You are currently browsing the tag archive for the ‘Anos 1970’ tag.

Bergman e Antonioni

30 de julho, há 10 anos: Morrem no mesmo dia, em 2007, os cineastas Ingmar Bergman e Michelangelo Antonioni. Ambos são considerados entre os mais importantes diretores da sétima arte, com obras extremamente pessoais. O sueco Bergman discutiu a dor humana, a existência de Deus, a opressão religiosa, a arte em filmes como O Sétimo Selo (1957), Morangos Silvestres (1957), Persona (1966), Gritos e Sussurros (1972), Sonata de Outono (1978) e Fanny & Alexander (1982). O italiano Antonioni ficou conhecido como o cineastas da incomunicabilidade, por obras como A Aventura (1960), A Noite (1961), O Eclipse (1962), Blow Up – Depois Daquele Beijo (1966) e Profissão: Repórter (1975).

Anúncios

Clementina de Jesus

19 de julho, há 30 anos: Morre em 1987, aos 86 anos, a cantora fluminense Clementina de Jesus, uma das vozes mais emblemáticas do samba. Embora nascida na cidade de Valença, mudou-se com a família para o bairro de Oswaldo Cruz, onde viu o surgimento da Portela. Após se casar, mudou-se para a Mangueira. Após trabalhar por 20 anos como doméstica, foi descoberta pelo poeta e compositor Hermínio Bello de Carvalho participando em 1965 do histórico show Rosa de Ouro, que uniu novos talentos e veteranos do samba que estavam escanteados. Além de cinco discos solo, fez participações em outros e dividiu Gente da Antiga (1968) com Pixinguinha e João da Baiana.

Turma do Charlie Brown - 01

16 de julho, há 40 anos: Estreia, em 1977, o filme A Turma do Charlie Brown. Rebatizado anos depois na TV a cabo como Corra por Sua Vida, Charlie Brown, é o terceiro longa-metragem animado estrelado pelos personagens criados por Charlie M. Schulz para a tira Peanuts. Os primeiros são Charlie Brown e Snoopy (1968) e Volte para Casa, Snoopy (1972). A animação segue o estilo dos especiais animados de cerca de 25 minutos vinham sendo produzidos para a TV desde 1965. O filme não tem trilha musical de Vince Guaraldi, responsável pelo acento jazzístico da trilha dos especiais, porque o músico morreu meses antes de a produção começar.

Harrison Ford

13 de julho, 75 anos: Nasce, em 1942, o ator americano Harrison Ford. Um dos atores mais populares de todos os tempos, estrelando duas das franquias de maior sucesso do cinema: Star Wars (como Han Solo, aparecendo em quatro filmes) e Indiana Jones (no papel-título, também em quatro filmes). Também protagonizou outros filmes importantes, como Blade Runner, o Caçador de Andróides (1982) e A Testemunha (1985).

Jackson do Pandeiro-05

10 de julho, há 35 anos: Morre, em 1982, aos 62 anos, o cantor, compositor e instrumentista paraibano Jackson do Pandeiro. Conhecido como o “rei do ritmo”, ele gravou seu primeiro grande sucesso apenas aos 35 anos, em 1953: “Sebastiana”, de Rosil Cavalcanti. Com Almira Carrilho fez uma dupla de sucesso e foi casado de 1956 a 1967. Navegando no forró e samba e seus gêneros aparentados, emplacou sucessos que o tornaram um dos músicos nordestinos mais influentes: “Chiclete com banana”, “O canto da ema”, “Um a um” e “Cantiga do sapo”. Jackson morreu em Brasília, dias depois de passar mal no aeroporto quando voltava de um show na cidade.

Donna Summer

9 de julho, há 40 anos: Alcança o primeiro lugar na parada da Billboard, em 1977, a canção “I feel love”, de Donna Summer. Foi a primeira canção gravada inteiramente com uma base de sintetizador a conseguir o feito. A música, de Giorgio Moroder e Pete Bellotte com letras de Donna, é do disco I Remember Yesterday, o quinto da cantora. Ela lançaria mais um em 1977, Once Upon a Time, um dos seus grandes sucessos.

007 o Espiao que Me Amava - 03

7 de julho, há 40 anos: É exibido em pré-estreia, em 1977, o filme 007, o Espião que Me Amava. É o 10º filme protagonizado pelo espião britânico James Bond, e o terceiro com Roger Moore no papel. É um dos que melhor dosou os elementos de ação e comédia que caracterizou a fase de Moore como o personagem. A bondgirl era a americana Barbara Bach e a canção-tema foi “Nobody does it better”, com Carly Simon.

 

007 O Espiao que Me Amava-abertura

Os elaborados créditos de abertura da série James Bond são uma tradição tão forte que nem a repaginada da era Daniel Craig os derrubaram (em comparação, lembremos que o tiro no olho-cano de revólver que sempre abriu os filmes foi escanteado para o final na era Craig, até Spectre devolvê-lo ao começo). É um top 10 das aberturas, não das músicas-tema. Então, a música é levada muito em conta, claro, mas também elementos como originalidade, bom humor quando for o caso, visual e narrativa. Os créditos de abertura sempre têm uma boa dose de abstração, o que deixa tudo ainda mais subjetivo.

10 – 007 CONTRA A CHANTAGEM ATÔMICA (1965)

O quarto filme da série iniciou uma tradição: as aberturas com silhuetas femininas nuas, criadas por Maurice Binder (que havia ficado de fora dos dois filmes anteriores, mas voltou aqui e exigindo o nome nos créditos). Aqui, como faria depois Somente para Seus Olhos, o tom é submarino evocando as sequências embaixo d’água que o público assistiria no filme. A música-tema é cantada por Tom Jones, com um instrumental bem bondiano.

9 – 007 CONTRA O SATÂNICO DR. NO (1962)

O primeiro filme da série tem uma abertura bem no estilo dos anos 1960: predominantemente gráfica, com os créditos interagindo (no ritmo e visual) com as bolinhas piscando. Inclui também o icônico tiro inicial desenhado por Maurice Binder (a cena antes dos créditos só viria a partir do segundo filme) e o antológico tema da série composto por Monty Norman. No meio, há uma quebra meio brusca para uns temas caribenhos, já que o plot principal do filme é na Jamaica.

8 – 007 A SERVIÇO SECRETO DE SUA MAJESTADE (1969)

A abertura mais psicodélica da série, bem no espírito do final dos anos 1960. É visível também a preocupação em minimizar a mudança do ator principal (Sean Connery havia saído e era a estreia de George Lazenby, que acabou fazendo só esse mesmo) usando imagens dos vilões e bondgirls dos filmes anteriores. Também é a terceira e última abertura apenas com trilha instrumental (as outras foram a dos dois primeiros filme). E é mais uma de Maurice Binder.

7 – 007, O ESPIÃO QUE ME AMAVA (1977)

A abertura do terceiro 007 com Roger Moore, de Maurice Binder, absorve a autoparódia do filme. As silhuetas agora fazem uma espécie de ginástica olímpica (destaque para a evolução na barra formada pelo cano do revólver) e há elementos soviéticos, evocando o romance entre Bond e a espiã russa no filme. Há uma bela imagem inicial, com as mãos capturando o para-quedas de Bond. E a música é uma das melhores da série toda: “Nobody does it better”, com Carly Simon.

6 – 007 – CASSINO ROYALE (2006)

A repaginada que a série recebeu em 2006 refletiu na abertura. Não há mulheres, com a exceção de uma discretíssima aparição do rosto de Eva Green. Ao invés disso, muito tiro, muita luta e muito sangue. Um tom muito mais claro que o usual também, com essa ambientação no mundo do baralho e seus elementos. Daniel Kleinman, que desenhou os créditos, integrou, depois de 43 anos, a sequência do tiro à abertura, se aproximou da pop art e usou muito a imagem de Daniel Craig para reforçá-lo como o novo Bond. A música, ótima, é “You know my name”, com Chris Cornell.

5 – 007 CONTRA GOLDFINGER (1964)

Uma das imagens famosas do filme é a morte de Shirley Eaton com o corpo pintado de dourado. A abertura (de Robert Brownjohn) aproveita a ideia: o corpo da atriz e modelo Margaret Nolan pintado de dourado, nos quais são projetadas cenas deste e dos dois filmes anteriores da série. Na música-tema (foi a primeira vez que a abertura ganhou uma canção como tema), a inigualável Shirley Bassey. No vídeo abaixo, a vinheta do tiro está incluída, mas, como quase sempre, há uma sequência entre ela e os créditos.

4 – 007 CONTRA GOLDENEYE (1995)

Fazia seis anos que não Bond não dava as caras nas telas, quando veio a estreia de Pierce Brosnan no papel. Junto com ele, a estreia de Daniel Kleinman, diretor de clipes e vídeos de shows, como designer dos créditos de abertura (substituindo Maurice Binder, que morreu em 1991). Ele segue a herança de Maurice Binder (principalmente no que diz respeito à silhueta feminina), mas aposta firme nos efeitos por computador: os símbolos soviéticos, já que o filme tem relação com o fim da guerra fria. A música-tema tem Tina Turner cantando música de Bono & The Edge. No vídeo, a vinheta do tiro está incluída, mas, como quase sempre, há uma sequência entre ela e os créditos.

3 – 007 NA MIRA DOS ASSASSINOS (1985)

Maurice Binder de cabeça nos anos 1980. O som dançante do Duran Duran na trilha e detalhes coloridos explodindo do fundo negro: o batom, a arma, uma mulher dançando no fogo (claro). As mulheres esquiadoras são uma imagem bonita, mas o que se sobressai é a sensação divertida de não se levar a sério.

2 – 007 – O AMANHÃ NUNCA MORRE (1997)

Como no anterior, Daniel Kleinman se inspira fortemente no tema do filme: aqui, o mundo da comunicação e da computação e mulheres e armas, claro. São belas imagens, muita produção digital e a música bem bondiana cantada por Sheryl Crow. O visual também prefere imagens em negativo e sensação de raio-x.

Antes do primeiro lugar, algumas enções honrosas: Com 007 Só Se Vive Duas Vezes (1967) e seus temas japoneses (de Maurice Binder); Moscou contra 007 (1963), com os créditos (de Robert Brownjohn) projetados na pele feminina; Com 007 Viva e Deixe Morrer (1973), de Maurice Binder, com os temas vudu e Paul McCartney cantando.

1 – 007 – OPERAÇÃO SKYFALL (2012)

Deu tudo certo na abertura de Skyfall, a sexta com design de Daniel Kleinman. Partindo do momento final da cena pré-créditos (baleado sobre um trem, Bond desaparece sob a água), somos encaminhados no que às vezes parece uma experiência subconsciente de 007 à beira da morte (principalmente um certo conflito consigo mesmo: tiros nas sombras e nos espelhos), outras vezes a antecipação de elementos que o espectador só vai ver mais à frente (o vilão vivido por Javier Bardem, a Skyfall do título). Isso com um ponto de vista que está indo sempre para a frente (ou mais para dentro). Há mais símbolos sinistros de morte (túmulos, sangue e caveiras, que podem tanto remeter ao desenrolar da primeira sequência quanto ao que vem pela frente) mais do que as tradicionais armas e mulheres. Coroando tudo, a espetacular canção de Adele, num estilo muito bondiano.

A lendária atriz sueca teria completado 100 anos sábado. Ela começou a carreira na Suécia, depois virou estrela em Hollywood, mas não ficou sentada nisso. Sempre perseguiu os bons papéis e os desafios, o que a levou a querer filmar com Rossellini, o papa do neorealismo na Itália. Aí, veio a paixão e ela trocou o marido dentista pelo cineasta italiano, o que levou à ira da turma da moral e dos bons costumes nos EUA.

Depois que a relação acabou (tendo, dela, nascido a futura – lindíssima – atriz Isabella Rossellini), Hollywood recebeu Ingrid de volta de braços abertos. Na maturidade, voltou à Suécia para um encontro de titãs do país com Ingmar Bergman, que não é seu parente. Vencedora de três Oscars, Ingrid morreu em 1982. Aqui estão seus dez grandes momentos, pra mim.

Ingrid Bergman - Indiscreta

“Indiscreta” (1955)

10. INDISCRETA (1958), de Stanley Donen

No segundo encontro com Cary Grant, Ingrid estrela uma comédia-romãntica do co-diretor de Cantando na Chuva. Seus papéis mais famosos eram sempre dramáticos, então é ótimo vê-la mostrando talento em algo mais leve. Já Cary Grant era um especialista no ramo. No filme, Ingrid começa um relacionamento com ele, mas descobre que ele mentia, e, enfurecida, quer vingança.

Ingrid Bergman - Joana d'Arc-02

“Joana d’Arc” (1948)

9. JOANA D’ARC (1948), de Victor Fleming

Com o diretor de …E o Vento Levou (1939) e O Mágico de Oz (1939), ela se arriscou aos 33 anos a viver a adolescente francesa que chegou a liderar o exército do país contra os ingleses na Guerra dos Cem Anos, guiada, segundo ela, por Deus, e morrendo na fogueira após ser presa. Foi sua quarta indicação ao Oscar.

“Assassinato no Expresso Oriente” (1974)

8. ASSASSINATO NO EXPRESSO ORIENTE (1974), de Sidney Lumet

Num elenco cheio de estrelas, Ingrid teve papel de destaque como uma das passageiras do trem onde ocorre o crime investigado por Hercule Poirot, nesta adaptação do livro mais clássico de Agatha Christie. Tanto que ela ganhou o Oscar de atriz coadjuvante, sua terceira estatueta.

Por Quem os Sinos Dobram-06

“Por Quem os Sinos Dobram” (1943)

7. POR QUEM OS SINOS DOBRAM? (1943), de Sam Wood

Depois da heroína romântica de Casablanca, Ingrid mostrou que não ia ficar surfando em um registro apenas. Cortou os cabelos para viver a moça que teve os pais mortos por franquistas na trama de Ernest Hemingway que se passa durante a Guerra Civil Espanhola. Foi sua primeira indicação ao Oscar.

“Anastácia, a Princesa Esquecida” (1956)

6. ANASTÁCIA, A PRINCESA ESQUECIDA (1956), de Anatole Litvak

O filme marcou a volta de Ingrid aos Estados Unidos, após os anos na Itália. A recepção não poderia ser melhor: um papel que deu a ela seu segundo Oscar de melhor atriz. Ela interpreta a mulher com amnésia que é treinada para se passar pela princesa que teria escapado do massacre dos Romanov durante a revolução russa.

“Sonata de Outono” (1978)

5. SONATA DE OUTONO (1978), de Ingmar Bergman

Na maturidade, Ingrid voltou à sua Suécia natal para atuar em um drama do maior cineasta do país, e com o mesmo sobrenome (embora não fossem parentes). Ela interpreta a pianista famosa, uma mãe dura com uma relação dificílima com a filha vivida por Liv Ullman. Foi sua sétima e última indicação ao Oscar.

“À Meia-Luz” (1944)

4. À MEIA-LUZ (1944), de George Cukor

Ingrid é a moça frágil enredada em uma trama na qual o marido (antes gentil, depois cada vez mais sinistro) faz de tudo para que ela enlouqueça. Primeiro Oscar da atriz, que está estupenda como a mulher que vai gradativamente perdendo o controle sobre si mesma. A história inspirou a trama de Daniel Filho e Renata Sorrah em Rainha da Sucata, lembram?

“Stromboli” (1950)

3. STROMBOLI (1950), de Roberto Rossellini

Encantada com neo-realismo italiano, Ingrid resolveu tomar parte daquilo. Se ofereceu para filmar com o diretor e o resultado foi Stromboli, o encontro do neo-realismo com uma superestrela de Hollywood. Ela é a mulher que se casa com um pescador e vai morar nessa vila, Stromboli, sempre ameaçada por um vulcão. Ingrid faria outros cinco filmes com Rossellini.

“Interlúdio” (1946)

2. INTERLÚDIO (1946), de Alfred Hitchcock

Segundo dos três filmes que fez com Hitchcock, ela é obrigada a espionar para os americanos um grupo nazista no Rio de Janeiro. E, para isso, é levada até a casar com o chefe deles. Suspense, espionagem, romantismo em um Rio de back projection e um dos mais notáveis beijos do cinema.

Antes do primeiro lugar, algumas menções honrosas: Intermezzo – Uma História de Amor (1939); O Médico e o Monstro (1941); Quando Fala o Coração (1945); Os Sinos de Santa Maria (1945); Europa 51 (1952); Romance na Itália (1954); Flor de Cacto (1969).

“Casablanca” (1942)

1. CASABLANCA (1942), de Michael Curtiz

Ingrid é Ilsa Lundl, que aparece no Rick’s Cafe Americaine, em Casablanca, no Marrocos, e transforma a vida do dono do bar, Rick (Humphrey Bogart) num inferno. Eles viviam um romance em Paris, bem quando os nazistas invadiram, mas na hora da fuga ela deu o cano e ele nunca se recuperou. E quem vai censurá-lo? Ilsa tem sua justificativa: era casada com um líder da resistência, achava que tinha ficado viúva e, de repente, fica sabendo que o marido estava vivo. Além do compromisso de esposa, se fez valer o compromisso com a causa. Agora, estão todos em Casablanca, ela e o marido tentando chegar a salvo na América e Rick de posse dos salvo-condutos que podem viabilizar isso. Conta-se que, como o roteiro era escrito e reescrito o tempo todo, Ingrid não sabia com quem iria terminar ou por quem deveria estar apaixonada. O que ajudou a compor sua personagem dividida neste clássico imortal. Imortal como a atriz.

Para uma matéria publicada domingo no Correio da Paraíba, lembrando o Dia do Rock (que foi ontem), perguntei a alguns convidados: quais seus cinco discos de rock internacional preferidos? E os cinco preferidos do rock nacional? Não exigimos ordem de preferência e nem estabelecemos uma definição do que é o rock.

A capa, com a lista de cada um (inclusive a minha), está reproduzida aqui. Em seguida, todos os discos citados na área internacional e o número de citações de cada um (em outro post, vem a relação do rock nacional).

Não é uma eleição científica dos melhores discos (repare na pergunta), mas fica como sugestão do que ouvir nessa semana do Dia do Rock, e depois. 63 discos diferentes foram citados e apenas 14 mais de uma vez. 49 apareceram apenas uma vez. Pra ver a amplitude do gênero: os favoritos de cada convidado abrangeu muito mais do que concentrou.

07.12 - C1 - Dia do rock

DISCOS INTERNACIONAIS:

7 citações:

Rock - Sgt Pepper's Lonely Hearts Club Band

Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band, The Beatles (1967)

6 citações:

Rock - Nevermind

Nevermind, Nirvana (1991)

4 citações:

Pink Floyd - The Dark Side of the Moon

The Dark Side of the Moon, Pink Floyd (1973)

3 citações:

Pink Floyd - The WallThe Beatles - Revolver

The Wall, Pink Floyd (1979)
Revolver, The Beatles (1966)

2 citações:

Queen - A Night at the OperaGuns 'n Roses - Appetite for  DestructionThe Doors - The DoorsRadiohead - Ok ComputerThe Rolling Stones - Exile on Main StLed Zeppelin - Physical GraffitiThe Jimi Hendrix Experience - Are You ExperiencedThe Beatles - Abbey RoadU2 - The Joshua Tree

A Night at the Opera, Queen (1975)
Appetite for Destruction, Guns n’ Roses (1987)
The Doors, The Doors (1967)
Ok Computer, Radiohead (1997)
Exile on Main St., The Rolling Stones (1972)
Physical Graffiti, Led Zeppelin (1975)
Are You Experienced?, The Jimi Hendrix Experience (1967)
Abbey Road, The Beatles (1969)
The Joshua Tree, U2 (1987)

1 citação:

the Smiths - The Queen Is DeadREM - New Adventures en Hi-FiArctic Monkeys - At the ApolloPink Floyd - RelicsREM - MonsterRush - A Farewell to Kingsbob Dylan - Bringing It All Back HomeBlind Faith - Blind FaithBob Dylan - Highway 61 RevisitedCreedence Clearwater Revival - Willie and the Poor BoysU2 - Rattle and HumREM - Out of TimePearl Jam - VsMichael Jackson - ThrillerCake - Fashion NuggetGorillaz - GorillazRed Hot Chili Peppers - CalifornicationRush - A Show of HandsIron Maiden - Somewhere in TimeAlanis Morrisette - Jagged Little PillQueen - Rock You from Rio LiveTina Turner - Foreign AffairAmy Winehouse - Back to BlackAerosmith - Get a gripThe Clash - London CallingThe Beach Boys - Pet SoundsThe Doors - L.A. WomanBangles - A Differente LightPaul McCartbey e Wings - Band on the runCyndi Lauper - She's so unusualThe Cranberries - Bury the HatchetPearl Jam - TenRage Against the Machine - Evil EmpireDavid Bowie - The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from MarsThe Velvet Underground - The Velvet Underground & NicoNew Order - SubstanceThe Jesus and Mary Chain - DarklandsThe Smashing Pumpkins - Mellon Collie and the Infinite SadnessBig Star - #1 RecordThe Modern Lovers - The Modern LoversBlondie - Parallel LinesThe Dream Syndicate - The Days of Wine and RosesThe Mice - ScooterMetallica - MetallicaSystem of a Down - ToxicityThe Beatles - The BeatlesYes - RelayerCream - Wheels of FireThe Rolling Stones - Sticky Fingers

The Queen Is Dead, The Smiths (1986)
New Adventures in Hi-Fi, REM (1996)
At the Apollo, Arctic Monkeys (2009)
Relics, Pink Floyd (1971)
Monster, REM (1994)
A Farewell to Kings, Rush (1977)
Bringing It All Back Home, Bob Dylan (1965)
Blind Faith, Blind Faith (1969)
Highway 61 Revisited, Bob Dylan (1965)
Willie and the Poor Boys, Creedence Clearwater Revival (1969)
Rattle and Hum, U2 (1988)
Out of Time, REM (1991)
Vs, Pearl Jam (1993)
Thriller, Michael Jackson (1982)
Fashion Nugget, Cake (1996)
Gorillaz, Gorillaz (2001)
Californication, Red Hot Chili Peppers (1999)
A Show of Hands, Rush (1989)
Somewhere in Time, Iron Maiden (1986)
Jagged Little Pill, Alanis Morissette (1995)
Rock You from Rio – Live, Queen (2009)
Foreign Affair, Tina Turner (1989)
Back to Black, Amy Winehouse (2006)
Get a Grip, Aerosmith (1993)
London Calling, The Clash (1979)
Pet Sounds, The Beach Boys (1966)
L.A. Woman, The Doors (1971)
A Different Light, Bangles (1986)
Band on the Run, Paul McCartney & Wings (1973)
She’s So Unusual, Cyndi Lauper (1983)
Bury the Hatchet, The Cranberries (1999)
Ten, Pearl Jam (1991)
Evil Empire, Rage Against the Machine (1996)
The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from Mars, David Bowie (1972)
The Velvet Underground & Nico, The Velvet Underground (1967)
Substance, New Order (1987)
Darklands, The Jesus and Mary Chain (1987)
Mellon Collie and the Infinite Sadness, The Smashing Pumpkins (1995)
#1 Record, Big Star (1972)
The Modern Lovers, The Modern Lovers (1976)
Parallel Lines, Blondie (1978)
The Days of Wine and Roses, The Dream Syndicate (1982)
Scooter, The Mice (1987)
Metallica, Metallica (1991)
Toxicity, System of a Down (2001)
The Beatles (White Album), The Beatles (1968)
Relayer, Yes (1974)
Wheels of Fire, Cream (1968)
Sticky Fingers, The Rolling Stones (1971)

Chaves

Entre as histórias que gosto sempre de contar, está esta: em um certo final de ano, estava em um carro com amigos de Larissa – então só ainda minha namorada – e falávamos sobre o que ainda havia para ser feito até o fim do ano. O amigo que estava dirigindo – que, se não me equivoco, estava conhecendo naquela ocasião – disse algo como “Eu vou deixar tudo pra fazer no bolo do final do ano”. Eu respondi:

– Tudinho no montão do fim do ano?

Disse como uma das piadas mais internas de todos os tempos. Uma frase tirada de um único episódio de Chaves, da qual ninguém teria por que lembrar. Disse para o meu divertimento pessoal e secreto. No entanto, o que ouvi de volta foi:

– É isso! Era isso o que eu queria dizer!

Isso dá a dimensão de como a criação de Roberto Gomez Bolaños, o Chespirito, está enraizada no Brasil. Repito: uma única frase de um único episódio, que eu pensei que ninguém iria reconhecer e, no entanto, era a citação que o amigo estava tentando fazer. Devia ter suspeitado desde o princípio.

Ontem mesmo eu disse “Não se misture com essa gentalha, tesouro” para alguém (e também usei para uma amiga aecista, nas eleições). Não posso ouvir alguém me dizendo “Que milagre você por aqui!” sem responder (e não interessa se a pessoa vai entender ou não) “Vim lhe trazer esse humilde presentinho”. Quando eu cometo um erro bobo, sempre digo pra mim mesmo “Que burro! Dá zero pra ele”.

Este ano ChavesChapolim comemoraram 30 anos de exibição no Brasil. O SBT até tentou tirar Chespirito do ar algumas vezes, mas sempre foi vencido pela verdade dos fatos: nada do que colocava no lugar dava mais audiência do que os episódios reprisados à exaustão, já conhecidos em detalhes pelo público trintão e quarentão e que ainda divertia os menores que iam conhecendo o programa.

Eu acompanhei esses 30 anos de perto. E vi este ano a TV a cabo, onde desenhos modernosos e novíssimos costumam escantear os clássicos, render-se a Chespirito. ChavesChapolim passam não em um, mas em DOIS canais fechados: o TBS e o Boomerang. O horário é o começo da madrugada, o que não podia ser melhor para mim e outros adultos: depois de chegar do trabalho, em casa, já relaxado, o controle remoto sempre acaba parando sem querer querendo em um desses canais.

“Chiquinha, não me ajude!”, “Já chegou o disco voador” e “O senhor não vai morrer. Vão é matar o senhor” foram alguns bordões que Astier Basílio e eu contrabandeamos para as redações em que trabalhamos juntos. Também são frases de episódios isolados.

Assim como “É você, Satanás?”, “Aqui é apenas outro gato!”, “Que bonita a sua roupa”, “Aritmética ou geometria?”… Os bordões, claro, pegaram, muitos por repetição. Mas me espanta mesmo são essas frases ditas uma vez – ou algumas vezes em um único episódio – e que são (aí, sim, em episódios que vão e voltam há 30 anos) imediatamente reconhecíveis por tanta gente.

Também me lembro que, na universidade, o professor Carmelio Reynaldo defendeu a série (então, considerada por muita gente apenas como coisa de baixa qualidade) dizendo que os diálogos faziam brincadeiras inteligentes com a linguagem. Eu acho que, entre as quedas e golpes a la Tom & Jerry, tem mesmo muito isso.

– Chaves, o correto é “O Quico e eu”.
– E como eu disse?
– “Eu e o Quico”.
– E como é?
– “Quico e eu”.
– E como eu disse?
– “Eu e o Quico”.
– E como é?
– “Quico e eu”.
– E como eu disse?

Ou:

– Estávamos lá, eu e o Quico.
– “Quico e eu”.
– Não, o senhor não estava.

Ou:

– Estávamos lá, eu e o Quico.
– O burro vai na frente.
– Pode passar.

Todo Seu Madruga mesclado com Che Guevara em uma camisa, toda menina chamada de Chiquinha quando faz maria-chiquinha no cabelo, todo refresco de tamarindo que alguém pergunta se tem sabor de groselha, todo aquele que sai no carnaval ou uma festa à fantasia vestido de Polegar Vermelho, toda vez que alguém dá uma dentro e diz “Não contavam com a minha astúcia” – tudo isso é um atestado à imortalidade do Chespirito, que assumiu esse apelido que deriva de “pequeno Shakespeare”.

Imortal quando era vivo, não vai ser a morte que vai atrapalhar. Afinal, é melhor morrer do que perder a vida.

Carly Simon - You're so vain

“You’re so vain”, Carly Simon (2010)
Álbum: No Secrets (1972) e Never Been Gone (2009). Direção: Brett Bisogno.

A canção de Carly Simon (uma das minhas preferidas de todos os tempos) foi lançada em 1972 e nunca teve um clipe oficial. Mas em 2010 o site da cantora criou um concurso para a criação do clipe, disponibilizando a imagem de Carly interpretando a música em tela verde para ser usada pelos candidatos. O vencedor mesclou a canção original de 1972 e a nova versão de 2009. Basicamente segue um homenzinho engraçado (o próprio diretor) que anda dançando e lembra uma mistura de Zach Galifianakis, o ministro dos passes engraçados do Monty Python ou o Animando do Marcos Magalhães.

Clipe anterior: “What’s your sign”, Des’Ree

Sensação de maravilhamento: Margot Kidder e Christopher Reeve em "Superman - O Filme"

Sensação de maravilhamento: Margot Kidder e Christopher Reeve em “Superman – O Filme”

“Você me pegou? E quem pega você?”, pergunta uma atônita Lois Lane ao desconhecido que a apanhou, voando, no ar, quando ela despencava do alto do prédio do Planeta Diário. É simplesmente a primeira aparição pública do Super-Homem em Superman – O Filme (1978), um prodígio de narrativa cinematográfica (dentro da cena e si e ela dentro do contexto do filme como um todo), combinação de todos os efeitos especiais disponíveis na época, o grande carisma de Christopher Reeve e Margot Kidder, a música de John Williams e o humor de frases como “Espero que isso não tire seu medo de voar. Estatisticamente é a maneira mais segura de viajar”. Uma sensação de maravilhamento que provavelmente nunca haverá igual em um filme de super-heróis.

Superman – O Filme (1978), dirigido por Richard Donner; roteiro de Mario Puzo, David Newman, Leslie Newman e Robert Benton (e Tom Mankiewicz, não creditado), baseado nos personagens de Jerry Siegel e Joe Shuster.

Woody Allen e Mariel Hemingway: "Não seja tão madura"

“Não seja tão madura”: Woody Allen e Mariel Hemingway em “Manhattan”

O gênio Woody Allen se pautou em George Gershwin para compor o roteiro e a direção de Manhattan. E, como não poderia deixar de ser, o final é um gran finale: depois de uma decepção amorosa e de enumerar as coisas que fazem a vida valer à pena (cena que poderia estar aqui, aliás), Isaac chega ao rosto de Tracy, a namoradinha de 17 anos que ele dispensou pelo amor que não deu certo. Com Gershwin retumbante, ele corre para evitar que ela viaje para Londres – como ele sugeriu. E, chegando lá, ela se mostra mais uma vez mais madura do que ele. “O que são seis meses, se nos amamos?”, ela pergunta. “Não seja tão madura, ok?”, ele responde.

Manhattan (1979), dirigido por Woody Allen; roteiro de Woody Allen e Marshall Brickman.

Noite Americana

Amor à arte de fazer filmes: Jean-Pierre Léaud e Jacqueline Bisset em “A Noite Americana”

François Truffaut declara seu amor à arte de fazer filmes, sob a linda trilha de Georges Delerue e com a ajuda do belíssimo rosto de Jacqueline Bisset.

A Noite Americana (1973), dirigido por François Truffaut; roteiro de François Truffaut, Jean-Louis Richard e Suzanne Schiffman.

13 - Abba - Dancing queen

13. “Dancing queen”, Abba (1992)
Álbum: Arrival. Direção: Lasse Hallstrom.

Dez anos após  o fim do grupo, foi lançada a histórica coletânea Abba Gold. Para promove-la foi lançado um novo clipe de “Dancing queen”, que teve por base o clipe original de 1976, reforçado por imagens de diversos outros clipes do Abba. Assim, o novo vídeo tornou-se um inventário do grupo, vibrante e super bem editado.

 

Aldine Muller-02

Uma das musas máximas da pornochanchada, Aldine Muller completa 60 anos (nasceu em 1953). Gaúcha, foi para São Paulo para ser atriz e, em 1974, era figurante na TV Tupi quando foi convidada para rodar um filme. Chegando lá – na Boca do Lixo – descobriu que teria que fazer cenas de nudez e de sexo. Não negou fogo e Clube dos Infiéis (1974) foi só o primeiro de uma lista que incluiria títulos como Pesadelo Sexual de um Virgem (1975), Dezenove Mulheres e um Homem (1977), Ninfas Diabólicas (1978), Bem Dotado, o Homem de Itu (1978), A Mulher que Inventou o Amor (1979), Convite ao Prazer (1980) e Elite Devassa (1984). Foi uma das atrizes mais lindas do gênero e também uma das mais talentosas. A partir dos anos 1980, começou a fazer também televisão e seus dotes como atriz foram melhor notados, em novelas ou na Escolinha do Professor Raimundo. Foi capa da Playboy duas vezes – uma delas em um ensaio mezzo-lésbico com Zaira Bueno, em 1983 – e, sempre em forma, foi capa da Sexy, em 2000, aos 46 anos. Atualmente, ela tem sua própria companhia de teatro e se dedica aos palcos.

1 – CATHERINE DENEUVE, por Tristana– Uma Paixão Mórbida

Anteriormente em Musas retroativas: 10ª em 1964, por Os Guarda-Chuvas do Amor; 2ª em 1965, por Repulsa ao Sexo; 2ª em 1967, por A Bela da Tarde e por Duas Garotas Românticas; 4ª em 1969, por A Sereia do Mississipi. Posteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1980, por O Último Metrô; 1ª em 1983, por Fome de Viver.

Quando Catherine Deneuve está na briga, a concorrência sofre. Ela foi, para Buñuel, a mulher que desencadeava o desejo de seu protetor e se submetia a ele em Tristana. Nele, supera a mocinha do romance jovem daquele ano: Ali MacGraw, por Love Story. Jacqueline Bisset, de aeromoça em Aeroporto, fecha o pódio. A lista tem vários nomes pouco usuais em filmes de grandes diretores: Claude Jade, em Domicílio Conjugal, de Truffaut; e a californiana Daria Halprin, que fez o esquisito Zabriskie Point para Antonioni, e depois só fez mais um filme. Dois diretores brasileiros emplacaram duas musas cada: Walter Hugo Khouri, com a francesa Genevieve Grad (de rosto belíssimo) e Rossana Ghessa, em O Palácio dos Anjos; e Júlio Bressane, com Helena Ignez e Líllian Lemmertz, em Copacabana Mon Amour. Florinda Bolkan também é brasileira, mas de carreira internacional:  chegou à lista pelo italiano Investigação Sobre um Cidadão Acima de Qualquer Suspeita.

2 – ALI MACGRAW, por Love Story – Uma História de Amor

Posteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1972, por Os Implacáveis.

3 – JACQUELINE BISSET, por Aeroporto

Anteriormente em Musas retroativas: 14ª em Cassino Royale; 5ª em 1968, por Bullitt. Posteriormente em Musas retroativas: 7ª em 1972, por Roy Bean, o Homem da Lei; 1ª em 1973, por A Noite Americana; 8ª em 1974, por Assassinato no Orient Express.

4 – GENEVIEVE GRAD, por O Palácio dos Anjos

5 – INGRID PITT, por Carmilla, a Vampira de Karnstein

Posteriormente em Musas retroativas: 12ª em 1971, por Condessa Drácula; 13ª em 1973, por O Homem de Palha.

6 – SALLY KELLERMAN, por M.A.S.H.

7 – FLORINDA BOLKAN, por Investigação sobre um Cidadão Acima de Qualquer Suspeita

8 – JULIE ANDREWS, por Lili, Minha Adorável Espiã

Anteriormente em Musas retroativas: 17ª em 1964, por Mary Poppins e por Não Podes Comprar o Meu Amor; 7ª em 1965, por A Noviça Rebelde; 9ª em 1968, por A Estrela.

9 – STEFANIA SANDRELLI, por O Conformista

Anteriormente em Musas retroativas: 6ª em 1961, por Divórcio à Italiana. Posteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1974, por Nós que Nos Amávamos Tanto; 16ª em 1983, por A Chave.

10 – DARIA HALPRIN, por Zabriskie Point

11 – CLAUDE JADE, por Domicílio Conjugal

Anteriormente em Musas retroativas: 13ª em 1968, por Beijos Proibidos.

12 – JENNIFER O’NEILL, por Rio Lobo

Posteriormente em Musas retroativas: 5ª em 1971, por Verão de 42.

13 – LILLIAN LEMMERTZ, por Copacabana, Mon Amour

Posteriormente em Musas retroativas: 14ª em 1975, por Lição de Amor.

11-Suzy Kendall-b

14 – SUZY KENDALL, por O Pássaro das Plumas de Cristal

Anteriormente em Musas retroativas: 16ª em 1967, por Ao Mestre, com Carinho.

12-Linda Harrison-b

Linda Harrison em “De Volta ao Planeta dos Macacos”

15 – LINDA HARRISON, por De Volta ao Planeta dos Macacos

Anteriormente em Musas retroativas: 5ª em 1968, por O Planeta dos Macacos.

16 – ROSSANA GHESSA, por O Palácio dos Anjos

17 – FAYE DUNAWAY, por Pequeno Grande Homem

Anteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1967, por Bonnie & Clyde – Uma Rajada de Balas; 10ª em 1968, por Crown, o Magnífico. Posteriormente em Musas retroativas: 14ª em 1973, por Os Três Mosqueteiros; 10ª em 1974, por A Vingança de Milady, por Chinatown e por Inferno na Torre; 5ª em 1975, por Três Dias do Condor; 5ª em 1976, por Rede de Intrigas.

18 – ELIZABETH TAYLOR, por Jogo de Paixões

Anteriormente em Musas retroativas: 18ª em 1952, por Ivanhoé, o Vingador do Rei; 4ª em 1954, por No Caminho dos Elefantes e por A Última Vez que Vi Paris; 3ª em 1956, por Assim Caminha a Humanidade; 1ª em 1958, por Gata em Teto de Zinco Quente; 1ª em 1959, por De Repente, no Último Verão; 2ª em 1960, por Disque Butterfield 8; 3ª em 1963, por Cleópatra; 15ª em 1965, por Adeus às Ilusões.

19 – SHIRLEY MACLAINE, por Os Abutres Têm Fome

Anteriormente em Musas retroativas: 11ª em 1955, por O Terceiro Tiro e por Artistas e Modelos; 11ª em 1956, por A Volta ao Mundo em 80 Dias; 18ª em 1958, por Deus Sabe Quanto Amei, por Irresistível Forasteiro e por A Mercadora da Felicidade; 9ª em 1960, por Se Meu Apartamento Falasse e por Can Can; 12ª em 1961, por Infâmia; 11ª em 1963, por Irma la Douce; 10ª em 1969, por Charity, Meu Amor.

Helena Ignez e Lílian Lemmertz em “Copacabana Mon Amour”

20 – HELENA IGNEZ, por Copacabana, Mon Amour

Anteriormente em Musas retroativas: 15ª em 1968, por O Bandido da Luz Vermelha; 19ª em 1969, por A Mulher de Todos.

Musas de 1969 <<
>> Musas de 1971

Cybill Shepherd em “A Última Sessão de Cinema”

1 – CYBILL SHEPHERD, por A Última Sessão de Cinema

Posteriormente em Musas retroativas: 16ª em 1972, por O Rapaz que Partia Corações; 2ª em 1976, por Taxi Driver; 20ª em 1989, por O Céu Se Enganou.

Alguma coisa aconteceu em 1971 que faz as mulheres vampiras saírem do caixão. Foi o ápice de um fenômeno muito curioso: quatro filmes com vampiras lésbicas e/ ou sensuais neste mesmo ano – Vampyros Lesbos, de Jess Franco, Lúxúria de Vampiros e Condessa Drácula emplacaram quatro musas ao todo (o ano ainda teve Filhas de Drácula ou Gêmeas de Drácula, cujas atrizes não entraram na lista). A vitória, no entanto, coube a Cybill Shepherd em brasas e em preto-e-branco de A Última Sessão de Cinema. Musa mesmo: ela e o diretor Peter Bogdanovich se apaixonaram e fizeram alguns fimes depois (embora isso não tenha feito bem para a carreira de nenhum dos dois). A disputa pelo primeiro lugar foi equilibrada: Susan George, Ann-Margret, Jane Fonda ou Jennifer O’Neill – todas estão memoráveis em seus filmes e qualquer uma delas poderia ter vencido.

Susan George em “Sob o Domínio do Medo”

2 – SUSAN GEORGE, por Sob o Domínio do Medo

Ann-Margret em “Ânsia de Amar”

3 – ANN-MARGRET, por Ânsia de Amar

Anteriormente em Musas retroativas: 5ª em 1963, por Adeus, Amor; 2ª em 1964, por Amor à Toda Velocidade.

Jane Fonda em “Klute – O Passado Condena”

4 – JANE FONDA, por Klute O Passado Condena

Anteriormente em Musas retroativas: 5ª em 1965, por Dívida de Sangue; 8ª em 1966, por Caçada Humana; 3ª em 1967, por Descalços no Parque; 1ª em 1968, por Barbarella; 5ª em 1969, por A Noite dos Desesperados. Posteriormente em Musas retroativas: 19ª em 1972, por Tout Va Bien; 7ª em 1977, por Júlia; 2ª em 1978, por Amargo Regresso; 15ª em 1979, por Síndrome da China e por O Cavaleiro Elétrico; 13ª em 1981, por Num Lago Dourado e por Amantes & Finanças.

Jennifer O’Neill em “Verão de 42”

5 – JENNIFER O’NEILL, por Verão de 42

Anteriormente em Musas retroativas: 12ª em 1970, por Rio Lobo.

Adrienne Corri em “Laranja Mecânica”

6 – ADRIENNE CORRI, por Laranja Mecânica

Soledad Miranda em “Vampyros Lesbos”

7 – SOLEDAD MIRANDA, por Vampyros Lesbos

Britt Ekland em “Carter, o Vingador”

8 – BRITT EKLAND, por Carter, o Vingador

Posteriormente em Musas retroativas: 2ª em 1973, por O Homem de Palha; 5ª em 1974, por 007 contra o Homem com a Pistola de Ouro; 15ª em 1976, por Casanova & Company.

Yutte Stensgaard em “Luxúria de Vampiros”

9 – YUTTE STENSGAARD, por Luxúria de Vampiros

Julie Christie em “Jogos & Trapaças – Onde os Homens São Homens”

10 – JULIE CHRISTIE, por Jogos & Trapaças Onde os Homens São Homens

Anteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1965, por Doutor Jivago e também por Darling, a que Amou Demais; 2ª em 1966, por Fahrenheit 451. Posteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1973, por Inverno de Sangue em Veneza; 2ª em 1975, por Shampoo.

Lea Massari em “Um Sopro no Coração”

11 – LEA MASSARI, por Um Sopro no Coração

Anteriormente em Musas retroativas: 20ª em 1960, por A Aventura; 16ª em 1961, por O Colosso de Rodes.

Ingrid Pitt em “Condessa Drácula”

12 – INGRID PITT, por Condessa Drácula

Anteriormente em Musas retroativas: 5ª em 1970, por Carmilla, a Vampira de Karstein. Posteriormente em Musas retroativas: 13ª em 1973, por O Homem de Palha.

Virginia North em “O Abominável Dr. Phibes”

13 – VIRGINIA NORTH, por O Abominável Dr. Phibes

Gina Lollobrigida em “A Quadrilha da Fronteira”

14 – GINA LOLLOBRIGIDA, por A Quadriha da Fronteira

Anteriormente em Musas retroativas: 6ª em 1952, por Fanfan la Tulipe; 8ª em 1953, por Pão, Amor e Fantasia e por O Diabo Riu por Último; 8ª em 1959, por Salomão e a Rainha de Sabá; 9ª em 1961, por Quando Setembro Vier.

Stacey Tendeter em “As Duas Inglesas e o Amor”

15 – STACEY TENDETER, por As Duas Inglesas e o Amor

Adriana Prieto em “Lúcia McCartney”

16 – ADRIANA PRIETO, por Lúcia McCartney e por Soninha Toda Pura

Posteriormente em Musas retroativas: 9ª em 1974, por Ainda Agarro Esta Vizinha.

Jill St. John em “007 – Os Diamantes São Eternos”

17 – JILL ST. JOHN, por 007 Os Diamantes São Eternos

Lana Wood em “007 – Os Diamantes São Eternos”

18 – LANA WOOD, por 007 Os Diamantes São Eternos

Ewa Stromberg e Soledad Miranda em “Vampyros Lesbos”

19 – EWA STROMBERG, por Vampyros Lesbos

Kika Markham em “As Duas Inglesas e o Amor”

20 – KIKA MARKHAM, por As Duas Inglesas e o Amor

Musas de 1970 <<
>> Musas de 1972

Marilyn Chambers em “Atrás da Porta Verde”

1 – MARILYN CHAMBERS, por Atras da Porta Verde

Uma atriz pornô nas musas retroativas – e em primeiro lugar?! Bem, esta é diferente. Ou, aparentemente, deixou de ser com o tempo (não acompanho o mercado, apenas leio as notícias), mas era quando estrelou Atrás da Porta Verde, um clássico absoluto do gênero. No começo dos anos 1970, a pornografia era algo ainda mais de submundo do que é hoje. Então, imaginemos o choque que deve ter sido quando uma garota bonita e delicada, típica de comercial de sabonete – e que realmente era a estrela de um comercial de sabonete chamado Ivory Snow (não por acaso, o cartaz do filme a chamava de all-american girl) – de repente apareceu em um filme sendo sequestrada e forçada a participar de pesados jogos eróticos em cima de um palco. Tudo explícito, incluindo cenas com um negro (lembremos que o racismo naquele tempo era ainda mais forte do que hoje). Este faz parte da tríade de filmes pornôs que jogaram luz sobre o gênero: os outros são Garganta Profunda, 1972, e O Diabo na Carne de Miss Jones, 1973; nenhum deles, no entanto, tinha uma protagonista tão bonita quanto Marilyn Chambers. Nas outras posições, atenção para a primeira aparição de uma deusa na lista: Sophia Loren. Além do destaque para um filme-mito do cinema erótico-cabeça: Maria Schneider em Último Tango em Paris. Houve espaço até para uma diva soviética!

Maria Schneider em “Último Tango em Paris”

2 – MARIA SCHNEIDER, por Último Tango em Paris

Posteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1975, por Profissão: Repórter.

Diane Keaton em “Sonhos de um Sedutor”

Diane Keaton em “O Poderoso Chefão”

3 – DIANE KEATON, por Sonhos de um Sedutor e por O Poderoso Chefão

Posteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1973, por Dorminhoco; 3ª em 1974, por O Poderoso Chefão – Parte II; 1ª em 1975, por A Última Noite de Boris Gruschenko; 1ª em 1977, por Noivo Neurótico, Noiva Nervosa e por À Procura de Mr. Goodbar; 10ª em 1979, por Manhattan; 19ª em 1981, por Reds.

Ali MacGraw em “Os Implacáveis”

4 – ALI MACGRAW, por Os Implacáveis

Anteriormente em Musas retroativas: 2ª em 1970, por Love Story – Uma História de Amor.

Sophia Loren em “O Homem de La Mancha”

5 – SOPHIA LOREN, por O Homem de La Mancha

Anteriormente em Musas retroativas: 12ª em 1954, por Duas Noites com Cleópatra e por A Invasão dos Bárbaros; 11ª em 1957, por A Lenda da Estátua Nua, por Orgulho e Paixão e por A Lenda dos Desaparecidos; 19ª em 1958, por Tentação Morena, por A Orquídea Negra, por Desejo e por A Chave; 4ª em 1960, por Duas Mulheres, por Começou em Nápoles e por The Millionairess; 14ª em 1961, por El Cid; 6ª em 1962, por Boccaccio ’70; 4ª em 1963, por Ontem, Hoje e Amanhã; 8ª em 1964, por Matrimônio à Italiana e por A Queda do Império Romano; 14ª em 1966, por Arabesque; 20ª em 1967, por A Condessa de Hong Kong.

Simonetta Stefanelli em “O Poderoso Chefão”

6 – SIMONETTA STEFANELLI, por O Poderoso Chefão

Jacqueline Bisset em “Roy Bean, o Homem da Lei”

7 – JACQUELINE BISSET, por Roy Bean, o Homem da Lei

Anteriormente em Musas retroativas: 14ª em Cassino Royale; 5ª em 1968, por Bullitt; 3ª em 1970, por Aeroporto. Posteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1973, por A Noite Americana; 8ª em 1974, por Assassinato no Orient Express.

Senta Berger em “A Moral de Ruth Halbfass”

8 – SENTA BERGER, por A Moral de Ruth Halbfass

Anteriormente em Musas retroativas: 6ª em 1969, por O Insaciável Marquês de Sade.

Liv Ullman em “Gritos e Sussurros”

9 – LIV ULLMAN, por Gritos e Sussurros

Anteriormente em Musas retroativas: 19ª em 1968, por A Hora do Lobo e por Vergonha.

Liza Minnelli em “Cabaret”

10 – LIZA MINNELLI, por Cabaret

Romy Schneider em “Ludwig, o Último Rei da Bavária”

11 – ROMY SCHNEIDER, por Ludwig, o Último Rei da Bavária

Anteriormente em Musas retroativas: 18ª em 1955, por Sissi; 15ª em 1957, por Sissi e Seu Destino; 15ª em 1962, por Boccaccio ’70; 16ª em 1965, por O que É que Há, Gatinha?.

Judy Bowker em “Irmão Sol, Irmã Lua”

12 – JUDY BOWKER, por Irmão Sol, Irmã Lua

Françoise Verley em “Amor à Tarde”

13 – FRANÇOISE VERLEY, por Amor à Tarde

Carol Lynley em “O Destino do Poseidon”

14 – CAROL LYNLEY, por O Destino do Poseidon

Charlotte Rampling em “Henrique VIII e Suas Seis Esposas”

15 – CHARLOTTE RAMPLING, por Henrique VIII e Suas Seis Esposas

Posteriormente em Musas retroativas: 12ª em 1974, por O Porteiro da Noite; 20ª em 1977, por Orca, a Baleia Assassina; 20ª em 1980, por Memórias.

Cybill Shepherd em “O Rapaz que Partia Corações”

16 – CYBILL SHEPHERD, por O Rapaz que Partia Corações

Anteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1971, por A Última Sessão de Cinema. Posteriormente em Musas retroativas: 2ª em 1976, por Taxi Driver; 20ª em 1989, por O Céu Se Enganou.

Ana Maria Magalhães em “Quando o Carnaval Chegar”

17 – ANA MARIA MAGALHÃES, por Quando o Carnaval Chegar

Natalya Bondarchuks em “Solaris”

18 – NATALYA BONDARCHUKS, por Solaris

Jane Fonda em “Tout Va Bien”

19 – JANE FONDA, por Tout Va Bien

Anteriormente em Musas retroativas: 5ª em 1965, por Dívida de Sangue; 8ª em 1966, por Caçada Humana; 3ª em 1967, por Descalços no Parque; 1ª em 1968, por Barbarella; 5ª em 1969, por A Noite dos Desesperados; 4ª em 1971, por Klute – O Passado Condena. Posteriormente em Musas retroativas: 7ª em 1977, por Júlia; 2ª em 1978, por Amargo Regresso; 15ª em 1979, por Síndrome da China e por O Cavaleiro Elétrico; 13ª em 1981, por Num Lago Dourado e por Amantes & Finanças.

Hanna Schygulla em “As Lágrimas Amargas de Petra von Kant”

20 – HANNA SCHYGULLA, por As Lágrimas Amargas de Petra von Kant

Posteriormente em Musas retroativas: 12ª em 1979, por O Casamento de Maria Braun; 16ª em 1981, por Lili Marlene.

Musas de 1971 <<
>> Musas de 1973

Sigam-me os bons (no Twitter)

novembro 2017
D S T Q Q S S
« out    
 1234
567891011
12131415161718
19202122232425
2627282930  

Cenas da Vida

Páginas

Estatísticas

  • 1,265,438 hits