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Harrison Ford

13 de julho, 75 anos: Nasce, em 1942, o ator americano Harrison Ford. Um dos atores mais populares de todos os tempos, estrelando duas das franquias de maior sucesso do cinema: Star Wars (como Han Solo, aparecendo em quatro filmes) e Indiana Jones (no papel-título, também em quatro filmes). Também protagonizou outros filmes importantes, como Blade Runner, o Caçador de Andróides (1982) e A Testemunha (1985).

Coluna Cinemascope (#15). Correio da Paraíba, 28/12/2016.

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“Guerra nas Estrelas” (1977)

A Força da princesa

por Renato Félix

Eram os meados dos anos 1970 e a ideia de princesa ainda era a da mocinha de vestido longo presa em uma torre à espera do cavaleiro que iria salvá-la e com quem ela invariavelmente casaria. Ou da mocinha pobre encontrada (e salva) por um príncipe que se casaria com ela. E aí apareceu Carrie Fisher.

Ela própria uma princesa na corte de Hollywood (filha da atriz Debbie Reynolds e do cantor Eddie Fisher), também aparece como princesa, a Leia Organa de Guerra nas Estrelas (1977) e suas continuações. Naquele primeiro filme da série, ela foi demolindo o estereótipo: peitava Darth Vader logo no começo, e, presa, assistia seu planeta ser explodido e era torturada (mas não revelava a informação que os vilões queriam).

E quando o cavaleiro aparecia em sua cela para salvá-la, ela é quem tomou as rédeas da situação: tomou a arma e explodiu uma parede, dizendo “Alguém tem que salvar nossas peles”. Em O Retorno de Jedi (1983), escravizada e humilhada por Jabba naquele biquíni de metal, matou ela mesma o gangster na operação de fuga dos rebeldes.

Leia, naqueles anos 1970 e 1980, era o contrário do que uma princesa parecia dever ser. Comandava operações militares, tinha espírito de liderança, não levava desaforo para casa. Uma grande personagem, personificada de maneira eterna em Carrie Fisher, que nos deixou ontem.

Hoje até o Disney Channel tenta desfazer a imagem de princesa que a própria Disney consolidou dos anos 1930 aos 1950. Com o slogan “Sou princesa, sou real”, tenta vender a ideia de que ser princesa é lutar por seus ideais e para realizar seus sonhos e tal. Bonitinho, mas quarenta anos antes, Carrie Fisher já era a princesa que representava isso.

FOTO: Guerra nas Estrelas (1977)

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O Dia dos Pais foi domingo, mas a lista ainda vale: dez grandes pais no cinema. A quem observar que alguns na lista não são pais biológicos, me adianto: não me importa.

Kramer vs Kramer - 04

Justin Henry e Dustin Hoffman, em “Kramer vs. Kramer”

10 – TED KRAMER, Dustin Hoffman em Kramer vs. Kramer (1979)

Abandonado pela mulher, Ted precisa se redescobrir como pai: não só aprendendo a cuidar do filho, mas também a se conectar emocionalmente com a criança. O título diz respeito tanto a uma batalha posterior pela custódia quanto à convivência entre pai e filho.

Natal-felicidade

James Stewart e Donna Reed em “A Felicidade Não Se Compra”

9 – GEORGE BAILEY, James Stewart em A Felicidade Não Se Compra (1946), de Frank Capra

A vida fez George abdicar de seus sonhos de aventuras e viagens pelo mundo. Em seu pior momento, um anjo mostra o que ele teria a perder se não existisse – como seus quatro filhos.

Retorno de Jedi-33

Mark Hamill e David Prowse, em “O Retorno de Jedi”

8 – DARTH VADER, David Prowse e voz de James Earl Jones em O Retorno de Jedi (1983), de Richard Marquand

Ok, a grande frase “Não, Luke. Eu sou seu pai” é do filme anterior, O Império Contra-Ataca (1980), mas é no terceiro filme da trilogia original de Guerra nas Estrelas onde a relação pai-filho se desenvolve: Luke Skywalker vai ao encontro de Darth Vader para sua missão mais difícil: tentar resgatá-lo do lado negro da Força.

Menina de Ouro

Clint Eastwood e Hilary Swank em “Menina de Ouro”

7 – FRANKIE DUNN, em Menina de Ouro (2004), de Clint Eastwood

Velho dono de uma academia, Frankie não quer treinar a iniciante boxeadora Maggie. Quando acaba cedendo contrariado, pouco a pouco ela ocupa o lugar da filha de quem Frankie está afastado há tanto tempo.

Vida E Bela - 08

Roberto Benigni e Giorgio Cantarini em “A Vida É Bela”

6 – GUIDO, em A Vida É Bela (1997), de Roberto Benigni

Em um campo de concentração nazista, Guido faz de tudo para que seu filho pequeno não perceba o ambiente de atrocidades que os rodeia. Vai criando fantasias e jogos e se mantém firme. Até o fim.

FINDING NEMO, Nemo, Marlin, 2003, (c) Walt Disney/courtesy Everett Collection

“Procurando Nemo”

5 – MARLIN, voz de Albert Brooks em Procurando Nemo (2003), de Andrew Stanton

Traumatizado com uma tragédia pessoal, Marlin supera todos os seus medos para cruzar o oceano em busca do filho sequestrado. Enfrenta tubarões, pega carona em tartarugas-marinhas, escapa de ser engolido por uma baleia. E supera seu maior medo: deixar o filho enfrentar o mundo.

Sol E para Todos - 22

Mary Badham e Gregory Peck em “O Sol É para Todos”

4 – ATTICUS FINCH, em O Sol É para Todos (1962), de Richard Mulligan

É pelo olhos de seus filhos que assistimos ao advogado viúvo Atticus Finch defender um negro da acusação de estupro em uma cidade racista. Scout, que narra o filme como uma memória de adulta, e Jem vivem dias de amadurecimento sob a orientação do personagem eleito pelo AFI o maior herói do cinema americano.

Poderoso Chefao - 27

Al Pacino e Marlon Brando, em “O Poderoso Chefão”

 

3 – VITO CORLEONE, em O Poderoso Chefão (1972), de Francis Ford Coppola

“Um homem que não passa tempo com sua família pode nunca ser um homem de verdade”. “Eu trabalhei a minha vida inteira, eu não me desculpo por isso, para cuidar da minha família. E eu me recusei a dançar para todos aqueles figurões. Essa é a minha vida, eu não me desculpo por isso”. São palavras de Don Vito Corleone, um gangster, mas um pai capaz de desejar uma vida fora do crime para seu filho Michael ou de comover ao chorar perante o corpo do filho Sonny.

Ladroes de Bicicleta-05

Lamberto Maggiorani e Enzo Staiola em “Ladrões de Bicicleta”

2 – ANTONIO RICCI, em Ladrões de Bicicleta (1948), de Vittorio de Sica

Uma das obras máximas do neo-realismo italiano é uma história de pai e filho. Antonio precisa da bicicleta para trabalhar, mas ela é roubada. Ele percorre Roma com o filho Bruno na tentativa de encontrá-la. Eles se apoiam e se estranham, mas ninguém é imune ao momento em que ele desaba na frente do garoto e a relação dos dois é redefinida.

Antes do primeiro colocado, algumas menções honrosas: Clayton Poole, Jerry Lewis em Bancando a Ama-Seca (1958); Daniel Hillard, Robin Williams em Uma Babá Quase Perfeita (1993); Henry Jones, Sean Connery em Indiana Jones e a Última Cruzada (1989); Thomas Dunson, John Wayne em Rio Vermelho (1948); Mustafa, voz de James Earl Jones em O Rei Leão (1994); Ed Bloom, Ewan McGregor e Albert Finney em Peixe Grande e Suas Histórias Maravilhosas (2003); Adam Trask, Raymond Massey em Vidas Amargas (1955); Shukichi Hirayama, Chisu Ryu em Era uma Vez em Tóquio (1953), de Yasujiro Ozu

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Jackie Coogan e Charles Chaplin, em “O Garoto”

1 – CARLITOS, em O Garoto (1921), de Charles Chaplin

Um garoto quebra uma vidraça. Logo depois, “por coincidência”, surge na rua um vidraceiro pronto para fazer o conserto e, claro, receber por ele. O vidraceiro é Carlitos. Logo se vê que o garoto, claro, está com ele. Tão desprotegido quanto o próprio vagabundo, que o encontrou ainda bebê, abandonado numa lixeira, e o criou (a seu modo). Chaplin amava tanto à comédia quanto o melodrama e que cena quando o serviço social vem arrancar o filho de seus braços, em imagens inundadas de lágrimas e amor.

Pelo jeito, o mundo de Guerra nas Estrelas vai ser mesmo onipresente por muito tempo. Mal saímos de Star Wars – O Despertar da Força e já saiu o primeiro trailer de Rogue One – A Star Wars Story, o primeiro derivado (para o cinema) da série criada por George Lucas (mas só se não contarmos a animação Star Wars – Clone Wars, piloto da série de TV, mas que passou no cinema). Rogue One se passa pouco antes do Guerra nas Estrelas original (rebatizado depois como Uma Nova Esperança, blá-blá-blá), com uma equipe de rebeldes encarregada de roubar os planos da arma definitiva do Império: a Estrela da Morte, uma estação espacial armada com poder para destruir um planeta inteiro. Com Felicity Jones (de A Teoria de Tudo), Madd Mikkelsen (de A Caça) e Forest Whitaker (Oscar de melhor ator por O Último Rei da Escócia). Estreia no Brasil: 16 de dezembro.

A seguir, os meus melhores filmes de 2015, apenas entre os que estiveram em cartaz nos cinemas de João Pessoa. Antes, como em todo ano, a numeralha em torno do circuitão pessoense.

– 163 filmes estiveram em cartaz nos cinemas de João Pessoa em 2014 (419 estrearam no Brasil, segundo o levantamento da Abraccine). É um a menos que no ano passado, pertinho do recorde de 2007 (165), marca de antes do fechamento do primeiro multiplex do MAG. O Boulevard faz esse acompanhamento desde 2006.

– A participação do cinema brasileiro foi de 25,76% dos filmes em cartaz, só um pouco menor que no ano passado, quando chegou a 26,8%, melhor marca desde que começamos a contar. Em números brutos, são 42 este ano contra 44 em 2014. Em 2013, foram 32.

Divertida Mente

Raiva, Nojinho, Alegria, Medo e Tristeza: confusão de sentimentos

1 – DIVERTIDA MENTE, de Pete Docter

A Pixar deu uma aula de emoção dentro da mente de uma pré-adolescente. Acompanha ao mesmo tempo a vida dessa menina cujo mundo vira de cabeça para baixo quando a família se muda de cidade e suas emoções básicas personificadas. Tudo vira uma bagunça quando a Alegria e a Tristeza somem da sala de comando. O lance genial é justamente descobrir a beleza e a importância da Tristeza na vida de todos nós. Crítica no Boulevard

Que Horas Ela Volta

Camila Mardila e Regina Casé: filha e mãe que pensam diferente

2 – QUE HORAS ELA VOLTA?, de Anna Muylaert

Conseguiu combinar algo dificílimo no cinema brasileiro: a crítica social e o drama de personagens que conquistam o espectador. Regina Casé lembra a grande atriz que é como a Val, empregada em uma casa rica, que recebe a filha que vai prestar o vestibular. A outra mentalidade da moça, que não se acha inferior a ninguém, sacode a vida de patrões e empregados e ajuda o filme a colocar em xeque uma herança social incômoda . Crítica no Boulevard

Birdman ou a Inesperada Virtude da Ignorancia

Michael Keaton e a sombra dele mesmo o atormentando

3 – BIRDMAN (OU A INESPERADA VIRTUDE DA IGNORÂNCIA), de Alejandro González Iñarritu

O falso plano-sequência único (construído a partir de diversos planos-sequência de verdade e efeitos visuais) é de embasbacar. Mas além disso o filme transpira a angústia de seu protagonista e possui grandes interpretações de todo o elenco (Michael Keaton, Edward Norton e Emma Stone à frente) para um mergulho na necessidade e perigos de fazer arte.

Daisy Riodley, John Boyega (e BB8): filme confia (e faz bem em confiar) nos novos personagens

Daisy Ridley, John Boyega e BB-8 sustentam muito bem o filme

4 – STAR WARS – O DESPERTAR DA FORÇA, de J.J. Abrams

Com cerca de meia hora já adentradas do episódio VII de Guerra nas Estrelas, o espectador pode se dar conta de que nenhum dos personagens clássicos apareceu ainda e ele está acompanhando apenas as aventuras do novos rostos da série (Daisy Ridley, John Boyega, Adam Driver e, claro, o andróide BB-8). Um início corajoso que compensa muito uma rendição excessiva à trilogia original na repetição de certas situações. No fim, há um equilíbrio admirável entre essa herança que nos fez esquecer a trilogia-prelúdio e esperar ansiosamente pelo que o futuro reserva. Crítica no Boulevard

Mad Max - Estrada da Fúria-08

5 – MAD MAX – ESTRADA DA FÚRIA, de George Miller

É incrível pensar que, 30 anos depois, a franquia Mad Max voltaria com o mesmo diretor e uma disposição de se reinventar radicalmente. Semelhante ao segundo filme, o personagem principal é metido em uma situação onde ele é quase testemunha: a fuga de mulheres usadas como reprodutora pelo líder de uma cidade que detém o poder através da posse de um líquido precioso. O que nos anos 1980 era a gasolina, refletindo a crise do petróleo, agora é água. As fugitivas são lideradas por uma feroz Charlize Theron com um braço só. A trama se resume a uma gigantesca fuga sobre rodas pelo deserto, uma estilizada ode ao movimento com o visual alucinado do qual Miller é mestre. Diário de filmes no Boulevard

Pequeno Principe-2015-05

6 – O PEQUENO PRÍNCIPE, de Mark Osborne

Em geral, a decisão de dividir a história original com uma atual, sobre uma garotinha adultizada pela mãe e que conhece seu vizinho, um velho aviador, seria de torcer o nariz. Mas a verdade é que a nova história se alimenta bem do conto de Saint Exupèry e visualmente o filme acerta muito ao separar a animação digital para a nova história e o stop-motion para a trama do livro. E ainda há trilha irrestistível, com canções de Camille.

Mistress America-12

7 – MISTRESS AMERICA, de Noah Baumbach

Em geral, a decisão de dividir a história original com uma atual, sobre uma garotinha adultizada pela mãe e que conhece seu vizinho, um velho aviador, seria de torcer o nariz. Mas a verdade é que a nova história se alimenta bem do conto de Saint Exupèry e visualmente o filme acerta muito ao separar a animação digital para a nova história e o stop-motion para a trama do livro. E ainda há a trilha irresistível, com canções de Camille.

Perdido em Marte

8 – PERDIDO EM MARTE, de Ridley Scott

Não é de hoje que Hollywood é fascinada com a paisagem marciana. E Scott não deixa de usar o que pode dessa paisagem em um filme que também se arrisca e acerta ao passar um tempo considerável apenas com Matt Damon em cena. O bom humor de seu personagem faz não só sua vida menos difícil como ajuda também o espectador nessa travessia.

 

Conto da Princesa Kaguya-04

9 – O CONTO DA PRINCESA KAGUYA, de Isao Takahata

A história da princesinha que nasce em um broto de bambu e é encontrada por um lavrador é contada por delicadeza ímpar nessa produção do Studio Ghibli. Um dos filmes mais bonitos do ano.

Ponte dos Espioes-10

10 – PONTE DOS ESPIÕES, de Steven Spielberg

No auge da guerra fria, o advogado de uma companhia de seguros é jogado dentro de uma trama em que precisa defender um espião soviético capturado nos EUA e depois negociar sua troca por outro, americano, preso na Alemanha Oriental. A recriação de um clima paranoico dos dois lados e descobrir a humanidade no “inimigo” são alguns dos méritos desse thriller.

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MAIS RETROSPECTIVA 2015

Daisy Riodley, John Boyega (e BB8): filme confia (e faz bem em confiar) nos novos personagens

Daisy Ridley, John Boyega (e BB8): filme confia (e faz bem em confiar) nos novos personagens

Estrelas-04 e meia juntas-site

Nostalgia com um pé no futuro

Renato Félix

Os fãs puderam, enfim, relaxar (ou ficar ainda mais animados): Star Wars – O Despertar da Força é um legítimo seguidor da trilogia original da série Guerra nas Estrelas e não guarda qualquer maior relação estética com a trilogia-prelúdio. É uma realização impressionante nesse ponto: 32 anos após O Retorno de Jedi (1983), chega a ser estranho assistir algo inédito e que soa ao mesmo tempo tão familiar.

Aos não-fãs (e até aos desconfiados e maltratados por terem se iniciado na série pela trilogia-prelúdio), vale a aposta de ir ao cinema: Star Wars – O Despertar da Força é pautado em novos personagens que encaram a história original como uma lenda, algo de que apenas ouviram falar. É com isso que o filme dialoga muito bem com quem só conhece a série de ouvir o papo dos amigos que a curtem ou das zilhões de referências que aparecem por aí o tempo todo, de comerciais de TV a pegadinhas do Programa Silvio Santos.

O Despertar da Força é um grande acerto também em diversos outros aspectos. J.J. Abrams parece ter nascido para comandar esse projeto. Ele próprio já tinha feito os dois Star Trek que dirigiu soarem mais como Guerra nas Estrelas do que como a série original Jornada nas Estrelas. Se George Lucas achava que tinha limitações tecnológicas quando produziu a trilogia original (1977-83) e que não as tinha mais quando produziu, escreveu e dirigiu a trilogia-prelúdio (1999-2005), se refestelando mais do que devia nos efeitos digitais, Abrams compreende que as “limitações” dos anos 1970 e 1980 sempre foram, de fato, uma vantagem.

Assim, o novo filme minimiza os efeitos digitais em prol do uso de maquetes e efeitos realizados no set sempre que possível.  Foi uma opção que fez diferença e valeu a pena. Com isso, o novo Star Wars retorna a um futuro “velho”, meio sucateado, nos confins da galáxia e que parece mais real.

Outro acerto é o investimento na construção de novos personagens muito bons. Tanto a catadora de lixo Rey (Daisy Ridley) quanto o stormtrooper desertor Finn (John Boyega) e o novo vilão, Kylo Ren (Adam Driver), são complexos e funcionam muito bem. São mais complexos, na verdade, que os protagonistas da trilogia original, que sempre foram bastante arquetípicos. Mesmo Leia (Carrie Fisher), que renegava o estereótipo da princesa a ser salva, mas acabava sendo arquetípica para o outro lado.

O filme confia nesses personagens, nessa nova geração. Quando Han Solo entra em cena, O Despertar da Força já começou há algum tempo e, sem perceber, o espectador está acompanhando apenas personagens novos, com grandes possibilidades de estar totalmente envolvido pela trama e sem dar pela falta dos medalhões até então. Mas os astros vêm e o filme dá a cada um uma entrada solene em cena.

Abrams teve a nobreza e esperteza de convocar Lawrence Kasdan para acompanhá-lo no roteiro. Roteirista do melhor filme da série, O Império Contra-Ataca (1980), ele certamente também fez diferença. O filme entrega e sonega informação ao espectador com muita destreza. Constrói uma bela aventura sem se preocupar em ser explicadinho, leva a atenção do espectador para onde quer e, no fim, boa parte dos personagens continua com histórias não reveladas, guardadas para os próximos episódios.

Como não se trata de Lost, Abrams não terá infindáveis episódios para criar mistérios e, depois, não saber como resolvê-los. O que ele fez é colocar as pulgas nas orelhas dos espectadores, que passaram a especular o que este ou aquele personagem representa. E manter um pouco da aura de mistério que foi parte importante da divulgação de O Despertar da Força.

O principal deles era a respeito da maneira como seria a participação de Mark Hamill como Luke Skywalker. Não por acaso, a primeira frase do letreiro incial é “Luke Skywalker está desaparecido”. Boa parte da trama deste sétimo episódio gira em torno da busca por ele, o último jedi. A Primeira Ordem (o que restou do Império) e a Resistência (liderada pela ex-princesa e agora general Leia, vivida de novo por Carrie Fisher) querem encontrá-lo.

É a essa trama que os novos personagens são jogados depois de se conhecerem. Ao lado disso, muito da trama repete passos de Guerra nas Estrelas (1977; rebatizado desnecessariamente a partir de 1999 como Star Wars – Uma Nova Esperança) e O Retorno de Jedi (1983). Nisso, o filme aposta em um caminho mais fácil, de identificação imediata com os velhos fãs maltratados com a trilogia-prelúdio.

Mas há que considerar que o espírito original da série era esse mesmo: Guerra nas Estrelas revisitava os seriados de Flash Gordon dos anos 1930 (que passavam em episódios no cinema sempre com o “continua na próxima semana” no final), os filmes japoneses de samurais, os capa-e-espada e os faroestes clássicos. Nada mais natural, portanto, que o novo Star Wars remeter à sua própria versão de quase 40 anos antes.

O que importa é que a combinação disso com os novos personagens e as ligações entre eles funcionou bem demais. É um grande retorno, mas dando um significativo passo à frente.

Star Wars – O Despertar da Força. Star Wars – The Force Awakens. Estados Unidos, 2015. Direção: J.J. Abrams. Elenco: Daisy Ridley, John Boyega, Oscar Isaac, Harrison Ford, Mark Hamill, Carrie Fisher, Adam Driver, Lupita Nyong’o, Andy Serkis, Peter Mayhew, Gwendoline Christie, Anthony Daniels, Kenny Baker, Max von Sydow, Simon Pegg, Warwick Davis.

(ampliado do texto publicado no Correio da Paraíba, em 19/12/2015)

O que entra na quinta, o que fica até quarta e o que continua em cartaz nos cinemas paraibanos (João Pessoa, Campina Grande e Patos).

Star Wars - O Despertar da Força - cartaz

JOÃO PESSOA

Entram quinta em JP:
– ‘STAR WARS – O DESPERTAR DA FORÇA’ (Cinépolis Manaíra [2D leg, 3D leg, 2D dub, 3D dub]; Cinespaço MAG [2D leg, 2D dub, 3D leg, 3D dub]; Cinesercla Tambiá [2D dub, 3D dub]; Cinépolis Mangabeira [3D leg, 3D dub])

Pré-estreia em JP:
– ‘ALVIN E OS ESQUILOS – NA ESTRADA’ (Cinépolis Manaíra [2D dub], diariamente; Cinespaço MAG [2D dub], diariamente; Cinesercla Tambiá [2D dub], diariamente; Cinépolis Mangabeira [2D dub], diariamente)

Só até quarta em JP:
– ‘A VISITA’ (Cinesercla Tambiá [2D dub])
– ‘HOTEL TRANSILVÂNIA 2’ (Cinépolis Manaíra [2D dub]; Cinesercla Tambiá [2D dub])
– ‘AWAKE – A VIDA DE YOGANANDA’ (Cinespaço MAG [2D leg])
– ‘O PRESENTE’ (Cinesercla Tambiá [2D dub])

Continuam em JP:
– ‘DÍVIDA DE HONRA’ (Cinépolis Manaíra [2D leg])
– ‘JOGOS VORAZES – A ESPERANÇA: O FINAL’ (Cinépolis Manaíra [2D leg, 2D dub]; Cinespaço MAG [2D leg]; Cinesercla Tambiá [2D dub]; Cinépolis Mangabeira [2D dub])
– ‘NO CORAÇÃO DO MAR’ (Cinépolis Manaíra [3D leg, 3D dub]; Cinesercla Tambiá [2D dub]; Cinépolis Mangabeira [2D dub])
– ‘OLHOS DA JUSTIÇA’ (Cinépolis Manaíra [2D leg]
– ‘PEGANDO FOGO’ (Cinépolis Manaíra [2D leg]; Cinespaço MAG [2D leg]; Cinépolis Mangabeira [2D dub])
– ‘BEM CASADOS’ (Cinépolis Manaíra [2D em port]; Cinesercla Tambiá [2D em port]; Cinépolis Mangabeira [2D em port])
– ‘TUDO QUE APRENDEMOS JUNTOS’ (Cinépolis Manaíra [2D em port])
– ‘TERRA DE MARIA’ (Cinépolis Manaíra [2D leg])
– ‘O REINO GELADO 2’ (Cinépolis Mangabeira [3D dub], apenas sábado e domingo)
– ‘QUARTO DE GUERRA’ (Cinépolis Manaíra [2D dub]; Cinépolis Mangabeira [2D dub])
– ‘O ÚLTIMO CAÇADOR DE BRUXAS’ (Cinesercla Tambiá [2D dub])
– ‘VICTOR FRANKENSTEIN’ (Cinesercla Tambiá [2D dub])

 

CAMPINA GRANDE (Cinesercla Partage)

Entram quinta em CG:
– ‘STAR WARS – O DESPERTAR DA FORÇA’ [3D leg, 2D dub, 3D dub]

Pré-estreia em CG:
– ‘ALVIN E OS ESQUILOS – NA ESTRADA’ [2D dub], diariamente

Só até quarta em CG:
– ‘A VISITA’ [2D dub]
– ‘O PRESENTE’ [2D leg, 2D dub]
– ‘O REINO GELADO 2’ [2D dub]

Continuam em CG:
– ‘JOGOS VORAZES – A ESPERANÇA: O FINAL’ [2D dub]
– ‘NO CORAÇÃO DO MAR’ [2D dub]
– ‘BEM CASADOS’ [2D em port]
– ‘VICTOR FRANKENSTEIN’ [2D dub]

 

PATOS (Cine Guedes)

Entra quinta em Patos:
– ‘STAR WARS – O DESPERTAR DA FORÇA’ [3D dub]

Pré-estreia em Patos:
– ‘ALVIN E OS ESQUILOS – NA ESTRADA’ [2D dub], diariamente

Só até quarta em Patos:
– ‘JOGOS VORAZES – A ESPERANÇA: O FINAL’ [3D dub]
– ‘NO CORAÇÃO DO MAR’ [3D dub]
– ‘O REINO GELADO 2’ [3D dub]

Continuam em Patos:
– ‘COMO SOBREVIVER A UM ATAQUE ZUMBI’ [2D dub]

 

 

 

 

REMÍGIO (Cine RT)

O cinema está em manutenção

A revista britânica Empire anunciou suas capas para a edição especial de Star Wars – O Despertar da Força. São seis e, como sempre, a revista bota pra quebrar nesse quesito. Confira e clique em cada uma para ampliar.

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Saiu o novo trailer de Star Wars – O Despertar da Força e continua parecendo tudo certo. Os personagens (os novos e os velhos conhecidos) aparecem um pouco mais e todos compõem bem. Boto fé nos novos protagonistas (fora que ter uma mulher e um negro como protagonistas, sim, corrige um desleixo histórico da série). Por enquanto é muito bom ver o velho clima de Guerra nas Estrelas de volta. Não vai ser por falta de devoção: a gente sabe que J.J. Abrams, o diretor, ama a série (afinal, praticamente transformou seus dois Jornada nas Estrelas em Guerra nas Estrelas). A estreia no Brasil é em 17 de dezembro.

Houve um tempo em que se dizia que nenhuma continuação era superior ao original (só O Poderoso Chefão 2 – Parte 2O Império Contra-Ataca, o que sempre é discutível, mas era o que se dizia). Hoje já existem muitas partes 2 melhores que a parte 1, mas parece que sobre as partes 3 alguma maldição acontece. O senso comum costuma apedrejá-las (pergunte o que o pessoal acha de Homem-Aranha 3Homem de Ferro 3X-Men – O Confronto Final, por exemplo – em tempo: gosto dos três).

Então vamos a um top 10 de partes 3 que burlam isso aí. São filmes bem aceitos por público em geral e pela crítica e, às vezes, até melhores que o original.

"Star Wars – A Vingança dos Sith"

“Star Wars – A Vingança dos Sith”

10 – STAR WARS – A VINGANÇA DOS SITH (2005)

A segunda trilogia da série Guerra nas Estrelas é cheia de problemas e o próprio A Vingança dos Sith tem alguns bem sérios. Mas é inegável que também é bastante superior aos dois primeiros e possivelmente o único que realmente não faz feio com relação à trilogia original. RT: 80%.

"De Volta para o Futuro – Parte III"

“De Volta para o Futuro – Parte III”

9 – DE VOLTA PARA O FUTURO – PARTE III (1990)

Filmado simultaneamente com a parte II, tem uma diferença razoável com relação aos anteriores por se passar quase inteiramente no velho oeste. Acaba então se tornando uma deliciosa paródia do gênero. E faz isso muito bem, além de também cumprir muito bem o papel de encerrar a história. RT: 73%.

"O Ultimato Bourne"

“O Ultimato Bourne”

8 – O ULTIMATO BOURNE (2007)

Os dois primeiros filmes já são muito bons, mas o terceiro realmente fecha com chave de ouro a trilogia. Paul Greengrass está muito inspirado nas cenas de perseguição e de luta e no ritmo das revelações que vão aparecendo para elucidar a história do agente que, no primeiro filme, começa desacordado e perseguido por colegas sem saber o motivo. RT: 93%.

"Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban"

“Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban”

7 – HARRY POTTER E O PRISIONEIRO DE AZKABAN (2004)

Para o terceiro filme da série, houve uma mudança de direção: saiu o burocrático Chris Columbus e entrou o mexicano Alfonso Cuarón, que imprimiu mudanças visíveis: reduziu muito o ar glamouroso e de conto-de-fadas da escola de bruxaria e nos brindou com a sequência antológica em que Harry fica frente a frente com Sirius Black e outra, a da volta no tempo. Nenhum filme que veio depois conseguiu superá-lo (talvez o sétimo dos oito, mas a discutir). RT: 91%.

"O Senhor dos Anéis – O Retorno do Rei"

“O Senhor dos Anéis – O Retorno do Rei”

6 – O SENHOR DOS ANÉIS – O RETORNO DO REI (2003)

A trilogia O Senhor dos Anéis foi filmada numa tirada só, mas a edição foi um de cada vez. Isso deve ter ajudado o diretor Peter Jackson a corrigir problemas a cada passo e controlar, por exemplo, sua tendência ao exagero. Ou isso, ou o exagero se justifica pelo clímax gigante que é o capítulo final da saga. RT: 95%.

"007 – Operação Skyfall"

“007 – Operação Skyfall”

5 – 007 – OPERAÇÃO SKYFALL (2012)

Ok, ok, sabemos que Skyfall é o 23º filme da série James Bond. Mas desde que 007 – Cassino Royale reiniciou a série em 2006, então podemos entender o filme como o terceiro dessa nova fase (fizemos isso também com A Vingança dos Sith, oras). E o sentimento foi de “até que enfim!”. Depois de um ótimo filme que tinha pouco do James Bond que o cinema consagrou e um segundo que nem era muito bom, nem era muito Bond, este conseguiu ser excelente e fazer Daniel Craig envergar bastante da autoparódia que acompanhava o agente desde Sean Connery. Além disso, há a fotografia sensacional de Roger Deakins e sacadas como colocar a M de Judi Dench como a principal bondgirl do filme. RT: 92%.

Indiana Jones e a Ultima Cruzada-26

“Indiana Jones e a Última Cruzada”

4 – INDIANA JONES E A ÚLTIMA CRUZADA (1989)

Steven Spielberg achou o segundo filme da série muito sombrio (gente tendo o coração arrancado do peito… aquelas coisas), então caprichou na comédia em A Última Cruzada. O golpe de mestre foi escalar Sean Connery como o pai de Indy (fazia todo o sentido, já que de certa forma James Bond foi o “pai” de Indiana Jones). Como o original, aqui também tivemos uma corrida apostada contra os nazistas por um tesouro bíblico. RT: 88%.

"Toy Story 3"

“Toy Story 3”

3 – TOY STORY 3 (2010)

Parecia ser difícil superar o excelente segundo filme, de 1999. Além disso, o terceiro filme surgia sob a sombra de puro oportunismo (detentora dos direitos, a Disney ia tocá-lo sozinha quando a Pixar estava para deixar a parceria com o estúdio). Mas Pixar conseguiu surpreender e entregar, 11 anos depois, uma continuação melhor ainda, que vira um filme de prisão, chega no limite do suspense para um filme infantil e com um final de deixar o coração apertado. RT: 99%.

"Três Homens em Conflito"

“Três Homens em Conflito”

2 – TRÊS HOMENS EM CONFLITO (1966)

É a terceira parte da trilogia do Homem sem Nome, de Sergio Leone. Os anteriores – Por um Punhado de Dólares (1964) e Por uns Dólares a Mais (1965) – foram eclipsados por esta ciranda de trapaças e violências entre o bom (Clint Eastwood), o mau (Lee Van Cleef) e o feio (Eli Wallach). Seria o máximo do western spaghetti, não fosse Era uma Vez no Oeste (1968), do próprio Leone. RT: 97%.

"007 contra Goldfinger"

“007 contra Goldfinger”

1 – 007 CONTRA GOLDFINGER (1963)

Em Goldfinger, James Bond finalmente estava completo como o personagem que se tornaria um dos mais conhecidos do universo da ficção (muito mais do que na literatura). Os dois filmes anteriores contribuíram muito para isso (principalmente o segundo, Moscou contra 007, de 1963), mas aqui todos os elementos chegaram ao ponto ideal: um vilão megalomaníaco, capangas magistrais, bondgirls de tirar o fôlego, cenas antológicas (a beldade que morre folheada a ouro, o raio laser que corta a mesa em direção a 007) e a autoparódia, o não-se levar-muito-a-sério (no começo do filme, Bond sai do mar de escafandro e já tem um smoking por baixo). Ainda é o melhor dos até agora 23 filmes de Bond. RT: 96%.

Minha querida amiga Katiuscia me mandou o link para este comercial. Imagina se eu não ia querer essa fantasia quando criança!

Adendo: Começando por este, o blog Nerdices, do site da Superinteressante, elencou os dez melhores comerciais estrelados por Darth Vader. A Força está com ele!

Diane Keaton em "Noivo Neurótico, Noiva Nervosa"

Diane Keaton em “Noivo Neurótico, Noiva Nervosa”

Diane Keaton em "À Procura de Mr. Goodbar"

Diane Keaton em “À Procura de Mr. Goodbar”

1 – DIANE KEATON, por Noivo Neurótico, Noiva Nervosa e por À Procura de Mr. Goodbar

Anteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1972, por Sonhos de um Sedutor e por O Poderoso Chefão; 4ª em 1973, por Dorminhoco; 3ª em 1974, por O Poderoso Chefão – Parte II; 1ª em 1975, por A Última Noite de Boris Gruschenko. Posteriormente em Musas retroativas: 10ª em 1979, por Manhattan; 19ª em 1981, por Reds.

Musa, musa mesmo foi Diane Keaton em Noivo Neurótico, Noiva Nervosa: Woody Allen até batizou o filme com o sobrenome real da atriz (Diane Hall virou Annie Hall). Com seu visual superparticular que ditou moda na época e bom humor, ela teve uma interpretação que conquistou a Academia e rendeu um Oscar. Mas deve ter ajudado a atuação dramática e ousada de À procura de Mr. Goodbar. Nas outras posições da lista, o domínio de estreantes (lembre-se que a lista corre de trás para a frente): nada menos que 15 musas nunca tinham aparecido nas listas. Apesar da ausência de brasileiras, há uma variedade grande de nacionalidades: americanas, uma italiana, duas inglesas, uma francesa e até uma atriz nascida nas Filipinas (Cristina Raines) e duas suecas (Agnetha e Anni-Frid, do grupo Abba, que estrelou um filme em 1977).

Laura Antonelli em “Esposamante”

2 – LAURA ANTONELLI, por Esposamante

Anteriormente em Musas retroativas: 9ª em 1973, por Malícia.

Barbara Bach em “007, o Espião que Me Amava”

3 – BARBARA BACH, por 007, o Espião que Me Amava

Agnetha Falkstog e Anni-Frid Lyngstad em “Abba – the Movie”

4 – AGNETHA FALKSTOG, por Abba – The Movie

Raquel Welch em “O Príncipe e o Mendigo”

5 – RAQUEL WELCH, por O Príncipe e o Mendigo

Anteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1966, por Um Milhão de Anos Antes de Cristo e por Viagem Fantástica; 13ª em 1967, por O Diabo É Meu Sócio; 7ª em 1973, por Os Três Mosqueteiros; 6ª em 1974, por A Vingança de Milady.

Carole Bouquet em “Esse Obscuro Objeto do Desejo”

6 – CAROLE BOUQUET, por Esse Obscuro objeto do Desejo

Posteriormente em Musas retroativas: 2ª em 1981, por 007 – Somente para Seus Olhos.

Jane Fonda em “Julia”

7 – JANE FONDA, por Julia

Anteriormente em Musas retroativas: 5ª em 1965, por Dívida de Sangue; 8ª em 1966, por Caçada Humana; 3ª em 1967, por Descalços no Parque; 1ª em 1968, por Barbarella; 5ª em 1969, por A Noite dos Desesperados; 4ª em 1971, por Klute – O Passado Condena; 19ª em 1972, por Tout Va Bien. Posteriormente em Musas retroativas: 2ª em 1978, por Amargo Regresso; 15ª em 1979, por Síndrome da China e por O Cavaleiro Elétrico; 13ª em 1981, por Num Lago Dourado e por Amantes & Finanças.

Teri Garr em “Alguém Lá em Cima Gosta de Mim”

Teri Garr em "Contatos Imediatos do Terceiro Grau"

Teri Garr em “Contatos Imediatos do Terceiro Grau”

8 – TERI GARR, por Alguém Lá em Cima Gosta de Mim e por Contatos Imediatos do Terceiro Grau

Anteriormente em Musas retroativas: 2ª em 1974, por O Jovem Frankenstein.

Anni-Frid Lyngstad em “Abba – The Movie”

9 – ANNI-FRID LYNGSTAD, por Abba – The Movie

Cristina Raines em “Os Duelistas”

10 – CRISTINA RAINES, por Os Duelistas

Angela Molina em “Esse Obscuro Objeto do Desejo”

11 – ANGELA MOLINA, por Esse Obscuro Objeto do Desejo

Leslie Browne em “Momento de Decisão”

12 – LESLIE BROWNE, por Momento de Decisão

Olivia Hussey em “Jesus de Nazaré”

13 – OLIVIA HUSSEY, por Jesus de Nazaré

Anteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1968, por Romeu & Julieta.

Karen Lynn Gorney em “Os Embalos de Sábado à Noite”

14 – KAREN LYNN GORNEY, por Os Embalos de Sábado à Noite

Melinda Dillon em “Contatos Imediatos do Terceiro Grau”

15 – MELINDA DILLON, por Contatos Imediatos do Terceiro Grau

Meryl Streep em “Julia”

16 – MERYL STREEP, por Julia

Posteriormente em Musas retroativas: 12ª em 1978, por O Franco-Atirador; 17ª em 1979, por Manhattan e por Kramer vs. Kramer; 10ª em 1982, por A Escolha de Sofia.

Sally Field em “Agarra-me se Puderes”

17 – SALLY FIELD, por Agarra-me Se Puderes

Sarah Douglas em “O Mundo que o Tempo Esqueceu”

18 – SARAH DOUGLAS, por O Mundo que o Tempo Esqueceu

Posteriormente em Musas retroativas20ª em 1978, por Superman – O Filme.

Carrie Fisher em “Guerra nas Estrelas”

19 – CARRIE FISHER, por Guerra nas Estrelas

Anteriormente em Musas retroativas: 12ª em 1975, por Shampoo. Posteriormente em Musas retroativas: 11ª em 1980, por O Império Contra-Ataca e por Os Irmãos Cara de Pau; 2ª em 1983, por O Retorno de Jedi.

Charlotte Rampling em “Orca, a Baleia Assassina”

20 – CHARLOTTE RAMPLING, por Orca, a Baleia Assassina

Anteriormente em Musas retroativas: 15ª em 1972, por Henrique VIII e Suas Seis Mulheres; 12ª em 1974, por O Porteiro da NoitePosteriormente em Musas retroativas: 20ª em 1980, por Memórias.

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