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007 O Espiao que Me Amava-abertura

Os elaborados créditos de abertura da série James Bond são uma tradição tão forte que nem a repaginada da era Daniel Craig os derrubaram (em comparação, lembremos que o tiro no olho-cano de revólver que sempre abriu os filmes foi escanteado para o final na era Craig, até Spectre devolvê-lo ao começo). É um top 10 das aberturas, não das músicas-tema. Então, a música é levada muito em conta, claro, mas também elementos como originalidade, bom humor quando for o caso, visual e narrativa. Os créditos de abertura sempre têm uma boa dose de abstração, o que deixa tudo ainda mais subjetivo.

10 – 007 CONTRA A CHANTAGEM ATÔMICA (1965)

O quarto filme da série iniciou uma tradição: as aberturas com silhuetas femininas nuas, criadas por Maurice Binder (que havia ficado de fora dos dois filmes anteriores, mas voltou aqui e exigindo o nome nos créditos). Aqui, como faria depois Somente para Seus Olhos, o tom é submarino evocando as sequências embaixo d’água que o público assistiria no filme. A música-tema é cantada por Tom Jones, com um instrumental bem bondiano.

9 – 007 CONTRA O SATÂNICO DR. NO (1962)

O primeiro filme da série tem uma abertura bem no estilo dos anos 1960: predominantemente gráfica, com os créditos interagindo (no ritmo e visual) com as bolinhas piscando. Inclui também o icônico tiro inicial desenhado por Maurice Binder (a cena antes dos créditos só viria a partir do segundo filme) e o antológico tema da série composto por Monty Norman. No meio, há uma quebra meio brusca para uns temas caribenhos, já que o plot principal do filme é na Jamaica.

8 – 007 A SERVIÇO SECRETO DE SUA MAJESTADE (1969)

A abertura mais psicodélica da série, bem no espírito do final dos anos 1960. É visível também a preocupação em minimizar a mudança do ator principal (Sean Connery havia saído e era a estreia de George Lazenby, que acabou fazendo só esse mesmo) usando imagens dos vilões e bondgirls dos filmes anteriores. Também é a terceira e última abertura apenas com trilha instrumental (as outras foram a dos dois primeiros filme). E é mais uma de Maurice Binder.

7 – 007, O ESPIÃO QUE ME AMAVA (1977)

A abertura do terceiro 007 com Roger Moore, de Maurice Binder, absorve a autoparódia do filme. As silhuetas agora fazem uma espécie de ginástica olímpica (destaque para a evolução na barra formada pelo cano do revólver) e há elementos soviéticos, evocando o romance entre Bond e a espiã russa no filme. Há uma bela imagem inicial, com as mãos capturando o para-quedas de Bond. E a música é uma das melhores da série toda: “Nobody does it better”, com Carly Simon.

6 – 007 – CASSINO ROYALE (2006)

A repaginada que a série recebeu em 2006 refletiu na abertura. Não há mulheres, com a exceção de uma discretíssima aparição do rosto de Eva Green. Ao invés disso, muito tiro, muita luta e muito sangue. Um tom muito mais claro que o usual também, com essa ambientação no mundo do baralho e seus elementos. Daniel Kleinman, que desenhou os créditos, integrou, depois de 43 anos, a sequência do tiro à abertura, se aproximou da pop art e usou muito a imagem de Daniel Craig para reforçá-lo como o novo Bond. A música, ótima, é “You know my name”, com Chris Cornell.

5 – 007 CONTRA GOLDFINGER (1964)

Uma das imagens famosas do filme é a morte de Shirley Eaton com o corpo pintado de dourado. A abertura (de Robert Brownjohn) aproveita a ideia: o corpo da atriz e modelo Margaret Nolan pintado de dourado, nos quais são projetadas cenas deste e dos dois filmes anteriores da série. Na música-tema (foi a primeira vez que a abertura ganhou uma canção como tema), a inigualável Shirley Bassey. No vídeo abaixo, a vinheta do tiro está incluída, mas, como quase sempre, há uma sequência entre ela e os créditos.

4 – 007 CONTRA GOLDENEYE (1995)

Fazia seis anos que não Bond não dava as caras nas telas, quando veio a estreia de Pierce Brosnan no papel. Junto com ele, a estreia de Daniel Kleinman, diretor de clipes e vídeos de shows, como designer dos créditos de abertura (substituindo Maurice Binder, que morreu em 1991). Ele segue a herança de Maurice Binder (principalmente no que diz respeito à silhueta feminina), mas aposta firme nos efeitos por computador: os símbolos soviéticos, já que o filme tem relação com o fim da guerra fria. A música-tema tem Tina Turner cantando música de Bono & The Edge. No vídeo, a vinheta do tiro está incluída, mas, como quase sempre, há uma sequência entre ela e os créditos.

3 – 007 NA MIRA DOS ASSASSINOS (1985)

Maurice Binder de cabeça nos anos 1980. O som dançante do Duran Duran na trilha e detalhes coloridos explodindo do fundo negro: o batom, a arma, uma mulher dançando no fogo (claro). As mulheres esquiadoras são uma imagem bonita, mas o que se sobressai é a sensação divertida de não se levar a sério.

2 – 007 – O AMANHÃ NUNCA MORRE (1997)

Como no anterior, Daniel Kleinman se inspira fortemente no tema do filme: aqui, o mundo da comunicação e da computação e mulheres e armas, claro. São belas imagens, muita produção digital e a música bem bondiana cantada por Sheryl Crow. O visual também prefere imagens em negativo e sensação de raio-x.

Antes do primeiro lugar, algumas enções honrosas: Com 007 Só Se Vive Duas Vezes (1967) e seus temas japoneses (de Maurice Binder); Moscou contra 007 (1963), com os créditos (de Robert Brownjohn) projetados na pele feminina; Com 007 Viva e Deixe Morrer (1973), de Maurice Binder, com os temas vudu e Paul McCartney cantando.

1 – 007 – OPERAÇÃO SKYFALL (2012)

Deu tudo certo na abertura de Skyfall, a sexta com design de Daniel Kleinman. Partindo do momento final da cena pré-créditos (baleado sobre um trem, Bond desaparece sob a água), somos encaminhados no que às vezes parece uma experiência subconsciente de 007 à beira da morte (principalmente um certo conflito consigo mesmo: tiros nas sombras e nos espelhos), outras vezes a antecipação de elementos que o espectador só vai ver mais à frente (o vilão vivido por Javier Bardem, a Skyfall do título). Isso com um ponto de vista que está indo sempre para a frente (ou mais para dentro). Há mais símbolos sinistros de morte (túmulos, sangue e caveiras, que podem tanto remeter ao desenrolar da primeira sequência quanto ao que vem pela frente) mais do que as tradicionais armas e mulheres. Coroando tudo, a espetacular canção de Adele, num estilo muito bondiano.

A lendária atriz sueca teria completado 100 anos sábado. Ela começou a carreira na Suécia, depois virou estrela em Hollywood, mas não ficou sentada nisso. Sempre perseguiu os bons papéis e os desafios, o que a levou a querer filmar com Rossellini, o papa do neorealismo na Itália. Aí, veio a paixão e ela trocou o marido dentista pelo cineasta italiano, o que levou à ira da turma da moral e dos bons costumes nos EUA.

Depois que a relação acabou (tendo, dela, nascido a futura – lindíssima – atriz Isabella Rossellini), Hollywood recebeu Ingrid de volta de braços abertos. Na maturidade, voltou à Suécia para um encontro de titãs do país com Ingmar Bergman, que não é seu parente. Vencedora de três Oscars, Ingrid morreu em 1982. Aqui estão seus dez grandes momentos, pra mim.

Ingrid Bergman - Indiscreta

“Indiscreta” (1955)

10. INDISCRETA (1958), de Stanley Donen

No segundo encontro com Cary Grant, Ingrid estrela uma comédia-romãntica do co-diretor de Cantando na Chuva. Seus papéis mais famosos eram sempre dramáticos, então é ótimo vê-la mostrando talento em algo mais leve. Já Cary Grant era um especialista no ramo. No filme, Ingrid começa um relacionamento com ele, mas descobre que ele mentia, e, enfurecida, quer vingança.

Ingrid Bergman - Joana d'Arc-02

“Joana d’Arc” (1948)

9. JOANA D’ARC (1948), de Victor Fleming

Com o diretor de …E o Vento Levou (1939) e O Mágico de Oz (1939), ela se arriscou aos 33 anos a viver a adolescente francesa que chegou a liderar o exército do país contra os ingleses na Guerra dos Cem Anos, guiada, segundo ela, por Deus, e morrendo na fogueira após ser presa. Foi sua quarta indicação ao Oscar.

“Assassinato no Expresso Oriente” (1974)

8. ASSASSINATO NO EXPRESSO ORIENTE (1974), de Sidney Lumet

Num elenco cheio de estrelas, Ingrid teve papel de destaque como uma das passageiras do trem onde ocorre o crime investigado por Hercule Poirot, nesta adaptação do livro mais clássico de Agatha Christie. Tanto que ela ganhou o Oscar de atriz coadjuvante, sua terceira estatueta.

Por Quem os Sinos Dobram-06

“Por Quem os Sinos Dobram” (1943)

7. POR QUEM OS SINOS DOBRAM? (1943), de Sam Wood

Depois da heroína romântica de Casablanca, Ingrid mostrou que não ia ficar surfando em um registro apenas. Cortou os cabelos para viver a moça que teve os pais mortos por franquistas na trama de Ernest Hemingway que se passa durante a Guerra Civil Espanhola. Foi sua primeira indicação ao Oscar.

“Anastácia, a Princesa Esquecida” (1956)

6. ANASTÁCIA, A PRINCESA ESQUECIDA (1956), de Anatole Litvak

O filme marcou a volta de Ingrid aos Estados Unidos, após os anos na Itália. A recepção não poderia ser melhor: um papel que deu a ela seu segundo Oscar de melhor atriz. Ela interpreta a mulher com amnésia que é treinada para se passar pela princesa que teria escapado do massacre dos Romanov durante a revolução russa.

“Sonata de Outono” (1978)

5. SONATA DE OUTONO (1978), de Ingmar Bergman

Na maturidade, Ingrid voltou à sua Suécia natal para atuar em um drama do maior cineasta do país, e com o mesmo sobrenome (embora não fossem parentes). Ela interpreta a pianista famosa, uma mãe dura com uma relação dificílima com a filha vivida por Liv Ullman. Foi sua sétima e última indicação ao Oscar.

“À Meia-Luz” (1944)

4. À MEIA-LUZ (1944), de George Cukor

Ingrid é a moça frágil enredada em uma trama na qual o marido (antes gentil, depois cada vez mais sinistro) faz de tudo para que ela enlouqueça. Primeiro Oscar da atriz, que está estupenda como a mulher que vai gradativamente perdendo o controle sobre si mesma. A história inspirou a trama de Daniel Filho e Renata Sorrah em Rainha da Sucata, lembram?

“Stromboli” (1950)

3. STROMBOLI (1950), de Roberto Rossellini

Encantada com neo-realismo italiano, Ingrid resolveu tomar parte daquilo. Se ofereceu para filmar com o diretor e o resultado foi Stromboli, o encontro do neo-realismo com uma superestrela de Hollywood. Ela é a mulher que se casa com um pescador e vai morar nessa vila, Stromboli, sempre ameaçada por um vulcão. Ingrid faria outros cinco filmes com Rossellini.

“Interlúdio” (1946)

2. INTERLÚDIO (1946), de Alfred Hitchcock

Segundo dos três filmes que fez com Hitchcock, ela é obrigada a espionar para os americanos um grupo nazista no Rio de Janeiro. E, para isso, é levada até a casar com o chefe deles. Suspense, espionagem, romantismo em um Rio de back projection e um dos mais notáveis beijos do cinema.

Antes do primeiro lugar, algumas menções honrosas: Intermezzo – Uma História de Amor (1939); O Médico e o Monstro (1941); Quando Fala o Coração (1945); Os Sinos de Santa Maria (1945); Europa 51 (1952); Romance na Itália (1954); Flor de Cacto (1969).

“Casablanca” (1942)

1. CASABLANCA (1942), de Michael Curtiz

Ingrid é Ilsa Lundl, que aparece no Rick’s Cafe Americaine, em Casablanca, no Marrocos, e transforma a vida do dono do bar, Rick (Humphrey Bogart) num inferno. Eles viviam um romance em Paris, bem quando os nazistas invadiram, mas na hora da fuga ela deu o cano e ele nunca se recuperou. E quem vai censurá-lo? Ilsa tem sua justificativa: era casada com um líder da resistência, achava que tinha ficado viúva e, de repente, fica sabendo que o marido estava vivo. Além do compromisso de esposa, se fez valer o compromisso com a causa. Agora, estão todos em Casablanca, ela e o marido tentando chegar a salvo na América e Rick de posse dos salvo-condutos que podem viabilizar isso. Conta-se que, como o roteiro era escrito e reescrito o tempo todo, Ingrid não sabia com quem iria terminar ou por quem deveria estar apaixonada. O que ajudou a compor sua personagem dividida neste clássico imortal. Imortal como a atriz.

Para uma matéria publicada domingo no Correio da Paraíba, lembrando o Dia do Rock (que foi ontem), perguntei a alguns convidados: quais seus cinco discos de rock internacional preferidos? E os cinco preferidos do rock nacional? Não exigimos ordem de preferência e nem estabelecemos uma definição do que é o rock.

A capa, com a lista de cada um (inclusive a minha), está reproduzida aqui. Em seguida, todos os discos citados na área internacional e o número de citações de cada um (em outro post, vem a relação do rock nacional).

Não é uma eleição científica dos melhores discos (repare na pergunta), mas fica como sugestão do que ouvir nessa semana do Dia do Rock, e depois. 63 discos diferentes foram citados e apenas 14 mais de uma vez. 49 apareceram apenas uma vez. Pra ver a amplitude do gênero: os favoritos de cada convidado abrangeu muito mais do que concentrou.

07.12 - C1 - Dia do rock

DISCOS INTERNACIONAIS:

7 citações:

Rock - Sgt Pepper's Lonely Hearts Club Band

Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band, The Beatles (1967)

6 citações:

Rock - Nevermind

Nevermind, Nirvana (1991)

4 citações:

Pink Floyd - The Dark Side of the Moon

The Dark Side of the Moon, Pink Floyd (1973)

3 citações:

Pink Floyd - The WallThe Beatles - Revolver

The Wall, Pink Floyd (1979)
Revolver, The Beatles (1966)

2 citações:

Queen - A Night at the OperaGuns 'n Roses - Appetite for  DestructionThe Doors - The DoorsRadiohead - Ok ComputerThe Rolling Stones - Exile on Main StLed Zeppelin - Physical GraffitiThe Jimi Hendrix Experience - Are You ExperiencedThe Beatles - Abbey RoadU2 - The Joshua Tree

A Night at the Opera, Queen (1975)
Appetite for Destruction, Guns n’ Roses (1987)
The Doors, The Doors (1967)
Ok Computer, Radiohead (1997)
Exile on Main St., The Rolling Stones (1972)
Physical Graffiti, Led Zeppelin (1975)
Are You Experienced?, The Jimi Hendrix Experience (1967)
Abbey Road, The Beatles (1969)
The Joshua Tree, U2 (1987)

1 citação:

the Smiths - The Queen Is DeadREM - New Adventures en Hi-FiArctic Monkeys - At the ApolloPink Floyd - RelicsREM - MonsterRush - A Farewell to Kingsbob Dylan - Bringing It All Back HomeBlind Faith - Blind FaithBob Dylan - Highway 61 RevisitedCreedence Clearwater Revival - Willie and the Poor BoysU2 - Rattle and HumREM - Out of TimePearl Jam - VsMichael Jackson - ThrillerCake - Fashion NuggetGorillaz - GorillazRed Hot Chili Peppers - CalifornicationRush - A Show of HandsIron Maiden - Somewhere in TimeAlanis Morrisette - Jagged Little PillQueen - Rock You from Rio LiveTina Turner - Foreign AffairAmy Winehouse - Back to BlackAerosmith - Get a gripThe Clash - London CallingThe Beach Boys - Pet SoundsThe Doors - L.A. WomanBangles - A Differente LightPaul McCartbey e Wings - Band on the runCyndi Lauper - She's so unusualThe Cranberries - Bury the HatchetPearl Jam - TenRage Against the Machine - Evil EmpireDavid Bowie - The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from MarsThe Velvet Underground - The Velvet Underground & NicoNew Order - SubstanceThe Jesus and Mary Chain - DarklandsThe Smashing Pumpkins - Mellon Collie and the Infinite SadnessBig Star - #1 RecordThe Modern Lovers - The Modern LoversBlondie - Parallel LinesThe Dream Syndicate - The Days of Wine and RosesThe Mice - ScooterMetallica - MetallicaSystem of a Down - ToxicityThe Beatles - The BeatlesYes - RelayerCream - Wheels of FireThe Rolling Stones - Sticky Fingers

The Queen Is Dead, The Smiths (1986)
New Adventures in Hi-Fi, REM (1996)
At the Apollo, Arctic Monkeys (2009)
Relics, Pink Floyd (1971)
Monster, REM (1994)
A Farewell to Kings, Rush (1977)
Bringing It All Back Home, Bob Dylan (1965)
Blind Faith, Blind Faith (1969)
Highway 61 Revisited, Bob Dylan (1965)
Willie and the Poor Boys, Creedence Clearwater Revival (1969)
Rattle and Hum, U2 (1988)
Out of Time, REM (1991)
Vs, Pearl Jam (1993)
Thriller, Michael Jackson (1982)
Fashion Nugget, Cake (1996)
Gorillaz, Gorillaz (2001)
Californication, Red Hot Chili Peppers (1999)
A Show of Hands, Rush (1989)
Somewhere in Time, Iron Maiden (1986)
Jagged Little Pill, Alanis Morissette (1995)
Rock You from Rio – Live, Queen (2009)
Foreign Affair, Tina Turner (1989)
Back to Black, Amy Winehouse (2006)
Get a Grip, Aerosmith (1993)
London Calling, The Clash (1979)
Pet Sounds, The Beach Boys (1966)
L.A. Woman, The Doors (1971)
A Different Light, Bangles (1986)
Band on the Run, Paul McCartney & Wings (1973)
She’s So Unusual, Cyndi Lauper (1983)
Bury the Hatchet, The Cranberries (1999)
Ten, Pearl Jam (1991)
Evil Empire, Rage Against the Machine (1996)
The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from Mars, David Bowie (1972)
The Velvet Underground & Nico, The Velvet Underground (1967)
Substance, New Order (1987)
Darklands, The Jesus and Mary Chain (1987)
Mellon Collie and the Infinite Sadness, The Smashing Pumpkins (1995)
#1 Record, Big Star (1972)
The Modern Lovers, The Modern Lovers (1976)
Parallel Lines, Blondie (1978)
The Days of Wine and Roses, The Dream Syndicate (1982)
Scooter, The Mice (1987)
Metallica, Metallica (1991)
Toxicity, System of a Down (2001)
The Beatles (White Album), The Beatles (1968)
Relayer, Yes (1974)
Wheels of Fire, Cream (1968)
Sticky Fingers, The Rolling Stones (1971)

Chaves

Entre as histórias que gosto sempre de contar, está esta: em um certo final de ano, estava em um carro com amigos de Larissa – então só ainda minha namorada – e falávamos sobre o que ainda havia para ser feito até o fim do ano. O amigo que estava dirigindo – que, se não me equivoco, estava conhecendo naquela ocasião – disse algo como “Eu vou deixar tudo pra fazer no bolo do final do ano”. Eu respondi:

– Tudinho no montão do fim do ano?

Disse como uma das piadas mais internas de todos os tempos. Uma frase tirada de um único episódio de Chaves, da qual ninguém teria por que lembrar. Disse para o meu divertimento pessoal e secreto. No entanto, o que ouvi de volta foi:

– É isso! Era isso o que eu queria dizer!

Isso dá a dimensão de como a criação de Roberto Gomez Bolaños, o Chespirito, está enraizada no Brasil. Repito: uma única frase de um único episódio, que eu pensei que ninguém iria reconhecer e, no entanto, era a citação que o amigo estava tentando fazer. Devia ter suspeitado desde o princípio.

Ontem mesmo eu disse “Não se misture com essa gentalha, tesouro” para alguém (e também usei para uma amiga aecista, nas eleições). Não posso ouvir alguém me dizendo “Que milagre você por aqui!” sem responder (e não interessa se a pessoa vai entender ou não) “Vim lhe trazer esse humilde presentinho”. Quando eu cometo um erro bobo, sempre digo pra mim mesmo “Que burro! Dá zero pra ele”.

Este ano ChavesChapolim comemoraram 30 anos de exibição no Brasil. O SBT até tentou tirar Chespirito do ar algumas vezes, mas sempre foi vencido pela verdade dos fatos: nada do que colocava no lugar dava mais audiência do que os episódios reprisados à exaustão, já conhecidos em detalhes pelo público trintão e quarentão e que ainda divertia os menores que iam conhecendo o programa.

Eu acompanhei esses 30 anos de perto. E vi este ano a TV a cabo, onde desenhos modernosos e novíssimos costumam escantear os clássicos, render-se a Chespirito. ChavesChapolim passam não em um, mas em DOIS canais fechados: o TBS e o Boomerang. O horário é o começo da madrugada, o que não podia ser melhor para mim e outros adultos: depois de chegar do trabalho, em casa, já relaxado, o controle remoto sempre acaba parando sem querer querendo em um desses canais.

“Chiquinha, não me ajude!”, “Já chegou o disco voador” e “O senhor não vai morrer. Vão é matar o senhor” foram alguns bordões que Astier Basílio e eu contrabandeamos para as redações em que trabalhamos juntos. Também são frases de episódios isolados.

Assim como “É você, Satanás?”, “Aqui é apenas outro gato!”, “Que bonita a sua roupa”, “Aritmética ou geometria?”… Os bordões, claro, pegaram, muitos por repetição. Mas me espanta mesmo são essas frases ditas uma vez – ou algumas vezes em um único episódio – e que são (aí, sim, em episódios que vão e voltam há 30 anos) imediatamente reconhecíveis por tanta gente.

Também me lembro que, na universidade, o professor Carmelio Reynaldo defendeu a série (então, considerada por muita gente apenas como coisa de baixa qualidade) dizendo que os diálogos faziam brincadeiras inteligentes com a linguagem. Eu acho que, entre as quedas e golpes a la Tom & Jerry, tem mesmo muito isso.

– Chaves, o correto é “O Quico e eu”.
– E como eu disse?
– “Eu e o Quico”.
– E como é?
– “Quico e eu”.
– E como eu disse?
– “Eu e o Quico”.
– E como é?
– “Quico e eu”.
– E como eu disse?

Ou:

– Estávamos lá, eu e o Quico.
– “Quico e eu”.
– Não, o senhor não estava.

Ou:

– Estávamos lá, eu e o Quico.
– O burro vai na frente.
– Pode passar.

Todo Seu Madruga mesclado com Che Guevara em uma camisa, toda menina chamada de Chiquinha quando faz maria-chiquinha no cabelo, todo refresco de tamarindo que alguém pergunta se tem sabor de groselha, todo aquele que sai no carnaval ou uma festa à fantasia vestido de Polegar Vermelho, toda vez que alguém dá uma dentro e diz “Não contavam com a minha astúcia” – tudo isso é um atestado à imortalidade do Chespirito, que assumiu esse apelido que deriva de “pequeno Shakespeare”.

Imortal quando era vivo, não vai ser a morte que vai atrapalhar. Afinal, é melhor morrer do que perder a vida.

Carly Simon - You're so vain

“You’re so vain”, Carly Simon (2010)
Álbum: No Secrets (1972) e Never Been Gone (2009). Direção: Brett Bisogno.

A canção de Carly Simon (uma das minhas preferidas de todos os tempos) foi lançada em 1972 e nunca teve um clipe oficial. Mas em 2010 o site da cantora criou um concurso para a criação do clipe, disponibilizando a imagem de Carly interpretando a música em tela verde para ser usada pelos candidatos. O vencedor mesclou a canção original de 1972 e a nova versão de 2009. Basicamente segue um homenzinho engraçado (o próprio diretor) que anda dançando e lembra uma mistura de Zach Galifianakis, o ministro dos passes engraçados do Monty Python ou o Animando do Marcos Magalhães.

Clipe anterior: “What’s your sign”, Des’Ree

Sensação de maravilhamento: Margot Kidder e Christopher Reeve em "Superman - O Filme"

Sensação de maravilhamento: Margot Kidder e Christopher Reeve em “Superman – O Filme”

“Você me pegou? E quem pega você?”, pergunta uma atônita Lois Lane ao desconhecido que a apanhou, voando, no ar, quando ela despencava do alto do prédio do Planeta Diário. É simplesmente a primeira aparição pública do Super-Homem em Superman – O Filme (1978), um prodígio de narrativa cinematográfica (dentro da cena e si e ela dentro do contexto do filme como um todo), combinação de todos os efeitos especiais disponíveis na época, o grande carisma de Christopher Reeve e Margot Kidder, a música de John Williams e o humor de frases como “Espero que isso não tire seu medo de voar. Estatisticamente é a maneira mais segura de viajar”. Uma sensação de maravilhamento que provavelmente nunca haverá igual em um filme de super-heróis.

Superman – O Filme (1978), dirigido por Richard Donner; roteiro de Mario Puzo, David Newman, Leslie Newman e Robert Benton (e Tom Mankiewicz, não creditado), baseado nos personagens de Jerry Siegel e Joe Shuster.

Woody Allen e Mariel Hemingway: "Não seja tão madura"

“Não seja tão madura”: Woody Allen e Mariel Hemingway em “Manhattan”

O gênio Woody Allen se pautou em George Gershwin para compor o roteiro e a direção de Manhattan. E, como não poderia deixar de ser, o final é um gran finale: depois de uma decepção amorosa e de enumerar as coisas que fazem a vida valer à pena (cena que poderia estar aqui, aliás), Isaac chega ao rosto de Tracy, a namoradinha de 17 anos que ele dispensou pelo amor que não deu certo. Com Gershwin retumbante, ele corre para evitar que ela viaje para Londres – como ele sugeriu. E, chegando lá, ela se mostra mais uma vez mais madura do que ele. “O que são seis meses, se nos amamos?”, ela pergunta. “Não seja tão madura, ok?”, ele responde.

Manhattan (1979), dirigido por Woody Allen; roteiro de Woody Allen e Marshall Brickman.

Noite Americana

Amor à arte de fazer filmes: Jean-Pierre Léaud e Jacqueline Bisset em “A Noite Americana”

François Truffaut declara seu amor à arte de fazer filmes, sob a linda trilha de Georges Delerue e com a ajuda do belíssimo rosto de Jacqueline Bisset.

A Noite Americana (1973), dirigido por François Truffaut; roteiro de François Truffaut, Jean-Louis Richard e Suzanne Schiffman.

13 - Abba - Dancing queen

13. “Dancing queen”, Abba (1992)
Álbum: Arrival. Direção: Lasse Hallstrom.

Dez anos após  o fim do grupo, foi lançada a histórica coletânea Abba Gold. Para promove-la foi lançado um novo clipe de “Dancing queen”, que teve por base o clipe original de 1976, reforçado por imagens de diversos outros clipes do Abba. Assim, o novo vídeo tornou-se um inventário do grupo, vibrante e super bem editado.

 

Aldine Muller-02

Uma das musas máximas da pornochanchada, Aldine Muller completa 60 anos (nasceu em 1953). Gaúcha, foi para São Paulo para ser atriz e, em 1974, era figurante na TV Tupi quando foi convidada para rodar um filme. Chegando lá – na Boca do Lixo – descobriu que teria que fazer cenas de nudez e de sexo. Não negou fogo e Clube dos Infiéis (1974) foi só o primeiro de uma lista que incluiria títulos como Pesadelo Sexual de um Virgem (1975), Dezenove Mulheres e um Homem (1977), Ninfas Diabólicas (1978), Bem Dotado, o Homem de Itu (1978), A Mulher que Inventou o Amor (1979), Convite ao Prazer (1980) e Elite Devassa (1984). Foi uma das atrizes mais lindas do gênero e também uma das mais talentosas. A partir dos anos 1980, começou a fazer também televisão e seus dotes como atriz foram melhor notados, em novelas ou na Escolinha do Professor Raimundo. Foi capa da Playboy duas vezes – uma delas em um ensaio mezzo-lésbico com Zaira Bueno, em 1983 – e, sempre em forma, foi capa da Sexy, em 2000, aos 46 anos. Atualmente, ela tem sua própria companhia de teatro e se dedica aos palcos.

Catherine Deneuve em “Tristana – Uma Paixão Mórbida”

1 – CATHERINE DENEUVE, por Tristana– Uma Paixão Mórbida

Anteriormente em Musas retroativas: 10ª em 1964, por Os Guarda-Chuvas do Amor; 2ª em 1965, por Repulsa ao Sexo; 2ª em 1967, por A Bela da Tarde e por Duas Garotas Românticas; 4ª em 1969, por A Sereia do Mississipi. Posteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1980, por O Último Metrô; 1ª em 1983, por Fome de Viver.

Quando Catherine Deneuve está na briga, a concorrência sofre. Ela foi, para Buñuel, a mulher que desencadeava o desejo de seu protetor e se submetia a ele em Tristana. Nele, supera a mocinha do romance jovem daquele ano: Ali MacGraw, por Love Story. Jacqueline Bisset, de aeromoça em Aeroporto, fecha o pódio. A lista tem vários nomes pouco usuais em filmes de grandes diretores: Claude Jade, em Domicílio Conjugal, de Truffaut; e a californiana Daria Halprin, que fez o esquisito Zabriskie Point para Antonioni, e depois só fez mais um filme. Dois diretores brasileiros emplacaram duas musas cada: Walter Hugo Khouri, com a francesa Genevieve Grad (de rosto belíssimo) e Rossana Ghessa, em O Palácio dos Anjos; e Júlio Bressane, com Helena Ignez e Líllian Lemmertz, em Copacabana Mon Amour. Florinda Bolkan também é brasileira, mas de carreira internacional:  chegou à lista pelo italiano Investigação Sobre um Cidadão Acima de Qualquer Suspeita.

Ali MacGraw em “Love Story – Uma História de Amor”

2 – ALI MACGRAW, por Love Story – Uma História de Amor

Posteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1972, por Os Implacáveis.

Jacqueline Bisset em “Aeroporto”

3 – JACQUELINE BISSET, por Aeroporto

Anteriormente em Musas retroativas: 14ª em Cassino Royale; 5ª em 1968, por Bullitt. Posteriormente em Musas retroativas: 7ª em 1972, por Roy Bean, o Homem da Lei; 1ª em 1973, por A Noite Americana; 8ª em 1974, por Assassinato no Orient Express.

Genevieve Grad em “O Palácio dos Anjos”

4 – GENEVIEVE GRAD, por O Palácio dos Anjos

Ingrid Pitt em “Carmilla, a Vampira de Karnstein”

5 – INGRID PITT, por Carmilla, a Vampira de Karnstein

Posteriormente em Musas retroativas: 12ª em 1971, por Condessa Drácula; 13ª em 1973, por O Homem de Palha.

Sally Kellerman em “M.A.S.H.”

6 – SALLY KELLERMAN, por M.A.S.H.

Florinda Bolkan em “Investigação sobre um Cidadão Acima de Qualquer Suspeita”

7 – FLORINDA BOLKAN, por Investigação sobre um Cidadão Acima de Qualquer Suspeita

Julie Andrews em “Lili, Minha Adorável Espiã”

8 – JULIE ANDREWS, por Lili, Minha Adorável Espiã

Anteriormente em Musas retroativas: 17ª em 1964, por Mary Poppins e por Não Podes Comprar o Meu Amor; 7ª em 1965, por A Noviça Rebelde; 9ª em 1968, por A Estrela.

Stefania Sandrelli em “O Conformista”

9 – STEFANIA SANDRELLI, por O Conformista

Anteriormente em Musas retroativas: 6ª em 1961, por Divórcio à Italiana. Posteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1974, por Nós que Nos Amávamos Tanto; 16ª em 1983, por A Chave.

Daria Halprin em “Zabriskie Point”

10 – DARIA HALPRIN, por Zabriskie Point

Claude Jade em “Domicílio Conjugal”

11 – CLAUDE JADE, por Domicílio Conjugal

Anteriormente em Musas retroativas: 13ª em 1968, por Beijos Proibidos.

Jennifer O’Neill em “Rio Lobo”

12 – JENNIFER O’NEILL, por Rio Lobo

Posteriormente em Musas retroativas: 5ª em 1971, por Verão de 42.

Líllian Lemmertz em “Copacabana Mon Amour”

13 – LILLIAN LEMMERTZ, por Copacabana, Mon Amour

Posteriormente em Musas retroativas: 14ª em 1975, por Lição de Amor.

Suzy Kendall em “O Pássaro das Plumas de Cristal”

14 – SUZY KENDALL, por O Pássaro das Plumas de Cristal

Anteriormente em Musas retroativas: 16ª em 1967, por Ao Mestre, com Carinho.

Linda Harrison em “De Volta ao Planeta dos Macacos”

15 – LINDA HARRISON, por De Volta ao Planeta dos Macacos

Anteriormente em Musas retroativas: 5ª em 1968, por O Planeta dos Macacos.

Rossana Ghessa em “O Palácio dos Anjos”

16 – ROSSANA GHESSA, por O Palácio dos Anjos

Faye Dunaway em “Pequeno Grande Homem”

17 – FAYE DUNAWAY, por Pequeno Grande Homem

Anteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1967, por Bonnie & Clyde – Uma Rajada de Balas; 10ª em 1968, por Crown, o Magnífico. Posteriormente em Musas retroativas: 14ª em 1973, por Os Três Mosqueteiros; 10ª em 1974, por A Vingança de Milady, por Chinatown e por Inferno na Torre; 5ª em 1975, por Três Dias do Condor; 5ª em 1976, por Rede de Intrigas.

Elizabeth Taylor em “Jogo de Paixões”

18 – ELIZABETH TAYLOR, por Jogo de Paixões

Anteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1954, por No Caminho dos Elefantes e por A Última Vez que Vi Paris; 3ª em 1956, por Assim Caminha a Humanidade; 1ª em 1958, por Gata em Teto de Zinco Quente; 1ª em 1959, por De Repente, no Último Verão; 2ª em 1960, por Disque Butterfield 8; 3ª em 1963, por Cleópatra; 15ª em 1965, por Adeus às Ilusões.

Shirley MacLaine em “Os Abutres Têm Fome”

19 – SHIRLEY MACLAINE, por Os Abutres Têm Fome

Anteriormente em Musas retroativas: 11ª em 1955, por O Terceiro Tiro e por Artistas e Modelos; 11ª em 1956, por A Volta ao Mundo em 80 Dias; 18ª em 1958, por Deus Sabe Quanto Amei, por Irresistível Forasteiro e por A Mercadora da Felicidade; 9ª em 1960, por Se Meu Apartamento Falasse e por Can Can; 12ª em 1961, por Infâmia; 11ª em 1963, por Irma la Douce; 10ª em 1969, por Charity, Meu Amor.

Helena Ignez e Lílian Lemmertz em “Copacabana Mon Amour”

20 – HELENA IGNEZ, por Copacabana, Mon Amour

Anteriormente em Musas retroativas: 15ª em 1968, por O Bandido da Luz Vermelha; 19ª em 1969, por A Mulher de Todos.

Musas de 1969 <<
>> Musas de 1971

Cybill Shepherd em “A Última Sessão de Cinema”

1 – CYBILL SHEPHERD, por A Última Sessão de Cinema

Posteriormente em Musas retroativas: 16ª em 1972, por O Rapaz que Partia Corações; 2ª em 1976, por Taxi Driver; 20ª em 1989, por O Céu Se Enganou.

Alguma coisa aconteceu em 1971 que faz as mulheres vampiras saírem do caixão. Foi o ápice de um fenômeno muito curioso: quatro filmes com vampiras lésbicas e/ ou sensuais neste mesmo ano – Vampyros Lesbos, de Jess Franco, Lúxúria de Vampiros e Condessa Drácula emplacaram quatro musas ao todo (o ano ainda teve Filhas de Drácula ou Gêmeas de Drácula, cujas atrizes não entraram na lista). A vitória, no entanto, coube a Cybill Shepherd em brasas e em preto-e-branco de A Última Sessão de Cinema. Musa mesmo: ela e o diretor Peter Bogdanovich se apaixonaram e fizeram alguns fimes depois (embora isso não tenha feito bem para a carreira de nenhum dos dois). A disputa pelo primeiro lugar foi equilibrada: Susan George, Ann-Margret, Jane Fonda ou Jennifer O’Neill – todas estão memoráveis em seus filmes e qualquer uma delas poderia ter vencido.

Susan George em “Sob o Domínio do Medo”

2 – SUSAN GEORGE, por Sob o Domínio do Medo

Ann-Margret em “Ânsia de Amar”

3 – ANN-MARGRET, por Ânsia de Amar

Anteriormente em Musas retroativas: 5ª em 1963, por Adeus, Amor; 2ª em 1964, por Amor à Toda Velocidade.

Jane Fonda em “Klute – O Passado Condena”

4 – JANE FONDA, por Klute O Passado Condena

Anteriormente em Musas retroativas: 5ª em 1965, por Dívida de Sangue; 8ª em 1966, por Caçada Humana; 3ª em 1967, por Descalços no Parque; 1ª em 1968, por Barbarella; 5ª em 1969, por A Noite dos Desesperados. Posteriormente em Musas retroativas: 19ª em 1972, por Tout Va Bien; 7ª em 1977, por Júlia; 2ª em 1978, por Amargo Regresso; 15ª em 1979, por Síndrome da China e por O Cavaleiro Elétrico; 13ª em 1981, por Num Lago Dourado e por Amantes & Finanças.

Jennifer O’Neill em “Verão de 42”

5 – JENNIFER O’NEILL, por Verão de 42

Anteriormente em Musas retroativas: 12ª em 1970, por Rio Lobo.

Adrienne Corri em “Laranja Mecânica”

6 – ADRIENNE CORRI, por Laranja Mecânica

Soledad Miranda em “Vampyros Lesbos”

7 – SOLEDAD MIRANDA, por Vampyros Lesbos

Britt Ekland em “Carter, o Vingador”

8 – BRITT EKLAND, por Carter, o Vingador

Posteriormente em Musas retroativas: 2ª em 1973, por O Homem de Palha; 5ª em 1974, por 007 contra o Homem com a Pistola de Ouro; 15ª em 1976, por Casanova & Company.

Yutte Stensgaard em “Luxúria de Vampiros”

9 – YUTTE STENSGAARD, por Luxúria de Vampiros

Julie Christie em “Jogos & Trapaças – Onde os Homens São Homens”

10 – JULIE CHRISTIE, por Jogos & Trapaças Onde os Homens São Homens

Anteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1965, por Doutor Jivago e também por Darling, a que Amou Demais; 2ª em 1966, por Fahrenheit 451. Posteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1973, por Inverno de Sangue em Veneza; 2ª em 1975, por Shampoo.

Lea Massari em “Um Sopro no Coração”

11 – LEA MASSARI, por Um Sopro no Coração

Anteriormente em Musas retroativas: 20ª em 1960, por A Aventura; 16ª em 1961, por O Colosso de Rodes.

Ingrid Pitt em “Condessa Drácula”

12 – INGRID PITT, por Condessa Drácula

Anteriormente em Musas retroativas: 5ª em 1970, por Carmilla, a Vampira de Karstein. Posteriormente em Musas retroativas: 13ª em 1973, por O Homem de Palha.

Virginia North em “O Abominável Dr. Phibes”

13 – VIRGINIA NORTH, por O Abominável Dr. Phibes

Gina Lollobrigida em “A Quadrilha da Fronteira”

14 – GINA LOLLOBRIGIDA, por A Quadriha da Fronteira

Anteriormente em Musas retroativas: 6ª em 1952, por Fanfan la Tulipe; 8ª em 1953, por Pão, Amor e Fantasia e por O Diabo Riu por Último; 8ª em 1959, por Salomão e a Rainha de Sabá; 9ª em 1961, por Quando Setembro Vier.

Stacey Tendeter em “As Duas Inglesas e o Amor”

15 – STACEY TENDETER, por As Duas Inglesas e o Amor

Adriana Prieto em “Lúcia McCartney”

16 – ADRIANA PRIETO, por Lúcia McCartney e por Soninha Toda Pura

Posteriormente em Musas retroativas: 9ª em 1974, por Ainda Agarro Esta Vizinha.

Jill St. John em “007 – Os Diamantes São Eternos”

17 – JILL ST. JOHN, por 007 Os Diamantes São Eternos

Lana Wood em “007 – Os Diamantes São Eternos”

18 – LANA WOOD, por 007 Os Diamantes São Eternos

Ewa Stromberg e Soledad Miranda em “Vampyros Lesbos”

19 – EWA STROMBERG, por Vampyros Lesbos

Kika Markham em “As Duas Inglesas e o Amor”

20 – KIKA MARKHAM, por As Duas Inglesas e o Amor

Musas de 1970 <<
>> Musas de 1972

Marilyn Chambers em “Atrás da Porta Verde”

1 – MARILYN CHAMBERS, por Atras da Porta Verde

Uma atriz pornô nas musas retroativas – e em primeiro lugar?! Bem, esta é diferente. Ou, aparentemente, deixou de ser com o tempo (não acompanho o mercado, apenas leio as notícias), mas era quando estrelou Atrás da Porta Verde, um clássico absoluto do gênero. No começo dos anos 1970, a pornografia era algo ainda mais de submundo do que é hoje. Então, imaginemos o choque que deve ter sido quando uma garota bonita e delicada, típica de comercial de sabonete – e que realmente era a estrela de um comercial de sabonete chamado Ivory Snow (não por acaso, o cartaz do filme a chamava de all-american girl) – de repente apareceu em um filme sendo sequestrada e forçada a participar de pesados jogos eróticos em cima de um palco. Tudo explícito, incluindo cenas com um negro (lembremos que o racismo naquele tempo era ainda mais forte do que hoje). Este faz parte da tríade de filmes pornôs que jogaram luz sobre o gênero: os outros são Garganta Profunda, 1972, e O Diabo na Carne de Miss Jones, 1973; nenhum deles, no entanto, tinha uma protagonista tão bonita quanto Marilyn Chambers. Nas outras posições, atenção para a primeira aparição de uma deusa na lista: Sophia Loren. Além do destaque para um filme-mito do cinema erótico-cabeça: Maria Schneider em Último Tango em Paris. Houve espaço até para uma diva soviética!

Maria Schneider em “Último Tango em Paris”

2 – MARIA SCHNEIDER, por Último Tango em Paris

Posteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1975, por Profissão: Repórter.

Diane Keaton em “Sonhos de um Sedutor”

Diane Keaton em “O Poderoso Chefão”

3 – DIANE KEATON, por Sonhos de um Sedutor e por O Poderoso Chefão

Posteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1973, por Dorminhoco; 3ª em 1974, por O Poderoso Chefão – Parte II; 1ª em 1975, por A Última Noite de Boris Gruschenko; 1ª em 1977, por Noivo Neurótico, Noiva Nervosa e por À Procura de Mr. Goodbar; 10ª em 1979, por Manhattan; 19ª em 1981, por Reds.

Ali MacGraw em “Os Implacáveis”

4 – ALI MACGRAW, por Os Implacáveis

Anteriormente em Musas retroativas: 2ª em 1970, por Love Story – Uma História de Amor.

Sophia Loren em “O Homem de La Mancha”

5 – SOPHIA LOREN, por O Homem de La Mancha

Anteriormente em Musas retroativas: 12ª em 1954, por Duas Noites com Cleópatra e por A Invasão dos Bárbaros; 11ª em 1957, por A Lenda da Estátua Nua, por Orgulho e Paixão e por A Lenda dos Desaparecidos; 19ª em 1958, por Tentação Morena, por A Orquídea Negra, por Desejo e por A Chave; 4ª em 1960, por Duas Mulheres, por Começou em Nápoles e por The Millionairess; 14ª em 1961, por El Cid; 6ª em 1962, por Boccaccio ’70; 4ª em 1963, por Ontem, Hoje e Amanhã; 8ª em 1964, por Matrimônio à Italiana e por A Queda do Império Romano; 14ª em 1966, por Arabesque; 20ª em 1967, por A Condessa de Hong Kong.

Simonetta Stefanelli em “O Poderoso Chefão”

6 – SIMONETTA STEFANELLI, por O Poderoso Chefão

Jacqueline Bisset em “Roy Bean, o Homem da Lei”

7 – JACQUELINE BISSET, por Roy Bean, o Homem da Lei

Anteriormente em Musas retroativas: 14ª em Cassino Royale; 5ª em 1968, por Bullitt; 3ª em 1970, por Aeroporto. Posteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1973, por A Noite Americana; 8ª em 1974, por Assassinato no Orient Express.

Senta Berger em “A Moral de Ruth Halbfass”

8 – SENTA BERGER, por A Moral de Ruth Halbfass

Anteriormente em Musas retroativas: 6ª em 1969, por O Insaciável Marquês de Sade.

Liv Ullman em “Gritos e Sussurros”

9 – LIV ULLMAN, por Gritos e Sussurros

Anteriormente em Musas retroativas: 19ª em 1968, por A Hora do Lobo e por Vergonha.

Liza Minnelli em “Cabaret”

10 – LIZA MINNELLI, por Cabaret

Romy Schneider em “Ludwig, o Último Rei da Bavária”

11 – ROMY SCHNEIDER, por Ludwig, o Último Rei da Bavária

Anteriormente em Musas retroativas: 18ª em 1955, por Sissi; 15ª em 1957, por Sissi e Seu Destino; 15ª em 1962, por Boccaccio ’70; 16ª em 1965, por O que É que Há, Gatinha?.

Judy Bowker em “Irmão Sol, Irmã Lua”

12 – JUDY BOWKER, por Irmão Sol, Irmã Lua

Françoise Verley em “Amor à Tarde”

13 – FRANÇOISE VERLEY, por Amor à Tarde

Carol Lynley em “O Destino do Poseidon”

14 – CAROL LYNLEY, por O Destino do Poseidon

Charlotte Rampling em “Henrique VIII e Suas Seis Esposas”

15 – CHARLOTTE RAMPLING, por Henrique VIII e Suas Seis Esposas

Posteriormente em Musas retroativas: 12ª em 1974, por O Porteiro da Noite; 20ª em 1977, por Orca, a Baleia Assassina; 20ª em 1980, por Memórias.

Cybill Shepherd em “O Rapaz que Partia Corações”

16 – CYBILL SHEPHERD, por O Rapaz que Partia Corações

Anteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1971, por A Última Sessão de Cinema. Posteriormente em Musas retroativas: 2ª em 1976, por Taxi Driver; 20ª em 1989, por O Céu Se Enganou.

Ana Maria Magalhães em “Quando o Carnaval Chegar”

17 – ANA MARIA MAGALHÃES, por Quando o Carnaval Chegar

Natalya Bondarchuks em “Solaris”

18 – NATALYA BONDARCHUKS, por Solaris

Jane Fonda em “Tout Va Bien”

19 – JANE FONDA, por Tout Va Bien

Anteriormente em Musas retroativas: 5ª em 1965, por Dívida de Sangue; 8ª em 1966, por Caçada Humana; 3ª em 1967, por Descalços no Parque; 1ª em 1968, por Barbarella; 5ª em 1969, por A Noite dos Desesperados; 4ª em 1971, por Klute – O Passado Condena. Posteriormente em Musas retroativas: 7ª em 1977, por Júlia; 2ª em 1978, por Amargo Regresso; 15ª em 1979, por Síndrome da China e por O Cavaleiro Elétrico; 13ª em 1981, por Num Lago Dourado e por Amantes & Finanças.

Hanna Schygulla em “As Lágrimas Amargas de Petra von Kant”

20 – HANNA SCHYGULLA, por As Lágrimas Amargas de Petra von Kant

Posteriormente em Musas retroativas: 12ª em 1979, por O Casamento de Maria Braun; 16ª em 1981, por Lili Marlene.

Musas de 1971 <<
>> Musas de 1973

Jacqueline Bisset em “A Noite Americana”

1 – JACQUELINE BISSET, por A Noite Americana

Anteriormente em Musas retroativas: 14ª em Cassino Royale; 5ª em 1968, por Bullitt; 3ª em 1970, por Aeroporto; 7ª em 1972, por Roy Bean, o Homem da Lei. Posteriormente em Musas retroativas: 8ª em 1974, por Assassinato no Orient Express.

As musas britânicas dominaram o pódio do ano de 1973, de uma maneira enviezada. Embora A Noite Americana seja um filme francês, Truffaut importou Jacqueline Bisset na terra da rainha. Julie Christie, terceira colocada, nasceu, na verdade, na Índia, mas é de ascendência inglesa. E Britt Ekland, a medalha de prata, apesar do trocadilhoso nome “Britt” e de ter feito filmes na Inglaterra, é, na verdade, sueca. Bisset foi uma das mulheres mais lindas do final dos anos 1960 e dos anos 1970. Em condições normais de temperatura e pressão, seria batida com dificuldade. Por isso, Truffaut nem teve que fazer muito esforço para emplacá-la como campeã do ano. Como nossa lista anda do fim para o começo, é preciso registrar a primeira aparição de uma das maiores musas de todos os tempos: Brigitte Bardot, por seu último filme.

Britt Ekland em “O Homem de Palha”

2 – BRITT EKLAND, por O Homem de Palha

Anteriormente em Musas retroativas: 8ª em 1971, por Carter, o Vingador. Posteriormente em Musas retroativas: 5ª em 1974, por 007 contra o Homem com a Pistola de Ouro; 15ª em 1976, por Casanova & Company.

Julie Christie em “Inverno de Sangue em Veneza”

3 – JULIE CHRISTIE, por Inverno de Sangue em Veneza

Anteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1965, por Doutor Jivago e também por Darling, a que Amou Demais; 2ª em 1966, por Fahrenheit 451;10ª em 1971, por Jogos & Trapaças – Onde os Homens São Homens. Posteriormente em Musas retroativas: 2ª em 1975, por Shampoo.

Diane Keaton em "Dorminhoco"

Diane Keaton em “Dorminhoco”

4 – DIANE KEATON, por Dorminhoco

Anteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1972, por Sonhos de um Sedutor e por O Poderoso Chefão. Posteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1974, por O Poderoso Chefão – Parte II; 1ª em 1975, por A Última Noite de Boris Gruschenko; 1ª em 1977, por Noivo Neurótico, Noiva Nervosa e por À Procura de Mr. Goodbar; 10ª em 1979, por Manhattan; 19ª em 1981, por Reds.

Jane Seymour em “Com 007 Viva e Deixe Morrer”

5 – JANE SEYMOUR, por Com 007 Viva e Deixe Morrer

Posteriormente em Musas retroativas: 10ª em 1980, por Em Algum Lugar do Passado.

Sydne Rome em “Quê?”

6 – SYDNE ROME, por Quê?

Raquel Welch em “Os Três Mosqueteiros”

7 – RAQUEL WELCH, por Os Três Mosqueteiros

Anteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1966, por Um Milhão de Anos Antes de Cristo e por Viagem Fantástica; 13ª em 1967, por O Diabo É Meu Sócio. Posteriormente em Musas retroativas: 6ª em 1974, por A Vingança de Milady; 5ª em 1977, por O Príncipe e o Mendigo.

Monique van der Ven em “Louca Paixão”

8 – MONIQUE VAN DER VEN, por Louca Paixão

Laura Antonelli em “Malícia”

9 – LAURA ANTONELLI, por Malícia

Posteriormente em Musas retroativas: 2ª em 1977, por Esposamante.

Brigitte Bardot e Jane Birkin em “Se Don Juan Fosse Mulher”

10 – BRIGITTE BARDOT, por Se Don Juan Fosse Mulher

Anteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1956, por E Deus Criou a Mulher; 3ª em 1958, por Amar É Minha Profissão e por Vingança de Mulher; 5ª em 1960, por A Verdade; 2ª em 1963, por O Desprezo; 6ª em 1965, por Viva Maria!; 11ª em 1968, por Shalako.

Margot Kidder em “Irmãs Diabólicas”

11 – MARGOT KIDDER, por Irmãs Diabólicas

Posteriormente em Musas retroativas: 7ª em 1978, por Superman – O Filme; 8ª em 1979, por Terror em Amityville; 7ª em 1980, por Superman II.

Jane Birkin em “Se Don Juan Fosse Mulher”

12 – JANE BIRKIN, por Se Don Juan Fosse Mulher

Anteriormente em Musas retroativas: 20ª em 1966, por Blow Up – Depois Daquele Beijo. Posteriormente em Musas retroativas: 12ª em 1976, por Paixão Selvagem.

Ingrid Pitt em “O Homem de Palha”

13 – INGRID PITT, por O Homem de Palha

Anteriormente em Musas retroativas: 5ª em 1970, por Carmilla, a Vampira de Karstein; 12ª em 1971, por Condessa Drácula.

Faye Dunaway em “Os Três Mosqueteiros”

14 – FAYE DUNAWAY, por Os Três Mosqueteiros

Anteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1967, por Bonnie & Clyde – Uma Rajada de Balas; 10ª em 1968, por Crown, o Magnífico; 17ª em 1970, por Pequeno Grande Homem. Posteriormente em Musas retroativas: 10ª em 1974, por A Vingança de Milady, por Chinatown e por Inferno na Torre; 5ª em 1975, por Três Dias do Condor; 5ª em 1976, por Rede de Intrigas.

Vera Fischer em “A Super Fêmea”

15 – VERA FISCHER, por A Super Fêmea

Posteriormente em Musas retroativas: 14ª em 1974, por As Delícias da Vida e As Mulheres que Fazem Diferente; 8ª em 1981, por Eu Te Amo e por Bonitinha, mas Ordinária; 5ª em 1982, por Amor, Estranho Amor; 10ª em 1983, por Perdoa-me por Me Traíres; 19ª em 1984, por Amor Voraz; 13ª em 1989, por Doida Demais.

Barbra Streisand em “Nosso Amor de Ontem”

16 – BARBRA STREISAND, por Nosso Amor de Ontem

Anteriormente em Musas retroativas: 17ª em 1968, por Funny Girl – A Garota Genial; 17ª em 1969, por Alô, Dolly!. Posteriormente em Musas retroativas: 15ª em 1975, por Funny Lady.

Nathalie Baye em “A Noite Americana”

17 – NATHALIE BAYE, por A Noite Americana

Glenda Jackson em “Um Toque de Classe”

18 – GLENDA JACKSON, por Um Toque de Classe

Anteriormente em Musas retroativas: 9ª em 1969, por Mulheres Apaixonadas.

Cindy Williams em “Loucuras de Verão”

19 – CINDY WILLIAMS, por Loucuras de Verão

Darlene Glória em “Toda Nudez Será Castigada”

20 – DARLENE GLÓRIA, por Toda Nudez será Castigada

Musas de 1972 <<
>> Musas de 1974

Miou-Miou em “Corações Loucos”

1 – MIOU-MIOU, por Corações Loucos

Posteriormente em Musas retroativas: 11ª em 1975, por Trinity e Seus Companheiros.

Os filmes-catástrofe eram os grande campeões de bilheteria nessa primeira metade dos anos 1970. Três deles escalaram musas nessa lista: Inferno na Torre, Aeroporto 75 e Terremoto. Mas o primeira colocação ficou com o cinema francês: Miou-Miou e o rebelde Corações Loucos (que ainda emplacou mais uma: Isabelle Huppert). E em James Bnd sempre podemos coinfiar: 007 contra o Homem com a Pistola de Ouro não é nem de longe um dos melhores da série, mas rendeu duas musas : Maud Adams (que voltaria à série em 1983, em 007 contra Octopussy) e, principalmente, Britt Ekland, nossa número 5.

Teri Garr em “O Jovem Frankenstein”

2 – TERI GARR, por O Jovem Frankenstein

Posteriormente em Musas retroativas: 8ª em 1977, por Alguém Lá em Cima Gosta de Mim e por Contatos Imediatos do Terceiro Grau; 18ª em 1982, por Tootsie e por O Fundo do Coração.

Diane Keaton em “O Poderoso Chefão – Parte II”

3 – DIANE KEATON, por O Poderoso Chefão – Parte II

Anteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1972, por Sonhos de um Sedutor e por O Poderoso Chefão; 4ª em 1973, por Dorminhoco. Posteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1975, por A Última Noite de Boris Gruschenko; 1ª em 1977, por Noivo Neurótico, Noiva Nervosa e por À Procura de Mr. Goodbar; 10ª em 1979, por Manhattan; 19ª em 1981, por Reds.

Stefania Sandrelli em “Nós que Nos Amávamos Tanto”

4 – STEFANIA SANDRELLI, por Nós que nos Amávamos Tanto

Anteriormente em Musas retroativas: 6ª em 1961, por Divórcio à Italiana; 9ª em 1970, por O ConformistaPosteriormente em Musas retroativas: 16ª em 1983, por A Chave.

Britt Ekland em “007 contra o Homem com a Pistola de Ouro”

5 – BRITT EKLAND, por 007 contra o Homem com a Pistola de Ouro

Anteriormente em Musas retroativas: 8ª em 1971, por Carter, o Vingador; 2ª em 1973, por O Homem de Palha. Posteriormente em Musas retroativas: 15ª em 1976, por Casanova & Company.

Raquel Welch em “A Vingança de Milady”

6 – RAQUEL WELCH, por A Vingança de Milady

Anteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1966, por Um Milhão de Anos Antes de Cristo e por Viagem Fantástica; 13ª em 1967, por O Diabo É Meu Sócio; 7ª em 1973, por Os Três Mosqueteiros. Posteriormente em Musas retroativas: 5ª em 1977, por O Príncipe e o Mendigo.

Goldie Hawn em “Louca Escapada”

7 – GOLDIE HAWN, por Louca Escapada

Anteriormente em Musas retroativas: 12ª em 1969, por Flor de Cacto. Posteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1975, por Shampoo; 7ª em 1976, por O Corujão e a Gatinha; 11ª em 1978, por Golpe Sujo.

Jacqueline Bisset em “Assassinato no Orient Express”

8 – JACQUELINE BISSET, por Assassinato no Orient Express

Anteriormente em Musas retroativas: 14ª em Cassino Royale; 5ª em 1968, por Bullitt; 3ª em 1970, por Aeroporto; 7ª em 1972, por Roy Bean, o Homem da Lei; 1ª em 1973, por A Noite Americana.

Adriana Prieto em “Ainda Agarro Esta Vizinha”

9 – ADRIANA PRIETO, por Ainda Agarro Esta Vizinha

Anteriormente em Musas retroativas: 16ª em 1971, por Lúcia McCartney e por Soninha Toda Pura.

Faye Dunaway em “A Vingança de Milady”

Faye Dunaway em “Chinatown”

Faye Dunaway em “Inferno na Torre”

10 – FAYE DUNAWAY, por A Vingança de Milady, por Chinatown e por Inferno na Torre

Anteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1967, por Bonnie & Clyde – Uma Rajada de Balas; 10ª em 1968, por Crown, o Magnífico; 17ª em 1970, por Pequeno Grande Homem; 14ª em 1973, por Os Três Mosqueteiros. Posteriormente em Musas retroativas: 5ª em 1975, por Três Dias do Condor; 5ª em 1976, por Rede de Intrigas.

Isabelle Huppert em “Corações Loucos”

11 – ISABELLE HUPPERT, por Corações Loucos

Posteriormente em Musas retroativas: 19ª em 1991, por Madame Bovary.

Charlotte Rampling em “O Porteiro da Noite”

12 – CHARLOTTE RAMPLING, por O Porteiro da Noite

Anteriormente em Musas retroativas: 15ª em 1972, por Henrique VIII e Suas Seis Mulheres. Posteriormente em Musas retroativas: 20ª em 1977, por Orca, a Baleia Assassina; 20ª em 1980, por Memórias.

Susan Sarandon em “A Primeira Página”

13 – SUSAN SARANDON, por A Primeira Página

Posteriormente em Musas retroativas: 8ª em 1975, por Rocky Horror Show; 8ª em 1978, por Menina Bonita; 9ª em 1980, por Atlantic City; 19ª em 1983, por Fome de Viver; 18ª em 1988, por Sorte no Amor; 12ª em 1990, por Loucos de Paixão; 9ª em 1991, por Thelma & Louise.

Vera Fischer em “As Delícias da Vida”

14 – VERA FISCHER, por As Delícias da Vida e por As Mulheres que Fazem Diferente

Anteriormente em Musas retroativas: 15ª em 1973, por A Super Fêmea. Posteriormente em Musas retroativas: 8ª em 1981, por Eu Te Amo e por Bonitinha, mas Ordinária; 5ª em 1982, por Amor, Estranho Amor; 10ª em 1983, por Perdoa-me por Me Traíres; 19ª em 1984, por Amor Voraz; 13ª em 1989, por Doida Demais.

Madeline Kahn em “Banzé no Oeste”

15 – MADELINE KAHN, por Banzé no Oeste e por O JOvem Frankenstein

Maud Adams em “007 contra o Homem com a Pistola de Ouro”

16 – MAUD ADAMS, por 007 contra o Homem com a Pistola de Ouro

Genevieve Bujold em “Terremoto”

17 – GENEVIEVE BUJOLD, por Terremoto

Anteriormente em Musas retroativas: 13ª em 1969, por Ana dos Mil Dias.

Karen Black em “Aeroporto 75”

18 – KAREN BLACK, por Aeroporto 75

Magali Noel em “Amarcord”

19 – MAGALI NOEL, por Amarcord

Talia Shire em “O Poderoso Chefão – Parte II”

20 – TALIA SHIRE, por O Poderoso Chefão – Parte II

Posteriormente em Musas retroativas: 19ª em 1976, por Rocky, um Lutador.

Musas de 1973 <<
>> Musas de 1975

Diane Keaton em “A Última Noite de Boris Gruschenko”

1 – DIANE KEATON, por A Última Noite de Boris Gruschenko

Anteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1972, por Sonhos de um Sedutor e por O Poderoso Chefão; 4ª em 1973, por Dorminhoco; 3ª em 1974, por O Poderoso Chefão – Parte II. Posteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1977, por Noivo Neurótico, Noiva Nervosa e por À Procura de Mr. Goodbar; 10ª em 1979, por Manhattan; 19ª em 1981, por Reds.

Diane Keaton não era uma pin-up, mas tinha um charme todo particular – que Woody Allen sabia captar como ninguém. Ganhou aqui e ganharia de novo dois anos depois. Mas as Musas retroativas começam a entrar em um terreno onde há lacunas difíceis de preencher. Simplesmente não deu para elencar 20 musas em 1975 – falha minha, sem dúvida, porque elas estão por aí; eu é que não vi filmes de 1975 o suficiente. Por isso, essa lista para na 15ª musa, o que pode voltar a acontecer – mas nada impede que ela seja completada depois. Muitas estreias, uma musa que conquistou seu lugar com apenas uma cena (Denise Cheshire na abertura de Tubarão) e talvez o primeiro caso de mãe e filha dessa lista: Lílian Lemmertz (a filha Júlia está na lista de 1999, por Um Copo de Cólera).

Julie Christie em “Shampoo”

2 – JULIE CHRISTIE, por Shampoo

Anteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1965, por Doutor Jivago e também por Darling, a que Amou Demais; 2ª em 1966, por Fahrenheit 451; 10ª em 1971, por Jogos & Trapaças – Onde os Homens São Homens; 3ª em 1973, por Inverno de Sangue em Veneza.

Goldie Hawn em “Shampoo”

3 – GOLDIE HAWN, por Shampoo

Anteriormente em Musas retroativas: 12ª em 1969, por Flor de Cacto; 7ª em 1974, por Louca Escapada. Posteriormente em Musas retroativas: 7ª em 1976, por O Corujão e a Gatinha; 11ª em 1978, por Golpe Sujo.

Maria Schneider em “Profissão: Repórter”

4 – MARIA SCHNEIDER, por Profissão: Repórter

Anteriormente em Musas retroativas: 2ª em 1972, por Último Tango em Paris.

Faye Dunaway em “Três Dias do Condor”

5 – FAYE DUNAWAY, por Três Dias do Condor

Anteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1967, por Bonnie & Clyde – Uma Rajada de Balas; 10ª em 1968, por Crown, o Magnífico; 17ª em 1970, por Pequeno Grande Homem; 14ª em 1973, por Os Três Mosqueteiros; 10ª em 1974, por A Vingança de Milady, por Chinatown e por Inferno na Torre; Posteriormente em Musas retroativas: 5ª em 1976, por Rede de Intrigas.

Marie-Christine Barrault em “Primo, Prima”

6 – MARIE-CHRISTINE BARRAULT, por Primo, Prima

Anteriormente em Musas retroativas: 11ª em 1969, por Minha Noite com Ela.

Denise Cheshire em “Tubarão”

7 – DENISE CHESHIRE, por Tubarão

Susan Sarandon em “Rocky Horror Show”

8 – SUSAN SARANDON, por Rocky Horror Show

Anteriormente em Musas retroativas: 13ª em 1974, por A Primeira Página. Posteriormente em Musas retroativas: 8ª em 1978, por Menina Bonita; 9ª em 1980, por Atlantic City; 19ª em 1983, por Fome de Viver; 18ª em 1988, por Sorte no Amor; 12ª em 1990, por Loucos de Paixão; 9ª em 1991, por Thelma & Louise.

Lisbeth Hummel em “La Bête”

9 – LISBETH HUMMEL, por La Bête

Sirpa Lane em “La Bête”

10 – SIRPA LANE, por La Bête

Miou-Miou em “Trinity e Seus Companheiros”

11 – MIOU-MIOU, por Trinity e Seus Companheiros

Anteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1974, por Corações Loucos.

Carrie Fisher em “Shampoo”

12 – CARRIE FISHER, por Shampoo

Posteriormente em Musas retroativas: 19ª em 1977, por Guerra nas Estrelas; 11ª em 1980, por O Império Contra-Ataca e por Os Irmãos Cara de Pau; 2ª em 1983, por O Retorno de Jedi.

Catherine Schell em “O Retorno da Pantera Cor-de-Rosa”

13 – CATHERINE SCHELL, por O Retorno da Pantera Cor-de-Rosa

Líllian Lemmertz em “Lição de Amor”

14 – LÍLLIAN LEMMERTZ, por Lição de Amor

Anteriormente em Musas retroativas: 13ª em 1970, por Copacabana Mon Amour.

Barbra Streisand em “Funny Lady”

15 – BARBRA STREISAND, por Funny Lady

Anteriormente em Musas retroativas: 17ª em 1968, por Funny Girl – A Garota Genial; 17ª em 1969, por Alô, Dolly!; 16ª em 1973, por Nosso Amor de Ontem.

Musas de 1974 <<
>> Musas de 1976

Jessica Lange em “King Kong”

1 – JESSICA LANGE, por King Kong

Posteriormente em Musas retroativas: 14ª em 1979, por All That Jazz – O Show Deve Continuar; 3ª em 1981, por O Destino Bate à Sua Porta; 4ª em 1982, por Frances e por Tootsie; 10ª em 1991, por Cabo do Medo.

O macaco está certo, como dizia um programa humorístico da época. King Kong não só escolheu como sua e elegeu a segunda colocada entre as musas de 2005 (e campeã daquele ano entre os filmes exibidos em JP), Naomi Watts, como também a campeã de 1976, Jessica Lange. E, quando chegarmos a 1933, que ninguém duvide de termos Fay Wray na lista. Mas, apesar de Isabelle Adjani e Nancy Allen, futuras campeãs, esta é uma lista de caras novas: nada menos que 15 musas aparecem pela primeira vez.

Cybill Shepherd em “Taxi Driver”

2 – CYBILL SHEPHERD, por Taxi Driver

Anteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1971, por A Última Sessão de Cinema; 16ª em 1972, por O Rapaz que Partia Corações. Posteriormente em Musas retroativas: 20ª em 1989, por O Céu Se Enganou.

Sônia Braga em “Dona Flor e Seus Dois Maridos”

3 – SÔNIA BRAGA, por Dona Flor e Seus Dois Maridos

Posteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1978, por A Dama do Lotação; 6ª em 1981, por Eu Te Amo; 8ª em 1983, por Gabriela; 15ª em 1985, por O Beijo da Mulher-Aranha; 15ª em 1988, por Luar sobre Parador e por Rebelião em Milagro.

Isabelle Adjani em “O Inquilino”

4 – ISABELLE ADJANI, por O Inquilino

Posteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1979, por Nosferatu, o Vampiro da Noite; 4ª em 1988, por Camille Claudel; 1ª em 1994, por A Rainha Margot; 11ª em 1996, por Diabolique.

Faye Dunaway em “Rede de Intrigas”

5 – FAYE DUNAWAY, por Rede de Intrigas

Anteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1967, por Bonnie & Clyde – Uma Rajada de Balas; 10ª em 1968, por Crown, o Magnífico; 17ª em 1970, por Pequeno Grande Homem; 14ª em 1973, por Os Três Mosqueteiros; 10ª em 1974, por A Vingança de Milady, por Chinatown e por Inferno na Torre; 5ª em 1975, por Três Dias do Condor.

Eiko Matsuda em “O Império dos Sentidos”

6 – EIKO MATSUDA, por O Império dos Sentidos

Goldie Hawn em “O Corujão e a Gatinha”

7 – GOLDIE HAWN, por O Corujão e a Gatinha

Anteriormente em Musas retroativas: 12ª em 1969, por Flor de Cacto; 7ª em 1974, por Louca Escapada; 3ª em 1975, por Shampoo. Posteriormente em Musas retroativas: 11ª em 1978, por Golpe Sujo.

Margaux Hemingway em “A Violentada”

8 – MARGAUX HEMINGWAY, por A Violentada

Amy Irving em “Carrie, a Estranha”

9 – AMY IRVING, por Carrie, a Estranha

Nancy Allen em “Carrie, a Estranha”

10 – NANCY ALLEN, por Carrie, a Estranha

Posteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1978, por Febre de Juventude; 2ª em 1980, por Vestida para Matar; 14ª em 1981, por Um Tiro na Noite.

Sondra Locke em “Josey Wales, o Fora-da-Lei”

11 – SONDRA LOCKE, por Josey Wales, o Fora-da-Lei

Jane Birkin em “Paixão Selvagem”

12 – JANE BIRKIN, por Paixão Selvagem

Anteriormente em Musas retroativas: 20ª em 1966, por Blow Up – Depois Daquele Beijo; 12ª em 1973, por Se Don Juan Fosse Mulher.

Bernadette Peters em “A Última Loucura de Mel Brooks”

13 – BERNADETTE PETERS, por A Última Loucura de Mel Brooks

Lesley Anne Down em “A Nova Transa da Pantera Cor-de-Rosa”

14 – LESLEY ANNE DOWN, por A Nova Transa da Pantera Cor-de-Rosa

Britt Ekland em “Casanova & Company”

15 – BRITT EKLAND, por Casanova & Company

Anteriormente em Musas retroativas: 8ª em 1971, por Carter, o Vingador; 2ª em 1973, por O Homem de Palha; 5ª em 1974, por 007 contra o Homem com a Pistola de Ouro.

* A foto é genérica da atriz mais ou menos da época em que o filme foi feito. Tentei muito, mas não encontrei fotos desse filme.

Audrey Hepburn em “Robin e Marian”

16 – AUDREY HEPBURN, por Robin e Marian

Anteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1953, por A Princesa e o Plebeu; 2ª em 1954, por Sabrina; 7ª em 1956, por Guerra e Paz; 2ª em 1957, por Cinderela em Paris e por Amor na Tarde; 10ª em 1959, por Uma Cruz à Beira do Abismo e por A Flor que Não Morreu; 12ª em 1960, por O Passado Não Perdoa; 1ª em 1961, por Bonequinha de Luxo e por Infâmia; 7ª em 1963, por Charada; 9ª em 1964, por My Fair Lady e por Quando Paris Alucina; 3ª, em 1966, por Como Roubar um Milhão de Dólares; 8ª em 1967, por Um Caminho para Dois e por Um Clarão nas Trevas.

Sissy Spacek em “Carrie, a Estranha”

17 – SISSY SPACEK, por Carrie, a Estranha

Vera Gimenez em “Já Não Se Faz Amor como Antigamente”

18 – VERA GIMENEZ, por Já Não Se Faz Amor como Antigamente

Talia Shire em “Rocky, um Lutador”

19 – TALIA SHIRE, por Rocky, um Lutador

Anteriormente em Musas retroativas: 20ª em 1974, por O Poderoso Chefão – Parte II.

Nádia Lippi em “Já Não Se Faz Amor como Antigamente”

20 – NÁDIA LIPPI, por Já Não Se Faz Amor como Antigamente

* A foto é genérica da atriz mais ou menos da época em que o filme foi feito. Tentei muito, mas não encontrei fotos desse filme.

Musas de 1975 <<
>> Musas de 1977

Diane Keaton em "Noivo Neurótico, Noiva Nervosa"

Diane Keaton em “Noivo Neurótico, Noiva Nervosa”

Diane Keaton em "À Procura de Mr. Goodbar"

Diane Keaton em “À Procura de Mr. Goodbar”

1 – DIANE KEATON, por Noivo Neurótico, Noiva Nervosa e por À Procura de Mr. Goodbar

Anteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1972, por Sonhos de um Sedutor e por O Poderoso Chefão; 4ª em 1973, por Dorminhoco; 3ª em 1974, por O Poderoso Chefão – Parte II; 1ª em 1975, por A Última Noite de Boris Gruschenko. Posteriormente em Musas retroativas: 10ª em 1979, por Manhattan; 19ª em 1981, por Reds.

Musa, musa mesmo foi Diane Keaton em Noivo Neurótico, Noiva Nervosa: Woody Allen até batizou o filme com o sobrenome real da atriz (Diane Hall virou Annie Hall). Com seu visual superparticular que ditou moda na época e bom humor, ela teve uma interpretação que conquistou a Academia e rendeu um Oscar. Mas deve ter ajudado a atuação dramática e ousada de À procura de Mr. Goodbar. Nas outras posições da lista, o domínio de estreantes (lembre-se que a lista corre de trás para a frente): nada menos que 15 musas nunca tinham aparecido nas listas. Apesar da ausência de brasileiras, há uma variedade grande de nacionalidades: americanas, uma italiana, duas inglesas, uma francesa e até uma atriz nascida nas Filipinas (Cristina Raines) e duas suecas (Agnetha e Anni-Frid, do grupo Abba, que estrelou um filme em 1977).

Laura Antonelli em “Esposamante”

2 – LAURA ANTONELLI, por Esposamante

Anteriormente em Musas retroativas: 9ª em 1973, por Malícia.

Barbara Bach em “007, o Espião que Me Amava”

3 – BARBARA BACH, por 007, o Espião que Me Amava

Agnetha Falkstog e Anni-Frid Lyngstad em “Abba – the Movie”

4 – AGNETHA FALKSTOG, por Abba – The Movie

Raquel Welch em “O Príncipe e o Mendigo”

5 – RAQUEL WELCH, por O Príncipe e o Mendigo

Anteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1966, por Um Milhão de Anos Antes de Cristo e por Viagem Fantástica; 13ª em 1967, por O Diabo É Meu Sócio; 7ª em 1973, por Os Três Mosqueteiros; 6ª em 1974, por A Vingança de Milady.

Carole Bouquet em “Esse Obscuro Objeto do Desejo”

6 – CAROLE BOUQUET, por Esse Obscuro objeto do Desejo

Posteriormente em Musas retroativas: 2ª em 1981, por 007 – Somente para Seus Olhos.

Jane Fonda em “Julia”

7 – JANE FONDA, por Julia

Anteriormente em Musas retroativas: 5ª em 1965, por Dívida de Sangue; 8ª em 1966, por Caçada Humana; 3ª em 1967, por Descalços no Parque; 1ª em 1968, por Barbarella; 5ª em 1969, por A Noite dos Desesperados; 4ª em 1971, por Klute – O Passado Condena; 19ª em 1972, por Tout Va Bien. Posteriormente em Musas retroativas: 2ª em 1978, por Amargo Regresso; 15ª em 1979, por Síndrome da China e por O Cavaleiro Elétrico; 13ª em 1981, por Num Lago Dourado e por Amantes & Finanças.

Teri Garr em “Alguém Lá em Cima Gosta de Mim”

Teri Garr em "Contatos Imediatos do Terceiro Grau"

Teri Garr em “Contatos Imediatos do Terceiro Grau”

8 – TERI GARR, por Alguém Lá em Cima Gosta de Mim e por Contatos Imediatos do Terceiro Grau

Anteriormente em Musas retroativas: 2ª em 1974, por O Jovem Frankenstein.

Anni-Frid Lyngstad em “Abba – The Movie”

9 – ANNI-FRID LYNGSTAD, por Abba – The Movie

Cristina Raines em “Os Duelistas”

10 – CRISTINA RAINES, por Os Duelistas

Angela Molina em “Esse Obscuro Objeto do Desejo”

11 – ANGELA MOLINA, por Esse Obscuro Objeto do Desejo

Leslie Browne em “Momento de Decisão”

12 – LESLIE BROWNE, por Momento de Decisão

Olivia Hussey em “Jesus de Nazaré”

13 – OLIVIA HUSSEY, por Jesus de Nazaré

Anteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1968, por Romeu & Julieta.

Karen Lynn Gorney em “Os Embalos de Sábado à Noite”

14 – KAREN LYNN GORNEY, por Os Embalos de Sábado à Noite

Melinda Dillon em “Contatos Imediatos do Terceiro Grau”

15 – MELINDA DILLON, por Contatos Imediatos do Terceiro Grau

Meryl Streep em “Julia”

16 – MERYL STREEP, por Julia

Posteriormente em Musas retroativas: 12ª em 1978, por O Franco-Atirador; 17ª em 1979, por Manhattan e por Kramer vs. Kramer; 10ª em 1982, por A Escolha de Sofia.

Sally Field em “Agarra-me se Puderes”

17 – SALLY FIELD, por Agarra-me Se Puderes

Sarah Douglas em “O Mundo que o Tempo Esqueceu”

18 – SARAH DOUGLAS, por O Mundo que o Tempo Esqueceu

Posteriormente em Musas retroativas20ª em 1978, por Superman – O Filme.

Carrie Fisher em “Guerra nas Estrelas”

19 – CARRIE FISHER, por Guerra nas Estrelas

Anteriormente em Musas retroativas: 12ª em 1975, por Shampoo. Posteriormente em Musas retroativas: 11ª em 1980, por O Império Contra-Ataca e por Os Irmãos Cara de Pau; 2ª em 1983, por O Retorno de Jedi.

Charlotte Rampling em “Orca, a Baleia Assassina”

20 – CHARLOTTE RAMPLING, por Orca, a Baleia Assassina

Anteriormente em Musas retroativas: 15ª em 1972, por Henrique VIII e Suas Seis Mulheres; 12ª em 1974, por O Porteiro da NoitePosteriormente em Musas retroativas: 20ª em 1980, por Memórias.

Musas de 1976 <<
>> Musas de 1978

Sônia Braga em "A Dama do Lotação"

Sônia Braga em “A Dama do Lotação”

1 – SÔNIA BRAGA, por A Dama do Lotação

Anteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1976, por Dona Flor e Seus Dois Maridos. Posteriormente em Musas retroativas: 6ª em 1981, por Eu Te Amo; 8ª em 1983, por Gabriela; 15ª em 1985, por O Beijo da Mulher-Aranha; 15ª em 1988, por Luar sobre Parador e por Rebelião em Milagro.

Quem poderia competir com a Sônia interpretando uma personagem de Nélson Rodrigues? Ela levou o primeiro lugar com louvor, encabeçando um ano com quatro brasileiras (salve as pornochanchadas existenciais!) – uma delas, a grande Sandra Bréa em terceiro; outra, uma americana de nascimento, mas – que diabo! – fez sua carreira toda no Brasil, Kate Lyra (afinal, “brasileiro é tão bonzinho”, não é mesmo?). Jane Fonda quase venceu – cheguei a colocá-la em primeiro e depois mudar de ideia. O ano ainda teve três futuras campeãs dando seus passinhos iniciais: Nancy Allen (primeira na lista de 1980), Nastassja Kinski (que venceu já em 1979) e Kim Basinger (que ganharia em 1986).

Jane Fonda em “Amargo Regresso”

2 – JANE FONDA, por Amargo Regresso

Anteriormente em Musas retroativas: 5ª em 1965, por Dívida de Sangue; 8ª em 1966, por Caçada Humana; 3ª em 1967, por Descalços no Parque; 1ª em 1968, por Barbarella; 5ª em 1969, por A Noite dos Desesperados; 4ª em 1971, por Klute – O Passado Condena; 19ª em 1972, por Tout Va Bien; 7ª em 1977, por Julia. Posteriormente em Musas retroativas: 15ª em 1979, por Síndrome da China e por O Cavaleiro Elétrico; 13ª em 1981, por Num Lago Dourado e por Amantes & Finanças.

Nancy Allen em “Febre de Juventude”

3 – NANCY ALLEN, por Febre da Juventude

Anteriormente em Musas retroativas: 10ª em 1976, por Carrie, a Estranha. Posteriormente em Musas retroativas: 2ª em 1980, por Vestida para Matar; 14ª em 1981, por Um Tiro na Noite.

Olivia Newton-John em "Grease - Nos Tempos da Brilhantina"

Olivia Newton-John em “Grease – Nos Tempos da Brilhantina”

4 – OLIVIA NEWTON-JOHN, por Grease – Nos Tempos da Brilhantina

Posteriormente em Musas retroativas: 5ª em 1980, por Xanadu.

Valerie Perrine em "Superman - O Filme"

Valerie Perrine em “Superman – O Filme”

5 – VALERIE PERRINE, por Superman – O Filme

Nastassja Kinski em “Tentação Proibida”

6 – NASTASSJA KINSKI, por Tentação Proibida

Posteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1979, por Tess; 1ª em 1982, por A Marca da Pantera e por O Fundo do Coração; 1ª em 1984, por Os Amantes de Maria, por Paris, Texas, por Hotel Muito Louco e por Infielmente Tua; 16ª em 1985, por Harém e por Revolução; 17ª em 1998, por Seus Amigos, Seus Vizinhos.

Margot Kidder em “Superman – O Filme”

7 – MARGOT KIDDER, por Superman – O Filme

Anteriormente em Musas retroativas: 11ª em 1973, por Irmãs Diabólicas. Posteriormente em Musas retroativas: 8ª em 1979, por Terror em Amityville; 7ª em 1980, por Superman II.

Susan Sarandon em “Menina Bonita”

8 – SUSAN SARANDON, por Menina Bonita

Anteriormente em Musas retroativas: 13ª em 1974, por A Primeira Página; 8ª em 1975, por Rocky Horror Show. Posteriormente em Musas retroativas: 9ª em 1980, por Atlantic City; 19ª em 1983, por Fome de Viver; 18ª em 1988, por Sorte no Amor; 12ª em 1990, por Loucos de Paixão; 9ª em 1991, por Thelma & Louise.

Susannah York em "Superman - O Filme"

Susannah York em “Superman – O Filme”

9 – SUSANNAH YORK, por Superman – O Filme

Anteriormente em Musas retroativas: 9ª em 1963, por As Aventuras de Tom Jones; 7ª em 1969, por A Noite dos Desesperados.

Sandra Bréa em "Amada Amante"

Sandra Bréa em “Amada Amante”

10 – SANDRA BRÉA, por Amada Amante

Posteriormente em Musas retroativas: 9ª em 1979, por O Prisioneiro do Sexo, por República dos Assassinos, por Os Imorais, por Sede de Amar – Capuzes Negros e por Sábado Alucinante; 19ª em 1980, por Herança dos Devassos e por Convite ao Prazer.

Goldie Hawn em “Golpe Sujo”

11 – GOLDIE HAWN, por Golpe Sujo

Anteriormente em Musas retroativas: 12ª em 1969, por Flor de Cacto; 7ª em 1974, por Louca Escapada; 3ª em 1975, por Shampoo; 7ª em 1976, por O Corujão e a Gatinha.

Meryl Streep em “O Franco-Atirador”

12 – MERYL STREEP, por O Franco-Atirador

Anteriormente em Musas retroativas: 16ª em 1977, por Julia. Posteriormente em Musas retroativas: 16ª em 1979, por Manhattan e por Kramer Vs. Kramer; 10ª em 1982, por A Escolha de Sofia.

Aldine Muller em "Ninfas Diabólicas"

Aldine Muller em “Ninfas Diabólicas”

Aldine Muller em "O Estripador de Mulheres"

Aldine Muller em “O Estripador de Mulheres”

Aldine Muller em "Os Galhos do Casamento"

Aldine Muller em “Os Galhos do Casamento”

13 – ALDINE MULLER, por Ninfas Diabólicas, por O Estripador de Mulheres e por Os Galhos do Casamento

Posteriormente em Musas retroativas: 6ª em 1979, por O Prisioneiro do Sexo, por Uma Cama para Sete Noivas, por Nos Tempos da Vaselina e por Os Imorais; 1ª em 1980, por A Força do Destino, por A Mulher que Inventou o Amor, por A Fêmea do Mar, por Convite ao Prazer e por Império do Desejo; 17ª em 1983, por Força Estranha; 16ª em 1984, por Elite Devassa.

Jamie Lee Curtis em “Halloween – A Noite do Terror”

14 – JAMIE LEE CURTIS, por Halloween – A Noite do Terror

Posteriormente em Musas retroativas: 10ª em 1988, por Um Peixe Chamado Wanda; 17ª em 1994, por True Lies.

Kazuko Yoshiyuki em "Império da Paixão"

Kazuko Yoshiyuki em “Império da Paixão”

15 – KAZUKO YOSHIYUKI, por Império da Paixão

Dyan Cannon em “A Vingança da Pantera Cor-de-Rosa”

16 – DYAN CANNON, por A Vingança da Pantera Cor-de-Rosa 

Anteriormente em Musas retroativas: 8ª em 1969, por Bob & Carol & Ted & Alice.

Marthe Keller em “Fedora”

17 – MARTHE KELLER, por Fedora

Kim Basinger em "Retrato de Modelo"

Kim Basinger em “Retrato de Modelo”

18 – KIM BASINGER, por Retrato de Modelo 

Posteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1986, por Semanas de Amor e por Sem Perdão; 4ª em 1989, por Batman e por Minha Noiva É uma Extraterrestre; 15ª em 1991, por Desejos e por Uma Loira em Minha Vida; 9ª em 1994, por A Fuga; 12ª, por Los Angeles, Cidade Proibida.

Karen Allen em “Clube dos Cafajestes”

19 – KAREN ALLEN, por Clube dos Cafajestes 

Posteriormente em Musas retroativas: 7ª em 1981, por Os Caçadores da Arca Perdida.

Sarah Douglas em "Superman - O Filme"

Sarah Douglas em “Superman – O Filme”

20 – SARAH DOUGLAS, por Superman – O Filme

Anteriormente em Musas retroativas18ª em 1977, por O Mundo que o Tempo Esqueceu.

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Nastassja Kinski em "Tess"

Nastassja Kinski em “Tess”

1 – NASTASSJA KINSKI, por Tess

Anteriormente em Musas retroativas: 6ª em 1978, por Tentação Proibida. Posteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1982, por A Marca da Pantera; 1ª em 1984, por Os Amantes de Maria, por Paris, Texas, por Hotel Muito Louco e por Infielmente Tua; 16ª em 1985, por Harém e por Revolução; 17ª em 1998, por Seus Amigos, Seus Vizinhos.

Alana levantou a bola nos comentários e o Boulevard, humilde que é, admitiu que o blog é humano e também erra. “Cadê Natassja Kinski em Tess?” Está aí, Alana, em seu devido primeiro lugar. Esquecida na primeira versão dessa lista, obrigou uma revisão onde sua sofrida personagem – que, mesmo assim, em nenhum momento deixa de ser lindíssima –, desbancou Sigourney Weaver. Vestida quase todo o tempo com um macacão espacial em Alien, tem reservado para o final um strip-tease galático surpreendente e que seria o primeiro, não fosse o de Barbarella – vencedor das musas de 1968. Alguns filmes emplacaram mais de uma musa: Woody Allen nos trouxe três, com seu Manhattan, incluindo a terceira colocada, a revelação Mariel Hemingway (a neta do Ernest); e Tinto Brass, mestre do erotismo, desnudou meio mundo em Calígula, colocando aqui a quinta e a nona colocadas (viram quem é? A grande dama Helen Mirren!). Isabelle Adjani, já aparece aqui em quarto – ela viria a ser a campeã em 1994. Primeira aparição: Sigourney Weaver, Mariel Hemingway, Sylvia Kristel, Helen Mirren, Kate Lyra, Christiane Torloni. Última aparição: Ursula Andress. Única aparição: Teresa Ann Savoy, Bo Derek, Colleen Camp. Brasileiras na lista: Aldine Muller, Sandra Bréa, Kate Lyra, Christiane Torloni.

Sigourney Weaver em "Alien, o 8º Passageiro"

Sigourney Weaver em “Alien, o Oitavo Passageiro”

2 – SIGOURNEY WEAVER, por Alien, o Oitavo Passageiro

Posteriormente em Musas retroativas: 10ª em 1984, por Os Caça-Fantasmas.

Mariel Hemingway em "Manhattan"

Mariel Hemingway em “Manhattan”

3 – MARIEL HEMINGWAY, por Manhattan

Posteriormente em Musas retroativas: 6ª em 1982, por Tudo pela Vitória – As Parceiras; 6ª em 1983, por Star 80.

Isabelle Adjani em “Nosferatu, o Vampiro da Noite”

4 – ISABELLE ADJANI, por Nosferatu, o Vampiro da Noite

Anteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1976, por O Inquilino. Posteriormente em Musas retroativas: 4ª em 1988, por Camille Claudel; 1ª em 1994, por A Rainha Margot; 11ª em 1996, por Diabolique.

Teresa Ann Savoy em “Calígula”

5 – TERESA ANN SAVOY, por Calígula

Aldine Muller em "O Prisioneiro do Sexo"

Aldine Muller em “O Prisioneiro do Sexo”

Aldine Muller em "Uma Cama para Sete Noivas"

Aldine Muller em “Uma Cama para Sete Noivas”

Aldine Muller em "Nos Tempos da Vaselina"

Aldine Muller em “Nos Tempos da Vaselina”

Aldine Muller em "Os Imorais"

Aldine Muller em “Os Imorais”

6 – ALDINE MULLER, por O Prisioneiro do Sexo, por Uma Cama para Sete Noivas, por Nos Tempos da Vaselina e por Os Imorais

Anteriormente em Musas retroativas13ª em 1978, por Ninfas Diabólicas, por O Estripador de Mulheres e por Os Galhos do Casamento. Posteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1980, por A Força do Destino, por A Mulher que Inventou o Amor, por A Fêmea do Mar, por Convite ao Prazer e por Império do Desejo; 17ª em 1983, por Força Estranha; 16ª em 1984, por Elite Devassa.

Helen Mirren em "Caligula"

Helen Mirren em “Caligula”

7 – HELEN MIRREN, por Calígula

Posteriormente em Musas retroativas: 15ª em 1981, por Excalibur; 12ª em 1989, por O Cozinheiro, o Ladrão, Sua Mulher e o Amante.

Margot Kidder em "Terror em Amityville'

Margot Kidder em “Terror em Amityville’

8 – MARGOT KIDDER, por Terror em Amityville

Anteriormente em Musas retroativas: 11ª em 1973, por Irmãs Diabólicas; 7ª em 1978, por Superman – O Filme. Posteriormente em Musas retroativas: 7ª em 1980, por Superman II.

Sandra Bréa em "O Prisioneiro do Sexo"

Sandra Bréa em “O Prisioneiro do Sexo”

Sandra Bréa em "República dos Assassinos"

Sandra Bréa em “República dos Assassinos”

Sandra Bréa em "Os Imorais"

Sandra Bréa em “Os Imorais”

Sandra Bréa em "Sede de Amar - Capuzes Negros"

Sandra Bréa em “Sede de Amar – Capuzes Negros”

Sandra Bréa em "Sábado Alucinante"

Sandra Bréa em “Sábado Alucinante”

9 – SANDRA BRÉA, por O Prisioneiro do Sexo, por República dos Assassinos, por Os Imorais, por Sede de Amar – Capuzes Negros e por Sábado Alucinante

Anteriormente em Musas retroativas: 10ª em 1978, por Amada AmantePosteriormente em Musas retroativas: 19ª em 1980, por Herança dos Devassos e por Convite ao Prazer.

Diane Keaton em "Manhattan"

Diane Keaton em “Manhattan”

10 – DIANE KEATON, por Manhattan

Anteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1972, por Sonhos de um Sedutor e por O Poderoso Chefão; 4ª em 1973, por Dorminhoco; 3ª em 1974, por O Poderoso Chefão – Parte II; 1ª em 1975, por A Última Noite de Boris Gruschenko; 1ª em 1977, por Noivo Neurótico, Noiva Nervosa e por À Procura de Mr. Goodbar. Posteriormente em Musas retroativas: 19ª em 1981, por Reds.

Bo Derek em “Mulher Nota 10”

11 – BO DEREK, por Mulher Nota 10

13 - Hanna Schygulla-d

Hanna Schygulla em “O Casamento de Maria Braun”

12 – HANNA SCHYGULLA, por O Casamento de Maria Braun

Anteriormente em Musas retroativas: 20ª em 1972, por As Lágrimas Amargas de Petra von Kant. Posteriormente em Musas retroativas: 16ª em 1981, por Lili Marlene.

Sylvia Kristel em "O 5º Mosqueteiro"

Sylvia Kristel em “O 5º Mosqueteiro”

13 – SYLVIA KRISTEL, por O Quinto Mosqueteiro

Posteriormente em Musas retroativas: 11ª em 1981, por Uma Professora Muito Especial e por O Amante de Lady Chatterley.

10 - Jessica Lange ("All That Jazz - O Show Deve Continuar")

Jessica Lange em “All That Jazz – O Show Deve Continuar”

14 – JESSICA LANGE, por All That Jazz – O Show Deve Continuar

Anteriormente em Musas retroativas: 1ª em 1976, por King Kong. Posteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1981, por O Destino Bate à Sua Porta; 4ª em 1982, por Frances e Tootsie; 10ª em 1991, por Cabo do Medo.

Jane Fonda em "A Síndrome da China"

Jane Fonda em “Síndrome da China”

Jane Fonda em "O Cavaleiro Elétrico"

Jane Fonda em “O Cavaleiro Elétrico”

15 – JANE FONDA, por Síndrome da China e por O Cavaleiro Elétrico

Anteriormente em Musas retroativas: 5ª em 1965, por Dívida de Sangue; 8ª em 1966, por Caçada Humana; 3ª em 1967, por Descalços no Parque; 1ª em 1968, por Barbarella; 5ª em 1969, por A Noite dos Desesperados; 4ª em 1971, por Klute – O Passado Condena; 19ª em 1972, por Tout Va Bien; 7ª em 1977, por Julia; 2ª em 1978, em Amargo Regresso. Posteriormente em Musas retroativas: 13ª em 1981, por Num Lago Dourado e por Amantes & Finanças.

Kate Lyra em "O Prisioneiro do Sexo"

Kate Lyra em “O Prisioneiro do Sexo”

Kate Lyra em "Uma Fêmea do Outro Mundo"

Kate Lyra em “Uma Fêmea do Outro Mundo”

Kate Lyra em "Nos Tempos da Vaselina"

Kate Lyra em “Nos Tempos da Vaselina”

16 – KATE LYRA, por O Prisioneiro do Sexo, por Uma Fêmea do Outro Mundo e por Nos Tempos da Vaselina

Posteriormente em Musas retroativas: 16ª em 1980, por Convite ao Prazer.

Meryl Streep em "Manhattan"

Meryl Streep em “Manhattan”

Meryl Streep em "Kramer vs. Kramer"

Meryl Streep em “Kramer vs. Kramer”

17 – MERYL STREEP, por Manhattan e por Kramer vs. Kramer

Anteriormente em Musas retroativas: 16ª em 1977, por Julia; 12ª em 1978, por O Franco-AtiradorPosteriormente em Musas retroativas10ª em 1982, por A Escolha de Sofia.

Christiane Torloni em "O Bom Burguês"

Christiane Torloni em “O Bom Burguês”

18 – CHRISTIANE TORLONI, por O Bom Burguês

Posteriormente em Musas retroativas: 13ª em 1980, por Ariella; 18ª em 1983, por Rio Babilônia; 12ª em 1984, por Águia na Cabeça.

Ursula Andress em "O Quinto Mosqueteiro"

Ursula Andress em “O Quinto Mosqueteiro”

19 – URSULA ANDRESS, por O Quinto Mosqueteiro

Anteriormente em Musas retroativas: 3ª em 1962, por 007 contra o Satânico Dr. No; 10ª em 1963, por O Seresteiro de Acapulco; 18ª em 1965, por A Deusa da Cidade Perdida e por O que É que Há, Gatinha?; 18ª em 1966, por Crepúsculo das Águias; 12ª em 1967, por Cassino Royale.

Colleen Camp em "Apocalypse Now"

Colleen Camp em “Apocalypse Now”

20 – COLLEEN CAMP, por Apocalypse Now

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