, mas ele também co-dirigiu, junto com Terry Gilliam, outro integrante do sexteto.

A história conta que houve desavenças entre os dois na função. Gilliam era mais focado nos aspectos técnicos. Jones, na comédia.

Segundo consta, numa das exibições-teste, Jones notou que as risadas da plateia diminuíam quando música estava tocando junto às piadas. Ele, então, voltou à montagem e tirou a trilha musical dos momentos-chave das piadas.

E nunca se esqueceu disso para os filmes seguintes. Ele é que passou a assinar sozinho os dois filmes seguintes do grupo: A Vida de Brian (1979) e O Sentido da Vida (1983).
Em Brian, ele também criou seu grande papel no cinema como ator: a mãe de Brian.

Obrigado por tudo, Terry Jones!

Guerra dos Sexos - 1983 - 02

Por um ou dois segundos, a câmera mostra o nada. Logo, alguém entra na imagem de baixo pra cima, em close, e solta alguma expressão de surpresa tipo: “Como assim??” ou “Mas não é possível!”. Era o personagem sentado e levantando, atônito.

A repetição desse efeito narrativo deve ter sido a primeira vez que eu notei um toque de diretor numa novela. Era Jorge Fernando.

Um rei numa fase gloriosa das novelas das sete. Um cara que, associado a Sílvio de Abreu escrevendo, firmou a pura comédia como gênero nas telenovelas. Ele, claro, passeou por outros horários e estilos, mas foi aí que ele me marcou. Algumas das minhas novelas preferidas foram dirigidas por ele, a saber:

1 – GUERRA DOS SEXOS (1983/1984). Escrita por Sílvio de Abreu. A audácia de reunir os monstros sagrados Paulo Autran e Fernanda Montenegro numa comédia rasgada, com direito àquela antológica e inacreditável cena pastelão do café da manhã estrelando dois ícones do mais sério teatro nacional. Genial.

2 – QUE REI SOU EU? (1989), Escrita por Cassiano Gabus Mendes. Uma volta satírica às novelas tipo Gloria Magadan, misturando comédia, aventura e fantasia. Lembro que Jorge usou muito os espelhos, principalmente nas cenas de monólogo.

3 – A PRÓXIMA VÍTIMA (1995). Escrita por Sílvio de Abreu. Uma combinação do folhetim com o suspense, onde o cinéfilo Sílvio de Abreu passeou à vontade.

4 – CAMBALACHO (1986). Escrita por Sílvio de Abreu. Outro clássico da comédia na TV, novamente com Fernanda Montenegro. Agora, ao lado de Guanfrancesco Guarnieri, como uma dupla de trambiqueiros.

5 – VAMP (1991/1992). Escrita por Antônio Calmon. Uma novela aloprada, que, em certo momento, tinha vampiro, fantasma, anjo, o escambau. E alopração o Jorge Fernando abraçava e transformava muitas vezes em clássico.

MENÇÃO HONROSA: RAINHA DA SUCATA (1990). Escrita por Sílvio de Abreu. Depois dos sucessos das sete, a dupla autor/diretor foi responsável pela novela nas oito que celebraria os 25 anos da Globo. Fizeram uma novelona com um elencão, sem medo do melodrama, mas com personagens inesquecíveis (a Dona Armênia de Aracy Balabanian, o galã Fagundes fazendo aquele professor gago) e teve aquela cena sensacional do suicídio de Laurinha Figueroa, inspirado em “Amar Foi Minha Ruína”: o corpo caindo do alto do prédio, enquanto a filha brilhava cantando “Cabaret” no palco da casa noturna que ficava no térreo.

  • Jorge Fernando morreu na noite de domingo, 27/10, aos 64 anos.

Buffy a Caca-Vampiros - 01

31 de julho, há 25 anos: Estreia, em 1992, o filme Buffy, a Caça-Vampiros. Estrelado por Kristy Swanson, o filme deu origem, cinco anos depois, a uma bem-sucedida série de TV homônima, que teve sete temporadas e foi estrelada por Sarah Michelle Gellar. Joss Whedon, roteirista e depois criador da série, não gostou do resultado no cinema e não assumiu o filme como canônico quando a história foi para a TV.

Bergman e Antonioni

30 de julho, há 10 anos: Morrem no mesmo dia, em 2007, os cineastas Ingmar Bergman e Michelangelo Antonioni. Ambos são considerados entre os mais importantes diretores da sétima arte, com obras extremamente pessoais. O sueco Bergman discutiu a dor humana, a existência de Deus, a opressão religiosa, a arte em filmes como O Sétimo Selo (1957), Morangos Silvestres (1957), Persona (1966), Gritos e Sussurros (1972), Sonata de Outono (1978) e Fanny & Alexander (1982). O italiano Antonioni ficou conhecido como o cineastas da incomunicabilidade, por obras como A Aventura (1960), A Noite (1961), O Eclipse (1962), Blow Up – Depois Daquele Beijo (1966) e Profissão: Repórter (1975).

Reflections_Supremes

29 de julho, há 50 anos: É lançado, em 1967, o single Reflections, o primeiro a trazer o nome Diana Ross & The Supremes, novo nome da banda The Supremes, ressaltando o protagonismo de Diana. É o último single do trio a ter a voz de Florence Ballard, que o gravou antes de ser demitida do grupo, no dia 1º. Nas apresentações ao vivo que viriam a seguir, Cindy Birdsong já estaria efetivada como integrante do trio feminino da Motown.

Marcel Duchamp

28 de julho, há 130 anos: Nasce, em 1887, o pintor e escultor francês Marcel Duchamp. Após começar a carreira artística pela pintura, ele passa para a escultura, passando pelo pós-impressionismo, o cubismo e o dadaísmo. Marcaria a história com o conceito de “readymade”: levar um objeto do cotidiano para o ambiente da arte, inaugurando e pondo em questão toda uma nova visão sobre o que é a arte. Começou por colocar uma roda de bicicleta em seu estúdio, em 1913. Mas a obra em questão foi “A fonte”, um urinol enviado sem qualquer alteração a um concurso em 1917. Foi rejeitado, mas a provocação gera debate até hoje: foi eleita, em 2004, a mais influente obra de arte do século XX por um corpo de 500 artistas e historiadores.

10 000 Maniacs

27 de julho, há 30 anos: É lançado, em 1987, o disco In My Tribe, da banda americana 10.000 Maniacs. É o primeiro álbum de grande sucesso do grupo formado em 1981 e o disco em que buscaram um acento mais pop. Ainda com a vocalista original e compositora Natalie Merchant, que ficou no grupo até 1993, o álbum tem músicas que marcaram a história da banda, como “What’s the matter here?” e “Like the weather”. Está na lista de 100 melhores discos dos anos 1980, da revista Rolling Stone.

jason-statham-7a

26 de julho, há 50 anos: Nasce, em 1967, o ator inglês Jason Statham. Um dos principais astros de filmes de ação no mundo atualmente, ele teve uma parceria de sucesso com o diretor Guy Ritchie, em filmes como Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes (1998). Estrelou a série Carga Explosiva (2002/ 05/ 08), o ótimo Efeito Dominó (2008) e participa das franquias Os Mercenários (2010/ 12/ 14) e Velozes e Furiosos (2013/ 15/ 17).

Matt LebLanc

25 de julho, há 50 anos: Nasce, em 1967, o ator e produtor americano Matt LeBlanc. Para sempre conhecido por interpretar o conquistador bobalhão Joey Tribbiani no seriado Friends (1994-2004), LeBlanc não obteve o mesmo sucesso ao levar o personagem para uma série própria, Joey (2004-2006). Depois de cinco anos sem atuar, voltou bem ao interpretar a si mesmo na série Episodes, que terá sua quinta temporada e pelo qual ganhou o Globo de Ouro de ator em série de comédia ou musical, em 2012. Foi indicado cinco vezes ao Globo de Ouro (duas por Friends, um por Joey e duas por Episodes) e sete vezes ao Emmy (três por Friends, quatro por Episodes).

La Bamba-02

24 de julho, há 30 anos: Estreia, em 1987, o filme La Bamba, dirigido pelo americano Luis Valdez. O filme é uma cinebiografia do astro adolescente do rock Ritchie Valens, de carreira meteórica. Em sete meses de carreira emplacou três grandes hits: “La bamba”, “Come on, let’s go” e “Donna”, mas morreu ainda aos 17 anos em um acidente de avião, com Buddy Holly e The Big Bopper, tragédia que ficou conhecida como “o dia em que a música morreu”. No filme, Valens é interpretado por Lou Diamond Phillips.

Redação

23 de julho, há 3 anos: Morre, em 2014, aos 87 anos, o romancista, ensaísta, poeta e dramaturgo paraibano Ariano Suassuna. Mentor do Movimento Armorial, uma busca por criar uma arte erudita a partir dos elementos culturais populares nordestinos e influências ibéricas, Ariano se tornou familiar principalmente por duas obras: a peça Auto da Compadecida (1955) e o Romance d’A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta (1971). Renovou seu público com as aulas-espetáculo em que contava histórias e dava sua opinião sobre diversos assuntos em palestras pelo Brasil.

Albert Brooks

22 de julho, há 70 anos: Nasce, em 1947, o ator, comediante, roteirista, diretor Albert Brooks. Ele escreveu, dirigiu e estrelou filmes como Problemas Modernos (1981), Um Visto para o Céu (1991) e A Musa (1999). Como ator, teve destaque em Nos Bastidores da Notícia (1987), pelo qual foi indicado ao Oscar de ator coadjuvante, e Drive (2011), pelo qual recebeu vários prêmios de associações de críticos. É também a voz do Marlin, o peixe-palhaço que busca desesperadamente o filho em Procurando Nemo (2003) e em Procurando Dory (2016).

Apettite for destruction

21 de julho, há 30 anos: É lançado, em 1987, o disco Appetite for Destruction, do grupo americano de rock Guns’n’Roses. É o álbum de estreia da banda, que não fez muito sucesso de saída, mas depois se tornou um campeão de vendas. Várias faixas se consagraram como clássicos do grupo, como “Sweet child o’mine”, “Welcome to the jungle” e “Paradise City”.

 

 

Vaclav Havel 1992

20 de julho, há 25 anos: Renuncia à presidência da Tchecoslováquia, em 1992, o escritor Vaclav Havel. Ele havia sido eleito em 1989 e decidiu renunciar após a declaração de independência da Eslováquia. Candidatou-se, então, à presidência da nova República Tcheca e venceu em 1993, sendo re-eleito em 1998 e permanecendo no cargo até 2003. Como escritor, Havel lançou livros de poesia, ficção, peças de teatro dos anos 1950 aos anos 2000 e foi um líder que pregou a resistência pela não violência contra a ditadura no país. Morreu em 2011.

Clementina de Jesus

19 de julho, há 30 anos: Morre em 1987, aos 86 anos, a cantora fluminense Clementina de Jesus, uma das vozes mais emblemáticas do samba. Embora nascida na cidade de Valença, mudou-se com a família para o bairro de Oswaldo Cruz, onde viu o surgimento da Portela. Após se casar, mudou-se para a Mangueira. Após trabalhar por 20 anos como doméstica, foi descoberta pelo poeta e compositor Hermínio Bello de Carvalho participando em 1965 do histórico show Rosa de Ouro, que uniu novos talentos e veteranos do samba que estavam escanteados. Além de cinco discos solo, fez participações em outros e dividiu Gente da Antiga (1968) com Pixinguinha e João da Baiana.

Jane Austen

18 de julho, há 200 anos: Morre, em 1817, aos 41 anos, a escritora inglesa Jane Austen, um dos grandes nomes da literatura no mundo. Austen retratou, em histórias românticas e com doses de humor, o papel feminino em sua época, um período cheio de limitações sociais e econômicas para as mulheres, dependentes de um bom casamento para adquirir segurança e ascenção social. Seus principais livros são Razão e Sentimento (também conhecido como Razão e Sensibilidade, 1811), Orgulho e Preconceito (1813) e Emma (1815), todos adaptados com sucesso para o cinema e TV. Sua influência ainda inspirou obras relacionadas, como o filme O Clube de Leitura de Jane Austen, os livros Orgulho e Preconceito e Zumbis e O Diário de Bridget Jones e refilmagens modernizadas como As Patricinhas de Beverly Hills (versão de Emma). Sua morte após uma doença foi depois atribuída a um problema endocrinológico ou um linfoma.

Robocop - 1987 - 02

17 de julho, há 30 anos: Estreia, em 1987, o filme RoboCop, o Policial do Futuro, de Paul Verhoeven. O filme de ficção científica se passa em uma Detroit futurista onde um policial abatido em combate é combinado a partes mecânicas e eletrônicas para combater o crime. Foi o primeiro filme 100% hollywoodiano do holandês Verhoeven (o anterior, Conquista Sangrenta, de 1985, era uma co-produção com países europeus). O filme teve duas continuações no cinema (1990 e 1992), duas séries de TV (1994/1995 e 2000/2001), duas séries animadas (1988 e 1998/1999) e uma refilmagem (2014), esta dirigida pelo brasileiro José Padilha.

Turma do Charlie Brown - 01

16 de julho, há 40 anos: Estreia, em 1977, o filme A Turma do Charlie Brown. Rebatizado anos depois na TV a cabo como Corra por Sua Vida, Charlie Brown, é o terceiro longa-metragem animado estrelado pelos personagens criados por Charlie M. Schulz para a tira Peanuts. Os primeiros são Charlie Brown e Snoopy (1968) e Volte para Casa, Snoopy (1972). A animação segue o estilo dos especiais animados de cerca de 25 minutos vinham sendo produzidos para a TV desde 1965. O filme não tem trilha musical de Vince Guaraldi, responsável pelo acento jazzístico da trilha dos especiais, porque o músico morreu meses antes de a produção começar.

Gianni Versace

15 de julho, há 20 anos: Morre, em 1997, aos 50 anos, o estilista italiano Gianni Versace. Ele foi o fundador de uma das mais famosas grifes de moda, que leva seu sobrenome, lançando também perfumes, maquiagens e acessórios. Versace era amigo de
celebridades e aproximou as indústrias da moda e da música. Morreu assassinado na porta de sua casa, em Miami, pelo assassino em série Andrew Cunanan, que se matou dias depois sem ter revelado os motivos para o crime. A história do assassinato será dramatizada em uma das próximas temporadas de American Crime Story.

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